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Características do Som: entenda como elas influenciam as Soluções Acústicas

Na construção de home studios, estúdios de gravação ou outros espaços destinados à produção de som, muitas vezes encontramos obstáculos para isolar e tratar o ambiente da melhor forma possível, de modo a reduzir a transmissão de ruídos e manter uma qualidade de som agradável. Um dos principais desafios para alcançar o nível desejado é a dificuldade de compreender como as características do som e os seus fenômenos podem ter impacto no isolamento e tratamento acústicos. As seguir, vamos introduzir alguns conceitos sobre as ondas sonoras e como elas afetam o nosso objetivo. O que são as características do som? Antes de mais nada, é necessário fazer uma diferenciação. As ondas sonoras são ondas mecânicas, cuja propagação ocorre por meio de regiões de compressão e rarefação das moléculas que compõem o meio pelo qual as ondas estão viajando. Já o som consiste em uma sensação auditiva resultante da interação entre as ondas sonoras e os aparelhos internos do nosso ouvido. Tendo isso em mente, poderemos compreender as características fisiológicas do som, que se relacionam às propriedades das ondas sonoras. A altura de um som consiste na distinção entre sons agudos e graves, e relaciona-se à frequência das ondas sonoras. Quanto maior a frequência, mais alto e mais agudo o som, e quanto menor a frequência, mais baixo e mais grave o som. Já a intensidade do som possui relação com a quantidade de energia que a onda sonora carrega, ou seja, a sua amplitude. Então, quanto maior a amplitude da onda, maior a quantidade de energia que ela carrega e, assim, mais intenso é o som; quanto menor a sua amplitude, menor a intensidade do som. Por fim, associamos o timbre ao formato da onda sonora. Isso é o que nos permite diferenciar o som produzido por fontes sonoras distintas, como diferentes instrumentos, mesmo que elas tenham a mesma frequência e amplitude. Como essas características impactam no isolamento do som? Ao realizarmos o isolamento acústico de um cômodo, as características fisiológicas são considerações extremamente importantes. Primeiramente, devemos analisar a pressão sonora que é produzida no interior do ambiente, ou seja, a intensidade do som, a fim de definirmos o nível de isolamento necessário. Por exemplo, supondo que estamos trabalhando com dois cômodos distintos: um em que será tocado apenas um violão, sem amplificador, e no outro, uma bateria. Ao comparar a intensidade do som produzido em ambos os ambientes, é evidente que, no segundo, ela é muito maior, o que torna necessário um isolamento mais reforçado que o que é preciso no primeiro. Um exemplo seria a instalação de uma parede dupla de drywall ou o uso de vermiculita expandida. Já em relação à altura do som, essa característica influencia diretamente no tratamento acústico, haja vista que sons de frequências distintas são absorvidos de maneiras diferentes por materiais acústicos. Para ilustrar, retomamos o exemplo utilizado para a intensidade sonora. Temos, no primeiro cômodo, um violão, que é um instrumento que tradicionalmente produz sons de frequência mais alta, ou seja, mais agudos, ao passo que, no segundo cômodo, temos uma bateria, que emite ondas sonoras de frequência baixa. Dessa forma, quando realizarmos o tratamento destes cômodos, devemos nos atentar ao fato de que temos instrumentos produzindo sons de faixas de frequências diferentes. Portanto, devemos direcionar a escolha de materiais em cada ambiente. No primeiro, poderíamos optar por painéis acústicos com preenchimento de lã mineral e revestimento de tecido ortofônico. Estes materiais são eficientes para a absorção de ondas de faixas de frequência mais altas. Já no segundo, poderíamos posicionar no cômodo bass traps, também conhecidos como armadilhas de graves, que consistem em elementos voltados para a absorção de frequências baixas. Quais são os principais fenômenos sonoros e como eles surgem? Já em relação aos fenômenos sonoros, iremos citar dois principais, que têm grande efeito no direcionamento do tratamento de um cômodo: a ressonância e a reverberação. A reverberação é o resultado da reflexão reiterativa das ondas sonoras produzidas no interior de um ambiente. Isso provoca o prolongamento do som, mesmo depois da interrupção da sua emissão, prejudicando a sua qualidade. Além disso, costuma-se indicar esse fenômeno pelo tempo de reverberação, que consiste na quantidade de tempo que o nível de pressão do som leva para reduzir 60 dB, depois que desligamos a fonte. Já a ressonância ocorre quando uma fonte emissora produz ondas sonoras de frequência igual à frequência natural de vibração de um corpo. Isso resulta em um drástico aumento de amplitude, que, por sua vez, como já explicamos, está associada à intensidade do som. Como os efeitos impactam no tratamento acústico? A reverberação traz como consequência a persistência do som emitido, mesmo após a sua interrupção; já a presença da ressonância pode resultar na criação de modos acústicos dentro do cômodo, provocando diferenças na intensidade do som dentro do espaço. Em ambos os casos, a qualidade do som é prejudicada, o que torna necessárias soluções para a correção desses fenômenos. Por isso, em casos de reverberação ou ressonância, recomendamos a instalação de materiais absorvedores no ambiente. Para isso, ressaltamos os painéis acústicos, os bass traps (absorvedores de graves) e as nuvens acústicas. Além da preocupação com os elementos mencionados, também enfatizamos a necessidade de considerar o formato do cômodo. Espaços em que há paralelismo entre as paredes são muito mais prováveis de sofrerem com esses fenômenos, devido à reflexão reiterativa das ondas sonoras. Para isso, recomenda-se a quebra de paralelismo, podendo ocorrer utilizando placas de madeira para alterar o formato do cômodo. Da mesma forma, também são indicados os difusores para o tratamento do paralelismo, já que são responsáveis por distribuir as ondas sonoras que o alcançam pelo ambiente. Saiba mais! Sem dúvida, ao lidar com isolamento e tratamento acústico de cômodos, devemos sempre considerar as características do som produzido em seu interior e os fenômenos que este gera, para obtermos um resultado mais assertivo. Logo, se você tem interesse em realizar melhorias na acústica de seu ambiente, ou ainda tem alguma dúvida sobre as características do som,

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Drones no Brasil: Saiba como podem ser promissores em serviços públicos

