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Desenho Técnico: tudo o que você precisa saber para começar seu projeto

Você já deve ter se perguntado como as empresas e os engenheiros do mundo inteiro compartilham seus projetos e suas ideias de maneira clara e precisa, não é mesmo?! Assim como hoje utiliza-se o latim na universalização de nomes científicos, o desenho técnico funciona como base para reprodução de projetos mecânicos. Isso, claro,  nos mais diversos cenários possíveis, possibilitando o livre compartilhamento de ideias pelo mundo. Mas você já parou para pensar em como essa padronização se torna possível? O que é Desenho Técnico O desenho técnico, por definição, é uma representação gráfica de certa peça ou de certo instrumento no papel. Ainda hoje, muitas empresas e profissionais ainda utilizam o desenho técnico da maneira tradicional, utilizando, por exemplo, a própria prancheta e a famosa régua paralela. No entanto, o que se vê é que cada vez mais essa técnica vem migrando para ambientes virtuais, muito por conta da facilidade de compartilhamento. Tudo isso, claro, graças aos softwares de CAD (Desenho Assistido por Computador), que se tornam cada dia mais difundidos nos meios acadêmico e profissional. Mas como é possível, então, reproduzir todos os detalhes necessários apenas com uma representação bidimensional do que se objetiva construir? Normas que deve seguir Para solucionar essa questão surgem as normas técnicas de desenho. Basicamente, o objetivo das normas é tornar o processo padronizado e auto-explicativo, de forma que a interpretação do desenho não abra espaço para subjetividade. Dessa maneira, os órgãos reguladores nacionais e internacionais estabelecem critérios de ilustração que facilitam esse entendimento universal da figura. Esses critérios, assim, vão desde a espessura e o traçado das linhas até a utilização de siglas e termos que referenciam certo padrão preestabelecido. Para que você entenda melhor a utilização das normas de desenho técnico, trouxemos aqui as principais: ABNT NBR 6158:1995 – Sistema de tolerâncias e ajustes; ABNT NBR 8404:1984 – Indicação do estado de superfícies; ABNT NBR 12298:1995 – Representação de área de corte; ABNT NBR 16752:2020 – Requisitos para apresentação em folhas de desenho; ABNT NBR 16861:2020 – Requisitos para representação de linhas e escrita. Como você pôde perceber, essas normas estipulam padrões nos mínimos detalhes do desenho técnico, o que justamente possibilita a reprodução universal do objeto “no papel”. Mas, então, como fazer um desenho técnico? Como fazer um desenho técnico? Como falamos anteriormente, o desenho técnico pode ser feito tanto da maneira física, diretamente no papel, quanto no meio virtual, com os softwares CAD. Desse modo, o primeiro passo será escolher o meio em que ele será desenvolvido. Aqui, especificamente, vamos primeiro tratar do desenho técnico de prancheta e, em seguida, do AutoCAD, o software mais utilizado para desenho técnico no meio digital. Desenho técnico de prancheta Quando falamos de desenho técnico de prancheta, contemplamos diversos materiais e técnicas manuais que vão facilitar o desenvolvimento do projeto. Além da prática em desenho por si só, é interessante também saber trabalhar adequadamente com cada instrumento e estar ciente das normas técnicas necessárias. Com relação às normas, já citamos antes as principais, mas é importante buscar a relação completa que você deverá seguir, com base nos tipos de representação. Por exemplo, caso você pretenda utilizar recursos de corte, deverá dar uma atenção especial ao documento que o contempla. Já em relação aos instrumentos, muitos deles são conhecidos pela maioria das pessoas. Aqui entram, por exemplo: o compasso, o escalímetro, os gabaritos e os esquadros. É fundamental, assim, que se saiba utilizar cada um adequadamente para garantir a qualidade do material produzido. E o desenho técnico assistido por computador? Por realizar-se digitalmente, ele se torna mais simples ou mais complexo? O AutoCAD e o desenho técnico assistido por computador O AutoCAD é, hoje, um dos principais softwares utilizados para o projeto 2D de peças e equipamentos mecânicos. Por se tratar de um recurso digital, muitas pessoas podem pensar que a complexidade do desenho técnico aumenta. Porém, na verdade, o AutoCAD possibilita uma imensidão de operações de maneira relativamente simples. Além de, claro, facilitar o compartilhamento e armazenamento do projeto. Em contrapartida, pode surgir a ideia de que o AutoCAD dispensa o conhecimento padrão em desenho, o que não é verdade. Na verdade, o desenho técnico em ambiente virtual nada mais é do que a reprodução do desenho na tela do computador. Sendo assim, é essencial que o profissional tenha conhecimento de técnicas de representação utilizadas no desenho da prancheta, como, por exemplo, a utilização de vistas. O AutoCAD, assim como outros softwares de Desenho e Modelagem 2D e 3D, são amplamente utilizados no mundo todo para o desenvolvimento de projetos mecânicos. Suas funcionalidades vão desde o projeto de peças simples ao desenvolvimento e integração de máquinas altamente complexas e ajudam os engenheiros e empresas em inúmeros pontos. Mas que pontos são esses, em específico? Qual a importância do desenho técnico no seu projeto? Sim, mostramos tudo o que você precisa saber sobre desenho técnico na teoria! Mas qual o benefício que ele poderia me trazer diretamente na prática? Visualização da Ideia antes do Protótipo O desenho técnico, assim como a própria Modelagem 3D, permite a visualização da ideia inicial antes mesmo da materialização da peça. Isso, além de facilitar a comparação da peça projetada com a imaginada inicialmente, possibilita trabalhar os menores detalhes já no projeto. Reprodutibilidade Padronizada Além de possibilitar que o projeto seja replicado quantas vezes você quiser, o desenho técnico também permite que isso seja feito de forma padronizada. Mas o que isso quer dizer? Quer dizer que as peças produzidas manterão um padrão específico com base nos requisitos estabelecidos no projeto. O desenho técnico, inclusive, com as indicações apresentadas no projeto, permite à metrologia trabalhar com faixas de segurança para manter a compatibilidade entre as peças que serão integradas. Apresentação do Produto Um outro ponto fundamental é a possibilidade de apresentar a peça comercialmente. Sobretudo para empresas que vendem esse tipo de serviço, o desenho mecânico serve de base e ilustração para que o cliente tenha um modelo palpável do que está contratando. Além de tudo isso, o desenho

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Conheça os 6 melhores softwares para fazer sua Modelagem 3D

