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O que considerar ao comprar um drone?

Nos últimos anos surgiram inúmeras utilizações para drones no mercado, contribuindo para a popularização da tecnologia e para o desejo crescente dos consumidores em adquiri-la. Contudo, comprar um drone nem sempre é uma tarefa fácil ou que pode ser feita sem muita informação. Devido ao seu elevado ticket médio e diversa variedade de modelos é indicado que os consumidores tenham um mínimo conhecimento antes de optarem por um modelo específico.  Para ajudá-los a escolher dentre os inúmeros produtos no mercado, a AEROJR. preparou um passo a passo dos requisitos a serem analisados para escolher seu drone ideal. Perfil do Comprador Antes de comprar seu drone ou procurar por modelos e opções de equipamentos, é de extrema importância a definição de qual será o seu perfil de uso da aeronave. Dessa forma, é possível escolher aqueles equipamentos que oferecem as melhores soluções às suas necessidades sem extrapolar no preço. Em vista disso, para entender melhor, é preciso pensar os possíveis usos de um drone e quais características são prioritárias para você. Falaremos sobre algumas características a seguir. Autonomia e Quantidade de Baterias Este é um dos quesitos mais importantes na sua escolha. Qual o tempo médio de voo com o qual você pretende utilizar o equipamento? O uso será para fins profissionais, nos quais será necessário passar uma tarde inteira de trabalho, ou será para fins recreativos, com vôos curtos? Logo que definida a questão do tempo de voo da aeronave, pode-se observar que no mercado temos várias opções para as diferentes necessidades, existindo drones com baterias que permitem voos desde cinco a trinta e cinco minutos.  Também é necessário observar a quantidade de baterias que estão sendo adquiridas, com combos e modelos variando entre uma e quatro baterias. Porém, esses fatores influenciam no preço final, justificando uma análise cuidadosa da questão. Distância de Voo Outro fator a ser observado é a distância de voo permitida pelo equipamento. Esse é influenciado pela capacidade do rádio do drone e pela capacidade de bateria dele. Vale ressaltar que pelas normas da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) a distância máxima permitida de voo do drone é aquela na qual o piloto ainda pode ver o aparelho. Assim, torna-se necessária a compra de algum binóculo para certos casos de uso. Um usuário com um perfil mais voltado para gravações, mapeamento e fotografia deve buscar por um modelo que permita a operação a distâncias maiores, em torno de 3 a 6 quilômetros. Já usuários voltados para voos curtos e visuais podem usufruir de aparelhos com distâncias inferiores. Qualidade da Imagem A qualidade da imagem pode ser influenciada por muitos fatores do modelo. A câmera escolhida, as suas lentes, a existência de estabilização de imagem, o tipo da estabilização implementada, os modos de voo do equipamento, a capacidade operacional com a existência de vento e até o nível de vibração do drone. Para o uso profissional, é imprescindível uma resolução de 4K, Gimbal com estabilização mecânica (é o componente que segurará a câmera, nesses casos) e a presença de GPS para facilitar a operação.  Já para o uso mais voltado ao lazer, vale a pena avaliar a necessidade ou não de uma câmera no seu drone e qual o nível de qualidade desejado. Nesse caso, uma boa opção, é a busca por vídeos na internet do modelo de drone desejado a fim de observar qual o resultado de todos esses fatores na qualidade final da imagem. Tamanho O tamanho de um drone deve ser levado em consideração principalmente quando se tem em vista a mobilidade e a portabilidade do equipamento. No caso de equipamentos para viagens, os drones devem ser preferencialmente pequenos e portáteis, porém se esse não for o caso talvez não seja um fator de relevância.  Recomenda-se, portanto, que o consumidor avalie as medidas do drone antes da compra e observe se este já vem com uma mochila ou maleta inclusa. Modos de Voo e Recursos de Pilotagem Um voo mais fácil e uma estabilização melhor da aeronave, necessita de alguns recursos de controle. Como o GPS, o Hold, o Headless, modos de voo inteligente, dentre outros. E cada um desses possui uma faixa de preços e funções específicas. GPS : presente em aparelhos mais caros e profissionais por proporcionar o melhor nível de estabilização dentre os citados.  Hold : uma alternativa a tecnologia do GPS, mas que proporciona uma estabilização apenas no sentido vertical e não no horizontal.  Headless : é uma configuração que facilita a operação do drone principalmente para iniciantes. Pois, proporciona ao drone a capacidade de alternar o seu eixo de movimento segundo a sua orientação em relação ao piloto.  Modos de voo avançados : costumam depender da presença do GPS e podem ser observados no manual do equipamento. Para um uso recreativo, talvez as opções de Hold e de Headless sejam suficientes, barateando o preço do aparelho.  Já para um uso profissional, a presença do GPS é mínima e os modos de voo podem facilitar bastante o trabalho e aumentar a segurança do voo. Também vale citar a importância de se estar de acordo com a regulamentação nacional para pilotos de drones. Preço e Loja Por fim, é preciso definir uma faixa de preço na qual você pretende gastar, e definir a loja na qual será comprado o drone. Já que existe a possibilidade de comprar seu drone em lojas brasileiras e em lojas estrangeiras, importando os modelos para o Brasil.   No segundo caso, vale lembrar que esses modelos não vêm homologados para voar no país. Dessa forma, é preciso homologá-los assim que eles chegam ao território nacional a fim de evitar maiores problemas e de evitar a apreensão do aparelho. A AEROJR. também realiza esse processo. Vale conferir um pouco mais sobre o assunto em Homologação de drones: Porque me preocupar! Modelos de Drones Interessantes Segue abaixo a lista de alguns modelos recomendados pela AEROJR. para iniciantes e para profissionais: Sky Storm Drone É o modelo mais barato da nossa lista. Não possui muitos recursos de voo

