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	<title>Arquivos LSA - AEROJR. Consultoria e Capacitação</title>
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	<title>Arquivos LSA - AEROJR. Consultoria e Capacitação</title>
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		<title>Aeronave Leve Esportiva (LSA) e Experimental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2019 20:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[LSA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aviação é uma modalidade muito recente na história da humanidade. Ela surgiu há pouco mais de um século, com uma evolução muito rápida devido à sua aplicação bélica e às vantagens que apresenta para a economia. Hoje, contudo, temos diversas categorias de aeronaves já desenvolvidas e outras em fase experimental. Portanto, venha entender sobre [&#8230;]</p>
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<p>A aviação é uma modalidade muito recente na história da humanidade. Ela surgiu há pouco mais de um século, com uma evolução muito rápida devido à sua aplicação bélica e às vantagens que apresenta para a economia. Hoje, contudo, temos diversas categorias de aeronaves já desenvolvidas e outras em fase experimental. Portanto, <strong>venha entender sobre uma das categorias de amplas possibilidades de aplicação: a aeronave leve esportiva!</strong></p>



<span id="more-1016"></span>



<h2 class="wp-block-heading">O que é uma LSA?</h2>



<p>Na aviação temos diversas categorias de aeronaves e a LSA é uma delas.  <a href="https://aerojr.com/blog/voce-sabe-o-que-e-uma-lsa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Aeronave leve esportiva (LSA)</a> &#8211; do inglês “<em>Light-sport aircraft</em>” &#8211; é menor, menos cara e mais fácil de operar do que os aviões de treinamento de voo típicos. Dessa forma, <strong>o uso de aeronaves leves esportivas pode ter diferentes propósitos</strong>, como desporto, meio de transporte particular, ferramenta de treinamento de pilotagem dentre outros. Contudo, não se pode utilizar as LSA’s para transporte de pessoas e de bens com fins lucrativos. Sendo assim, é permitido apenas mediante aprovação, a atividade de instrução para obtenção do certificado de piloto aerodesportivo realizada por centros de instrução de aviação civil e associações aerodesportivas credenciadas e autorizadas pela ANAC.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2021/06/cubcrafters-carbon-cub-32-9fe83347f2df0a3c8c219f58584a7e3891ea01558cd4a3d57025f52d2becc3de-1024x683.jpg" alt=""/><figcaption><a href="http://cubcrafters.com/carboncub/fx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Carbon Cub FX</a></figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">A LSA no Brasil</h2>



<p>No Brasil o contato com a aviação, por parte de entusiastas e pessoas que não tinham as condições de empresários, se dava por meio dos aeroclubes, onde todos se reuniam pelo simples prazer de poder ter contato com o voo e conhecer mais o meio aeronáutico. Entretanto, devido ao corte orçamentário do DAC, órgão regulador da aviação civil na época, os aeroclubes começaram a desaparecer e com eles o contato dos entusiastas com a aviação.</p>



<p>Em busca de uma alternativa para que os amantes pudessem manter sua relação com a aviação surgiram os primeiros <a href="https://aeromagazine.uol.com.br/artigo/o-futuro-dos-ultraleves-pesados_1627.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ultraleves</a> no Brasil. No início, começaram a surgir os primeiros e desajeitados modelos aqui no Brasil. A maioria era feita de tubos e recobertos com lonas e utilizavam motores modificados. Desse modo, era o início das construções de aeronaves experimentais no Brasil, que se intensificou a partir da década de 1990.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://aeromagazine.uol.com.br/media/uploads/aero_237/_w6a3407_big.jpg" alt="Aeronave Leve Esportiva nacional -    
 Conquest  da Inpaer" width="459" height="299"/><figcaption>Aeronave Leve Esportiva nacional &#8211;    <br> Conquest  da Inpaer</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">LSA e a Aviação Experimental</h2>



<p>Você pode perceber que acima citamos aeronaves experimentais e, anteriormente, estávamos falando sobre LSA correto? <strong>É comum acharmos que LSA e aeronaves experimentais são coisas diferentes, porém, isso não é uma verdade</strong>. Aeronaves LSA, como já foi dito, é uma classe de aeronaves, que inclui as aeronaves experimentais. Dentro da categoria LSA temos as subcategorias S-LSA e E-LSA.</p>



<p>Abaixo vamos
conhecer um pouco mais de cada subcategoria e entender as diferenças entre
elas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">S-LSA (Aeronave leve esportiva – Especial)</h3>



