MEJ

OKR: 3 erros que devem ser evitados ao implementar a metodologia

O método OKR (Objective and Key Results) é um modelo de trabalhar a gestão de objetivos estratégicos das empresas. De maneira focada, pode ser usado nas mais diversas áreas da organização, como no Marketing, RH e Vendas, por exemplo. Entre suas vantagens, a OKR é uma metodologia flexível e simplificada, que favorece o maior engajamento da equipe a partir da forma como as metas são definidas. Além de existirem objetivos estratégicos definidos pelos cargos estratégicos. Assim, as próprias equipes e colaboradores participam de forma ativa na construção de seus próprios objetivos e metas. Isso gera maior autonomia e proximidade em relação ao processo. Para iniciar a implementação dessa metodologia, é preciso ter atenção pois alguns erros podem estar sendo cometidos. Apesar de ser comum, eles podem ser evitados com determinados pontos de atenção. Assim, aqui são tragos alguns erros frequentes quando uma organização dá início a execução da metodologia. Erro 1: Tratar a metodologia como uma lista de atividades que a empresa precisa fazer Ao definir o OKR, é importante se ater à realidade, não estabelecendo numerosos objetivos atacando todas as métricas das organizações. É preciso focar naquilo que você quer melhorar durante o ciclo. É claro que a empresa tem diversos objetivos, mas as OKRs ajudam a destacar aqueles que são a maior prioridade no momento, ou seja,  entender qual a cadência ideal de atuação na empresa. O ideal é ter um número equilibrado de objetivos e resultados-chave. De maneira que eles sejam executáveis e alcançáveis. Além disso, é importante não confundir os elementos. Os objetivos se resumem ao que você quer alcançar e qual a meta da organização. Já os resultados-chave são os critérios de sucesso para alcançar tal meta. Lembrando sempre que eles não são tarefas, mas sim resultados. Portanto, é importante ter claro quais são os resultados a serem alcançados que indicarão um sucesso da estratégia traçada durante o período do ciclo. Uma das regras básicas é que os resultados-chave devem ser mensuráveis e com um período bem claro. Erro 2: Alcançar os objetivos, mas não incorporá-los permanentemente no dia a dia da empresa Além de tratar as etapas da metodologias como atividades listadas a serem alcançadas, muitas organizações que alcançaram seus resultados-chave tratam os pontos como solucionados, não buscando incorporar tais fatores permanentemente à empresa, como elementos do dia a dia. Assim, as OKRs são tratadas como elementos que devem ser feitos, mas que não agregam profundamente à organização, não incorporando sua cultura. O mais importante é ter claro que OKR é uma forma de priorização de onde as equipes irão alocar o seu esforço. Por exemplo, se eu sou da equipe de Recursos Humanos e meus objetivos têm foco em “melhorar a satisfação dos membros”, isso significa que, durante este ciclo de OKRs, o principal foco no qual eu devo direcionar as minhas ações são para o atingimento desses objetivos. Todos os outros focos se tornam “secundários”. Quando o primeiro foco for estabelecido e estiver encaminhado para se tornar parte da cultura da organização como um todo, de maneira que todas as equipes reconhecem a transformação iniciada e estão alinhadas perante a interface dos objetivos das diferentes áreas, o foco se transfere para um próximo ponto. Erro 3: Falta de revisões das OKRs e seu alinhamento com a estratégia Além do acompanhamento da cadência dos objetivos e enfoques, é fundamental a existência de momentos de discussão para avaliar os resultados obtidos e seu alinhamento com o impacto esperado. É comum que depois do longo processo de definição da estratégia, as empresas se esqueçam desses momentos, se afastando cada vez mais do resultado esperado por não analisarem continuamente os esforços despendidos. Por isso, correções de rota são essenciais, sendo facilitadas por ferramentas que facilitam o acompanhamento dos objetivos e sua cadência, como roadmaps. Como a UCJ e a AEROJR podem auxiliar a sua empresa A UCJ e a AEROJR. são empresas juniores especializadas em consultoria. Sendo que a UCJ soluciona diversos tipos de problemas relacionados à gestão empresarial e a AEROJR. atua na área de Engenharia. Assim, a UCJ pode construir todo o planejamento estratégico da sua empresa, de modo que ele seja profissional e assertivo. E a AEROJR. pode auxiliar no estabelecimento e organização da empresa por meio da confecção e da acreditação de Manuais da Qualidade juntamente ao INMETRO. Para entender mais sobre o assunto, visite nosso blog ou entre em contato com um especialista! Autora: Sofia Bartelega Miranda – UFMG Consultoria Júnior

