Acústica

Home Studio: tudo que você precisa saber para montar o seu

Com o avanço tecnológico e a virtualização dos equipamentos de estúdio, tornou-se viável realizar em casa o que antes poderia ser feito apenas em um estúdio profissional. Montar um Home Studio, por sua vez, não é um projeto complicado, e ainda é possível criar um espaço de boa qualidade gastando relativamente pouco. Basta saber quais os principais equipamentos necessários para fazer investimentos acertados. Aqui explicaremos tudo que você precisa saber para montar o seu Home Studio, buscando opções mais acessíveis, mas que sejam de boa qualidade. Confira! Antes de começar O que é Home Studio? Um Home Studio, como o próprio nome diz, é um estúdio de gravação montado dentro de uma casa (do inglês “home”), que pode ser simples e pequeno, ou grande e mais elaborado. Esses estúdios geralmente têm sua estrutura direcionada para as necessidades específicas da pessoa que irá utilizá-lo, constituindo um local personalizado para diferentes tipos de produções musicais. Com o avanço das tecnologias, bem como a ampliação do acesso a elas, ficou mais fácil comprar bons equipamentos e montar um Home Studio para fazer gravações em casa, e tudo isso sem perder em qualidade. Quais as vantagens do Home Studio frente ao estúdio normal? Um Home Studio apresenta diversas vantagens quando comparado a um estúdio de gravação normal, e a principal delas é o preço. Como antes era necessária uma quantidade maior de equipamentos para realizar gravações, e esses equipamentos eram muito caros, os donos de estúdios comerciais cobravam altos preços para que bandas e músicos utilizassem tais locais. Agora, com a popularização desses equipamentos e o crescimento do setor de estúdios domésticos, o preço diminuiu. Mas, ainda assim, é bem maior quando comparamos ao valor necessário para fazer gravações em um estúdio de gravação profissional. Devemos destacar que os preços dos equipamentos para o Home Studio não são tão baixos quando comparados a uma gravação em um estúdio normal. No entanto, quando analisamos a longo prazo, considerando o uso recorrente da estrutura montada, o Home Studio compensa o investimento. O preço por gravação em um estúdio caseiro, após a compra e a instalação dos equipamentos, se torna mínimo quando analisamos ao longo do tempo de uso. Outra grande vantagem de possuir um estúdio de gravação caseiro é a liberdade e independência que ele proporciona. Esse tipo de estúdio confere ao seu dono a possibilidade de produzir a qualquer hora do dia ou da noite. Isso permite que você capte todos os seus momentos de inspiração, sem restrição de horário, e que sua liberdade criativa se sobressaia. Além disso, tudo no conforto da sua casa, sem precisar se locomover para outro lugar.  Equipamentos necessários para montar o seu Home Studio Montar um Home Studio não é uma tarefa muito difícil. No entanto, antes de começar, é importante saber quais equipamentos são necessários e quais as funcionalidades de cada um. Para ajudar você nessa tarefa, falaremos aqui dos 6 principais. 1. Computador O computador se tornou um instrumento fundamental para a gravação e processamento de áudio. Com a possibilidade de realizar múltiplas tarefas e com bons resultados, o avanço na manipulação do áudio digital contribuiu para a popularização do uso do computador na produção musical. Tudo isso aliado à contínua diminuição dos custos, claro. Dessa maneira, o computador se tornou um dos elementos mais importantes de um Home Studio. Como desempenha muitas funções, ele é utilizado tanto na gravação, quanto na edição e na pós-produção. Entretanto, não é necessário comprar a melhor máquina do mercado. Para um primeiro investimento, três características são importantes: O Processador: escolha um computador que tenha um processador com desempenho suficiente para suportar todo o trabalho realizado sem comprometer o processo e o material; A Memória RAM: para utilizar os softwares de produção musical sem que o computador trave e agilizar a transição entre diversas funções durante o processo; O Armazenamento Interno: para conseguir guardar seus trabalhos sem que ocorram interrupções por falta de espaço e evitar a perda de trabalhos sem backup. Os computadores mais utilizados na produção musical são da marca Apple. Isso acontece devido a sua estrutura de sistema operacional e de processamento, além de outras características que facilitam trabalhos de áudio. Ao buscar por opções, dessa maneira, procure também por máquinas seminovas e usadas e se atente às três características mais importantes citadas acima. 2. Interface de áudio A interface de áudio constitui-se de um hardware que pode ser interno ou externo e é responsável por fazer o processamento de áudio no computador, além de conectar instrumentos e microfones a ele. Este é um equipamento de grande importância para montar um Home Studio, pois permite gravar sons digitalmente e possibilita maior fidelidade no processamento dessas gravações. Por outro lado, a interface também ajuda a diminuir o delay, ou seja, o atraso entre o que você executa no computador e o áudio que é transmitido. É possível utilizar a interface interna do computador para escutar o som, mas não para realizar a gravação de instrumentos ou de voz. Existem várias marcas e modelos de interfaces externas no mercado, com preços diversos, a partir de R$ 400,00. O que mais influencia no preço é a quantidade de canais, já que quanto mais entradas de áudio a interface possui, mais equipamentos ela permite conectar simultaneamente. Começar com interfaces de 2 a 8 canais já é interessante, dependendo, claro, do que se deseja gravar. Vale mencionar que com uma interface de 8 canais já é possível realizar a gravação de uma bateria robusta, que costuma ser a mais complexa dentre os instrumentos musicais comumente utilizados. 3. Fones de ouvido Os fones de ouvido permitem escutar as nuances e detalhes de cada faixa numa referência clara e fidedigna, contribuindo para um monitoramento de áudio preciso e equilibrado. Atualmente, existem diversos profissionais que também utilizam os fones para fazer mixagens. Desse modo, em um investimento inicial eles são uma boa alternativa, sendo mais baratos, inclusive, que os monitores de áudio de referência. Logo, vale a pena adquirir um acessório de qualidade, buscando sempre

