Manual da Qualidade

sistema de gestão da qualidade atualizado

Como um Sistema de Gestão da Qualidade Garante que os Laboratórios se Mantenham Atualizados

A norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 – Requisitos Gerais para a Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração – apresenta diretrizes para a padronização de aspectos que influenciem diretamente na confiabilidade dos resultados dos laboratórios. Abordaremos, então, como a implementação de um sistema de gestão da qualidade ajuda os laboratórios a se manterem atualizados com algumas tendências e avanços tecnológicos emergentes. A Norma e as tendências de mercado Quando falamos de qualidade, é crucial reconhecer a necessidade de retroalimentação do sistema em questão (a operação do laboratório neste caso). Ou seja, deve haver mecanismos que permitam a entrada de feedbacks resultantes das diversas atividades, e a partir de diversas “fontes” – internas ou externas. Com respeito às últimas, neste contexto podemos compreendê-las como sendo os clientes. Eles são os usuários finais dos serviços e/ou produtos que um laboratório presta e/ou fornece. Sendo assim, os atributos – sejam positivos ou negativos – que eles indicam com relação ao que lhes foi entregue são de grande valia. Isso por que o resultado final é decorrente de uma série de processos, que, em cadeia, podem gerar resultados positivos, desde que tenham sido executadas de modo a atender os requisitos próprios. No entanto, esses processos podem acumular falhas que, mesmo sendo pequenas à primeira vista, podem gerar grandes consequências – por muitas vezes mais complexas de ser resolvidas que suas causas iniciais. Como isso acontece na prática? Para exemplificar, pensemos na seguinte situação: determinado laboratório que realiza ensaios vem emitindo seus laudos da mesma forma há muitos anos. Porém, no último ano vários clientes vêm ficando insatisfeitos: há excesso de informações nesses laudos e falta clareza quanto aos principais resultados e conclusões obtidas. Os responsáveis pelos laudos acreditam que os clientes estão satisfeitos, pois nunca receberam nenhuma reclamação; sendo assim, não pretendem mudar nada em seus laudos. Temos, então, duas possibilidades: as reclamações não são repassadas àqueles que poderiam resolvê-las ou não há sequer um canal para que os clientes façam reclamações – o que é ainda mais grave. Certamente esse laboratório não conseguirá acompanhar essa tendência trazida pelos desejos de seus clientes. Neste caso em específico, a norma ABNT NBR ISSO/IEC 17025:2017 prevê que os laboratórios possuam um processo documentado que receba e analise criticamente as reclamações recebidas (item 7.9). Assim, o laboratório tem a oportunidade de saber o quanto seus clientes estão satisfeitos ou insatisfeitos, para perpetuar boas práticas e agir em cima de fatores que geram as reclamações, para alinhar-se com as expectativas dos clientes – desde que estas não firam princípios básicos, como a imparcialidade, por exemplo. A ISO e os avanços tecnológicos Por outro lado, há um requisito que pode auxiliar com a implementação de avanços tecnológicos: garantia da validade dos resultados (item 7.7). Tal garantia se dá por uma série de procedimentos que vão desde a calibração de equipamentos a ensaios de proficiência. Naturalmente executam-se algumas etapas propostas pela norma no dia a dia dos ensaios; já outras, com uma periodicidade menor (como uma comparação interlaboratorial, por exemplo). A análise crítica dos resultados obtidos nesses procedimentos pode revelar se o laboratório dispõe da melhor tecnologia disponível em sua área. outra interpretação do efeito do sistema de gestão da qualidade Neste aspecto, quando o assunto é tecnologia, talvez seja natural pensar primeiro em equipamentos mais precisos. Porém, o próprio conceito de tecnologia inclui outros fatores, como a “Teoria ou análise organizada das técnicas, procedimentos, métodos, regras, âmbitos ou campos da ação humana”. Assim, podemos compreender que o aprimoramento dos métodos e das técnicas são tão relevantes quanto a utilização de melhores ou mais novos equipamentos. Só é possível ao laboratório comparar seu desempenho com padrões melhores se houver processos coerentes e registros constantes das suas avaliações de processos internos relacionados à finalidade de sua atividade (ensaio/calibração). Podemos ainda pensar nos instrumentos – formulários, cartas de controle, planos de ação, entre outros – utilizados para a gestão da qualidade dos processos. À medida que eles vão sendo utilizados, o laboratório pode avaliar e selecionar aqueles que trazem mais resultados e de forma mais eficiente. Em certos requisitos, a norma não obriga o laboratório a cumpri-lo desta ou daquela forma. Portanto, pode-se fazer escolhas, testes e alterações durante o processo de criação e adaptação ao Sistema de Gestão da Qualidade. Gostou deste tema e quer saber mais sobre? A AEROJR. presta uma consultoria completa para a elaboração de um Sistema de Gestão da Qualidade que atende aos requisitos da ABNT NBR ISSO/IEC 17025:2017 e pode manter seu laboratório atualizado com as principais tendências do mercado em que situam-se as atividades e também com as tecnologias da área. Entre em contato conosco e descubra como de fato aproveitar tais oportunidades que a implementação dessa norma pode trazer! Autor: Flaubert Ferreira

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Normas ISO 17025 e ISO 9001: diferenças e benefícios

