O post atualizações DO DECEA sobre acesso de drones ao espaço aéreo apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>O post atualizações DO DECEA sobre acesso de drones ao espaço aéreo apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>O post Regularizar drone caseiro, como voar dentro da lei? apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>
Todos os drones possuem transmissores de radiofrequência em seu controle remoto, e às vezes até no próprio veículo. É esse o mecanismo, que, envolvendo antenas e outras estruturas, permite o controle da aeronave. Entretanto, esses transmissores podem afetar de maneira perigosa sistemas de telecomunicação, se estiverem fora das normas brasileiras.
Assim, a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), responsável por esse setor, exige que todos os produtos de telecomunicações em operação no Brasil sejam homologados em seus sistemas de vistoria. Essa determinação envolve todos os drones caseiros, os quais devem ser regularizados nesse escopo.

Independente de seu tipo de fabricação, todos os drones são considerados aeronaves, e por isso, também devem seguir as normas da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Para esse órgão, a regularização dependerá diretamente do peso máximo de decolagem (PMD) da aeronave. Se o drone caseiro tiver menos de 250 g, não é necessário registrá-lo na ANAC. Portanto, o dever do proprietário será apenas providenciar a homologação na ANATEL. Por outro lado, caso o veículo esteja em uma faixa de peso superior a 250 g, ele precisará ser devidamente cadastrado no sistema da ANAC.

O DECEA (Departamento de Controle ao Espaço Aéreo) controla o acesso de qualquer aeronave ao espaço aéreo brasileiro. Esse órgão exige que, todo drone cadastrado na ANAC, logo, com peso superior à 250 g, seja cadastrado também em sua plataforma de dados a fim de poder levantar voo legalmente.

Você também pode utilizar-se de um drone de fabricação artesanal com fins comerciais sem infringir a lei. Ou seja, pode-se realizar atividades que não sejam somente recreativas, como filmagens profissionais e inspeção de áreas. Nesse caso, o drone caseiro perde seu status de Aeromodelo e passa a ser tratado como uma RPA (Aeronave Remotamente Pilotada).
Diante dessa mudança, o veículo passa a ser submetido por uma nova regulamentação que exige procedimentos diferenciados. Assim, regularizá-lo na ANAC e no DECEA passa a ser mais complexo, porém ainda é possível e de extrema importância operá-lo dentro da lei.
Depois de entender todo esse processo, ficou interessado em regularizar o seu drone, seja ele caseiro ou não? Então, entre em contato conosco!
Autores: Pedro Bastos e Esriel Ferrari
O post Regularizar drone caseiro, como voar dentro da lei? apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>O post Saiba mais: normas da ANAC para drones apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>O Brasil não está de fora dessa onda, mesmo que o mercado nacional de drones se encontre em um estágio embrionário. Em 2019, estima-se que em sua decorrência foram movimentados cerca de 500 milhões de reais e gerados 100 mil empregos.

Ademais, houve um aumento de 55% nos números de drones no país, passando de 46.058 em 2018 para 71.561 aeronaves. E não apenas isso, o esperado é que essa crescente se mantenha ao longo dos anos. Tudo isso mostra a grande importância das normas da ANAC para legislar os voos de drones do país.
Anteriormente, considerando o crescimento desse novo mercado, houve a necessidade de regulamentar a operação dessas aeronaves. Tinha como objetivo evitar acidentes e conflitos judiciais decorrentes do mau uso desses equipamentos. Entretanto, as legislações vigentes até então eram um tanto quanto nebulosas quando se tratava de drones. Então, em maio de 2017, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) publicou a RBAC-E N°94. E até então, é essa norma que regulariza a operação de aeronaves não tripuladas de uso civil, estipulando classificações, cadastros, certificações e regras para voo.

