O post Desafios no seu centro de distribuição: como resolver com drones? apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>A implementação de centros de distribuição resolveu muitos problemas relacionados à logística das empresas. Mas o crescimento delas e o aumento da demanda ainda geram muitos desafios. Nesse contexto, o uso de drones como uma solução está crescendo e se tornando um foco em comum das grandes empresas.
Já pensou em seguir essa tendência? Veja agora algumas ideias promissoras de como usar drones para otimizar o seu centro de distribuição!
Os centros de distribuição, locais de armazenamento, movimentação e preparo dos produtos para a entrega, foram fatores importantes no avanço da logística das empresas. Eles permitiram realizar processos de entrega de maneira muito mais rápida e eficiente, já que são instalados em locais estratégicos para armazenar as mercadorias.

Dessa forma, eles representam um bom diferencial para as empresas, e o investimento não só na sua implementação, mas também na sua manutenção estratégica, é bastante recomendado. Mas, antes de mais nada, vamos apresentar os processos dentro dos centros de distribuição que frequentemente demandam melhorias.
O desafio que envolve o aumento da demanda em uma empresa tem relação com a disponibilidade de mão de obra. A sobrecarga da equipe geralmente resulta em uma frequência maior de erros nos processos.
Os problemas que podem surgir durante a checagem e reunião das informações dos estoques são vários. Podem ocorrer desde a separação errada de produtos para o envio, troca de dados, perda ou até esquecimento de itens.
É evidente o transtorno que esse tipo de problema pode trazer para o cliente final, não é? Diante disso, ferramentas que melhoram a forma com que essas informações são colhidas e processadas são cada vez mais requisitadas.
A checagem dos estoques feita manualmente, que muitas vezes envolve grandes deslocamentos por parte da equipe, pode também comprometer a sua segurança.
O uso de máquinas, como os elevadores para permitir o acesso a estantes elevadas, exige a atenção para a segurança pessoal dos colaboradores. Buscar métodos que não envolvam atuação direta dos funcionários é uma solução bem vinda nesses casos.

Ainda na parte de checagem dos estoques, o problema não para por aí. Mobilizar uma equipe para realizar essas atividades não é algo que pode ser feito com uma frequência razoável sem comprometer a dinâmica da empresa.
Além disso, dependendo do tamanho do local, isso pode representar um tempo valioso sendo perdido.
A captura de imagens feita por drones oferece uma grande precisão no fornecimento de dados, o que ainda pode ser melhorado com a junção dessa tecnologia com softwares do tipo Warehouse Management System (ou Sistema de Gerenciamento de Armazém);

Como dito anteriormente, alguns processos demandam uma grande mobilização dos colaboradores. Com os drones, eles poderiam ser feitos com maior frequência e até gastando um tempo menor. Assim, os possíveis erros são solucionados antes de comprometerem outros processos.
Um benefício importante do uso de drones em centros de distribuição é o lto retorno sobre o investimento. Isso ocorre pela redução dos custos com mão de obra e equipamentos, além da velocidade maior dos processos.
Além disso, com o monitoramento praticamente constante do inventário – e o processamento mais preciso dos dados -, é possível reduzir consideravelmente as rupturas de estoque.
Por fim, é importante ressaltar que a adoção de drones em centros de distribuição envolve uma análise prévia de viabilidade. Isso para saber se a sua infraestrutura é capaz de se adequar a essa ferramenta. A AEROJR. tem entre as suas soluções a consultoria em drones, e conta com uma equipe preparada para ajudar em caso de dúvidas! Para saber mais sobre o assunto, entre em contato conosco!
Autora: Luiza Lima.
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]]>O post Drones no Brasil: Saiba como podem ser promissores em serviços públicos apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>No Brasil, o mercado de drones acompanha a tendência mundial: crescendo anualmente e tendo cada vez mais novas áreas de aplicação da tecnologia. Segundo a Drone Industry Insights (DRONEII), estima-se que o mercado pode movimentar no Brasil, até 2024, um bilhão de dólares. Entretanto, no nosso país essas áreas de aplicação ainda são muito restritas. Assim, a maior parte delas são voltadas para a criação de fotos e vídeos, como também para topografia e mapeamento.