O Que São as Normas ISO 9001 e ISO 17025 eQual a Importância Delas para uma Boa Gestão de Qualidade? As normas ISO 17025 e ISO 9001 são documentos normativos técnicos internacionais que apresentam os requisitos necessários para a execução efetiva de um bom sistema de gestão da qualidade  (SGQ). Assim, a importância dessas está relacionada ao fato de que garantem a otimização de processos e estabelece procedimentos para uma maior agilidade no desenvolvimento de produtos além de definir uma série de práticas para promover uma maior satisfação do cliente.  As normas abrangem qualquer laboratório que busca a realização de uma boa gestão de qualidade e o aprimoramento da eficácia e conformidade de sua organização. Nesse texto, trataremos a respeito das principais diferenças entre ambas as normas e quais quais os benefícios diretos para para o seu laboratório ao buscar sua acreditação. Quais São as Principais Diferenças Entre asNormas e Suas Áreas de Atuação? A principal diferença entre as duas normas está no propósito da aplicação. Pode- se aplicar a norma ISO 9001 a todo tipo de empresa, abrangendo, não apenas o SGQ, mas também diversos tipos de setores da organização. Enquanto a norma ISO 17025 possui uma aplicação mais exclusiva aos laboratórios de calibração e amostragem. Dessa forma, a ISO 9001 refere-se a um modelo que garante a otimização da qualidade de gestão. Por sua vez, a ISO 17025 estabelece requisitos técnicos e gerenciais que buscam demonstrar a competência e a confiabilidade dos resultados gerados no laboratório. Assim, ao estar acreditado apenas aos requisitos da norma NBR 17025, para atender aos requisitos da NBR 9001 é necessária a preocupação com alguns outros fatores. Inicialmente, como a segunda norma trata de casos gerais para todas as empresas, necessita-se determinar o contexto no qual o laboratório se insere e desenvolver um âmbito de SGQ, tornando-se um esforço a mais que é eliminado ao buscar diretamente e acreditação da NBR 17025. Outro caso de diferença entre as especificações técnicas se dá pela generalização proporcionada pela NBR 9001. Como esta exige uma série de requisitos de monitorização e medição mais restritos que aqueles da NBR 17025, que preocupa-se apenas em manter o nível de exigência necessário para um bom SGQ, torna-se desnecessário uma precisão a mais para o contexto de laboratórios de calibração, proporcionando a exigência de um custo extra e evitável. Por que se Adequar às Normas e Investir em terum Bom Sistema de Gestão de Qualidade? Fundamentalmente, a prática de um SGQ  regido pela norma NBR 17025 é uma decisão estratégica a ser tomada pela instituição que deseja buscar um diferencial de mercado, reduzir seus custos operacionais, garantir a competência em seu trabalho e conquistar a confiança e o bem estar de seus clientes. É evidente que, com o passar do tempo, houve uma intensa restrição e isolamento dos mercados consumidores. Um exemplo disso se deu na recente Deliberação Normativa COPAM (Nº 216, de 2017) no estado de Minas Gerais. Essa profere a exigência de acreditação na ISO 17025. Portanto, ao adequar-se a essas normas, o laboratório ganha a capacidade de atuação de forma economicamente sustentável em outros nichos de mercado. Já é esperado que a obrigatoriedade da norma seja prevista para outros estados. Como um bom sistema de gestão de qualidade pode ser um diferencial? Do mesmo modo, outra atribuição imposta às instituições que buscam a realização de um bom sistema de gestão de qualidade é o cenário atual em que estamos diante de um consumidor muito mais ativo, exigente e informado. O que aumenta a necessidade das organizações fornecerem um serviço melhor que a concorrência. Dessa forma, o reconhecimento na norma NBR 17025 torna-se um diferencial na captação de novos clientes por justamente fornecer ao mercado uma demonstração certa da qualidade das operações e habilidades do laboratório. O que entrega um resultado claramente válido e de destaque, se tornando um forte diferencial competitivo frente aos concorrentes. Em conjunto a tudo isso, é evidente as atuais dificuldades de grande parte das empresas em lidar com as oscilações da atividade econômica. Tornando quase obrigatório uma busca pela redução de gastos em diversas áreas de operação. Dessa forma, é comum que essas oscilações coloquem laboratórios de calibração em dificuldades financeiras. Por esse motivo, vê-se a necessidade de evitar os custos desnecessários como falhas na qualidade, erros de operação e uma má gestão. Assim, ao buscar a qualificação à norma ISO 17025, a empresa corta diretamente gastos evitáveis causados por erros de operação, visto a garantia da qualidade de operação e uma boa gestão, que são exigidos por ela, bem como a mentalidade de melhoria contínua que é requisitada para essa acreditação. Como faço para adequar meu laboratório à normaISO 17025 de forma eficaz e segura? A diferença está na escolha certa. Agende uma consultoria gratuita e descubra como nossos especialistas podem personalizar a implementação da NBR ISO/IEC 17025:2017 para atender às suas necessidades exclusivas. Contate um gerente especialista da AEROJR  e garanta a acreditação eficiente e segura para uma boa gestão de qualidade do seu laboratório.

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Principais erros em gestão da qualidade que atrapalham a sua empresa

Já possui um sistema de gestão aplicado à sua empresa, porém não obtém os resultados desejados? Então entenda agora os 4 principais erros em gestão da qualidade e como eles atrapalham a sua empresa. O que é gestão da qualidade? Os sistemas de gestão são diversos e sua implementação na organização favorece o alcance dos objetivos com eficácia e eficiência. Eles representam uma forma de gerir um determinado campo da sua empresa, auxiliando no controle e na tomada de decisões. Tendo fundamentado a importância de um sistema de gestão, vamos entender melhor o campo referente à qualidade. A aplicação da qualidade está associada à noção de melhoria contínua, entendida como um processo de mudanças adotadas visando melhorar a organização e agregar valor a esta. Dessa forma, o Sistema de Gestão de Qualidade representa a estrutura criada para garantir e gerir a qualidade dos procedimentos operacionais, das responsabilidades e dos recursos necessários de uma empresa. Além de reduzir os custos, possibilitar a correção de processos e a realização de novos investimentos, um Sistema de Gestão da Qualidade baseado nos requisitos da norma ISO/IEC 17025:2017 é fundamental, sobretudo, para empresas que visam garantir a confiabilidade dos processos executados.  SGQ e a ISO 17025 A norma ISO/IEC 17025:2017 representa um padrão internacional para qualificação de laboratórios de ensaio e/ou calibração, isto é, empresas que realizam “medições”. Uma vez que esta norma é atendida, a confiabilidade dos resultados da sua organização são garantidos. Além disso, torna evidente para órgãos reguladores que existe uma preocupação com a qualidade dos resultados emitidos por sua empresa. Isso representa um diferencial competitivo ao evidenciar seu compromisso com a conformidade e a qualidade dos serviços prestados. Por fim, a adoção de um sistema de gestão de qualidade possibilita a integração do colaborador ao processo, garantindo que se tenha um detalhamento da execução dos procedimentos da maneira correta ao responsável. Principais erros em gestão da qualidade e suas consequências Agora que entendemos a importância de um sistema de gestão da qualidade para empresas de setores diversos, é necessário ressaltar os principais erros em gestão da qualidade e como estes prejudicam o desempenho da sua empresa. 1. Não realizar a revisão dos resultados  A revisão é imprescindível na garantia da qualidade geral do trabalho, possibilitando a identificação de problemas precocemente e, por conseguinte, a realização das correções. Assim, um erro não identificado gera resultados equivocados, comprometendo a credibilidade da empresa. 2. Treinamento inadequado da equipe A capacitação dos colaboradores com relação aos procedimentos envolvidos no sistema de gestão da qualidade é essencial no desempenho da equipe. A ausência ou a ineficácia no treinamento dos membros de uma equipe gera um aumento no número de falhas e, consequentemente, a necessidade da realização do retrabalho.  3. Falta de controle de estoque e de faturamento Gerir os materiais de um laboratório é fundamental, por exemplo, para garantir a qualidade dos materiais existentes, evitando a presença de produtos fora do prazo de validade e possíveis faltas no estoque. Além disso, o controle diário do caixa influencia diretamente o funcionamento e desenvolvimento da sua empresa.  4. Elevados atrasos em medições A produtividade do seu laboratório está diretamente associada à regularidade na realização das medições. Sendo assim, uma elevada taxa de atraso representa uma necessidade de reavaliar o fluxo de trabalho, buscando pontuar o momento na cadeia produtiva em que ele acontece. Em adição, atrasos podem ser um indicativo da necessidade de maior capacitação e automação dos processos, sendo assim qualidade e precisão garantem uma entrega pontual. Agora você sabe que a implementação de um bom sistema de gestão é indispensável em uma empresa que deseja a garantia da qualidade. Isso vale, sobretudo, para empresas que oferecem serviços de ensaio, calibração e amostragem, e que anseiam pelo diferencial competitivo do selo de reconhecimento na ISO/IEC 17025:2017.  Se ficou com alguma dúvida ou se você quiser saber mais sobre sistemas de gestão da qualidade, pode entrar em contato conosco! A AEROJR. oferece consultoria na produção do manual da qualidade para o seu laboratório, auxiliando a obtenção do selo de reconhecimento perante a norma. Autora: Taoane Morais.