<p>A S-LSA, do inglês <em>“Special Light-Sport Aircraft”</em> é a categoria projetada para atender as especificações do LSA. Assim, é necessário que atenda a um conjunto de padrões desenvolvidos pela indústria que especificam os requisitos de projeto, teste, fabricação e controle de qualidade. </p>



<p>Com a certificação especial pode-se fazer a venda da aeronave, seja ela pronta para voo ou em forma de kit de montagem. Entretanto, só pode ser modificada com autorização do fabricante. Sua manutenção preventiva pode ser feita pelo piloto se autorizado pelo manual de manutenção do fabricante. Além disso, a manutenção e a inspeção anual de condição devem ser realizadas por um mecânico de fuselagem e/ou de motor certificado pelo órgão regulador.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E-LSA (Aeronave leve esportiva – Experimental)</h3>



<p>A E-LSA, do inglês <em><i>“</i>Experimental Light-Sport Aircraft”</em> é uma categoria ampla que se aplica a qualquer aeronave que não tenha obtido um certificado de aeronavegabilidade padrão ou especial. Assim, muitas aeronaves em exposição e apresentações de shows aéreos possuem o certificado de aeronavegabilidade Experimental. Novos projetos de aeronaves são em geral experimentais, pois essas aeronaves estão sendo desenvolvidas e testadas.</p>



<p>Além disso, uma aeronave experimental não pode ser vendida ou alugada. Pode ser modificada por qualquer pessoa, sem a necessidade de autorização do fabricante. Não há requisitos ou restrições sobre quem pode realizar manutenção ou modificações nos E-LSAs. A manutenção e a inspeção anual de condição podem ser realizadas pelo proprietário, desde que ele realize um curso de manutenção especifico para a sua aeronave.</p>



<p>Em geral, as E-LSA são uma versão do kit de um S-LSA no qual o proprietário decide converter para E-LSA. Isso é feito para que ele possa fazer modificações e executar a manutenção ou uma aeronave totalmente construída de forma amadora. Portanto, essa categoria é conhecida como aeronave E-AB.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Então, qual escolher?</h2>



<p>As subcategorias de LSA contêm características bem diferentes entre elas. Contudo,<strong> a escolha do tipo de certificação</strong> pelo proprietário <strong>deve levar em consideração o objetivo que ele tem com a aeronave</strong>. </p>



<p>Está em dúvida em qual certificação deve escolher? Então, entre em <a href="https://aerojr.com/#contato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contato conosco da AEROJR.</a> estamos sempre prontos para lhe ajudar!</p>



<p><em>Autor: Diego Arruda</em></p>
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		<title>Você sabe o que é uma LSA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 11:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[LSA]]></category>
		<category><![CDATA[conceito]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aviação é uma modalidade muito recente na história da humanidade, tendo surgida há pouco mais de um século. Ela apresentou uma evolução extremamente rápida, principalmente devido à sua aplicação bélica e às vantagens que apresentava à economia. Muito se discute a respeito do início da aviação como conhecemos. Entretanto, uma das datas tidas como [&#8230;]</p>
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<p>A aviação é uma modalidade muito recente na história da humanidade, tendo surgida há pouco mais de um século. Ela apresentou uma evolução extremamente rápida, principalmente devido à sua aplicação bélica e às vantagens que apresentava à economia.</p>



<span id="more-328"></span>



<p>Muito se discute a respeito do início da aviação como conhecemos. Entretanto, uma das datas tidas como centrais é 23 de outubro de 1906. No campo de Bagatelle, em Paris, na França, nessa data Santos Dumont alcançou o feito de conseguir taxiar, decolar, voar nivelado e pousar um avião impulsionado por um motor a gasolina. Dessa forma, ele voou cerca de sessenta metros a uma altura de dois a três metros. Para realizar tal feito, ele utilizou o <em>&#8220;Oiseau de Proie&#8221; (</em>na tradução em português, &#8220;ave de rapina&#8221;). Com isso, damos o crédito à Santos Dumont por ser um dos pioneiros da aviação experimental.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2018/11/image2005.jpg" alt=""/></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">A popularização da aviação experimental</h2>



<p>Aviação experimental é, basicamente, a prática de construção caseira de aviões, ou seja, um hobby para várias pessoas que não possuem estudo formal na área. Portanto, não é necessário possuir um diploma de engenheiro aeronáutico para tal. No Brasil, muitas dessas pessoas fazem parte de associações como a Associação Brasileira de Aviação Experimental (ABRAEX) e a Associação Brasileira de Ultraleves (ABUL). Além disso, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (<a href="https://aerojr.com/blog/tudo-sobre-a-anac/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANAC</a>), <strong>existem mais de 5 mil aeronaves na categoria experimental sobrevoando o céu do Brasil</strong>. Isso inclui os ultraleves, balões, girocópteros, dirigíveis, planadores, <a href="https://aerojr.com/blog/comprar-um-helicoptero/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">helicópteros </a>e motoplanadores.</p>



