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Isolamento Acústico para Consultórios em BH

Muitas pessoas, quando ouvem falar de isolamento acústico, pensam direto em situações relacionadas à música (estúdios de gravação, por exemplo). O que muitos não sabem, porém, é que todo edifício construído, independente do uso, deve atentar-se à parâmetros mínimos de condicionamento do som descritos em várias normas. No entanto, apenas atender a esses requisitos mínimos pode não ser suficiente em alguns casos, como na medicina e na odontologia, por exemplo. Surge então a necessidade de um Isolamento Acústico voltado especialmente para consultórios, em destaque, nesse caso, para a região metropolitana de BH. Como nesses casos é muito comum que os cômodos sejam divididos para construir mais salas, muitas vezes não se toma o devido cuidado com a parte do isolamento acústico. Assim, acaba-se muitas vezes possibilitando que dados confidenciais dos pacientes vazem do interior da sala de consulta. Mas você deve estar se perguntando: o que eu faço, então, para garantir a total privacidade do meu paciente com um isolamento adequado? É exatamente isso que responderemos a seguir. Qual é, de fato, o impacto de uma acústica ruim em uma consulta? O primeiro impacto, e também o mais evidente, é a entrada direta de ruídos. Ela dificulta a conversa e compromete a troca fundamental de informações entre o paciente e seu médico durante a consulta. Esse prejuízo à anamnese, um dos princípios basilares na área da saúde, tem potencial, inclusive, para desacreditar o profissional e sua atuação.  Por outro lado, além da entrada de ruídos, tem-se também, como já mencionado, o vazamento de dados pessoais. Essa saída de informações pode gerar diversos problemas para o consultório, incluindo questões jurídicas e legais. Isso se dá justamente pelo fato de que o sigilo médico é prezado pelo próprio Código de Ética Médico. Desta forma, pode-se concluir que a não atenção ao isolamento acústico do consultório pode trazer (e muito provavelmente trará) malefícios para os seus dependentes. Identificando o problema no isolamento acústico O primeiro passo, nesse cenário, é identificar um possível problema. Ele se torna evidente caso, durante uma consulta, o médico ou dentista consiga escutar vozes vindas de fora da sala. Isso, claro, considerando tanto as vozes daqueles que aguardam na sala de espera quanto daqueles em alguma sala ao lado. Nesse caso, temos um sinal de que a acústica do consultório está mal condicionada. Isso significa dizer que o som está viajando com grande liberdade pelos cômodos. A partir desse ponto, é necessário, então, buscar a melhor ajuda para dar término a essa indesejada situação. A melhor solução em isolamento acústico para cada tipo de consultório Quando o assunto é Isolamento Acústico para Consultórios, dois fatores principais influenciam na qualidade e na disponibilidade de recursos aplicados: o momento da realização do projeto e o valor disponível para tal. O melhor momento para planejar o isolamento acústico No geral, a melhor solução (e a mais econômica) é aquela que é proposta antes da construção/reforma do consultório. Garantir um projeto acústico já no início, utilizando dos melhores materiais e métodos construtivos, poderá minimizar consideravelmente os custos. Contudo, essa nem sempre é a realidade corrente. Sendo assim, torna-se necessária a construção de um projeto acústico mais personalizado e eficiente, que traga quão menos mudanças possíveis. Em consultórios já seccionados, a principal atenção, além da acústica, é ao espaço que as soluções apresentadas utilizarão. Nesses casos, acaba-se tendo pouca margem para trabalho. Sendo assim, o projetista deve verificar dentre as possibilidades, aquela que afete em menor quantidade a área útil do ambiente. Às vezes, ainda, dependendo das condições, pode-se propor uma otimização da estrutura de drywall (material comumente utilizado) já existente. Essa solução, assim, poderá ser aplicada tanto pelo seu preenchimento com materiais absorvedores quanto pelo aumento, em pequena escala, de sua espessura. Vale destacar que esse aumento se alinha, também, a um preenchimento da camada existente. Além disso, os septos existentes no forro merecem uma atenção especial, para garantir que eles não sirvam de caminhos para a passagem do som. Para o caso de consultórios em que se manteve a estrutura original do cômodo, pode-se ainda levantar outras abordagens. Por exemplo, caso haja área suficiente e o orçamento permitir, um reforço nas paredes seria uma resposta viável. Assim, seria possível interromper, de vez, o fluxo de informações, dependendo, claro, do grau do isolamento acústico do consultório. Ademais, as portas, por serem grandes passagens de som, devem ser incluídas no projeto para se tornarem, assim, barreiras eficientes. O orçamento disponível para o projeto Outro ponto relevante é o orçamento disponível para se executar esses tipos de projeto. Caso ele seja mais amplo, o projetista terá mais liberdade para propor ideias que isolem por completo o ambiente. Caso contrário, ele deverá ter a habilidade de recomendar aquelas opções que ao menos diminuam a intensidade do som a níveis agradáveis e ininteligíveis. Contudo, dar atenção para a qualidade do som, mesmo depois de isolá-lo, ainda será absolutamente necessário. Isso acontece pois, ao aprisionar o som, ele pode acabar reverberando no ambiente e criando um certo desconforto. Sendo assim, deve-se ter certeza de que ele não ficará ativo por muito tempo no espaço. O Isolamento Acústico para Consultórios em BH da AEROJR. Como você pôde ver, um consultório com um tratamento acústico ineficiente pode trazer prejuízos tanto ao profissional quanto ao paciente. Dessa maneira, problemas de isolamento acústico em consultórios podem, e devem, ter uma solução aplicada com prioridade. Um isolamento acústico para consultórios bem elaborado é essencial para aqueles que querem desfrutar de um ambiente tranquilo e seguro, e primordial para os que estão buscando um auxílio médico. Isso tudo, claro, visando sanar os problemas de acordo com a realidade de cada cliente, baseado nas suas projeções de custos e necessidades. É nesse contexto que entra a AEROJR. Oferecendo aos nossos clientes projetos acústicos personalizados e direcionados a resolver suas dificuldades, buscamos sempre trazer as melhores soluções para as particularidades de cada trabalho. Com a nossa ajuda, seu consultório pode trabalhar com mais tranquilidade e conforto. Tudo isso respeitando a confidencialidade dos pacientes e sem

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Home Studio: tudo que você precisa saber para montar o seu

