Astronomia

O primeiro homem a pisar na Lua: Neil Armstrong

No dia 20 de Julho de 1969, a história foi marcada por uma pegada. A bordo do módulo lunar Eagle, os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin, ambos a serviço da missão Apollo 11, pousaram sobre a superfície da Lua, sendo Neil o primeiro homem na história a pisar em solo lunar. Antes desse passo tão importante, é válido analisarmos o caminho que proporcionou esse momento, ou melhor, a corrida que mudou o mundo. A história por trás do primeiro homem a pisar na Lua Em 1950, quando voos tripulados começaram a acontecer, o mundo vivia uma grande guerra silenciosa (que por vezes não foi tão silenciosa assim). O cenário mundial era um grande embate político entre as duas superpotências existentes: de um lado a bandeira capitalista era defendida pelos Estados Unidos da América (EUA); e do outro a bandeira vermelha, simbolizando o socialismo, era representada pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (a extinta URSS). Bem, o que levar um homem até a lua muda nesse confronto ideológico? Tudo! Pois a conquista pelo espaço significava muito mais que um feito científico, significava poder! Uma vez que a diferença entre foguetes capazes de realizar missões e mísseis com potencial destrutivo é, simplesmente, a sua finalidade. Então, recebendo o nome de Corrida Espacial, essa briga pelo espaço nunca foi só pelo conhecimento, e a imensidão do universo não intimidava essas ideologias. Assim, essa corrida teve o seu final no passo mais famoso da história. Em 20 de Julho de 1969, quando tivemos a primeira alunissagem tripulada, se dava fim a corrida mais longa já datada. Foi um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para os EUA, que mesmo depois de muitas derrotas no campo espacial conseguiram dar a cartada final e saíram vencedores de uma das batalhas mais importantes da Guerra Fria. A Apollo 11 A Apollo 11 foi a missão responsável por esse feito. Sendo a 19ª missão do programa Apollo, dentre testes e missões importantes, se tornou a mais famosa dentre todas. Além de ser uma das histórias mais conhecidas de todos os tempos, pois foi televisionada ao vivo ao redor de todo o mundo. Ela foi lançada por um foguete Saturno V do Centro Espacial John F. Kennedy na Flórida às 13 h 32 min UTC de 16 de julho. Ademais, foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA). A nave Apollo era composta por três partes: Módulo de comando (denominado Módulo de comando Columbia) que possuía uma cabine com capacidade de comportar 3 astronautas. Esta foi a única parte que retornou para a Terra. Além disso, esse módulo foi o local onde Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins ficaram durante a jornada até o nosso satélite natural; Módulo de serviço, que apoiava o módulo de comando com propulsão, energia elétrica, oxigênio e água;  Módulo lunar é chamado carinhosamente de Módulo Lunar Eagle. Sendo dividido em 2 estágios: um de descida para a Lua e um de subida para levar os astronautas de volta à órbita. A viagem Um evento que parou o mundo, impactou ainda mais as localidades próximas. Dessa forma, estima-se que 1 milhão de pessoas assistiram ao lançamento das rodovias e praias próximas a base onde ocorreu o lançamento. O lançador entrou em órbita 12 minutos depois que deixou o solo terrestre (13 h 44 min UTC), atingindo a altitude de 185,9 por 183,2 quilômetros. Em seguida, às 16 h 22 min 13 s UTC o motor do terceiro estágio S-IVB fez uma queima de injeção translunar impulsionando a nave espacial em uma trajetória em direção à Lua. Michael Collins foi para o assento esquerdo, onde encontravam-se os controles, e 30 minutos depois executou uma manobra de transposição, acoplamento e extração. Essa manobra constituiu em separar o Columbia (módulo de controle) do estágio S-IVB (terceiro estágio), dar a volta, acoplar-se com o Eagle (módulo lunar) ainda preso no estágio e extraí-lo. Após essa manobra, a nova formatação seguiu para a Lua, e o resto do foguete foi direcionado para uma trajetória além do satélite natural. O motivo para direcionar essas partes obsoletas para longe era impedir que o foguete colidisse com a nave, com a Terra ou com a Lua. O efeito estilingue fez com que esses componentes passassem da Lua e entrassem na órbita do Sol. O Grande passo para a humanidade Já em órbita da lua, Armstrong e Aldrin começaram a se preparar para entrar na história às 12 h 52 min UTC de 20 de julho. Ambos acomodados no módulo Eagle e com tudo pronto, às 17 h 44 min a espaçonave separou-se do Columbia. E naquele instante, o mundo parou por alguns segundos, pois ali, estávamos prestes a ver os primeiros seres humanos a caminhar no desconhecido. Collins, por sua vez, permaneceu no Columbia e, enquanto inspecionava o Eagle manobrar na sua frente, verificando se a nave não estava danificada e se os trens de pouso estavam propriamente abertos, ouviu Armstrong exclamar: “O Eagle tem asas!”. Collins viu a lua como nós vemos um sonho que sempre foi intangível aproximando-se de uma forma assustadoramente linda, mas intocável.  A conturbada descida ao desconhecido A dupla iniciou sua descida e logo perceberam que algo estava errado, pois estavam dois ou três segundos mais rápidos do que o esperado, relatando que estavam distantes do que haviam previsto. Eles estavam viajando de forma não previsível no local mais hostil que um ser humano já esteve. Diante disso, uma coisa era certa, por estarem muito rápidos eles alunissariam quilômetros ao oeste do local planejado. O problema pode ter sido causado por mascons, que são altas concentrações de massa que podem ter alterado a trajetória da nave espacial. Gene Kranz, o Diretor de Voo, especulou que isso poderia ter sido o resultado de uma pressão do ar extra no túnel de acoplagem, ou que poderia também ser o resultado da manobra de pirueta do Eagle. Depois de refazem os cálculos e analisarem a situação, a