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A busca por ser referência no mercado aeronáutico

No atual contexto social e empresarial, o seguinte questionamento é sempre alvo de discussões das empresas: o que é ser referência no mercado? Essa palavra, cercada de diversas opiniões, revela a busca por um propósito de excelência. Assim, como parte integrante do transformador Movimento Empresa Júnior, a AEROJR. se fortalece a cada dia em sua jornada por ser referência nos diversos serviços que compõem seu portfólio. Nesse contexto, acreditamos que o aprendizado teórico e prático, aliado à vivência empresarial são o caminho para oferecer soluções sólidas e confiáveis. A busca por capacitação: em pauta, novos conhecimentos A AEROJR. destaca-se como uma empresa sempre disposta a tornar-se referência em diferentes setores do mercado aeronáutico. Logo, cada item do portfólio da empresa é fundamentado em um processo sistemático de estudo e capacitação na área. Dentre os serviços destaca-se a execução de processos de aceitação de aeronaves. Para isso, são feitas etapas processuais e de engenharia para a aceitação de uma aeronave LSA (Aeronave Leve Esportiva). Além disso, são executados serviços envolvendo a área de cargas, manuais e ensaios em voo, proporcionando um projeto mais completo. Assim, tudo isso resume-se em uma busca pela referência em tudo que realizamos, sendo sempre baseada no estudo e na prática. Foco na realidade: investimento em pesquisa Muitas vezes a busca pela referência no mercado exige um conhecimento da área com muita propriedade, o que inclui aspectos econômicos e jurídicos. Diante disso, a AEROJR. especializou-se em realizar boas análises de mercado e da legislação do setor aeronáutico, garantindo a sua atuação na regulamentação de aeródromos. Desse modo, a empresa oferece serviços de consultoria no registro, regularização e renovação cadastral de helipontos e aeroportos privados, incluindo toda a parte de documentação essencial. Por fim, desenvolvemos estudos aeronáuticos executando toda a parte técnica e burocrática necessária. Outro assunto diretamente relacionado à pesquisa e desenvolvimento na empresa é o setor de drones. Nesse sentido, os itens do nosso portfólio ligados à consultoria para esses veículos estão vinculados aos estudos de mercado e legislação desenvolvidos por nós. Consequentemente, executamos serviços de consultoria na aquisição do veículo, escolha de seguros, a realização da homologação na ANATEL e o registro na ANAC e DECEA. Enfim, pode-se destacar que os drones possuem uma vasta aplicabilidade, como em fotografia e filmagens, imobiliário, recreação, limpeza, mineração e na agricultura. Inovação: uma questão de propósito Identificamos que a busca pela referência ganha mais destaque quando há uma oferta de soluções inovadoras de excelência para demandas singulares. Então, para um projeto de um drone com especificações e funcionalidades jamais vistas no mercado, realizamos a escolha de componentes, modelagem 3D e simulações. Para mais, um processo de prototipagem é feito para a etapa final: os testes. Assim, nossa busca pelo propósito de excelência passa sempre por dedicarmos a um serviço completo e diferenciado. Dedicação ao que amamos: capacitar Os alunos de engenharia aeroespacial também possuem o anseio por difundir o estudo de astronomia e astronáutica. Diante desse desejo, surgiu no portfólio da AEROJR. o curso “GRAVIDADE”. Nesse sentido, o esforço e comprometimento da equipe são vistos tanto na qualidade da apostila disponibilizada aos alunos quanto na capacitação dos aplicadores das aulas. Ademais, a busca por um serviço de excelência levou-nos a propor uma revisão do material, feita pelos professores da UFMG, especialistas na área. Tudo isso dialoga com nossa dedicação em capacitar. Entretanto, ser referência no mercado necessita de algo a mais: ser diferenciado. Logo, investimos em uma apresentação didática e interativa do nosso serviço. Tudo isso com o foco no envolvimento total do aluno e em bons resultados. Essa metodologia foi aplicada e confirmada, destacando-se na realização do curso no Colégio Loyola. Assim, dentre os alunos que participaram das aulas, 3 obtiveram o diferencial de serem medalhistas de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Visão atenta ao mercado: oferecer o diferencial A AEROJR., em sua constante observação por oportunidades, preza pela entrada em novos segmentos com serviços únicos. Assim, a empresa passou a se dedicar ao setor de acústica. Ser referência nessa área exige uma busca constante por novos conhecimentos a fim de oferecer ao cliente um projeto completo e com ferramentas avançadas. Trabalhar em acústica significa possuir um portfólio de soluções inovadoras, tanto para aplicações arquitetônicas, industriais ou residenciais. Isso posto, destaca-se a personalização do serviço acústico: cada projeto é singular, desenvolvido especialmente para aquela situação. Oferecemos, então, serviços em isolamento e tratamento acústico, bem como a criação de um Sistema de Gestão da Qualidade para laboratórios de ensaios e calibração referentes a medições de emissão de ruídos ambientais. Assim, a AEROJR. destaca-se por ser uma empresa diferenciada, engajada na jornada diária de ser referência no mercado aeronáutico. Dessa maneira, aliando a dedicação ao que amamos com propósito de excelência, buscamos evoluir sempre como uma iniciativa prestativa, sólida e confiável. O que acha de ser referência conosco? Então, entre em contato com a AEROJR. por meio do e-mail [email protected] ou pelo nosso telefone (31) 3409-1086. Ah, e não deixe de seguir as nossas redes sociais para conferir mais informações! Autor: Pedro Bastos e Esriel Ferrari

