Isolamento Acústico

5 motivos para voce fazer um projeto acustico

5 Motivos para Você Fazer um Projeto Acústico

A utilidade de um bom isolamento acústico todos já conhecemos: poupar o seu local dos ruídos de trânsito e construções nas grandes cidades, adequar seus cômodos às leis contra poluição sonora e até garantir a privacidade dos cômodos. Esse recurso tem se popularizado ainda mais com a tendência crescente do trabalho remoto e de home studios, o que aumentou de forma significativa a busca pela realização de projetos acústicos. Se você ainda tem dúvidas se vale a pena ou não investir em um planejamento desse tipo para o seu imóvel, confira 5 motivos que selecionamos para você realizar o seu projeto acústico! O que são projetos acústicos? São as soluções elaboradas por profissionais para realizar o tratamento e/ou isolamento sonoro dos cômodos de um imóvel, atendendo às necessidades do cliente. Neles são definidas as soluções acústicas que serão aplicadas ao local, dentre as diversas existentes no mercado, especificando as medidas e os materiais de cada item. O processo envolve o mapeamento do local, a construção da planta baixa e a análise das vizinhanças e da disposição dos móveis, seguidos da escolha das técnicas de condicionamento e isolamento acústico. É importante lembrar que cada solução de isolamento sonoro, sejam painéis acústicos, janelas duplas, lãs de vidro em drywalls, etc, tem seus prós e contras para cada situação. A seguir estão alguns pontos que mostram como os projetos acústicos auxiliam na hora de encontrar a melhor solução para as suas necessidades: 1. Garantia da personalização do projeto Aqui lembramos que cada cômodo é único: o seu formato, tamanho, os móveis que ali se encontram e o seu uso influenciam de forma direta na acústica do ambiente. Então nem sempre a solução mais popular é a que soluciona melhor a sua necessidade. Assim, com o diagnóstico inicial do ambiente e o objetivo do tratamento acústico definido no início do projeto, é possível selecionar a solução – ou a combinação de diferentes ferramentas – mais eficiente para o seu contexto. 2. Materiais mais indicados para a execução Com o projeto personalizado sendo executado com transparência constante para o cliente, é possível equilibrar da melhor forma o custo-benefício das soluções, caso isso seja solicitado por ele. Isso porque o material mais elaborado encontrado atualmente no mercado pode ser mais do que o necessário para o seu objetivo. Contar com o conhecimento que o profissional oferece, em relação à efetividade dos materiais e do tipo de isolamento, é primordial para identificar isso nas fases iniciais do projeto e trazer um alívio para o orçamento da sua reforma. 3. Economia Uma dor de cabeça que pode surgir com a execução de uma solução acústica sem o acompanhamento de um profissional qualificado é a necessidade eventual de reforçar o que foi feito ou até refazer completamente a obra. Isso porque nos casos em que o objetivo do isolamento seja a adequação de um local a uma norma, ou o tratamento do som para uso em produção musical, o resultado final acaba sendo bastante sensível a possíveis erros. Assim, investir na execução correta e adequada da solução, com um bom projeto acústico, pode evitar gastos consideráveis no futuro. 4. Garantir soluções acústicas eficientes Além do custo-benefício, a realização de um projeto acústico envolve entender o objetivo e o nível necessário do isolamento para trazer a solução mais eficaz para o cliente. Isso porque soluções para isolar um cômodo dos demais, isolar o ruído externo ou fazer o tratamento para melhorar a qualidade do som dentro de um local exigem materiais e processos específicos. Além disso, possibilita que o projeto seja feito alterando o mínimo possível da estrutura do local. 5. Isolando o cômodo para atender às normas Se o seu objetivo é adequar sua obra às normas existentes de poluição sonora, é importante primeiramente identificar o nível de redução do ruído necessário. Além disso, entender sobre o uso de cada material e das combinações possíveis de ferramentas de isolamento acústico é primordial para não gerar um isolamento abaixo do necessário, mas também não exagerar nos materiais e gerar um gasto desnecessário. Por isso contar com profissionais que entendam sobre acústica e isolamento sonoro é indispensável para evitar que o processo precise ser refeito. Entender esses pontos é essencial para que você possa ter a segurança de ter, ao final do processo, um tratamento acústico de qualidade e que não gera frustrações no futuro. Se interessou? A AEROJR. oferece o serviço de projeto acústico que conta com todos os benefícios mencionados. Caso tenha interesse, não deixe de entrar em contato com a gente! Autora: Luiza Leonel

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Características do Som: entenda como elas influenciam as Soluções Acústicas

