Acústica

sistema de gestão da qualidade atualizado

Como um Sistema de Gestão da Qualidade Garante que os Laboratórios se Mantenham Atualizados

A norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 – Requisitos Gerais para a Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração – apresenta diretrizes para a padronização de aspectos que influenciem diretamente na confiabilidade dos resultados dos laboratórios. Abordaremos, então, como a implementação de um sistema de gestão da qualidade ajuda os laboratórios a se manterem atualizados com algumas tendências e avanços tecnológicos emergentes. A Norma e as tendências de mercado Quando falamos de qualidade, é crucial reconhecer a necessidade de retroalimentação do sistema em questão (a operação do laboratório neste caso). Ou seja, deve haver mecanismos que permitam a entrada de feedbacks resultantes das diversas atividades, e a partir de diversas “fontes” – internas ou externas. Com respeito às últimas, neste contexto podemos compreendê-las como sendo os clientes. Eles são os usuários finais dos serviços e/ou produtos que um laboratório presta e/ou fornece. Sendo assim, os atributos – sejam positivos ou negativos – que eles indicam com relação ao que lhes foi entregue são de grande valia. Isso por que o resultado final é decorrente de uma série de processos, que, em cadeia, podem gerar resultados positivos, desde que tenham sido executadas de modo a atender os requisitos próprios. No entanto, esses processos podem acumular falhas que, mesmo sendo pequenas à primeira vista, podem gerar grandes consequências – por muitas vezes mais complexas de ser resolvidas que suas causas iniciais. Como isso acontece na prática? Para exemplificar, pensemos na seguinte situação: determinado laboratório que realiza ensaios vem emitindo seus laudos da mesma forma há muitos anos. Porém, no último ano vários clientes vêm ficando insatisfeitos: há excesso de informações nesses laudos e falta clareza quanto aos principais resultados e conclusões obtidas. Os responsáveis pelos laudos acreditam que os clientes estão satisfeitos, pois nunca receberam nenhuma reclamação; sendo assim, não pretendem mudar nada em seus laudos. Temos, então, duas possibilidades: as reclamações não são repassadas àqueles que poderiam resolvê-las ou não há sequer um canal para que os clientes façam reclamações – o que é ainda mais grave. Certamente esse laboratório não conseguirá acompanhar essa tendência trazida pelos desejos de seus clientes. Neste caso em específico, a norma ABNT NBR ISSO/IEC 17025:2017 prevê que os laboratórios possuam um processo documentado que receba e analise criticamente as reclamações recebidas (item 7.9). Assim, o laboratório tem a oportunidade de saber o quanto seus clientes estão satisfeitos ou insatisfeitos, para perpetuar boas práticas e agir em cima de fatores que geram as reclamações, para alinhar-se com as expectativas dos clientes – desde que estas não firam princípios básicos, como a imparcialidade, por exemplo. A ISO e os avanços tecnológicos Por outro lado, há um requisito que pode auxiliar com a implementação de avanços tecnológicos: garantia da validade dos resultados (item 7.7). Tal garantia se dá por uma série de procedimentos que vão desde a calibração de equipamentos a ensaios de proficiência. Naturalmente executam-se algumas etapas propostas pela norma no dia a dia dos ensaios; já outras, com uma periodicidade menor (como uma comparação interlaboratorial, por exemplo). A análise crítica dos resultados obtidos nesses procedimentos pode revelar se o laboratório dispõe da melhor tecnologia disponível em sua área. outra interpretação do efeito do sistema de gestão da qualidade Neste aspecto, quando o assunto é tecnologia, talvez seja natural pensar primeiro em equipamentos mais precisos. Porém, o próprio conceito de tecnologia inclui outros fatores, como a “Teoria ou análise organizada das técnicas, procedimentos, métodos, regras, âmbitos ou campos da ação humana”. Assim, podemos compreender que o aprimoramento dos métodos e das técnicas são tão relevantes quanto a utilização de melhores ou mais novos equipamentos. Só é possível ao laboratório comparar seu desempenho com padrões melhores se houver processos coerentes e registros constantes das suas avaliações de processos internos relacionados à finalidade de sua atividade (ensaio/calibração). Podemos ainda pensar nos instrumentos – formulários, cartas de controle, planos de ação, entre outros – utilizados para a gestão da qualidade dos processos. À medida que eles vão sendo utilizados, o laboratório pode avaliar e selecionar aqueles que trazem mais resultados e de forma mais eficiente. Em certos requisitos, a norma não obriga o laboratório a cumpri-lo desta ou daquela forma. Portanto, pode-se fazer escolhas, testes e alterações durante o processo de criação e adaptação ao Sistema de Gestão da Qualidade. Gostou deste tema e quer saber mais sobre? A AEROJR. presta uma consultoria completa para a elaboração de um Sistema de Gestão da Qualidade que atende aos requisitos da ABNT NBR ISSO/IEC 17025:2017 e pode manter seu laboratório atualizado com as principais tendências do mercado em que situam-se as atividades e também com as tecnologias da área. Entre em contato conosco e descubra como de fato aproveitar tais oportunidades que a implementação dessa norma pode trazer! Autor: Flaubert Ferreira

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Normas ISO 17025 e ISO 9001: diferenças e benefícios