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EJ’s que edificam: Ações Sociais

As sociedades atuais, em suma, se organizam no modelo econômico capitalista, que tem como principal objetivo o lucro. Entretanto, mesmo com essa forma de organização, muitas empresas atuais demonstram consciência quanto a sua responsabilidade social. Dessa forma, tem se tornado cada vez mais frequentes ações sociais que promovem o bem-estar de seus clientes, funcionários e da comunidade externa.

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Como a Consultoria Impacta o Mercado Empresarial

O mundo dos negócios passa por diversas situações de conflito que, muitas vezes, pode determinar se a empresa irá crescer, estagnar, ou até mesmo retroagir. Nesse momento, a melhor estratégia é obter a ajuda de um Consultor Empresarial para potencializar o empreendimento, ou ainda, auxiliar novos empreendedores nas oportunidades de mercado. Mas, o que é consultoria e como ela pode impactar na sua empresa? O que é consultoria e seus tipos A consultoria consiste na prestação de serviços por um profissional qualificado e especializado. A empresa responsável por esse serviço é orientada com base em resultados, está acostumada a avaliar situações semelhantes, facilitando a detecção de problemas e a obtenção de soluções. No Brasil, atualmente, as principais áreas de atuação empresarial são: Administrativa/Financeira; Qualidade/Produtividade; Vendas/Marketing; Gestão de Pessoas; Organizacional; e Engenharia. As empresas de Consultoria em Engenharia abrangem praticamente todas as especialidades e seus trabalhos podem ser técnicos – desenhos, documentações ou gerenciais – ou coordenação de atividades de projeto – dependendo do tipo e tamanho do projeto do cliente. Breve histórico da Consultoria Industrial A Consultoria Industrial teve início no final do século XIX, nos Estados Unidos e na Inglaterra, com o intuito de solucionar problemas decorrentes do aumento da complexidade das indústrias. O serviço, no entanto, só ganhou destaque após a quebra da Bolsa de Valores de Nova York em 1929, quando o mercado viu a necessidade de se prevenir contra futuras crises, buscando, então, aconselhamento financeiro, estratégico e organizacional. Como resultado, nos anos de 1980 e 1990, a indústria vivenciou um crescimento significativo com considerável importância no PIB (Produto Interno Bruto). O impacto da consultoria no ramo empresarial A consultoria empresarial é responsável por possibilitar que a organização tenha visibilidade de mercado e posicionamento com os concorrentes e clientes. Os consultores fornecem suporte, visão e soluções eficazes para o seu negócio e, como não fazem parte da organização, a tomada de decisão se torna mais clara e objetiva, focada nos resultados que se deseja alcançar. Os pequenos negócios, principalmente os novos empreendedores, são os que mais se beneficiam desse serviço. No mercado de intensa concorrência e de instabilidade, a falta de planejamento e auxílio externo faz com que muitas empresas não consigam sobreviver. A consultoria supre a carência nos processos gerenciais e administrativos, permitindo antecipar erros e minimizar riscos, evitando, assim, possíveis prejuízos. O papel das EJ’s As empresas juniores são excelentes opções para o serviço de consultoria, principalmente para novos e pequenos empreendedores. Por serem associações civis sem fins lucrativos, desenvolvem projetos com soluções de qualidade a preços abaixo do mercado. A AEROJR. Consultoria e Capacitação, por exemplo, é a empresa júnior de Engenharia Aeroespacial da UFMG que dispõe de universitários qualificados com o apoio de professores experientes, para oferecer serviços de excelência de consultoria aeronáutica em engenharia e capacitação profissional voltada ao setor aeroespacial. Empreendedor, você já possui um serviço de consultoria? Conheça nosso portifólio: https://aerojr.com/ Autora: Carolina Santos e Carlos Danyel

