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A Importância do Drone na Indústria de Imagem

Há algum tempo, tirar fotos ou fazer filmagens aéreas era extremamente caro e inviável para a maioria dos profissionais da indústria audiovisual. Entretanto, com o avanço da ciência, quebraram-se essas barreiras tecnológicas e, consequentemente, financeiras. Assim, possibilitou a utilização do drone na indústria de imagem.

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Conheça 4 drones que se destacam em habilidades surpreendentes

Drones estão com a tecnologia cada vez mais avançada. O que pode servir de brinquedo, é também objeto indispensável para empresas que querem se consolidar em tecnologia. Drones com visão computacional conseguem jogar pingue-pongue ou outros tipos de jogos sem colidir-se ou esbarrar em objetos parados ou em movimento. Assim, os drones vêm ganhando o mercado. Grandes empresas já notaram que esses objetos são vitais para os serviços prestados por elas. Além disso, as áreas de atuação desse objeto são inúmeras. Por exemplo, na área de transporte, a renomada empresa americana BNSF Railroad está colaborando com a Federal Aviation Administration para testar os drones na inspeção de trilhos, pontes e monitoramento da qualidade do ar. Além dessa empresa, a Network Rail, no Reino Unido, está usando os VANT’s como parte de seu projeto ORBIS para computar a rede ferroviária do país em 3 dimensões. Esse tipo de serviço permitirá um melhor planejamento de manutenção e renovação da via férrea. E, por fim, as companhias aéreas Easyjet e Lufthansa adotaram os drones como uma ferramenta para inspeção de aeronaves.

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O que você precisa saber sobre o PBZPAH?

O Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos e Helipontos (PBZPAH) é um documento técnico que estabelece diretrizes e regulamentos para a proteção de aeródromos e helipontos contra obstruções que possam interferir na segurança das operações de pouso e decolagem de aviões e helicópteros. Ele é fundamental para manter áreas ao redor livres de obstáculos que possam representar riscos para as aeronaves. Qual a Importância de um PBZPAH? O Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos e Helipontos (PBZPAH) é de extrema importância por razões relacionadas à segurança operacional das aeronaves. Isso porque os helicópteros são aeronaves sensíveis a obstruções próximas devido às suas características de voo, como a necessidade de aproximação e saída vertical. Enquanto os aviões precisam de uma área com um tamanho especificado para as suas operações de pouso e decolagem. Assim, ao definir zonas de proteção, o PBZPAH ajuda a prevenir a presença de obstáculos físicos e visuais que poderiam representar riscos de colisão ou interferência nas manobras aéreas. Dessa forma, ele reduz significativamente o risco de acidentes decorrentes de barreiras como edifícios altos, antenas, cabos ou árvores nas proximidades do aeródromo ou do heliponto. Além disso, cabe ressaltar que a elaboração e implementação de um PBZPAH são requisitos regulatórios obrigatórios estabelecidos pelas autoridades de aviação civil ou militar. Portanto, para obter a certificação ou a licença para operar um aeródromo ou heliponto, geralmente é necessário demonstrar conformidade com esse documento técnico. Tudo isso é crucial para a proteção da vida e a manutenção da segurança das operações aéreas, assegurando que esses espaços sejam adequados e seguros para o pouso e decolagem em diversas condições operacionais. Componentes de um PBZPAH Um PBZPAH típico contém diversos componentes essenciais como requisitos para o cumprimento das normas de segurança, incluindo: Mapeamento da Zona de Proteção: Identificação e demarcação das áreas ao redor do aeródromo ou heliponto que necessitam de proteção. Regras e Limitações de Uso do Solo: Essas são Diretrizes sobre o que pode ou não construir dentro dessas zonas. Em suma, isso inclui restrições de altura para edifícios e estruturas, além da proibição de certas atividades que possam gerar riscos, como a criação de aves ou a utilização de luzes que possam confundir os pilotos. Análise de Risco: Avaliação dos potenciais riscos associados ao uso do solo ao redor do aeródromo ou heliponto. Procedimentos de Fiscalização: Mecanismos para monitorar e garantir o cumprimento das normas estabelecidas no plano. Como e Quando Deve-se fazer o Monitoramento? O monitoramento inclui a utilização de tecnologias de georreferenciamento e drones para inspecionar regularmente as zonas de proteção. Dentre os principais aspectos envolvidos no monitoramento estão:  Controle de Altura de Construções: Monitoramento da altura das construções dentro das zonas de proteção para assegurar que não ultrapassem os limites estabelecidos. Tais limites possuem determinação com base na altura que não comprometa a segurança das operações aéreas. Monitoramento Ambiental: Avaliação dos impactos ambientais causados pelas atividades nos arredores dos aeródromos e helipontos. Com o intuito de garantir a mitigação de impactos adversos à fauna, flora e recursos hídricos locais. Inspeções e Auditorias: Realização de inspeções regulares para verificar o cumprimento das medidas de segurança e proteção estabelecidas no PBZPAH. Além de auditorias para avaliar a eficácia do plano e sugerir melhorias, se necessário. Atualização e Revisão: Revisão periódica do PBZPAH a finde incorporar novas informações, tecnologias e mudanças regulatórias que possam afetar a segurança e a proteção ambiental das áreas circundantes aos aeródromos e helipontos. Regulação e Responsabilidade No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) é a entidade responsável pela regulamentação e fiscalização dos PBZPAH. Assim, a elaboração desses planos segue normas técnicas rigorosas estabelecidas pela ANAC, em consonância com padrões internacionais de segurança. Cada município que possui um aeródromo ou heliponto deve trabalhar em conjunto com a ANAC para desenvolver e implementar seu plano de proteção. Desafios na Implementação A implementação de um PBZPAH pode enfrentar desafios significativos, como: Resistência local: Proprietários de terrenos podem se opor às restrições impostas pelo plano. Custo de implementação: Os custos associados à elaboração e monitoramento contínuo do plano podem ser altos. Mudanças no uso do solo: Alterações no uso do solo ao longo do tempo podem requerer revisões frequentes do plano. Exemplos de Aplicação do PBZPAH Diversos aeroportos internacionais possuem planos de proteção robustos que servem como exemplo. O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e o Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, possuem PBZPAH que incluem zonas de proteção extensas, visando garantir que os arredores dos aeroportos estejam em conformidade com os padrões de segurança. Um outro exemplo é o Aeroporto Internacional de Schiphol (AMS), Amsterdã, Holanda: Schiphol implementa um plano de proteção rigoroso, especialmente devido à sua localização próxima a áreas urbanas densamente povoadas. O plano visa controlar o desenvolvimento de construções e garantir que não haja interferência com as rotas de voo e as operações aeroportuárias. Como Fazer um PBZPAH? Um Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos e Helipontos é uma ferramenta indispensável para garantir a segurança e eficiência das operações aéreas. Desse modo, ao estabelecer diretrizes claras para o uso do solo ao redor dessas infraestruturas o PBZPAH protege não apenas os aviadores, mas também as comunidades adjacentes. Se você precisa de um Plano Básico para o seu aeródromo ou heliponto e está procurando informações personalizadas e específicas para o seu projeto, clique aqui para saber como podemos te ajudar. Temos uma equipe especializada e experiente, contamos com 100% de aprovação dos nossos clientes e garantimos um preço até 40% abaixo do mercado.

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sistema de gestão da qualidade atualizado

Como um Sistema de Gestão da Qualidade Garante que os Laboratórios se Mantenham Atualizados

A norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 – Requisitos Gerais para a Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração – apresenta diretrizes para a padronização de aspectos que influenciem diretamente na confiabilidade dos resultados dos laboratórios. Abordaremos, então, como a implementação de um sistema de gestão da qualidade ajuda os laboratórios a se manterem atualizados com algumas tendências e avanços tecnológicos emergentes. A Norma e as tendências de mercado Quando falamos de qualidade, é crucial reconhecer a necessidade de retroalimentação do sistema em questão (a operação do laboratório neste caso). Ou seja, deve haver mecanismos que permitam a entrada de feedbacks resultantes das diversas atividades, e a partir de diversas “fontes” – internas ou externas. Com respeito às últimas, neste contexto podemos compreendê-las como sendo os clientes. Eles são os usuários finais dos serviços e/ou produtos que um laboratório presta e/ou fornece. Sendo assim, os atributos – sejam positivos ou negativos – que eles indicam com relação ao que lhes foi entregue são de grande valia. Isso por que o resultado final é decorrente de uma série de processos, que, em cadeia, podem gerar resultados positivos, desde que tenham sido executadas de modo a atender os requisitos próprios. No entanto, esses processos podem acumular falhas que, mesmo sendo pequenas à primeira vista, podem gerar grandes consequências – por muitas vezes mais complexas de ser resolvidas que suas causas iniciais. Como isso acontece na prática? Para exemplificar, pensemos na seguinte situação: determinado laboratório que realiza ensaios vem emitindo seus laudos da mesma forma há muitos anos. Porém, no último ano vários clientes vêm ficando insatisfeitos: há excesso de informações nesses laudos e falta clareza quanto aos principais resultados e conclusões obtidas. Os responsáveis pelos laudos acreditam que os clientes estão satisfeitos, pois nunca receberam nenhuma reclamação; sendo assim, não pretendem mudar nada em seus laudos. Temos, então, duas possibilidades: as reclamações não são repassadas àqueles que poderiam resolvê-las ou não há sequer um canal para que os clientes façam reclamações – o que é ainda mais grave. Certamente esse laboratório não conseguirá acompanhar essa tendência trazida pelos desejos de seus clientes. Neste caso em específico, a norma ABNT NBR ISSO/IEC 17025:2017 prevê que os laboratórios possuam um processo documentado que receba e analise criticamente as reclamações recebidas (item 7.9). Assim, o laboratório tem a oportunidade de saber o quanto seus clientes estão satisfeitos ou insatisfeitos, para perpetuar boas práticas e agir em cima de fatores que geram as reclamações, para alinhar-se com as expectativas dos clientes – desde que estas não firam princípios básicos, como a imparcialidade, por exemplo. A ISO e os avanços tecnológicos Por outro lado, há um requisito que pode auxiliar com a implementação de avanços tecnológicos: garantia da validade dos resultados (item 7.7). Tal garantia se dá por uma série de procedimentos que vão desde a calibração de equipamentos a ensaios de proficiência. Naturalmente executam-se algumas etapas propostas pela norma no dia a dia dos ensaios; já outras, com uma periodicidade menor (como uma comparação interlaboratorial, por exemplo). A análise crítica dos resultados obtidos nesses procedimentos pode revelar se o laboratório dispõe da melhor tecnologia disponível em sua área. outra interpretação do efeito do sistema de gestão da qualidade Neste aspecto, quando o assunto é tecnologia, talvez seja natural pensar primeiro em equipamentos mais precisos. Porém, o próprio conceito de tecnologia inclui outros fatores, como a “Teoria ou análise organizada das técnicas, procedimentos, métodos, regras, âmbitos ou campos da ação humana”. Assim, podemos compreender que o aprimoramento dos métodos e das técnicas são tão relevantes quanto a utilização de melhores ou mais novos equipamentos. Só é possível ao laboratório comparar seu desempenho com padrões melhores se houver processos coerentes e registros constantes das suas avaliações de processos internos relacionados à finalidade de sua atividade (ensaio/calibração). Podemos ainda pensar nos instrumentos – formulários, cartas de controle, planos de ação, entre outros – utilizados para a gestão da qualidade dos processos. À medida que eles vão sendo utilizados, o laboratório pode avaliar e selecionar aqueles que trazem mais resultados e de forma mais eficiente. Em certos requisitos, a norma não obriga o laboratório a cumpri-lo desta ou daquela forma. Portanto, pode-se fazer escolhas, testes e alterações durante o processo de criação e adaptação ao Sistema de Gestão da Qualidade. Gostou deste tema e quer saber mais sobre? A AEROJR. presta uma consultoria completa para a elaboração de um Sistema de Gestão da Qualidade que atende aos requisitos da ABNT NBR ISSO/IEC 17025:2017 e pode manter seu laboratório atualizado com as principais tendências do mercado em que situam-se as atividades e também com as tecnologias da área. Entre em contato conosco e descubra como de fato aproveitar tais oportunidades que a implementação dessa norma pode trazer! Autor: Flaubert Ferreira

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Normas ISO 17025 e ISO 9001: diferenças e benefícios