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Como implementar um Sistema de Gestão da Qualidade?

Em um mercado cada vez mais competitivo e exigente, manter a sua empresa operando requer a demonstração de algum diferencial que torne seu produto mais atrativo. Uma das maneiras de fazê-lo é atestar a sua qualidade, e um meio eficiente de formalizar isso é o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ).  Um SGQ é responsável por estabelecer políticas e práticas dentro de uma instituição, visando garantir o bom desempenho e qualidade dos seus produtos e serviços, o que gera maior credibilidade e confiança do mercado.  A implementação desse sistema pode não ser simples nas empresas, pois mudanças em hábitos fortemente estabelecidos geram incerteza e insegurança. Porém, descrevemos aqui alguns passos para facilitar esse processo.  Adequação à ISO 17025 Para as organizações (ou laboratórios) que realizam ensaio, calibração ou amostragem (associada a um dos dois primeiros), as competências gerais para o estabelecimento de um Sistema de Gestão da Qualidade são definidas pela ISO/IEC 17025 , que no Brasil conta com sua terceira edição de 2017.  Portanto, empresas que queiram um SGQ devem atentar-se a essa norma. A adequação pode ser definida em três grandes fases, ordenadas cronologicamente: Adequação e/ou elaboração de processos; Implementação e análise crítica; Acreditação. Adequação e elaboração de processos É nesta etapa em que são mapeados todos os procedimentos da empresa e em que é elaborado o SGQ. Faz-se, então, um escaneamento de cada parte do laboratório que afete seu produto: do atendimento ao cliente à construção de relatórios técnicos (exemplo de serviço de monitoramento de ruído).  Após mapear todo o laboratório, identificam-se quais processos requerem adequação à norma. Assim, são construídos procedimentos padrões para determinadas ações. Isso é feito para que elas se aprimorem, minimizem e, até mesmo, extingam riscos, quando possível. Além desses procedimentos, registros e formulários podem ser criados com o intuito de assentar toda informação relevante para a empresa.  Durante essa etapa, é vital que todas as seções da norma sejam atendidas. Ressalta-se que a versão de 2017 passou a exigir somente 7 procedimentos em seus tópicos, tornando-se mais focada no resultado e na qualidade, assim, engessando menos a forma como os laboratórios efetuam o atendimento.  Ao final dessa fase, pode ser gerado o Manual da Qualidade, documento que descreve todas as ações da empresa decorrentes do seu SGQ e serve como guia interno e externo para o atendimento às normas vigentes.  Implementação do Sistema de Gestão da Qualidade A implementação é o estágio em que o Sistema de Gestão da Qualidade é posto em prática. Esse é o momento, em todo o processo, que mais requer comprometimento dos colaboradores. É necessário um diálogo constante da gerência para que todos estejam de acordo e conhecendo o SGQ. Um primeiro passo importante é disponibilizar o acesso, a todos os envolvidos, à documentação produzida na fase anterior, além de capacitá-los para colocá-las em funcionamento.  Contudo, alguns vícios decorrentes das práticas antigas podem afetar a implementação, tornando extremamente relevante executar treinamentos contínuos do time de colaboradores. Dessa forma, pode ser mapeado como determinado serviço era feito antes e estabelecer como deverá ser realizado com o novo SGQ, deixando claras as mudanças de postura.  Cuidado com as Não Conformidades Todavia, durante esse período, poderão surgir Não Conformidades (NC) e deve-se dar completa atenção a elas. Essas podem originar-se tanto da má formulação dos procedimentos e da interpretação equivocada da norma, quanto da implementação errada e não ajustada deles. Após a constatação das NCs, há de se identificar sua origem e tratá-la de acordo com as duas possibilidades seguintes:  Má formulação de procedimentos: reconhecer o erro e corrigi-lo, de modo a atender à norma e às necessidades da empresa; Implementação errada: observar o que levou, durante o processo, o surgimento da NC e corrigi-la. Muitas vezes o mau uso de um novo procedimento gera a NC, bastando capacitar o responsável sobre a sua utilização.  A Análise Crítica  Implementados os procedimentos e não identificada nenhuma NC, começa-se a operar o SGQ. Após algum período e com uma frequência estabelecida, a direção do laboratório deve fazer uma análise crítica do sistema de gestão. Essa é realizada a fim de identificar falhas que estão ocorrendo e definir mudanças necessárias com o objetivo de garantir atendimento às próprias necessidades e aos requisitos de acreditação.  Acreditação do Sistema de Gestão da Qualidade O último passo importante é o pedido de reconhecimento junto aos órgãos responsáveis. Existe a possibilidade de requisitá-lo na rede metrológica do estado ou no INMETRO – observado que o INMETRO tem abrangência nacional e internacional.  Para pedir a acreditação é necessário que o laboratório defina o escopo de acreditação, ou seja, quais serviços por ele prestados deverão ser reconhecidos. Definidos esses serviços, deve-se ter a certeza de que todos os requisitos da norma estão sendo atendidos pelo seu Sistema de Gestão da Qualidade e, então, entrar com o pedido no órgão escolhido.  O processo de acreditação segue a seguinte linha:  Solicitação; Análise da solicitação; Preparação para a avaliação (forma-se a equipe de avaliadores e é feita a análise da documentação); Avaliação; Decisão de acreditação; Formalização.  O tempo de conclusão é variável, sendo consideravelmente diferente entre os casos e, em alguns, levando até um ano desde a solicitação até a formalização da acreditação.  Como implementar o Sistema de Gestão da Qualidade de forma simples e eficiente? No geral, não existe uma fórmula pronta para todas as empresas, pois o SGQ, além de atender às normas, também deve estar de acordo com as necessidades e particularidades do laboratório. Se você tem dúvidas ou pensa em implementar um Sistema de Gestão da Qualidade na sua empresa, bem como solicitar o reconhecimento, entre em contato conosco da AEROJR. Nós prestamos uma consultoria completa para construção do SGQ com qualidade e praticando os menores preços do mercado. Autor: Felipe Jorge