<p>A construção de <a href="https://aerojr.com/blog/s-lsa-e-e-lsa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aeronaves experimentais </a>intensificou-se no Brasil a partir da década de 1990, e pode ocorrer através da montagem de projetos próprios ou por uma montagem final profissionalizada de conjuntos amadores. Conjuntos esses que, inicialmente, eram concebidos para que uma pessoa pudesse produzir de uma forma “caseira” a sua aeronave particular. Contudo, esse conceito original no qual a pessoa recreativamente constrói sua aeronave foi, com o passar do tempo, sendo substituído por outro, no qual uma pessoa compra o kit e outra, geralmente um profissional da área, faz a montagem final.</p>



<p>Essa distorção da ideia inicial aconteceu devido à popularização dos kits. Desse modo, resultou na queda dos preços, o que aumentou a quantidade de pessoas interessadas. Portanto, como a maioria dos compradores desses kits começou a não visar a construção da própria aeronave, preferindo somente operá-las, a montagem “profissional” foi permitida pelo órgão regulador da época (o antigo DAC – Departamento de Aviação Civil). Entretanto, para isso é necessário que o operador/proprietário demonstre que construiu a maior parte da aeronave.</p>



<h2 class="wp-block-heading">LSA: uma nova categoria</h2>



<p>Devido à grande atividade de construção de aeronaves experimentais no país, a Agência Nacional de Aviação Civil (<a href="https://aerojr.com/blog/tudo-sobre-a-anac/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANAC</a>) vem implementando, em caráter de teste, a categoria de aeronave leve esportiva, ou <em>light sport aircraft</em> (<a href="https://aerojr.com/blog/s-lsa-e-e-lsa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LSA</a>), que substituirá a dos atuais ultraleves. Essa está distribuída em duas categorias: <strong>o ultraleve não propulsado</strong> (mais popularmente conhecido como planador), e <strong>o ultraleve autopropulsado</strong> (os chamados ultraleves). E é nesta última categoria que a ANAC vem incorporando alterações na regulamentação.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/blog/wp-content/uploads/2018/11/Quick.jpg" alt="" class="wp-image-335" width="500" height="384"/></figure></div>



<p>A mais importante <a href="https://aerojr.com/blog/modificacoes-em-aeronaves/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alteração empregada</a> pela ANAC reduz o peso máximo de decolagem de uma LSA para 600 kgf (quilograma força). Anteriormente esse valor era de 750 kgf. Além disso, a nova categoria (LSA) englobará aeronaves menos complexas, com trem de pouso e passo da hélice fixos. Por enquanto, <strong>para voar em uma aeronave LSA, os certificados são os mesmos emitidos para um piloto de ultraleve: o certificado de piloto esportivo (CPD) e o certificado de piloto de recreio (CPR).</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">ALE Especial e ALE Experimental</h2>



<p>Com essa nova categoria de aeronaves, a LSA, também vieram duas subdivisões: o ALE especial (<em>Special LSA </em>ou<em> S-LSA</em>) e o ALE Experimental (<em>E-LSA</em>). </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/blog/wp-content/uploads/2018/11/lsa4-300x169.jpg" alt="" class="wp-image-336" width="455" height="256"/></figure></div>



<p><strong>O ALE especial é quando o avião é entregue ao operante totalmente pronto, com as configurações ajustadas</strong>. Pode-se utilizá-lo, ou não, em atividades como reboque de planadores, instrução de voo em escolas de aviação, dentre outras. Para fazer a manutenção dessa aeronave, empresas certificadas ou mecânicos habilitados devem sempre executá-la. Além disso, ela só poderá ser modificada com a aprovação do fabricante ou da autoridade de aviação civil.</p>



<p><strong>Já o ALE experimental é uma aeronave experimental construída por um amador, por um especialista contratado, ou pela própria empresa fabricante do kit</strong>, usando como base um kit proveniente do projeto do ALE especial. Nessa categoria existe uma vantagem muito interessante, que é a não aplicação da regra dos 51%. Ou seja, não é preciso que a maior porção da aeronave seja construída pelo proprietário. Nesse caso, o proprietário da aeronave poderá decidir, por exemplo, a forma como serão feitos os acabamentos e a instalação de equipamentos da aeronave em si. Mas é necessário lembrar também que essas tarefas devem estar incluídas no manual de construção da aeronave.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que faz uma aeronave ser LSA?</h2>