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História da NASA

Desde que começamos a nos questionar sobre o espaço e a imensidão que nos cerca, ouvimos falar sobre a NASA. A organização, que foi uma das principais responsáveis por quebrar fronteiras científicas e permitir à humanidade alcançar lugares antes inimagináveis é, com certeza, o primeiro nome que nos vem à cabeça quando pensamos no assunto. É difícil, ou até quase impossível, recordarmos um momento da história em que os avanços da NASA não estavam diretamente influenciando a linha do tempo.  No entanto, mesmo conhecendo alguns dos seus maiores feitos, muitas pessoas não são familiarizadas com a sua história e o porquê de seu surgimento. Sendo assim, trouxemos aqui pouco da história da NASA, desde o seu surgimento até os dias atuais, destacando as missões mais importantes e o seu impacto na formação do mundo como o conhecemos hoje. O Contexto Histórico da Época Logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, o mundo entrou em um estado de “paz armada”, chamado de Guerra Fria. O momento marcou a ocasião em que os Estados Unidos e a antiga União Soviética batalharam, sem confrontos diretos, pela hegemonia do globo. O nome Guerra Fria, inclusive, surge justamente por ter sido uma guerra que nunca chegou a se ser disputada na esfera militar. Nesse contexto, um dos muitos campos de batalha indiretas por desenvolvimento e influência foi, portanto, a indústria de Tecnologia Aeroespacial.  A Corrida Espacial, como ficou conhecida, então, foi marcada pela luta entre os EUA e a URSS pela supremacia na exploração espacial. Nesse período, portanto, houve um intenso e acelerado desenvolvimento tecnológico nesse setor, que começou a se concretizar com o lançamento do Sputnik I. Esse satélite soviético era bastante simples e de pequeno porte, e ficou em órbita por cerca de 21 dias, em 1957. Logo depois, foi lançado um satélite de maior porte e mais avançado que o primeiro:  do Sputnik II. Ele foi o responsável por carregar o primeiro ser vivo ao espaço, a cadela Laika. Embora ela tenha ficado famosa pelo feito, infelizmente não sobreviveu à viagem. Com esses primeiros passos, a URSS colocou-se à frente na Corrida Espacial, instaurando nos EUA a necessidade de revidar. O início da história da NASA Em 29 de Julho de 1958, nasceu, assim,  a NASA (National Aeronautics and Space Administration), agência do Governo Federal dos EUA que substituiu a NACA (National Advisory Committee for Aeronautics), cujo surgimento foi uma consequência direta dos avanços feitos pela URSS. Os EUA, preocupados com a ameaça dos satélites soviéticos para com a sua segurança e hegemonia tecnológica, criam a NASA para orientar suas atividades espaciais. O surgimento da agência possibilitou, assim, uma aceleração incrível no desenvolvimento de tecnologias de vôo espacial humano e robótico. Por mais que esse desenvolvimento já havia começado com a NACA, agora aconteceria dentro de uma organização com um propósitos mais definidos. Além disso, como consequência, a agência ganharia agora um maior reconhecimento por parte do Governo, recebendo, assim, um maior repasse de verba. Missões que fizeram História Com o passar dos anos, a NASA continuou produzindo tecnologias espaciais que revolucionam o setor até hoje. O que “começou” como um impulso da Guerra Fria se transformou em um desejo de se consolidar no ramo e conhecer mais sobre o céu e o espaço. A NASA, por sua vez, foi desenvolvendo missões cada vez mais complexas, que nos possibilitaram alcançar cada vez mais longe. Dentre elas, iremos destacar algumas que consideramos fundamentais: O Projeto Mercúrio O Programa Mercury foi o primeiro programa de missões tripuladas da história da NASA, que começou a ser desenvolvido em 1958. O Mercury foi responsável por enviar o primeiro homem americano ao espaço em 1961 (apenas 1 mês após a URSS ter enviado Yuri Gagarin). O programa espacial que durou cerca de 5 anos tinha seus objetivos claros: fazer uma espaçonave tripulada orbitar em torno da Terra e analisar e investigar o funcionamento do corpo humano no ambiente espacial. Desse modo, com as suas missões, a NASA conseguiu coletar um conhecimento essencial para os projetos que viriam a seguir. Esses conhecimentos foram fundamentais, principalmente, para o programa Apollo, que viria a colocar o primeiro homem na superfície da Lua. O Projeto Gemini O Programa Gemini teve início após o Programa Mercúrio, e, assim como o seu antecessor, foi essencial para possibilitar os pousos de missões tripuladas na Lua. Ele consistiu em uma série de missões tripuladas que foram lançadas entre os anos de 1965 e 1966, carregando dois astronautas por vez (origem do nome da missão, visto que a nave foi construída para levar duas pessoas).  É importante destacarmos que a cápsula desenvolvida para esse projeto era muito semelhante à do Projeto Mercúrio, mas podia carregar dois astronautas ao invés de apenas um. Por outro lado, podia mudar a maneira com a qual voltada à órbita e também podia alterar a órbita em que estava. Além disso, devemos considerar, ainda, as seguintes realizações do programa, que foram fundamentais para o futuro da NASA:  a missão Gemini 4 marcou a história da NASA com a primeira Caminhada Espacial com um homem estadounidense; a Gemini 8 conectou-se com outra nave não tripulada em órbita; já a Gemini 10, além de se conectar com outra nave, usou o propulsor dela para movimentar as duas; e a Gemini 11 voou mais alto que qualquer outra missão anterior da NASA. Em suma, assim como o Programa Mercúrio, o Programa Gemini trouxe muitos conhecimentos essenciais para a realização da missão Apollo. Por exemplo: o que acontece quando os astronautas passam muitos dias no espaço; o funcionamento do traje espacial; e como conectar duas naves espaciais. O Projeto Apollo O Programa Apollo foi responsável por 11 missões tripuladas e 6 não tripuladas (as 6 primeiras), incluindo o primeiro pouso e a primeira caminhada do homem na Lua, com o Apollo 11. Os primeiros 4 voos tripulados foram responsáveis por testar os equipamentos e a tecnologia desenvolvidos para a missão. Já dos outros 7, 6 chegaram a pousar na Lua. Com isso, um

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5 Pesquisas Feitas na Estação Espacial Internacional