O desenvolvimento de tecnologias é, certamente, um facilitador para as mais diversas áreas e aplicações. Trataremos neste texto sobre os melhores softwares para uma modelagem 3D, recurso que permite projetar, visualizar e testar produtos e projetos antes de sua execução. Por que modelar? Inicialmente, com a exposição da ideia, já percebemos o quanto é possível baratear e agilizar a prestação de um serviço. Utilizando softwares de modelagem 3D, torna-se aplicável a modificação de um projeto ao longo de sua idealização. Consegue-se perceber pontos de falha, corrigi-los e começar a construção de um produto que já será otimizado. Identificamos com mais clareza e detalhamento os benefícios da modelagem 3D neste texto, publicado por nós. Os melhores Softwares de Modelagem 3D A seguir apresentaremos alguns softwares de modelagem 3D de extrema qualidade, que são aplicados em diferentes setores. Assim, com eles é possível projetar de maneira fidedigna a ideia de um cliente ou, claro, do próprio projetista. 1. SolidWorks É um dos mais conhecidos e utilizados softwares de modelagem 3D. Trata-se de um programa completo para a criação de peças e componentes mecânicos, sendo muito utilizado por engenheiros e projetistas. Dessa forma, possui uma interface amigável, com capacidade de ser dominada com algum tempo de prática ou após um curso especializado. Na AEROJR., utilizamos o SolidWorks para nossos projetos inovadores, sendo essencial na modelagem de drones. Componentes são desenhados, integrados e testados a fim de se obter o melhor resultado possível para nossos produtos. Apesar de ser um software pago, pode-se realizar um período de teste gratuito aqui, basta criar uma conta. Em relação a preços, temos variação de R$ 572,87, para a versão de estudantes, a mais de R$ 30.000,00, para a versão profissional (valores anuais). Para obter o programa para sua empresa, é necessário solicitar um orçamento no site, ou seja, os valores são variáveis. 2. AutoCAD É um programa inicialmente focado em desenho técnico, ideal para garantir precisão nas dimensões técnicas dos projetos. Portanto, como software de modelagem 3D, atende a todos os segmentos de arquitetura, engenharia, design e similares, com o nome amplamente conhecido nessas áreas. Oferece um período gratuito de 30 dias de experiência, além de uma versão para estudantes também gratuita. Fora isso, tem o custo de R$ 8.215,00 anual, R$ 1.041,00 mensal, e R$ 22.180,00 a cada três anos. Apresenta a compra de maneira prática, com garantia de reembolso de 30 dias em planos anuais. 3. 3ds Max O 3ds Max é um software indicado para modelagem, animação 3D e maquete eletrônica. Por isso, tem muito espaço no setor de desenhos animados, foi pioneiro na sua época de criação, em 1990. O realismo e qualidade entregues pelo programa são seus verdadeiros diferenciais. Demanda um tempo para dominar este software de modelagem 3D, mas é um investimento valioso para animadores e artistas gráficos. Assim como o AutoCAD, também possui uma versão gratuita de avaliação, válida por 30 dias. Os dois programas, na verdade, foram desenvolvidos pela mesma empresa, a AutoDesk. Para a compra, há a opção mensal, anual e a cada 3 anos, cujos preços no site oficial são, respectivamente, R$ 822,00, R$ 6.654,00 e R$ 17.963,00. 4. CATIA O software CATIA (Computer Aided Three-dimensional Interactive Application) atende com excelência às exigências da indústria aeronáutica. Suporta múltiplos estágios de desenvolvimento de produtos, incluindo o conceito, design (CAD), engenharia (CAE) e manufatura (CAM). Seu uso em projeto, simulação e análise atinge, na verdade, diversas áreas e setores, desde a indústria naval até bens de consumo, por exemplo. Os produtos ofertados do CATIA tem seus valores variáveis de acordo com o pedido de cada empresa. Pode se obter licença educacional por R$ 1.133,94, com manutenção anual de R$ 159,29. 5. SketchUp O SketchUp é um software de modelagem 3D voltado para o nicho de arquitetura e design de interiores. Com simplicidade e praticidade, entrega excelentes projetos arquitetônicos em 3D. Seus comandos são ágeis para projetar desde interiores de residências até o planejamento urbano de cidades. O aprendizado acerca da utilização do programa é rápido e intuitivo, beneficiando dos iniciantes aos mais experientes. A AEROJR. faz uso do SketchUp em seus projetos acústicos, modelando as soluções propostas para o isolamento e tratamento sonoro. Assim, o cômodo referente ao trabalho é modelado em 3D e preenchido com os recursos que utilizamos. Posteriormente, capturamos imagens em alta qualidade utilizando o render e demonstramos como fica o projeto da maneira mais próxima da realidade. Esse software de modelagem 3D tem o diferencial de apresentar uma opção para a web gratuita na qual não é necessário baixar nenhum arquivo para modelar. O programa instalado, no entanto, é mais prático do que esse serviço. Além disso, oferece versões para estudantes e educadores do ensino superior a um preço de U$ 55,00 por ano. Ademais, apresenta a versão Shop, Pro e Studio, nos valores de U$ 119,00, U$ 299,00 e U$ 699,00 anuais, respectivamente. Pode ser feita a compra aqui. 6. Blender O Blender é o único programa totalmente gratuito dessa lista, o que é seu maior diferencial. Ainda assim, entrega um resultado de altíssima qualidade, permitindo a produção de trabalhos de animação e até mesmo jogos. Sua interface no passado era pouco intuitiva, o que representava grande problema, mas foi algo corrigido nas versões atuais. Tem uma comunidade ativa e uma documentação extensa, que são pontos muito interessantes. Além disso, possui um portal brasileiro para sanar todas as dúvidas dos usuários. Os serviços de destaque desse software de modelagem 3D são: modelagem; animação; texturização; composição; renderização; e edição de vídeo. Seu download é encontrado aqui, oferecido de forma prática e fácil no site do programa. Quer saber mais sobre Modelagem 3D? Recomendamos a leitura de outros artigos para beneficiar ainda mais sua integração no assunto tratado aqui. Assim, com a utilização desses softwares de modelagem 3D, de maneira bem feita, é possível aumentar a vida útil do seu equipamento. Indo além Portanto, agora que você já tem em mãos os melhores 6 softwares de modelagem 3D, basta apenas escolher aquele no qual você se

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ISO 17025: Entenda o que mudou da versão de 2005 para a de 2017