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ISO/IEC 17025: Saiba Tudo Sobre a Norma

No Brasil, atualmente, empresas que realizam serviços de ensaio, calibração e amostragem com posterior ensaio, possuem a necessidade de adequarem seus processos internos e se regularizarem às exigências de normas diversas, de acordo com o escopo de seus serviços. Dentre elas, a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 tem se destacado por sua relevância mercadológica. Independentemente do escopo do serviço realizado pela empresa, estando ele relacionado a um dos três tipos citados acima, essa norma é aplicável. Isso se dá pois ela trata de princípios da qualidade que devem reger os processos de um laboratório. Além disso, ela garante sua competência e a validade de seus resultados, independente do  ramo em que ele atue. Um exemplo de laboratórios são as empresas que realizam monitoramento de ruído ambiental e emissão de laudos de ruído, uma atividade classificada como ensaio acústico. Para se adequarem à ISO 17025 e conseguirem o reconhecimento no Inmetro ou órgão metrológico estadual responsável, os laboratórios precisam estruturar e implementar um Sistema de Gestão da Qualidade que garanta o cumprimento dos requisitos da ISO. Todavia, muitas organizações ainda desconhecem essa norma, sua importância e como implementá-la. Tendo isso em vista, explicaremos a seguir os principais pontos que você precisa saber sobre a ISO 17025. O que é a ISO 17025? A norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, no Brasil, foi revisada em 2017 e encontra-se nessa versão mais recente. Ela é um documento normativo técnico internacional que estabelece os “requisitos para laboratórios, de modo a permitir que eles demonstrem que operam competentemente e que são capazes de gerar resultados válidos”, como é mencionado no próprio documento. Essas exigências avaliam a qualificação dos processos e trabalhos de laboratórios de ensaio, calibração e amostragem, com posterior ensaio. No escopo da norma, se abordam diversos requisitos sobre todos os processos que influenciam as atividades de um laboratório. Essas exigências englobam desde a solicitação de um serviço por um cliente, a manutenção e conservação de equipamentos e a rastreabilidade metrológica, até a realização de análises críticas, auditorias e validação dos métodos utilizados. Ademais, a ISO/IEC 17025 requer que os laboratórios planejem e implementem ações para abordar riscos e oportunidades. Isso estabelece uma base para aumentar a eficácia do Sistema de Gestão, alcançar melhores resultados e prevenir efeitos negativos. Assim, esta norma orienta as organizações dos critérios necessários na construção de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ). Esse cujo principal objetivo é criar e implementar diretrizes para balizar o funcionamento da empresa de acordo com o que rege a norma. Como implementar a Norma? A empresa que deseja adequar-se e obter o selo da qualidade do Inmetro por meio da acreditação deve, necessariamente, adotar as diretrizes da norma em seu escopo organizacional. Para isso, uma das formas mais eficientes é implementar um Sistema de Gestão da Qualidade edificado sobre os requisitos da ISO. Um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) é um sistema de processos interligados, os quais abrangem todas as operações de um laboratório que influenciam em seus trabalhos de ensaio ou calibração. O SGQ condensa esses processos por meio de procedimentos e registros, que objetivam padronizar todas as atividades da empresa e reter informações importantes sobre elas, respectivamente. Isso é feito por meio de um documento principal, o Manual da Qualidade, e dos documentos anexos, que são os POPs (Procedimentos Operacionais Padrão) e os formulários. De maneira bastante resumida, para construir um SGQ, é necessário efetuar um levantamento de todos os processos realizados pelo laboratório que sejam abarcados pela norma. Em seguida, analisá-los detalhadamente para diagnosticar possíveis não conformidades. Com base nessa análise, é feita a adequação e/ou criação de novos procedimentos, a fim de atender às exigências da ISO. A partir daí, a empresa deve implementar esses novos métodos em seu escopo e maturar o processo para, posteriormente, ser auditada por auditores especializados na 17025. Quando o SGQ é bem estruturado e implementado no laboratório de forma que não sejam encontradas não conformidades, ele pode ser recomendado para a acreditação e receber seu selo da qualidade. Quais são as vantagens de obter a acreditação na ISO 17025? Inicialmente, ao implementar um Sistema de Gestão da Qualidade na sua empresa e adequar seus processos, é possível obter uma diminuição de custos operacionais. Suas diretrizes e ações eficazes são voltadas para a prevenção e redução dos impactos gerados por não conformidades. Assim, a ISO ajuda a mitigar gastos com essas falhas, bem como evita retrabalhos. Após a implementação do SGQ, a empresa deve solicitar sua acreditação ao Inmetro e, assim, ela conseguirá seu selo da qualidade. Esse selo comprova que a organização opera competentemente e fornece resultados válidos. Com isso, eleva sua autoridade no mercado e gera maior confiança para os clientes. Por si só, a acreditação à ISO 17025 configura um grande diferencial competitivo para empresas perante ao mercado em que atuam, contribuindo para o aumento da lucratividade. Além disso, ela possibilita que os laboratórios atuem em mercados mais restritos e com altos níveis de exigências. Por comprovar a competência da organização e a validade dos resultados que ela produz, a acreditação à norma facilita a entrada dessas empresas em certos nichos. Por exemplo, aqueles relacionados à realização de ensaios físicos, químicos e biológicos, atividades de amostragem em quaisquer matrizes ambientais, e serviços demandados por licitações. Dessa forma, nota-se que a implementação da norma traz diversas vantagens e oportunidades para a empresa, sendo sua relevância de caráter internacional. Ademais, tendo em vista sua importância na garantia da qualidade, é esperado que, com o passar do tempo, novas deliberações sobre sua exigência surjam no país. Assim, nota-se que as empresas que já procuram se adequar dão um passo à frente em seu ramo de atuação. Conte com a AEROJR. Você possui uma empresa que oferece serviços de ensaio, calibração e amostragem com posterior ensaio, mas ainda não está de acordo com a ISO/IEC 17025? Então, conte com a ajuda de uma empresa especializada! Na AEROJR. construímos um Sistema de Gestão da Qualidade para que você fique de acordo com a norma e