O Que São as Normas ISO 9001 e ISO 17025 eQual a Importância Delas para uma Boa Gestão de Qualidade? As normas ISO 17025 e ISO 9001 são documentos normativos técnicos internacionais que apresentam os requisitos necessários para a execução efetiva de um bom sistema de gestão da qualidade  (SGQ). Assim, a importância dessas está relacionada ao fato de que garantem a otimização de processos e estabelece procedimentos para uma maior agilidade no desenvolvimento de produtos além de definir uma série de práticas para promover uma maior satisfação do cliente.  As normas abrangem qualquer laboratório que busca a realização de uma boa gestão de qualidade e o aprimoramento da eficácia e conformidade de sua organização. Nesse texto, trataremos a respeito das principais diferenças entre ambas as normas e quais quais os benefícios diretos para para o seu laboratório ao buscar sua acreditação. Quais São as Principais Diferenças Entre asNormas e Suas Áreas de Atuação? A principal diferença entre as duas normas está no propósito da aplicação. Pode- se aplicar a norma ISO 9001 a todo tipo de empresa, abrangendo, não apenas o SGQ, mas também diversos tipos de setores da organização. Enquanto a norma ISO 17025 possui uma aplicação mais exclusiva aos laboratórios de calibração e amostragem. Dessa forma, a ISO 9001 refere-se a um modelo que garante a otimização da qualidade de gestão. Por sua vez, a ISO 17025 estabelece requisitos técnicos e gerenciais que buscam demonstrar a competência e a confiabilidade dos resultados gerados no laboratório. Assim, ao estar acreditado apenas aos requisitos da norma NBR 17025, para atender aos requisitos da NBR 9001 é necessária a preocupação com alguns outros fatores. Inicialmente, como a segunda norma trata de casos gerais para todas as empresas, necessita-se determinar o contexto no qual o laboratório se insere e desenvolver um âmbito de SGQ, tornando-se um esforço a mais que é eliminado ao buscar diretamente e acreditação da NBR 17025. Outro caso de diferença entre as especificações técnicas se dá pela generalização proporcionada pela NBR 9001. Como esta exige uma série de requisitos de monitorização e medição mais restritos que aqueles da NBR 17025, que preocupa-se apenas em manter o nível de exigência necessário para um bom SGQ, torna-se desnecessário uma precisão a mais para o contexto de laboratórios de calibração, proporcionando a exigência de um custo extra e evitável. Por que se Adequar às Normas e Investir em terum Bom Sistema de Gestão de Qualidade? Fundamentalmente, a prática de um SGQ  regido pela norma NBR 17025 é uma decisão estratégica a ser tomada pela instituição que deseja buscar um diferencial de mercado, reduzir seus custos operacionais, garantir a competência em seu trabalho e conquistar a confiança e o bem estar de seus clientes. É evidente que, com o passar do tempo, houve uma intensa restrição e isolamento dos mercados consumidores. Um exemplo disso se deu na recente Deliberação Normativa COPAM (Nº 216, de 2017) no estado de Minas Gerais. Essa profere a exigência de acreditação na ISO 17025. Portanto, ao adequar-se a essas normas, o laboratório ganha a capacidade de atuação de forma economicamente sustentável em outros nichos de mercado. Já é esperado que a obrigatoriedade da norma seja prevista para outros estados. Como um bom sistema de gestão de qualidade pode ser um diferencial? Do mesmo modo, outra atribuição imposta às instituições que buscam a realização de um bom sistema de gestão de qualidade é o cenário atual em que estamos diante de um consumidor muito mais ativo, exigente e informado. O que aumenta a necessidade das organizações fornecerem um serviço melhor que a concorrência. Dessa forma, o reconhecimento na norma NBR 17025 torna-se um diferencial na captação de novos clientes por justamente fornecer ao mercado uma demonstração certa da qualidade das operações e habilidades do laboratório. O que entrega um resultado claramente válido e de destaque, se tornando um forte diferencial competitivo frente aos concorrentes. Em conjunto a tudo isso, é evidente as atuais dificuldades de grande parte das empresas em lidar com as oscilações da atividade econômica. Tornando quase obrigatório uma busca pela redução de gastos em diversas áreas de operação. Dessa forma, é comum que essas oscilações coloquem laboratórios de calibração em dificuldades financeiras. Por esse motivo, vê-se a necessidade de evitar os custos desnecessários como falhas na qualidade, erros de operação e uma má gestão. Assim, ao buscar a qualificação à norma ISO 17025, a empresa corta diretamente gastos evitáveis causados por erros de operação, visto a garantia da qualidade de operação e uma boa gestão, que são exigidos por ela, bem como a mentalidade de melhoria contínua que é requisitada para essa acreditação. Como faço para adequar meu laboratório à normaISO 17025 de forma eficaz e segura? A diferença está na escolha certa. Agende uma consultoria gratuita e descubra como nossos especialistas podem personalizar a implementação da NBR ISO/IEC 17025:2017 para atender às suas necessidades exclusivas. Contate um gerente especialista da AEROJR  e garanta a acreditação eficiente e segura para uma boa gestão de qualidade do seu laboratório.