Na construção de home studios, estúdios de gravação ou outros espaços destinados à produção de som, muitas vezes encontramos obstáculos para isolar e tratar o ambiente da melhor forma possível, de modo a reduzir a transmissão de ruídos e manter uma qualidade de som agradável. Um dos principais desafios para alcançar o nível desejado é a dificuldade de compreender como as características do som e os seus fenômenos podem ter impacto no isolamento e tratamento acústicos. As seguir, vamos introduzir alguns conceitos sobre as ondas sonoras e como elas afetam o nosso objetivo. O que são as características do som? Antes de mais nada, é necessário fazer uma diferenciação. As ondas sonoras são ondas mecânicas, cuja propagação ocorre por meio de regiões de compressão e rarefação das moléculas que compõem o meio pelo qual as ondas estão viajando. Já o som consiste em uma sensação auditiva resultante da interação entre as ondas sonoras e os aparelhos internos do nosso ouvido. Tendo isso em mente, poderemos compreender as características fisiológicas do som, que se relacionam às propriedades das ondas sonoras. A altura de um som consiste na distinção entre sons agudos e graves, e relaciona-se à frequência das ondas sonoras. Quanto maior a frequência, mais alto e mais agudo o som, e quanto menor a frequência, mais baixo e mais grave o som. Já a intensidade do som possui relação com a quantidade de energia que a onda sonora carrega, ou seja, a sua amplitude. Então, quanto maior a amplitude da onda, maior a quantidade de energia que ela carrega e, assim, mais intenso é o som; quanto menor a sua amplitude, menor a intensidade do som. Por fim, associamos o timbre ao formato da onda sonora. Isso é o que nos permite diferenciar o som produzido por fontes sonoras distintas, como diferentes instrumentos, mesmo que elas tenham a mesma frequência e amplitude. Como essas características impactam no isolamento do som? Ao realizarmos o isolamento acústico de um cômodo, as características fisiológicas são considerações extremamente importantes. Primeiramente, devemos analisar a pressão sonora que é produzida no interior do ambiente, ou seja, a intensidade do som, a fim de definirmos o nível de isolamento necessário. Por exemplo, supondo que estamos trabalhando com dois cômodos distintos: um em que será tocado apenas um violão, sem amplificador, e no outro, uma bateria. Ao comparar a intensidade do som produzido em ambos os ambientes, é evidente que, no segundo, ela é muito maior, o que torna necessário um isolamento mais reforçado que o que é preciso no primeiro. Um exemplo seria a instalação de uma parede dupla de drywall ou o uso de vermiculita expandida. Já em relação à altura do som, essa característica influencia diretamente no tratamento acústico, haja vista que sons de frequências distintas são absorvidos de maneiras diferentes por materiais acústicos. Para ilustrar, retomamos o exemplo utilizado para a intensidade sonora. Temos, no primeiro cômodo, um violão, que é um instrumento que tradicionalmente produz sons de frequência mais alta, ou seja, mais agudos, ao passo que, no segundo cômodo, temos uma bateria, que emite ondas sonoras de frequência baixa. Dessa forma, quando realizarmos o tratamento destes cômodos, devemos nos atentar ao fato de que temos instrumentos produzindo sons de faixas de frequências diferentes. Portanto, devemos direcionar a escolha de materiais em cada ambiente. No primeiro, poderíamos optar por painéis acústicos com preenchimento de lã mineral e revestimento de tecido ortofônico. Estes materiais são eficientes para a absorção de ondas de faixas de frequência mais altas. Já no segundo, poderíamos posicionar no cômodo bass traps, também conhecidos como armadilhas de graves, que consistem em elementos voltados para a absorção de frequências baixas. Quais são os principais fenômenos sonoros e como eles surgem? Já em relação aos fenômenos sonoros, iremos citar dois principais, que têm grande efeito no direcionamento do tratamento de um cômodo: a ressonância e a reverberação. A reverberação é o resultado da reflexão reiterativa das ondas sonoras produzidas no interior de um ambiente. Isso provoca o prolongamento do som, mesmo depois da interrupção da sua emissão, prejudicando a sua qualidade. Além disso, costuma-se indicar esse fenômeno pelo tempo de reverberação, que consiste na quantidade de tempo que o nível de pressão do som leva para reduzir 60 dB, depois que desligamos a fonte. Já a ressonância ocorre quando uma fonte emissora produz ondas sonoras de frequência igual à frequência natural de vibração de um corpo. Isso resulta em um drástico aumento de amplitude, que, por sua vez, como já explicamos, está associada à intensidade do som. Como os efeitos impactam no tratamento acústico? A reverberação traz como consequência a persistência do som emitido, mesmo após a sua interrupção; já a presença da ressonância pode resultar na criação de modos acústicos dentro do cômodo, provocando diferenças na intensidade do som dentro do espaço. Em ambos os casos, a qualidade do som é prejudicada, o que torna necessárias soluções para a correção desses fenômenos. Por isso, em casos de reverberação ou ressonância, recomendamos a instalação de materiais absorvedores no ambiente. Para isso, ressaltamos os painéis acústicos, os bass traps (absorvedores de graves) e as nuvens acústicas. Além da preocupação com os elementos mencionados, também enfatizamos a necessidade de considerar o formato do cômodo. Espaços em que há paralelismo entre as paredes são muito mais prováveis de sofrerem com esses fenômenos, devido à reflexão reiterativa das ondas sonoras. Para isso, recomenda-se a quebra de paralelismo, podendo ocorrer utilizando placas de madeira para alterar o formato do cômodo. Da mesma forma, também são indicados os difusores para o tratamento do paralelismo, já que são responsáveis por distribuir as ondas sonoras que o alcançam pelo ambiente. Saiba mais! Sem dúvida, ao lidar com isolamento e tratamento acústico de cômodos, devemos sempre considerar as características do som produzido em seu interior e os fenômenos que este gera, para obtermos um resultado mais assertivo. Logo, se você tem interesse em realizar melhorias na acústica de seu ambiente, ou ainda tem alguma dúvida sobre as características do som,

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Controle de Ruído: Conheça As Principais Medidas