A norma técnica ISO 17025 tem reconhecimento internacional tratando da qualidade de medições de laboratórios. Aqui no Brasil, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) adotou a norma sobre o título de “Requisitos Gerais para Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração”. Discutimos anteriormente aqui no blog a importância e a finalidade da ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017. No entanto, você sabe o que levou essa norma a ser atualizada em 2017? A primeira edição da norma foi lançada em 1999, a segunda em 2005, o que será que mudou? Por que uma norma é atualizada? Todos os setores da sociedade acabam suscetíveis a mudanças com o tempo, sejam elas de grandes ou pequenas proporções. Uma norma técnica é redigida para estabelecer uma exigência cujo propósito é sempre positivo: assegurar qualidade, afirmar segurança, administrar um sistema padrão, entre outros fins. Com as mudanças nos mais variados setores, torna-se indispensável a revisão periódica das exigências promovidas pelas normas. Tais mudanças podem ser feitas visando adequar novos assuntos, modificar requisitos que agora são inadequados ou remover tópicos que, no tempo atual, se mostram prejudiciais. 17025:2005 versus 17025:2017 – Qual é a real diferença? Primeiro, é importante entender que a ISO 17025:2017, terceira edição dessa norma, na verdade cancela e substitui a versão datada de 2005. A descrição da própria ABNT sobre a norma de 2005 indica seu objetivo como “especificar os requisitos gerais para a competência em realizar ensaios e/ou calibrações, incluindo amostragem; cobrir ensaios e calibrações realizados utilizando métodos normalizados, métodos não normalizados e métodos desenvolvidos pelo laboratório.”. O objetivo da edição de 2017, por sua vez, é dado pela ABNT como “especificar os requisitos gerais para a competência, imparcialidade e operação consistente de laboratórios.”. Nota-se que trata basicamente da mesma coisa, portanto, entraremos mais a fundo nos documentos para entendermos as particularidades de cada versão. Como as duas edições se apresentam? A norma ISO/IEC 17025:2005 se dividia em duas seções principais: “Requisitos da direção” e “Requisitos técnicos”. Já na documentação da versão de 2017, isso foi modificado para cinco seções principais: “Requisitos gerais”, “Requisitos de estrutura”, “Requisitos de recursos”, “Requisitos de processo” e “Requisitos do sistema de gestão”. Logo, fica claro uma maior organização quanto aos procedimentos que asseguram a qualidade dos resultados do laboratório. Na verdade, a norma de 2017 está mais direcionada para o resultado da ação e menos para a maneira como esse resultado é alcançado. Dessa forma, os requisitos estão mais baseados no desempenho e menos prescritivos. Na ISO 17025:2017, não são mais exigidas políticas e procedimentos para confidencialidade. Em suma, a maneira como as informações são protegidas dizem respeito ao laboratório e ao seu pessoal interno e externo, juntamente com o provedor externo. Novamente percebe-se que a edição atual estabelece requisitos, mas não faz exigências quanto a forma com que eles devem ser cumpridos. Em todos os âmbitos é perceptível o quanto a terceira edição da 17025 retira políticas desnecessárias que não afetavam diretamente a qualidade do laboratório. Foi possível, então, flexibilizar o processo de medição ou calibração, com exigência de um resultado mais descritivo. O quê a ISO 17025:2017 traz de novo? Novos requisitos foram incluídos na ISO 17025:2017, como a exigência de uma regra de decisão claramente definida. Essa regra de decisão, pontuada como “regra que descreve como a incerteza de medição é considerada ao declarar a conformidade com um requisito especificado”, deve ser comunicada e acordada com o cliente, a não ser que seja inerente à norma ou especificação solicitada. Além do mais, alguns erros de tradução foram corrigidos. Assim como o termo “check”, que era entendido somente como “verificação” e passou a ser desmembrado como “checagem” quando relacionado a equipamentos e “conferência” quando relacionado a dados e resultados. Mudanças como essa são importantes, “check”, por exemplo, indica que a ação a ser realizada pode ser simples, não necessariamente tão complexa quanto uma verificação. Ademais, notas foram acrescentadas para facilitar o entendimento de alguns termos e requisitos, amenizando quaisquer ambiguidades ou problemas de sintaxe. O Manual da Qualidade A edição da norma ISO 17025:2017 eliminou também os requisitos para que haja um Manual da Qualidade e para o conteúdo deste manual. Além disso, a própria exigência de uma “estrutura para a documentação” não existe mais. Dessa maneira, a obrigatoriedade da inclusão, referenciação ou vinculação de processos, sistemas, registros e documentação ao sistema de gestão continua existindo, mas de maneira muito mais flexível. No entanto, a importância do Manual da Qualidade para uma empresa não deixa de existir. A mudança foi mesmo necessária? Em conclusão, fica explícito ao comparar as duas últimas versões da norma ISO 17025 que sua atualização foi responsável por tornar mais objetivo os métodos e requisitos para assegurar a qualidade do processo de medição e calibração de um laboratório. Com o foco na eficiência, a versão de 2017 não mais promove obrigações e instruções desnecessárias. A cada laboratório é permitido a adequação para a forma que mais lhe gera bons resultados, juntamente com uma maior qualidade. Os termos ficaram melhor explicados e as atribuições essenciais mais evidentes e detalhadas. Logo, claramente se tratou de um avanço da ABNT.  E então, gostou de entender mais sobre a norma? Certamente é um conhecimento valioso para quem trabalha no ramo de acústica. Aprenda e adquira ainda mais notoriedade no assunto com o nosso e-book sobre Leis Acústicas. Ademais, caso necessite de uma consultoria para sua empresa de medição de ruído e emissão de laudos acústicos, entre em contato conosco! Autor: Rafael Goulart

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O primeiro homem a pisar na Lua: Neil Armstrong

No dia 20 de Julho de 1969, a história foi marcada por uma pegada. A bordo do módulo lunar Eagle, os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin, ambos a serviço da missão Apollo 11, pousaram sobre a superfície da Lua, sendo Neil o primeiro homem na história a pisar em solo lunar. Antes desse passo tão importante, é válido analisarmos o caminho que proporcionou esse momento, ou melhor, a corrida que mudou o mundo. A história por trás do primeiro homem a pisar na Lua Em 1950, quando voos tripulados começaram a acontecer, o mundo vivia uma grande guerra silenciosa (que por vezes não foi tão silenciosa assim). O cenário mundial era um grande embate político entre as duas superpotências existentes: de um lado a bandeira capitalista era defendida pelos Estados Unidos da América (EUA); e do outro a bandeira vermelha, simbolizando o socialismo, era representada pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (a extinta URSS). Bem, o que levar um homem até a lua muda nesse confronto ideológico? Tudo! Pois a conquista pelo espaço significava muito mais que um feito científico, significava poder! Uma vez que a diferença entre foguetes capazes de realizar missões e mísseis com potencial destrutivo é, simplesmente, a sua finalidade. Então, recebendo o nome de Corrida Espacial, essa briga pelo espaço nunca foi só pelo conhecimento, e a imensidão do universo não intimidava essas ideologias. Assim, essa corrida teve o seu final no passo mais famoso da história. Em 20 de Julho de 1969, quando tivemos a primeira alunissagem tripulada, se dava fim a corrida mais longa já datada. Foi um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para os EUA, que mesmo depois de muitas derrotas no campo espacial conseguiram dar a cartada final e saíram vencedores de uma das batalhas mais importantes da Guerra Fria. A Apollo 11 A Apollo 11 foi a missão responsável por esse feito. Sendo a 19ª missão do programa Apollo, dentre testes e missões importantes, se tornou a mais famosa dentre todas. Além de ser uma das histórias mais conhecidas de todos os tempos, pois foi televisionada ao vivo ao redor de todo o mundo. Ela foi lançada por um foguete Saturno V do Centro Espacial John F. Kennedy na Flórida às 13 h 32 min UTC de 16 de julho. Ademais, foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA). A nave Apollo era composta por três partes: Módulo de comando (denominado Módulo de comando Columbia) que possuía uma cabine com capacidade de comportar 3 astronautas. Esta foi a única parte que retornou para a Terra. Além disso, esse módulo foi o local onde Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins ficaram durante a jornada até o nosso satélite natural; Módulo de serviço, que apoiava o módulo de comando com propulsão, energia elétrica, oxigênio e água;  Módulo lunar é chamado carinhosamente de Módulo Lunar Eagle. Sendo dividido em 2 estágios: um de descida para a Lua e um de subida para levar os astronautas de volta à órbita. A viagem Um evento que parou o mundo, impactou ainda mais as localidades próximas. Dessa forma, estima-se que 1 milhão de pessoas assistiram ao lançamento das rodovias e praias próximas a base onde ocorreu o lançamento. O lançador entrou em órbita 12 minutos depois que deixou o solo terrestre (13 h 44 min UTC), atingindo a altitude de 185,9 por 183,2 quilômetros. Em seguida, às 16 h 22 min 13 s UTC o motor do terceiro estágio S-IVB fez uma queima de injeção translunar impulsionando a nave espacial em uma trajetória em direção à Lua. Michael Collins foi para o assento esquerdo, onde encontravam-se os controles, e 30 minutos depois executou uma manobra de transposição, acoplamento e extração. Essa manobra constituiu em separar o Columbia (módulo de controle) do estágio S-IVB (terceiro estágio), dar a volta, acoplar-se com o Eagle (módulo lunar) ainda preso no estágio e extraí-lo. Após essa manobra, a nova formatação seguiu para a Lua, e o resto do foguete foi direcionado para uma trajetória além do satélite natural. O motivo para direcionar essas partes obsoletas para longe era impedir que o foguete colidisse com a nave, com a Terra ou com a Lua. O efeito estilingue fez com que esses componentes passassem da Lua e entrassem na órbita do Sol. O Grande passo para a humanidade Já em órbita da lua, Armstrong e Aldrin começaram a se preparar para entrar na história às 12 h 52 min UTC de 20 de julho. Ambos acomodados no módulo Eagle e com tudo pronto, às 17 h 44 min a espaçonave separou-se do Columbia. E naquele instante, o mundo parou por alguns segundos, pois ali, estávamos prestes a ver os primeiros seres humanos a caminhar no desconhecido. Collins, por sua vez, permaneceu no Columbia e, enquanto inspecionava o Eagle manobrar na sua frente, verificando se a nave não estava danificada e se os trens de pouso estavam propriamente abertos, ouviu Armstrong exclamar: “O Eagle tem asas!”. Collins viu a lua como nós vemos um sonho que sempre foi intangível aproximando-se de uma forma assustadoramente linda, mas intocável.  A conturbada descida ao desconhecido A dupla iniciou sua descida e logo perceberam que algo estava errado, pois estavam dois ou três segundos mais rápidos do que o esperado, relatando que estavam distantes do que haviam previsto. Eles estavam viajando de forma não previsível no local mais hostil que um ser humano já esteve. Diante disso, uma coisa era certa, por estarem muito rápidos eles alunissariam quilômetros ao oeste do local planejado. O problema pode ter sido causado por mascons, que são altas concentrações de massa que podem ter alterado a trajetória da nave espacial. Gene Kranz, o Diretor de Voo, especulou que isso poderia ter sido o resultado de uma pressão do ar extra no túnel de acoplagem, ou que poderia também ser o resultado da manobra de pirueta do Eagle. Depois de refazem os cálculos e analisarem a situação, a