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Aplicativos para mapeamento com Drone: os 5 melhores

O uso de drones no mercado de topografia e georreferenciamento cresce a cada dia mais. Nesse meio, a escolha certa dentre os aplicativos para mapeamento com drone é, com certeza, um diferencial do serviço prestado. Existem vários aplicativos de voo autônomo no mercado, alguns gratuitos e outros pagos, que são utilizados através de dispositivos móveis. Você gostaria de utilizar seu drone para fazer mapeamento de áreas? Veja então, a nossa seleção dos 5 melhores aplicativos para mapeamento com drone. O que é o mapeamento aéreo com drones? O seu objetivo principal é utilizar imagens aéreas obtidas por drones para coletar informações do terreno, executar projetos e aplicá-los a diferentes setores de engenharia. Parte desse nicho é, ainda, representado pela parte gráfica da engenharia aeronáutica. Nesse mercado, as oportunidades são inúmeras. Isso se dá, pois em vários ramos de projetos, é necessário obter informações precisas sobre o terreno para a sua implantação. Sendo assim, as áreas promissoras incluem:  construção civil; infraestrutura; meio ambiente; mineração; extração de óleo; extração de gás e; o enorme mercado agrícola.  Portanto, utilizar os melhores aplicativos de mapeamento com drone faz total diferença quando o objetivo é atingir um resultado preciso e simples. Os 5 melhores aplicativos de mapeamento com drone 1. AIRMAP AirMap é o aplicativo ideal para todos os tipos de pilotos de drone. Ele possui funções de mapa avançadas, como geofencing e registros de voo. Além disso, apresenta as informações de restrição de voo com base na localização do usuário, uma funcionalidade essencial.  O aplicativo contém, assim, informações sobre leis e restrições de voo de um total de 20 países. Isso possibilita, inclusive, que o piloto voe em diversas áreas sem se preocupar com procurar a norma específica do local na internet. Mesmo possuindo todas essas funcionalidades, é um aplicativo gratuito tanto para dispositivos Android quanto para iOS. 2. DJI GROUND STATION PRO A DJI, ciente da necessidade de aplicativos de mapeamento aéreo, desenvolveu seu próprio aplicativo, o DJI Ground Station PRO. Ele está disponível apenas para iPad (Air, Air 2, Mini 2, Mini 3, Mini 4 e Pro). Quem possuir um iPhone ou algum dispositivo Android, assim, não conseguirá utilizá-lo. O aplicativo possui 5 tipos diferentes de tarefas, além de possuir, também, diversas opções de configuração. Isso não o torna difícil de usar, mas você precisa ter cuidado ao planejar o voo para evitar problemas durante a execução. Suas funcionalidades são: mapeamento de área em 2D e 3D, cerca virtual e pilotagem autônoma pré-voo. O DJI GS Pro pode ser baixado gratuitamente, por mais que tenha também alguns recursos pagos. 3. DRONE DEPLOY Drone Deploy é um aplicativo compatível tanto com o sistema operacional Android quanto com o iOS. Além disso, ele é integrado a uma plataforma online, ou seja, você pode realizar o planejamento de vôo também no seu computador (assim como no seu smartphone ou tablet).  