Ao redor do mundo, as áreas de aplicação dos drones são ainda mais variadas. De acordo com as projeções da DRONEII, é possível que o mercado cresça o suficiente para atingir a marca de 43 bilhões de dólares até 2024. Dessa forma, esse crescimento irá não somente expandir os nichos de atuação dos VANTs, mas também diversificar os modelos de drones que, usualmente, são os quadricópteros. A seguir, listamos como o setor público já utiliza os drones em alguns países.
O uso de VANTs pela polícia pode ser de interesse para prover informações em tempo real, tornando o trabalho das autoridades responsáveis mais eficientes. Portanto, como fator mais importante, torna possível uma investigação que não coloque um agente em campo, priorizando a segurança à vida. No Reino Unido, as forças policiais utilizam os drones para melhorar o controle de multidões em situações de potencial perigo, bem como em partidas de futebol e em festivais. Além disso, o uso dos drones pode ser crucial para auxiliar, com imagens em tempo real, o corpo de bombeiros a localizar a fonte de um incêndio.
Em São Paulo, no Brasil, os drones são utilizados na segurança pública desde 2017 pelo programa DRONEPOL. Segundo a Prefeitura, isso foi feito “com a finalidade de reforçar as operações da Guarda Civil Metropolitana e da Defesa Civil, monitorando áreas de risco, invasões ambientais, locais com grande aglomeração de pessoas e auxiliando no combate à criminalidade”.
É necessário pensar no treinamento geral e especializado que deve ser aplicado para os profissionais responsáveis, como também nos modelos de drones que se adequam à segurança pública. Tudo isso de forma a entender se já existem modelos que contemplam a necessidade da polícia ou se há a necessidade do desenvolvimento de um novo drone.
Devido à pandemia do Covid-19, foi necessário desenvolver novas formas de abordar a saúde pública. No cenário de isolamento social, era preciso entregar o suporte necessário para os cidadãos sem que eles se aglomerassem. Na China, os serviços públicos utilizaram os drones para combater o Coronavírus a partir de três principais vias, como veremos a seguir.

Pode-se imaginar algumas atividades de inspeção mais simples, nas quais um agente in loco consegue analisar o ambiente e os equipamentos necessários e inspecioná-los sem nenhum problema. Os drones, no entanto, se destacam quando a inspeção deve ser feita em lugares de difícil acesso, ou até mesmo quando são necessárias muitas informações. Afinal, eles podem facilmente reunir muitas informações de forma remota, preservando a segurança.

Em alguns lugares do Reino Unido, as entidades públicas utilizam os drones para realizar a inspeção anual de prédios. Essa inspeção periódica com os drones, além de possibilitar uma análise detalhada da estrutura dos edifícios no decorrer dos anos, traz consigo uma economia significativa de gastos — em novembro de 2018, autoridades locais já relatavam uma economia de 4,5 milhões de libras esterlinas.
O tamanho e a velocidade de alguns modelos de drones, somados às câmeras de alta qualidade e às ferramentas de processamento de imagens térmicas, possibilitam que grandes áreas sejam cobertas em minutos. Em comparação a isso, as buscas realizadas a pé demandam muito mais tempo. Além disso, a capacidade de voo mais próximo das regiões de busca permite que os drones forneçam imagens que os satélites não conseguiriam fornecer. Assim, aumenta o nível de informação e, por consequência, as chances de encontrar a vítima.
No caso da proteção da vítima, os drones podem auxiliar nas melhores rotas para a equipe de resgate chegar em locais de difícil acesso. Com a grande gama de dados que os drones conseguem coletar, o tomador de decisões consegue ser contemplado com maiores informações, possibilitando o melhor resgate possível. Além disso, enquanto o resgate não for possível, pelas diversas complicações reais, os drones são ferramentas de grande importância para o transporte de suprimentos de sobrevivência.
Em Leeds, na Inglaterra, uma equipe de engenheiros é responsável pelo projeto de pesquisa e desenvolvimento no uso de drones para o reparo de buracos no asfalto. Nesse projeto, a ideia é tornar Leeds a primeira cidade auto reparável do mundo. Portanto, esse é um tipo de aplicação de drones que evidencia como essa tecnologia tem mais áreas de aplicação do que imaginamos!

As utilidades dos drones no setor público são mostradas na prática, dia após dia e em muitos lugares diferentes. Dessa forma, embora esse tipo de aplicação de drones no Brasil ainda seja incipiente e cheio de desafios, ele é certamente muito promissor. Portanto, se você trabalha no setor público e pensa em trazer os drones para a sua operação, ou se ainda tem alguma dúvida sobre essa utilização de drones, entre em contato conosco. Assim, o nosso time pode lhe ajudar!
Autor: José Campos
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]]>O post Drone na Agricultura: Veja Como Inovar nessa Área apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>As ARPs (Aeronaves Remotamente Pilotadas) vieram para trazer inovação, otimização e melhoria nas atividades que antes não contavam com tanta tecnologia, dentre elas a agricultura. Assim, em países como a China, o uso de drone na agricultura vem crescendo consideravelmente. Além disso, a tendência é que sua popularização se espalhe para países, como o Brasil, onde as atividades agrícolas têm forte relação com a cultura e com a economia.
Ao pensar na palavra agricultura, ocorre a tendência em defini-la como o processo de plantio e colheita. De forma resumida e superficial a definição está correta. Porém, quando se trata de tecnologia aplicada a esse setor da economia, a definição não é tão simples assim, pois entramos no conceito moderno de “agricultura de precisão”.