Com o avanço tecnológico e a virtualização dos equipamentos de estúdio, tornou-se viável realizar em casa o que antes poderia ser feito apenas em um estúdio profissional. Montar um Home Studio, por sua vez, não é um projeto complicado, e ainda é possível criar um espaço de boa qualidade gastando relativamente pouco. Basta saber quais os principais equipamentos necessários para fazer investimentos acertados. Aqui explicaremos tudo que você precisa saber para montar o seu Home Studio, buscando opções mais acessíveis, mas que sejam de boa qualidade. Confira! Antes de começar O que é Home Studio? Um Home Studio, como o próprio nome diz, é um estúdio de gravação montado dentro de uma casa (do inglês “home”), que pode ser simples e pequeno, ou grande e mais elaborado. Esses estúdios geralmente têm sua estrutura direcionada para as necessidades específicas da pessoa que irá utilizá-lo, constituindo um local personalizado para diferentes tipos de produções musicais. Com o avanço das tecnologias, bem como a ampliação do acesso a elas, ficou mais fácil comprar bons equipamentos e montar um Home Studio para fazer gravações em casa, e tudo isso sem perder em qualidade. Quais as vantagens do Home Studio frente ao estúdio normal? Um Home Studio apresenta diversas vantagens quando comparado a um estúdio de gravação normal, e a principal delas é o preço. Como antes era necessária uma quantidade maior de equipamentos para realizar gravações, e esses equipamentos eram muito caros, os donos de estúdios comerciais cobravam altos preços para que bandas e músicos utilizassem tais locais. Agora, com a popularização desses equipamentos e o crescimento do setor de estúdios domésticos, o preço diminuiu. Mas, ainda assim, é bem maior quando comparamos ao valor necessário para fazer gravações em um estúdio de gravação profissional. Devemos destacar que os preços dos equipamentos para o Home Studio não são tão baixos quando comparados a uma gravação em um estúdio normal. No entanto, quando analisamos a longo prazo, considerando o uso recorrente da estrutura montada, o Home Studio compensa o investimento. O preço por gravação em um estúdio caseiro, após a compra e a instalação dos equipamentos, se torna mínimo quando analisamos ao longo do tempo de uso. Outra grande vantagem de possuir um estúdio de gravação caseiro é a liberdade e independência que ele proporciona. Esse tipo de estúdio confere ao seu dono a possibilidade de produzir a qualquer hora do dia ou da noite. Isso permite que você capte todos os seus momentos de inspiração, sem restrição de horário, e que sua liberdade criativa se sobressaia. Além disso, tudo no conforto da sua casa, sem precisar se locomover para outro lugar.  Equipamentos necessários para montar o seu Home Studio Montar um Home Studio não é uma tarefa muito difícil. No entanto, antes de começar, é importante saber quais equipamentos são necessários e quais as funcionalidades de cada um. Para ajudar você nessa tarefa, falaremos aqui dos 6 principais. 1. Computador O computador se tornou um instrumento fundamental para a gravação e processamento de áudio. Com a possibilidade de realizar múltiplas tarefas e com bons resultados, o avanço na manipulação do áudio digital contribuiu para a popularização do uso do computador na produção musical. Tudo isso aliado à contínua diminuição dos custos, claro. Dessa maneira, o computador se tornou um dos elementos mais importantes de um Home Studio. Como desempenha muitas funções, ele é utilizado tanto na gravação, quanto na edição e na pós-produção. Entretanto, não é necessário comprar a melhor máquina do mercado. Para um primeiro investimento, três características são importantes: O Processador: escolha um computador que tenha um processador com desempenho suficiente para suportar todo o trabalho realizado sem comprometer o processo e o material; A Memória RAM: para utilizar os softwares de produção musical sem que o computador trave e agilizar a transição entre diversas funções durante o processo; O Armazenamento Interno: para conseguir guardar seus trabalhos sem que ocorram interrupções por falta de espaço e evitar a perda de trabalhos sem backup. Os computadores mais utilizados na produção musical são da marca Apple. Isso acontece devido a sua estrutura de sistema operacional e de processamento, além de outras características que facilitam trabalhos de áudio. Ao buscar por opções, dessa maneira, procure também por máquinas seminovas e usadas e se atente às três características mais importantes citadas acima. 2. Interface de áudio A interface de áudio constitui-se de um hardware que pode ser interno ou externo e é responsável por fazer o processamento de áudio no computador, além de conectar instrumentos e microfones a ele. Este é um equipamento de grande importância para montar um Home Studio, pois permite gravar sons digitalmente e possibilita maior fidelidade no processamento dessas gravações. Por outro lado, a interface também ajuda a diminuir o delay, ou seja, o atraso entre o que você executa no computador e o áudio que é transmitido. É possível utilizar a interface interna do computador para escutar o som, mas não para realizar a gravação de instrumentos ou de voz. Existem várias marcas e modelos de interfaces externas no mercado, com preços diversos, a partir de R$ 400,00. O que mais influencia no preço é a quantidade de canais, já que quanto mais entradas de áudio a interface possui, mais equipamentos ela permite conectar simultaneamente. Começar com interfaces de 2 a 8 canais já é interessante, dependendo, claro, do que se deseja gravar. Vale mencionar que com uma interface de 8 canais já é possível realizar a gravação de uma bateria robusta, que costuma ser a mais complexa dentre os instrumentos musicais comumente utilizados. 3. Fones de ouvido Os fones de ouvido permitem escutar as nuances e detalhes de cada faixa numa referência clara e fidedigna, contribuindo para um monitoramento de áudio preciso e equilibrado. Atualmente, existem diversos profissionais que também utilizam os fones para fazer mixagens. Desse modo, em um investimento inicial eles são uma boa alternativa, sendo mais baratos, inclusive, que os monitores de áudio de referência. Logo, vale a pena adquirir um acessório de qualidade, buscando sempre

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Gravação de Voz: 6 dicas para fazer em casa

Cansado de gravações de voz com o som dos carros passando no fundo? E daquele vizinho que fica gritando, reprimindo seu músico interior? Por mais que você faça de tudo, nunca sabe por que a qualidade da sua voz fica tão ruim, não é?! Aprenda a resolver tudo isso e mais um pouco com este texto de dicas de gravação de voz caseira. Um dos principais problemas de quem faz gravação de voz caseira é uma acústica ruim. Isso ocorre devido a problemas como a disposição dos móveis no cômodo e a  falta de materiais acústicos adequados, ou até mesmo por causa de problemas maiores, como ruídos externos. Assim, é necessário encontrarmos alternativas que corrijam esses problemas e que garantam uma boa qualidade do áudio gravado. Siga então as nossas dicas para que o sucesso aflore na sua voz!  1 – O ambiente da gravação de voz Primeiramente, antes de gravar sua voz, você deve estar no cômodo correto. Sua voz deve ser destaque e estar presente no ambiente! Para isso, escolha um lugar mais silencioso, de preferência longe da rua. Caso ainda haja algum ruído, fechar as janelas pode ser uma boa opção. A escolha do melhor ambiente pode ser um pouco difícil, no entanto, uma vez que você cria seu home studio, ali você terá dado um grande passo para uma gravação de voz de qualidade! Por outro lado, pode ser que você não encontre um lugar que cumpra todos esses requisitos em sua casa, mas não tem problema. Para resolver isso, tente gravar em horários onde o som externo é mais calmo. Assim, você vai evitar boa parte dos ruídos indesejáveis em “horários de pico”. Uma sugestão é a gravação à noite, mas pode ser que isso incomode algumas pessoas. Além disso, uma boa edição pode remover outros ruídos de fundo com facilidade. 2 – Disposição e posicionamento no cômodo Bem, agora que você já tem um espaço calmo para fazer sua gravação de voz, a disposição dos móveis no ambiente faz toda a diferença. Evite gravar no centro da sala, pois, apesar de ter mais mobilidade, é um local onde as frequências do som se encontram. Com isso, surgem efeitos de cancelamento e reverberação, que podem estragar a sua voz! Sendo assim, escolha ficar em um dos cantos do quarto ou do home studio, com seu corpo virado para o centro da sala. Assim, a sua voz se dissipa melhor no ambiente, e os efeitos de cancelamento e reverberação se tornam menos perceptíveis. Dessa forma, você garante ainda mais qualidade para sua gravação! 3 – Um bom microfone é essencial para uma boa gravação de voz Agora que você já está bem posicionado no cômodo escolhido, os equipamentos que serão utilizados são fundamentais! Então, escolha eles muito bem! Os microfones cardioides – tipo dinâmico ou condensadores – são os mais indicados. Conforme imagem abaixo, eles conseguem captar o som que vem apenas da sua frente, evitando outros sons de ruído! Além disso, você tem que saber como vai se posicionar para gravar sua voz com o microfone. A correta posição é essencial; vozes muito perto soam abafadas e as mais longes soam mais baixas. Com isso, uma distância de aproximadamente dois palmos do microfone é uma boa escolha, mas lembre-se de testar antes, para garantir que está funcionando corretamente. Por outro lado, ainda, deve-se utilizar a altura ideal. O microfone um pouco acima da boca trará uma captação mais uniforme do som, o que melhorará consideravelmente a qualidade da gravação de voz. Por fim, com relação aos demais equipamentos, tente utilizar os acessórios do microfone. O pop-filter é a principal escolha. Com ele, você evita que as explosões da fala interfiram na gravação da voz (quando falamos P ou B, por exemplo). Ele é essencial para a melhoria do desempenho do microfone e tem um preço bem acessível. 4 – Escolha a interface do seu microfone Além de escolher um bom microfone, é importante utilizar uma boa interface. Alguns microfones precisam de certos equipamentos, como mesa de som ou adaptadores de áudio USB, para funcionarem e potencializarem o som. Sem isso, o som pode sair muito baixo, ou até mesmo não sair, o que não é nada favorável à gravação. Além disso, uma boa configuração nos níveis do microfone, tanto no software utilizado quanto no computador, são fundamentais. Uma boa escolha para quem está começando com gravação de voz é a utilização de adaptadores de placa de som 7.1. O equipamento é de fácil uso e barato, bastando conectá-lo ao seu computador e ligar seu microfone. É importante destacar que a qualidade não vai ser a melhor, mas pode ter certeza que seu som já será potencializado e você ainda terá um controle básico do áudio. Já você que tem seu home studio mais avançado, uma interface de áudio é essencial! A interface reduz a latência das gravações e ainda traz um pré-amplificador – para que o volume da gravação da voz tenha um volume e timbre decente. Além disso, com a interface você ainda tem um controle muito maior do áudio que está sendo captado. Assim, pode ter certeza que com a configuração ideal você vai melhorar muito a qualidade da sua gravação de voz!  5 – O posicionamento dos móveis no ambiente interfere diretamente na qualidade da gravação de voz Além do seu bom posicionamento no cômodo, o dos móveis também merece uma atenção indispensável. Para uma boa gravação, é fundamental que os efeitos de reflexão não sejam notados dentro do ambiente. Para isso, a mobília presente no cômodo deve ser formada por materiais absorvedores. É melhor utilizar um quarto cheio de cobertores, almofadas e tapetes do que um lugar vazio ou com materiais que podem refletir as ondas sonoras. Ainda mais, indicamos o uso de materiais isolante e absorvedores, juntamente com o projeto acústico. Temos, inclusive, um texto específico sobre esse assunto, que você pode conferir mais tarde clicando aqui. 6 – O projeto acústico Você já viu conosco como o melhoramento