Porém, com o passar do tempo, houve um crescimento considerável do número de aeronaves e a evolução das tecnologias embarcadas. Vendo isso, entre 05 de novembro de 2019 a 05 de fevereiro de 2020, a ANAC conduziu um processo de tomada de subsídios. Tendo como finalidade rever a legislação vigente, pois poderia ser considerada restritiva para operação de certos mercados emergentes. Além disso, buscaram ouvir a sociedade sobre a evolução do uso dessa tecnologia, o que pode causar grandes mudanças na maneira como enxergamos os drones. Deixando de ser somente uma tecnologia do futuro para tornar-se uma poderosa aplicação do presente.
Nem todos! Para se adequar a ANAC, a regularização dependerá diretamente do peso máximo de decolagem (PMD) da aeronave.
Logo, não precisa de cadastrado junto à ANAC ou identificação as aeronaves não tripuladas de peso máximo de até 250 gramas. Além disso, não precisam de uma autorização especial para o piloto que deve ter no mínimo 18 anos. Porém, é preciso ter homologação na ANATEL e seguir as regras de utilização do espaço aéreo do DECEA. Quanto ao cadastro no DECEA, nele o proprietário é colocado como responsável pelos voos da aeronave. Nesses casos, ela deve voar na linha de visada do piloto, não podendo realizar operações BVLOS.
Já para aeronaves com peso superior a 250 gramas, deve ser feito o cadastro na ANAC e seguir as regras da ANATEL e do DECEA. Nesse caso, as normas podem variar entre a obrigatoriedade de autorizações especiais para o piloto, para a aeronave ou para cada um dos voos a serem realizados.
Quer fazer parte dessa grande tendência que promete mudar o mercado da tecnologia? Entre em contato conosco e venha conhecer mais sobre drones e o mercado aeroespacial. A AEROJR. oferece serviços de consultoria, prototipagem, homologação e certificação de drones, além do nosso curso de pilotagem de drone: o Flydrone! Tudo isso com total comodidade e custos abaixo do valor de mercado. Venha voar no nosso avião!!
Autores: Lucas Assis e Layla Rocha
O post Saiba mais: normas da ANAC para drones apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>O post Homologação de Drone: Por que me preocupar? apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>
A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) classifica os drones em três categorias principais. Cada uma uma delas possui uma regulamentação específica. Entretanto, a maior parte dos drones encontra-se na classe 3, cujo peso máximo de decolagem é acima de 250 gramas. Para essa categoria existem dois tipos de regulamentação:
Nesse caso, a única exigência é que o drone seja cadastrado no sistema de aeronaves não tripuladas (SISANT). Esse cadastro é feito por aeronave, ou seja, se você tem dois drones deverá fazer dois cadastros. Além disso, o drone deverá estar vinculado à uma pessoa ou empresa que será responsável legal pela aeronave. O cadastro pode ser feito pelo link: https://sistemas.anac.gov.br/sisant
Por outro lado, o procedimento nessa classe é bem mais complexo. Isso porque além de ser registrada, a aeronave precisa ter um Certificado de Aeronavegabilidade Especial para RPA (CAER).
Para obter esse certificado é preciso seguir uma série de passos, entre os quais: protocolo de solicitação de matrícula e aprovação em vistoria da ANAC, comprovação de que o projeto da aeronave foi aprovado pela ANAC e que a aeronave foi produzida dentro desses critérios de projeto.
Para encontrar os detalhes sobre como realizar esse processo acesse a página: http://goo.gl/PU554r

Todos os drones, sejam eles de uso recreativo ou não, precisam ser homologados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Essa exigência é uma medida para evitar a interferência em outros serviços como a comunicação via satélite. Isso deve ser feito pois os drones utilizam transmissores de radiofrequência para o controle remoto e a transmissão de imagens.
Primeiramente, para homologar um drone pela Anatel, é preciso fazer um cadastro no Sistema de Gestão de Certificação e Homologação. Após cadastrar uma solicitação, você poderá gerar o boleto para o pagamento da taxa de R$ 200,00. Após isso, o certificado da homologação pode ser visualizado no site. Ao emiti-lo, o interessado deverá providenciar o selo para colocar no aparelho.
Para encontrar os detalhes sobre o processo de homologação pela Anatel acesse o link: http://goo.gl/99pTJq

Operar um drone não homologado pela Anatel ou sem a autorização da ANAC e do DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) pode levar a apreensão da aeronave. Tal apreensão pode ou não acarretar na perda do veículo. Entretanto, o objetivo é evitar a disseminação de equipamentos emissores de rádio frequência em território nacional e não avaliados pela Anatel. Assim, preserva o tráfego de aeronaves e a segurança das pessoas em solo.
Além disso, os artigos 542 e 564 do Regulamento Aduaneiro permite que a aeronave seja apreendida durante a importação se o órgão fiscalizador julgar necessário realizar apuração.
Nos últimos anos, o número de drones cadastrados no país cresceu muito. Em julho de 2018 já eram 48752 aeronaves. Assim, comparando com o mesmo período do ano anterior esse número quase triplicou. Portanto, tudo isso reforça a necessidade da regulamentação no setor.
Agora que você já sabe como homologar a sua aeronave, descubra 3 utilidades que podem revolucionar o uso de drones!
Precisa de ajuda para homologar o seu drone? Entre em contato conosco!
Autoras: Carolina Coimbra e Luana Sartori
O post Homologação de Drone: Por que me preocupar? apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>