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5 razões para implementar a ISO 17025 em seu laboratório

A norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 é um documento normativo técnico internacional que apresenta os  requisitos gerais para comprovar a competência de laboratórios de ensaio e calibração. Assim, toda organização que realize calibração, ensaio e amostragem com posterior ensaio é embarcada por essa norma. No Brasil, sua última revisão ocorreu em 2017, e, desde então, essa é a versão mais atual. Neste texto mostramos 5 motivos pelos quais você deve implementar a ISO 17025 em seu laboratório e ser um diferencial no mercado! Fundamentalmente, essa norma orienta as empresas sobre todos os aspectos a serem observados na construção de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), cujo principal objetivo é orientar o bom funcionamento da empresa pelo que rege a norma. Portanto, esse SGQ deve ser construído de maneira tal que contemple todas as atividades que podem influenciar no serviço e no escopo de acreditação. Dessa forma, a implementação de um SGQ em consonância com a ISO 17025 consiste em uma decisão estratégica para a entidade. Isso ocorre, pois, se realizada de maneira adequada, pode trazer diversas vantagens e melhorias para a empresa. Entretanto, muitos laboratórios ainda existem em implementá-la por desconhecer todas as vantagens que o SGQ pode trazer a empresa. Tendo isso em vista, contamos a seguir as 5 razões que tornam a ISO 17025 extremamente importante para o seu laboratório. 1. Rastreabilidade e garantia de competência Ao passo que ocorrem avanços tecnológicos nos mecanismos de medição, torna-se necessário que organizações adequem toda a sua operação a parâmetros modernos de gestão da qualidade. Por essa razão, é essencial que o laboratório demonstre que seus resultados são válidos e verificáveis por meio de critérios técnicos internacionalmente aceitos. Nesse contexto, a ISO 17025 orienta a construção de um Manual da Qualidade efetivo e consolidado. Assim, ele deve abranger desde o recebimento de um pedido por parte de um cliente (item 7.1); passando pelos métodos que o laboratório usa em seus ensaios e amostragens (item 7.2); e indo até à finalização dos serviços, abordando a retroalimentação que deve-se procurar junto aos colaboradores e clientes, de modo a identificar oportunidades de melhoria (item 8.6). Esses e outros assuntos aos quais a norma traz à tona garantem a rastreabilidade metrológica, identificação dos métodos de medição e o cálculo adequado e  otimizado das incertezas de medição, tornando o serviço mais transparente e confiável.  Além disso, há indicação de caminhos seguros para que todo tipo de não conformidade, seja de atendimento aos requisitos da norma, do cliente ou do próprio laboratório, sejam registradas e tratadas de maneira adequada, facilitando o trabalho da empresa frente a todo tipo de auditoria que possa vir a passar.  2. Redução dos custos operacionais Em meio às situações de oscilação da atividade econômica, uma das principais formas de reverter prejuízos e aumentar os lucros é reduzindo custos. Sendo que frequentemente essas oscilações colocam empresas que realizam a emissão de laudos ambientais em dificuldades financeiras. Por essa razão, a mitigação de custos gerados por falhas na qualidade é uma forma objetiva de reduzir gastos evitáveis. Nesse sentido, a ISO apresenta em seu texto diretrizes modernas e eficientes voltadas para a prevenção e redução dos impactos promovidos por falhas nas atividades. Ademais, ao garantir que o Manual da Qualidade alcance resultados confiáveis, a norma traz à tona uma mentalidade de melhoria contínua e posicionamento no mercado. Dessa forma, tal mentalidade fornece à empresa bases para o desenvolvimento sustentável e melhoria do desempenho global, o que é desejado por todos do mercado. Assim sendo, a norma se torna um importante aliado do laboratório em sua sustentabilidade financeira e protagonismo no mercado a longo prazo. 3. Atendimento a mercados restritos e reconhecimento internacional Sem dúvidas, uma das principais transformações percebidas nas últimas décadas está relacionada à redução do isolamento dos mercados consumidores. Antes, organizações atendiam apenas a comunidade ao seu entorno, porém, atualmente, não é nada incomum que os laboratórios ofereçam serviços para outros estados e países. Diante desse cenário, uma ponderação importante deve ser feita: as atividades na área de emissões de laudos ambientais são guiadas por diferentes órgãos reguladores, que possuem diferentes níveis de exigência quanto à garantia da qualidade do laboratório. O estado de Minas Gerais, por exemplo, possui uma Deliberação Normativa COPAM (Nº 216, de 2017) que profere a exigência de acreditação na ISO 17025. Essa exigência se aplica a todos os laboratórios que emitem relatórios de ensaios ou certificados de calibração referentes a medições ambientais. Além disso, os órgãos integrantes do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) são responsáveis por fazer essa análise. Já no estado de São Paulo, ainda não se oficializou a acreditação como obrigatória. Entretanto, a Resolução SMA N° 100, de 2013, cita que esse processo é fundamental para laboratórios envolvidos na execução de ensaios físicos, químicos e biológicos e atividades de amostragem, em quaisquer matrizes ambientais. Essa resolução fornece grandes indícios que há um movimento dos órgãos competentes em orientar o mercado a se adequar a ISO 17025. Além disso, para a emissão de laudos para o exterior já é obrigatório a acreditação na norma. Dessa forma, a implementação da norma tornou-se um requisito fundamental para se atuar de maneira economicamente sustentável em alguns nichos do mercado. Além disso, à medida que o tempo passa, visto a relevância e o caráter internacional da ISO 17025, é esperado que novas deliberações semelhantes surjam em mais estados. 4. Conquista da confiança dos clientes e diferencial competitivo Não é mais possível considerar que os clientes de serviços de emissão de laudos ambientais serão alvos passivos das organizações. Atualmente, estamos diante de um consumidor conectado, ativo e bem informado, o que reforça a necessidade das organizações oferecerem de fato um produto melhor que o da concorrência. Certamente, um dos principais critérios para a escolha do serviço é a garantia de qualidade, que precisa ser demonstrada e verificada para ser efetivamente considerada. Por sua vez, deve-se muito a esse aumento da exigência dos consumidores o aumento da fila de espera para a acreditação ou reconhecimento na ISO 17025. Pois,