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História da NASA

Desde que começamos a nos questionar sobre o espaço e a imensidão que nos cerca, ouvimos falar sobre a NASA. A organização, que foi uma das principais responsáveis por quebrar fronteiras científicas e permitir à humanidade alcançar lugares antes inimagináveis é, com certeza, o primeiro nome que nos vem à cabeça quando pensamos no assunto. É difícil, ou até quase impossível, recordarmos um momento da história em que os avanços da NASA não estavam diretamente influenciando a linha do tempo.  No entanto, mesmo conhecendo alguns dos seus maiores feitos, muitas pessoas não são familiarizadas com a sua história e o porquê de seu surgimento. Sendo assim, trouxemos aqui pouco da história da NASA, desde o seu surgimento até os dias atuais, destacando as missões mais importantes e o seu impacto na formação do mundo como o conhecemos hoje. O Contexto Histórico da Época Logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, o mundo entrou em um estado de “paz armada”, chamado de Guerra Fria. O momento marcou a ocasião em que os Estados Unidos e a antiga União Soviética batalharam, sem confrontos diretos, pela hegemonia do globo. O nome Guerra Fria, inclusive, surge justamente por ter sido uma guerra que nunca chegou a se ser disputada na esfera militar. Nesse contexto, um dos muitos campos de batalha indiretas por desenvolvimento e influência foi, portanto, a indústria de Tecnologia Aeroespacial.  A Corrida Espacial, como ficou conhecida, então, foi marcada pela luta entre os EUA e a URSS pela supremacia na exploração espacial. Nesse período, portanto, houve um intenso e acelerado desenvolvimento tecnológico nesse setor, que começou a se concretizar com o lançamento do Sputnik I. Esse satélite soviético era bastante simples e de pequeno porte, e ficou em órbita por cerca de 21 dias, em 1957. Logo depois, foi lançado um satélite de maior porte e mais avançado que o primeiro:  do Sputnik II. Ele foi o responsável por carregar o primeiro ser vivo ao espaço, a cadela Laika. Embora ela tenha ficado famosa pelo feito, infelizmente não sobreviveu à viagem. Com esses primeiros passos, a URSS colocou-se à frente na Corrida Espacial, instaurando nos EUA a necessidade de revidar. O início da história da NASA Em 29 de Julho de 1958, nasceu, assim,  a NASA (National Aeronautics and Space Administration), agência do Governo Federal dos EUA que substituiu a NACA (National Advisory Committee for Aeronautics), cujo surgimento foi uma consequência direta dos avanços feitos pela URSS. Os EUA, preocupados com a ameaça dos satélites soviéticos para com a sua segurança e hegemonia tecnológica, criam a NASA para orientar suas atividades espaciais. O surgimento da agência possibilitou, assim, uma aceleração incrível no desenvolvimento de tecnologias de vôo espacial humano e robótico. Por mais que esse desenvolvimento já havia começado com a NACA, agora aconteceria dentro de uma organização com um propósitos mais definidos. Além disso, como consequência, a agência ganharia agora um maior reconhecimento por parte do Governo, recebendo, assim, um maior repasse de verba. Missões que fizeram História Com o passar dos anos, a NASA continuou produzindo tecnologias espaciais que revolucionam o setor até hoje. O que “começou” como um impulso da Guerra Fria se transformou em um desejo de se consolidar no ramo e conhecer mais sobre o céu e o espaço. A NASA, por sua vez, foi desenvolvendo missões cada vez mais complexas, que nos possibilitaram alcançar cada vez mais longe. Dentre elas, iremos destacar algumas que consideramos fundamentais: O Projeto Mercúrio O Programa Mercury foi o primeiro programa de missões tripuladas da história da NASA, que começou a ser desenvolvido em 1958. O Mercury foi responsável por enviar o primeiro homem americano ao espaço em 1961 (apenas 1 mês após a URSS ter enviado Yuri Gagarin). O programa espacial que durou cerca de 5 anos tinha seus objetivos claros: fazer uma espaçonave tripulada orbitar em torno da Terra e analisar e investigar o funcionamento do corpo humano no ambiente espacial. Desse modo, com as suas missões, a NASA conseguiu coletar um conhecimento essencial para os projetos que viriam a seguir. Esses conhecimentos foram fundamentais, principalmente, para o programa Apollo, que viria a colocar o primeiro homem na superfície da Lua. O Projeto Gemini O Programa Gemini teve início após o Programa Mercúrio, e, assim como o seu antecessor, foi essencial para possibilitar os pousos de missões tripuladas na Lua. Ele consistiu em uma série de missões tripuladas que foram lançadas entre os anos de 1965 e 1966, carregando dois astronautas por vez (origem do nome da missão, visto que a nave foi construída para levar duas pessoas).  É importante destacarmos que a cápsula desenvolvida para esse projeto era muito semelhante à do Projeto Mercúrio, mas podia carregar dois astronautas ao invés de apenas um. Por outro lado, podia mudar a maneira com a qual voltada à órbita e também podia alterar a órbita em que estava. Além disso, devemos considerar, ainda, as seguintes realizações do programa, que foram fundamentais para o futuro da NASA:  a missão Gemini 4 marcou a história da NASA com a primeira Caminhada Espacial com um homem estadounidense; a Gemini 8 conectou-se com outra nave não tripulada em órbita; já a Gemini 10, além de se conectar com outra nave, usou o propulsor dela para movimentar as duas; e a Gemini 11 voou mais alto que qualquer outra missão anterior da NASA. Em suma, assim como o Programa Mercúrio, o Programa Gemini trouxe muitos conhecimentos essenciais para a realização da missão Apollo. Por exemplo: o que acontece quando os astronautas passam muitos dias no espaço; o funcionamento do traje espacial; e como conectar duas naves espaciais. O Projeto Apollo O Programa Apollo foi responsável por 11 missões tripuladas e 6 não tripuladas (as 6 primeiras), incluindo o primeiro pouso e a primeira caminhada do homem na Lua, com o Apollo 11. Os primeiros 4 voos tripulados foram responsáveis por testar os equipamentos e a tecnologia desenvolvidos para a missão. Já dos outros 7, 6 chegaram a pousar na Lua. Com isso, um