O Que São as Normas ISO 9001 e ISO 17025 eQual a Importância Delas para uma Boa Gestão de Qualidade? As normas ISO 17025 e ISO 9001 são documentos normativos técnicos internacionais que apresentam os requisitos necessários para a execução efetiva de um bom sistema de gestão da qualidade  (SGQ). Assim, a importância dessas está relacionada ao fato de que garantem a otimização de processos e estabelece procedimentos para uma maior agilidade no desenvolvimento de produtos além de definir uma série de práticas para promover uma maior satisfação do cliente.  As normas abrangem qualquer laboratório que busca a realização de uma boa gestão de qualidade e o aprimoramento da eficácia e conformidade de sua organização. Nesse texto, trataremos a respeito das principais diferenças entre ambas as normas e quais quais os benefícios diretos para para o seu laboratório ao buscar sua acreditação. Quais São as Principais Diferenças Entre asNormas e Suas Áreas de Atuação? A principal diferença entre as duas normas está no propósito da aplicação. Pode- se aplicar a norma ISO 9001 a todo tipo de empresa, abrangendo, não apenas o SGQ, mas também diversos tipos de setores da organização. Enquanto a norma ISO 17025 possui uma aplicação mais exclusiva aos laboratórios de calibração e amostragem. Dessa forma, a ISO 9001 refere-se a um modelo que garante a otimização da qualidade de gestão. Por sua vez, a ISO 17025 estabelece requisitos técnicos e gerenciais que buscam demonstrar a competência e a confiabilidade dos resultados gerados no laboratório. Assim, ao estar acreditado apenas aos requisitos da norma NBR 17025, para atender aos requisitos da NBR 9001 é necessária a preocupação com alguns outros fatores. Inicialmente, como a segunda norma trata de casos gerais para todas as empresas, necessita-se determinar o contexto no qual o laboratório se insere e desenvolver um âmbito de SGQ, tornando-se um esforço a mais que é eliminado ao buscar diretamente e acreditação da NBR 17025. Outro caso de diferença entre as especificações técnicas se dá pela generalização proporcionada pela NBR 9001. Como esta exige uma série de requisitos de monitorização e medição mais restritos que aqueles da NBR 17025, que preocupa-se apenas em manter o nível de exigência necessário para um bom SGQ, torna-se desnecessário uma precisão a mais para o contexto de laboratórios de calibração, proporcionando a exigência de um custo extra e evitável. Por que se Adequar às Normas e Investir em terum Bom Sistema de Gestão de Qualidade? Fundamentalmente, a prática de um SGQ  regido pela norma NBR 17025 é uma decisão estratégica a ser tomada pela instituição que deseja buscar um diferencial de mercado, reduzir seus custos operacionais, garantir a competência em seu trabalho e conquistar a confiança e o bem estar de seus clientes. É evidente que, com o passar do tempo, houve uma intensa restrição e isolamento dos mercados consumidores. Um exemplo disso se deu na recente Deliberação Normativa COPAM (Nº 216, de 2017) no estado de Minas Gerais. Essa profere a exigência de acreditação na ISO 17025. Portanto, ao adequar-se a essas normas, o laboratório ganha a capacidade de atuação de forma economicamente sustentável em outros nichos de mercado. Já é esperado que a obrigatoriedade da norma seja prevista para outros estados. Como um bom sistema de gestão de qualidade pode ser um diferencial? Do mesmo modo, outra atribuição imposta às instituições que buscam a realização de um bom sistema de gestão de qualidade é o cenário atual em que estamos diante de um consumidor muito mais ativo, exigente e informado. O que aumenta a necessidade das organizações fornecerem um serviço melhor que a concorrência. Dessa forma, o reconhecimento na norma NBR 17025 torna-se um diferencial na captação de novos clientes por justamente fornecer ao mercado uma demonstração certa da qualidade das operações e habilidades do laboratório. O que entrega um resultado claramente válido e de destaque, se tornando um forte diferencial competitivo frente aos concorrentes. Em conjunto a tudo isso, é evidente as atuais dificuldades de grande parte das empresas em lidar com as oscilações da atividade econômica. Tornando quase obrigatório uma busca pela redução de gastos em diversas áreas de operação. Dessa forma, é comum que essas oscilações coloquem laboratórios de calibração em dificuldades financeiras. Por esse motivo, vê-se a necessidade de evitar os custos desnecessários como falhas na qualidade, erros de operação e uma má gestão. Assim, ao buscar a qualificação à norma ISO 17025, a empresa corta diretamente gastos evitáveis causados por erros de operação, visto a garantia da qualidade de operação e uma boa gestão, que são exigidos por ela, bem como a mentalidade de melhoria contínua que é requisitada para essa acreditação. Como faço para adequar meu laboratório à normaISO 17025 de forma eficaz e segura? A diferença está na escolha certa. Agende uma consultoria gratuita e descubra como nossos especialistas podem personalizar a implementação da NBR ISO/IEC 17025:2017 para atender às suas necessidades exclusivas. Contate um gerente especialista da AEROJR  e garanta a acreditação eficiente e segura para uma boa gestão de qualidade do seu laboratório.

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5 motivos para voce fazer um projeto acustico

5 Motivos para Você Fazer um Projeto Acústico

A utilidade de um bom isolamento acústico todos já conhecemos: poupar o seu local dos ruídos de trânsito e construções nas grandes cidades, adequar seus cômodos às leis contra poluição sonora e até garantir a privacidade dos cômodos. Esse recurso tem se popularizado ainda mais com a tendência crescente do trabalho remoto e de home studios, o que aumentou de forma significativa a busca pela realização de projetos acústicos. Se você ainda tem dúvidas se vale a pena ou não investir em um planejamento desse tipo para o seu imóvel, confira 5 motivos que selecionamos para você realizar o seu projeto acústico! O que são projetos acústicos? São as soluções elaboradas por profissionais para realizar o tratamento e/ou isolamento sonoro dos cômodos de um imóvel, atendendo às necessidades do cliente. Neles são definidas as soluções acústicas que serão aplicadas ao local, dentre as diversas existentes no mercado, especificando as medidas e os materiais de cada item. O processo envolve o mapeamento do local, a construção da planta baixa e a análise das vizinhanças e da disposição dos móveis, seguidos da escolha das técnicas de condicionamento e isolamento acústico. É importante lembrar que cada solução de isolamento sonoro, sejam painéis acústicos, janelas duplas, lãs de vidro em drywalls, etc, tem seus prós e contras para cada situação. A seguir estão alguns pontos que mostram como os projetos acústicos auxiliam na hora de encontrar a melhor solução para as suas necessidades: 1. Garantia da personalização do projeto Aqui lembramos que cada cômodo é único: o seu formato, tamanho, os móveis que ali se encontram e o seu uso influenciam de forma direta na acústica do ambiente. Então nem sempre a solução mais popular é a que soluciona melhor a sua necessidade. Assim, com o diagnóstico inicial do ambiente e o objetivo do tratamento acústico definido no início do projeto, é possível selecionar a solução – ou a combinação de diferentes ferramentas – mais eficiente para o seu contexto. 2. Materiais mais indicados para a execução Com o projeto personalizado sendo executado com transparência constante para o cliente, é possível equilibrar da melhor forma o custo-benefício das soluções, caso isso seja solicitado por ele. Isso porque o material mais elaborado encontrado atualmente no mercado pode ser mais do que o necessário para o seu objetivo. Contar com o conhecimento que o profissional oferece, em relação à efetividade dos materiais e do tipo de isolamento, é primordial para identificar isso nas fases iniciais do projeto e trazer um alívio para o orçamento da sua reforma. 3. Economia Uma dor de cabeça que pode surgir com a execução de uma solução acústica sem o acompanhamento de um profissional qualificado é a necessidade eventual de reforçar o que foi feito ou até refazer completamente a obra. Isso porque nos casos em que o objetivo do isolamento seja a adequação de um local a uma norma, ou o tratamento do som para uso em produção musical, o resultado final acaba sendo bastante sensível a possíveis erros. Assim, investir na execução correta e adequada da solução, com um bom projeto acústico, pode evitar gastos consideráveis no futuro. 4. Garantir soluções acústicas eficientes Além do custo-benefício, a realização de um projeto acústico envolve entender o objetivo e o nível necessário do isolamento para trazer a solução mais eficaz para o cliente. Isso porque soluções para isolar um cômodo dos demais, isolar o ruído externo ou fazer o tratamento para melhorar a qualidade do som dentro de um local exigem materiais e processos específicos. Além disso, possibilita que o projeto seja feito alterando o mínimo possível da estrutura do local. 5. Isolando o cômodo para atender às normas Se o seu objetivo é adequar sua obra às normas existentes de poluição sonora, é importante primeiramente identificar o nível de redução do ruído necessário. Além disso, entender sobre o uso de cada material e das combinações possíveis de ferramentas de isolamento acústico é primordial para não gerar um isolamento abaixo do necessário, mas também não exagerar nos materiais e gerar um gasto desnecessário. Por isso contar com profissionais que entendam sobre acústica e isolamento sonoro é indispensável para evitar que o processo precise ser refeito. Entender esses pontos é essencial para que você possa ter a segurança de ter, ao final do processo, um tratamento acústico de qualidade e que não gera frustrações no futuro. Se interessou? A AEROJR. oferece o serviço de projeto acústico que conta com todos os benefícios mencionados. Caso tenha interesse, não deixe de entrar em contato com a gente! Autora: Luiza Leonel