Popularmente chamados de drones, os VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) estão se tornando cada vez mais comuns nos céus do mundo inteiro. A praticidade, a versatilidade e o baixo custo são fatores que fazem com que o uso desses equipamentos sejam aplicados de maneira ampla. Assim, nos serviços públicos, a utilização dos drones também é uma realidade em muitos países. Veja a seguir as utilizações mais promissoras de drones no Brasil. Atuação dos Drones no Brasil No Brasil, o mercado de drones acompanha a tendência mundial: crescendo anualmente e tendo cada vez mais novas áreas de aplicação da tecnologia. Segundo a Drone Industry Insights (DRONEII), estima-se que o mercado pode movimentar no Brasil, até 2024, um bilhão de dólares. Entretanto, no nosso país essas áreas de aplicação ainda são muito restritas. Assim, a maior parte delas são voltadas para a criação de fotos e vídeos, como também para topografia e mapeamento. Utilização de Drones pelo mundo Ao redor do mundo, as áreas de aplicação dos drones são ainda mais variadas. De acordo com as projeções da DRONEII, é possível que o mercado cresça o suficiente para  atingir a marca de 43 bilhões de dólares até 2024. Dessa forma, esse crescimento irá não somente expandir os nichos de atuação dos VANTs, mas também diversificar os modelos de drones que, usualmente, são os quadricópteros. A seguir, listamos como o setor público já utiliza os drones em alguns países. 1. Drones para auxiliar a polícia e o corpo de bombeiros O uso de VANTs pela polícia pode ser de interesse para prover informações em tempo real, tornando o trabalho das autoridades responsáveis mais eficientes. Portanto, como fator mais importante, torna possível uma investigação que não coloque um agente em campo, priorizando a segurança à vida. No Reino Unido, as forças policiais utilizam os drones para melhorar o controle de multidões em situações de potencial perigo, bem como em partidas de futebol e em festivais. Além disso, o uso dos drones pode ser crucial para auxiliar, com imagens em tempo real, o corpo de bombeiros a localizar a fonte de um incêndio. Em São Paulo, no Brasil, os drones são utilizados na segurança pública desde 2017 pelo programa DRONEPOL. Segundo a Prefeitura, isso foi feito “com a finalidade de reforçar as operações da Guarda Civil Metropolitana e da Defesa Civil, monitorando áreas de risco, invasões ambientais, locais com grande aglomeração de pessoas e auxiliando no combate à criminalidade”. É necessário pensar no treinamento geral e especializado que deve ser aplicado para os profissionais responsáveis, como também nos modelos de drones que se adequam à segurança pública. Tudo isso de forma a entender se já existem modelos que contemplam a necessidade da polícia ou se há a necessidade do desenvolvimento de um novo drone. 2. Drones no controle da pandemia  Devido à pandemia do Covid-19, foi necessário desenvolver novas formas de abordar a saúde pública. No cenário de isolamento social, era preciso entregar o suporte necessário para os cidadãos sem que eles se aglomerassem. Na China, os serviços públicos utilizaram os drones para combater o Coronavírus a partir de três principais vias, como veremos a seguir. Pulverização e desinfecção de ambientes: realizada de maneira análoga à forma que é feita a pulverização agrícola, a desinfecção por meio dos drones foi importante para diminuir os focos em que o vírus poderia se espalhar por meio das superfícies contaminadas; Entrega de medicamentos: a China utilizou os drones para realizar a entrega de medicamentos, reduzindo significativamente o contato humano. No cenário de lockdown isso foi bastante relevante para seguir as medidas de proteção; Entrega de mantimentos: a China realizou a entrega de mantimentos para a população. Porém, atualmente, serviços de delivery chineses já trabalham com a logística por drones, mesmo fora do cenário pandêmico. 3. Drones para inspeções mais eficientes Pode-se imaginar algumas atividades de inspeção mais simples, nas quais um agente in loco consegue analisar o ambiente e os equipamentos necessários e inspecioná-los sem nenhum problema. Os drones, no entanto, se destacam quando a inspeção deve ser feita em lugares de difícil acesso, ou até mesmo quando são necessárias muitas informações. Afinal, eles podem facilmente reunir muitas informações de forma remota, preservando a segurança. Em alguns lugares do Reino Unido, as entidades públicas utilizam os drones para realizar a inspeção anual de prédios. Essa inspeção periódica com os drones, além de possibilitar uma análise detalhada da estrutura dos edifícios no decorrer dos anos, traz consigo uma economia significativa de gastos — em novembro de 2018, autoridades locais já relatavam uma economia de 4,5 milhões de libras esterlinas. 4. Drones para a localização e resgate de vítimas O tamanho e a velocidade de alguns modelos de drones, somados às câmeras de alta qualidade e às ferramentas de processamento de imagens térmicas, possibilitam que grandes áreas sejam cobertas em minutos. Em comparação a isso, as buscas realizadas a pé demandam muito mais tempo. Além disso, a capacidade de voo mais próximo das regiões de busca permite que os drones forneçam imagens que os satélites não conseguiriam fornecer. Assim, aumenta o nível de informação e, por consequência, as chances de encontrar a vítima. No caso da proteção da vítima, os drones podem auxiliar nas melhores rotas para a equipe de resgate chegar em locais de difícil acesso. Com a grande gama de dados que os drones conseguem coletar, o tomador de decisões consegue ser contemplado com maiores informações, possibilitando o melhor resgate possível. Além disso, enquanto o resgate não for possível, pelas diversas complicações reais, os drones são ferramentas de grande importância para o transporte de suprimentos de sobrevivência. 5. Drones para tornar uma cidade auto reparável Em Leeds, na Inglaterra, uma equipe de engenheiros é responsável pelo projeto de pesquisa e desenvolvimento no uso de drones para o reparo de buracos no asfalto. Nesse projeto, a ideia é tornar Leeds a primeira cidade auto reparável do mundo. Portanto, esse é um tipo de aplicação de drones que evidencia como essa tecnologia tem mais áreas de aplicação do que imaginamos! Saiba mais! As utilidades dos drones

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Drone na Agricultura: Veja Como Inovar nessa Área