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Gravação de Voz: 6 dicas para fazer em casa

Cansado de gravações de voz com o som dos carros passando no fundo? E daquele vizinho que fica gritando, reprimindo seu músico interior? Por mais que você faça de tudo, nunca sabe por que a qualidade da sua voz fica tão ruim, não é?! Aprenda a resolver tudo isso e mais um pouco com este texto de dicas de gravação de voz caseira. Um dos principais problemas de quem faz gravação de voz caseira é uma acústica ruim. Isso ocorre devido a problemas como a disposição dos móveis no cômodo e a  falta de materiais acústicos adequados, ou até mesmo por causa de problemas maiores, como ruídos externos. Assim, é necessário encontrarmos alternativas que corrijam esses problemas e que garantam uma boa qualidade do áudio gravado. Siga então as nossas dicas para que o sucesso aflore na sua voz!  1 – O ambiente da gravação de voz Primeiramente, antes de gravar sua voz, você deve estar no cômodo correto. Sua voz deve ser destaque e estar presente no ambiente! Para isso, escolha um lugar mais silencioso, de preferência longe da rua. Caso ainda haja algum ruído, fechar as janelas pode ser uma boa opção. A escolha do melhor ambiente pode ser um pouco difícil, no entanto, uma vez que você cria seu home studio, ali você terá dado um grande passo para uma gravação de voz de qualidade! Por outro lado, pode ser que você não encontre um lugar que cumpra todos esses requisitos em sua casa, mas não tem problema. Para resolver isso, tente gravar em horários onde o som externo é mais calmo. Assim, você vai evitar boa parte dos ruídos indesejáveis em “horários de pico”. Uma sugestão é a gravação à noite, mas pode ser que isso incomode algumas pessoas. Além disso, uma boa edição pode remover outros ruídos de fundo com facilidade. 2 – Disposição e posicionamento no cômodo Bem, agora que você já tem um espaço calmo para fazer sua gravação de voz, a disposição dos móveis no ambiente faz toda a diferença. Evite gravar no centro da sala, pois, apesar de ter mais mobilidade, é um local onde as frequências do som se encontram. Com isso, surgem efeitos de cancelamento e reverberação, que podem estragar a sua voz! Sendo assim, escolha ficar em um dos cantos do quarto ou do home studio, com seu corpo virado para o centro da sala. Assim, a sua voz se dissipa melhor no ambiente, e os efeitos de cancelamento e reverberação se tornam menos perceptíveis. Dessa forma, você garante ainda mais qualidade para sua gravação! 3 – Um bom microfone é essencial para uma boa gravação de voz Agora que você já está bem posicionado no cômodo escolhido, os equipamentos que serão utilizados são fundamentais! Então, escolha eles muito bem! Os microfones cardioides – tipo dinâmico ou condensadores – são os mais indicados. Conforme imagem abaixo, eles conseguem captar o som que vem apenas da sua frente, evitando outros sons de ruído! Além disso, você tem que saber como vai se posicionar para gravar sua voz com o microfone. A correta posição é essencial; vozes muito perto soam abafadas e as mais longes soam mais baixas. Com isso, uma distância de aproximadamente dois palmos do microfone é uma boa escolha, mas lembre-se de testar antes, para garantir que está funcionando corretamente. Por outro lado, ainda, deve-se utilizar a altura ideal. O microfone um pouco acima da boca trará uma captação mais uniforme do som, o que melhorará consideravelmente a qualidade da gravação de voz. Por fim, com relação aos demais equipamentos, tente utilizar os acessórios do microfone. O pop-filter é a principal escolha. Com ele, você evita que as explosões da fala interfiram na gravação da voz (quando falamos P ou B, por exemplo). Ele é essencial para a melhoria do desempenho do microfone e tem um preço bem acessível. 4 – Escolha a interface do seu microfone Além de escolher um bom microfone, é importante utilizar uma boa interface. Alguns microfones precisam de certos equipamentos, como mesa de som ou adaptadores de áudio USB, para funcionarem e potencializarem o som. Sem isso, o som pode sair muito baixo, ou até mesmo não sair, o que não é nada favorável à gravação. Além disso, uma boa configuração nos níveis do microfone, tanto no software utilizado quanto no computador, são fundamentais. Uma boa escolha para quem está começando com gravação de voz é a utilização de adaptadores de placa de som 7.1. O equipamento é de fácil uso e barato, bastando conectá-lo ao seu computador e ligar seu microfone. É importante destacar que a qualidade não vai ser a melhor, mas pode ter certeza que seu som já será potencializado e você ainda terá um controle básico do áudio. Já você que tem seu home studio mais avançado, uma interface de áudio é essencial! A interface reduz a latência das gravações e ainda traz um pré-amplificador – para que o volume da gravação da voz tenha um volume e timbre decente. Além disso, com a interface você ainda tem um controle muito maior do áudio que está sendo captado. Assim, pode ter certeza que com a configuração ideal você vai melhorar muito a qualidade da sua gravação de voz!  5 – O posicionamento dos móveis no ambiente interfere diretamente na qualidade da gravação de voz Além do seu bom posicionamento no cômodo, o dos móveis também merece uma atenção indispensável. Para uma boa gravação, é fundamental que os efeitos de reflexão não sejam notados dentro do ambiente. Para isso, a mobília presente no cômodo deve ser formada por materiais absorvedores. É melhor utilizar um quarto cheio de cobertores, almofadas e tapetes do que um lugar vazio ou com materiais que podem refletir as ondas sonoras. Ainda mais, indicamos o uso de materiais isolante e absorvedores, juntamente com o projeto acústico. Temos, inclusive, um texto específico sobre esse assunto, que você pode conferir mais tarde clicando aqui. 6 – O projeto acústico Você já viu conosco como o melhoramento