Se você preferir a primeira opção, basta visitar o site Drone Deploy, planejar a rota e salvar. Após a conclusão, basta fazer o login no dispositivo que você irá utilizar e o plano de vôo será atualizado automaticamente. Isso, claro, desde que o seu dispositivo esteja conectado à internet. O aplicativo é gratuito quanto ao planejamento de vôo e sua execução, mas possui planos pagos com mais funcionalidades. Uma delas, por exemplo, é o processamento em nuvem.  O aplicativo fornece, assim, planejamento de voo avançado e controle autônomo para seu drone. Você pode, então, escolher um caminho de coordenadas e observar seu drone voar sobre a rota. Pode também utilizá-lo para controlar a exposição da câmera, dentre muitas outras ferramentas. Sendo assim, o Drone Deploy é referência entre os aplicativos para mapeamento com drone justamente por ser um aplicativo completo. Não só é ótimo para mapeamento, como também é excelente para fazer belas fotografias, para aqueles que se interessam pelo nicho. 4. SKYDRONES O aplicativo brasileiro é compatível com dispositivos iOS e Android. Possui uma interface simples, tornando a operação com o drone muito prática. Atualmente, possui 3 tipos de missão: plano de voo único, plano de voo duplo e plano de voo irregular, sendo os dois últimos aplicáveis ​​apenas para iOS. A Skydrones planeja, também, lançar três outros tipos de missões: missões espirais, circulares e verticais.  Além de ser gratuito, o Skydrone está disponível em português, espanhol e inglês. 5. PIX4D CAPTURE Pix4D Capture é um aplicativo de vôo automático desenvolvido pela Pix4D. É um aplicativo gratuito que pode ser usado tanto por sistemas Android quanto por iOS.  Assim como o DJI GS Pro, possui 5 modos de mapeamento, sendo capaz de fazer voos de estruturas 3D (edifícios, casas, etc.), vôo livre e desenho aéreo. Além disso, no site Pix4D, há uma relação entre o tipo de missão, sistema operacional e drone. Dos cinco modos disponíveis, quatro são de mapeamento, dois deles para mapeamento 2D e dois para 3D. Esses modos são: polígono, grade, grade dupla e circular. Quer ir além com o mapeamento com drones? Sabendo de tudo isso, vale destacar que o mercado de drones cresce mais a cada dia. Com isso, cresce também o interesse de pessoas e empresas em contratar serviços de pilotagem de drones. Conforme esse interesse aumenta, as oportunidades para pilotos de drones se tornam cada vez mais lucrativas, abrindo novas oportunidades para quem quer atuar no meio. Nesse cenário, assim como dito antes, alguns aplicativos para mapeamento com drones fornecem funções que visam facilitar um vôo simples e seguro. Esses aplicativos, por sua vez, mostram as áreas disponíveis para vôo, as áreas restritas, o tráfego aéreo e outros dados. Dessa maneira, eles ajudam os pilotos de drones a realizar voos de acordo com as regras, mesmo que haja variações entre os país onde o drone será usado. Especialmente no caso do Brasil, quem determina as normas para drones é a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Sendo assim, caso você tenha interesse em saber se está ou não voando de acordo com a norma, você pode ler mais clicando aqui. O melhor caminho para o seu sonho