Saiba quais são as principais utilidades e vantagens do uso de drone na agricultura e como elas podem contribuir para os seus objetivos! Drones são o futuro As ARPs (Aeronaves Remotamente Pilotadas) vieram para trazer inovação, otimização e melhoria nas atividades que antes não contavam com tanta tecnologia, dentre elas a agricultura. Assim, em países como a China, o uso de drone na agricultura vem crescendo consideravelmente. Além disso, a tendência é que sua popularização se espalhe para países, como o Brasil, onde as atividades agrícolas têm forte relação com a cultura e com a economia. Entenda a Importância Dos Drones na Agricultura Ao pensar na palavra agricultura, ocorre a tendência em defini-la como o processo de plantio e colheita. De forma resumida e superficial a definição está correta. Porém, quando se trata de tecnologia aplicada a esse setor da economia, a definição não é tão simples assim, pois entramos no conceito moderno de “agricultura de precisão”. Antes de começar o plantio, alguns aspectos devem ser meticulosamente analisados e considerados, tais como o local da plantação, a demarcação da área, o sistema de irrigação e a análise do solo. Após o plantio, deve haver o monitoramento da saúde e do crescimento das plantas, bem como da área onde elas estão se desenvolvendo. Todas essas etapas caminham para o mesmo objetivo final: o aumento da produtividade. Mas onde os drones entram nessa? É isso o que vamos ver a seguir! 5 Usos de Drones na Agricultura 1. Demarcação de Áreas de Plantio Com o drone, é possível realizar o mapeamento aéreo da propriedade com exatidão, de modo a delimitar as áreas ideais para começar o plantio. Dessa forma, com as imagens obtidas e com os softwares certos, é possível até determinar quais são as melhores áreas por meio da análise topográfica do relevo. 2. Monitoramento da Safra Por meio das imagens de alta resolução e de sensores específicos, o drone é capaz de fornecer insumos variados sobre a safra, como quantidade, saúde e ocorrência de secas. Com a análise dos dados obtidos pelo ARP, a equipe encarregada pode atuar em regiões ou culturas específicas, de acordo com a necessidade. 3. Monitoramento da Propriedade O processo de vigilância em uma propriedade rural pode ser bem demorado dependendo do seu tamanho e pode exigir um número considerável de funcionários para realizá-lo. Os drones certamente otimizam esse processo com filmagens rápidas de toda a área, de modo a oferecer maior segurança e agilidade. 4. Detecção de Focos de Incêndios Os períodos de secas consistem em uma preocupação dos produtores rurais, bem como os incêndios criminosos ou acidentais. Muitas vezes demora-se a perceber que um incêndio está consumindo a plantação, principalmente em áreas muito extensas. Portanto, com as filmagens panorâmicas em altitudes elevadas feitas pelos drones, os focos de incêndio podem ser rapidamente contidos, de modo a evitar prejuízos na colheita. 5. Pulverização Por meio das imagens obtidas, é possível realizar aplicações exatas e localizadas de produtos químicos para resolver problemas na plantação. Por conseguirem realizar voos rasantes em diferentes velocidades, as aplicações se tornam muito eficazes e evitam o desperdício de produtos (a chamada deriva). Assim, com esse controle é possível promover também a diminuição do gasto com pesticidas, por evitar a propagação generalizada de pragas. A Legalidade Dessas Atividades A legislação de drones no Brasil ainda é muito recente, mas está em processo de avanço. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) regularizou em outubro de 2021 o uso de drones na agricultura. Desse modo, alguns processos burocráticos devem ser realizados para a implementação dos drones nas atividades agrícolas. Além disso, o proprietário rural ou a empresa rural deve buscar se informar sobre as regras das operações com ARP, afinal, se tratam de veículos aéreos que exigem uma segurança operacional. O não cumprimento das regras de operação pode resultar em multas indesejadas, por isso, busque se informar o máximo possível. Como a AEROJR. Pode Ajudar O uso de drones vem se popularizando cada vez mais em diferentes setores. Quando falamos de drone na agricultura, as possibilidades são inúmeras e dependem também da criatividade do utilizador. Como vimos, eles nos oferecem otimização, agilidade, economia, qualidade, precisão e satisfação nos resultados obtidos. Eis uma ótima oportunidade de ser reconhecido como um produtor moderno e inovador perante o mercado agrícola, bem como de ser um dos pioneiros na modernização dos processos de produção do setor primário brasileiro, que tem uma forte relevância no PIB e nos mercados internos e externos. Portanto, se você quer saber mais sobre o assunto ou ainda tem dúvidas, entre em contato com a AEROJR. Consultoria e Capacitação. Podemos ajudá-lo a implementar drones em suas atividades rurais, e na escolha do drone e componentes ideais para a sua operação. Além disso, atuamos desde a homologação do ARP até a consultoria sobre tudo o que você vai precisar para tornar seu desejo de inovar em realidade. Estamos aqui para ajudá-lo a ir além! Autora: Nicolly Lima

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ISO/IEC 17025: Saiba Tudo Sobre a Norma

No Brasil, atualmente, empresas que realizam serviços de ensaio, calibração e amostragem com posterior ensaio, possuem a necessidade de adequarem seus processos internos e se regularizarem às exigências de normas diversas, de acordo com o escopo de seus serviços. Dentre elas, a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 tem se destacado por sua relevância mercadológica. Independentemente do escopo do serviço realizado pela empresa, estando ele relacionado a um dos três tipos citados acima, essa norma é aplicável. Isso se dá pois ela trata de princípios da qualidade que devem reger os processos de um laboratório. Além disso, ela garante sua competência e a validade de seus resultados, independente do  ramo em que ele atue. Um exemplo de laboratórios são as empresas que realizam monitoramento de ruído ambiental e emissão de laudos de ruído, uma atividade classificada como ensaio acústico. Para se adequarem à ISO 17025 e conseguirem o reconhecimento no Inmetro ou órgão metrológico estadual responsável, os laboratórios precisam estruturar e implementar um Sistema de Gestão da Qualidade que garanta o cumprimento dos requisitos da ISO. Todavia, muitas organizações ainda desconhecem essa norma, sua importância e como implementá-la. Tendo isso em vista, explicaremos a seguir os principais pontos que você precisa saber sobre a ISO 17025. O que é a ISO 17025? A norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, no Brasil, foi revisada em 2017 e encontra-se nessa versão mais recente. Ela é um documento normativo técnico internacional que estabelece os “requisitos para laboratórios, de modo a permitir que eles demonstrem que operam competentemente e que são capazes de gerar resultados válidos”, como é mencionado no próprio documento. Essas exigências avaliam a qualificação dos processos e trabalhos de laboratórios de ensaio, calibração e amostragem, com posterior ensaio. No escopo da norma, se abordam diversos requisitos sobre todos os processos que influenciam as atividades de um laboratório. Essas exigências englobam desde a solicitação de um serviço por um cliente, a manutenção e conservação de equipamentos e a rastreabilidade metrológica, até a realização de análises críticas, auditorias e validação dos métodos utilizados. Ademais, a ISO/IEC 17025 requer que os laboratórios planejem e implementem ações para abordar riscos e oportunidades. Isso estabelece uma base para aumentar a eficácia do Sistema de Gestão, alcançar melhores resultados e prevenir efeitos negativos. Assim, esta norma orienta as organizações dos critérios necessários na construção de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ). Esse cujo principal objetivo é criar e implementar diretrizes para balizar o funcionamento da empresa de acordo com o que rege a norma. Como implementar a Norma? A empresa que deseja adequar-se e obter o selo da qualidade do Inmetro por meio da acreditação deve, necessariamente, adotar as diretrizes da norma em seu escopo organizacional. Para isso, uma das formas mais eficientes é implementar um Sistema de Gestão da Qualidade edificado sobre os requisitos da ISO. Um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) é um sistema de processos interligados, os quais abrangem todas as operações de um laboratório que influenciam em seus trabalhos de ensaio ou calibração. O SGQ condensa esses processos por meio de procedimentos e registros, que objetivam padronizar todas as atividades da empresa e reter informações importantes sobre elas, respectivamente. Isso é feito por meio de um documento principal, o Manual da Qualidade, e dos documentos anexos, que são os POPs (Procedimentos Operacionais Padrão) e os formulários. De maneira bastante resumida, para construir um SGQ, é necessário efetuar um levantamento de todos os processos realizados pelo laboratório que sejam abarcados pela norma. Em seguida, analisá-los detalhadamente para diagnosticar possíveis não conformidades. Com base nessa análise, é feita a adequação e/ou criação de novos procedimentos, a fim de atender às exigências da ISO. A partir daí, a empresa deve implementar esses novos métodos em seu escopo e maturar o processo para, posteriormente, ser auditada por auditores especializados na 17025. Quando o SGQ é bem estruturado e implementado no laboratório de forma que não sejam encontradas não conformidades, ele pode ser recomendado para a acreditação e receber seu selo da qualidade. Quais são as vantagens de obter a acreditação na ISO 17025? Inicialmente, ao implementar um Sistema de Gestão da Qualidade na sua empresa e adequar seus processos, é possível obter uma diminuição de custos operacionais. Suas diretrizes e ações eficazes são voltadas para a prevenção e redução dos impactos gerados por não conformidades. Assim, a ISO ajuda a mitigar gastos com essas falhas, bem como evita retrabalhos. Após a implementação do SGQ, a empresa deve solicitar sua acreditação ao Inmetro e, assim, ela conseguirá seu selo da qualidade. Esse selo comprova que a organização opera competentemente e fornece resultados válidos. Com isso, eleva sua autoridade no mercado e gera maior confiança para os clientes. Por si só, a acreditação à ISO 17025 configura um grande diferencial competitivo para empresas perante ao mercado em que atuam, contribuindo para o aumento da lucratividade. Além disso, ela possibilita que os laboratórios atuem em mercados mais restritos e com altos níveis de exigências. Por comprovar a competência da organização e a validade dos resultados que ela produz, a acreditação à norma facilita a entrada dessas empresas em certos nichos. Por exemplo, aqueles relacionados à realização de ensaios físicos, químicos e biológicos, atividades de amostragem em quaisquer matrizes ambientais, e serviços demandados por licitações. Dessa forma, nota-se que a implementação da norma traz diversas vantagens e oportunidades para a empresa, sendo sua relevância de caráter internacional. Ademais, tendo em vista sua importância na garantia da qualidade, é esperado que, com o passar do tempo, novas deliberações sobre sua exigência surjam no país. Assim, nota-se que as empresas que já procuram se adequar dão um passo à frente em seu ramo de atuação. Conte com a AEROJR. Você possui uma empresa que oferece serviços de ensaio, calibração e amostragem com posterior ensaio, mas ainda não está de acordo com a ISO/IEC 17025? Então, conte com a ajuda de uma empresa especializada! Na AEROJR. construímos um Sistema de Gestão da Qualidade para que você fique de acordo com a norma e