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Drones inusitados: conheça 3 utilidades que podem revolucionar o uso de drones

Certamente, ao menos uma vez em nossas vidas, já participamos de algum evento cujo a filmagem foi realizada por drones. Ou ainda, já lemos/assistimos alguma reportagem que fala, entusiasmadamente, sobre como os drones serão importantes no futuro para entrega de alimentos e mercadorias. O que lhe mostraremos neste texto, no entanto, é a utilização de alguns drones inusitados no mercado a fora. Provaremos que a aplicação desses poderosos instrumentos pode ir muito além do que nossa mente consegue imaginar. Além disso, qualquer um de nós consegue facilitar a vida, em algum aspecto, com a utilização de drones. Fugindo do esperado Provavelmente, a primeira coisa que vem em sua mente quando falamos a palavra “aeronave” são as famosas e gigantes que atravessam o mundo, facilitando deslocamentos que seriam de imensa demora e complexidade se feitos por outros meios de transporte. O que poucas pessoas sabem é que uma aeronave pode ser facilmente adquirida (por um valor nem tão caro) por qualquer um de nós. E ainda, não precisa de um hangar para colocá-la (muitas delas cabem em uma maleta!). O objeto, em questão, trata-se de um drone! O drone é uma aeronave remotamente pilotada que vem ganhando muito destaque nos tempos atuais. Isso é devido às suas funcionalidades e por seu fácil acesso por boa parte da população brasileira. É um fato que os drones estão sendo amplamente usados nas mais diversas áreas e para diferentes aplicações. Porém, existem alguns usos inusitados que são pouco explorados, mas podem revolucionar essas áreas. A seguir falaremos sobre 3 utilidades de drones inusitados. 1 – Drones utilizados para colheita de frutas Certamente, ao juntar os tópicos drones e agricultura, o que vem em sua mente é pulverização de plantações. De fato, a utilização de drones para irrigação e controle de pragas mostra-se uma excelente vantagem competitiva no mercado agropecuário. O drone é um facilitador simples e barato no trabalho de fazendas em todas as regiões do Brasil. Porém, apesar de pouco difundida, a ideia de utilizar drones como facilitadores na pulverização é pouco inovadora, pois, como já destacado anteriormente, é a primeira das opções na agropecuária quando lidamos com drones. Uma ideia de drone inusitado que chama a atenção, porém, na agropecuária brasileira, é a da utilização de drones para colheita de frutas. Afinal, um drone possui toda a versatilidade que uma máquina robusta e cara, muitas vezes com foco de atuação específico, não conseguiria proporcionar ao agricultor. Vantagens de utilizá-los na colheita de frutas Ter um drone trabalhando na linha de frente da colheita de frutas dá ao agricultor um diferencial de inovação e modernidade que certamente acarretará em uma vantagem competitiva no mercado. Falando em vantagem competitiva, um drone pode fazer o trabalho de forma mais segura e eficiente no campo. Isso gera uma economia com pessoal que poderá ser reinvestida no próprio comércio do agricultor. É claro que um drone que saiu diretamente da fábrica não conseguirá atender à demanda de coletar as frutas fazenda a fora. Para isso, será necessário fazer algumas modificações em seu drone. Essas modificações devem permitir que ele realize esse e demais trabalhos inovadores que fogem do escopo de sua fabricação. Felizmente, essas modificações podem ser facilmente realizadas, e você pode conferir aqui como realizar esse processo. 2 – Drones utilizados para instalação de cabos de energia elétrica Passando, agora, para o cenário urbano, nos deparamos com mais uma utilização de drones inusitados, desta vez no setor elétrico. Novamente, vemos que, com as corretas adaptações, um drone é capaz de participar ativamente de um processo de alta complexidade. A utilização de drones em um processo de construção civil não é nada inovadora, uma vez que essa aplicação é pré-determinada nas empreiteiras, tendo o drone um destino certeiro ao entrar em uma obra urbana. Porém, a ideia inusitada que surgiu de uma multinacional brasileira revoluciona a aplicação dos drones nas redes de energia elétrica. A proposta não se limita à utilização de drones para mapeamento e topografia do local de instalação das redes, como é de comum realização. Mas mostra-se inovadora, já que o drone participa ativamente do processo de instalação das redes elétricas. Sua função é içar os cabos de energia e transportá-los entre as torres. Benefícios de instalar cabos de energia elétrica com drones Esse processo ganha destaque pela enorme preservação ambiental que fornece. Caso os drones não estivessem atuando, seria necessário derrubar a vegetação ali presente. Somente assim as equipes conseguiriam chegar ao local de instalação transportando os cabos. No entanto, como o drone possui a versatilidade do transporte aéreo, é possível realizar essa atividade sem que a vegetação seja devastada. Outro ponto de extrema relevância a ser lembrado é a segurança dos trabalhadores. Transportar os cabos de energia na altura que o drone o faz é humanamente arriscado, levando em conta que, caso haja uma queda, as consequências poderiam ser fatais. Felizmente, como o drone é remotamente pilotado, a única tragédia que possa vir a acontecer é no bolso do proprietário, muito menos valioso que uma vida humana. É claro que, como no caso dos drones que colhem frutas, algumas adaptações seriam necessárias para seu correto funcionamento nesse tipo de serviço. Outro ponto interessante é que, para as articulações que o drone deve realizar no transporte dos cabos, é muito importante ter um piloto capacitado responsável pela condução do veículo. Para isso, recomenda-se a contratação de um piloto capacitado ou, se preferir, a capacitação de um pessoal interno à empresa através de um curso de pilotagem de drone. 3 – Drones utilizados para controle da covid-19 Os drones inusitados que mais chamam a atenção desde o ano de 2020 certamente são os voltados para o controle da pandemia provocada pelo Sars-CoV-2. Dessa vez, não lidamos com um complexo projeto de prototipagem, mas com um interessante aproveitamento das funcionalidades básicas de um drone. A aplicação em questão trata-se da utilização dos drones em ações que possibilitam tanto o controle quanto a interferência ativa do vírus. Por consequência, promovem uma maior prevenção à população