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O Impacto das Empresas Juniores no Brasil

Pouco se fala sobre as Empresas Juniores no Brasil e menos ainda sobre o enorme impacto econômico e social causado por esse movimento. Portanto, aqui você descobrirá como tem ocorrido essa atuação no País. Aliás, você sabe o que é uma Empresa Júnior? Empresa Júnior Empresa Júnior (EJ) é o termo utilizado para designar uma empresa gerida exclusivamente por universitários durante a sua graduação. Trata-se, assim como qualquer empresa, de uma pessoa jurídica dotada de CNPJ, Estatuto Social, registro em cartório e de todas as minúcias exigidas no momento da criação de uma empresa. Entretanto, a grande diferença entre uma empresa comum e uma Empresa Júnior é o objetivo que as move. Enquanto a primeira existe para gerar lucro e acumular capital, o funcionamento de uma EJ é baseado no fortalecimento da formação profissional dos membros que a compõem. Assim, através da experiência de gerenciar uma empresa e executar projetos personalizados para cada cliente, o empresário júnior desenvolve habilidades únicas capazes de o transformar em um verdadeiro profissional. A interface graduação/gestão permite gerar um profissional mais capacitado para lidar com cenários adversos. Dessa forma, possui uma relação intima com o mercado e capaz de aliar a ciência e tecnologia presentes na universidade às soluções para seus clientes. Além disso, devido ao fato de uma EJ representar uma associação sem fins lucrativos, o valor cobrado por projeto costuma ser inferior ao de uma empresa comum. Portanto, isso representa um ponto atrativo para o cliente contratar a empresa e permite que o empresário júnior se desenvolva pela prática. Assim, como a base de uma EJ é o desenvolvimento dos seus membros, todo o valor arrecadado com projetos executados é revertido em capacitação. Consequentemente, haverá um cenário econômico com milhares de profissionais mais qualificados e aptos a realizar mudanças positivas na sociedade. Por que contratar uma Empresa Júnior? Fatores como, por exemplo, a qualificação dos universitários da EJ, o contato com professores experientes, a disponibilidade de equipamentos de última geração das universidades e o foco no aprendizado representam para muitos clientes uma opção com custo-benefício elevado ao contratar um serviço. Dessa forma, percebe-se como aos poucos o Movimento Empresa Júnior (MEJ) se consolida e impacta o mercado nacional. Segundo a Brasil Júnior (nossa confederação brasileira), chegaremos ao final de 2019 com 650 empresas juniores, em mais de 140 universidades e 22 estados do Brasil. Além disso, estimam-se 16 mil estudantes envolvidos diretamente no movimento, mais de 70 mil ex-empresários juniores e cerca de 10 mil projetos realizados apenas em 2017. Desse modo, movimentando em torno de R$18.000.000,00. Vale ressaltar que tudo sendo gerado exclusivamente por estudantes. A previsão para a expansão do “PIB júnior” realizada pela Brasil Júnior mostra os valores esperados para o número de projetos e faturamento da rede nos próximos anos, representando o aumento da confiança do mercado no trabalho das EJs: Ano Projetos Realizados Faturamento 2019 27.000 R$ 50.000.000,00 2020 48.000 R$ 100.000.000,00 2021 80.000 R$ 180.000.000,00 Impacto na sociedade Além do impacto econômico causado pelo MEJ, o caráter empreendedor do movimento revela ainda uma face social que merece ser exaltada. Nesse sentido, um caso de destaque é o da Porte Jr, empresa júnior prestadora de serviços de arquitetura e engenharia, que realizará uma intervenção em uma comunidade quilombola. A empresa atuará desenvolvendo o projeto de um galpão de uso comum para serem realizadas atividades econômicas, de lazer e aprendizado. Desse modo, os projetos a serem realizados são de natureza hidrossanitária, elétrica e arquitetônica. Assim, almejam impactar 800 pessoas, atingir 7 ODS (objetivos de desenvolvimento sustentável) da ONU e entrar para a história da empresa. Mas os bons exemplos não param por ai. Temos ainda a Enetec Consultoria, empresa júnior de engenharia elétrica. Em parceria com a ONG Um Litro de Luz, a EJ desenvolveu postes de luz autossutentaveis que foram instalados em comunidades carentes de várias cidades do país. Eles não cobraram nada por isso. Portanto, essa é a essência do que é ser empresário júnior no Brasil: desenvolver soluções que impactam a sociedade visando apenas a consolidação da formação profissional, pessoal e empreendedora de graduandos. E, é claro, casos como o da Porte Jr e Enetec Consultoria não são isolados. Há diversos outros bons exemplos de como empresas juniores impactam a educação no Brasil como a AEROJR., EMAS Jr e RH Jr. Inove com EJ’s Sendo assim, fica claro que apostar nem uma Empresa Júnior não é dar um tiro no escuro. Muito pelo contrário, trata-se de uma opção inteligente e extremamente vantajosa para o seu negócio. Sendo assim, o mercado está em constante mudança e se fechar para as novidades que ele oferece, como uma EJ, não é estrategicamente vantajoso. Inove, conheça a AEROJR. e o MEJ, explore e saia na frente. Ficou interessado? Então, conheça mais o nosso trabalho e entenda como a AEROJR. está em constante busca por ser referência no mercado aeronáutico.