Nós, humanos, somos seres movidos pela curiosidade. Ela pode ser definida como o desejo humano de explorar o universo  para aumentar o conhecimento e, dessa forma, desvendar o que ainda não conhecemos. Assim, uma das formas que temos de ampliar o conhecimento são os experimentos científicos. Porém, muitos experimentos e pesquisas científicas não podem ser feitos aqui na Terra, pois a própria aceleração da gravidade atrapalha os resultados. Por isso, nós temos a Estação Espacial Internacional (ISS), e hoje iremos conhecer  5 pesquisas feitas nela. No final de contas, o que é a Estação Espacial Internacional? A Estação Espacial Internacional  é um laboratório espacial de microgravidade que foi criado com o objetivo de ser uma base habitada continuamente por seres humanos. Ela começou a ser construída no ano de 1998 e só foi finalizada em 2011. A ISS foi um projeto de 15 países. Dentre eles Estados Unidos, Canadá, Japão, Rússia e os países que compõem a Agência Espacial Europeia (ESA).   Ela tem o tamanho aproximado de um campo de futebol. Além disso, pesa, aproximadamente, 419 toneladas e possui um espaço habitável de 388 metros cúbicos. Seus sistemas são controlados por 52 computadores, que gerenciam mais de 1,8 milhões de linhas de código para o controle de voo da estação.  Mas e aí, onde ela está localizada? A estação espacial encontra-se em órbita da Terra a uma altitude de aproximadamente 400 quilômetros, (em) uma órbita tipicamente designada de órbita terrestre baixa. Dessa forma, ela pode ser vista da Terra a olho nu, além disso, viaja a uma velocidade média de 27.700 km/h, completando 15,70 órbitas por dia. Agora, depois de entender um pouco sobre a ISS, iremos conhecer 5 pesquisas interessantes feitas na estação: 1.Pesquisa de Parkinson: A doença de Parkinson é um distúrbio do sistema nervoso central  que afeta o movimento. Muitos dos sintomas da doença envolvem o controle motor, como a capacidade de controlar seus músculos e movimento. Assim, em 2017, foi iniciado um estudo na ISS. Esse estudo é uma parceria entre a Fundação Michael J. Fox para pesquisa de Parkinson e o Centro de Ciências Espaciais Avançadas. O que ele pretende? Descobrir novas maneiras de tratar e prevenir a doença de Parkinson Como? Pessoas com doença de Parkinson têm a atividade aumentada do gene LRRK2, e estudos genéticos ligam mutações no gene LRRK2 a um risco aumentado de desenvolver a doença de Parkinson. Assim, medicamentos que inibem o LRRK2 estão em desenvolvimento, mas, sem conhecer a estrutura precisa dessa enzima, esse trabalho é como fazer uma chave sem conhecer a forma do buraco da fechadura que deve caber. O intuito da pesquisa é, justamente, cultivar os cristais LRRK2 para serem analisados, ​​usando estudos de difração de raios-x e difração de nêutrons ao retornar à Terra. Por que no espaço? Em um ambiente com menos gravidade, como a Estação Espacial Internacional, a proteína pode crescer muito mais. Isso permite que os cientistas a observem com melhor resolução e, assim, as compreendam com maior precisão.  