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ISO 17025: Entenda o que mudou da versão de 2005 para a de 2017

A norma técnica ISO 17025 tem reconhecimento internacional tratando da qualidade de medições de laboratórios. Aqui no Brasil, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) adotou a norma sobre o título de “Requisitos Gerais para Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração”. Discutimos anteriormente aqui no blog a importância e a finalidade da ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017. No entanto, você sabe o que levou essa norma a ser atualizada em 2017? A primeira edição da norma foi lançada em 1999, a segunda em 2005, o que será que mudou? Por que uma norma é atualizada? Todos os setores da sociedade acabam suscetíveis a mudanças com o tempo, sejam elas de grandes ou pequenas proporções. Uma norma técnica é redigida para estabelecer uma exigência cujo propósito é sempre positivo: assegurar qualidade, afirmar segurança, administrar um sistema padrão, entre outros fins. Com as mudanças nos mais variados setores, torna-se indispensável a revisão periódica das exigências promovidas pelas normas. Tais mudanças podem ser feitas visando adequar novos assuntos, modificar requisitos que agora são inadequados ou remover tópicos que, no tempo atual, se mostram prejudiciais. 17025:2005 versus 17025:2017 – Qual é a real diferença? Primeiro, é importante entender que a ISO 17025:2017, terceira edição dessa norma, na verdade cancela e substitui a versão datada de 2005. A descrição da própria ABNT sobre a norma de 2005 indica seu objetivo como “especificar os requisitos gerais para a competência em realizar ensaios e/ou calibrações, incluindo amostragem; cobrir ensaios e calibrações realizados utilizando métodos normalizados, métodos não normalizados e métodos desenvolvidos pelo laboratório.”. O objetivo da edição de 2017, por sua vez, é dado pela ABNT como “especificar os requisitos gerais para a competência, imparcialidade e operação consistente de laboratórios.”. Nota-se que trata basicamente da mesma coisa, portanto, entraremos mais a fundo nos documentos para entendermos as particularidades de cada versão. Como as duas edições se apresentam? A norma ISO/IEC 17025:2005 se dividia em duas seções principais: “Requisitos da direção” e “Requisitos técnicos”. Já na documentação da versão de 2017, isso foi modificado para cinco seções principais: “Requisitos gerais”, “Requisitos de estrutura”, “Requisitos de recursos”, “Requisitos de processo” e “Requisitos do sistema de gestão”. Logo, fica claro uma maior organização quanto aos procedimentos que asseguram a qualidade dos resultados do laboratório. Na verdade, a norma de 2017 está mais direcionada para o resultado da ação e menos para a maneira como esse resultado é alcançado. Dessa forma, os requisitos estão mais baseados no desempenho e menos prescritivos. Na ISO 17025:2017, não são mais exigidas políticas e procedimentos para confidencialidade. Em suma, a maneira como as informações são protegidas dizem respeito ao laboratório e ao seu pessoal interno e externo, juntamente com o provedor externo. Novamente percebe-se que a edição atual estabelece requisitos, mas não faz exigências quanto a forma com que eles devem ser cumpridos. Em todos os âmbitos é perceptível o quanto a terceira edição da 17025 retira políticas desnecessárias que não afetavam diretamente a qualidade do laboratório. Foi possível, então, flexibilizar o processo de medição ou calibração, com exigência de um resultado mais descritivo. O quê a ISO 17025:2017 traz de novo? Novos requisitos foram incluídos na ISO 17025:2017, como a exigência de uma regra de decisão claramente definida. Essa regra de decisão, pontuada como “regra que descreve como a incerteza de medição é considerada ao declarar a conformidade com um requisito especificado”, deve ser comunicada e acordada com o cliente, a não ser que seja inerente à norma ou especificação solicitada. Além do mais, alguns erros de tradução foram corrigidos. Assim como o termo “check”, que era entendido somente como “verificação” e passou a ser desmembrado como “checagem” quando relacionado a equipamentos e “conferência” quando relacionado a dados e resultados. Mudanças como essa são importantes, “check”, por exemplo, indica que a ação a ser realizada pode ser simples, não necessariamente tão complexa quanto uma verificação. Ademais, notas foram acrescentadas para facilitar o entendimento de alguns termos e requisitos, amenizando quaisquer ambiguidades ou problemas de sintaxe. O Manual da Qualidade A edição da norma ISO 17025:2017 eliminou também os requisitos para que haja um Manual da Qualidade e para o conteúdo deste manual. Além disso, a própria exigência de uma “estrutura para a documentação” não existe mais. Dessa maneira, a obrigatoriedade da inclusão, referenciação ou vinculação de processos, sistemas, registros e documentação ao sistema de gestão continua existindo, mas de maneira muito mais flexível. No entanto, a importância do Manual da Qualidade para uma empresa não deixa de existir. A mudança foi mesmo necessária? Em conclusão, fica explícito ao comparar as duas últimas versões da norma ISO 17025 que sua atualização foi responsável por tornar mais objetivo os métodos e requisitos para assegurar a qualidade do processo de medição e calibração de um laboratório. Com o foco na eficiência, a versão de 2017 não mais promove obrigações e instruções desnecessárias. A cada laboratório é permitido a adequação para a forma que mais lhe gera bons resultados, juntamente com uma maior qualidade. Os termos ficaram melhor explicados e as atribuições essenciais mais evidentes e detalhadas. Logo, claramente se tratou de um avanço da ABNT.  E então, gostou de entender mais sobre a norma? Certamente é um conhecimento valioso para quem trabalha no ramo de acústica. Aprenda e adquira ainda mais notoriedade no assunto com o nosso e-book sobre Leis Acústicas. Ademais, caso necessite de uma consultoria para sua empresa de medição de ruído e emissão de laudos acústicos, entre em contato conosco! Autor: Rafael Goulart