<p>Para que você entenda uma pouco melhor sobre essa nova categoria que vem tomando conta da aviação, listaremos aqui algumas características de uma LSA:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Esse tipo de aeronave possui, no máximo, espaço para dois ocupantes;</li><li>Aviões incluídos nessa categoria devem ser monomotores;</li><li>É preciso que o passo de hélice e o trem de pouso sejam fixos;</li><li>O peso máximo de decolagem deve ser de 600 kgf quando operado em solo ou de 650 kgf quando operado em água;</li><li>A velocidade máxima de estol é de 45 nós, ou de 83 km/h, aproximadamente;</li><li>A velocidade em voo nivelado pode atingir até 120 nós, ou seja, aproximadamente 222 km/h;</li><li>A cabine é não pressurizada;</li><li>As condições de sua operação são dadas pela <em>Visual Flight Rules</em> (VFR &#8211; Regras de Voo Visual). O VFR é o conjunto de procedimentos e regras utilizados na operação de aeronaves quando as condições atmosféricas permitem ao piloto controlar visualmente a altitude do aparelho, que prevê sua operação apenas no período diurno.</li></ol>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://aerojr.com/blog/wp-content/uploads/2018/11/Just-Superstol-in-flight-at-Sebring-2016-photo-courtesy-US-Sport-Aviation-Expo.png" alt="" class="wp-image-337" width="500" height="346"/></figure></div>



<p>Além disso, é preciso lembrar que a ASTM (<em>American Society for Testing Materials</em>) preestabelece todas essas regras e características. Ou seja, a maioria dessas características são convencionadas dessa maneira. Apesar de não elaborarem essas normas especificamente por uma autoridade aeronáutica, elas são aceitas em todo o mundo. Isso fornece uma base legal para a <a href="http://cruiseraircraft.com/aircraft" target="_blank" rel="noreferrer noopener">produção e comercialização seriada desse tipo de aeronave</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma mudança favorável</h2>



<p>Aos poucos, os aeronautas estão começando a entender que a implantação da LSA é aceitável e bastante positiva. Sua criação expande a praticabilidade econômica para novos projetos e recursos, além de aumentar a segurança operacional e de voo. Também facilita o acesso a novas tecnologias (de embarque, de voo e operação) e promove a <a href="https://aerojr.com/blog/diferenca-entre-certificacao-e-aceitacao-de-aeronaves/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">legalização da categoria</a>. Graças à padronização de novas normas, é possível obter um excelente padrão de qualidade. </p>



<p>Você gostaria de saber mais sobre normas e procedimentos aeronáuticos?  Então, <a href="https://aerojr.com/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acesse o nosso blog</a> para mais textos como este!</p>
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		<title>Qual a diferença entre certificação e aceitação de aeronaves?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2018 19:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aceitação de Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[LSA]]></category>
		<category><![CDATA[aceitação]]></category>
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		<category><![CDATA[certificação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A regulamentação aeronáutica brasileira ainda é desconhecida por grande parte das pessoas. Esse fenômeno pode ser explicado pela dificuldade do tema e pela complexidade (e riscos) envolvidos nas operações de uma aeronave. Dentro desse ramo, poucos sabem da diferença entre certificação e aceitação de aeronaves, e diferentes procedimentos são realizados para alcançar a permissão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left"><span style="color: #000000;">A <a href="https://sistemas.anac.gov.br/certificacao/Diversos/FAQ.asp#%20%201">regulamentação aeronáutica brasileira</a> ainda é desconhecida por grande parte das pessoas. Esse fenômeno pode ser explicado pela dificuldade do tema e pela complexidade (e riscos) envolvidos nas <a href="https://aerojr.com/blog/modificacoes-em-aeronaves/">operações de uma aeronave</a>. Dentro desse ramo, poucos sabem da diferença entre certificação e aceitação de aeronaves, e diferentes procedimentos são realizados para alcançar a permissão de voo em cada um desses casos.</span></p>



<span id="more-91"></span>



<h2 class="wp-block-heading">A certificação de aeronaves</h2>



<p>A certificação de uma aeronave consiste em atestar que o veículo em questão é capaz de realizar a operação a que é proposto. Além disso, deve operar em condições seguras e de acordo com as normas estabelecidas pelos órgãos nacionais responsáveis. Em suma, o produto aeronáutico, seja ele a aeronave ou qualquer outro componente isolado dela, deve passar por uma avaliação pela autoridade competente. Assim, garante-se que ele está em conformidade com os requisitos mínimos de operação.</p>