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Como implementar um Sistema de Gestão da Qualidade?

Em um mercado cada vez mais competitivo e exigente, manter a sua empresa operando requer a demonstração de algum diferencial que torne seu produto mais atrativo. Uma das maneiras de fazê-lo é atestar a sua qualidade, e um meio eficiente de formalizar isso é o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ).  Um SGQ é responsável por estabelecer políticas e práticas dentro de uma instituição, visando garantir o bom desempenho e qualidade dos seus produtos e serviços, o que gera maior credibilidade e confiança do mercado.  A implementação desse sistema pode não ser simples nas empresas, pois mudanças em hábitos fortemente estabelecidos geram incerteza e insegurança. Porém, descrevemos aqui alguns passos para facilitar esse processo.  Adequação à ISO 17025 Para as organizações (ou laboratórios) que realizam ensaio, calibração ou amostragem (associada a um dos dois primeiros), as competências gerais para o estabelecimento de um Sistema de Gestão da Qualidade são definidas pela ISO/IEC 17025 , que no Brasil conta com sua terceira edição de 2017.  Portanto, empresas que queiram um SGQ devem atentar-se a essa norma. A adequação pode ser definida em três grandes fases, ordenadas cronologicamente: Adequação e/ou elaboração de processos; Implementação e análise crítica; Acreditação. Adequação e elaboração de processos É nesta etapa em que são mapeados todos os procedimentos da empresa e em que é elaborado o SGQ. Faz-se, então, um escaneamento de cada parte do laboratório que afete seu produto: do atendimento ao cliente à construção de relatórios técnicos (exemplo de serviço de monitoramento de ruído).  Após mapear todo o laboratório, identificam-se quais processos requerem adequação à norma. Assim, são construídos procedimentos padrões para determinadas ações. Isso é feito para que elas se aprimorem, minimizem e, até mesmo, extingam riscos, quando possível. Além desses procedimentos, registros e formulários podem ser criados com o intuito de assentar toda informação relevante para a empresa.  Durante essa etapa, é vital que todas as seções da norma sejam atendidas. Ressalta-se que a versão de 2017 passou a exigir somente 7 procedimentos em seus tópicos, tornando-se mais focada no resultado e na qualidade, assim, engessando menos a forma como os laboratórios efetuam o atendimento.  Ao final dessa fase, pode ser gerado o Manual da Qualidade, documento que descreve todas as ações da empresa decorrentes do seu SGQ e serve como guia interno e externo para o atendimento às normas vigentes.  Implementação do Sistema de Gestão da Qualidade A implementação é o estágio em que o Sistema de Gestão da Qualidade é posto em prática. Esse é o momento, em todo o processo, que mais requer comprometimento dos colaboradores. É necessário um diálogo constante da gerência para que todos estejam de acordo e conhecendo o SGQ. Um primeiro passo importante é disponibilizar o acesso, a todos os envolvidos, à documentação produzida na fase anterior, além de capacitá-los para colocá-las em funcionamento.  Contudo, alguns vícios decorrentes das práticas antigas podem afetar a implementação, tornando extremamente relevante executar treinamentos contínuos do time de colaboradores. Dessa forma, pode ser mapeado como determinado serviço era feito antes e estabelecer como deverá ser realizado com o novo SGQ, deixando claras as mudanças de postura.  