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Entrevista com Professores: Professora Gilva Altair Rossi de Jesus

A AEROJR. buscou realizar mais uma entrevista com professores! Desta vez realizamos a entrevista com a professora Gilva Altair Rossi de Jesus, membra do Departamento de Engenharia Mecânica da UFMG. Ela é uma das poucas mulheres do departamento e nos contou sobre sua trajetória, seus projetos, sua carreira e sua atuação como profissional na área da educação. Percurso e Carreira AEROJR.: Bom dia! Para iniciar a entrevista, queríamos saber um pouco mais sobre a sua trajetória acadêmica. Gilva: Bom dia! Eu fiz graduação aqui na UFMG, me formei em 1986 em engenharia elétrica. Fiz mestrado com o Prof. Ronaldo Pena, que já foi reitor da UFMG. Terminei o mestrado em 1989 e, por coincidência, ao terminar o mestrado surgiu uma vaga no Departamento de Engenharia Mecânica (DEMEC). Eu defendi meu mestrado em outubro, o concurso foi em novembro. Eu passei no DEMEC (Departamento de Engenharia Mecânica), e a vaga era justamente para instrumentação e controle. Eu era bem nova, tinha 26 anos. [Naquela época] Era mais fácil de entrar na universidade, não era exigido o doutorado. Já tinham alguns concursos para doutores, mas a maior parte dos concursos era para mestres. Na época o curso era de engenharia mecânica com ênfase em aeronáutica, na época, mas a gente já tinha um curso muito forte na área de aeronáutica. Os alunos saiam com habilitação em aeronáutica. Desde aquela época, já formavam entre 10 e 15 alunos por semestre. Depois de um tempo, eu saí para fazer um doutorado. Fui para Santa Catarina e terminei o doutorado em 1999. Desde então, estou aqui. Quando eucheguei, criaram um curso noturno de engenharia mecânica, e logo em seguida criaram o curso de engenharia aeroespacial. Desde então, estou dando aula para os alunos do curso. Quando eu cheguei, estavam tentando estruturar melhor essa parte de controle e automação. Foi montado um laboratório para dar essa introdução pra vocês e eu participei disso. AEROJR.:  Poderia falar um pouco mais sobre suas áreas de atuação e projetos desenvolvidos ao longo da carreira? Gilva: A minha principal atuação tem sido no desenvolvimento de sistemas automatizados. Para isso, é necessário conhecimento na área de eletrônica, automação, controle, programação e aquisição de sinais. AEROJR.:  Entre todos os projetos que participou, qual deles foi o mais impactante para você e qual o motivo? Gilva: Um dos trabalhos desenvolvidos na área, e que considero muito didático, pois envolve todas as áreas citadas acima, é um sistema automatizado de coleta de dados de medidas de pressão sonora. Além da montagem do sistema eletromecânico, foi desenvolvido um sistema supervisório onde o usuário cria uma malha bidimensional e comanda o início do procedimento de medição. O sistema irá comandar o posicionamento do sensor em cada ponto da malha, fará a medição em cada ponto e armazenará os dados para futura análise. O sistema apresenta alternativas de comando remoto, visualização de resposta