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Homologação de Helipontos: Importância e como realizar

A homologação de um heliponto é o processo de reconhecimento de que esse está de acordo com as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), realizado a partir da estruturação de um Plano Base de Zona de Proteção de Heliponto (PBZPH) , caracterizando que este está apto para o uso. Assim, no decorrer deste texto, veremos que o processo de homologação requer muitos detalhes e pode ser extremamente complexo. Entretanto, é essencial para o reconhecimento do heliponto e para que não aja problemas relacionados à segurança. Visto que, para a homologação de um heliponto, é necessário ter em mãos a documentação do mesmo e que ele atenda a uma série de requisitos da ANAC. PARA QUE HOMOLOGAR UM HELIPONTO?   De acordo com a ANAC, para a operação segura e legal de um heliponto, é de fundamental importância a realização de um PBZPH. Isso porque, a realização do processo de homologação prevê o enquadramento do heliponto nas normas de segurança estabelecidas pela ANAC, bem como a regulamentação da utilização deste e do controle de tráfego aéreo, evitando problemas e possíveis acidentes.    Existem diversas razões para esta imposição realizada pela Agência Nacional de Aviação Civil quanto ao funcionamento de helipontos e aeródromos. Isso se dá visto que essa normatização tem o objetivo de garantir a segurança de todos os envolvidos no voo do helicóptero. Dessa forma, as regras estabelecidas são pensadas de forma que possam garantir a integridade dos passageiros, da tripulação, do piloto, da própria aeronave e de todas os outros presentes no espaço aéreo.    A fim de garantir essa segurança uniformemente em todos os helipontos presentes no país, essa regulamentação para o funcionamento e registro do aeródromo é de cumprimento obrigatório. Diante disso, o não cumprimento da legislação faz com que o heliponto fique sujeito a sanções legais e paralização imediata.   O PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO  A homologação de helipontos é feita pela Autoridade de Aviação Civil e seu processo requer a documentação do heliponto e a estruturação de um PBZPH que atenda às normas de segurança da ANAC.  Para iniciar um processo de homologação ou registro de um heliponto, as seguintes documentações são solicitadas: documentação do proprietário/responsável que comprovem a propriedade ou responsabilidade legal sobre o heliponto, como contratos ou outros documentos relevantes; documentações do heliponto; um requerimento de homologação; além de uma documentação detalhada do projeto técnico do heliponto.   PRINCIPAIS REQUISITOS PARA A SEGURANÇA DO SEUHELIPONTO A seguir, veremos os principais requisitos para os cumprimentos das normas de segurança: 1. Dimensão das áreas de toque e pouso e decolagem Essa é uma das principais determinações. Segundo a ANAC, a área de toque deve estar situada no centro da área de pouso, atentando-se ao formato desta. As dimensões dessa área devem estar em função da dimensão do maior helicóptero que operará no heliponto. 2. Resistência da Área de Pouso É importante que a área de pouso tenha resistência suficiente para suportar as cargas dos helicópteros que operarão no seu heliponto. Um pouso mal feito colocará uma considerável demanda na superfície. Portanto, a capacidade de resistência da área deve ser calculada de forma precisa para suportar certas cargas de impacto. 3. Ajudas Visuais Existem especificações rigorosas em relação ao tamanho, fonte e posicionamento de tudo que é escrito no heliponto. 4. Balizamento Luminoso  Necessária em operações noturnas ou situações de má visibilidade. Não devem ofuscar a visão do piloto e precisam auxiliar no entendimento dos limites de área de pouso e das obstruções presentes nos arredores do heliponto. 5. Prevenção Contra Incêndio Esse consiste em um tópico de extrema importância. Requer medidas tais como o correto armazenamento de extintores contra incêndio e a realização de operações de reabastecimento de helicópteros exclusivamente por profissionais devidamente treinados e autorizados. 6. Zona de Proteção Esse requisito é algo que deve ser estabelecido pelo PBZPH do heliponto para áreas que necessitam estar desimpedidas sob as superfícies de saída, na decolagem ou aproximação de pouso. Para esse requisito deve-se levar em conta as superfícies de aproximação e de saída, a superfície de transição e a  superfície de aproximação e de saída em curva.             Como elaborar o plano base do meuheliponto de forma segura?    Por fim, é evidente que o processo de homologação de um heliponto exige muita atenção e trabalho para o cumprimento de todas as exigências feitas pela Agência Nacional de Aviação Civil.    Dessa forma, se você tem interesse nesse mercado ou já possui um heliponto, mas falta uma consultoria adequada, não há uma fórmula mágica na realização do seu PBZPH. Entretanto, a diferença está na escolha certa. Agende uma consultoria gratuita e descubra como nossos especialistas podem personalizar a implementação do seu plano base de zona de proteção de heliponto para atender às suas necessidades exclusivas da forma mais ágil, confiável e segura. Entre em contato e faça uma consultoria gratuita com nossos especialistas no assunto.  

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NOTAM: O Que é e como Emitir