Antes de começar o plantio, alguns aspectos devem ser meticulosamente analisados e considerados, tais como o local da plantação, a demarcação da área, o sistema de irrigação e a análise do solo. Após o plantio, deve haver o monitoramento da saúde e do crescimento das plantas, bem como da área onde elas estão se desenvolvendo. Todas essas etapas caminham para o mesmo objetivo final: o aumento da produtividade. Mas onde os drones entram nessa? É isso o que vamos ver a seguir!
Com o drone, é possível realizar o mapeamento aéreo da propriedade com exatidão, de modo a delimitar as áreas ideais para começar o plantio. Dessa forma, com as imagens obtidas e com os softwares certos, é possível até determinar quais são as melhores áreas por meio da análise topográfica do relevo.
Por meio das imagens de alta resolução e de sensores específicos, o drone é capaz de fornecer insumos variados sobre a safra, como quantidade, saúde e ocorrência de secas. Com a análise dos dados obtidos pelo ARP, a equipe encarregada pode atuar em regiões ou culturas específicas, de acordo com a necessidade.
O processo de vigilância em uma propriedade rural pode ser bem demorado dependendo do seu tamanho e pode exigir um número considerável de funcionários para realizá-lo. Os drones certamente otimizam esse processo com filmagens rápidas de toda a área, de modo a oferecer maior segurança e agilidade.

Os períodos de secas consistem em uma preocupação dos produtores rurais, bem como os incêndios criminosos ou acidentais. Muitas vezes demora-se a perceber que um incêndio está consumindo a plantação, principalmente em áreas muito extensas. Portanto, com as filmagens panorâmicas em altitudes elevadas feitas pelos drones, os focos de incêndio podem ser rapidamente contidos, de modo a evitar prejuízos na colheita.
Por meio das imagens obtidas, é possível realizar aplicações exatas e localizadas de produtos químicos para resolver problemas na plantação. Por conseguirem realizar voos rasantes em diferentes velocidades, as aplicações se tornam muito eficazes e evitam o desperdício de produtos (a chamada deriva). Assim, com esse controle é possível promover também a diminuição do gasto com pesticidas, por evitar a propagação generalizada de pragas.
A legislação de drones no Brasil ainda é muito recente, mas está em processo de avanço. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) regularizou em outubro de 2021 o uso de drones na agricultura. Desse modo, alguns processos burocráticos devem ser realizados para a implementação dos drones nas atividades agrícolas. Além disso, o proprietário rural ou a empresa rural deve buscar se informar sobre as regras das operações com ARP, afinal, se tratam de veículos aéreos que exigem uma segurança operacional. O não cumprimento das regras de operação pode resultar em multas indesejadas, por isso, busque se informar o máximo possível.

O uso de drones vem se popularizando cada vez mais em diferentes setores. Quando falamos de drone na agricultura, as possibilidades são inúmeras e dependem também da criatividade do utilizador. Como vimos, eles nos oferecem otimização, agilidade, economia, qualidade, precisão e satisfação nos resultados obtidos.
Eis uma ótima oportunidade de ser reconhecido como um produtor moderno e inovador perante o mercado agrícola, bem como de ser um dos pioneiros na modernização dos processos de produção do setor primário brasileiro, que tem uma forte relevância no PIB e nos mercados internos e externos.
Portanto, se você quer saber mais sobre o assunto ou ainda tem dúvidas, entre em contato com a AEROJR. Consultoria e Capacitação. Podemos ajudá-lo a implementar drones em suas atividades rurais, e na escolha do drone e componentes ideais para a sua operação. Além disso, atuamos desde a homologação do ARP até a consultoria sobre tudo o que você vai precisar para tornar seu desejo de inovar em realidade. Estamos aqui para ajudá-lo a ir além!
Autora: Nicolly Lima
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]]>O post Modelagem de Protótipos: Entenda a sua importância apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>A palavra “protótipo” se origina do grego [prototypos] e seria traduzida como “original, primitivo”. Os protótipos, entretanto, podem ser interpretados de maneiras distintas.
Quando se lida com o contexto acadêmico, protótipos, em geral, servem como uma base ou como modelo para o entendimento de fenômenos da natureza. Um exemplo disso é o estudo das forças aerodinâmicas em um modelo em escala reduzida de uma aeronave em túneis de vento. Já do ponto de vista de mercado, refere-se a protótipo como sendo uma versão inicial ou não otimizada de um produto. A visão de protótipo, do ponto de vista da engenharia, se encontra em algum lugar entre esses dois limiares.