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Principais erros em gestão da qualidade que atrapalham a sua empresa

Já possui um sistema de gestão aplicado à sua empresa, porém não obtém os resultados desejados? Então entenda agora os 4 principais erros em gestão da qualidade e como eles atrapalham a sua empresa. O que é gestão da qualidade? Os sistemas de gestão são diversos e sua implementação na organização favorece o alcance dos objetivos com eficácia e eficiência. Eles representam uma forma de gerir um determinado campo da sua empresa, auxiliando no controle e na tomada de decisões. Tendo fundamentado a importância de um sistema de gestão, vamos entender melhor o campo referente à qualidade. A aplicação da qualidade está associada à noção de melhoria contínua, entendida como um processo de mudanças adotadas visando melhorar a organização e agregar valor a esta. Dessa forma, o Sistema de Gestão de Qualidade representa a estrutura criada para garantir e gerir a qualidade dos procedimentos operacionais, das responsabilidades e dos recursos necessários de uma empresa. Além de reduzir os custos, possibilitar a correção de processos e a realização de novos investimentos, um Sistema de Gestão da Qualidade baseado nos requisitos da norma ISO/IEC 17025:2017 é fundamental, sobretudo, para empresas que visam garantir a confiabilidade dos processos executados.  SGQ e a ISO 17025 A norma ISO/IEC 17025:2017 representa um padrão internacional para qualificação de laboratórios de ensaio e/ou calibração, isto é, empresas que realizam “medições”. Uma vez que esta norma é atendida, a confiabilidade dos resultados da sua organização são garantidos. Além disso, torna evidente para órgãos reguladores que existe uma preocupação com a qualidade dos resultados emitidos por sua empresa. Isso representa um diferencial competitivo ao evidenciar seu compromisso com a conformidade e a qualidade dos serviços prestados. Por fim, a adoção de um sistema de gestão de qualidade possibilita a integração do colaborador ao processo, garantindo que se tenha um detalhamento da execução dos procedimentos da maneira correta ao responsável. Principais erros em gestão da qualidade e suas consequências Agora que entendemos a importância de um sistema de gestão da qualidade para empresas de setores diversos, é necessário ressaltar os principais erros em gestão da qualidade e como estes prejudicam o desempenho da sua empresa. 1. Não realizar a revisão dos resultados  A revisão é imprescindível na garantia da qualidade geral do trabalho, possibilitando a identificação de problemas precocemente e, por conseguinte, a realização das correções. Assim, um erro não identificado gera resultados equivocados, comprometendo a credibilidade da empresa. 2. Treinamento inadequado da equipe A capacitação dos colaboradores com relação aos procedimentos envolvidos no sistema de gestão da qualidade é essencial no desempenho da equipe. A ausência ou a ineficácia no treinamento dos membros de uma equipe gera um aumento no número de falhas e, consequentemente, a necessidade da realização do retrabalho.  3. Falta de controle de estoque e de faturamento Gerir os materiais de um laboratório é fundamental, por exemplo, para garantir a qualidade dos materiais existentes, evitando a presença de produtos fora do prazo de validade e possíveis faltas no estoque. Além disso, o controle diário do caixa influencia diretamente o funcionamento e desenvolvimento da sua empresa.  4. Elevados atrasos em medições A produtividade do seu laboratório está diretamente associada à regularidade na realização das medições. Sendo assim, uma elevada taxa de atraso representa uma necessidade de reavaliar o fluxo de trabalho, buscando pontuar o momento na cadeia produtiva em que ele acontece. Em adição, atrasos podem ser um indicativo da necessidade de maior capacitação e automação dos processos, sendo assim qualidade e precisão garantem uma entrega pontual. Agora você sabe que a implementação de um bom sistema de gestão é indispensável em uma empresa que deseja a garantia da qualidade. Isso vale, sobretudo, para empresas que oferecem serviços de ensaio, calibração e amostragem, e que anseiam pelo diferencial competitivo do selo de reconhecimento na ISO/IEC 17025:2017.  Se ficou com alguma dúvida ou se você quiser saber mais sobre sistemas de gestão da qualidade, pode entrar em contato conosco! A AEROJR. oferece consultoria na produção do manual da qualidade para o seu laboratório, auxiliando a obtenção do selo de reconhecimento perante a norma. Autora: Taoane Morais.

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Características do Som: entenda como elas influenciam as Soluções Acústicas