Cuidado com as Não Conformidades Todavia, durante esse período, poderão surgir Não Conformidades (NC) e deve-se dar completa atenção a elas. Essas podem originar-se tanto da má formulação dos procedimentos e da interpretação equivocada da norma, quanto da implementação errada e não ajustada deles. Após a constatação das NCs, há de se identificar sua origem e tratá-la de acordo com as duas possibilidades seguintes:  Má formulação de procedimentos: reconhecer o erro e corrigi-lo, de modo a atender à norma e às necessidades da empresa; Implementação errada: observar o que levou, durante o processo, o surgimento da NC e corrigi-la. Muitas vezes o mau uso de um novo procedimento gera a NC, bastando capacitar o responsável sobre a sua utilização.  A Análise Crítica  Implementados os procedimentos e não identificada nenhuma NC, começa-se a operar o SGQ. Após algum período e com uma frequência estabelecida, a direção do laboratório deve fazer uma análise crítica do sistema de gestão. Essa é realizada a fim de identificar falhas que estão ocorrendo e definir mudanças necessárias com o objetivo de garantir atendimento às próprias necessidades e aos requisitos de acreditação.  Acreditação do Sistema de Gestão da Qualidade O último passo importante é o pedido de reconhecimento junto aos órgãos responsáveis. Existe a possibilidade de requisitá-lo na rede metrológica do estado ou no INMETRO – observado que o INMETRO tem abrangência nacional e internacional.  Para pedir a acreditação é necessário que o laboratório defina o escopo de acreditação, ou seja, quais serviços por ele prestados deverão ser reconhecidos. Definidos esses serviços, deve-se ter a certeza de que todos os requisitos da norma estão sendo atendidos pelo seu Sistema de Gestão da Qualidade e, então, entrar com o pedido no órgão escolhido.  O processo de acreditação segue a seguinte linha:  Solicitação; Análise da solicitação; Preparação para a avaliação (forma-se a equipe de avaliadores e é feita a análise da documentação); Avaliação; Decisão de acreditação; Formalização.  O tempo de conclusão é variável, sendo consideravelmente diferente entre os casos e, em alguns, levando até um ano desde a solicitação até a formalização da acreditação.  Como implementar o Sistema de Gestão da Qualidade de forma simples e eficiente? No geral, não existe uma fórmula pronta para todas as empresas, pois o SGQ, além de atender às normas, também deve estar de acordo com as necessidades e particularidades do laboratório. Se você tem dúvidas ou pensa em implementar um Sistema de Gestão da Qualidade na sua empresa, bem como solicitar o reconhecimento, entre em contato conosco da AEROJR. Nós prestamos uma consultoria completa para construção do SGQ com qualidade e praticando os menores preços do mercado. Autor: Felipe Jorge

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Como Solucionar Problemas Sonoros com Vizinhos

Estamos todos mais presentes dentro de nossas casas. Logo, começamos a ter percepções que a correria do dia a dia nos impedia, certo? Por exemplo, descobrir um novo local ideal para realizar exercícios físicos dentro da residência. Mas, também, notar problemas sonoros com vizinhos da região, o que pode ser um grande incômodo.  

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Manual da Qualidade: saiba porque fazer um na sua empresa