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Piloto de Drones: Quais as principais oportunidades?

Não podemos negar que o mercado de trabalho como um todo se alterou de forma intensa nos últimos anos. À medida que muitos postos de trabalho foram (e continuam sendo) eliminados, outros, ligados às inovações, ganharam espaço no contexto. Dessa forma, imersos no cenário atual, notamos que uma das novas possibilidades de emprego está, justamente, na atuação como piloto de drones. Mas será quais são as principais oportunidades nesse nicho? E o que é necessário para dar os primeiros passos nessa área? Confira nossas principais dicas! Por que Investir em Drones? Nos últimos anos, empresas de diferentes setores perceberam o quão vantajoso é trabalhar com drones. Se é possível reduzir de maneira eficiente os custos e os riscos de uma tarefa através do uso de drones, por que não inseri-los na empresa?!  Dessa maneira, o investimento nesses veículos impulsionou diversos mercados. A exemplo disso, podemos citar as áreas de obtenção de imagens, inspeção, mapeamento e agricultura. Como esperado, esse rápido crescimento do mercado aumentou consideravelmente a procura por pilotos de drones qualificados em um prazo muito curto.   Esse otimismo, por sua vez, foi medido pela Mordor Intelligence, uma empresa de inteligência de mercado que realiza o mapeamento de diversos ecossistemas de negócio. Ela estimou que o mercado de drones irá crescer a uma taxa maior do que 15% entre os anos de 2018 e 2026. Isso significa que esse mercado irá mais do que duplicar em 8 anos. Esse crescimento, com certeza, trará uma chance única para se investir e atuar na área! Com o que posso trabalhar como piloto de drones? Um piloto de drone qualificado pode encontrar oportunidades de trabalho em diversas áreas de atuação. De fato, a versatilidade desses veículos nos permite utilizá-los nas mais variadas tarefas. Nesse contexto, ganham destaque no Brasil os setores de obtenção de imagens, topografia, inspeção e agronegócio. Fotografia e Filmagem O primeiro grupo é uma área em que o uso de drones ganhou muita força. Nesse sentido, cada vez mais se busca por imagens de maior qualidade para a produção de conteúdos audiovisuais, postagem nas redes sociais, etc. Tudo isso tanto em casamentos e festas religiosas quanto em outros tipos de eventos, como os patrocinados. Desse modo, cresce a cada a dia mais a demanda por pilotos de drone que sejam capazes de obter essas imagens e fotografias incríveis! Topografia O setor da topografia, que inclui várias vantagens ligadas a estudos de terreno, vem sendo um campo extremamente fértil para o avanço dos drones. Nessa área, é possível atuar como piloto de drone no lugar que antes era limitado a aviões, a helicópteros e a topógrafos de terreno. Dessa forma, o piloto fica encarregado por atividades como: traçar a área a ser sobrevoada; elaborar mosaicos 2D das imagens obtidas e sobrepostas; gerar os modelo em 3D com a nuvem de pontos obtidos nas imagens; dentre outros processos. Inspeção Já na parte de inspeção, o piloto de drone pode atuar de forma ativa em trabalhos de avaliação de fachada e acompanhamento de obras. Haja visto que os drones aumentam exponencialmente a produtividade dessas atividades (que antes se limitavam por códigos muito complexos e perigosos), a demanda por pilotos cresce muito rápido à curto prazo. Agronegócio Por fim, na área do agronegócio, o piloto de drone pode atuar numa gama enorme de opções, como: na análise e demarcação do plantio; no mapeamento de áreas de lavoura; no monitoramento e desenvolvimento da safra e; na pulverização da plantação. Tudo isso, claro, lembrando que o agronegócio é um dos setores mais sólidos em nível nacional. Ainda sobre esse mercado, a Revista Globo Rural mensurou que a venda de drones para esse setor cresceu 30% (analisando de 2013 a 2018), o que é uma taxa muito alta em relação à média global. Vale destacar que isso é só uma parte desse incrível mercado! Existem ainda muitas outras formas de se investir em drones. O mercado de pilotos de drones já está saturado? Não há dúvidas de que um dos aspectos mais importantes a serem analisados, quando pensamos em investir na área de pilotagem de drones, é se esse mercado já está se tornando um setor saturado. Estudando sobre isso, alguns números mostram que o mercado de drones no Brasil está em rápido crescimento. Além disso, não há previsão de estabilização. O Banco de investimentos Goldman Sachs, por exemplo, estimou que 0.8 Bilhão de Dólares seria movimentado em drones, somente no Brasil, entre 2017 e 2021. Considerando esses dados, é possível ter ideia do quão intensa é a expansão da operação de drones no país. E esse otimismo, claro, afeta a demanda por pilotos, que tudo indica que irá se manter bem elevada. O mercado de drones, assim, é um setor de avanço imenso. E o melhor de tudo, é que esse mercado ainda não é consolidado, ou seja, para quem se dedicar a inovar, ainda há espaço! Naturalmente, quem fica de fora desse avanço tende a ceder frente à concorrência, seja à curto ou à médio prazo. Percebe-se, então, o quão insustentável irão se tornar diversas atividades que não investem em tecnologia. Quanto ganha um piloto de drones no Brasil? Sem sombra de dúvidas, uma das principais questões de quem deseja investir em drones é o retorno financeiro. Em primeiro lugar, devemos destacar que esses rendimentos poderão variar conforme a região e o grau de especialização do piloto do drone. Mesmo assim, é possível ter uma noção de valores! Nesse sentido, o tipo de sistema de trabalho com certeza terá grande impacto. Assim, um piloto autônomo, que atua como freelancer de fotografia, por exemplo, pode ter uma receita de R$ 500,00 à R$ 1.000,00 por evento. Considerando isso, também é possível sustentar um ticket médio mais elevado, através de especializações. Elas podem ser tanto na obtenção de imagem quanto em outra área com rendimentos maiores, como, por exemplo, topografia, inspeção, mapeamento e construção civil. Em relação a essas áreas, estima-se que o ganho esteja próximo da média de salários, de aproximadamente R$ 8.000,00 mensais, segundo

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Tudo que você precisa saber para construir seu Heliponto