2.Pesquisa de Astrocultura Avançada (ADVASC)  Um passo importante para futuras explorações interplanetárias é a compreensão da gravidade na vida das Plantas. A capacidade de produzir fontes de alimentos de alta energia e baixa massa durante o vôo espacial permite a manutenção da saúde da tripulação durante missões de longa duração, com um impacto reduzido nos recursos necessários para viagens de longa distância. Assim, uma das pesquisas que são feitas na ISS é exatamente sobre isso; o cultivo de plantas fora da Terra.  Os astronautas estão aprendendo a cultivar plantas para alimentação no espaço. As plantas cresceram com sucesso em duas tentativas, mostrando que a gravidade não é necessária para o cultivo de plantas saudáveis. Porém, desempenha um papel na forma delas e na qualidade das suas sementes.  O experimento também cultiva sementes de soja no espaço, produzindo plantas maiores e sementes com taxas de germinação comparáveis ​​às plantadas na Terra. Experimentos futuros são necessários para verificar se algumas características únicas de crescimento no espaço ocorrem em diferentes espécies de plantas. Como? A Estação Espacial Internacional (ISS) possui um laboratório ideal para o cultivo de plantas e o estudo da influência da gravidade nas plantas que evoluíram na Terra. Assim, Os astronautas estão aprendendo a cultivar plantas para alimentação no espaço.  A Astrocultura Avançada tenta determinar se as plantas podem completar seu ciclo de vida e gerar semente na microgravidade, bem como os efeitos da microgravidade nos níveis de expressão genética, comparando as características químicas das várias substâncias produzidas no ISS com as das colhidas na terra.  3. Experimento de Fibra Ópticas com Melhor Qualidade Fabricadas na Microgravidade Devido ao intenso desenvolvimento tecnológico das telecomunicações, cada vez mais necessitamos de uma taxa maior de transmissão de dados. Assim, precisamos de meios de transmissão mais eficientes, e uma ótima escolha é a fibra óptica. Logo, uma pesquisa para a melhora da sua qualidade se torna essencial. Dessa forma, é justamente sobre isso que se trata uma das pesquisas da ISS.  Como? O experimento cria fibras ópticas a bordo da Estação Espacial Internacional, usando uma mistura de zircônio, bário, lantânio, solvente e alumínio, conhecida como  ZBLAN. A Produção de fibra ótica opera dentro da Microgravity Science Glovebox (MSG). Além disso, elas  apresentam baixa perda óptica e alto valor comercial. Por que no espaço? O ZBLAN é difícil de se fabricar na Terra, devido à cristalização, induzida pela gravidade. Além disso, estudos sugeriram que esse tipo de fibra produzida em microgravidade poderia ter qualidade superior ao produzido na Terra.  4. Experimento Formação de Côndrulos Uma frase muito famosa dentro da astronomia é aquela que diz que somos todos poeira estelar. Assim, alguns experimentos tentam validar cada vez mais essa afirmação. Esse é o caso do experimento de formação de côndrulos. Mas, o que são côndrulos? Um côndrulo é uma esférula de minerais e liga de ferro-níquel, que medem cerca de 2 a 4 milímetros. Acredita-se que essas pequenas esferas sejam a matéria primordial da formação do sistema solar. Como? O intuito da série de experimento é descobrir 