Na construção de home studios, estúdios de gravação ou outros espaços destinados à produção de som, muitas vezes encontramos obstáculos para isolar e tratar o ambiente da melhor forma possível, de modo a reduzir a transmissão de ruídos e manter uma qualidade de som agradável. Um dos principais desafios para alcançar o nível desejado é a dificuldade de compreender como as características do som e os seus fenômenos podem ter impacto no isolamento e tratamento acústicos. As seguir, vamos introduzir alguns conceitos sobre as ondas sonoras e como elas afetam o nosso objetivo. O que são as características do som? Antes de mais nada, é necessário fazer uma diferenciação. As ondas sonoras são ondas mecânicas, cuja propagação ocorre por meio de regiões de compressão e rarefação das moléculas que compõem o meio pelo qual as ondas estão viajando. Já o som consiste em uma sensação auditiva resultante da interação entre as ondas sonoras e os aparelhos internos do nosso ouvido. Tendo isso em mente, poderemos compreender as características fisiológicas do som, que se relacionam às propriedades das ondas sonoras. A altura de um som consiste na distinção entre sons agudos e graves, e relaciona-se à frequência das ondas sonoras. Quanto maior a frequência, mais alto e mais agudo o som, e quanto menor a frequência, mais baixo e mais grave o som. Já a intensidade do som possui relação com a quantidade de energia que a onda sonora carrega, ou seja, a sua amplitude. Então, quanto maior a amplitude da onda, maior a quantidade de energia que ela carrega e, assim, mais intenso é o som; quanto menor a sua amplitude, menor a intensidade do som. Por fim, associamos o timbre ao formato da onda sonora. Isso é o que nos permite diferenciar o som produzido por fontes sonoras distintas, como diferentes instrumentos, mesmo que elas tenham a mesma frequência e amplitude. Como essas características impactam no isolamento do som? Ao realizarmos o isolamento acústico de um cômodo, as características fisiológicas são considerações extremamente importantes. Primeiramente, devemos analisar a pressão sonora que é produzida no interior do ambiente, ou seja, a intensidade do som, a fim de definirmos o nível de isolamento necessário. Por exemplo, supondo que estamos trabalhando com dois cômodos distintos: um em que será tocado apenas um violão, sem amplificador, e no outro, uma bateria. Ao comparar a intensidade do som produzido em ambos os ambientes, é evidente que, no segundo, ela é muito maior, o que torna necessário um isolamento mais reforçado que o que é preciso no primeiro. Um exemplo seria a instalação de uma parede dupla de drywall ou o uso de vermiculita expandida. Já em relação à altura do som, essa característica influencia diretamente no tratamento acústico, haja vista que sons de frequências distintas são absorvidos de maneiras diferentes por materiais acústicos. Para ilustrar, retomamos o exemplo utilizado para a intensidade sonora. Temos, no primeiro cômodo, um violão, que é um instrumento que tradicionalmente produz sons de frequência mais alta, ou seja, mais agudos, ao passo que, no segundo cômodo, temos uma bateria, que emite ondas sonoras de frequência baixa. Dessa forma, quando realizarmos o tratamento destes cômodos, devemos nos atentar ao fato de que temos instrumentos produzindo sons de faixas de frequências diferentes. Portanto, devemos direcionar a escolha de materiais em cada ambiente. No primeiro, poderíamos optar por painéis acústicos com preenchimento de lã mineral e revestimento de tecido ortofônico. Estes materiais são eficientes para a absorção de ondas de faixas de frequência mais altas. Já no segundo, poderíamos posicionar no cômodo bass traps, também conhecidos como armadilhas de graves, que consistem em elementos voltados para a absorção de frequências baixas. Quais são os principais fenômenos sonoros e como eles surgem? Já em relação aos fenômenos sonoros, iremos citar dois principais, que têm grande efeito no direcionamento do tratamento de um cômodo: a ressonância e a reverberação. A reverberação é o resultado da reflexão reiterativa das ondas sonoras produzidas no interior de um ambiente. Isso provoca o prolongamento do som, mesmo depois da interrupção da sua emissão, prejudicando a sua qualidade. Além disso, costuma-se indicar esse fenômeno pelo tempo de reverberação, que consiste na quantidade de tempo que o nível de pressão do som leva para reduzir 60 dB, depois que desligamos a fonte. Já a ressonância ocorre quando uma fonte emissora produz ondas sonoras de frequência igual à frequência natural de vibração de um corpo. Isso resulta em um drástico aumento de amplitude, que, por sua vez, como já explicamos, está associada à intensidade do som. Como os efeitos impactam no tratamento acústico? A reverberação traz como consequência a persistência do som emitido, mesmo após a sua interrupção; já a presença da ressonância pode resultar na criação de modos acústicos dentro do cômodo, provocando diferenças na intensidade do som dentro do espaço. Em ambos os casos, a qualidade do som é prejudicada, o que torna necessárias soluções para a correção desses fenômenos. Por isso, em casos de reverberação ou ressonância, recomendamos a instalação de materiais absorvedores no ambiente. Para isso, ressaltamos os painéis acústicos, os bass traps (absorvedores de graves) e as nuvens acústicas. Além da preocupação com os elementos mencionados, também enfatizamos a necessidade de considerar o formato do cômodo. Espaços em que há paralelismo entre as paredes são muito mais prováveis de sofrerem com esses fenômenos, devido à reflexão reiterativa das ondas sonoras. Para isso, recomenda-se a quebra de paralelismo, podendo ocorrer utilizando placas de madeira para alterar o formato do cômodo. Da mesma forma, também são indicados os difusores para o tratamento do paralelismo, já que são responsáveis por distribuir as ondas sonoras que o alcançam pelo ambiente. Saiba mais! Sem dúvida, ao lidar com isolamento e tratamento acústico de cômodos, devemos sempre considerar as características do som produzido em seu interior e os fenômenos que este gera, para obtermos um resultado mais assertivo. Logo, se você tem interesse em realizar melhorias na acústica de seu ambiente, ou ainda tem alguma dúvida sobre as características do som,

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ISO/IEC 17025: Saiba Tudo Sobre a Norma