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Confira 6 dicas antes de escolher seu curso de drones!

Existem inúmeras possibilidades de cursos no mercado quando o assunto é aprender a pilotar um drone, seja de maneira profissional ou como hobby. Há cursos em modalidade presencial ou online. Destinados às mais diversas áreas de atuação e com diversos preços. Dessa forma, o que é realmente importante ao se considerar a decisão de investir seu dinheiro na melhor oportunidade possível? Neste texto apresentamos 6 dicas que vão te ajudar a escolher o melhor curso de drones! 1. Experiência do piloto instrutor Quantos cursos seu futuro instrutor em pilotagem de drones possui registrado no currículo? Quantas experiências ele já acumulou ao longo dos anos atuando como prestador de serviços em pilotagem? Em quantas áreas ele já teve a oportunidade de trabalhar e adquirir conhecimento? E, além disso, o mais importante: quantas horas de voo seu instrutor possui registradas nos aplicativos DJI? Essas são algumas das comprovações fundamentais para se analisar a experiência do piloto responsável por te guiar no curso de drones. Aqui na AEROJR. contamos com pilotos com vasta experiência de mercado, tendo atuado em diversas empresas e possuindo amplo conhecimento em assuntos chave envolvendo pilotagem, desde o básico até aplicações complexas, como inspeção e mapeamento aéreo. 2. Aulas individuais Este é, sem dúvidas, o fator mais importante quando o assunto é curso de drones. Cursos ministrados em turmas com mais de um aluno acabam por prejudicar o aprendizado individual. Isso acontece porque, dividindo a aula com outra pessoa, seu tempo de voo acaba sendo diluído em pequenas doses de prática. Além disso, cada indivíduo possui seu próprio tempo de assimilação dos conteúdos: alguns já tiveram experiência prévia com pilotagem, outros sequer tocaram num drone na vida. Por esse motivo, juntar todos em uma turma para dividir a atenção do piloto é prejudicial ao investimento feito no curso de drones. Na AEROJR. todas as aulas são oferecidas de maneira exclusiva e personalizada, de acordo com as necessidades apresentadas pelos alunos. 3. Depoimentos de ex-alunos Você não vai considerar ingressar em um curso de drones sem antes conferir o que as pessoas falam dele, certo? Essa validação com ex-alunos é muito importante para se gerar confiança na solução desejada. Portanto, é essencial ter contato com alguma fonte que comprove a qualidade da capacitação. Aqui na AEROJR. você tem contato com diversos depoimentos de ex-alunos contando como o curso impactou sua carreira profissional. Dessa forma, os exemplos de sucesso são variados, tendo casos de pilotos formados atuando nas áreas de eventos, ambiental, engenharia e muitas outras. 4. Suporte “Fiz o curso de pilotagem de drones, e agora?”. Com o desenvolvimento cada vez mais rápido e estratégico desse setor na sociedade, muitas pessoas inexperientes estão desejando cada vez mais ingressar no ramo de pilotagem de drones. No entanto, uma vez concluído o curso, muitos têm dificuldade de entender como dar o próximo passo na construção de sua carreira como piloto de drones. Portanto, é nesse cenário que o suporte pós-curso é essencial para ajudar o recém piloto em sua jornada. Por isso, antes de optar por um curso de drones específico, busque saber se a escola em questão oferece algum tipo de suporte no sentido de fornecer orientações e sanar dúvidas essenciais ao ex-aluno em início de carreira. Na AEROJR., os alunos podem, ao final do curso, contar com um acompanhamento gratuito pelos nossos consultores, durante 60 dias, no qual é possível fazer consultas e sanar dúvidas. 5. Carga horária prática É fazendo que se aprende. Esse ditado serve como um ótimo parâmetro para diferenciar um bom curso de drones das opções medianas presentes no mercado. Isso ocorre porque, são as horas de voo contabilizadas que vão definir o quão capacitado o futuro piloto estará em relação ao domínio da aeronave. Assim, desconfie de cursos que oferecem uma carga horária teórica muito extensa, pois o mais importante quando se fala em pilotagem de drones é praticar. Na AEROJR., a carga horária do curso é majoritariamente prática para que o aluno consiga de fato pegar intimidade com o drone e dominar suas manobras de pilotagem. 6. Equipamentos modernos A tecnologia dos drones está em franco crescimento e quem deseja entrar nesse mercado deve saber que os equipamentos sofrem atualizações constantes. Por isso, sempre avalie se os equipamentos disponíveis são de última linha, para que você não fique atrás da concorrência. Não aceite capacitações com Phantom 3 ou Mavic 1, por exemplo, pois são modelos que já contam com versões atualizadas. Desse modo, um bom curso de drones será aquele capaz de te fornecer os melhores modelos presentes no mercado, como as linhas Phantom 4 e Mavic 2. Na AEROJR. os alunos contam com aulas em Phantom 4 Pro V2.0, um dos melhores modelos presentes no mercado. Pronto para embarcar nessa jornada? A empresa alemã Droneii publicou em 2020 um estudo no qual afirma que a taxa de crescimento anual do mercado de drones no mundo será de 13,8% entre 2020 e 2025, chegando a uma receita de US$ 43 bilhões. Dessa forma, visando impactar o cenário de tecnologia em drones em Minas Gerais, a AEROJR. criou o FLYDRONE, um curso de pilotagem focado em proporcionar uma experiência personalizada e flexível aos alunos. Além disso, o curso foi desenvolvido para pessoas que desejam aprender a pilotar drones do zero, com total segurança e técnicas de captação de imagens aéreas  cinematográficas. Ficou interessado em conhecer mais sobre o nosso curso de pilotagem de drones? Então, entre em contato conosco! Autor: Alex Santos

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5 razões para implementar a ISO 17025 em seu laboratório

A norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 é um documento normativo técnico internacional que apresenta os  requisitos gerais para comprovar a competência de laboratórios de ensaio e calibração. Assim, toda organização que realize calibração, ensaio e amostragem com posterior ensaio é embarcada por essa norma. No Brasil, sua última revisão ocorreu em 2017, e, desde então, essa é a versão mais atual. Neste texto mostramos 5 motivos pelos quais você deve implementar a ISO 17025 em seu laboratório e ser um diferencial no mercado! Fundamentalmente, essa norma orienta as empresas sobre todos os aspectos a serem observados na construção de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), cujo principal objetivo é orientar o bom funcionamento da empresa pelo que rege a norma. Portanto, esse SGQ deve ser construído de maneira tal que contemple todas as atividades que podem influenciar no serviço e no escopo de acreditação. Dessa forma, a implementação de um SGQ em consonância com a ISO 17025 consiste em uma decisão estratégica para a entidade. Isso ocorre, pois, se realizada de maneira adequada, pode trazer diversas vantagens e melhorias para a empresa. Entretanto, muitos laboratórios ainda existem em implementá-la por desconhecer todas as vantagens que o SGQ pode trazer a empresa. Tendo isso em vista, contamos a seguir as 5 razões que tornam a ISO 17025 extremamente importante para o seu laboratório. 1. Rastreabilidade e garantia de competência Ao passo que ocorrem avanços tecnológicos nos mecanismos de medição, torna-se necessário que organizações adequem toda a sua operação a parâmetros modernos de gestão da qualidade. Por essa razão, é essencial que o laboratório demonstre que seus resultados são válidos e verificáveis por meio de critérios técnicos internacionalmente aceitos. Nesse contexto, a ISO 17025 orienta a construção de um Manual da Qualidade efetivo e consolidado. Assim, ele deve abranger desde o recebimento de um pedido por parte de um cliente (item 7.1); passando pelos métodos que o laboratório usa em seus ensaios e amostragens (item 7.2); e indo até à finalização dos serviços, abordando a retroalimentação que deve-se procurar junto aos colaboradores e clientes, de modo a identificar oportunidades de melhoria (item 8.6). Esses e outros assuntos aos quais a norma traz à tona garantem a rastreabilidade metrológica, identificação dos métodos de medição e o cálculo adequado e  otimizado das incertezas de medição, tornando o serviço mais transparente e confiável.  Além disso, há indicação de caminhos seguros para que todo tipo de não conformidade, seja de atendimento aos requisitos da norma, do cliente ou do próprio laboratório, sejam registradas e tratadas de maneira adequada, facilitando o trabalho da empresa frente a todo tipo de auditoria que possa vir a passar.  2. Redução dos custos operacionais Em meio às situações de oscilação da atividade econômica, uma das principais formas de reverter prejuízos e aumentar os lucros é reduzindo custos. Sendo que frequentemente essas oscilações colocam empresas que realizam a emissão de laudos ambientais em dificuldades financeiras. Por essa razão, a mitigação de custos gerados por falhas na qualidade é uma forma objetiva de reduzir gastos evitáveis. Nesse sentido, a ISO apresenta em seu texto diretrizes modernas e eficientes voltadas para a prevenção e redução dos impactos promovidos por falhas nas atividades. Ademais, ao garantir que o Manual da Qualidade alcance resultados confiáveis, a norma traz à tona uma mentalidade de melhoria contínua e posicionamento no mercado. Dessa forma, tal mentalidade fornece à empresa bases para o desenvolvimento sustentável e melhoria do desempenho global, o que é desejado por todos do mercado. Assim sendo, a norma se torna um importante aliado do laboratório em sua sustentabilidade financeira e protagonismo no mercado a longo prazo. 3. Atendimento a mercados restritos e reconhecimento internacional Sem dúvidas, uma das principais transformações percebidas nas últimas décadas está relacionada à redução do isolamento dos mercados consumidores. Antes, organizações atendiam apenas a comunidade ao seu entorno, porém, atualmente, não é nada incomum que os laboratórios ofereçam serviços para outros estados e países. Diante desse cenário, uma ponderação importante deve ser feita: as atividades na área de emissões de laudos ambientais são guiadas por diferentes órgãos reguladores, que possuem diferentes níveis de exigência quanto à garantia da qualidade do laboratório. O estado de Minas Gerais, por exemplo, possui uma Deliberação Normativa COPAM (Nº 216, de 2017) que profere a exigência de acreditação na ISO 17025. Essa exigência se aplica a todos os laboratórios que emitem relatórios de ensaios ou certificados de calibração referentes a medições ambientais. Além disso, os órgãos integrantes do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) são responsáveis por fazer essa análise. Já no estado de São Paulo, ainda não se oficializou a acreditação como obrigatória. Entretanto, a Resolução SMA N° 100, de 2013, cita que esse processo é fundamental para laboratórios envolvidos na execução de ensaios físicos, químicos e biológicos e atividades de amostragem, em quaisquer matrizes ambientais. Essa resolução fornece grandes indícios que há um movimento dos órgãos competentes em orientar o mercado a se adequar a ISO 17025. Além disso, para a emissão de laudos para o exterior já é obrigatório a acreditação na norma. Dessa forma, a implementação da norma tornou-se um requisito fundamental para se atuar de maneira economicamente sustentável em alguns nichos do mercado. Além disso, à medida que o tempo passa, visto a relevância e o caráter internacional da ISO 17025, é esperado que novas deliberações semelhantes surjam em mais estados. 4. Conquista da confiança dos clientes e diferencial competitivo Não é mais possível considerar que os clientes de serviços de emissão de laudos ambientais serão alvos passivos das organizações. Atualmente, estamos diante de um consumidor conectado, ativo e bem informado, o que reforça a necessidade das organizações oferecerem de fato um produto melhor que o da concorrência. Certamente, um dos principais critérios para a escolha do serviço é a garantia de qualidade, que precisa ser demonstrada e verificada para ser efetivamente considerada. Por sua vez, deve-se muito a esse aumento da exigência dos consumidores o aumento da fila de espera para a acreditação ou reconhecimento na ISO 17025. Pois,

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Conheça os Principais Componentes de um Drone