Ruído é todo som indesejado, como o som de uma perfuratriz em um canteiro de obras. Então, controle de ruído é um conjunto de técnicas que visam adequar os níveis de um ruído a padrões aceitáveis. Usualmente, no Brasil, esses padrões são definidos por normas ou legislações específicas, comumente municipais. Por exemplo, tem-se a Lei 9.505/2008 de Belo Horizonte que dispõe sobre os níveis de ruído máximo permitidos em diferentes faixas de horários. Portanto, empreendimentos que não seguirem essas determinações podem ser interditados e obrigados a pagar multas, que, no caso da legislação de Belo Horizonte, pode chegar a quase R$20.000,00 em casos mais graves. Além de caso legal, o controle de ruído é, acima de tudo, um caso de saúde. Segundo a OMS, a exposição contínua a ruídos pode causar problemas auditivos e até não auditivos, como doenças cardiovasculares, distúrbio do sono e comprometimento cognitivo em crianças. Assim, torna-se imperativo que empresas e indústrias, próximas de centros urbanos, avaliem a eficiência sonora de seus equipamentos e o impacto deles nas vizinhanças. Contudo, sabe-se que muitas vezes esse é um tema deixado de lado e esquecido, o que faz necessário remediar a situação. Para isso, existem diversos tipos de controle de ruído, e neste texto, abordaremos alguns dos principais. Como se faz o controle de um ruído? Do seu aparecimento até a sua extinção, o problema de um ruído passa por três fases: fonte sonora, trajetória de transmissão e receptor. Uma fonte sonora pode ser uma buzina de carro, um sistema de exaustão de ventiladores industriais, bate-estacas e perfuratrizes, um motor elétrico, etc. Já a trajetória é caracterizada pelo meio que o ruído (onda mecânica) se propaga, como o ar, paredes, tubulações. Neste caso específico, trata-se o receptor como o ser humano, aquele que está sofrendo incômodo, mas ao se tratar do problema, muitas vezes unifica-se o receptor como a comunidade (bairro, casas…) como receptores únicos. Por outro lado, tratando-se do controle, ele pode ser realizado de três maneiras: Na fonte, o que é preferível, porque dimunui a geração diretamente na sua origem. Entretanto, por já estarem instaladas e por questões econômicas, essa pode não ser, em determinadas situações, a forma mais eficiente e econômica; Na trajetória, como o enclausuramento da fonte, criação de barreiras e silenciadores; ou No receptor, como o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Mas como funcionam esses tipos de controle de ruído? Controle na fonte Como mencionado, é sempre preferível controlar o ruído já em sua fonte de geração. Todavia, em alguns casos, seria necessário trocar esse controle, por exemplo, um equipamento por um modelo silencioso, que pode ser inviável do ponto de vista econômico. De todo modo, consegue-se avaliar certos equipamentos e propor medidas que visem diminuir a produção de ruído. Bons exemplos são: Desacoplar um compressor de ar da tubulação utilizando um acoplamento flexível e, assim, diminuindo a transferência de energia vibracional na estrutura; Uso de válvulas de controle de pressão em encanamentos industriais, controlando a pressão desregulada do fluido, com velocidade diferentes em pontos da tubulação que gera turbulência e, como consequência, movimento oscilatório e produzindo ruído. Controle na trajetória Na impossibilidade de se tratar a fonte, cabe atuar na trajetória do som. Assim, nesse tipo de controle de ruído, as técnicas criam barreiras para impedir as ondas sonoras de prosseguirem em seu caminho natural. Dessa forma, situações comuns são: enclausuramento, barreiras acústicas e silenciadores. A seguir explicaremos mais sobre cada um. Enclausuramento Neste caso, identificada a fonte, cria-se uma clausura ao seu entorno impedindo o som de avançar, muito utilizada em máquinas e equipamentos industriais. Elas podem ser classificadas, simplificadamente, como: Vivas, na qual toda a clausura é dura e reflete a maior parte da energia gerada; Razoavelmente vivas, na qual parte da clausura é de material metálico leve e consegue absorver parte da energia; Medianamente vivas, quando revestidas parcialmente de materiais fonoabsorventes; e Secas, quando são completamente revestidas de materiais fonoabsorventes. Na maioria dos casos, as clausuras necessitam de algum tipo de abertura: seja para acesso para inspeção do equipamento ou para ventilação. Além disso, cabe ao engenheiro unir ao projeto básico o acesso, garantindo que nesses pontos de abertura, grandes portas para saída do ruído, haverão silenciadores apropriados. Ademais, há também a “clausura inversa”, propriamente chamada de cabines acústicas, que são projetadas para proteger a fonte (e.g. funcionário de uma fábrica) dos ruídos gerados externamente a elas. Barreiras acústicas São elementos que funcionam impedindo que a propagação direta do ruído alcance o receptor. Na imagem abaixo, pode-se visualizar o comportamento de uma onda sonora em um caminho livre. Por outro lado, nesta imagem a seguir, percebe-se que ao se incluir uma barreira, apenas uma parcela do caminho 2 e 3 atinge o receptor. Assim funcionam as barreiras acústicas, reduzindo o nível do som que penetra a sombra sonora produzida a partir do efeito de difração. Os principais fatores que influenciam na capacidade de redução são: altura da barreira e sua distância da fonte e do receptor, e as alturas da fonte e receptor em relação ao solo. Um esquema pode ser visto na imagem abaixo. Contudo, não basta ao engenheiro apenas projetar uma barreira considerando esses fatores, pois existem outras complicações. Portanto, alguns exemplos comuns são: transmissão sonora pelos flancos das barreiras, ocasionados por descontinuidades delas, elementos próximos às barreiras com altura superior, que espalham o som, dentre outros. Um “caso especial” de barreiras são os biombos, que são estruturas similares, com os mesmos propósitos, mas que posicionam-se em ambientes fechados. Nesses casos, o som consegue chegar no receptor não apenas pela difusão da estrutura, como também pelas reflexões das paredes e teto, gerando mais requisitos para análise técnica do projetista. Silenciadores São dispositivos criados para absorver a energia sonora propagada em escoamentos de fluidos. Assim, suas aplicações são diversas na indústria, visto em bombas e compressores, sistemas de condicionamento de ar e em sistemas de exaustão de ventiladores industriais. Além disso, sua classificação pode ser feita por resistivo, reativo ou uma combinação de ambos. Resistivo: atua