No Brasil, atualmente, empresas que realizam serviços de ensaio, calibração e amostragem com posterior ensaio, possuem a necessidade de adequarem seus processos internos e se regularizarem às exigências de normas diversas, de acordo com o escopo de seus serviços. Dentre elas, a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 tem se destacado por sua relevância mercadológica. Independentemente do escopo do serviço realizado pela empresa, estando ele relacionado a um dos três tipos citados acima, essa norma é aplicável. Isso se dá pois ela trata de princípios da qualidade que devem reger os processos de um laboratório. Além disso, ela garante sua competência e a validade de seus resultados, independente do  ramo em que ele atue. Um exemplo de laboratórios são as empresas que realizam monitoramento de ruído ambiental e emissão de laudos de ruído, uma atividade classificada como ensaio acústico. Para se adequarem à ISO 17025 e conseguirem o reconhecimento no Inmetro ou órgão metrológico estadual responsável, os laboratórios precisam estruturar e implementar um Sistema de Gestão da Qualidade que garanta o cumprimento dos requisitos da ISO. Todavia, muitas organizações ainda desconhecem essa norma, sua importância e como implementá-la. Tendo isso em vista, explicaremos a seguir os principais pontos que você precisa saber sobre a ISO 17025. O que é a ISO 17025? A norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, no Brasil, foi revisada em 2017 e encontra-se nessa versão mais recente. Ela é um documento normativo técnico internacional que estabelece os “requisitos para laboratórios, de modo a permitir que eles demonstrem que operam competentemente e que são capazes de gerar resultados válidos”, como é mencionado no próprio documento. Essas exigências avaliam a qualificação dos processos e trabalhos de laboratórios de ensaio, calibração e amostragem, com posterior ensaio. No escopo da norma, se abordam diversos requisitos sobre todos os processos que influenciam as atividades de um laboratório. Essas exigências englobam desde a solicitação de um serviço por um cliente, a manutenção e conservação de equipamentos e a rastreabilidade metrológica, até a realização de análises críticas, auditorias e validação dos métodos utilizados. Ademais, a ISO/IEC 17025 requer que os laboratórios planejem e implementem ações para abordar riscos e oportunidades. Isso estabelece uma base para aumentar a eficácia do Sistema de Gestão, alcançar melhores resultados e prevenir efeitos negativos. Assim, esta norma orienta as organizações dos critérios necessários na construção de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ). Esse cujo principal objetivo é criar e implementar diretrizes para balizar o funcionamento da empresa de acordo com o que rege a norma. Como implementar a Norma? A empresa que deseja adequar-se e obter o selo da qualidade do Inmetro por meio da acreditação deve, necessariamente, adotar as diretrizes da norma em seu escopo organizacional. Para isso, uma das formas mais eficientes é implementar um Sistema de Gestão da Qualidade edificado sobre os requisitos da ISO. Um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) é um sistema de processos interligados, os quais abrangem todas as operações de um laboratório que influenciam em seus trabalhos de ensaio ou calibração. O SGQ condensa esses processos por meio de procedimentos e registros, que objetivam padronizar todas as atividades da empresa e reter informações importantes sobre elas, respectivamente. Isso é feito por meio de um documento principal, o Manual da Qualidade, e dos documentos anexos, que são os POPs (Procedimentos Operacionais Padrão) e os formulários. De maneira bastante resumida, para construir um SGQ, é necessário efetuar um levantamento de todos os processos realizados pelo laboratório que sejam abarcados pela norma. Em seguida, analisá-los detalhadamente para diagnosticar possíveis não conformidades. Com base nessa análise, é feita a adequação e/ou criação de novos procedimentos, a fim de atender às exigências da ISO. A partir daí, a empresa deve implementar esses novos métodos em seu escopo e maturar o processo para, posteriormente, ser auditada por auditores especializados na 17025. Quando o SGQ é bem estruturado e implementado no laboratório de forma que não sejam encontradas não conformidades, ele pode ser recomendado para a acreditação e receber seu selo da qualidade. Quais são as vantagens de obter a acreditação na ISO 17025? Inicialmente, ao implementar um Sistema de Gestão da Qualidade na sua empresa e adequar seus processos, é possível obter uma diminuição de custos operacionais. Suas diretrizes e ações eficazes são voltadas para a prevenção e redução dos impactos gerados por não conformidades. Assim, a ISO ajuda a mitigar gastos com essas falhas, bem como evita retrabalhos. Após a implementação do SGQ, a empresa deve solicitar sua acreditação ao Inmetro e, assim, ela conseguirá seu selo da qualidade. Esse selo comprova que a organização opera competentemente e fornece resultados válidos. Com isso, eleva sua autoridade no mercado e gera maior confiança para os clientes. Por si só, a acreditação à ISO 17025 configura um grande diferencial competitivo para empresas perante ao mercado em que atuam, contribuindo para o aumento da lucratividade. Além disso, ela possibilita que os laboratórios atuem em mercados mais restritos e com altos níveis de exigências. Por comprovar a competência da organização e a validade dos resultados que ela produz, a acreditação à norma facilita a entrada dessas empresas em certos nichos. Por exemplo, aqueles relacionados à realização de ensaios físicos, químicos e biológicos, atividades de amostragem em quaisquer matrizes ambientais, e serviços demandados por licitações. Dessa forma, nota-se que a implementação da norma traz diversas vantagens e oportunidades para a empresa, sendo sua relevância de caráter internacional. Ademais, tendo em vista sua importância na garantia da qualidade, é esperado que, com o passar do tempo, novas deliberações sobre sua exigência surjam no país. Assim, nota-se que as empresas que já procuram se adequar dão um passo à frente em seu ramo de atuação. Conte com a AEROJR. Você possui uma empresa que oferece serviços de ensaio, calibração e amostragem com posterior ensaio, mas ainda não está de acordo com a ISO/IEC 17025? Então, conte com a ajuda de uma empresa especializada! Na AEROJR. construímos um Sistema de Gestão da Qualidade para que você fique de acordo com a norma e

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5 razões para implementar a ISO 17025 em seu laboratório

A norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 é um documento normativo técnico internacional que apresenta os  requisitos gerais para comprovar a competência de laboratórios de ensaio e calibração. Assim, toda organização que realize calibração, ensaio e amostragem com posterior ensaio é embarcada por essa norma. No Brasil, sua última revisão ocorreu em 2017, e, desde então, essa é a versão mais atual. Neste texto mostramos 5 motivos pelos quais você deve implementar a ISO 17025 em seu laboratório e ser um diferencial no mercado! Fundamentalmente, essa norma orienta as empresas sobre todos os aspectos a serem observados na construção de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), cujo principal objetivo é orientar o bom funcionamento da empresa pelo que rege a norma. Portanto, esse SGQ deve ser construído de maneira tal que contemple todas as atividades que podem influenciar no serviço e no escopo de acreditação. Dessa forma, a implementação de um SGQ em consonância com a ISO 17025 consiste em uma decisão estratégica para a entidade. Isso ocorre, pois, se realizada de maneira adequada, pode trazer diversas vantagens e melhorias para a empresa. Entretanto, muitos laboratórios ainda existem em implementá-la por desconhecer todas as vantagens que o SGQ pode trazer a empresa. Tendo isso em vista, contamos a seguir as 5 razões que tornam a ISO 17025 extremamente importante para o seu laboratório. 1. Rastreabilidade e garantia de competência Ao passo que ocorrem avanços tecnológicos nos mecanismos de medição, torna-se necessário que organizações adequem toda a sua operação a parâmetros modernos de gestão da qualidade. Por essa razão, é essencial que o laboratório demonstre que seus resultados são válidos e verificáveis por meio de critérios técnicos internacionalmente aceitos. Nesse contexto, a ISO 17025 orienta a construção de um Manual da Qualidade efetivo e consolidado. Assim, ele deve abranger desde o recebimento de um pedido por parte de um cliente (item 7.1); passando pelos métodos que o laboratório usa em seus ensaios e amostragens (item 7.2); e indo até à finalização dos serviços, abordando a retroalimentação que deve-se procurar junto aos colaboradores e clientes, de modo a identificar oportunidades de melhoria (item 8.6). Esses e outros assuntos aos quais a norma traz à tona garantem a rastreabilidade metrológica, identificação dos métodos de medição e o cálculo adequado e  otimizado das incertezas de medição, tornando o serviço mais transparente e confiável.  Além disso, há indicação de caminhos seguros para que todo tipo de não conformidade, seja de atendimento aos requisitos da norma, do cliente ou do próprio laboratório, sejam registradas e tratadas de maneira adequada, facilitando o trabalho da empresa frente a todo tipo de auditoria que possa vir a passar.  2. Redução dos custos operacionais Em meio às situações de oscilação da atividade econômica, uma das principais formas de reverter prejuízos e aumentar os lucros é reduzindo custos. Sendo que frequentemente essas oscilações colocam empresas que realizam a emissão de laudos ambientais em dificuldades financeiras. Por essa razão, a mitigação de custos gerados por falhas na qualidade é uma forma objetiva de reduzir gastos evitáveis. Nesse sentido, a ISO apresenta em seu texto diretrizes modernas e eficientes voltadas para a prevenção e redução dos impactos promovidos por falhas nas atividades. Ademais, ao garantir que o Manual da Qualidade alcance resultados confiáveis, a norma traz à tona uma mentalidade de melhoria contínua e posicionamento no mercado. Dessa forma, tal mentalidade fornece à empresa bases para o desenvolvimento sustentável e melhoria do desempenho global, o que é desejado por todos do mercado. Assim sendo, a norma se torna um importante aliado do laboratório em sua sustentabilidade financeira e protagonismo no mercado a longo prazo. 3. Atendimento a mercados restritos e reconhecimento internacional Sem dúvidas, uma das principais transformações percebidas nas últimas décadas está relacionada à redução do isolamento dos mercados consumidores. Antes, organizações atendiam apenas a comunidade ao seu entorno, porém, atualmente, não é nada incomum que os laboratórios ofereçam serviços para outros estados e países. Diante desse cenário, uma ponderação importante deve ser feita: as atividades na área de emissões de laudos ambientais são guiadas por diferentes órgãos reguladores, que possuem diferentes níveis de exigência quanto à garantia da qualidade do laboratório. O estado de Minas Gerais, por exemplo, possui uma Deliberação Normativa COPAM (Nº 216, de 2017) que profere a exigência de acreditação na ISO 17025. Essa exigência se aplica a todos os laboratórios que emitem relatórios de ensaios ou certificados de calibração referentes a medições ambientais. Além disso, os órgãos integrantes do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) são responsáveis por fazer essa análise. Já no estado de São Paulo, ainda não se oficializou a acreditação como obrigatória. Entretanto, a Resolução SMA N° 100, de 2013, cita que esse processo é fundamental para laboratórios envolvidos na execução de ensaios físicos, químicos e biológicos e atividades de amostragem, em quaisquer matrizes ambientais. Essa resolução fornece grandes indícios que há um movimento dos órgãos competentes em orientar o mercado a se adequar a ISO 17025. Além disso, para a emissão de laudos para o exterior já é obrigatório a acreditação na norma. Dessa forma, a implementação da norma tornou-se um requisito fundamental para se atuar de maneira economicamente sustentável em alguns nichos do mercado. Além disso, à medida que o tempo passa, visto a relevância e o caráter internacional da ISO 17025, é esperado que novas deliberações semelhantes surjam em mais estados. 4. Conquista da confiança dos clientes e diferencial competitivo Não é mais possível considerar que os clientes de serviços de emissão de laudos ambientais serão alvos passivos das organizações. Atualmente, estamos diante de um consumidor conectado, ativo e bem informado, o que reforça a necessidade das organizações oferecerem de fato um produto melhor que o da concorrência. Certamente, um dos principais critérios para a escolha do serviço é a garantia de qualidade, que precisa ser demonstrada e verificada para ser efetivamente considerada. Por sua vez, deve-se muito a esse aumento da exigência dos consumidores o aumento da fila de espera para a acreditação ou reconhecimento na ISO 17025. Pois,