Está pensando em construir um heliponto mas ainda não sabe muito bem como fazer? Em um mundo que busca praticidade e conforto, um heliponto pode trazer inúmeros benefícios para um comércio, um edifício ou até para uma propriedade rural. Portanto, com o objetivo de auxiliar no processo de construção do seu próprio heliponto, juntamos aqui tudo o que você precisa saber. A seguir, explicaremos desde o porquê de se investir na construção de um heliponto, até os cuidados a serem tomados após a realização da obra. Por que investir na construção de um Heliponto? Seja para serviços privados, comerciais ou hospitalares, os helicópteros são de extrema importância quando é necessário um transporte rápido e seguro. Nesse cenário, uma das maiores vantagens desse tipo de transporte é a sua área de decolagem e de pouso consideravelmente pequena. Por isso, enquanto aviões e similares demandam pistas maiores, helicópteros permitem um pouso vertical. Sendo assim, eles aproveitam ao máximo o espaço disponível e possibilitam a construção de pistas nos mais diversos locais. Além dessas vantagens já apresentadas, há ainda outros 3 fatores: 1. Rapidez e Segurança do Meio de Transporte Quanto a rapidez notamos que a presença de um heliponto permite o tráfego entre dois locais com menor tempo e de forma, praticamente, direta. Assim, é possível evitar o trânsito intenso, que atinge principalmente as grandes metrópoles. Por outro lado, além de ser rápido e eficiente, o transporte por helicóptero também se mostra privativo, resguardando seus utilizadores. Fica claro, assim, que a decisão de construir seu heliponto oferece vários benefícios. 2. Tamanho da frota de Helicópteros no Brasil Além disso, segundo a ANAC, o Brasil possui uma frota de mais de 2 mil helicópteros. Sendo que a cidade de São Paulo possui a maior frota de helicópteros do mundo. Por essa razão, uma alta demanda de helicópteros como essa resulta também em uma demanda por pontos de pouso e decolagem. Dessa forma, estruturar um heliponto pode impactar muito além do que se imagina. É com esse dado também que compreendemos porque as normas para helipontos são tão importantes. 3. Valorização de Imóveis Deve-se levar em consideração também outras vantagens que vão além do usuário direto do helicóptero. Como exemplo temos a própria valorização do imóvel no qual ele se situa. Em caso de condomínios, a presença de um heliponto se torna um grande diferencial, atraindo possíveis moradores com a intenção de utilizá-lo. Esse espaço construído para decolagem e pouso de helicópteros, seja um heliponto ou heliporto, precisa atender às exigências e normas para ser utilizado legalmente. Portanto, para construir seu heliponto, é preciso que o processo seja realizado por um profissional qualificado, para que a construção ocorra sem dores de cabeça. Por onde devo começar? No Brasil, as normas para construção e regulamentação de helipontos são criadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A Agência é responsável pela análise, aprovação e fiscalização de todo o processo, que começa muito antes de que você possa construir seu heliponto. De acordo com a legislação brasileira, todo aeródromo a ser construído necessita de autorização prévia da ANAC. Para solicitá-la, é preciso entregar à Agência uma série de documentos. Alguns exemplos são o requerimento de autorização prévia de construção e a cópia da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). A ART deve ser devidamente apresentada junto ao CREA, relatando os responsáveis técnicos pela obra. O projeto enviado à agência junto à ART deve conter o estudo de viabilidade da estrutura, cumprindo todos os requisitos de seguranças exigidos pela ANAC. Esse projeto inclui, também, uma análise dos arredores da área onde se pretende construir seu heliponto. Tudo isso é feito para garantir a máxima segurança durante o tráfego das aeronaves. Após o envio, esse requerimento de autorização prévia será processado e analisado pela Agência, e somente após a sua aprovação será possível iniciar a construção. Com a aprovação para a construir o heliponto, você deverá também entrar em contato com o Comando da Aeronáutica. Esse, por sua vez, abrirá um processo de requerimento de autorização para o tráfego aéreo na localidade. As normas da ANAC Existem diversas razões para atender às normas que a Agência Nacional de Aviação Civil impõe para o funcionamento de aeródromos. Similarmente, não é diferente quando o aeródromo é próprio para o uso de helicópteros, como é o caso dos helipontos. As normas, que podem ser encontradas no site da ANAC, têm o objetivo de garantir a segurança de todos os envolvidos no voo da aeronave. Dessa forma, para todos os procedimentos, são pensadas em regras que possam garantir a integridade do piloto, do helicóptero e do próprio espaço físico. Portanto, seguir essas regras é uma forma de certificar um voo mais seguro e com menos riscos para os envolvidos. A fim de garantir essa segurança uniformemente em todos os helipontos presentes no país, as normas para o funcionamento do aeródromo são de cumprimento obrigatório. Assim, para receber a autorização para construir seu heliponto, você deve se atentar e seguir a risca todas elas. Meu heliponto está pronto. Já posso começar a operar? Após construir o heliponto e receber a autorização do Comando da Aeronáutica para o tráfego aéreo, ainda será necessário realizar o cadastro do aeródromo. Esse processo é obrigatório pela legislação, e o seu não cumprimento faz com que o aeródromo fique sujeito a sanções legais. Desse modo, dentre os documentos necessários para o cadastro do heliponto, destacam-se: a notificação de Término de Obra (informando a finalização da estrutura previamente requerida) e o Requerimento de Cadastramento. Após o envio da documentação, a ANAC estipula um prazo de aproximadamente 120 dias para a análise e o envio de uma resposta oficial. Caso o aeródromo fique perto de fronteira, um parecer do Comando da Aeronáutica será indispensável e o prazo não mais será, necessariamente, de 120 dias. Finalizado o processo, a ANAC emitirá uma Portaria de Inscrição do aeródromo, com validade de 10 anos. E, então, o aeródromo estará pronto para o funcionamento. A depender do tipo de aeródromo que foi construído, seja

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Como um Astronauta vive dentro da ISS?