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OKR: 3 erros que devem ser evitados ao implementar a metodologia

O método OKR (Objective and Key Results) é um modelo de trabalhar a gestão de objetivos estratégicos das empresas. De maneira focada, pode ser usado nas mais diversas áreas da organização, como no Marketing, RH e Vendas, por exemplo. Entre suas vantagens, a OKR é uma metodologia flexível e simplificada, que favorece o maior engajamento da equipe a partir da forma como as metas são definidas. Além de existirem objetivos estratégicos definidos pelos cargos estratégicos. Assim, as próprias equipes e colaboradores participam de forma ativa na construção de seus próprios objetivos e metas. Isso gera maior autonomia e proximidade em relação ao processo. Para iniciar a implementação dessa metodologia, é preciso ter atenção pois alguns erros podem estar sendo cometidos. Apesar de ser comum, eles podem ser evitados com determinados pontos de atenção. Assim, aqui são tragos alguns erros frequentes quando uma organização dá início a execução da metodologia. Erro 1: Tratar a metodologia como uma lista de atividades que a empresa precisa fazer Ao definir o OKR, é importante se ater à realidade, não estabelecendo numerosos objetivos atacando todas as métricas das organizações. É preciso focar naquilo que você quer melhorar durante o ciclo. É claro que a empresa tem diversos objetivos, mas as OKRs ajudam a destacar aqueles que são a maior prioridade no momento, ou seja,  entender qual a cadência ideal de atuação na empresa. O ideal é ter um número equilibrado de objetivos e resultados-chave. De maneira que eles sejam executáveis e alcançáveis. Além disso, é importante não confundir os elementos. Os objetivos se resumem ao que você quer alcançar e qual a meta da organização. Já os resultados-chave são os critérios de sucesso para alcançar tal meta. Lembrando sempre que eles não são tarefas, mas sim resultados. Portanto, é importante ter claro quais são os resultados a serem alcançados que indicarão um sucesso da estratégia traçada durante o período do ciclo. Uma das regras básicas é que os resultados-chave devem ser mensuráveis e com um período bem claro. Erro 2: Alcançar os objetivos, mas não incorporá-los permanentemente no dia a dia da empresa Além de tratar as etapas da metodologias como atividades listadas a serem alcançadas, muitas organizações que alcançaram seus resultados-chave tratam os pontos como solucionados, não buscando incorporar tais fatores permanentemente à empresa, como elementos do dia a dia. Assim, as OKRs são tratadas como elementos que devem ser feitos, mas que não agregam profundamente à organização, não incorporando sua cultura. O mais importante é ter claro que OKR é uma forma de priorização de onde as equipes irão alocar o seu esforço. Por exemplo, se eu sou da equipe de Recursos Humanos e meus objetivos têm foco em “melhorar a satisfação dos membros”, isso significa que, durante este ciclo de OKRs, o principal foco no qual eu devo direcionar as minhas ações são para o atingimento desses objetivos. Todos os outros focos se tornam “secundários”. Quando o primeiro foco for estabelecido e estiver encaminhado para se tornar parte da cultura da organização como um todo, de maneira que todas as equipes reconhecem a transformação iniciada e estão alinhadas perante a interface dos objetivos das diferentes áreas, o foco se transfere para um próximo ponto. Erro 3: Falta de revisões das OKRs e seu alinhamento com a estratégia Além do acompanhamento da cadência dos objetivos e enfoques, é fundamental a existência de momentos de discussão para avaliar os resultados obtidos e seu alinhamento com o impacto esperado. É comum que depois do longo processo de definição da estratégia, as empresas se esqueçam desses momentos, se afastando cada vez mais do resultado esperado por não analisarem continuamente os esforços despendidos. Por isso, correções de rota são essenciais, sendo facilitadas por ferramentas que facilitam o acompanhamento dos objetivos e sua cadência, como roadmaps. Como a UCJ e a AEROJR podem auxiliar a sua empresa A UCJ e a AEROJR. são empresas juniores especializadas em consultoria. Sendo que a UCJ soluciona diversos tipos de problemas relacionados à gestão empresarial e a AEROJR. atua na área de Engenharia. Assim, a UCJ pode construir todo o planejamento estratégico da sua empresa, de modo que ele seja profissional e assertivo. E a AEROJR. pode auxiliar no estabelecimento e organização da empresa por meio da confecção e da acreditação de Manuais da Qualidade juntamente ao INMETRO. Para entender mais sobre o assunto, visite nosso blog ou entre em contato com um especialista! Autora: Sofia Bartelega Miranda – UFMG Consultoria Júnior

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Saiba como Inovar com Drones