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Case Gravidade: do Presencial ao Virtual

Você já deve conhecer a AEROJR. como uma empresa de prestação de serviços nas áreas de aeronáutica e acústica. Mas e sobre o nosso projeto de incentivo à ciência e tecnologia a crianças e adolescentes, já ouviu a respeito? Hoje vamos falar sobre o projeto gravidade e ao final deste texto você entenderá a importância de incentivar seus alunos a explorar o infinito!

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Gravidade indica 7 filmes de Astronomia

Se distrair pode ser uma boa solução para manter a saúde mental durante o isolamento social. Pensando nisso, resolvemos sugerir filmes de astronomia e astronáutica para você passar o tédio, ocupar a mente e aprender um pouco mais! Filmes de Astronomia e Astronáutica e Saúde Mental Estamos passando por um momento atípico em nossa história e o mundo inteiro está sofrendo diante da pandemia do Coronavírus. Por isso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que a melhor solução para reduzir a taxa de transmissão do COVID-19 é o isolamento social. No entanto, a necessidade de ficar em casa pode desencadear um estado de estresse e ansiedade, o que é preocupante. De acordo com a OMS, o Brasil possui a maior taxa de pessoas ansiosas no mundo. Atualmente, cerca de 18,6 milhões de brasileiros vivem com transtornos de ansiedade. Portanto, as pessoas que têm predisposição a desequilíbrios emocionais precisam se cuidar ainda mais agora. Nesse período de quarentena surgem inúmeras preocupações relacionadas a perdas financeiras, ao medo de contrair o COVID-19 e à dificuldade de estar próximo de amigos e familiares. Por isso, esse cenário pode causar tensão e pânico. Pensando nisso a AEROJR., por meio do seu curso Gravidade, separou 7 filmes com temas relacionados à astronomia e à astronáutica para ajudar você a relaxar. Aproveite! Estrelas Além Do Tempo: Sinopse: a trama se passa na época da Guerra Fria e conta a história de Katherine Johnson, Dorothy Vaughn e Mary Jackson, três matemáticas negras da NASA que ajudaram os Estados Unidos a levar o homem para o espaço em 1961. Assim, o filme retrata os desafios que as três enfrentaram por trabalharem em um ambiente de preconceito racial e de machismo. Elenco: Taraji P. Henson, Octavia Spencer, Janelle Monáe. Direção: Theodore Melfi. Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo Sinopse: Três astronautas americanos sobreviveram a uma explosão no voo tripulado Apolo 13, que tinha o objetivo de chegar à lua. Então, eles devem superar desafios, como a possível danificação da nave e diminuição do nível de oxigênio para retornarem à Terra com segurança. Elenco: Tom Hanks, Kevin Bacon, Bill Paxton, Gary Sinise, Ed Harris, Kathleen Quinlan. Direção: Ron Howard. Interestelar: Sinopse: As reservas naturais da Terra estão se esgotando e um grupo de astronautas tem a missão de salvar a população do planeta. Eles utilizam um “buraco de minhoca” para fazer uma viagem espacial em busca de planetas que poderiam ser habitados pela raça humana. Elenco: Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Jessica Chastain, Matt Damon. Direção: Christopher Nolan. Perdido Em Marte: Sinopse: Após uma terrível tempestade de areia durante uma missão espacial em marte, astronauta Mark Watney é dado como morto e deixado para trás por seus colegas. Ele acorda sozinho no misterioso planeta com mantimentos para apenas 50 dias e precisa encontrar uma forma de sobreviver e de mandar uma mensagem de socorro a Terra. Elenco: Matt Damon, Jessica Chastain, Kristen Wiig, Jeff Daniels. Direção: Ridley Scott. O Céu De Outubro Sinopse: Após saber que os russos colocaram o satélite Sputnik no espaço, o adolescente Homer Hickam começa a sonhar e, com a ajuda de sua professora Freida Riley e de outros três amigos, decide construir modelos de foguetes para um concurso de ciências. Com esse projeto ele vê sua vida mudar para sempre. Elenco: Jake Gyllenhaal, Chris Cooper, Laura Dern. Direção: Joe Johnston. Gravidade: Sinopse: O astronauta Matt Kowalski e a doutora Ryan Stone estão em uma missão para consertar o telescópio Hubble, quando a nave em que estão é atingida por