Pode-se ainda categorizar protótipos entre: físicos ou analíticos. Protótipos físicos são aproximações tangíveis, palpáveis do produto esperado. Enquanto que protótipos virtuais são modelos matemáticos, em geral mais detalhados, criados para estudar o comportamento de determinado componente do produto final ou do seu conjunto como um todo, antes mesmo de sua produção.
Protótipos atendem a diversos propósitos. Dessa forma, sua modelagem serve como guia no desenvolvimento de um produto, permitindo que sistemas e subsistemas trabalhem juntos e da forma planejada. Além disso, protótipos reduzem as incertezas do projeto, pois são uma forma ágil de abandonar alternativas que não são bem recebidas. Portanto, auxiliam na identificação de uma solução final mais acertada.
Dentro do nicho do “Design Thinking” a prototipagem é a última etapa do processo de desenvolvimento de um produto. Etapa cujo objetivo é a validação perante a necessidade de solucionar um problema. Apesar disso, a prototipação em si também tem suas etapas, sendo elas:
O processo se inicia com a formulação de questões que representem as dores que levarão à elaboração da solução idealizada. Após isso, são criados modelos que viabilizem observar o comportamento da solução na etapa de testes, que coloca à prova as soluções desenvolvidas. Após isso, segue-se para a etapa de avaliação de resultados. Se forem acertados, prossegue-se para a conclusão, senão, retorna-se às etapas anteriores.

Assim, percebe-se que o processo de modelagem de protótipos, em si, é um instrumento de aprendizado. Da ótica da equipe do projeto, aprende-se fazendo, isto é, ao conceber a forma de uma ideia é necessário elaborá-la em todos os seus detalhes e em todos os níveis de fidelidade, desde uma representação conceitual (desenho) até uma representação mais similar possível da solução (simulação 3D). Em suma, o desenvolvimento de protótipos permite:
A engenharia constitui uma profissão que carrega o aprendizado de várias técnicas de concepção de modelos (desenhos, montagens, CAD, simulações 3D, etc) que são a chave no processo de criação de uma solução inovadora. Portanto, com o poder computacional cada vez maior, a tendência é que essas ferramentas se tornem cada vez mais precisas e acertadas.

Dito isso, entende-se que modelagem de protótipos se encaixa em duas das etapas do desenvolvimento citadas anteriormente. A primeira delas é a criação do protótipo, no qual ferramentas CAD são fundamentais para a visualização do modelo de um componente. Assim, com elas pode-se caracterizar geometricamente as peças (estudo da forma) e entender o funcionamento idealizado da montagem (fit), como um conjunto. Já a outra etapa é a de testes, em que se atribuem características físicas aos componentes do modelo e se realiza a simulação 3D do comportamento de uma peça ou de um conjunto quando submetido a condições específicas. Nessa etapa é muito comum ouvir-se falar sobre “Método de Elementos Finitos (MEF)” ou “Computer Fluid Dynamics (CFD)”, dependendo do escopo no qual está inserido o projeto.
Em suma, são métodos numéricos iterativos, constituídos de três etapas:
Por fim, percebe-se que o modelo 3D utilizado como ferramenta de investigação de problemas mostra-se como uma ferramenta muito poderosa. Assim, o principal motivo é que ele possibilita a solução do problema na etapa anterior à produção.
Portanto, agora que você já sabe a importância da modelagem de protótipos, conheça os 6 melhores softwares de Modelagem 3D para começar a prototipagem do seu produto!
Autor: João Vitor Fernandes
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]]>O post Desenvolvimento de Produto: Etapas Para a Construção do seu Projeto Mecânico apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>Se destacar no mercado é revolucionar e buscar diferenciais. A inovação caminha junto ao progresso por estar associada ao poder de impactar a vida de pessoas e negócios, ao passo que o desenvolvimento de um novo produto ou solução é uma área em que inovar é a principal chave. Todavia, a concepção de novos equipamentos, mecanismos, peças ou maquinários, bem como adaptações ou modificações em aparatos existentes não é uma tarefa simples e imediata. Feito de maneira impensada, sem seguir determinadas etapas com inteligência, o desenvolvimento de um novo produto pode resultar em perdas financeiras, além de carência de agilidade e eficiência durante o processo.
A seguir, explicamos todas as principais etapas para criar seu novo produto, desde o entendimento das necessidades fundamentais no processo até a prototipagem e patente.
A primeira etapa relaciona-se à definição do seu objetivo e ao entendimento da viabilidade do produto. Assim, o primeiro passo é ter em mente qual problema ele solucionará ou como ele trará benefícios. A partir disso, é hora de fazer todo o levantamento de riscos econômicos, legais e técnicos, dependendo do projeto mecânico.