Por que emitir um NOTAM? Você já parou para pensar em como pilotos de avião são avisados de interdição de pistas para manutenção ou para outros eventos? Ou como pilotos de acrobacia conseguem notificar outros de que estão utilizando um certo espaço aéreo? Essas perguntas e muitas outras podem ser respondidas com o NOTAM. O que é o NOTAM? NOTAM, sigla para Notice to Airman (Aviso para Aeronavegantes), é uma mensagem que tem como objetivo divulgar alterações ou restrições temporárias que possam ter impacto nas operações aéreas, como interdições de pistas ou o fechamento de certos espaços aéreos. Ele é um modelo de informação aeronáutica e, como tal, é divulgado no site da AIS (Serviço de Informação Aeronáutica). Mas qual a importância dessa ferramenta? O NOTAM é essencial na medida em que ajuda na prevenção de acidentes aéreos, posto que torna públicas informações como as citadas acima. Contribui, portanto, para a manutenção da integridade da malha aérea e para a segurança dos envolvidos. Classificações do NOTAM O uso do NOTAM, entretanto, não é restrito ao Brasil: é um meio de comunicação global. Assim, ele é classificado, primeiramente, quanto ao seu âmbito:   Além disso, o NOTAM também é classificado de acordo com o seu tipo:  Como solicitar a emissão de um NOTAM? De fato, a divulgação de informações sobre restrições é essencial para a segurança da aviação. Portanto, é necessário que pessoas, empresas ou órgãos que desejam realizar atividades as quais possam ter qualquer tipo de interferência na regularidade da navegação aérea solicitem a emissão de uma informação aeronáutica. Nesse caso, é solicitado o NOTAM, para os órgãos competentes, e, caso aprovado ele seria publicado.  Porém, muitas pessoas encontram dificuldades na solicitação e na aprovação desse aviso, devido à burocracia. Alguns documentos explicativos são muito difíceis de encontrar, e mesmo encontrando, o procedimento pode ser descrito de uma forma complexa. Assim, para tornar esses processos mais simples na sua visão, destrinchamos algumas partes para facilitar a informação. Burocracia Explicada Até março de 2019, as solicitações para a divulgação de um NOTAM eram enviadas por e-mail ou fax para a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Em seguida, seriam analisadas e, então, repassadas para o DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) para a sua publicação no site da AIS. Atualmente, existe uma plataforma de serviços uma plataforma de serviços de Solicitação de Divulgação de Informação Aeronáutica (SDIA), que tem como objetivo unificar o recebimento, por parte do DECEA, de solicitações de divulgação informações aeronáuticas. Ao centralizar e padronizar esse processo, o monitoramento da cadeia de informação é facilitado. Portanto, as solicitações para divulgar informações aeronáuticas, que incluem o NOTAM, são feitas através do SDIA. Cadastro Para utilizar a plataforma, é necessário, primeiramente, fazer o cadastro como Autoridade Originadora, que seria a responsável por originar os dados e as informações para divulgação.  Após clicar em “Cadastrar-se!”, é preciso preencher todos os campos com as informações pedidas, atentando às que são obrigatórias, marcadas com um asterisco (*).  Nos primeiros campos, é preciso inserir o nome da organização e o CNPJ em caso de pessoa jurídica, ou o nome completo e CPF em caso de pessoa física. Em seguida, deve-se selecionar o tipo de organização que irá originar as informações – essa parte é importante no sentido de ser o primeiro filtro para a divulgação dos dados aeronáuticos, visto que, com o tipo de organização selecionado, a pessoa que está cadastrando só poderá divulgar informações específicas para esse tipo. Tendo isso definido, a seguir é necessário preencher os campos de contato, registrando telefones e e-mail; por fim, basta criar uma senha, concordar com os termos de uso e, enfim, confirmar o cadastro. Passo a Passo para o Envio de Solicitação  Após feito o cadastro, basta fazer login com a conta criada e o sistema é acessado. A partir disso, a pessoa interessada passa a ter acesso a um formulário eletrônico, por meio do qual ela vai enviar a solicitação.  Tendo feito esse processo, basta anotar o número de protocolo que será dado pela plataforma e aguardar a análise da solicitação. Vale ressaltar que a informação aeronáutica enviada pode ser divulgada no site do AIS de diversas formas, de acordo com a sua duração e ao quê ela diz respeito – a informação provavelmente será publicada como NOTAM se a sua vigência for de curta duração, ou seja, de até 3 meses. Qualquer Dúvida Entre em Contato Como visto, o NOTAM, é de suma importância para o funcionamento da aviação, devido à sua utilização universal como meio de comunicação. Dessa forma, é essencial que qualquer pessoa, empresa ou órgão que desejam realizar atividades, que possam causar interferência na regularidade da navegação aérea, solicitem a emissão de uma informação aeronáutica. Portanto, se você tiver dúvida sobre as classificações do NOTAM ou até mesmo sua emissão entre em contato conosco por [email protected], pelas redes sociais ou comente aqui em baixo! Autor: Yasmim Carvalho

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