fragmentos de um satélite destruído por um míssil russo. Assim, a destruição da nave faz com que eles sejam arremessados para o espaço sideral e percam a comunicação com a Terra. Então, eles precisam descobrir como sobreviver em um ambiente tão hostil e encontrar uma maneira de retornar para a casa. Elenco: Sandra Bullock, George Clooney, Ed Harris. Direção: Alfonso Cuarón. Saga Star Wars Sinopse: Uma saga que acompanha gerações de Jedis lutando pela galáxia. Em uma batalha entre o império e os rebeldes, dividindo o mal e o bem, o lado sombrio e luminoso da força. A saga é composta por 9 filmes, 3 trilogias, e várias histórias paralelas. E preste bem atenção: diferente de outras histórias que sempre se iniciam pelo 1, essa saga começa pelo capítulo 4! Elenco: Carrie Fisher, Mark Hamill, Harrison Ford, Alec Guinness, Peter Mayhew, Anthony Daniels. Criador e diretor: George Lucas. Conheça o nosso curso: GRAVIDADE Nesse período de isolamento social, a saída para nos sentirmos bem é ir em busca afazeres que gostamos e que podemos fazer sem sair de casa. Ver filmes, ler livros, praticar exercícios físicos são atividades essenciais para manter a estabilidade mental. Gostou das sugestões de filmes? Portanto, se você também é apaixonado por astronomia e astronáutica, venha conferir o Curso GRAVIDADE que aborda de forma simples essas temáticas. Autora: Fernanda Carvalho

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OBA: indo além do horizonte

A escola é um lugar de descobertas. Grande parte de nossa vida é desenvolvida no âmbito escolar, dentro da sala de aula ou fora dela. Tais descobertas abrangem diversas áreas: sociais, políticas, esportivas e, definitivamente, científicas. Cada uma delas deve ser devidamente trabalhada, é claro. Porém, queremos falar especialmente sobre a área da ciência, mais especificamente sobre a astronomia e astronáutica. O incentivo à ciência no Brasil Em nosso país, vemos que a ciência, infelizmente, não é devidamente valorizada. Preocupamo-nos em enaltecer políticos e jogadores de futebol, e nos esquecemos de amparar aqueles que desenvolvem e preparam o futuro da educação brasileira. Entretanto, devemos lembrar que o incentivo à ciência deve estar presente desde a educação básica. Como um desses incentivos, destacamos, com veemência, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). afinal, o que é a OBA? Para quem é novo no assunto, a OBA é uma olimpíada nacional, aberta para escolas públicas ou privadas das quais participam alunos e alunas dos ensinos fundamental e médio. Nela, os estudantes são submetidos a premiações na forma de medalhas. A OBA é realizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e tem justamente o objetivo de fomentar o interesse de crianças e adolescentes pela área aeroespacial no Brasil. Nesta altura, você já deve ter percebido a importância da OBA na vida dos estudantes: incentivados pela competição e premiação, os jovens conhecem, estudam e se interessam pela astronomia e pela astronáutica. Desta forma, a OBA, muitas vezes, é a porta de entrada que crianças e adolescentes encontram para desbravar o mundo. Ou melhor, para os mundos que esta vasta área da ciência nos oferece. Além disso, ao difundir os conhecimentos sobre a área aeroespacial, a OBA permite que muitos estudantes enxerguem a possibilidade de ingresso no time de cientistas do nosso país, assumindo as importantes responsabilidades de desenvolvimento e incentivo à ciência nacional. A AEROJR. e a OBA Tendo consciência da riqueza e importância que o ensino da ciência – em especial na área de astronomia e astronáutica – tem para com nossa sociedade e sabendo da relevância que a OBA tem nesse ensino, a AEROJR. trabalha com todo o empenho em seu curso, o Gravidade, oferecido às escolas para atiçar a curiosidade dos alunos e prepará-los para eventuais competições. O curso é lecionado pelos próprios membros da empresa, isto é, estudantes do curso de engenharia aeroespacial da UFMG, e já conta com grandes realizações: em uma turma participante do curso tivemos três medalhistas de ouro na OBA de 2019! Caso haja interesse pelo curso Gravidade, entre em contato conosco! Autoras: Luana Sartori e Alice Duarte