Em seguida, deverá ser feita a definição do público alvo e a compreensão das tendências do mercado e da demanda por sua solução. Dessa forma, você já terá todo o pré-projeto em mãos, com os requisitos necessários para dar prosseguimento às próximas etapas. A maneira mais efetiva de realizar esses processos é por meio de pesquisas de mercado com concorrentes, clientes e demais stakeholders que possam auxiliar no entendimento dos pontos levantados. Além disso, a internet também é uma excelente aliada nessa busca, podendo trazer dados e informações úteis para a seleção dos pontos viáveis técnica e economicamente.
Baseado nas definições e seleções feitas na etapa anterior, pode-se dar início ao desenvolvimento do projeto conceitual. Essa etapa envolve a construção dos desenhos técnicos, modelagem 2D e 3D, simulações e escolha de materiais. Cada uma dessas fases é fundamental para garantir a qualidade, a eficiência, o perfeito funcionamento, a reprodutibilidade e o aumento de vida útil do seu projeto. Tudo isso resultando na minimização de custos e ganho de agilidade. Isso ocorre pois tais processos são a base para o protótipo e o produto final, fazendo com que eles precisem de menos modificações.

Portanto, para essa etapa é altamente recomendado ter um time de técnicos profissionais dispostos a auxiliá-lo durante todo o desenvolvimento do seu projeto mecânico. Eles devem dominar os melhores softwares para executar desenhos técnicos, modelagem e simulações do protótipo em diversas situações de carga, calor e movimento.
Após a criação das bases do seu projeto mecânico é finalmente hora de criar o protótipo que servirá como ponte para o seu produto final. Ou seja, após os desenhos técnicos, modelagem 2D e 3D, simulações e escolha de materiais, o próximo passo é a prototipagem!

Ela pode ser feita de uma infinidade de maneiras, desde a usinagem à impressão 3D, o que dependerá das suas características e dos materiais. Dessa forma, a partir dela pode-se verificar praticamente todas as funções desejadas e realizar as devidas adequações.
Após a prototipagem, é necessário realizar o desenvolvimento dos manuais de funcionamento e montagem do seu projeto mecânico. Essa etapa é feita de modo a garantir a correta utilização, manutenção e funcionamento do produto por parte do consumidor. Logo, eles devem ter conter as devidas instruções para uso e informações acerca de suas características, visando sua perfeita preservação.
Por último, caso necessário, deve ser realizada a patente do seu projeto mecânico inovador, a fim de garantir sua propriedade intelectual, junto ao órgão competente. A partir disso, pode-se finalmente iniciar a comercialização do produto e receber pelo seu diferencial!
A inovação é a chave para a evolução e o progresso, responsáveis por aprimorar e facilitar o cotidiano de pessoas e empreendimentos. A sua ideia de projeto mecânico tem potencial para revolucionar, mas para isso é fundamental passar por essas etapas para atingir sucesso e destaque no mercado desejado.
Portanto, agora que você já conhece todas as etapas para desenvolver um produto mecânico, dê início a sua inovação! Conte com a AEROJR. durante a etapa do projeto conceitual para te ajudar nesse sonho! Entre em contato conosco!
Autor: Gabriel de Hollanda
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]]>Provavelmente, a primeira coisa que vem em sua mente quando falamos a palavra “aeronave” são as famosas e gigantes que atravessam o mundo, facilitando deslocamentos que seriam de imensa demora e complexidade se feitos por outros meios de transporte. O que poucas pessoas sabem é que uma aeronave pode ser facilmente adquirida (por um valor nem tão caro) por qualquer um de nós. E ainda, não precisa de um hangar para colocá-la (muitas delas cabem em uma maleta!). O objeto, em questão, trata-se de um drone!
O drone é uma aeronave remotamente pilotada que vem ganhando muito destaque nos tempos atuais. Isso é devido às suas funcionalidades e por seu fácil acesso por boa parte da população brasileira. É um fato que os drones estão sendo amplamente usados nas mais diversas áreas e para diferentes aplicações. Porém, existem alguns usos inusitados que são pouco explorados, mas podem revolucionar essas áreas. A seguir falaremos sobre 3 utilidades de drones inusitados.
Certamente, ao juntar os tópicos drones e agricultura, o que vem em sua mente é pulverização de plantações. De fato, a utilização de drones para irrigação e controle de pragas mostra-se uma excelente vantagem competitiva no mercado agropecuário. O drone é um facilitador simples e barato no trabalho de fazendas em todas as regiões do Brasil. Porém, apesar de pouco difundida, a ideia de utilizar drones como facilitadores na pulverização é pouco inovadora, pois, como já destacado anteriormente, é a primeira das opções na agropecuária quando lidamos com drones.

Uma ideia de drone inusitado que chama a atenção, porém, na agropecuária brasileira, é a da utilização de drones para colheita de frutas. Afinal, um drone possui toda a versatilidade que uma máquina robusta e cara, muitas vezes com foco de atuação específico, não conseguiria proporcionar ao agricultor.
Ter um drone trabalhando na linha de frente da colheita de frutas dá ao agricultor um diferencial de inovação e modernidade que certamente acarretará em uma vantagem competitiva no mercado. Falando em vantagem competitiva, um drone pode fazer o trabalho de forma mais segura e eficiente no campo. Isso gera uma economia com pessoal que poderá ser reinvestida no próprio comércio do agricultor.