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Isolamento Acústico para Consultórios em BH

Muitas pessoas, quando ouvem falar de isolamento acústico, pensam direto em situações relacionadas à música (estúdios de gravação, por exemplo). O que muitos não sabem, porém, é que todo edifício construído, independente do uso, deve atentar-se à parâmetros mínimos de condicionamento do som descritos em várias normas. No entanto, apenas atender a esses requisitos mínimos pode não ser suficiente em alguns casos, como na medicina e na odontologia, por exemplo. Surge então a necessidade de um Isolamento Acústico voltado especialmente para consultórios, em destaque, nesse caso, para a região metropolitana de BH. Como nesses casos é muito comum que os cômodos sejam divididos para construir mais salas, muitas vezes não se toma o devido cuidado com a parte do isolamento acústico. Assim, acaba-se muitas vezes possibilitando que dados confidenciais dos pacientes vazem do interior da sala de consulta. Mas você deve estar se perguntando: o que eu faço, então, para garantir a total privacidade do meu paciente com um isolamento adequado? É exatamente isso que responderemos a seguir. Qual é, de fato, o impacto de uma acústica ruim em uma consulta? O primeiro impacto, e também o mais evidente, é a entrada direta de ruídos. Ela dificulta a conversa e compromete a troca fundamental de informações entre o paciente e seu médico durante a consulta. Esse prejuízo à anamnese, um dos princípios basilares na área da saúde, tem potencial, inclusive, para desacreditar o profissional e sua atuação.  Por outro lado, além da entrada de ruídos, tem-se também, como já mencionado, o vazamento de dados pessoais. Essa saída de informações pode gerar diversos problemas para o consultório, incluindo questões jurídicas e legais. Isso se dá justamente pelo fato de que o sigilo médico é prezado pelo próprio Código de Ética Médico. Desta forma, pode-se concluir que a não atenção ao isolamento acústico do consultório pode trazer (e muito provavelmente trará) malefícios para os seus dependentes. Identificando o problema no isolamento acústico O primeiro passo, nesse cenário, é identificar um possível problema. Ele se torna evidente caso, durante uma consulta, o médico ou dentista consiga escutar vozes vindas de fora da sala. Isso, claro, considerando tanto as vozes daqueles que aguardam na sala de espera quanto daqueles em alguma sala ao lado. Nesse caso, temos um sinal de que a acústica do consultório está mal condicionada. Isso significa dizer que o som está viajando com grande liberdade pelos cômodos. A partir desse ponto, é necessário, então, buscar a melhor ajuda para dar término a essa indesejada situação. A melhor solução em isolamento acústico para cada tipo de consultório Quando o assunto é Isolamento Acústico para Consultórios, dois fatores principais influenciam na qualidade e na disponibilidade de recursos aplicados: o momento da realização do projeto e o valor disponível para tal. O melhor momento para planejar o isolamento acústico No geral, a melhor solução (e a mais econômica) é aquela que é proposta antes da construção/reforma do consultório. Garantir um projeto acústico já no início, utilizando dos melhores materiais e métodos construtivos, poderá minimizar consideravelmente os custos. Contudo, essa nem sempre é a realidade corrente. Sendo assim, torna-se necessária a construção de um projeto acústico mais personalizado e eficiente, que traga quão menos mudanças possíveis. Em consultórios já seccionados, a principal atenção, além da acústica, é ao espaço que as soluções apresentadas utilizarão. Nesses casos, acaba-se tendo pouca margem para trabalho. Sendo assim, o projetista deve verificar dentre as possibilidades, aquela que afete em menor quantidade a área útil do ambiente. Às vezes, ainda, dependendo das condições, pode-se propor uma otimização da estrutura de drywall (material comumente utilizado) já existente. Essa solução, assim, poderá ser aplicada tanto pelo seu preenchimento com materiais absorvedores quanto pelo aumento, em pequena escala, de sua espessura. Vale destacar que esse aumento se alinha, também, a um preenchimento da camada existente. Além disso, os septos existentes no forro merecem uma atenção especial, para garantir que eles não sirvam de caminhos para a passagem do som. Para o caso de consultórios em que se manteve a estrutura original do cômodo, pode-se ainda levantar outras abordagens. Por exemplo, caso haja área suficiente e o orçamento permitir, um reforço nas paredes seria uma resposta viável. Assim, seria possível interromper, de vez, o fluxo de informações, dependendo, claro, do grau do isolamento acústico do consultório. Ademais, as portas, por serem grandes passagens de som, devem ser incluídas no projeto para se tornarem, assim, barreiras eficientes. O orçamento disponível para o projeto Outro ponto relevante é o orçamento disponível para se executar esses tipos de projeto. Caso ele seja mais amplo, o projetista terá mais liberdade para propor ideias que isolem por completo o ambiente. Caso contrário, ele deverá ter a habilidade de recomendar aquelas opções que ao menos diminuam a intensidade do som a níveis agradáveis e ininteligíveis. Contudo, dar atenção para a qualidade do som, mesmo depois de isolá-lo, ainda será absolutamente necessário. Isso acontece pois, ao aprisionar o som, ele pode acabar reverberando no ambiente e criando um certo desconforto. Sendo assim, deve-se ter certeza de que ele não ficará ativo por muito tempo no espaço. O Isolamento Acústico para Consultórios em BH da AEROJR. Como você pôde ver, um consultório com um tratamento acústico ineficiente pode trazer prejuízos tanto ao profissional quanto ao paciente. Dessa maneira, problemas de isolamento acústico em consultórios podem, e devem, ter uma solução aplicada com prioridade. Um isolamento acústico para consultórios bem elaborado é essencial para aqueles que querem desfrutar de um ambiente tranquilo e seguro, e primordial para os que estão buscando um auxílio médico. Isso tudo, claro, visando sanar os problemas de acordo com a realidade de cada cliente, baseado nas suas projeções de custos e necessidades. É nesse contexto que entra a AEROJR. Oferecendo aos nossos clientes projetos acústicos personalizados e direcionados a resolver suas dificuldades, buscamos sempre trazer as melhores soluções para as particularidades de cada trabalho. Com a nossa ajuda, seu consultório pode trabalhar com mais tranquilidade e conforto. Tudo isso respeitando a confidencialidade dos pacientes e sem