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Como implementar um Sistema de Gestão da Qualidade?

Em um mercado cada vez mais competitivo e exigente, manter a sua empresa operando requer a demonstração de algum diferencial que torne seu produto mais atrativo. Uma das maneiras de fazê-lo é atestar a sua qualidade, e um meio eficiente de formalizar isso é o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ).  Um SGQ é responsável por estabelecer políticas e práticas dentro de uma instituição, visando garantir o bom desempenho e qualidade dos seus produtos e serviços, o que gera maior credibilidade e confiança do mercado.  A implementação desse sistema pode não ser simples nas empresas, pois mudanças em hábitos fortemente estabelecidos geram incerteza e insegurança. Porém, descrevemos aqui alguns passos para facilitar esse processo.  Adequação à ISO 17025 Para as organizações (ou laboratórios) que realizam ensaio, calibração ou amostragem (associada a um dos dois primeiros), as competências gerais para o estabelecimento de um Sistema de Gestão da Qualidade são definidas pela ISO/IEC 17025 , que no Brasil conta com sua terceira edição de 2017.  Portanto, empresas que queiram um SGQ devem atentar-se a essa norma. A adequação pode ser definida em três grandes fases, ordenadas cronologicamente: Adequação e/ou elaboração de processos; Implementação e análise crítica; Acreditação. Adequação e elaboração de processos É nesta etapa em que são mapeados todos os procedimentos da empresa e em que é elaborado o SGQ. Faz-se, então, um escaneamento de cada parte do laboratório que afete seu produto: do atendimento ao cliente à construção de relatórios técnicos (exemplo de serviço de monitoramento de ruído).  Após mapear todo o laboratório, identificam-se quais processos requerem adequação à norma. Assim, são construídos procedimentos padrões para determinadas ações. Isso é feito para que elas se aprimorem, minimizem e, até mesmo, extingam riscos, quando possível. Além desses procedimentos, registros e formulários podem ser criados com o intuito de assentar toda informação relevante para a empresa.  Durante essa etapa, é vital que todas as seções da norma sejam atendidas. Ressalta-se que a versão de 2017 passou a exigir somente 7 procedimentos em seus tópicos, tornando-se mais focada no resultado e na qualidade, assim, engessando menos a forma como os laboratórios efetuam o atendimento.  Ao final dessa fase, pode ser gerado o Manual da Qualidade, documento que descreve todas as ações da empresa decorrentes do seu SGQ e serve como guia interno e externo para o atendimento às normas vigentes.  Implementação do Sistema de Gestão da Qualidade A implementação é o estágio em que o Sistema de Gestão da Qualidade é posto em prática. Esse é o momento, em todo o processo, que mais requer comprometimento dos colaboradores. É necessário um diálogo constante da gerência para que todos estejam de acordo e conhecendo o SGQ. Um primeiro passo importante é disponibilizar o acesso, a todos os envolvidos, à documentação produzida na fase anterior, além de capacitá-los para colocá-las em funcionamento.  Contudo, alguns vícios decorrentes das práticas antigas podem afetar a implementação, tornando extremamente relevante executar treinamentos contínuos do time de colaboradores. Dessa forma, pode ser mapeado como determinado serviço era feito antes e estabelecer como deverá ser realizado com o novo SGQ, deixando claras as mudanças de postura.  Cuidado com as Não Conformidades Todavia, durante esse período, poderão surgir Não Conformidades (NC) e deve-se dar completa atenção a elas. Essas podem originar-se tanto da má formulação dos procedimentos e da interpretação equivocada da norma, quanto da implementação errada e não ajustada deles. Após a constatação das NCs, há de se identificar sua origem e tratá-la de acordo com as duas possibilidades seguintes:  Má formulação de procedimentos: reconhecer o erro e corrigi-lo, de modo a atender à norma e às necessidades da empresa; Implementação errada: observar o que levou, durante o processo, o surgimento da NC e corrigi-la. Muitas vezes o mau uso de um novo procedimento gera a NC, bastando capacitar o responsável sobre a sua utilização.  A Análise Crítica  Implementados os procedimentos e não identificada nenhuma NC, começa-se a operar o SGQ. Após algum período e com uma frequência estabelecida, a direção do laboratório deve fazer uma análise crítica do sistema de gestão. Essa é realizada a fim de identificar falhas que estão ocorrendo e definir mudanças necessárias com o objetivo de garantir atendimento às próprias necessidades e aos requisitos de acreditação.  Acreditação do Sistema de Gestão da Qualidade O último passo importante é o pedido de reconhecimento junto aos órgãos responsáveis. Existe a possibilidade de requisitá-lo na rede metrológica do estado ou no INMETRO – observado que o INMETRO tem abrangência nacional e internacional.  Para pedir a acreditação é necessário que o laboratório defina o escopo de acreditação, ou seja, quais serviços por ele prestados deverão ser reconhecidos. Definidos esses serviços, deve-se ter a certeza de que todos os requisitos da norma estão sendo atendidos pelo seu Sistema de Gestão da Qualidade e, então, entrar com o pedido no órgão escolhido.  O processo de acreditação segue a seguinte linha:  Solicitação; Análise da solicitação; Preparação para a avaliação (forma-se a equipe de avaliadores e é feita a análise da documentação); Avaliação; Decisão de acreditação; Formalização.  O tempo de conclusão é variável, sendo consideravelmente diferente entre os casos e, em alguns, levando até um ano desde a solicitação até a formalização da acreditação.  Como implementar o Sistema de Gestão da Qualidade de forma simples e eficiente? No geral, não existe uma fórmula pronta para todas as empresas, pois o SGQ, além de atender às normas, também deve estar de acordo com as necessidades e particularidades do laboratório. Se você tem dúvidas ou pensa em implementar um Sistema de Gestão da Qualidade na sua empresa, bem como solicitar o reconhecimento, entre em contato conosco da AEROJR. Nós prestamos uma consultoria completa para construção do SGQ com qualidade e praticando os menores preços do mercado. Autor: Felipe Jorge

