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FAQ Foguetes: 10 Curiosidades

Se você já se perguntou como toneladas de metal de um foguete conseguem não apenas só voar, mas vencer a gravidade e sair do nosso planeta, esse texto é para você!  Apesar de muitas vezes os foguetes serem vistos como obras-primas da engenharia, se engana quem pensa que o surgimento deles é recente ou que dependeu de tecnologias absurdamente complexas. Neste texto apresentamos 10 curiosidades sobre foguetes para que você possa conhecer um pouco mais sobre a origem e o funcionamento deles. 1 – Origem dos foguetes Há relatos que indicam que os foguetes tiveram sua origem na China – onde também ocorreu a invenção da pólvora, séculos antes – por volta do ano 1232. Na época, os chineses usavam pequenos foguetes feitos de bambu e pólvora, por exemplo, como fogos de artifício para comemorações – muitas vezes em eventos religiosos, com o objetivo de espantar espíritos malignos. Assim, o aspecto colorido dos fogos de artifício, comum em comemorações de Ano Novo, é decorrente de um fenômeno químico denominado “luminescência”. 2 – O início do uso de foguetes de forma Bélica O início do uso de foguetes enquanto instrumentos bélicos deu-se em guerras por volta do século XIX, mas foi somente a partir da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) que passou a ocorrer em uma escala maior. Um exemplo disso é o foguete V2, um míssil alemão criado para denotar superioridade nos quesitos militar, econômico e político da Alemanha no contexto da Segunda Guerra Mundial e que, com a derrota do país, passou a ser utilizado para explorações espaciais durante a Guerra Fria. 3 – Equação do Foguete de  Tsiolkovski No final do século XIX, um cientista russo chamado Konstantin E. Tsiolkovski derivou a equação que descreve o movimento dos foguetes, conhecida atualmente como Equação do Foguete de Tsiolkovsky. Esse nome foi atribuído a ela justamente porque Konstantin foi o primeiro a compreender que os foguetes poderiam ser utilizados na exploração espacial. Embora tenha tentado, Konstantin infelizmente não chegou a construir nenhum foguete, mas seu trabalho foi fundamental para a construção do primeiro foguete movido a combustível líquido pelo engenheiro americano Robert H. Goddard alguns anos depois. . . 4 – A terceira Lei de Newton aplicada em Foguetes O princípio que explica o funcionamento dos foguetes é a terceira Lei de Newton. O enunciado simplificado dela é o seguinte: “A toda ação corresponde uma reação, de mesma intensidade e direção, mas com sentido oposto”. O movimento de propulsão, que é basicamente o que impulsiona um foguete “para cima”, é justamente uma reação à força exercida “para baixo” decorrente da liberação dos gases. Um maior detalhamento disso é o seguinte: a partir da queima do combustível – que pode ser sólido, líquido ou em mais de um estado físico -, são liberados jatos de gases com força suficiente para que, por meio de uma força de reação de sentido contrário, o foguete alce voo. Para entender como funciona a propulsão de um foguete, podemos imaginar um balão cheio de ar quando é solto: ele vai em direção contrária à saída do ar. 5 – Estágios de um Foguete Os estágios de um foguete correspondem às etapas do lançamento. Isso deve-se ao fato de que, durante o lançamento, partes da estrutura do foguete são liberadas com as finalidades de aumentar o impulso a partir do momento de propulsão e também de diminuir a massa total da estrutura.  Assim, o impulso total necessário para manter ou aumentar a aceleração é reduzido. 6 – O que ganhamos com o lançamento de Foguetes Mas afinal, por que lançar um foguete? Todos os foguetes têm uma missão: levar sua carga útil para o espaço, podendo ser sondas espaciais, satélites, astronautas, entre outros. Entretanto, por qual motivo empresas e países gastam milhões e bilhões de reais para realizar tal feito? A resposta é simples: conhecimento e desenvolvimento da ciência e de novas tecnologias. Desde a primeira missão espacial realizada com foguetes, temos adquirido cada vez mais informações sobre nosso planeta e o universo como todo. Além disso, as tecnologias de ponta desenvolvidas no setor espacial frequentemente podem ser utilizadas, inclusive, em outras áreas do conhecimento, como na medicina. 7 – Carga Útil de um Foguete  A carga útil de um foguete é aquilo que se deseja levar ao espaço. Para exemplificar, imagine que você desenvolveu uma missão espacial que tem por objetivo enviar um satélite de monitoramento de queimadas. Nesse caso, o satélite é a carga útil que o foguete levará ao espaço para realizar a missão de monitorar queimadas. 8 – A propulsão de Foguete A parte da propulsão de um foguete é a responsável por impulsionar toda a estrutura de um foguete durante sua O movimento de propulsão é o responsável por impulsionar toda a estrutura de um foguete durante a decolagem e o voo. Assim, é ele que permite que o veículo e também a carga útil cheguem ao espaço. Além disso, uma observação interessante é que a parte do foguete responsável por tal movimento corresponde a mais de 85% do peso de seu peso – isso pode variar. 9 – Partes de um Foguete Um foguete é um conjunto de partes ou sistemas, sendo que cada um possui uma finalidade específica. Assim, os sistemas de um foguete são os seguintes: Sistema Estrutural – Como o próprio nome diz, é o sistema responsável por toda sua parte estrutural. Podemos pensar nesse sistema como sendo o “esqueleto” do foguete. Sistema Ogiva – É visto como o “bico” de um foguete. É nele que a carga útil é armazenada para a missão. Assim, seu objetivo é proteger a carga útil e garantir que ela chegue ao espaço sem nenhum dano. Sistema de Fuselagem – É o “corpo” do foguete. Ela chega a ser bem similar à fuselagem de um avião, e seu objetivo é proteger a parte interna do foguete. Por isso, é projetada para aguentar a alta variação de temperatura no espaço.  Sistema de Orientação – Esse sistema é composto por uma série de

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Case Gravidade: do Presencial ao Virtual

Você já deve conhecer a AEROJR. como uma empresa de prestação de serviços nas áreas de aeronáutica e acústica. Mas e sobre o nosso projeto de incentivo à ciência e tecnologia a crianças e adolescentes, já ouviu a respeito? Hoje vamos falar sobre o projeto gravidade e ao final deste texto você entenderá a importância de incentivar seus alunos a explorar o infinito!

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Como fazer um foguete de água

Quem nunca ouviu aquela história animada de um amigo que escolheu carreira por conta de um brinquedo que ganhou quando era criança?! Ou quem sabe você mesmo é fruto de um dos brinquedos que gostava muito na infância? Uma coisa é certa: os brinquedos nos ajudam a descobrir muitas coisas sobre nós mesmos. Eles são grandes aliados no processo de aprendizagem infantil e é através deles que a criança aprende e desenvolve elementos fundamentais na formação de sua personalidade. Além disso, eles proporcionam diversas situações interessantes para estimular a imaginação dos pequenos, auxilia na organização de suas emoções, ajuda na compreensão de informações, constrói autonomia de ação, dentre outros inúmeros benefícios. Por conta de todas essas vantagens, fica mais que claro a importância de incentivar a criatividade, raciocínio lógico e outras habilidades nas crianças através de brinquedos e brincadeiras certas, capazes de ajudar nesse desenvolvimento desde muito cedo. E para que esse Dia das Crianças seja repleto de brincadeiras, nós da AEROJR. decidimos mostrar de uma maneira muito simples como fazer um foguete de água para que você possa se divertir e muito com a criançada em casa nesse feriado prolongado. Então vamos ao que interessa?

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