Os Drones revolucionaram a engenharia, as práticas militares e todo o mercado global. Sua versatilidade e acessibilidade fazem com que sejam uma presença cada vez mais frequente nos mais variados segmentos de nossa sociedade: topografia, agronegócio, segurança, jornalismo, filmagens, entre muitos outros ramos. Então, mesmo que existam diversas possibilidades de inovar com drones, ainda é possível que você não encontre uma aeronave que atenda todos os requisitos desejados, ou ainda não saiba como começar seu projeto de inovação. Nesse caso, como conseguir um drone personalizado e inovador? Vamos contar! Inovar com drones seria o futuro? Inúmeros filmes, como “De Volta para o Futuro”, previam que nos anos 2000 teríamos as mais versáteis e incríveis inovações tecnológicas: roupas inteligentes, robôs por toda a parte, videoconferências e, claro, carros voadores. É verdade que, por enquanto, ainda não temos carros voadores. Por outro lado, de forma ainda mais positiva, temos aparelhos bem menores, mais baratos e leves, capazes de executar tarefas que certamente não poderiam ser feitas pelos automóveis. Sim, esses são os drones! Contudo, apesar do crescente uso dos drones, sua aplicação comercial ainda é muito nova. Segundo a FAA (Federal Aviation Administration), a projeção é que esse mercado triplique até 2023, afinal, ainda há muitas áreas a serem exploradas. No Brasil, por exemplo, apenas em Agosto de 2020 foram aprovados testes para serviços de delivery com VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados), o que evidencia a ainda incipiente utilização comercial desses veículos. Tal fato mostra a extensa gama de oportunidades para movimentar a engrenagem, ou melhor, a hélice do mundo dos drones. Como Começar a Inovar com Drones? É comum ter ideias inovadoras e disruptivas, e mais comum ainda é não saber como realizá-las ou não encontrar meios disponíveis no mercado para concretizá-las. Porém, não desista mesmo diante dessa dificuldade, pois o seu sonho não precisa ser deixado de lado. Na verdade, esta é a oportunidade perfeita para você inovar, empreender, além de ter um grande retorno financeiro com a sua ideia. Tendo isso em mente, a fim de começar o processo de inovação com drones, você deve seguir alguns passos para garantir a qualidade, a segurança, a lucratividade – se for o caso – e a adequação às normas vigentes. Embarque nessa conosco, e descubra o passo a passo para o desenvolvimento de um drone ideal para você! Análise de Viabilidade O primeiro passo da jornada é realizar uma Análise de Viabilidade. Dessa forma, o objetivo é definir se a sua ideia para inovar com drones é viável ou não, principalmente se o objetivo for para uso comercial. O estudo de viabilidade se baseia basicamente em três fatores: viabilidade da demanda, viabilidade econômica e viabilidade técnica. Os detalhes sobre cada uma serão vistos a seguir. Viabilidade da demanda É essencial ter uma noção clara de qual problema o seu drone resolve, como gerar valor para a sua solução inovadora, quem são os clientes em potencial e quais estratégias deverão ser adotadas para chegar até eles. Viabilidade econômica A viabilidade econômica, por sua vez, é muito importante para que você analise a existência de concorrentes no mercado, o ticket médio dos serviços prestados, o nível de satisfação dos clientes e quais os gaps deixados por seus competidores. Afinal, será justamente em tais lacunas que o seu projeto de inovação com drones apresentará um diferencial competitivo. Além disso, é crucial mapear os custos fixos e variáveis da operação, com o intuito de assegurar uma precificação acertada do serviço/produto. Viabilidade técnica Por fim, o estudo se encerra com a análise de viabilidade técnica, na qual serão mapeadas questões relacionadas à equipe e aos insumos necessários para desenvolver e, efetivamente, dar vida ao serviço planejado. Ao final dessa fase será possível dizer se a sua solução para inovar com drones é – ou não – viável. E se for, qual o próximo passo? Como efetivamente montar o seu drone personalizado, voltado às suas necessidades? Análise de Componentes O passo seguinte consiste na Análise de Componentes. Por meio dessa etapa, serão propostos possíveis insumos tecnológicos que supram os requisitos do projeto. Tais insumos devem contemplar requisitos como: o dimensionamento das baterias (analisando os fabricantes, a autonomia, arranjo, etc); a definição do frame capaz de suportar os esforços atuantes devido às cargas aerodinâmicas e estruturais; a seleção dos componentes eletrônicos embarcados; e a escolha do rádio controle. Ademais, caso algum componente não exista no mercado, nessa fase serão traçadas possíveis formas de fabricá-lo. Com isso, deve ser levando em consideração os custos e os prazos envolvidos para a consolidação do seu projeto de inovação. Mas afinal, como tirar a ideia do papel? Ao finalizar o estudo de viabilidade e planejar os elementos que serão utilizados, é fundamental haver a integração dos componentes em um modelo virtual. Isso deve ocorrer para validar inicialmente o drone, além de auxiliar na realização dos primeiros testes simulados através da modelagem 3D. Modelagem 3D Antigamente, os testes eram realizados em protótipos físicos, o que, sem dúvidas, causava um desenvolvimento mais longo e custoso. Isso ocorria, pois, dependendo do tipo de falha na estrutura, o protótipo deveria ser todo reconstruído e, somente depois, seriam praticados novos testes. O grande problema é que cada mudança efetuada poderia originar erros imprevisíveis em outras partes da estrutura, levando a um ciclo de reparos extremamente oneroso. Atualmente, porém, com as soluções da modelagem 3D, o tempo de desenvolvimento e de testes é significativamente reduzido. Os softwares de engenharia são capazes de simular as condições encontradas no voo dos drones, podendo integrar influências aerodinâmicas, térmicas e magnéticas. Tal robustez só é possível devido à capacidade computacional de empregar com exatidão formulações matemáticas para resolver problemas complexos em poucos segundos. Além disso, tais softwares fazem tudo isso, sobretudo, sem despender elevados recursos financeiros. Em suma, a modelagem serve para se ter uma visão sistêmica inicial e bem fundamentada sobre o drone inovador. Logo, ela avalia como ocorre a integração entre os diversos sistemas que compõem a aeronave e simula sua resposta aos desafios impostos pelo voo. Tudo isso

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ANAC: tudo que você precisa saber sobre a Agência

Você já sentiu alguma vez medo de andar de avião? Ou já desconfiou da segurança desse tipo de transporte? Para passageiros de primeira viagem esse é um receio recorrente. Entretanto, hoje o transporte aéreo é um dos mais seguros e isso se deve, principalmente, devido à ação das agências reguladoras, sendo que no Brasil, essa agência é a ANAC. Ficou curioso para saber mais sobre como é feita essa regulamentação? Então, veja aqui tudo que você precisa saber sobre a ANAC. Qual a função da ANAC? No Brasil, existem diversas autoridades de aviação que contribuem para a operação segura e de qualidade desse modal. No entanto, na aviação civil, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) é a responsável por esse trabalho. Fundada em 2005, ela substituíra o Departamento de Aviação Civil (DAC) e demais órgãos regionais. Dessa forma, a agência centralizou o papel regulatório aeronáutico no país. Quem controla a ANAC? Apesar de ser o órgão aeronáutico máximo para assuntos civis, a ANAC atualmente está vinculada ao Ministério da Infraestrutura. Logo, os dirigentes dessa autarquia federal são indicados diretamente pelo governo vigente e avaliados pelo Congresso Nacional. Pelo o que a ANAC é responsável? A princípio, as atividades da agência se enquadram em ações de certificação, normatização, fiscalização e representação institucional. Do mesmo modo, a ANAC busca garantir um ambiente de mercado competitivo e minimizar a possibilidade de incidentes. Além disso, ela direciona esforços para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos por toda cadeia produtiva do setor aéreo. Certificação Desde já, para qualquer aeronave, fabricante, companhia aérea, aeródromo ou escola de aviação atuar no país, precisam, primeiramente, de uma certificação da ANAC. Essa certificação é caracterizada pelo acompanhamento e avaliação do grau de confiança e atendimento de requisitos de normas estabelecidas. Assim, após o cumprimento dessa etapa, a atividade aérea estará possibilitada de operar no território brasileiro. Nesse sentido, para certificar aeródromos e helipontos, por exemplo, a ANAC deve realizar uma avaliação da infraestrutura e capacidade do operador em seguir as normas técnicas e de segurança. Contudo, para solicitar o início do processo de certificação para um aeródromo, é essencial verificar a situação cadastral dele. Caso esteja desatualizado, o processo de renovação poderá ser realizado rapidamente por consultorias aeronáuticas experientes no serviço. Assim, esse passo é fundamental, pois caso contrário, o aeródromo não estará presente no Sistema Eletrônico de Informações (SEI-ANAC). Por consequência, as demais etapas da certificação não poderão ser seguidas. Normatização Finalmente, com a certificação em mãos, a empresa terá o aval da agência para operar no país. A partir disso, segue-se para outra etapa: a normatização. De antemão, quando uma aeronave é certificada, ela deverá seguir normas. Para isso, a elaboração delas segue preceitos das instituições regulatórias internacionais de aviação civil nas quais o Brasil é signatário. Para exemplificar, drones e VANTs, considerados tecnologias emergentes, estão revolucionando o mercado de transporte, lazer e monitoramento. Porém, com o crescimento desenfreado, o uso maléfico dessas aeronaves e acidentes são consequências que colocam vidas em risco. Por isso, em 2017, a ANAC regularizou a operação civil delas no país, criando classificações, cadastros, certificações e regras de voos. Logo, caso alguém importe um drone, por exemplo, a agência exige a emissão da homologação do produto. Bem como a plena regularização de componentes para a construção e prototipagem de um. Assim, a normatização define que todos os segmentos do setor aéreo devem seguir normas. Por isso, eventualmente, aeronaves e operadores precisam emitir documentos atestando o cumprimento delas. Fiscalização Não apenas isso, a ANAC, para atestar a normatização, utiliza-se de um outro dispositivo habitual das agências reguladoras: a fiscalização. Para tanto, inclui-se o acompanhamento permanente do desempenho de empresas, produtos, operações e profissionais certificados, buscando garantir segurança e qualidade aos passageiros. Mas também, consonante com demais órgãos, a agência realiza a ação fiscal de identificar e penalizar atos ilegais diante das normas. Há uma regulação excessiva e competitividade? Inegavelmente, todo esse procedimento demonstra o vigor que a ANAC detém para garantir a confiança dos serviços aéreos no Brasil. Apesar disso, o estabelecimento dessa burocracia também é um desafio para o setor que possui margens de faturamento apertadas pelo seu alto custo operacional.  Diante disso, é a ANAC quem realiza a autorização e a concessão para companhias aéreas, táxis aéreos, escolas e oficinas operarem no país. Ao mesmo tempo, ela também define regras para passageiros utilizarem o transporte aéreo, medidas que podem encarecer o preço das passagens. Para isso, um dos exemplos mais conhecidos da burocracia da agência era a proibição da cobrança de bagagens separadamente. Entretanto, recentemente uma nova posição foi tomada em prol da desregulação do setor aéreo visando simplificá-lo e torná-lo mais competitivo. Logo, os efeitos disso foram a chegada de novas companhias aéreas low-cost que visam “abocanhar fatias” no mercado brasileiro. Apesar de tudo, a ANAC possui a responsabilidade de representar também os interesses do Brasil em órgãos internacionais de aviação. Como resultado, ela negocia acordos e tratados sobre o transporte aéreo internacional. Portanto, a agência se posiciona como uma das mais influentes do setor, representando um dos mercados mais dinâmicos do mundo. Como podemos ajudar você a adequar-se às regulamentações da ANAC? Em síntese, ter medo de viajar de avião é bastante comum para passageiros de primeira viagem. Diante do desconhecido, é normal ter receio, principalmente em situações que envolvem riscos. Entretanto, por meio da atuação da ANAC, o transporte aéreo no Brasil nunca esteve tão seguro e moderno. Assim, desde a certificação de novas aeronaves até a fiscalização da operação em aeroportos, garante-se a segurança do usuário. Por fim, se você deseja adequar-se às regulações da ANAC e fazer parte de um dos maiores mercados aeronáuticos do mundo, pode contar conosco da AEROJR.! Buscamos auxiliar a todos que precisam de certificações e cadastros para operarem no país. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com o nosso time! Pois, com excelência em consultoria, é nosso desejo contribuir para a ANAC nessa rica cadeia de valor e garantir uma boa viagem para todos. Autor: Esriel Ferrari