O Manual da Qualidade é um documento que sintetiza os processos relacionados ao Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) dentro de uma empresa. Assim, ele demonstra o comprometimento do laboratório em atender as expectativas do cliente ao entregar produtos ou serviços primados na qualidade. Além disso, seu objetivo é detalhar ou mostrar como a instituição atende aos requisitos da norma à que está submetida. A princípio, criar um Manual da Qualidade para sua organização pode parecer intimidador, especialmente para empresas que não conhecem a ISO 9001:2015. No entanto, a chave para superar isso é primeiro entender o que ele é, o que ele contém e como pode ajudar a sua organização. O que é o Manual da Qualidade? Mais especificamente, um Manual da Qualidade declara as intenções da empresa de operar os processos no Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ). Em outra palavras, o manual inclui informações sobre as metas, expectativas, políticas e outras informações quanto à empresa em relação ao SQG. Ademais, ele inclui os requisitos necessários para a organização estar em conformidade com os padrões da ISO 9001, ou demais normas que a empresa atenda. Para a confecção de um Manual da Qualidade, é, dentre outras, utilizada a ISO 9001. Uma norma que descreve como se dá a implementação do SGQ em uma organização. Então, estar de acordo com a norma significa que a organização estabeleceu uma abordagem sistêmica para a gestão da qualidade. Mostra também que está gerenciando seu negócio de tal forma que assegura que as necessidades do cliente estejam compreendidas, aceitas e atendidas. Desse modo, o Manual oferece uma ampla gama de benefícios para a sua organização. Ele deve ser organizado e fácil de se seguir, pois abrange quase tudo que você e seus funcionários precisam saber sobre a norma ISO 9001, sobre as demais normas e o que é esperado do seu sistema de gestão da qualidade. Manual da Qualidade para empresas acústicas Para empresas que realizam ensaio, calibração e amostragem, a exemplo as que tem em sua carta de serviços projetos relacionados a monitoramento de ruído ambiental e emissão de laudos acústicos, é salutar atender normas que atestem a qualidade de seus serviços. A principal norma responsável, no Brasil, para os requisitos de um SGQ para tais empresas é a ABNT NBR ISO/IEC 17025. Ela detalha requisitos gerais para a garantir a competência de laboratórios em gerar resultados válidos. Um sistema de gestão de um laboratório baseado nessa norma tem o intuito de promover a confiança em sua operação. Além de certificar a primazia na execução dos processos internos. A ISO/IEC 17025, tem como referência a ISO 9001, pois detalha os requisitos para a implementação de um Sistema de Gestão de Qualidade. Para a implementação da ISO/IEC 17025 é comum a utilização de um Manual da Qualidade, que tenha sido revisado e aprovado. Em 30/11/2017, foi publicada pelo INMETRO uma atualização desta norma, a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017. Nela, foi estipulado o prazo de 3 anos para que os laboratórios acreditados ISO/IEC 17025:2005 atualizem seus sistemas de gestão. Para as empresas que não o possuem, os prazos são determinados pelos respectivos órgãos estaduais. Passado esse tempo, empresas que não atendam às novas demandas do INMETRO não serão mais acreditadas. Portanto, não poderão emitir mais laudos que demandem a conformidade com as normas. Por que implementar a ISO/IEC 17025 através de um Manual da Qualidade? Ter um Manual da Qualidade bem estruturado e acreditado pelo INMETRO traz confiabilidade para os serviços e produtos oferecidos pela sua empresa. Um laboratório acreditado pela norma garante confiança na sua operação, rastreabilidade e oferece segurança na medida realizada ao cliente, afetando toda a cadeia do produto até o consumidor final. Além disso, potencializa sua atuação no mercado nacional e internacional, abre novos horizontes para a empresa, é um diferencial competitivo, sendo ainda um fator de divulgação e marketing. Ademais, passado o prazo para implementação da norma, apenas empresas acreditadas pelo INMETRO poderão emitir laudos no estado de Minas Gerais, de acordo com a Deliberação Normativa n° 216 do COPAM-MG. Logo, empresas que pretendem manter a emissão desses laudos precisam implementar um sistema de gestão da qualidade de acordo com as normas requisitadas. Precisam também, buscar a acreditação pelo INMETRO ou reconhecimento na RMMG. E agora? Como confeccionar o seu Manual? Confeccionar um Manual da Qualidade não é uma tarefa fácil. Primeiro, deve-se estruturar todo o Sistema de Gestão da Qualidade da sua empresa e, então, o refletir no Manual. Portanto, escrever e estruturar um MQ não é uma tarefa simples, considerando todas as etapas necessárias para chegar nele: mapear os processos da empresa abarcados pela norma; torná-los de acordo com os requisitos nela estabelecidos; montar o Manual da Qualidade; implementação do MQ. Portanto, para desenvolver o Manual da Qualidade de forma eficaz e objetiva, você pode contar com a AEROJR. Elaboramos Sistemas de Gestão, junto com a empresa, e confeccionamos Manuais de Qualidade. De modo que o laboratório requeira sua acreditação junto ao INMETRO ou em outro órgão competente, e isso a um preço abaixo do oferecido no mercado. Autor: Filipe Guimarães

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As 8 Principais Normas Acústicas para a Eficácia de seu Projeto