É claro que um drone que saiu diretamente da fábrica não conseguirá atender à demanda de coletar as frutas fazenda a fora. Para isso, será necessário fazer algumas modificações em seu drone. Essas modificações devem permitir que ele realize esse e demais trabalhos inovadores que fogem do escopo de sua fabricação. Felizmente, essas modificações podem ser facilmente realizadas, e você pode conferir aqui como realizar esse processo.
Passando, agora, para o cenário urbano, nos deparamos com mais uma utilização de drones inusitados, desta vez no setor elétrico. Novamente, vemos que, com as corretas adaptações, um drone é capaz de participar ativamente de um processo de alta complexidade. A utilização de drones em um processo de construção civil não é nada inovadora, uma vez que essa aplicação é pré-determinada nas empreiteiras, tendo o drone um destino certeiro ao entrar em uma obra urbana.

Porém, a ideia inusitada que surgiu de uma multinacional brasileira revoluciona a aplicação dos drones nas redes de energia elétrica. A proposta não se limita à utilização de drones para mapeamento e topografia do local de instalação das redes, como é de comum realização. Mas mostra-se inovadora, já que o drone participa ativamente do processo de instalação das redes elétricas. Sua função é içar os cabos de energia e transportá-los entre as torres.
Esse processo ganha destaque pela enorme preservação ambiental que fornece. Caso os drones não estivessem atuando, seria necessário derrubar a vegetação ali presente. Somente assim as equipes conseguiriam chegar ao local de instalação transportando os cabos. No entanto, como o drone possui a versatilidade do transporte aéreo, é possível realizar essa atividade sem que a vegetação seja devastada.
Outro ponto de extrema relevância a ser lembrado é a segurança dos trabalhadores. Transportar os cabos de energia na altura que o drone o faz é humanamente arriscado, levando em conta que, caso haja uma queda, as consequências poderiam ser fatais. Felizmente, como o drone é remotamente pilotado, a única tragédia que possa vir a acontecer é no bolso do proprietário, muito menos valioso que uma vida humana.
É claro que, como no caso dos drones que colhem frutas, algumas adaptações seriam necessárias para seu correto funcionamento nesse tipo de serviço. Outro ponto interessante é que, para as articulações que o drone deve realizar no transporte dos cabos, é muito importante ter um piloto capacitado responsável pela condução do veículo. Para isso, recomenda-se a contratação de um piloto capacitado ou, se preferir, a capacitação de um pessoal interno à empresa através de um curso de pilotagem de drone.
Os drones inusitados que mais chamam a atenção desde o ano de 2020 certamente são os voltados para o controle da pandemia provocada pelo Sars-CoV-2. Dessa vez, não lidamos com um complexo projeto de prototipagem, mas com um interessante aproveitamento das funcionalidades básicas de um drone. A aplicação em questão trata-se da utilização dos drones em ações que possibilitam tanto o controle quanto a interferência ativa do vírus. Por consequência, promovem uma maior prevenção à população quanto ao contágio do novo coronavírus.
A maior parte dos projetos para o controle da covid-19 envolvem a análise da população em locais públicos. Adaptações nos softwares filmadores dos drones são criadas para que facilitem a identificação de locais de aglomeração descontrolada, distanciamento social, uso de máscaras, temperatura corporal, entre outros. A partir desses dados, órgãos públicos podem ter acesso a um maior banco de informações que auxiliam no controle e tomada de decisões nesse cenário atípico.

Um interessante recurso já muito utilizado, como destacado no caso dos drones no mercado agropecuário, é o de drones como pulverizadores. Apesar de muito comum na agricultura, uma aplicação inusitada desse recurso é a de pulverizar áreas públicas para a inativação do vírus causador da Covid-19.
É importante ressaltar que, apesar de não exigirem modificações complexas, é recomendado que a implementação de softwares e de sistema de pulverização em drones seja realizado por pessoal capacitado, a fim de assegurar a qualidade dos processos realizados. Além disso, por estar sobrevoando área com público, os drones precisam seguir as regras públicas de sobrevoo e devem ter à disposição um piloto capacitado para tal situação.
E aí, gostou dos usos para drones inusitados e quer participar da lista de empresários inovadores no mercado de drones? Caso tenha alguma dúvida ou ideia, deixe aqui nos comentários ou entre em contato conosco pelo e-mail [email protected]
Autora: Luana Sartori
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]]>Inúmeros filmes, como “De Volta para o Futuro”, previam que nos anos 2000 teríamos as mais versáteis e incríveis inovações tecnológicas: roupas inteligentes, robôs por toda a parte, videoconferências e, claro, carros voadores. É verdade que, por enquanto, ainda não temos carros voadores. Por outro lado, de forma ainda mais positiva, temos aparelhos bem menores, mais baratos e leves, capazes de executar tarefas que certamente não poderiam ser feitas pelos automóveis. Sim, esses são os drones!