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Retrospectiva Astronômica 2019

Gosta de Astronomia? Acompanhou durante todo o ano de 2019 os acontecimentos astronômicos e os avanços na área astronáutica? Então, no último dia do ano vamos relembrar alguns acontecimentos importantes para a área da astronáutica e astronomia. Vamos fazer uma retrospectiva astronômica onde iremos falar sobre assuntos como o lançamento de 60 satélites do Elon Musk, as imagens dos satélites que o INPE e a NASA divulgaram alertando sobre as queimadas da Amazônia, a primeira fotografia de um buraco negro e outros fatos que marcaram o ano de 2019 na história da ciência astronáutica.  21 jan – Eclipse Lunar Total  Começamos o ano com uma imagem que encantou a todos, pessoas pararam para olhar a lua e fãs de astronomia tiraram um tempo para poder fotografá-la. O que aconteceu foi o eclipse lunar total que também foi chamado de “A Lua Sangrenta” devido ao tom avermelhado que ela adquiriu.  12 Fev – Sobrevoo da sonda Juno No mês seguinte aconteceu a chegada da sonda Juno no planeta Júpiter que realizou seu primeiro sobrevoo de 7 que foram planejados. A missão feita pela NASA foi com o intuito de entender mais sobre o planeta gasoso e após ter as primeiras imagens divulgou uma de sua famosa “mancha vermelha” que na verdade é uma tempestade que ocorre a centenas de anos já, pesquisadores tentam descobrir quais as substâncias que ela possui para ter esse tom e porque ela já ocorre a tanto tempo. 10 Abr – 1ª imagem de um Buraco Negro Em Abril aconteceu uns dos maiores marcos da história da astronomia: Foi registado a primeira imagem de um Buraco Negro. Foi um desafio durante anos, pois buracos negros estão a distâncias absurdas da Terra. O que foi registrado está a mais de 500 quinquilhões de quilômetros de distância. Porém com a ajuda de 8 telescópios espalhados pelo mundo conseguimos obter uma imagem a qual pode esclarecer um pouco mais sobre esse fenômeno, e quem sabe fazermos grandes descobertas sobre ele futuramente.  23 Maio – Satélites de Elon Musk Em 23 de Maio de 2019 com o lançamento de 60 pequenos satélites começou a missão de Elon Musk de lançar o total de 12 mil satélites com o objetivo de transmitir internet de alta velocidade em seu novo projeto de internet global:  O projeto Starlink. Vale ficar de olho nos próximos passos de Elon, pois o mesmo pode trazer grandes avanços para o mercado astronáutico. 02 Jul – Eclipse solar total No início do mês de Julho ocorreu outro fenômeno que chamou atenção para o céu novamente. O Eclipse Solar Total ocorreu em algumas partes do Brasil, Chile e Argentina e por demorar cerca de centenas de anos para ser visível novamente no mesmo local, foi um evento que quem acompanhou aproveitou uma oportunidade única.  20 Jul – 50 anos do homem na lua Apollo 11 foi uma missão que engato ainda mais a curiosidade do homem para se descobrir mais do universo que nos rodeia, a chegada do homem à Lua foi um grande marco científico e político e fez aniversário de 50 anos em 2019, é importante relembrar para mostrar como podemos chegar longe em ciência e pesquisa espacial, como foi dito pelo astronauta Neil Armstrong na época “É um pequeno passo para homem, mas um salto gigante para a humanidade”. Agosto – Queimadas na Amazônia e INPE Esse ano houve um aumento de queimadas na região Norte que não se via desde de 2010, o maior destaque foi o mês de Agosto,  o aumento foi de 192% se comparado com Agosto de 2018, os dados foram divulgados no final de Agosto pelo INPE que acompanha as queimadas da Amazônia desde 1998.  