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Controle de Ruído: Conheça As Principais Medidas

Ruído é todo som indesejado, como o som de uma perfuratriz em um canteiro de obras. Então, controle de ruído é um conjunto de técnicas que visam adequar os níveis de um ruído a padrões aceitáveis. Usualmente, no Brasil, esses padrões são definidos por normas ou legislações específicas, comumente municipais. Por exemplo, tem-se a Lei 9.505/2008 de Belo Horizonte que dispõe sobre os níveis de ruído máximo permitidos em diferentes faixas de horários. Portanto, empreendimentos que não seguirem essas determinações podem ser interditados e obrigados a pagar multas, que, no caso da legislação de Belo Horizonte, pode chegar a quase R$20.000,00 em casos mais graves. Além de caso legal, o controle de ruído é, acima de tudo, um caso de saúde. Segundo a OMS, a exposição contínua a ruídos pode causar problemas auditivos e até não auditivos, como doenças cardiovasculares, distúrbio do sono e comprometimento cognitivo em crianças. Assim, torna-se imperativo que empresas e indústrias, próximas de centros urbanos, avaliem a eficiência sonora de seus equipamentos e o impacto deles nas vizinhanças. Contudo, sabe-se que muitas vezes esse é um tema deixado de lado e esquecido, o que faz necessário remediar a situação. Para isso, existem diversos tipos de controle de ruído, e neste texto, abordaremos alguns dos principais. Como se faz o controle de um ruído? Do seu aparecimento até a sua extinção, o problema de um ruído passa por três fases: fonte sonora, trajetória de transmissão e receptor. Uma fonte sonora pode ser uma buzina de carro, um sistema de exaustão de ventiladores industriais, bate-estacas e perfuratrizes, um motor elétrico, etc. Já a trajetória é caracterizada pelo meio que o ruído (onda mecânica) se propaga, como o ar, paredes, tubulações. Neste caso específico, trata-se o receptor como o ser humano, aquele que está sofrendo incômodo, mas ao se tratar do problema, muitas vezes unifica-se o receptor como a comunidade (bairro, casas…) como receptores únicos. Por outro lado, tratando-se do controle, ele pode ser realizado de três maneiras: Na fonte, o que é preferível, porque dimunui a geração diretamente na sua origem. Entretanto, por já estarem instaladas e por questões econômicas, essa pode não ser, em determinadas situações, a forma mais eficiente e econômica; Na trajetória, como o enclausuramento da fonte, criação de barreiras e silenciadores; ou No receptor, como o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Mas como funcionam esses tipos de controle de ruído? Controle na fonte Como mencionado, é sempre preferível controlar o ruído já em sua fonte de geração. Todavia, em alguns casos, seria necessário trocar esse controle, por exemplo, um equipamento por um modelo silencioso, que pode ser inviável do ponto de vista econômico. De todo modo, consegue-se avaliar certos equipamentos e propor medidas que visem diminuir a produção de ruído. Bons exemplos são: Desacoplar um compressor de ar da tubulação utilizando um acoplamento flexível e, assim, diminuindo a transferência de energia vibracional na estrutura; Uso de válvulas de controle de pressão em encanamentos industriais, controlando a pressão desregulada do fluido, com velocidade diferentes em pontos da tubulação que gera turbulência e, como consequência, movimento oscilatório e produzindo ruído. Controle na trajetória Na impossibilidade de se tratar a fonte, cabe atuar na trajetória do som. Assim, nesse tipo de controle de ruído, as técnicas criam barreiras para impedir as ondas sonoras de prosseguirem em seu caminho natural. Dessa forma, situações comuns são: enclausuramento, barreiras acústicas e silenciadores. A seguir explicaremos mais sobre cada um. Enclausuramento Neste caso, identificada a fonte, cria-se uma clausura ao seu entorno impedindo o som de avançar, muito utilizada em máquinas e equipamentos industriais. Elas podem ser classificadas, simplificadamente, como: Vivas, na qual toda a clausura é dura e reflete a maior parte da energia gerada; Razoavelmente vivas, na qual parte da clausura é de material metálico leve e consegue absorver parte da energia; Medianamente vivas, quando revestidas parcialmente de materiais fonoabsorventes; e Secas, quando são completamente revestidas de materiais fonoabsorventes. Na maioria dos casos, as clausuras necessitam de algum tipo de abertura: seja para acesso para inspeção do equipamento ou para ventilação. Além disso, cabe ao engenheiro unir ao projeto básico o acesso, garantindo que nesses pontos de abertura, grandes portas para saída do ruído, haverão silenciadores apropriados. Ademais, há também a “clausura inversa”, propriamente chamada de cabines acústicas, que são projetadas para proteger a fonte (e.g. funcionário de uma fábrica) dos ruídos gerados externamente a elas. Barreiras acústicas São elementos que funcionam impedindo que a propagação direta do ruído alcance o receptor. Na imagem abaixo, pode-se visualizar o comportamento de uma onda sonora em um caminho livre. Por outro lado, nesta imagem a seguir, percebe-se que ao se incluir uma barreira, apenas uma parcela do caminho 2 e 3 atinge o receptor. Assim funcionam as barreiras acústicas, reduzindo o nível do som que penetra a sombra sonora produzida a partir do efeito de difração. Os principais fatores que influenciam na capacidade de redução são: altura da barreira e sua distância da fonte e do receptor, e as alturas da fonte e receptor em relação ao solo. Um esquema pode ser visto na imagem abaixo. Contudo, não basta ao engenheiro apenas projetar uma barreira considerando esses fatores, pois existem outras complicações. Portanto, alguns exemplos comuns são: transmissão sonora pelos flancos das barreiras, ocasionados por descontinuidades delas, elementos próximos às barreiras com altura superior, que espalham o som, dentre outros. Um “caso especial” de barreiras são os biombos, que são estruturas similares, com os mesmos propósitos, mas que posicionam-se em ambientes fechados. Nesses casos, o som consegue chegar no receptor não apenas pela difusão da estrutura, como também pelas reflexões das paredes e teto, gerando mais requisitos para análise técnica do projetista. Silenciadores São dispositivos criados para absorver a energia sonora propagada em escoamentos de fluidos. Assim, suas aplicações são diversas na indústria, visto em bombas e compressores, sistemas de condicionamento de ar e em sistemas de exaustão de ventiladores industriais. Além disso, sua classificação pode ser feita por resistivo, reativo ou uma combinação de ambos. Resistivo: atua