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Home Studio: tudo que você precisa saber para montar o seu

Com o avanço tecnológico e a virtualização dos equipamentos de estúdio, tornou-se viável realizar em casa o que antes poderia ser feito apenas em um estúdio profissional. Montar um Home Studio, por sua vez, não é um projeto complicado, e ainda é possível criar um espaço de boa qualidade gastando relativamente pouco. Basta saber quais os principais equipamentos necessários para fazer investimentos acertados. Aqui explicaremos tudo que você precisa saber para montar o seu Home Studio, buscando opções mais acessíveis, mas que sejam de boa qualidade. Confira! Antes de começar O que é Home Studio? Um Home Studio, como o próprio nome diz, é um estúdio de gravação montado dentro de uma casa (do inglês “home”), que pode ser simples e pequeno, ou grande e mais elaborado. Esses estúdios geralmente têm sua estrutura direcionada para as necessidades específicas da pessoa que irá utilizá-lo, constituindo um local personalizado para diferentes tipos de produções musicais. Com o avanço das tecnologias, bem como a ampliação do acesso a elas, ficou mais fácil comprar bons equipamentos e montar um Home Studio para fazer gravações em casa, e tudo isso sem perder em qualidade. Quais as vantagens do Home Studio frente ao estúdio normal? Um Home Studio apresenta diversas vantagens quando comparado a um estúdio de gravação normal, e a principal delas é o preço. Como antes era necessária uma quantidade maior de equipamentos para realizar gravações, e esses equipamentos eram muito caros, os donos de estúdios comerciais cobravam altos preços para que bandas e músicos utilizassem tais locais. Agora, com a popularização desses equipamentos e o crescimento do setor de estúdios domésticos, o preço diminuiu. Mas, ainda assim, é bem maior quando comparamos ao valor necessário para fazer gravações em um estúdio de gravação profissional. Devemos destacar que os preços dos equipamentos para o Home Studio não são tão baixos quando comparados a uma gravação em um estúdio normal. No entanto, quando analisamos a longo prazo, considerando o uso recorrente da estrutura montada, o Home Studio compensa o investimento. O preço por gravação em um estúdio caseiro, após a compra e a instalação dos equipamentos, se torna mínimo quando analisamos ao longo do tempo de uso. Outra grande vantagem de possuir um estúdio de gravação caseiro é a liberdade e independência que ele proporciona. Esse tipo de estúdio confere ao seu dono a possibilidade de produzir a qualquer hora do dia ou da noite. Isso permite que você capte todos os seus momentos de inspiração, sem restrição de horário, e que sua liberdade criativa se sobressaia. Além disso, tudo no conforto da sua casa, sem precisar se locomover para outro lugar.  Equipamentos necessários para montar o seu Home Studio Montar um Home Studio não é uma tarefa muito difícil. No entanto, antes de começar, é importante saber quais equipamentos são necessários e quais as funcionalidades de cada um. Para ajudar você nessa tarefa, falaremos aqui dos 6 principais. 1. Computador O computador se tornou um instrumento fundamental para a gravação e processamento de áudio. Com a possibilidade de realizar múltiplas tarefas e com bons resultados, o avanço na manipulação do áudio digital contribuiu para a popularização do uso do computador na produção musical. Tudo isso aliado à contínua diminuição dos custos, claro. Dessa maneira, o computador se tornou um dos elementos mais importantes de um Home Studio. Como desempenha muitas funções, ele é utilizado tanto na gravação, quanto na edição e na pós-produção. Entretanto, não é necessário comprar a melhor máquina do mercado. Para um primeiro investimento, três características são importantes: O Processador: escolha um computador que tenha um processador com desempenho suficiente para suportar todo o trabalho realizado sem comprometer o processo e o material; A Memória RAM: para utilizar os softwares de produção musical sem que o computador trave e agilizar a transição entre diversas funções durante o processo; O Armazenamento Interno: para conseguir guardar seus trabalhos sem que ocorram interrupções por falta de espaço e evitar a perda de trabalhos sem backup. Os computadores mais utilizados na produção musical são da marca Apple. Isso acontece devido a sua estrutura de sistema operacional e de processamento, além de outras características que facilitam trabalhos de áudio. Ao buscar por opções, dessa maneira, procure também por máquinas seminovas e usadas e se atente às três características mais importantes citadas acima. 2. Interface de áudio A interface de áudio constitui-se de um hardware que pode ser interno ou externo e é responsável por fazer o processamento de áudio no computador, além de conectar instrumentos e microfones a ele. Este é um equipamento de grande importância para montar um Home Studio, pois permite gravar sons digitalmente e possibilita maior fidelidade no processamento dessas gravações. Por outro lado, a interface também ajuda a diminuir o delay, ou seja, o atraso entre o que você executa no computador e o áudio que é transmitido. É possível utilizar a interface interna do computador para escutar o som, mas não para realizar a gravação de instrumentos ou de voz. Existem várias marcas e modelos de interfaces externas no mercado, com preços diversos, a partir de R$ 400,00. O que mais influencia no preço é a quantidade de canais, já que quanto mais entradas de áudio a interface possui, mais equipamentos ela permite conectar simultaneamente. Começar com interfaces de 2 a 8 canais já é interessante, dependendo, claro, do que se deseja gravar. Vale mencionar que com uma interface de 8 canais já é possível realizar a gravação de uma bateria robusta, que costuma ser a mais complexa dentre os instrumentos musicais comumente utilizados. 3. Fones de ouvido Os fones de ouvido permitem escutar as nuances e detalhes de cada faixa numa referência clara e fidedigna, contribuindo para um monitoramento de áudio preciso e equilibrado. Atualmente, existem diversos profissionais que também utilizam os fones para fazer mixagens. Desse modo, em um investimento inicial eles são uma boa alternativa, sendo mais baratos, inclusive, que os monitores de áudio de referência. Logo, vale a pena adquirir um acessório de qualidade, buscando sempre