Contudo, apesar do crescente uso dos drones, sua aplicação comercial ainda é muito nova. Segundo a FAA (Federal Aviation Administration), a projeção é que esse mercado triplique até 2023, afinal, ainda há muitas áreas a serem exploradas. No Brasil, por exemplo, apenas em Agosto de 2020 foram aprovados testes para serviços de delivery com VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados), o que evidencia a ainda incipiente utilização comercial desses veículos. Tal fato mostra a extensa gama de oportunidades para movimentar a engrenagem, ou melhor, a hélice do mundo dos drones.
É comum ter ideias inovadoras e disruptivas, e mais comum ainda é não saber como realizá-las ou não encontrar meios disponíveis no mercado para concretizá-las. Porém, não desista mesmo diante dessa dificuldade, pois o seu sonho não precisa ser deixado de lado. Na verdade, esta é a oportunidade perfeita para você inovar, empreender, além de ter um grande retorno financeiro com a sua ideia.

Tendo isso em mente, a fim de começar o processo de inovação com drones, você deve seguir alguns passos para garantir a qualidade, a segurança, a lucratividade – se for o caso – e a adequação às normas vigentes. Embarque nessa conosco, e descubra o passo a passo para o desenvolvimento de um drone ideal para você!
O primeiro passo da jornada é realizar uma Análise de Viabilidade. Dessa forma, o objetivo é definir se a sua ideia para inovar com drones é viável ou não, principalmente se o objetivo for para uso comercial. O estudo de viabilidade se baseia basicamente em três fatores: viabilidade da demanda, viabilidade econômica e viabilidade técnica. Os detalhes sobre cada uma serão vistos a seguir.
É essencial ter uma noção clara de qual problema o seu drone resolve, como gerar valor para a sua solução inovadora, quem são os clientes em potencial e quais estratégias deverão ser adotadas para chegar até eles.
A viabilidade econômica, por sua vez, é muito importante para que você analise a existência de concorrentes no mercado, o ticket médio dos serviços prestados, o nível de satisfação dos clientes e quais os gaps deixados por seus competidores. Afinal, será justamente em tais lacunas que o seu projeto de inovação com drones apresentará um diferencial competitivo. Além disso, é crucial mapear os custos fixos e variáveis da operação, com o intuito de assegurar uma precificação acertada do serviço/produto.
Por fim, o estudo se encerra com a análise de viabilidade técnica, na qual serão mapeadas questões relacionadas à equipe e aos insumos necessários para desenvolver e, efetivamente, dar vida ao serviço planejado.
Ao final dessa fase será possível dizer se a sua solução para inovar com drones é – ou não – viável. E se for, qual o próximo passo? Como efetivamente montar o seu drone personalizado, voltado às suas necessidades?
O passo seguinte consiste na Análise de Componentes. Por meio dessa etapa, serão propostos possíveis insumos tecnológicos que supram os requisitos do projeto. Tais insumos devem contemplar requisitos como:
Ademais, caso algum componente não exista no mercado, nessa fase serão traçadas possíveis formas de fabricá-lo. Com isso, deve ser levando em consideração os custos e os prazos envolvidos para a consolidação do seu projeto de inovação.
Ao finalizar o estudo de viabilidade e planejar os elementos que serão utilizados, é fundamental haver a integração dos componentes em um modelo virtual. Isso deve ocorrer para validar inicialmente o drone, além de auxiliar na realização dos primeiros testes simulados através da modelagem 3D.
Antigamente, os testes eram realizados em protótipos físicos, o que, sem dúvidas, causava um desenvolvimento mais longo e custoso. Isso ocorria, pois, dependendo do tipo de falha na estrutura, o protótipo deveria ser todo reconstruído e, somente depois, seriam praticados novos testes. O grande problema é que cada mudança efetuada poderia originar erros imprevisíveis em outras partes da estrutura, levando a um ciclo de reparos extremamente oneroso.
Atualmente, porém, com as soluções da modelagem 3D, o tempo de desenvolvimento e de testes é significativamente reduzido. Os softwares de engenharia são capazes de simular as condições encontradas no voo dos drones, podendo integrar influências aerodinâmicas, térmicas e magnéticas. Tal robustez só é possível devido à capacidade computacional de empregar com exatidão formulações matemáticas para resolver problemas complexos em poucos segundos. Além disso, tais softwares fazem tudo isso, sobretudo, sem despender elevados recursos financeiros.