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Manual da Qualidade: saiba porque fazer um na sua empresa

O Manual da Qualidade é um documento que sintetiza os processos relacionados ao Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) dentro de uma empresa. Assim, ele demonstra o comprometimento do laboratório em atender as expectativas do cliente ao entregar produtos ou serviços primados na qualidade. Além disso, seu objetivo é detalhar ou mostrar como a instituição atende aos requisitos da norma à que está submetida. A princípio, criar um Manual da Qualidade para sua organização pode parecer intimidador, especialmente para empresas que não conhecem a ISO 9001:2015. No entanto, a chave para superar isso é primeiro entender o que ele é, o que ele contém e como pode ajudar a sua organização. O que é o Manual da Qualidade? Mais especificamente, um Manual da Qualidade declara as intenções da empresa de operar os processos no Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ). Em outra palavras, o manual inclui informações sobre as metas, expectativas, políticas e outras informações quanto à empresa em relação ao SQG. Ademais, ele inclui os requisitos necessários para a organização estar em conformidade com os padrões da ISO 9001, ou demais normas que a empresa atenda. Para a confecção de um Manual da Qualidade, é, dentre outras, utilizada a ISO 9001. Uma norma que descreve como se dá a implementação do SGQ em uma organização. Então, estar de acordo com a norma significa que a organização estabeleceu uma abordagem sistêmica para a gestão da qualidade. Mostra também que está gerenciando seu negócio de tal forma que assegura que as necessidades do cliente estejam compreendidas, aceitas e atendidas. Desse modo, o Manual oferece uma ampla gama de benefícios para a sua organização. Ele deve ser organizado e fácil de se seguir, pois abrange quase tudo que você e seus funcionários precisam saber sobre a norma ISO 9001, sobre as demais normas e o que é esperado do seu sistema de gestão da qualidade. Manual da Qualidade para empresas acústicas Para empresas que realizam ensaio, calibração e amostragem, a exemplo as que tem em sua carta de serviços projetos relacionados a monitoramento de ruído ambiental e emissão de laudos acústicos, é salutar atender normas que atestem a qualidade de seus serviços. A principal norma responsável, no Brasil, para os requisitos de um SGQ para tais empresas é a ABNT NBR ISO/IEC 17025. Ela detalha requisitos gerais para a garantir a competência de laboratórios em gerar resultados válidos. Um sistema de gestão de um laboratório baseado nessa norma tem o intuito de promover a confiança em sua operação. Além de certificar a primazia na execução dos processos internos. A ISO/IEC 17025, tem como referência a ISO 9001, pois detalha os requisitos para a implementação de um Sistema de Gestão de Qualidade. Para a implementação da ISO/IEC 17025 é comum a utilização de um Manual da Qualidade, que tenha sido revisado e aprovado. Em 30/11/2017, foi publicada pelo INMETRO uma atualização desta norma, a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017. Nela, foi estipulado o prazo de 3 anos para que os laboratórios acreditados ISO/IEC 17025:2005 atualizem seus sistemas de gestão. Para as empresas que não o possuem, os prazos são determinados pelos respectivos órgãos estaduais. Passado esse tempo, empresas que não atendam às novas demandas do INMETRO não serão mais acreditadas. Portanto, não poderão emitir mais laudos que demandem a conformidade com as normas. Por que implementar a ISO/IEC 17025 através de um Manual da Qualidade? Ter um Manual da Qualidade bem estruturado e acreditado pelo INMETRO traz confiabilidade para os serviços e produtos oferecidos pela sua empresa. Um laboratório acreditado pela norma garante confiança na sua operação, rastreabilidade e oferece segurança na medida realizada ao cliente, afetando toda a cadeia do produto até o consumidor final. Além disso, potencializa sua atuação no mercado nacional e internacional, abre novos horizontes para a empresa, é um diferencial competitivo, sendo ainda um fator de divulgação e marketing. Ademais, passado o prazo para implementação da norma, apenas empresas acreditadas pelo INMETRO poderão emitir laudos no estado de Minas Gerais, de acordo com a Deliberação Normativa n° 216 do COPAM-MG. Logo, empresas que pretendem manter a emissão desses laudos precisam implementar um sistema de gestão da qualidade de acordo com as normas requisitadas. Precisam também, buscar a acreditação pelo INMETRO ou reconhecimento na RMMG. E agora? Como confeccionar o seu Manual? Confeccionar um Manual da Qualidade não é uma tarefa fácil. Primeiro, deve-se estruturar todo o Sistema de Gestão da Qualidade da sua empresa e, então, o refletir no Manual. Portanto, escrever e estruturar um MQ não é uma tarefa simples, considerando todas as etapas necessárias para chegar nele: mapear os processos da empresa abarcados pela norma; torná-los de acordo com os requisitos nela estabelecidos; montar o Manual da Qualidade; implementação do MQ. Portanto, para desenvolver o Manual da Qualidade de forma eficaz e objetiva, você pode contar com a AEROJR. Elaboramos Sistemas de Gestão, junto com a empresa, e confeccionamos Manuais de Qualidade. De modo que o laboratório requeira sua acreditação junto ao INMETRO ou em outro órgão competente, e isso a um preço abaixo do oferecido no mercado. Autor: Filipe Guimarães