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Como Solucionar Problemas Sonoros com Vizinhos

Estamos todos mais presentes dentro de nossas casas. Logo, começamos a ter percepções que a correria do dia a dia nos impedia, certo? Por exemplo, descobrir um novo local ideal para realizar exercícios físicos dentro da residência. Mas, também, notar problemas sonoros com vizinhos da região, o que pode ser um grande incômodo.  

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As 8 Principais Normas Acústicas para a Eficácia de seu Projeto

Sabemos que para o bom funcionamento da sociedade, o homem, desde os primórdios da civilização, desenvolve regras e preceitos que regulam o funcionamento da rotina e vivência dos indivíduos. Por isso, com o passar dos anos, essas regras foram se tornando cada vez mais desenvolvidas. Estendendo-se, assim, a diferentes âmbitos da atuação humana como direito civil, penal, leis de trânsito, normas para a área saúde, para a engenharia, etc. Logo, hoje em dia existe legislação para praticamente qualquer ação humana. O que inclui, é claro, as Normas Acústicas, e são essas que vamos conhecer mais agora. A Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT é a responsável pela regularização das normas acústicas no território nacional, e essas são importantíssimas para um projeto acústico eficaz, que atenda às necessidades dos interessados sem prejudicar os que estão à sua volta. A partir destas normas, o engenheiro responsável pelo projeto consegue planejar as soluções que preencham os requisitos presentes na legislação, o que envolve importantes decisões de projetos e os materiais mais eficazes para o resultado desejado, e dentro dos custos pretendidos. Algumas normas brasileiras relativas à acústica ABNT NBR 10151:2019 Errata 1:2020 Título – Acústica – Medição e avaliação de níveis de pressão sonora em áreas habitadas – Aplicação de uso geral Essa Norma determina o procedimento para medição e avaliação de níveis de pressão sonora em ambientes destinados à ocupação humana, ou seja, trata de forma geral das áreas internas e externas de edificações com emissão sonora aérea ou de vibração.  Assim, ela se torna indispensável para qualquer projeto de acústica. Sendo que a partir dela que se pode realizar procedimentos de monitoramento de ruído e posterior tratamento dos dados, usados no projeto. ABNT NBR 10152:2017 Errata 1:2020 Título – Acústica – Níveis de pressão sonora em ambientes internos a edificações  Essa Norma estabelece o procedimento para execução de medições de níveis de pressão sonora em ambientes internos a edificações. Sendo assim, ela é um complemento necessário da ABNT NBR 10151. Isso ocorre pois possui os valores de referência para as medidas dos diversos procedimentos relacionados às medições internas. ABNT NBR ISO 16283-1:2018 Título – Acústica – Medição de campo do isolamento acústico nas edificações e nos elementos de edificações. – Parte 1: Isolamento a ruído aéreo Essa parte da ISO 16283 especifica procedimentos para determinar o isolamento de ruído aéreo entre duas salas, em uma edificação usando medições de pressão sonora. Assim sendo, estes procedimentos são destinados às salas de volume na faixa de 10 m³ a 250 m³ e na faixa de frequências de 50 Hz a 5.000 Hz.  ABNT NBR ISO 3382-2:2017 Título – Acústica – Medição de parâmetros de acústica de salas – Parte 2: Tempo de reverberação em salas comuns Nessa Parte, a ABNT NBR ISO 3382 especifica métodos para a medição do tempo de reverberação em salas comuns. Assim, ela busca descrever os critérios para a realização de uma medição efetiva do tempo de reverberação em salas comuns. Então, dentre suas especificações, estão: o procedimento de medição, o dispositivo necessário, o número de posições de medição requerido e o método para avaliar os dados e apresentar o relatório de ensaio. ABNT NBR 16313:2014 Título – Acústica – Terminologia A ABNT NBR 16313:2014 estabelece os termos e definições em acústica. É uma norma curta, mas importante para auxiliar na compreensão das outras normas. ABNT NBR 16425-1:2016 Título – Medição e avaliação de níveis de pressão sonora provenientes de sistemas de transportes – Parte 1: Aspectos gerais Essa Parte da ABNT NBR 16425 estabelece a instrumentação eletroacústica a ser utilizada em medições de níveis de pressão sonora provenientes de sistemas de transportes. Como também, determina a calibração e o ajuste necessários no campo da instrumentação eletroacústica. Além disso, ela define as condições gerais de medição, e os descritores sonoros para análise de sons provenientes de sistemas de transportes (aeroviário, hidroviário, ferroviário, metroviário e rodoviário). ABNT NBR 15575 – Partes 1 a 6 Título – Edificações habitacionais – Desempenho Esta norma aborda, em suas diversas partes, requisitos de desempenho para edificações habitacionais, dentre eles o desempenho acústico. Ela aborda, dentre outros critérios, os valores admissíveis para ruído entre paredes externas, paredes internas de unidades e do piso. Torna-se, portanto, um excelente fundamento, principalmente na fase de construção, de edifícios e casas para habitação humana. ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 Título – Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração. Essa norma é necessária aos laboratórios de ensaio e calibração para gerar o Laudo Acústico, e calibrar ferramentas de medição como o sonômetro. Dessa forma, ela é exigida para assegurar a confiabilidade dos resultados do laboratório. Além do mais, ela legisla tanto sua parte técnica como sua gestão interna. Projetos Acústicos e sua relação com as normas acústicas Em um projeto acústico, é necessário estar atento a várias normas durante o planejamento. Por exemplo, no projeto acústico e arquitetônico de um estúdio de gravação dentro de um edifício, seria preciso observar os requisitos das normas ABNT NBR 10151:2019 e ABNT NBR 10152:2017 Errata 1:2020. E de modo a conseguir caracterizar o ruído e o som do ambiente, as normas ABNT NBR ISO 16283-1:2018 e ABNT NBR ISO 3382-2:2017. Além de ficar atento aos termos explicados na ABNT NBR 16313:2014. Importância da adequação às normas acústicas Ao possuir um estabelecimento que emita níveis sonoros consideráveis, como restaurantes, bares, casas de show e estúdios, é necessário estar de acordo com a legislação para prevenir problemas como advertências, multas e até mesmo a interdição do local. Além disso, corresponder com as normas mostra a excelência do trabalho e a preocupação com a sociedade. Empresas de acústica que emitem laudo também podem adequar-se à ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017, norma importantíssima que permite a criação de um Sistema de Gestão da Qualidade e torna seus processos mais eficientes. A AEROJR. oferece soluções acústicas personalizadas para o seu projeto com um preço abaixo do mercado e excelência, garantida pelo nosso time de alunos e professores da UFMG. Além disso, realizamos toda adequação