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ISO 17025: Entenda o que mudou da versão de 2005 para a de 2017

A norma técnica ISO 17025 tem reconhecimento internacional tratando da qualidade de medições de laboratórios. Aqui no Brasil, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) adotou a norma sobre o título de “Requisitos Gerais para Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração”. Discutimos anteriormente aqui no blog a importância e a finalidade da ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017. No entanto, você sabe o que levou essa norma a ser atualizada em 2017? A primeira edição da norma foi lançada em 1999, a segunda em 2005, o que será que mudou? Por que uma norma é atualizada? Todos os setores da sociedade acabam suscetíveis a mudanças com o tempo, sejam elas de grandes ou pequenas proporções. Uma norma técnica é redigida para estabelecer uma exigência cujo propósito é sempre positivo: assegurar qualidade, afirmar segurança, administrar um sistema padrão, entre outros fins. Com as mudanças nos mais variados setores, torna-se indispensável a revisão periódica das exigências promovidas pelas normas. Tais mudanças podem ser feitas visando adequar novos assuntos, modificar requisitos que agora são inadequados ou remover tópicos que, no tempo atual, se mostram prejudiciais. 17025:2005 versus 17025:2017 – Qual é a real diferença? Primeiro, é importante entender que a ISO 17025:2017, terceira edição dessa norma, na verdade cancela e substitui a versão datada de 2005. A descrição da própria ABNT sobre a norma de 2005 indica seu objetivo como “especificar os requisitos gerais para a competência em realizar ensaios e/ou calibrações, incluindo amostragem; cobrir ensaios e calibrações realizados utilizando métodos normalizados, métodos não normalizados e métodos desenvolvidos pelo laboratório.”. O objetivo da edição de 2017, por sua vez, é dado pela ABNT como “especificar os requisitos gerais para a competência, imparcialidade e operação consistente de laboratórios.”. Nota-se que trata basicamente da mesma coisa, portanto, entraremos mais a fundo nos documentos para entendermos as particularidades de cada versão. Como as duas edições se apresentam? A norma ISO/IEC 17025:2005 se dividia em duas seções principais: “Requisitos da direção” e “Requisitos técnicos”. Já na documentação da versão de 2017, isso foi modificado para cinco seções principais: “Requisitos gerais”, “Requisitos de estrutura”, “Requisitos de recursos”, “Requisitos de processo” e “Requisitos do sistema de gestão”. Logo, fica claro uma maior organização quanto aos procedimentos que asseguram a qualidade dos resultados do laboratório. Na verdade, a norma de 2017 está mais direcionada para o resultado da ação e menos para a maneira como esse resultado é alcançado. Dessa forma, os requisitos estão mais baseados no desempenho e menos prescritivos. Na ISO 17025:2017, não são mais exigidas políticas e procedimentos para confidencialidade. Em suma, a maneira como as informações são protegidas dizem respeito ao laboratório e ao seu pessoal interno e externo, juntamente com o provedor externo. Novamente percebe-se que a edição atual estabelece requisitos, mas não faz exigências quanto a forma com que eles devem ser cumpridos. Em todos os âmbitos é perceptível o quanto a terceira edição da 17025 retira políticas desnecessárias que não afetavam diretamente a qualidade do laboratório. Foi possível, então, flexibilizar o processo de medição ou calibração, com exigência de um resultado mais descritivo. O quê a ISO 17025:2017 traz de novo? Novos requisitos foram incluídos na ISO 17025:2017, como a exigência de uma regra de decisão claramente definida. Essa regra de decisão, pontuada como “regra que descreve como a incerteza de medição é considerada ao declarar a conformidade com um requisito especificado”, deve ser comunicada e acordada com o cliente, a não ser que seja inerente à norma ou especificação solicitada. Além do mais, alguns erros de tradução foram corrigidos. Assim como o termo “check”, que era entendido somente como “verificação” e passou a ser desmembrado como “checagem” quando relacionado a equipamentos e “conferência” quando relacionado a dados e resultados. Mudanças como essa são importantes, “check”, por exemplo, indica que a ação a ser realizada pode ser simples, não necessariamente tão complexa quanto uma verificação. Ademais, notas foram acrescentadas para facilitar o entendimento de alguns termos e requisitos, amenizando quaisquer ambiguidades ou problemas de sintaxe. O Manual da Qualidade A edição da norma ISO 17025:2017 eliminou também os requisitos para que haja um Manual da Qualidade e para o conteúdo deste manual. Além disso, a própria exigência de uma “estrutura para a documentação” não existe mais. Dessa maneira, a obrigatoriedade da inclusão, referenciação ou vinculação de processos, sistemas, registros e documentação ao sistema de gestão continua existindo, mas de maneira muito mais flexível. No entanto, a importância do Manual da Qualidade para uma empresa não deixa de existir. A mudança foi mesmo necessária? Em conclusão, fica explícito ao comparar as duas últimas versões da norma ISO 17025 que sua atualização foi responsável por tornar mais objetivo os métodos e requisitos para assegurar a qualidade do processo de medição e calibração de um laboratório. Com o foco na eficiência, a versão de 2017 não mais promove obrigações e instruções desnecessárias. A cada laboratório é permitido a adequação para a forma que mais lhe gera bons resultados, juntamente com uma maior qualidade. Os termos ficaram melhor explicados e as atribuições essenciais mais evidentes e detalhadas. Logo, claramente se tratou de um avanço da ABNT.  E então, gostou de entender mais sobre a norma? Certamente é um conhecimento valioso para quem trabalha no ramo de acústica. Aprenda e adquira ainda mais notoriedade no assunto com o nosso e-book sobre Leis Acústicas. Ademais, caso necessite de uma consultoria para sua empresa de medição de ruído e emissão de laudos acústicos, entre em contato conosco! Autor: Rafael Goulart