Sabemos que para o bom funcionamento da sociedade, o homem, desde os primórdios da civilização, desenvolve regras e preceitos que regulam o funcionamento da rotina e vivência dos indivíduos. Por isso, com o passar dos anos, essas regras foram se tornando cada vez mais desenvolvidas. Estendendo-se, assim, a diferentes âmbitos da atuação humana como direito civil, penal, leis de trânsito, normas para a área saúde, para a engenharia, etc. Logo, hoje em dia existe legislação para praticamente qualquer ação humana. O que inclui, é claro, as Normas Acústicas, e são essas que vamos conhecer mais agora. A Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT é a responsável pela regularização das normas acústicas no território nacional, e essas são importantíssimas para um projeto acústico eficaz, que atenda às necessidades dos interessados sem prejudicar os que estão à sua volta. A partir destas normas, o engenheiro responsável pelo projeto consegue planejar as soluções que preencham os requisitos presentes na legislação, o que envolve importantes decisões de projetos e os materiais mais eficazes para o resultado desejado, e dentro dos custos pretendidos. Algumas normas brasileiras relativas à acústica ABNT NBR 10151:2019 Errata 1:2020 Título – Acústica – Medição e avaliação de níveis de pressão sonora em áreas habitadas – Aplicação de uso geral Essa Norma determina o procedimento para medição e avaliação de níveis de pressão sonora em ambientes destinados à ocupação humana, ou seja, trata de forma geral das áreas internas e externas de edificações com emissão sonora aérea ou de vibração.  Assim, ela se torna indispensável para qualquer projeto de acústica. Sendo que a partir dela que se pode realizar procedimentos de monitoramento de ruído e posterior tratamento dos dados, usados no projeto. ABNT NBR 10152:2017 Errata 1:2020 Título – Acústica – Níveis de pressão sonora em ambientes internos a edificações  Essa Norma estabelece o procedimento para execução de medições de níveis de pressão sonora em ambientes internos a edificações. Sendo assim, ela é um complemento necessário da ABNT NBR 10151. Isso ocorre pois possui os valores de referência para as medidas dos diversos procedimentos relacionados às medições internas. ABNT NBR ISO 16283-1:2018 Título – Acústica – Medição de campo do isolamento acústico nas edificações e nos elementos de edificações. – Parte 1: Isolamento a ruído aéreo Essa parte da ISO 16283 especifica procedimentos para determinar o isolamento de ruído aéreo entre duas salas, em uma edificação usando medições de pressão sonora. Assim sendo, estes procedimentos são destinados às salas de volume na faixa de 10 m³ a 250 m³ e na faixa de frequências de 50 Hz a 5.000 Hz.  ABNT NBR ISO 3382-2:2017 Título – Acústica – Medição de parâmetros de acústica de salas – Parte 2: Tempo de reverberação em salas comuns Nessa Parte, a ABNT NBR ISO 3382 especifica métodos para a medição do tempo de reverberação em salas comuns. Assim, ela busca descrever os critérios para a realização de uma medição efetiva do tempo de reverberação em salas comuns. Então, dentre suas especificações, estão: o procedimento de medição, o dispositivo necessário, o número de posições de medição requerido e o método para avaliar os dados e apresentar o relatório de ensaio. ABNT NBR 16313:2014 Título – Acústica – Terminologia A ABNT NBR 16313:2014 estabelece os termos e definições em acústica. É uma norma curta, mas importante para auxiliar na compreensão das outras normas. ABNT NBR 16425-1:2016 Título – Medição e avaliação de níveis de pressão sonora provenientes de sistemas de transportes – Parte 1: Aspectos gerais Essa Parte da ABNT NBR 16425 estabelece a instrumentação eletroacústica a ser utilizada em medições de níveis de pressão sonora provenientes de sistemas de transportes. Como também, determina a calibração e o ajuste necessários no campo da instrumentação eletroacústica. Além disso, ela define as condições gerais de medição, e os descritores sonoros para análise de sons provenientes de sistemas de transportes (aeroviário, hidroviário, ferroviário, metroviário e rodoviário). ABNT NBR 15575 – Partes 1 a 6 Título – Edificações habitacionais – Desempenho Esta norma aborda, em suas diversas partes, requisitos de desempenho para edificações habitacionais, dentre eles o desempenho acústico. Ela aborda, dentre outros critérios, os valores admissíveis para ruído entre paredes externas, paredes internas de unidades e do piso. Torna-se, portanto, um excelente fundamento, principalmente na fase de construção, de edifícios e casas para habitação humana. ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 Título – Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração. Essa norma é necessária aos laboratórios de ensaio e calibração para gerar o Laudo Acústico, e calibrar ferramentas de medição como o sonômetro. Dessa forma, ela é exigida para assegurar a confiabilidade dos resultados do laboratório. Além do mais, ela legisla tanto sua parte técnica como sua gestão interna. Projetos Acústicos e sua relação com as normas acústicas Em um projeto acústico, é necessário estar atento a várias normas durante o planejamento. Por exemplo, no projeto acústico e arquitetônico de um estúdio de gravação dentro de um edifício, seria preciso observar os requisitos das normas ABNT NBR 10151:2019 e ABNT NBR 10152:2017 Errata 1:2020. E de modo a conseguir caracterizar o ruído e o som do ambiente, as normas ABNT NBR ISO 16283-1:2018 e ABNT NBR ISO 3382-2:2017. Além de ficar atento aos termos explicados na ABNT NBR 16313:2014. Importância da adequação às normas acústicas Ao possuir um estabelecimento que emita níveis sonoros consideráveis, como restaurantes, bares, casas de show e estúdios, é necessário estar de acordo com a legislação para prevenir problemas como advertências, multas e até mesmo a interdição do local. Além disso, corresponder com as normas mostra a excelência do trabalho e a preocupação com a sociedade. Empresas de acústica que emitem laudo também podem adequar-se à ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017, norma importantíssima que permite a criação de um Sistema de Gestão da Qualidade e torna seus processos mais eficientes. A AEROJR. oferece soluções acústicas personalizadas para o seu projeto com um preço abaixo do mercado e excelência, garantida pelo nosso time de alunos e professores da UFMG. Além disso, realizamos toda adequação