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Acústica em Estúdios: Principais Conceitos e Aplicações Práticas

É recorrente o fato de entrarmos em algum lugar e sentirmos a sensação de desconforto ao ouvir um determinado som. Como exemplo, podemos citar cinemas, igrejas, estúdios, teatros, e afins. Esse é um problema que afeta diversos locais, mas, é deixado de lado ou ignorado por grande parte das pessoas. Contudo, esse é um fator que afeta diretamente o bem estar de quem está sujeito a este tipo de incômodo, tendo em vista que isso está relacionado a diversas alterações comportamentais que podem ser desencadeadas a partir desse desconforto. Quando falamos a respeito da acústica em estúdios, esse é um tópico que deve ser abordado com muita seriedade em seu projeto de construção. Ter uma sala bem isolada e tratada acusticamente faz total diferença para quem a utilizará posteriormente. Isso interfere tanto na qualidade de som tanto na qualidade de vida.   É necessário, portanto, entendermos a diferença entre isolamento acústico e tratamento acústico. Além de saber quais características cada um confere ao ambiente em questão, neste caso, em estúdios musicais.  Isolamento acústico Segundo a norma brasileira NBR 12179, em vigor desde 1992, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), isolamento acústico é “O processo pelo qual se procura evitar a penetração ou a saída de ruídos e sons, em um determinado recinto. O isolamento acústico compreende a proteção contra ruídos ou sons aéreos e ruídos ou sons de impacto”. Desta forma, a acústica em estúdios deve isolar o ambiente contra a entrada e a saída de qualquer som ou ruído que seja produzido e transmitido pelo ar (ex.: buzinas e alto-falantes). Como também, os sons produzidos por percussão sobre um corpo sólido e propagados através do ar (ex.:  ruídos de passos e marteladas).   Para tal, existem diversas formas de realizar o processo de isolamento, visto que este está diretamente relacionado com a massa e densidade do material através do qual o som irá se propagar, ou seja, quanto maior for a massa menor será a probabilidade do mesmo vibrar e, por consequência, transmitir o som.  No caso dos estúdios, o material em questão será aquele que constitui a alvenaria das paredes, chão e laje do ambiente e também o material de que são formadas as portas e janelas do estúdio.  Uma prática muito eficaz usada para isolamento acústico em estúdios é a utilização de paredes duplas em alvenaria. Entre elas deixa-se simplesmente um espaço de ar, ou então preenche-se esse vazio com um material absorvente, como lã de rocha, tornando-se ainda mais eficiente. Portas duplas também são comumente utilizadas. A eliminação de janelas, se possível, facilita no isolamento, sendo necessário, neste caso, o controle de temperatura e ventilação serem feitos através de ar condicionado. Tratamento acústico A norma NBR 12179 define tratamento acústico como o “Processo pelo qual se procura dar a um recinto, pela finalidade a que se destina, condições que permitam boa audição as pessoas nele presentes”.  Diante disto, é preciso entender o conceito de absorção acústica, que nada mais é um fenômeno que impede ou minimiza a reflexão das ondas sonoras, diminuindo a pressão sonora em determinado ambiente. Materiais leves, moles e porosos são considerados excelentes absorvedores, uma vez que permitem que as partículas de ar penetrem e se movimentem em seu interior, ocorrendo a dissipação sonora. Esta é a grande razão de vermos os estúdios musicais recobertos de espumas em seu interior.  Estúdios sem nenhum tratamento acústico apresentam dois fenômenos ondulatórios que estão relacionados a reflexão das ondas sonoras, a reverberação e o eco. O primeiro dificulta a compreensão isolada do som emitido, visto que as ondas sonoras emitidas e refletidas se sobrepõem. O último faz com que o ouvinte escute de maneira distinta o som emitido e refletido. Desta forma, a qualidade sonora buscada e esperada em qualquer estúdio musical será completamente comprometida, mesmo que este esteja isolado acusticamente. Deve-se então, buscar solução para estes fenômenos, entrando em cena os materiais absorventes.  O projeto acústico irá definir quais materiais são os mais indicados para cada tipo de estúdio, levando em consideração as exigências do cliente e as atividades que serão desenvolvidas. Destacam-se dentre estes materiais a lã de rocha, lã de vidro e as espumas acústicas.   Contrate um profissional É importante salientar também que um local com excesso de absorção pode deixar o ambiente morto acusticamente, são as chamadas salas mortas. Um ambiente deste tipo torna-se monótono e cansativo, o que pode prejudicar o rendimento e até mesmo diminuir o entusiasmo de quem ali está inserido. Portanto, para garantir a qualidade acústica em estúdios ao montá-lo, é essencial consultar profissionais e especialistas do ramo. Ficou interessado em saber mais sobre isolamento e tratamento acústico para estúdios? Aqui na AEROJR.  buscamos sempre a mais viável e eficaz solução para seus problemas. 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Acústica em Eventos: Por que Investir?