Nos dias de hoje, os drones estão sendo amplamente utilizados nos mais variados setores e, portanto, saber pilotar o veículo é um grande diferencial no ambiente de trabalho. De fato, segundo a FAA (Federal Aviation Administration), o mercado de drones para uso profissional deve triplicar até 2023. Nesse sentido, é fundamental conhecer os principais componentes de um drone para realizar eventuais manutenções no veículo e garantir a segurança durante o voo. São vários os dispositivos e sistemas necessários para o devido funcionamento de um drone. Além disso, como existem diversos modelos no mercado, alguns componentes podem variar conforme a função e aplicação desejada. Assim, iremos citar, neste texto, os principais componentes presentes em grande parte dos multirrotores encontrados atualmente. Motor O motor é responsável, basicamente, por converter a energia provinda da bateria em energia mecânica, permitindo a movimentação do veículo. O mais utilizado nos atuais modelos de drone é o de corrente contínua e, geralmente, do tipo Brushless. Tais motores não possuem escovas em sua estrutura (peças submetidas ao atrito) e, dessa forma, emitem menos ruído durante a pilotagem. Além disso, configuram-se como uma opção mais eficiente do que os motores convencionais, já que a ausência de escovas elimina a necessidade de manutenção e prolonga a vida útil do componente. No entanto, para a operação do motor Brushless, é requerido um equipamento denominado Electronic Speed Controller (ESC). Em resumo, esse dispositivo é encarregado de enviar sinais elétricos da placa controladora até o motor. Isso possibilita o controle da velocidade de rotação dos motores e, consequentemente, a alteração da velocidade do drone e a realização de manobras. Bateria A bateria tem a função de armazenar e fornecer energia para outros componentes durante o funcionamento do drone. Então, no momento de escolha do melhor modelo multirotor, é importante se atentar à capacidade de fornecimento de energia das baterias. Isso porque essa característica influencia diretamente na autonomia do drone, ou seja, no tempo máximo de voo sem necessidade de recarga. Na maioria das vezes, utilizam-se baterias de Lítio em tais veículos aéreos, em especial o Polímero de Lítio (LiPo). Essas são capazes de conferir, simultaneamente, grande capacidade de armazenamento de energia e leveza. Dessa maneira, apresentam certas vantagens em comparação com outros modelos existentes no mercado. Hélices As hélices são primordiais justamente por utilizarem a potência de saída do motor e proporcionarem a força necessária para movimentar ou pairar o drone no ar. Nos quadricópteros (aeronaves que possuem quatro motores), normalmente se utilizam hélices com formatos diferentes e em pares, duas que giram em sentido horário e duas em anti-horário. Desse modo, torna-se possível a estabilização do multirotor no ar. Além do mais, cada hélice se caracteriza por propriedades específicas, como o número de pás, o diâmetro e o passo. Esses parâmetros são devidamente considerados na fabricação, de forma a otimizar o voo e a vida útil do drone. Portanto, é importante se atentar a essas características caso seja necessário efetuar alguma alteração, para continuar assegurando a operação adequada do drone. Frame O frame é o principal componente estrutural de um drone. Essencialmente, ele é responsável por fixar as demais peças, bem como suportar as cargas e esforços atuantes durante o voo. Ademais, o formato e o peso do frame influenciam diretamente no desempenho aerodinâmico do drone. Dessa forma, é necessário fabricar a estrutura preferencialmente com um material capaz de conferir resistência, rigidez e leveza ao veículo. Placa Controladora Nesse dispositivo se encontram diversos sensores importantes para a estabilização do drone, como o acelerômetro, barômetro e os giroscópios. A placa controladora tem como primordial função receber sinais dos sensores e do rádio controle, processar esses dados e distribuir energia para outros componentes. Por esse motivo, ela também é conhecida como a “inteligência” ou “cérebro” do drone.  Câmera Um dos sensores mais comumente conhecidos nessas aeronaves é a câmera. Ela é utilizada para a captura de imagens, gravação de vídeos, navegabilidade do veículo e, inclusive, pode ser empregada para o sensoriamento remoto. Existem diversos tipos de câmeras que podem se embarcar nos drones como, por exemplo: Câmera RGB: é denominada câmera convencional, e utiliza sensores baseados no sistema de cores RGB (Red, Green and Blue). Dessa forma, permite a obtenção de imagens e vídeos no espectro visível, sendo amplamente empregada em setores como a topografia e a fotografia e filmagem. Câmera Multiespectral: é constituída a partir de vários sensores, capazes de detectar diferentes faixas do espectro luminoso. Com esse tipo de câmera, é viável, por exemplo, obter índices vegetativos como o NDVI e o NDRE, analisar a taxa de fotossíntese e o estado de saúde das plantas. Logo, detém um papel importante especialmente na área da agricultura. GPS Outro sistema extremamente relevante para o funcionamento da aeronave é o Global Positioning System (GPS). Essa tecnologia, presente na maioria dos drones, é capaz de determinar a posição geográfica do veículo por meio de dados provenientes de uma constelação de satélites. Nesse contexto, o GPS é essencial para realizar manobras, auxiliar na navegação e corrigir a influência do vento, permitindo a manutenção do drone em uma posição específica. Ademais, é fundamental em diversos modos de voo disponíveis, e quando se deseja gravar certo local para realizar um pouso autônomo. Entretanto, para aplicações mais específicas com o drone, como, por exemplo, quando se requer maior precisão e confiabilidade nos dados geográficos, pode se empregar outras técnicas. Assim, métodos como o Real Time Kinematic (RTK) ou o Post-Processed Kinematic (PPK), por exemplo, que adotam processos de correção de coordenadas, são aplicáveis nesses casos. Sensores anticolisão Os sensores anticolisão são importantes dispositivos para garantir a segurança durante o voo. Isso porque permitem a detecção de objetos próximos e a prevenção de impactos. Usualmente, são compostos por sensores ópticos dispostos na superfície do drone, variando em quantidade e qualidade de acordo com o modelo do veículo. Rádio Controle O rádio controle é o componente com o qual o piloto tem contato direto no decorrer do voo. Ele possibilita que os comandos efetuados no manche sejam convertidos em movimentos do drone

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Controle de Ruído: Conheça As Principais Medidas