23 Ago – Lançamento do relógio atômico da NASA Com o intuito de facilitar futuras missões de astronautas pelo universo a NASA lançou um Relógio Atômico que funciona como um GPS no espaço, ele será testado durante um ano.  8 Out – Prêmio Nobel de Física O ano de 2019 também foi importante para relevância da ciência astronáutica perante a comunidade científica. O Prêmio Nobel de Física prêmio 3 grandes cientistas: James Peebles, físico Canadense-americano, que desenvolveu a teoria que baseia compreensão atual da história do cosmos e os suíços Michel Mayor e Didier Queloz, ambos astrônomos, por ter feito a descoberta do planeta 51 Pegasi b que orbita uma estrela semelhante ao Sol.  18 Out – Primeira caminhada espacial feminina As astronautas Christina Koch e Jessica Meir marcaram a história como as primeiras mulheres que realizaram a primeira caminhada 100% feminina no espaço, importante lembrar que mulheres já estiveram no espaço, mas no total de 227 caminhas, mulheres participaram apenas de 14 e sempre em equipes mistas. O objetivo da missão foi corrigir uma falha no sistema elétrico da Estação Espacial Internacional (ISS). 29 Out – Brasil é 1º Lugar na OLAA Uma grande conquista para o Brasil esse ano foi a premiação de 5 estudantes na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), foi o total de 4 medalhas de Ouro e uma de prata.  11 Nov – Trânsito de Mercúrio pelo Sol Um evento relativamente raro aconteceu em 11 de Novembro, o Trânsito de Mercúrio pelo Sol foi possível ser visto com telescópio por determinado tempo de acordo com a região observada, para quem conseguiu acompanhar foi visto pequenos eclipses.  20 Dez – Lançamento do CEBERS 4 A realização da segunda etapa da parceria Sino-Brasileira aconteceu esse ano com o lançamento do CEBERS 4. A família CBERS é uma aliança entre a China e o Brasil que foi realizada com o intuito de monitorar seus imensos territórios com satélites de sensoriamento remoto com o objetivo de ter autonomia nesse quesito. As imagens obtidas são usadas, por exemplo, para o controle do desmatamento e as queimadas da Amazônia Legal. Não só os eventos no Brasil e no mundo marcaram essa retrospectiva astronômica. Claro que diante desse cenário de desenvolvimento da astronomia e astronáutica nós da AEROJR. não poderíamos ficar de fora. E aqui está

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O Valor do Ensino da Astronomia e Astronáutica nas Escolas

A astronomia sempre despertou no homem grande curiosidade e fascinação. Essa é a área da ciência que estuda o universo como um todo, seus corpos celestes e acontecimentos externos à atmosfera da Terra. Ela está intimamente ligada com a astronáutica, ciência que possibilita a criação de máquinas projetadas para operarem fora da atmosfera terrestre, sejam elas tripuladas ou não tripuladas. Em outras palavras, é a ciência e a tecnologia do voo espacial. Assim, podemos englobar a astronomia e a astronáutica no termo geral: ciências espaciais. 

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A beleza dos buracos negros

O universo é extremamente fascinante e cheio de mistérios. Isso nutre  tanto uma curiosidade quanto uma sede por conhecimento. Assim, podemos descrever o universo como um constante enigma que vive desafiando nossos cientistas e despertando interesse em grande parte da população. Dentre as coisas extraordinárias que o compõe, têm-se os buracos negros. Estes sempre são mostrados em filmes, desenhos e séries de ficção científica como algo perigoso e ameaçador. Entretanto, quase nunca é explicado o que eles realmente são. Devido a isso, muitas perguntas ficam em aberto. Neste texto, venha conferir algumas respostas.

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Rolar para cima