em tempo real, tanto no domínio do tempo quanto da frequência, e armazenando dados para posterior análise computadorizada. AEROJR.: E você sempre sentiu que tinha essa vocação para a área de exatas ou foi uma coisa que você foi descobrindo? Gilva: Não, eu sempre desconfiei. Eu acho que eu tive essa convicção mesmo já na graduação. A gente percebe ter essa curiosidade quando se depara com um cálculo, um desafio matemático. Eu acho que na graduação eu já sentia. Mas no mestrado e no doutorado, quando você percebe que a sua curiosidade aumenta ao descobrir problemas e resolver problemas e não tem aquele desânimo quando você vê aquele emaranhado de equações. Eu acho que tem que ter uma vocação, porque senão você desiste. Logo na graduação, eu já tinha certa facilidade, mas no mestrado, doutorado… Meu mestrado foi modelagem matemática, então eu lidava com um punhado de equações. Já no mestrado, doutorado eu percebi essa vocação. Agora, o interessante foi quando eu percebi a vocação para ficar na universidade. Quando eu estava no inicio do mestrado, fui convidada para participar de um grupo de consultoria. E ai eu tive um contato com empresa e percebi que o ambiente de empresa [para mim] não era muito legal, não gostei muito. Foi aí que eu falei: “eu vou ficar na pesquisa”. E aí surgiu a oportunidade. Eu dei 6 meses de aula na Pontifícia Universidade Católica, não sei se foi uma boa opção, eu fui pra uma área que não era minha. Eu fui para testar, pensando: “vamos ver como é que é”. Mas acho que quando eu percebi que na universidade tinha essa liberdade… Porque na universidade tem essa liberdade. Você pode pesquisar, você pode trabalhar com administração, além de dar aula, diversifica bastante a sua atuação. Isso também é bem interessante. AEROJR.: O que mais te motivou ao longo da sua trajetória a continuar seguindo o caminho que você seguiu? Gilva: A primeira coisa que me vem à cabeça é “o ambiente da universidade é bom”. No todo, acho que quando você pensa em trabalhar no campus, tem essa dinâmica de muita gente jovem. Os alunos vêm, a gente vê os alunos chegando novinhos e de repente eles já estão mais amadurecidos e vão embora. Isso é muito bom, é interessante. O fato de você propor um projeto, por exemplo, é uma dificuldade, é um desafio e é bom. Eu posso… podia né, agora eu estou há muito tempo na carreira, mas  há uns 15 anos, eu poderia propor: “agora eu quero pesquisa na área de educação para engenharia”, e eu poderia encaminhar a minha carreira para aquilo, dentro do que é útil dentro da universidade. E isso é muito bom, te incentiva a continuar porque você tem vários caminhos. E depende muito de você. “Eu vou propor isso, eu vou pegar essa área. Sento e escrevo um projeto, vou buscar financiamento e acabar conseguindo algo”. Persistindo a gente sempre conseguiu alguma coisa. Às vezes, ficamos meio frustrados, mas se não conseguir nada também faz parte. Não se consegue tudo, mas a gente sempre consegue alguma coisa. Acho que o que mais me motivou aqui

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