Você provavelmente já passou por uma situação inconveniente devido à problemas com acústica em eventos. Estar em um teatro e não conseguir ouvir direito a parte mais interessante da peça, por exemplo. Ou ainda, em um grande evento, como um casamento, em que a fala do interlocutor parece embolada, tendo aquela sensação chata de eco. Esse tipo de situação, é reflexo do tratamento e isolamento acústicos inadequados ou, muitas vezes, inexistentes. Esse texto, vai fazer você entender um pouco melhor a importância de se preocupar com a acústica nos seus eventos. Vem comigo! Mas afinal, o que é uma “boa acústica” em eventos? Embora muitas vezes pareça subjetivo falar em um ambiente acusticamente confortável, existem parâmetros bem definidos que podem ser medidos e avaliados na hora de caracterizar um teatro, uma igreja ou um salão de festas. O Tempo de reverberação (T60), por exemplo, é uma informação valiosa sobre a nossa percepção do som em um ambiente. Esse parâmetro, dado em segundos, é o tempo gasto pelo som  para decair em 60 dB após cessada sua fonte de emissão. Quando o tempo de reverberação de uma sala (e aqui entenda sala como um ambiente qualquer, fechado) é muito alto, temos a sensação de um som, fala ou música, embolado. Se, por outro lado, o T60 é muito baixo, o som pode parecer muito “morto”. E esse efeito também é indesejável para igrejas, teatros e estúdios, por exemplo. Outro fator muito importante quando falamos na realização de eventos, é o vazamento de ruído. Enquanto o tempo de reverberação é um parâmetro de qualidade e tratamento acústico, o vazamento de ruído diz respeito ao isolamento do seu ambiente. Aqui, nos preocupamos com o barulho fora do evento, que pode incomodar os vizinhos, gerar reclamações e até multas! Porque investir em um projeto acústico para eventos? Em primeiro lugar, a contribuição de um evento ou estabelecimento para o ruído local em região urbana é legislada por cada município. E, geralmente, não pode ultrapassar 60 dB durante à noite em área residencial, sujeito a fiscalização e multa da prefeitura. Além disso, incomodar a vizinhança com barulho inadequado pode gerar comentários negativos em sites de avaliação. Eles interferem diretamente na imagem da organização do evento, ou do estabelecimento em si. Em segundo lugar, quando falamos em tratamento acústico, uma igreja ou um salão que foi tratado adequadamente, consegue expandir sua utilização. Eventos musicais, festas, casamentos, formaturas, coquetéis diurnos… tudo isso frente a um menor investimento em equipamento de som e filmagem, gerando uma experiência ímpar para o seu cliente. Igrejas e salões em que ocorrem casamentos e formaturas, por exemplo, necessitam, além do isolamento acústico, de um tratamento adequado. Imagina os convidados não conseguirem ouvir os votos da noiva ou o discurso do orador? Ademais, estes detalhes valorizam o espaço, como o conforto acústico, e a possibilidade de ouvir um bom som e ainda, assim, conseguir conversar sem gritar. Tudo isso garante a melhor experiência possível aos presentes, o que pode ser o diferencial na hora de fidelizar ou não seu cliente. E então, qual tipo de projeto eu preciso? Quando falamos em parâmetros, definindo o que é uma boa acústica, você pode ter pensado: “Bom, eu não tenho problema com reverberação na minha sala, mas bem que poderia melhorar o isolamento”. Ou ainda, “Meu isolamento está ok. Porém, tenho um problema na hora de alugar meu Buffet para um evento muito grande, porque a reverberação torna o ambiente desconfortável na presença de muitas pessoas”.  De fato, além da utilização do ambiente, suas características construtivas e  arquitetônicas exigem uma análise específica de cada situação. Por isso, trabalhamos com projetos acústicos personalizados, a fim de garantir o melhor custo benefício e a excelência da solução.  A consultoria acústica garante que a utilização de materiais e soluções comerciais, como painéis, portas e janelas acústicas, sejam utilizadas de maneira adequada. Além disso, sem superdimensionar uma solução ou deixar o problema resolvido pela metade. Na AEROJR. analisamos a melhor solução acústica de um jeito que cabe no seu bolso e resolve os problemas de isolamento e tratamento acústico no seu evento! Ficou interessado? Entre em contato com o nosso time! Autora: Anne Mendes

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