A vida na terra pode não ser tão ideal, mas e quando estamos far, far away no espaço? Já parou para pensar como um astronauta na Estação Espacial Internacional (ISS) se alimenta? Como faz suas necessidades? Se tem uma cama para ele dormir? Ah, e se está longe no espaço, ainda precisa ir à academia? Intrigante não é mesmo?! Até as tarefas mais básicas da existência podem se tornar desafios no espaço. No texto abaixo, você pode conferir, além das respostas para essas perguntas, muito mais conteúdo sobre o como um astronauta vive na ISS. A Estação Espacial Internacional A estação espacial internacional, ou ISS (Internacional Space Station), começou a ser projetada em 1984, pelos Estados Unidos e vários outros países. Inclusive, a AEB já mandou um módulo brasileiro para a estação! A ISS tem o objetivo de possibilitar a realização de pesquisas, científicas ou comerciais, em ambientes sem gravidade. Os astronautas embarcados nela são responsáveis por fazer experimentos como o sensoriamento remoto, a análise de recursos naturais e muitos outros.  Dentro da estação espacial, permanecem de 3 a 6 astronautas por vez, desde o ano de 2000, por períodos de três a sete meses. No entanto, isso não é regra. A americana Peggy Whitson, por exemplo, já passou 534 dias longe da terra!  Outra curiosidade interessante é que Marcos Pontes, em 2006, se tornou o primeiro astronauta brasileiro na estação! Mas eai? Como todos esses astronautas conseguem ter uma vida tão, tão longe da terra? O Apoio à Vida na ISS Para garantir as condições necessárias, a Estação Espacial possui as mais avançadas tecnologias. Essas tecnologias são utilizadas, por exemplo, para a geração de oxigênio, para o controle de pressão e para filtrar os odores que escapam sem querer dos astronautas.  Outro ponto de fundamental importância é a energia elétrica. Ela é obtida por painéis solares e outros aparelhos, que são responsáveis pela sua geração, pelo seu armazenamento e pela sua distribuição. Por fim, para o suprimento de água e alimentos, são necessárias algumas missões vindas da Terra a fim de reabastecer a ISS. Mas que alimentos são esses? O Cardápio na ISS, uma sobremesa por favor No início da exploração espacial, a alimentação no espaço se resumia a tubos com comida triturada. Mas, atualmente, os astronautas possuem um cardápio bem variado, parecido com a alimentação da Terra. O responsável por isso é a NASA, que, por meio do Laboratório de Sistema de Comida Espacial, desenvolve alimentos que são devidamente desidratados e embalados a vácuo, para não estragarem.  Antes de comer, os astronautas usam uma câmara de reidratação para devolver a água aos alimentos e depois aquecê-los. Por esse motivo, novas tecnologias de reidratação tiveram de ser desenvolvidas. Uma delas é um tipo de revestimento, que foi aplicado nos alimento, evitando que eles liberassem migalhas – que podem ser prejudiciais à vida na estação. Com tudo isso, um cardápio variado pode ser desenvolvido, desde frutas e vegetais até carnes variadas ou camarão, além de algumas sobremesas.  Dormir flutuando na Estação Espacial Internacional Eventualmente, depois de comer muito e ficar saciado, os astronautas precisam dormir. Mas como será que eles fazem isso? Como a ISS está em órbita da Terra, não há diferença entre dia e noite! Devido ao fato de esse ciclo não ser definido, os astronautas só dormem quando estão realmente cansados. Além disso, como na estação as luzes não se apagam, eles necessitam de utilizar uma máscara nos olhos para dormir.  No entanto, existe uma grande diferença: na Estação Espacial Internacional (ISS) não há camas, apenas algumas cabines acolchoadas presas a sacos de dormir. Nesse contexto, devido à falta de gravidade, os astronautas têm que amarrar seus braços, pernas e cabeça nas paredes para não saírem flutuando por aí e acabarem se machucando. Outro fato curioso, por sua vez, é que, como inexiste gravidade, os astronautas não identificam o que é em cima ou embaixo. Dessa maneira, eles podem estar dormindo de cabeça para baixo sem nem saber! Deu vontade de ir ao banheiro, e agora? Depois de uma boa noite, ou dia, de sono, eles precisam fazer algumas necessidades, certo? Para os astronautas usarem o banheiro na ISS, a tecnologia entra em ação para contornar a falta de gravidade. Sendo assim, eles utilizam principalmente uma mangueira de sucção, que permite que os resíduos produzidos possam ser armazenados ou reciclados.  Dessa forma, para urinar, os astronautas precisam ir até o banheiro e fazer o xixi na mangueira, que está com o mecanismo de sucção ativo. A mangueira tem a função de captar a urina, visto que, na falta de gravidade, ninguém gostaria do xixi flutuando por aí! Além disso, depois de captado, o líquido pode ser reciclado, por meio do devido processo, e, então, ser utilizado como água potável. Na hora de fazer o “número 2”, por sua vez, o processo de sucção da mangueira continua o mesmo. Entretanto, ao invés das fezes serem recicladas, ela são armazenadas no devido tanque. Esse tanque, sendo assim, deve ser trocado periodicamente, dependendo do número de astronautas embarcados. Higiene Pessoal é de Extrema Importância Feitas as necessidades, como eles fazem para se limpar? Nesse ponto entra a parte da higiene pessoal, que é fundamental em um ambiente confinado com mais 5 astronautas! Para isso, eles usam uma área específica na Estação Espacial, tanto para tomar banho e para escovar dentes quanto para lavar os cabelos ou fazer a barba. Mas tem um detalhe: eles não utilizam água corrente em torneiras e chuveiros, não sendo possível, então, realmente tomar banho no espaço!  Dessa forma, ao invés de molhar o corpo todo e se lavar, eles utilizam apenas toalhas umedecidas, que podem ser reaproveitadas até 3 vezes por dia. Algumas vezes, porém, essas toalhas ficam secas, sendo necessário injetar mais água nelas. Quando acabam de ser utilizadas, elas devem ser coladas na parede da ISS, para que o resto da umidade seja sugada e utilizada para outros fins.  Além disso, na hora de lavar os cabelos, fazer a barba ou escovar

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Curso de Pilotagem de Drones em BH – FLYDRONE

Já pensou em entrar no mercado de drones em Belo Horizonte? Um dos primeiros passos para seguir essa nova tendência da tecnologia, que está dominando o mercado em diversas partes do mundo, é aprender sobre os drones e como pilotá-los. Por esse motivo, surgiu o FLYDRONE, um curso de pilotagem de drones em BH totalmente voltado para a formação de pilotos para a operação de drones e de suas funcionalidades mais importantes. Aprender a Pilotar um Drone: Um Investimento Recentemente, em Agosto deste ano, o IFood conseguiu autorização da ANAC para testar o serviço de Delivery via drones. A inovação possui um potencial enorme, afinal, em um mundo cada vez mais dinâmico, a rapidez e a adaptabilidade dos serviços têm se tornado ainda mais importantes. Essa lógica se aplica aos mais diversos setores. Não é por acaso que os drones, equipamentos acessíveis e, sobretudo, muito versáteis, têm dominado múltiplos mercados: agronegócio, segurança pública, logística, topografia, jornalismo, entre outros.  Mesmo diante de todo esse crescimento, podemos dizer que a expansão do uso dessas aeronaves está apenas começando. Segundo a FAA (Federal Aviation Administration), por exemplo, a projeção é que o mercado de drones triplique até 2023, o que, sem dúvidas, exigirá profissionais capacitados e cientes de que o céu não é o limite. Agora que você já sabe o quão benéfico pode ser investir nesse mercado, você deve estar se perguntando: como eu posso me capacitar para começar a pilotar drones profissionalmente? A resposta para essa questão traz inúmeras possibilidades para quem está interessado a adentrar no ramo, como videoaulas na internet, cursos online e até “manuais” de voo. No entanto, esses conteúdos alternativos podem não oferecer a melhor capacitação possível para um futuro profissional, abrindo um questionamento extremamente necessário:  quais seriam as vantagens de um curso de pilotagem de drones semipresencial frente a outros conteúdos disponíveis na internet? Por Que Fazer Um Curso de Pilotagem de Drones Semipresencial ao Invés de Aprender na Internet? Ao decidir aprender a pilotar um drone, muitas pessoa ficam em dúvida se optam por um curso de pilotagem ou por aprender pela internet. Nesse sentido, muitos se perguntam qual seria o sentido de um curso presencial ou semipresencial. A resposta é simples: uma capacitação personalizada, feita sob medida para atender aos anseios do interessado, pode fazê-lo ir muito mais longe em muito menos tempo. Além disso, apesar de existirem diferentes materiais na internet, eles não são capazes de se aproximar de uma experiência completa de ensino. Seja nas aulas teóricas, e, principalmente, nas aulas práticas, o contato com profissionais da área dispostos a compartilhar um conteúdo completo e exclusivo é fundamental! Como você pode ver, um curso de pilotagem de drones semipresencial não só te proporciona todo um suporte da equipe, como também disponibiliza a você a infraestrutura necessária para a formação de um profissional completo.  Dessa forma, além de estar por dentro dos conteúdos teóricos e das normas necessárias para se atuar no mercado, você também receberá um treinamento prático que poderá influenciar consideravelmente na hora da contratação. Visto isso, é necessário destacarmos as tendências dos principais nichos de atuação para a pilotagem de drones em BH, além das principais habilidades exigidas pelo mercado. Cursos de Pilotagem de Drones em BH  Tendências do uso de drones em BH A cidade de Belo Horizonte assiste a um aumento intenso da utilização de drones. Os drones vêm mostrando que tem seu lugar na cidade, desde iniciativas de maior porte, como o restaurante de comida japonesa na região Centro-Sul que iniciou testes para a realização de entregas com drones, até empreendimentos menores, como os de  filmagem e fotografia de eventos em geral. Até mesmo a Prefeitura vem se interessando pela área, e por meio da Prodabel, tem um programa de cadastro territorial usando drones! Sendo assim, fica claro que esse é um mercado com grande potencial de crescimento, que exigirá pilotos qualificados. Diferenciais do FLYDRONE, o Curso de Pilotagem de Drones da AEROJR. em BH Após analisarmos o mercado de drones em Belo Horizonte, é evidente que tal demanda refletiria em um grande número de cursos disponibilizados pela cidade. Entretanto, é importante destacarmos que quantidade não é sinônimo de qualidade.  Principalmente quando a demanda por um serviço aumenta rapidamente em curto período de tempo, diversos problemas podem surgir, como, até mesmo, propagandas enganosas.  O curso FLYDRONE, por sua vez, apresenta diferenciais significativos quando comparado aos demais cursos de pilotagem de drones em BH. Sabendo disso, para garantir que você fique totalmente por dentro, vamos destacar aqui os 5 principais diferenciais da qualidade do nosso serviço: 1) Apostila Completa Primeiramente, podemos destacar a integração que a apostila oferece entre a teoria – o voo do ponto de vista físico, as manobras e os componentes principais de um drone – e a complexa legislação que regula o uso desse tipo de aeronave no país. Tudo isso apresentado de forma simples e didática. 2) Contato Direto com os Professores O curso será ministrado de forma totalmente personalizada, visando atender às expectativas de cada um. Por isso, será incentivada a comunicação direta entre alunos e professores, com o intuito de esclarecer eventuais dúvidas sobre a pilotagem em si, assim como quaisquer questões sobre cadastro, registro e homologação (serviços em que a AEROJR. é especialista). 3) Flexibilidade Dado o cenário pandêmico atual, sabemos que todos nós precisamos nos adaptar ao novo normal. Neste contexto, a flexibilidade de horários tem se tornado um fator importantíssimo. Pensando justamente nisso, o curso de pilotagem FLYDRONE se dispõe a ministrar as aulas nos horários mais adequados a cada aluno, oferecendo, por exemplo, o curso completo em um dia específico ou dividindo a carga horária total entre as datas mais convenientes para o cliente. 4) Não é Necessário Possuir um Drone Mesmo aqueles alunos que preferem se capacitar, antes mesmo de adquirir sua própria aeronave, podem realizar o curso de pilotagem, visto que a AEROJR. disponibilizará um drone (família Phantom ou outras equivalentes) para a execução das aulas práticas. 5) Suporte Pós-Curso e Certificado Após a