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Isolamento Acústico para Consultórios em BH

Muitas pessoas, quando ouvem falar de isolamento acústico, pensam direto em situações relacionadas à música (estúdios de gravação, por exemplo). O que muitos não sabem, porém, é que todo edifício construído, independente do uso, deve atentar-se à parâmetros mínimos de condicionamento do som descritos em várias normas. No entanto, apenas atender a esses requisitos mínimos pode não ser suficiente em alguns casos, como na medicina e na odontologia, por exemplo. Surge então a necessidade de um Isolamento Acústico voltado especialmente para consultórios, em destaque, nesse caso, para a região metropolitana de BH. Como nesses casos é muito comum que os cômodos sejam divididos para construir mais salas, muitas vezes não se toma o devido cuidado com a parte do isolamento acústico. Assim, acaba-se muitas vezes possibilitando que dados confidenciais dos pacientes vazem do interior da sala de consulta. Mas você deve estar se perguntando: o que eu faço, então, para garantir a total privacidade do meu paciente com um isolamento adequado? É exatamente isso que responderemos a seguir. Qual é, de fato, o impacto de uma acústica ruim em uma consulta? O primeiro impacto, e também o mais evidente, é a entrada direta de ruídos. Ela dificulta a conversa e compromete a troca fundamental de informações entre o paciente e seu médico durante a consulta. Esse prejuízo à anamnese, um dos princípios basilares na área da saúde, tem potencial, inclusive, para desacreditar o profissional e sua atuação.  Por outro lado, além da entrada de ruídos, tem-se também, como já mencionado, o vazamento de dados pessoais. Essa saída de informações pode gerar diversos problemas para o consultório, incluindo questões jurídicas e legais. Isso se dá justamente pelo fato de que o sigilo médico é prezado pelo próprio Código de Ética Médico. Desta forma, pode-se concluir que a não atenção ao isolamento acústico do consultório pode trazer (e muito provavelmente trará) malefícios para os seus dependentes. Identificando o problema no isolamento acústico O primeiro passo, nesse cenário, é identificar um possível problema. Ele se torna evidente caso, durante uma consulta, o médico ou dentista consiga escutar vozes vindas de fora da sala. Isso, claro, considerando tanto as vozes daqueles que aguardam na sala de espera quanto daqueles em alguma sala ao lado. Nesse caso, temos um sinal de que a acústica do consultório está mal condicionada. Isso significa dizer que o som está viajando com grande liberdade pelos cômodos. A partir desse ponto, é necessário, então, buscar a melhor ajuda para dar término a essa indesejada situação. A melhor solução em isolamento acústico para cada tipo de consultório Quando o assunto é Isolamento Acústico para Consultórios, dois fatores principais influenciam na qualidade e na disponibilidade de recursos aplicados: o momento da realização do projeto e o valor disponível para tal. O melhor momento para planejar o isolamento acústico No geral, a melhor solução (e a mais econômica) é aquela que é proposta antes da construção/reforma do consultório. Garantir um projeto acústico já no início, utilizando dos melhores materiais e métodos construtivos, poderá minimizar consideravelmente os custos. Contudo, essa nem sempre é a realidade corrente. Sendo assim, torna-se necessária a construção de um projeto acústico mais personalizado e eficiente, que traga quão menos mudanças possíveis. Em consultórios já seccionados, a principal atenção, além da acústica, é ao espaço que as soluções apresentadas utilizarão. Nesses casos, acaba-se tendo pouca margem para trabalho. Sendo assim, o projetista deve verificar dentre as possibilidades, aquela que afete em menor quantidade a área útil do ambiente. Às vezes, ainda, dependendo das condições, pode-se propor uma otimização da estrutura de drywall (material comumente utilizado) já existente. Essa solução, assim, poderá ser aplicada tanto pelo seu preenchimento com materiais absorvedores quanto pelo aumento, em pequena escala, de sua espessura. Vale destacar que esse aumento se alinha, também, a um preenchimento da camada existente. Além disso, os septos existentes no forro merecem uma atenção especial, para garantir que eles não sirvam de caminhos para a passagem do som. Para o caso de consultórios em que se manteve a estrutura original do cômodo, pode-se ainda levantar outras abordagens. Por exemplo, caso haja área suficiente e o orçamento permitir, um reforço nas paredes seria uma resposta viável. Assim, seria possível interromper, de vez, o fluxo de informações, dependendo, claro, do grau do isolamento acústico do consultório. Ademais, as portas, por serem grandes passagens de som, devem ser incluídas no projeto para se tornarem, assim, barreiras eficientes. O orçamento disponível para o projeto Outro ponto relevante é o orçamento disponível para se executar esses tipos de projeto. Caso ele seja mais amplo, o projetista terá mais liberdade para propor ideias que isolem por completo o ambiente. Caso contrário, ele deverá ter a habilidade de recomendar aquelas opções que ao menos diminuam a intensidade do som a níveis agradáveis e ininteligíveis. Contudo, dar atenção para a qualidade do som, mesmo depois de isolá-lo, ainda será absolutamente necessário. Isso acontece pois, ao aprisionar o som, ele pode acabar reverberando no ambiente e criando um certo desconforto. Sendo assim, deve-se ter certeza de que ele não ficará ativo por muito tempo no espaço. O Isolamento Acústico para Consultórios em BH da AEROJR. Como você pôde ver, um consultório com um tratamento acústico ineficiente pode trazer prejuízos tanto ao profissional quanto ao paciente. Dessa maneira, problemas de isolamento acústico em consultórios podem, e devem, ter uma solução aplicada com prioridade. Um isolamento acústico para consultórios bem elaborado é essencial para aqueles que querem desfrutar de um ambiente tranquilo e seguro, e primordial para os que estão buscando um auxílio médico. Isso tudo, claro, visando sanar os problemas de acordo com a realidade de cada cliente, baseado nas suas projeções de custos e necessidades. É nesse contexto que entra a AEROJR. Oferecendo aos nossos clientes projetos acústicos personalizados e direcionados a resolver suas dificuldades, buscamos sempre trazer as melhores soluções para as particularidades de cada trabalho. Com a nossa ajuda, seu consultório pode trabalhar com mais tranquilidade e conforto. Tudo isso respeitando a confidencialidade dos pacientes e sem

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