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Aeronavegabilidade

Devido à importância do setor aeronáutico, a exigência dos órgãos regulamentadores em garantir a segurança dos usuários nesse meio se torna primordial. Tudo isso, claro, a favor do bom funcionamento do mercado e do uso do espaço aéreo. Nesse contexto, uma das importantes exigências para os produtos aeronáuticos é a aeronavegabilidade, condição mandatória na aprovação de uma aeronave no Brasil. Saber o que ela é, quais quesitos as normas existem e em que condições ela está presente pode fazer toda a diferença. Principalmente se você pensa em se tornar um amante da aviação mais informado ou até um consumidor mais atento. O que é aeronavegabilidade? Define-se por aeronavegabilidade a condição por parte de um produto aeronáutico de realizar um voo seguro ou navegar em segurança pelo espaço aéreo. É importante ressaltar, ainda, que o processo de condicionamento da aeronavegabilidade de um produto aeronáutico se inicia desde o planejamento do projeto. Isso significa, assim, que não é necessário que a aeronave já esteja pronta para começar a certificação. Além disso, as exigências de cada certificado estão disponíveis nos canais de comunicação da ANAC. Lá você também encontra os formulários de solicitação de emissão, de transferência e de vistoria. Para saber sobre a situação de aeronavegabilidade da aeronave, ainda, você pode consultar o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) pelas informações do veículo. A aeronavegabilidade continuada A aeronavegabilidade continuada é um conjunto de processos e ações que devem garantir o cumprimento dos requisitos de aeronavegabilidade exigidos e especificados na certificação. As exigências atendidas pela aeronavegabilidade continuada podem também ser impostas pelo Estado de Registro das aeronaves. Tudo isso, assim, visto que a manutenção do veículo durante a sua vida operacional é tão importante quanto seu nível de confiabilidade enquanto novo produto. Vale destacar, também, que as instruções de aeronavegabilidade continuada devem ser emitidas pelo próprio fabricante dos componentes da aeronave em um documento oficial. O fabricante, por sua vez, deve atestar nesse documento a correção de possíveis falhas ou maus funcionamentos e registrar modificações e aperfeiçoamentos realizados na aeronave. Essas instruções podem, também, propor recomendações de manutenção dos produtos, além das já previstas no manual. As diretrizes de aeronavegabilidade As diretrizes de aeronavegabilidade são documentos emitidos pela ANAC que atestam a segurança do produto. Elas se diferem dos boletins especiais de aeronavegabilidade principalmente na obrigatoriedade do cumprimento. Sendo assim, os boletins são informações de caráter informativo apenas, enquanto as diretrizes têm seu cumprimento como obrigatório. A consulta às diretrizes de aeronavegabilidade emitidas pela ANAC está disponível no site da agência e pode também ser solicitada por qualquer pessoa via e-mail.  É importante lembrar que esse certificado é apenas o começo das solicitações. É responsabilidade do proprietário, ainda, buscar diretrizes emitidas pelo Estado de Projeto dos produtos que opera, dos motores, das hélices e dos equipamentos instalados ou aplicados nestes produtos. Além disso, deve-se incluir também o Certificado Suplementar de Tipo. O certificado de aeronavegabilidade Todas as aeronaves que desejam alçar voo devem possuir o certificado de aeronavegabilidade emitido pela ANAC. Em um primeiro momento, para compreendermos melhor a aplicação dos certificados, separaremos de modo genérico em certificados padrão e certificados especiais. É fundamental destacar também que esses certificados só podem ser solicitados pelo proprietário da aeronave ou por seus representantes legais, mediante submissão à ANAC dos documentos exigidos. Certificado padrão O certificado de aeronavegabilidade (CA) padrão é aquele que se emite para aeronaves em categorias com regulamentações menos burocráticas. O processo para esse tipo de CA é mais rápido, justamente por se tratar de uma documentação consolidada e, como o próprio nome diz, padrão.  O certificado padrão é emitido para aeronaves das seguintes categorias: normal; utilidade; acrobática; transporte regional; transporte e; balões livres tripulados. Certificado especial Já os CA especiais compreendem autorizações de voo mais atípicas e que demandam um pouco mais de tempo e análise por parte do órgão regulamentador. Eles abarcam as autorizações especiais de voo e os certificados de autorização de voos experimentais. Além disso, incluem também os certificados para aeronaves leves esportivas, para aeronaves recém-fabricadas e para aeronaves de categorias primárias ou restritas. Um bom exemplo de aeronaves que precisam de certificados especiais são os VANTs caseiros e os projetos inovadores que utilizam esses veículos. Isso acontece, pois esses drones são considerados recém-fabricados, ou seja, suas tecnologias aplicadas ainda não são amplamente conhecidas pelos registros normativos da ANAC. Outro exemplo é o caso das aeronaves leves esportivas, em que ainda é emitido o Certificado de Aeronavegabilidade Especial para Aeronave Leve Esportiva (CEALE). Já para aeronaves recém-fabricadas, é emitido um Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE) para a prática de aerodesporto. Quer saber mais sobre o mercado aeronáutico e o que podemos fazer por você? Entender tudo o que as normas dos órgãos vigentes exigem do utilizador do espaço aéreo nos dá muitos insumos de como podemos investir nessa área, seja por hobby ou comercialmente. Aqui na AEROJR. trabalhamos com regulamentação aeronáutica em diversos setores, e ajudamos aqueles que têm projetos inovadores a voar alto com seus sonhos. Também asseguramos que pilotos e proprietários amadores tenham a segurança de poder voar sem se preocupar com a condição legal da sua aeronave, garantindo os trâmites de toda a burocracia necessária. Se você se encaixa num desses casos, entre em contato com o nosso time para saber mais sobre o nosso serviço! Caso tenha, também, alguma dúvida sobre o assunto, comenta aqui embaixo. Estamos totalmente à sua disposição! Autora: Layla Rocha