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Acústica em Estúdios: Principais Conceitos e Aplicações Práticas

É recorrente o fato de entrarmos em algum lugar e sentirmos a sensação de desconforto ao ouvir um determinado som. Como exemplo, podemos citar cinemas, igrejas, estúdios, teatros, e afins. Esse é um problema que afeta diversos locais, mas, é deixado de lado ou ignorado por grande parte das pessoas. Contudo, esse é um fator que afeta diretamente o bem estar de quem está sujeito a este tipo de incômodo, tendo em vista que isso está relacionado a diversas alterações comportamentais que podem ser desencadeadas a partir desse desconforto. Quando falamos a respeito da acústica em estúdios, esse é um tópico que deve ser abordado com muita seriedade em seu projeto de construção. Ter uma sala bem isolada e tratada acusticamente faz total diferença para quem a utilizará posteriormente. Isso interfere tanto na qualidade de som tanto na qualidade de vida.   É necessário, portanto, entendermos a diferença entre isolamento acústico e tratamento acústico. Além de saber quais características cada um confere ao ambiente em questão, neste caso, em estúdios musicais.  Isolamento acústico Segundo a norma brasileira NBR 12179, em vigor desde 1992, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), isolamento acústico é “O processo pelo qual se procura evitar a penetração ou a saída de ruídos e sons, em um determinado recinto. O isolamento acústico compreende a proteção contra ruídos ou sons aéreos e ruídos ou sons de impacto”. Desta forma, a acústica em estúdios deve isolar o ambiente contra a entrada e a saída de qualquer som ou ruído que seja produzido e transmitido pelo ar (ex.: buzinas e alto-falantes). Como também, os sons produzidos por percussão sobre um corpo sólido e propagados através do ar (ex.:  ruídos de passos e marteladas).   Para tal, existem diversas formas de realizar o processo de isolamento, visto que este está diretamente relacionado com a massa e densidade do material através do qual o som irá se propagar, ou seja, quanto maior for a massa menor será a probabilidade do mesmo vibrar e, por consequência, transmitir o som.  No caso dos estúdios, o material em questão será aquele que constitui a alvenaria das paredes, chão e laje do ambiente e também o material de que são formadas as portas e janelas do estúdio.  Uma prática muito eficaz usada para isolamento acústico em estúdios é a utilização de paredes duplas em alvenaria. Entre elas deixa-se simplesmente um espaço de ar, ou então preenche-se esse vazio com um material absorvente, como lã de rocha, tornando-se ainda mais eficiente. Portas duplas também são comumente utilizadas. A eliminação de janelas, se possível, facilita no isolamento, sendo necessário, neste caso, o controle de temperatura e ventilação serem feitos através de ar condicionado. Tratamento acústico A norma NBR 12179 define tratamento acústico como o “Processo pelo qual se procura dar a um recinto, pela finalidade a que se destina, condições que permitam boa audição as pessoas nele presentes”.  Diante disto, é preciso entender o conceito de absorção acústica, que nada mais é um fenômeno que impede ou minimiza a reflexão das ondas sonoras, diminuindo a pressão sonora em determinado ambiente. Materiais leves, moles e porosos são considerados excelentes absorvedores, uma vez que permitem que as partículas de ar penetrem e se movimentem em seu interior, ocorrendo a dissipação sonora. Esta é a grande razão de vermos os estúdios musicais recobertos de espumas em seu interior.  Estúdios sem nenhum tratamento acústico apresentam dois fenômenos ondulatórios que estão relacionados a reflexão das ondas sonoras, a reverberação e o eco. O primeiro dificulta a compreensão isolada do som emitido, visto que as ondas sonoras emitidas e refletidas se sobrepõem. O último faz com que o ouvinte escute de maneira distinta o som emitido e refletido. Desta forma, a qualidade sonora buscada e esperada em qualquer estúdio musical será completamente comprometida, mesmo que este esteja isolado acusticamente. Deve-se então, buscar solução para estes fenômenos, entrando em cena os materiais absorventes.  O projeto acústico irá definir quais materiais são os mais indicados para cada tipo de estúdio, levando em consideração as exigências do cliente e as atividades que serão desenvolvidas. Destacam-se dentre estes materiais a lã de rocha, lã de vidro e as espumas acústicas.   Contrate um profissional É importante salientar também que um local com excesso de absorção pode deixar o ambiente morto acusticamente, são as chamadas salas mortas. Um ambiente deste tipo torna-se monótono e cansativo, o que pode prejudicar o rendimento e até mesmo diminuir o entusiasmo de quem ali está inserido. Portanto, para garantir a qualidade acústica em estúdios ao montá-lo, é essencial consultar profissionais e especialistas do ramo. Ficou interessado em saber mais sobre isolamento e tratamento acústico para estúdios? Aqui na AEROJR.  buscamos sempre a mais viável e eficaz solução para seus problemas. E o melhor, com preços abaixo do mercado e qualidade de excelência. Entre agora em contato conosco e faça já seu orçamento! 