<p>Esse procedimento se aplica a diversos tipos de aeronaves, mas é certo que os requisitos a serem atendidos pelo veículo variam de acordo com fatores como tipo de operação, utilização pretendida, e o próprio tipo da aeronave, e devido a isso, existem diferentes normas reguladoras.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2018/08/plane-f.jpg" alt="aeronave leve esportiva"/></figure></div>



<p><br>O <a href="https://www.caas.gov.sg/operations-safety/design-production/certification-of-products-articles/letter-of-acceptance-of-type-certificate-for-aircraft-design">processo de certificação</a> é longo e extremamente complexo. Ele envolve milhares de páginas de relatórios de análise de resistência estrutural, desempenho, estabilidade, qualidade de voo, comportamento da aeronave em situações de alto risco e proteção aos passageiros. Aspectos estes que são avaliados, visando garantir a solidez do projeto e a segurança dos que voarão naquele veículo.&nbsp;</p>



<p>Nem toda aeronave, no entanto, passa por um processo tão longo como este para poder voar. Os modelos experimentais e as aeronaves leves esportivas (conhecidas como <a href="https://aerojr.com/blog/voce-sabe-o-que-e-uma-lsa/">LSA</a>) são exemplos bem objetivos disto. Em relação à modalidade experimental, classificada como de construção amadora, é importante que se fique claro que o propósito da construção e operação da aeronave é a educação e recreação do projetista e construtor amador, sendo, portanto, o processo de aceitação desse modelo pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) muito mais simples que a certificação de uma aeronave para transporte de passageiros, por exemplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A aceitação de aeronaves</h2>



<p>Para o tipo LSA, fica ainda mais claro o conceito de <a href="https://www.jetaviva.com/jet-acceptance.php">aceitação</a>. Ela consiste num processo similar ao da certificação. Porém, é muito mais simples, com menor quantidade de testes e relatórios necessários para aprovação. Uma <a href="https://aerojr.com/blog/s-lsa-e-e-lsa/">aeronave leve esportiva,</a> para ser aceita pela ANAC, deve atender a alguns requisitos, dispostos em normas adotados <a href="http://www.anac.gov.br/noticias/2018/aeronave-e190-300-da-embraer-e-certificada-pela-anac-e-validada-por-faa-e-easa-no-mesmo-dia">tanto pela agência brasileira quanto pela FAA</a> (Federal Aviation Administration), que podem ser acessadas no site oficial da FAA.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2018/08/LSA.jpg" alt="aeronave leve esportiva"/></figure></div>



<p>Alguns dos documentos necessários para a aceitação de uma aeronave LSA são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Relatório de ensaios em voo;</li><li>Relatório de testes estruturais;</li><li>Procedimento de aeronavegabilidade;</li><li>Manual de garantia de qualidade</li><li>Manual de voo para a aeronave (POH – Pilot Operating Handboook)</li><li>Manual de manutenção e inspeção</li></ul>



<p>&nbsp;Como se observa pelos <a href="https://aerojr.com/blog/documentos-a-bordo/">documentos </a>requisitados, o objetivo da aceitação é o mesmo da certificação. Ainda que a primeira seja considerada um procedimento muito menos complexo, vale ressaltar que a confecção de todos os relatórios listados acima é um procedimento ainda longo. Mas, apesar disso, ela é fundamental para a garantia de qualidade dos produtos que são vendidos em nosso país.</p>



<p>A aceitação de uma aeronave pela ANAC implica em um produto de valor maior e muito mais atrativo ao consumidor. E isso certamente preza pela sua segurança na hora de adquirir um avião. A extensa bateria de testes e a análise da aeronave por peritos em segurança de voo geram um produto muito mais competitivo e com a possibilidade de alcançar mercados no mundo todo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O que podemos fazer por você</h2>



<p>A AEROJR., hoje, oferece o serviço de consultoria na aceitação de aeronaves LSA. A empresa conta com experiência na bagagem e vontade de alcançar desafios cada vez maiores no mercado aeronáutico, desenvolvendo todo o processo de construção de relatórios junto a nossos clientes.</p>



<p>Pretende fazer a aceitação de uma aeronave? Contate-nos! Somos uma empresa com experiência no ramo e com preços acessíveis!</p>



<p><em>Autor: Gabriel Meireles</em></p>
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