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7 aplicativos para câmera de drone que você precisa conhecer

A maioria dos drones atuais necessita de um smartphone ou tablet para comandar os seus sistemas de voo. Isso, claro, através dos aplicativos fornecidos pelos próprios fabricantes. Contudo, já é de se esperar que muitas funcionalidades, principalmente relacionadas a câmera do drone, não estarão disponíveis nesses aplicativos padrões. Sendo assim, surge a necessidade de um aplicativo mais completo, que realize com excelência as aplicações necessárias. Trouxemos aqui, então, 7 aplicativos para câmera de drone que você precisa conhecer para voar sem problemas e capturar imagens incríveis. Drone com câmera: uma infinidade de funções A principal vantagem de um drone, em relação a sua câmera, é a sua facilidade em capturar imagens aéreas de altíssima qualidade. Tudo isso, assim, graças a sua perspectiva única sobre o ambiente, que antes só era possível por meio de aviões ou helicópteros. Dotado de uma infinidade de funções, o drone necessita, assim, do aplicativo ideal para alcançar o desempenho desejado. Portanto, para aproveitar o melhor que a câmera do seu drone tem a oferecer, é essencial que você escolha o aplicativo para câmera de drone que você se adapte melhor.  Os melhores aplicativos para câmera de drone Conheça agora nossas indicações de aplicativos para câmera de drone! Eles irão te auxiliar a criar fotografias incríveis, além de, claro, garantir segurança ao seu voo. 1. DJI GO Sendo uma das maiores fabricantes, a DJI domina grande parte do mercado de drones. Isso tudo não se dá apenas pela qualidade dos seus drones, mas também pela qualidade do seu aplicativo. O DJI Go, além de controlar a câmera, também possibilita a pilotagem do drone. Para melhorar ainda mais, o aplicativo está disponível de forma gratuita tanto em dispositivos Android quanto em iOS. Em suas inúmeras funções, o DJI Go tem como base os voos inteligentes, rastreando e registrando os dados. Além disso, a visualização é disponibilizada em HD, e é possível editar e compartilhar suas imagens direto pelo aplicativo.  2. LITCHI O aplicativo Litchi é recomendado para as pessoas que não estão totalmente satisfeitas com o aplicativo DJI Go. Além do controle da câmera e da pilotagem, com o Litchi você poderá planejar seu voo antecipadamente. Isso significa, assim, que o drone percorrerá o caminho proposto de forma autônoma, seguindo o plano de voo do aplicativo. Por outro lado, ainda, vários formatos de gravação estão disponíveis, e é possível até controlar a câmera do drone por óculos de realidade virtual. Devido a essas funcionalidades a mais, o Litchi é um aplicativo pago. Sendo assim, possui um custo de R$91,99 para dispositivos Android e R$121,94 para iOS. 3. AIRMAP O AirMap é o aplicativo certo para todos os tipos de pilotos de drone. Ele possui, inclusive, recursos avançados de mapeamento, como geofencing e registro de voo. Mesmo que você seja um piloto iniciante e não veja uso para estes recursos, o aplicativo ainda disponibiliza uma base de dados fundamental.  Informando sobre restrições de voo baseadas na localização do drone, o AirMap vai muito além do esperado. O aplicativo possui informações sobre leis e restrições de voo de 20 países. Tudo isso, claro, é indispensável para iniciantes e para pilotos que gostam de realizar imagens em outros países. Além disso, o aplicativo é gratuito em todas as plataformas, tanto para dispositivos Android quanto para iOS. 4. PHOTO PILLS O PhotoPills é um aplicativo totalmente voltado para fotografias, e executa de forma excelente o seu propósito. Por mais que ele não seja utilizado somente por drones, suas funcionalidades podem ser empregadas para realizar ótimas fotografias aéreas. Há no aplicativo, ainda, funções chamadas de “pílulas”. Dentre elas, a Planner e a Sun são duas que merecem destaque no contexto fotografia. Essas duas funções possibilitam a visualização do movimento do Sol e dos ângulos dos raios solares para diferentes momentos do dia. Mas o que isso significa? Significa que elas permitem identificar o melhor horário para a realização da imagem, de acordo com a posição do Sol.  O PhotoPills é, assim, um dos aplicativos para câmera de drones pagos do mercado. Dessa maneira, ele está disponível  por R$37,90 em dispositivos Android e  por R$52,99 em iOS. No entanto, o aplicativo possui um excelente custo-benefício, principalmente quando analisamos a qualidade das imagens que serão feitas utilizando seus recursos. 5. KITTYHAWK Um aplicativo que faz tudo, infelizmente não existe. Entretanto, o Kittyhawk chega bem perto disso. Além de ser um excelente aplicativo para câmera de drone, ele pode ainda te ajudar a programar totalmente voos futuros. Tudo isso, assim, através de inúmeras funções, como, por exemplo: verificações pré-voo; análise de clima; informação de tráfego aéreo; mapas de zonas de exclusão e; registro e análise pós-voo.  Além de todas essas funcionalidades, que garantirão a excelência do seu voo, o aplicativo ainda é gratuito em dispositivos iOS e Android. 6. SUN SURVEYOR Outro aplicativo que não pode ficar de fora quando o assunto é fotografia com drones é o Sun Surveyor. Isso se dá pois um dos métodos utilizados para capturar imagens por meio dele é a utilização da luz solar.  A luz solar, segundo os fotógrafos, é a melhor luz para fotografias, e garante perfeitas qualidade e harmonia à foto. Sendo assim, o aplicativo Sun Surveyor, com a função similar a do PhotoPills, é um ótimo auxiliar para fotógrafos. Tudo isso, claro, graças a sua capacidade de apontar a localização atual e futura do Sol e da Lua. Além de possibilitar que o fotógrafo calcule a melhor localização para a realização da fotografia, ele permite, ainda, a análise do melhor horário. Além disso, o Sun Surveyor também possui um ótimo custo-benefício, com um preço de R$27,99 para Android e de R$52,99 para iOS. 7. DRONE DEPLOY O Drone Deploy é um aplicativo tanto para dispositivos móveis, como smartphones e tablets, quanto para computadores, por meio de uma plataforma online. Vale destcar também que ele é considerado pelo público um dos melhores aplicativos para câmera de drone. Isso se dá pois o Drone Deploy executa suas funções com precisão, de forma simples, e ainda é

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