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Pilotar drones é fácil? Como aprender?

Pilotar drones é Fácil? De fato para aprender a pilotar um drone o quanto antes esta tarefa deve ser simples. Mas quando falamos da legislação por trás da pilotagem e como de fato aprender a pilotar muitas dúvidas emergem. Por isso reunimos aqui a solução para as mais requisitadas dúvidas e motivações para começar logo a aprender a pilotar essa tecnologia encantadora. O que é necessário para começar a pilotar um drone? A resposta parece simples: basta ter um. O que pouca gente nota, no entanto, é que a pilotagem de drones é um assunto muito mais sério do que a maioria das pessoas podem pensar, tanto legalmente quanto economicamente. A seguir te mostraremos que na verdade o primordial para começar a pilotagem de drone é o conhecimento. Quem pode pilotar um drone? Apesar de que, legalmente, qualquer pessoa possa pilotar um drone, é altamente recomendado uma formação especializada antes de colocar a aeronave para voar. Primeiramente, pela segurança, afinal, sair por aí com um objeto sobrevoando a cabeça de inúmeras pessoas desconhecidas exige, no mínimo, um conhecimento consolidado, além de muito cuidado.  Além disso, o drone, como já mencionado anteriormente, é uma aeronave. Não se trata de um brinquedo que se aprende a usar na prática, mas de um instrumento complexo que necessita de uma preparação especializada. Pode acontecer, inclusive, perdas consideráveis a respeito do drone, como quedas que podem danificar sua estrutura a até mesmo a perda da aeronave. Quando voando, o drone pode sofrer interferências, prejudicando o comando remoto do mesmo, fazendo com que fique, literalmente, descontrolado (novamente gera risco de acidentes na comunidade) e saia por aí, sem direção.  É preciso ter uma licença para pilotar drone? Em casos de utilização de drones para fins comerciais é, muitas vezes, solicitada comprovação de suas habilidades como piloto, geralmente por meio de um certificado de conclusão de curso de pilotagem.  De fato, não existem tantos impedimentos legais para a pilotagem de drones, então desse ponto de vista essa prática não é difícil, mas e do ponto de vista de aprendizagem? A seguir te mostraremos o que é recomendado para aprender a pilotar um drone, assim você mesmo poderá concluir se você considera difícil ou não dominar essa máquina. Como aprender a pilotar um drone? A partir da leitura dos próximos tópicos você deve chegar a uma conclusão sobre o quão apto já está para começar a pilotar um drone. É importante dominar cada um dos pontos citados para executar um voo agradável e seguro. Lembre-se que o valor de investimento para aquisição do aparelho é alta, então todo cuidado é pouco durante seu manuseio.  Ter um Local Adequado de Prática Antes de começar a voar, devem ser feitas algumas observações sobre o local em que você pretende voar para evitar problemas futuros. O primeiro quesito é conferir se você está numa área permitida para pilotagem. Isso pode ser verificado a partir do seu cadastro no DECEA, durante o requerimento de autorização de um novo voo. Se a área solicitada for restrita, você poderá solicitar autorização para sobrevoá-la, mas sua autorização pode ser negada ou demorar até 3 dias úteis para ser autorizada. As áreas restritas para voo incluem áreas militares, proximidades de aeroportos e várias outras de infraestrutura crítica de segurança. Outro ponto muito importante de ser observado são as condições climáticas do dia do voo. Sempre confira previamente se há previsão de chuva para o dia e horário pretendidos, e opte por voar em dias ensolarados. Voos em dias nublados prejudicam a qualidade da imagem e, em caso há chance de chuva, coloca em risco a segurança do aparelho. Opte também por praticar a pilotagem durante o dia, pois a ausência da luz do sol impede a visibilidade do drone e pode ocasionar a perda do aparelho. Compreender seu drone Já verificadas as condições no local, é hora de conferir se o seu drone está apto para o voo e se você já está preparado para pilotá-lo. O primeiro passo será ler o manual de instruções para que você conheça detalhadamente seu drone. Além da leitura, também será importante pesquisar em outras fontes algumas informações sobre o desempenho da bateria e as funções que inicialmente deverão ser configuradas. Se seu aparelho possuir a opção de operação em modo iniciante, você deve sempre começar utilizando-a.  As configurações de controle também devem ser estudadas, pois o aparelho te dará várias opções, mas algumas são mais intuitivas e podem facilitar a operação. Busque começar sempre com voos rasos e movimentos simples para se familiarizar com a máquina, e só realize voos mais longos após ter certeza que já está seguro com os comandos. Conheça e pesquise sobre o comando “home”, aquele que possibilita retorno imediato do aparelho em caso de pouca bateria ou perda de sinal. Buscar Ferramentas de Aprendizagem Quanto a teoria e funcionamento do drone a internet de fato oferece diversos formatos de conteúdo online, como esse texto que está lendo. Entretanto, muito se aprende com na prática.  Por isso, uma boa maneira de aprender de forma rápida e sem dores de cabeça é realizar um curso de pilotagem de drones. A dica aqui é optar por um curso personalizado de acordo com as suas necessidades e feito de maneira a contemplar uma rotina saudável, separando conteúdo o prático do teórico.  Além disso, estar em contato com profissionais no ramo de pilotagem é uma maneira muito válida para aprendizagem. Para isso você pode entrar em contato por meio de grupos no facebook, ou participando de eventos e claro nos cursos de pilotagem. Porque Aprender a Pilotar drones hoje Há alguns anos atrás, o drone era uma tecnologia cara e distante da realidade de muitos. Hoje, porém, trata-se de um produto bem mais acessível ao consumidor brasileiro. É muito comum, por exemplo, em nossas caminhadas ou passeios a parques, nos depararmos com uma pessoa pilotando seu drone ao ar livre. Apesar disso, é comum pensar que a utilização de drones ainda é algo muito utópico. Isso pode te