Ruído é todo som indesejado, como o som de uma perfuratriz em um canteiro de obras. Então, controle de ruído é um conjunto de técnicas que visam adequar os níveis de um ruído a padrões aceitáveis. Usualmente, no Brasil, esses padrões são definidos por normas ou legislações específicas, comumente municipais. Por exemplo, tem-se a Lei 9.505/2008 de Belo Horizonte que dispõe sobre os níveis de ruído máximo permitidos em diferentes faixas de horários. Portanto, empreendimentos que não seguirem essas determinações podem ser interditados e obrigados a pagar multas, que, no caso da legislação de Belo Horizonte, pode chegar a quase R$20.000,00 em casos mais graves. Além de caso legal, o controle de ruído é, acima de tudo, um caso de saúde. Segundo a OMS, a exposição contínua a ruídos pode causar problemas auditivos e até não auditivos, como doenças cardiovasculares, distúrbio do sono e comprometimento cognitivo em crianças. Assim, torna-se imperativo que empresas e indústrias, próximas de centros urbanos, avaliem a eficiência sonora de seus equipamentos e o impacto deles nas vizinhanças. Contudo, sabe-se que muitas vezes esse é um tema deixado de lado e esquecido, o que faz necessário remediar a situação. Para isso, existem diversos tipos de controle de ruído, e neste texto, abordaremos alguns dos principais. Como se faz o controle de um ruído? Do seu aparecimento até a sua extinção, o problema de um ruído passa por três fases: fonte sonora, trajetória de transmissão e receptor. Uma fonte sonora pode ser uma buzina de carro, um sistema de exaustão de ventiladores industriais, bate-estacas e perfuratrizes, um motor elétrico, etc. Já a trajetória é caracterizada pelo meio que o ruído (onda mecânica) se propaga, como o ar, paredes, tubulações. Neste caso específico, trata-se o receptor como o ser humano, aquele que está sofrendo incômodo, mas ao se tratar do problema, muitas vezes unifica-se o receptor como a comunidade (bairro, casas…) como receptores únicos. Por outro lado, tratando-se do controle, ele pode ser realizado de três maneiras: Na fonte, o que é preferível, porque dimunui a geração diretamente na sua origem. Entretanto, por já estarem instaladas e por questões econômicas, essa pode não ser, em determinadas situações, a forma mais eficiente e econômica; Na trajetória, como o enclausuramento da fonte, criação de barreiras e silenciadores; ou No receptor, como o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Mas como funcionam esses tipos de controle de ruído? Controle na fonte Como mencionado, é sempre preferível controlar o ruído já em sua fonte de geração. Todavia, em alguns casos, seria necessário trocar esse controle, por exemplo, um equipamento por um modelo silencioso, que pode ser inviável do ponto de vista econômico. De todo modo, consegue-se avaliar certos equipamentos e propor medidas que visem diminuir a produção de ruído. Bons exemplos são: Desacoplar um compressor de ar da tubulação utilizando um acoplamento flexível e, assim, diminuindo a transferência de energia vibracional na estrutura; Uso de válvulas de controle de pressão em encanamentos industriais, controlando a pressão desregulada do fluido, com velocidade diferentes em pontos da tubulação que gera turbulência e, como consequência, movimento oscilatório e produzindo ruído. Controle na trajetória Na impossibilidade de se tratar a fonte, cabe atuar na trajetória do som. Assim, nesse tipo de controle de ruído, as técnicas criam barreiras para impedir as ondas sonoras de prosseguirem em seu caminho natural. Dessa forma, situações comuns são: enclausuramento, barreiras acústicas e silenciadores. A seguir explicaremos mais sobre cada um. Enclausuramento Neste caso, identificada a fonte, cria-se uma clausura ao seu entorno impedindo o som de avançar, muito utilizada em máquinas e equipamentos industriais. Elas podem ser classificadas, simplificadamente, como: Vivas, na qual toda a clausura é dura e reflete a maior parte da energia gerada; Razoavelmente vivas, na qual parte da clausura é de material metálico leve e consegue absorver parte da energia; Medianamente vivas, quando revestidas parcialmente de materiais fonoabsorventes; e Secas, quando são completamente revestidas de materiais fonoabsorventes. Na maioria dos casos, as clausuras necessitam de algum tipo de abertura: seja para acesso para inspeção do equipamento ou para ventilação. Além disso, cabe ao engenheiro unir ao projeto básico o acesso, garantindo que nesses pontos de abertura, grandes portas para saída do ruído, haverão silenciadores apropriados. Ademais, há também a “clausura inversa”, propriamente chamada de cabines acústicas, que são projetadas para proteger a fonte (e.g. funcionário de uma fábrica) dos ruídos gerados externamente a elas. Barreiras acústicas São elementos que funcionam impedindo que a propagação direta do ruído alcance o receptor. Na imagem abaixo, pode-se visualizar o comportamento de uma onda sonora em um caminho livre. Por outro lado, nesta imagem a seguir, percebe-se que ao se incluir uma barreira, apenas uma parcela do caminho 2 e 3 atinge o receptor. Assim funcionam as barreiras acústicas, reduzindo o nível do som que penetra a sombra sonora produzida a partir do efeito de difração. Os principais fatores que influenciam na capacidade de redução são: altura da barreira e sua distância da fonte e do receptor, e as alturas da fonte e receptor em relação ao solo. Um esquema pode ser visto na imagem abaixo. Contudo, não basta ao engenheiro apenas projetar uma barreira considerando esses fatores, pois existem outras complicações. Portanto, alguns exemplos comuns são: transmissão sonora pelos flancos das barreiras, ocasionados por descontinuidades delas, elementos próximos às barreiras com altura superior, que espalham o som, dentre outros. Um “caso especial” de barreiras são os biombos, que são estruturas similares, com os mesmos propósitos, mas que posicionam-se em ambientes fechados. Nesses casos, o som consegue chegar no receptor não apenas pela difusão da estrutura, como também pelas reflexões das paredes e teto, gerando mais requisitos para análise técnica do projetista. Silenciadores São dispositivos criados para absorver a energia sonora propagada em escoamentos de fluidos. Assim, suas aplicações são diversas na indústria, visto em bombas e compressores, sistemas de condicionamento de ar e em sistemas de exaustão de ventiladores industriais. Além disso, sua classificação pode ser feita por resistivo, reativo ou uma combinação de ambos. Resistivo: atua

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Modelagem de Protótipos: Entenda a sua importância

Dentro do ponto de vista da engenharia, inovação é um processo de quebra de padrões tanto de pensamentos quanto de ações. E um jeito natural de colocar à prova novas ideias ou soluções inovadoras é desenvolvendo protótipos. Além disso, do ponto de vista de negócios, a dedicação para a modelagem de protótipos é tão relevante quanto estratégica. Assim, ela faz parte de um dos pilares organizacionais de qualquer iniciativa de sucesso. O que é o protótipo de um produto? A palavra “protótipo” se origina do grego [prototypos] e seria traduzida como “original, primitivo”. Os protótipos, entretanto, podem ser interpretados de maneiras distintas. Quando se lida com o contexto acadêmico, protótipos, em geral, servem como uma base ou como modelo para o entendimento de fenômenos da natureza. Um exemplo disso é o estudo das forças aerodinâmicas em um modelo em escala reduzida de uma aeronave em túneis de vento. Já do ponto de vista de mercado, refere-se a protótipo como sendo uma versão inicial ou não otimizada de um produto. A visão de protótipo, do ponto de vista da engenharia, se encontra em algum lugar entre esses dois limiares. Pode-se ainda categorizar protótipos entre: físicos ou analíticos. Protótipos físicos são aproximações tangíveis, palpáveis do produto esperado. Enquanto que protótipos virtuais são modelos matemáticos, em geral mais detalhados, criados para estudar o comportamento de determinado componente do produto final ou do seu conjunto como um todo, antes mesmo de sua produção. Protótipos atendem a diversos propósitos. Dessa forma, sua modelagem serve como guia no desenvolvimento de um produto, permitindo que sistemas e subsistemas trabalhem juntos e da forma planejada. Além disso, protótipos reduzem as incertezas do projeto, pois são uma forma ágil de abandonar alternativas que não são bem recebidas. Portanto, auxiliam na identificação de uma solução final mais acertada. Como é o desenvolvimento de um protótipo? Dentro do nicho do “Design Thinking” a prototipagem é a última etapa do processo de desenvolvimento de um produto. Etapa cujo objetivo é a validação perante a necessidade de solucionar um problema. Apesar disso, a prototipação em si também tem suas etapas, sendo elas: Formulação de questões; Criação do(s) protótipo(s); Teste; Avaliação; Conclusão. O processo se inicia com a formulação de questões que representem as dores que levarão à elaboração da solução idealizada. Após isso, são criados modelos que viabilizem observar o comportamento da solução na etapa de testes, que coloca à prova as soluções desenvolvidas. Após isso, segue-se para a etapa de avaliação de resultados. Se forem acertados, prossegue-se para a conclusão, senão, retorna-se às etapas anteriores. Assim, percebe-se que o processo de modelagem de protótipos, em si, é um instrumento de aprendizado. Da ótica da equipe do projeto, aprende-se fazendo, isto é, ao conceber a forma de uma ideia é necessário elaborá-la em todos os seus detalhes e em todos os níveis de fidelidade, desde uma representação conceitual (desenho) até uma representação mais similar possível da solução (simulação 3D). Em suma, o desenvolvimento de protótipos permite: Avaliar a complexidade envolvida na construção de uma solução; Filtrar e otimizar uma solução através da análise iterativa e em tempo real das respostas do modelo; Identificar problemas antecipadamente, aumentando a segurança do projeto e reduzindo custos. Importância da Modelagem no Desenvolvimento de um Protótipo A engenharia constitui uma profissão que carrega o aprendizado de várias técnicas de concepção de modelos (desenhos, montagens, CAD, simulações 3D, etc) que são a chave no processo de criação de uma solução inovadora. Portanto, com o poder computacional cada vez maior, a tendência é que essas ferramentas se tornem cada vez mais precisas e acertadas. Dito isso, entende-se que modelagem de protótipos se encaixa em duas das etapas do desenvolvimento citadas anteriormente. A primeira delas é a criação do protótipo, no qual ferramentas CAD são fundamentais para a visualização do modelo de um componente. Assim, com elas pode-se caracterizar geometricamente as peças (estudo da forma) e entender o funcionamento idealizado da montagem (fit), como um conjunto. Já a outra etapa é a de testes, em que se atribuem características físicas aos componentes do modelo e se realiza a simulação 3D do comportamento de uma peça ou de um conjunto quando submetido a condições específicas. Nessa etapa é muito comum ouvir-se falar sobre “Método de Elementos Finitos (MEF)” ou “Computer Fluid Dynamics (CFD)”, dependendo do escopo no qual está inserido o projeto. Em suma, são métodos numéricos iterativos, constituídos de três etapas: Pré-Processamento, na qual se definem as condições de contorno da simulação; Processamento, na qual são calculadas as variáveis de interesse da simulação; Pós-Processamento, na qual são analisados os parâmetros críticos do projeto como limitações, resposta a condições adversas, faixa de operação e se o modelo atende ou não à proposta para o qual foi idealizado. Indo além Por fim, percebe-se que o modelo 3D utilizado como ferramenta de investigação de problemas mostra-se como uma ferramenta muito poderosa. Assim, o principal motivo é que ele possibilita a solução do problema na etapa anterior à produção. Portanto, agora que você já sabe a importância da modelagem de protótipos, conheça os 6 melhores softwares de Modelagem 3D para começar a prototipagem do seu produto! Autor: João Vitor Fernandes