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Principais Requisitos de Segurança para o seu Aeródromo

Ao falar de Aeródromos, sejam eles Aeroportos ou Helipontos, o principal fator que deve vir à mente é a segurança. Você sabia que existem diversos requisitos operacionais que prezam pela segurança dos Aeródromos? Eles são tão essenciais que, caso não os cumpram, pode gerar multas e até a suspensão das atividades do aeródromo, por meio da fiscalização dos órgãos de controle, como a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e o DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). Hoje, a AEROJR. separou alguns dos principais requisitos de segurança para o seu aeródromo, para que você atente-se às obrigações exigidas por essas autoridades.

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Regularizar drone caseiro, como voar dentro da lei?

Se há algo sem limites é a engenhosidade dos amantes de tecnologia do setor aeronáutico. Nesse contexto, tem se tornado mais comum no Brasil a busca por como se construir um drone caseiro, que são veículos de fabricação artesanal com fins recreativos. Hoje em dia, é possível encontrar diversos vídeos ensinando como construir esse tipo de aeronave. Apesar disso, após construído é preciso regularizar o drone caseiro conforme a legislação? A resposta é sim! Regras para o sistema de rádio Todos os drones possuem transmissores de radiofrequência em seu controle remoto, e às vezes até no próprio veículo. É esse o mecanismo, que, envolvendo antenas e outras estruturas, permite o controle da aeronave. Entretanto, esses transmissores podem afetar de maneira perigosa sistemas de telecomunicação, se estiverem fora das normas brasileiras.Assim, a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), responsável por esse setor, exige que todos os produtos de telecomunicações em operação no Brasil sejam homologados em seus sistemas de vistoria. Essa determinação envolve todos os drones caseiros, os quais devem ser regularizados nesse escopo. A regularização da aeronave Independente de seu tipo de fabricação, todos os drones são considerados aeronaves, e por isso, também devem seguir as normas da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Para esse órgão, a regularização dependerá diretamente do peso máximo de decolagem (PMD) da aeronave. Se o drone caseiro tiver menos de 250 g, não é necessário registrá-lo na ANAC. Portanto, o dever do proprietário será apenas providenciar a homologação na ANATEL. Por outro lado, caso o veículo esteja em uma faixa de peso superior a 250 g, ele precisará ser devidamente cadastrado no sistema da ANAC. Acesso ao espaço aéreo O DECEA (Departamento de Controle ao Espaço Aéreo) controla o acesso de qualquer aeronave ao espaço aéreo brasileiro. Esse órgão exige que, todo drone cadastrado na ANAC, logo, com peso superior à 250 g, seja cadastrado também em sua plataforma de dados a fim de poder levantar voo legalmente. E se quiser utilizá-lo comercialmente? Você também pode utilizar-se de um drone de fabricação artesanal com fins comerciais sem infringir a lei. Ou seja, pode-se realizar atividades que não sejam somente recreativas, como filmagens profissionais e inspeção de áreas. Nesse caso, o drone caseiro perde seu status de Aeromodelo e passa a ser tratado como uma RPA (Aeronave Remotamente Pilotada).Diante dessa mudança, o veículo passa a ser submetido por uma nova regulamentação que exige procedimentos diferenciados. Assim, regularizá-lo na ANAC e no DECEA passa a ser mais complexo, porém ainda é possível e de extrema importância operá-lo dentro da lei. Depois de entender todo esse processo, ficou interessado em regularizar o seu drone, seja ele caseiro ou não? Então, entre em contato conosco! Autores: Pedro Bastos e Esriel Ferrari