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As 8 Principais Normas Acústicas para a Eficácia de seu Projeto

Sabemos que para o bom funcionamento da sociedade, o homem, desde os primórdios da civilização, desenvolve regras e preceitos que regulam o funcionamento da rotina e vivência dos indivíduos. Por isso, com o passar dos anos, essas regras foram se tornando cada vez mais desenvolvidas. Estendendo-se, assim, a diferentes âmbitos da atuação humana como direito civil, penal, leis de trânsito, normas para a área saúde, para a engenharia, etc. Logo, hoje em dia existe legislação para praticamente qualquer ação humana. O que inclui, é claro, as Normas Acústicas, e são essas que vamos conhecer mais agora. A Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT é a responsável pela regularização das normas acústicas no território nacional, e essas são importantíssimas para um projeto acústico eficaz, que atenda às necessidades dos interessados sem prejudicar os que estão à sua volta. A partir destas normas, o engenheiro responsável pelo projeto consegue planejar as soluções que preencham os requisitos presentes na legislação, o que envolve importantes decisões de projetos e os materiais mais eficazes para o resultado desejado, e dentro dos custos pretendidos. Algumas normas brasileiras relativas à acústica ABNT NBR 10151:2019 Errata 1:2020 Título – Acústica – Medição e avaliação de níveis de pressão sonora em áreas habitadas – Aplicação de uso geral Essa Norma determina o procedimento para medição e avaliação de níveis de pressão sonora em ambientes destinados à ocupação humana, ou seja, trata de forma geral das áreas internas e externas de edificações com emissão sonora aérea ou de vibração.  Assim, ela se torna indispensável para qualquer projeto de acústica. Sendo que a partir dela que se pode realizar procedimentos de monitoramento de ruído e posterior tratamento dos dados, usados no projeto. ABNT NBR 10152:2017 Errata 1:2020 Título – Acústica – Níveis de pressão sonora em ambientes internos a edificações  Essa Norma estabelece o procedimento para execução de medições de níveis de pressão sonora em ambientes internos a edificações. Sendo assim, ela é um complemento necessário da ABNT NBR 10151. Isso ocorre pois possui os valores de referência para as medidas dos diversos procedimentos relacionados às medições internas. ABNT NBR ISO 16283-1:2018 Título – Acústica – Medição de campo do isolamento acústico nas edificações e nos elementos de edificações. – Parte 1: Isolamento a ruído aéreo Essa parte da ISO 16283 especifica procedimentos para determinar o isolamento de ruído aéreo entre duas salas, em uma edificação usando medições de pressão sonora. Assim sendo, estes procedimentos são destinados às salas de volume na faixa de 10 m³ a 250 m³ e na faixa de frequências de 50 Hz a 5.000 Hz.  ABNT NBR ISO 3382-2:2017 Título – Acústica – Medição de parâmetros de acústica de salas – Parte 2: Tempo de reverberação em salas comuns Nessa Parte, a ABNT NBR ISO 3382 especifica métodos para a medição do tempo de reverberação em salas comuns. Assim, ela busca descrever os critérios para a realização de uma medição efetiva do tempo de reverberação em salas comuns. Então, dentre suas especificações, estão: o procedimento de medição, o dispositivo necessário, o número de posições de medição requerido e o método para avaliar os dados e apresentar o relatório de ensaio. ABNT NBR 16313:2014 Título – Acústica – Terminologia A ABNT NBR 16313:2014 estabelece os termos e definições em acústica. É uma norma curta, mas importante para auxiliar na compreensão das outras normas. ABNT NBR 16425-1:2016 Título – Medição e avaliação de níveis de pressão sonora provenientes de sistemas de transportes – Parte 1: Aspectos gerais Essa Parte da ABNT NBR 16425 estabelece a instrumentação eletroacústica a ser utilizada em medições de níveis de pressão sonora provenientes de sistemas de transportes. Como também, determina a calibração e o ajuste necessários no campo da instrumentação eletroacústica. Além disso, ela define as condições gerais de medição, e os descritores sonoros para análise de sons provenientes de sistemas de transportes (aeroviário, hidroviário, ferroviário, metroviário e rodoviário). ABNT NBR 15575 – Partes 1 a 6 Título – Edificações habitacionais – Desempenho Esta norma aborda, em suas diversas partes, requisitos de desempenho para edificações habitacionais, dentre eles o desempenho acústico. Ela aborda, dentre outros critérios, os valores admissíveis para ruído entre paredes externas, paredes internas de unidades e do piso. Torna-se, portanto, um excelente fundamento, principalmente na fase de construção, de edifícios e casas para habitação humana. ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 Título – Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração. Essa norma é necessária aos laboratórios de ensaio e calibração para gerar o Laudo Acústico, e calibrar ferramentas de medição como o sonômetro. Dessa forma, ela é exigida para assegurar a confiabilidade dos resultados do laboratório. Além do mais, ela legisla tanto sua parte técnica como sua gestão interna. Projetos Acústicos e sua relação com as normas acústicas Em um projeto acústico, é necessário estar atento a várias normas durante o planejamento. Por exemplo, no projeto acústico e arquitetônico de um estúdio de gravação dentro de um edifício, seria preciso observar os requisitos das normas ABNT NBR 10151:2019 e ABNT NBR 10152:2017 Errata 1:2020. E de modo a conseguir caracterizar o ruído e o som do ambiente, as normas ABNT NBR ISO 16283-1:2018 e ABNT NBR ISO 3382-2:2017. Além de ficar atento aos termos explicados na ABNT NBR 16313:2014. Importância da adequação às normas acústicas Ao possuir um estabelecimento que emita níveis sonoros consideráveis, como restaurantes, bares, casas de show e estúdios, é necessário estar de acordo com a legislação para prevenir problemas como advertências, multas e até mesmo a interdição do local. Além disso, corresponder com as normas mostra a excelência do trabalho e a preocupação com a sociedade. Empresas de acústica que emitem laudo também podem adequar-se à ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017, norma importantíssima que permite a criação de um Sistema de Gestão da Qualidade e torna seus processos mais eficientes. A AEROJR. oferece soluções acústicas personalizadas para o seu projeto com um preço abaixo do mercado e excelência, garantida pelo nosso time de alunos e professores da UFMG. Além disso, realizamos toda adequação

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