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5 Pesquisas Feitas na Estação Espacial Internacional

Nós, humanos, somos seres movidos pela curiosidade. Ela pode ser definida como o desejo humano de explorar o universo  para aumentar o conhecimento e, dessa forma, desvendar o que ainda não conhecemos. Assim, uma das formas que temos de ampliar o conhecimento são os experimentos científicos. Porém, muitos experimentos e pesquisas científicas não podem ser feitos aqui na Terra, pois a própria aceleração da gravidade atrapalha os resultados. Por isso, nós temos a Estação Espacial Internacional (ISS), e hoje iremos conhecer  5 pesquisas feitas nela. No final de contas, o que é a Estação Espacial Internacional? A Estação Espacial Internacional  é um laboratório espacial de microgravidade que foi criado com o objetivo de ser uma base habitada continuamente por seres humanos. Ela começou a ser construída no ano de 1998 e só foi finalizada em 2011. A ISS foi um projeto de 15 países. Dentre eles Estados Unidos, Canadá, Japão, Rússia e os países que compõem a Agência Espacial Europeia (ESA).   Ela tem o tamanho aproximado de um campo de futebol. Além disso, pesa, aproximadamente, 419 toneladas e possui um espaço habitável de 388 metros cúbicos. Seus sistemas são controlados por 52 computadores, que gerenciam mais de 1,8 milhões de linhas de código para o controle de voo da estação.  Mas e aí, onde ela está localizada? A estação espacial encontra-se em órbita da Terra a uma altitude de aproximadamente 400 quilômetros, (em) uma órbita tipicamente designada de órbita terrestre baixa. Dessa forma, ela pode ser vista da Terra a olho nu, além disso, viaja a uma velocidade média de 27.700 km/h, completando 15,70 órbitas por dia. Agora, depois de entender um pouco sobre a ISS, iremos conhecer 5 pesquisas interessantes feitas na estação: 1.Pesquisa de Parkinson: A doença de Parkinson é um distúrbio do sistema nervoso central  que afeta o movimento. Muitos dos sintomas da doença envolvem o controle motor, como a capacidade de controlar seus músculos e movimento. Assim, em 2017, foi iniciado um estudo na ISS. Esse estudo é uma parceria entre a Fundação Michael J. Fox para pesquisa de Parkinson e o Centro de Ciências Espaciais Avançadas. O que ele pretende? Descobrir novas maneiras de tratar e prevenir a doença de Parkinson Como? Pessoas com doença de Parkinson têm a atividade aumentada do gene LRRK2, e estudos genéticos ligam mutações no gene LRRK2 a um risco aumentado de desenvolver a doença de Parkinson. Assim, medicamentos que inibem o LRRK2 estão em desenvolvimento, mas, sem conhecer a estrutura precisa dessa enzima, esse trabalho é como fazer uma chave sem conhecer a forma do buraco da fechadura que deve caber. O intuito da pesquisa é, justamente, cultivar os cristais LRRK2 para serem analisados, ​​usando estudos de difração de raios-x e difração de nêutrons ao retornar à Terra. Por que no espaço? Em um ambiente com menos gravidade, como a Estação Espacial Internacional, a proteína pode crescer muito mais. Isso permite que os cientistas a observem com melhor resolução e, assim, as compreendam com maior precisão.  2.Pesquisa de Astrocultura Avançada (ADVASC)  Um passo importante para futuras explorações interplanetárias é a compreensão da gravidade na vida das Plantas. A capacidade de produzir fontes de alimentos de alta energia e baixa massa durante o vôo espacial permite a manutenção da saúde da tripulação durante missões de longa duração, com um impacto reduzido nos recursos necessários para viagens de longa distância. Assim, uma das pesquisas que são feitas na ISS é exatamente sobre isso; o cultivo de plantas fora da Terra.  Os astronautas estão aprendendo a cultivar plantas para alimentação no espaço. As plantas cresceram com sucesso em duas tentativas, mostrando que a gravidade não é necessária para o cultivo de plantas saudáveis. Porém, desempenha um papel na forma delas e na qualidade das suas sementes.  O experimento também cultiva sementes de soja no espaço, produzindo plantas maiores e sementes com taxas de germinação comparáveis ​​às plantadas na Terra. Experimentos futuros são necessários para verificar se algumas características únicas de crescimento no espaço ocorrem em diferentes espécies de plantas. Como? A Estação Espacial Internacional (ISS) possui um laboratório ideal para o cultivo de plantas e o estudo da influência da gravidade nas plantas que evoluíram na Terra. Assim, Os astronautas estão aprendendo a cultivar plantas para alimentação no espaço.  A Astrocultura Avançada tenta determinar se as plantas podem completar seu ciclo de vida e gerar semente na microgravidade, bem como os efeitos da microgravidade nos níveis de expressão genética, comparando as características químicas das várias substâncias produzidas no ISS com as das colhidas na terra.  3. Experimento de Fibra Ópticas com Melhor Qualidade Fabricadas na Microgravidade Devido ao intenso desenvolvimento tecnológico das telecomunicações, cada vez mais necessitamos de uma taxa maior de transmissão de dados. Assim, precisamos de meios de transmissão mais eficientes, e uma ótima escolha é a fibra óptica. Logo, uma pesquisa para a melhora da sua qualidade se torna essencial. Dessa forma, é justamente sobre isso que se trata uma das pesquisas da ISS.  Como? O experimento cria fibras ópticas a bordo da Estação Espacial Internacional, usando uma mistura de zircônio, bário, lantânio, solvente e alumínio, conhecida como  ZBLAN. A Produção de fibra ótica opera dentro da Microgravity Science Glovebox (MSG). Além disso, elas  apresentam baixa perda óptica e alto valor comercial. Por que no espaço? O ZBLAN é difícil de se fabricar na Terra, devido à cristalização, induzida pela gravidade. Além disso, estudos sugeriram que esse tipo de fibra produzida em microgravidade poderia ter qualidade superior ao produzido na Terra.  4. Experimento Formação de Côndrulos Uma frase muito famosa dentro da astronomia é aquela que diz que somos todos poeira estelar. Assim, alguns experimentos tentam validar cada vez mais essa afirmação. Esse é o caso do experimento de formação de côndrulos. Mas, o que são côndrulos? Um côndrulo é uma esférula de minerais e liga de ferro-níquel, que medem cerca de 2 a 4 milímetros. Acredita-se que essas pequenas esferas sejam a matéria primordial da formação do sistema solar. Como? O intuito da série de experimento é descobrir 

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