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Acústica em Eventos: Por que Investir?

Você provavelmente já passou por uma situação inconveniente devido à problemas com acústica em eventos. Estar em um teatro e não conseguir ouvir direito a parte mais interessante da peça, por exemplo. Ou ainda, em um grande evento, como um casamento, em que a fala do interlocutor parece embolada, tendo aquela sensação chata de eco. Esse tipo de situação, é reflexo do tratamento e isolamento acústicos inadequados ou, muitas vezes, inexistentes. Esse texto, vai fazer você entender um pouco melhor a importância de se preocupar com a acústica nos seus eventos. Vem comigo! Mas afinal, o que é uma “boa acústica” em eventos? Embora muitas vezes pareça subjetivo falar em um ambiente acusticamente confortável, existem parâmetros bem definidos que podem ser medidos e avaliados na hora de caracterizar um teatro, uma igreja ou um salão de festas. O Tempo de reverberação (T60), por exemplo, é uma informação valiosa sobre a nossa percepção do som em um ambiente. Esse parâmetro, dado em segundos, é o tempo gasto pelo som  para decair em 60 dB após cessada sua fonte de emissão. Quando o tempo de reverberação de uma sala (e aqui entenda sala como um ambiente qualquer, fechado) é muito alto, temos a sensação de um som, fala ou música, embolado. Se, por outro lado, o T60 é muito baixo, o som pode parecer muito “morto”. E esse efeito também é indesejável para igrejas, teatros e estúdios, por exemplo. Outro fator muito importante quando falamos na realização de eventos, é o vazamento de ruído. Enquanto o tempo de reverberação é um parâmetro de qualidade e tratamento acústico, o vazamento de ruído diz respeito ao isolamento do seu ambiente. Aqui, nos preocupamos com o barulho fora do evento, que pode incomodar os vizinhos, gerar reclamações e até multas! Porque investir em um projeto acústico para eventos? Em primeiro lugar, a contribuição de um evento ou estabelecimento para o ruído local em região urbana é legislada por cada município. E, geralmente, não pode ultrapassar 60 dB durante à noite em área residencial, sujeito a fiscalização e multa da prefeitura. Além disso, incomodar a vizinhança com barulho inadequado pode gerar comentários negativos em sites de avaliação. Eles interferem diretamente na imagem da organização do evento, ou do estabelecimento em si. Em segundo lugar, quando falamos em tratamento acústico, uma igreja ou um salão que foi tratado adequadamente, consegue expandir sua utilização. Eventos musicais, festas, casamentos, formaturas, coquetéis diurnos… tudo isso frente a um menor investimento em equipamento de som e filmagem, gerando uma experiência ímpar para o seu cliente. Igrejas e salões em que ocorrem casamentos e formaturas, por exemplo, necessitam, além do isolamento acústico, de um tratamento adequado. Imagina os convidados não conseguirem ouvir os votos da noiva ou o discurso do orador? Ademais, estes detalhes valorizam o espaço, como o conforto acústico, e a possibilidade de ouvir um bom som e ainda, assim, conseguir conversar sem gritar. Tudo isso garante a melhor experiência possível aos presentes, o que pode ser o diferencial na hora de fidelizar ou não seu cliente. E então, qual tipo de projeto eu preciso? Quando falamos em parâmetros, definindo o que é uma boa acústica, você pode ter pensado: “Bom, eu não tenho problema com reverberação na minha sala, mas bem que poderia melhorar o isolamento”. Ou ainda, “Meu isolamento está ok. Porém, tenho um problema na hora de alugar meu Buffet para um evento muito grande, porque a reverberação torna o ambiente desconfortável na presença de muitas pessoas”.  De fato, além da utilização do ambiente, suas características construtivas e  arquitetônicas exigem uma análise específica de cada situação. Por isso, trabalhamos com projetos acústicos personalizados, a fim de garantir o melhor custo benefício e a excelência da solução.  A consultoria acústica garante que a utilização de materiais e soluções comerciais, como painéis, portas e janelas acústicas, sejam utilizadas de maneira adequada. Além disso, sem superdimensionar uma solução ou deixar o problema resolvido pela metade. Na AEROJR. analisamos a melhor solução acústica de um jeito que cabe no seu bolso e resolve os problemas de isolamento e tratamento acústico no seu evento! Ficou interessado? Entre em contato com o nosso time! Autora: Anne Mendes

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