Em suma, a modelagem serve para se ter uma visão sistêmica inicial e bem fundamentada sobre o drone inovador. Logo, ela avalia como ocorre a integração entre os diversos sistemas que compõem a aeronave e simula sua resposta aos desafios impostos pelo voo. Tudo isso de uma maneira mais rápida, barata e, por consequência, mais eficiente e lucrativa.
Ok, até aqui você já tem o protótipo virtual pronto e já pode construí-lo. Mas e depois, é só voar?
O próximo passo é o voo com o protótipo físico, mas ainda não é um voo livre e regulamentado. Esse é, na verdade, o momento de testar os componentes e os sistemas com o intuito de averiguar se a aeronave se comporta conforme planejado.
Nesses voos são avaliadas questões como: autonomia das baterias, estabilidade do drone, velocidade e altitude máximas, testes de pouso e decolagem, análise da comunicação entre a aeronave e o rádio controle e a integração entre os sistemas. Desse modo, nos ensaios é feita a verificação do funcionamento das partes móveis e constatações acerca do desempenho do drone.

Mesmo com o voo e a performance do drone dentro dos conformes, ainda falta atender às exigências desse setor rigoroso que é a aviação. Sendo assim, como regularizar a aeronave perante às autoridades competentes?
Para regularizar o drone será necessário cumprir requisitos impostos basicamente por três órgãos: a ANAC, a Anatel e o DECEA. Como cada órgão é responsável por essa regularização é mostrado a seguir.
O primeiro deles, a ANAC, tem como intuito zelar pela segurança de toda a aviação. Dessa forma, ela é responsável por normatizar e supervisionar a aviação civil no Brasil, definindo as diretrizes que nortearão os mais diversos campos de atuação: companhias aéreas, táxi aéreo, aeroportos, aeródromos, aeronaves experimentais, RPA’s, etc.
No que tange à ANAC, dependendo da magnitude e do fim pretendido para o seu projeto de inovação com drones, será necessário obter um CAVE (Certificado de Autorização de Voo Experimental). Contudo, para aeronaves Classe 3 (até 25 kg), com operação VLOS (dentro da linha de visada, isto é, quando o piloto é capaz de observar o drone a olho nu) e altitude abaixo de 400 pés (aproximadamente 120 m), esse certificado de aeronavegabilidade não é necessário. Ademais, independente da operação pretendida e da classe, é imperativo o cadastro do drone no SISANT (Sistema de Aeronaves Não Tripuladas), que é de domínio da ANAC.
Já a Anatel está envolvida na regulamentação porque o drone e o rádio se comunicam através de ondas. Então, é de suma importância que a aeronave e o rádio controle estejam homologados, pois, do contrário, é possível haver interferência em outros serviços, prejudicando terceiros e trazendo consequências ao piloto.
Por último, ainda é relevante ponderar que o espaço aéreo é algo estratégico para a soberania do país, estando, portanto, sob responsabilidade da Aeronáutica, mais precisamente do DECEA. Dessa forma, antes de realizar qualquer voo, é necessário requisitar acesso ao espaço aéreo via SARPAS (Solicitação de Acesso de Aeronaves Remotamente Pilotadas).
Agora que você já sabe todas as etapas para ter um drone inovador, deve ter notado que todo o processo, desde o projeto, passando pela pesquisa de mercado e finalizando na regulamentação, é cercado de burocracias. Dessa forma, é essencial que você tenha uma equipe qualificada ao seu lado e pronta para transformar o seu sonho em realidade.
Os drones constituem um dos principais alicerces da AEROJR. Estamos de fato imersos no mundo dos VANT’s e buscamos concretizar todos os sonhos de nossos clientes. Dentre nossos cases de sucesso, temos a prototipagem de um drone inovador para revolucionar a instalação de esferas ao longo das linhas de transmissão elétrica de alta tensão, com o objetivo de poupar volumosos gastos e garantir a segurança dos operadores. Ademais, já realizamos a Análise de Viabilidade e a Análise de Componentes no mercado nacional e internacional para drones de carga de uma das maiores empresa de logística da América Latina. Em complemento, possuímos ampla experiência nas questões regulatórias, desde o cadastro na ANAC até a homologação na Anatel.
Até aqui, tornou-se clara a importância de uma equipe competente com vasta experiência no mercado, porém há ainda um último ponto, na verdade, uma dica a ser dada. Acredito que você não deseja perder o seu tão sonhado drone devido aos erros durante a execução de manobras. Nesse caso, portanto, oferecemos também o Curso de Pilotagem de Drones FLYDRONE. Nele, durante a carga horária teórica, você aprenderá sobre regulamentação e teoria de voo, enquanto nas práticas, junto a um piloto profissional, você aprenderá a executar manobras voltadas ao seu nicho de atuação. Nossa prioridade está na capacitação personalizada e no pós-venda voltado a sanar eventuais dúvidas posteriores à execução do curso.
Agora que você já sabe os passos necessários para criar seu protótipo de drone inovador e ainda pilotá-lo com segurança, embarque nessa conosco e deixe sua ideia alçar voo!!
Autor: Tiago Mártires
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