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Desenvolvimento de Produto: Etapas Para a Construção do seu Projeto Mecânico

Você possui uma ideia de projeto mecânico inovador que pode revolucionar o seu mercado? Essa ideia traz uma solução específica para um problema latente, mas não sabe ao certo como dar início ao seu desenvolvimento? Mais do que isso, como saber se sua ideia é realmente viável e se ela pode dar certo? A fim de responder essas perguntas, neste texto contamos um pouco sobre as principais etapas para o desenvolvimento do seu produto mecânico inovador! Por que desenvolver um novo produto? Se destacar no mercado é revolucionar e buscar diferenciais. A inovação caminha junto ao progresso por estar associada ao poder de impactar a vida de pessoas e negócios, ao passo que o desenvolvimento de um novo produto ou solução é uma área em que inovar é a principal chave. Todavia, a concepção de novos equipamentos, mecanismos, peças ou maquinários, bem como adaptações ou modificações em aparatos existentes não é uma tarefa simples e imediata. Feito de maneira impensada, sem seguir determinadas etapas com inteligência, o desenvolvimento de um novo produto pode resultar em perdas financeiras, além de carência de agilidade e eficiência durante o processo. Quais são as etapas do processo de desenvolvimento de um produto mecânico? A seguir, explicamos todas as principais etapas para criar seu novo produto, desde o entendimento das necessidades fundamentais no processo até a prototipagem e patente. 1. Viabilidade A primeira etapa relaciona-se à definição do seu objetivo e ao entendimento da viabilidade do produto. Assim, o primeiro passo é ter em mente qual problema ele solucionará ou como ele trará benefícios. A partir disso, é hora de fazer todo o levantamento de riscos econômicos, legais e técnicos, dependendo do projeto mecânico. Em seguida, deverá ser feita a definição do público alvo e a compreensão das tendências do mercado e da demanda por sua solução. Dessa forma, você já terá todo o pré-projeto em mãos, com os requisitos necessários para dar prosseguimento às próximas etapas. A maneira mais efetiva de realizar esses processos é por meio de pesquisas de mercado com concorrentes, clientes e demais stakeholders que possam auxiliar no entendimento dos pontos levantados. Além disso, a internet também é uma excelente aliada nessa busca, podendo trazer dados e informações úteis para a seleção dos pontos viáveis técnica e economicamente. 2. Projeto Conceitual Baseado nas definições e seleções feitas na etapa anterior, pode-se dar início ao desenvolvimento do projeto conceitual. Essa etapa envolve a construção dos desenhos técnicos, modelagem 2D e 3D, simulações e escolha de materiais. Cada uma dessas fases é fundamental para garantir a qualidade, a eficiência, o perfeito funcionamento, a reprodutibilidade e o aumento de vida útil do seu projeto. Tudo isso resultando na minimização de custos e ganho de agilidade. Isso ocorre pois tais processos são a base para o protótipo e o produto final, fazendo com que eles precisem de menos modificações. Portanto, para essa etapa é altamente recomendado ter um time de técnicos profissionais dispostos a auxiliá-lo durante todo o desenvolvimento do seu projeto mecânico. Eles devem dominar os melhores softwares para executar desenhos técnicos, modelagem e simulações do protótipo em diversas situações de carga, calor e movimento. 3. Prototipagem  Após a criação das bases do seu projeto mecânico é finalmente hora de criar o protótipo que servirá como ponte para o seu produto final. Ou seja, após os desenhos técnicos, modelagem 2D e 3D, simulações e escolha de materiais, o próximo passo é a prototipagem! Ela pode ser feita de uma infinidade de maneiras, desde a usinagem à impressão 3D, o que dependerá das suas características e dos materiais. Dessa forma, a partir dela pode-se verificar praticamente todas as funções desejadas e realizar as devidas adequações. 4. Construção dos manuais Após a prototipagem, é necessário realizar o desenvolvimento dos manuais de funcionamento e montagem do seu projeto mecânico. Essa etapa é feita de modo a garantir a correta utilização, manutenção e funcionamento do produto por parte do consumidor. Logo, eles devem ter conter as devidas instruções para uso e informações acerca de suas características, visando sua perfeita preservação. 5. Patente e comercialização Por último, caso necessário, deve ser realizada a patente do seu  projeto mecânico inovador, a fim de garantir sua propriedade intelectual, junto ao órgão competente. A partir disso, pode-se finalmente iniciar a comercialização do produto e receber pelo seu diferencial! Esta é a sua hora de inovar! A inovação é a chave para a evolução e o progresso, responsáveis por aprimorar e facilitar o cotidiano de pessoas e empreendimentos. A sua ideia de projeto mecânico tem potencial para revolucionar, mas para isso é fundamental passar por essas etapas para atingir sucesso e destaque no mercado desejado. Portanto, agora que você já conhece todas as etapas para desenvolver um produto mecânico, dê início a sua inovação! Conte com a AEROJR. durante a etapa do projeto conceitual para te ajudar nesse sonho! Entre em contato conosco! Autor: Gabriel de Hollanda

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