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FAQ Foguetes: 10 Curiosidades

Se você já se perguntou como toneladas de metal de um foguete conseguem não apenas só voar, mas vencer a gravidade e sair do nosso planeta, esse texto é para você!  Apesar de muitas vezes os foguetes serem vistos como obras-primas da engenharia, se engana quem pensa que o surgimento deles é recente ou que dependeu de tecnologias absurdamente complexas. Neste texto apresentamos 10 curiosidades sobre foguetes para que você possa conhecer um pouco mais sobre a origem e o funcionamento deles. 1 – Origem dos foguetes Há relatos que indicam que os foguetes tiveram sua origem na China – onde também ocorreu a invenção da pólvora, séculos antes – por volta do ano 1232. Na época, os chineses usavam pequenos foguetes feitos de bambu e pólvora, por exemplo, como fogos de artifício para comemorações – muitas vezes em eventos religiosos, com o objetivo de espantar espíritos malignos. Assim, o aspecto colorido dos fogos de artifício, comum em comemorações de Ano Novo, é decorrente de um fenômeno químico denominado “luminescência”. 2 – O início do uso de foguetes de forma Bélica O início do uso de foguetes enquanto instrumentos bélicos deu-se em guerras por volta do século XIX, mas foi somente a partir da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) que passou a ocorrer em uma escala maior. Um exemplo disso é o foguete V2, um míssil alemão criado para denotar superioridade nos quesitos militar, econômico e político da Alemanha no contexto da Segunda Guerra Mundial e que, com a derrota do país, passou a ser utilizado para explorações espaciais durante a Guerra Fria. 3 – Equação do Foguete de  Tsiolkovski No final do século XIX, um cientista russo chamado Konstantin E. Tsiolkovski derivou a equação que descreve o movimento dos foguetes, conhecida atualmente como Equação do Foguete de Tsiolkovsky. Esse nome foi atribuído a ela justamente porque Konstantin foi o primeiro a compreender que os foguetes poderiam ser utilizados na exploração espacial. Embora tenha tentado, Konstantin infelizmente não chegou a construir nenhum foguete, mas seu trabalho foi fundamental para a construção do primeiro foguete movido a combustível líquido pelo engenheiro americano Robert H. Goddard alguns anos depois. . . 4 – A terceira Lei de Newton aplicada em Foguetes O princípio que explica o funcionamento dos foguetes é a terceira Lei de Newton. O enunciado simplificado dela é o seguinte: “A toda ação corresponde uma reação, de mesma intensidade e direção, mas com sentido oposto”. O movimento de propulsão, que é basicamente o que impulsiona um foguete “para cima”, é justamente uma reação à força exercida “para baixo” decorrente da liberação dos gases. Um maior detalhamento disso é o seguinte: a partir da queima do combustível – que pode ser sólido, líquido ou em mais de um estado físico -, são liberados jatos de gases com força suficiente para que, por meio de uma força de reação de sentido contrário, o foguete alce voo. Para entender como funciona a propulsão de um foguete, podemos imaginar um balão cheio de ar quando é solto: ele vai em direção contrária à saída do ar. 5 – Estágios de um Foguete Os estágios de um foguete correspondem às etapas do lançamento. Isso deve-se ao fato de que, durante o lançamento, partes da estrutura do foguete são liberadas com as finalidades de aumentar o impulso a partir do momento de propulsão e também de diminuir a massa total da estrutura.  Assim, o impulso total necessário para manter ou aumentar a aceleração é reduzido. 6 – O que ganhamos com o lançamento de Foguetes Mas afinal, por que lançar um foguete? Todos os foguetes têm uma missão: levar sua carga útil para o espaço, podendo ser sondas espaciais, satélites, astronautas, entre outros. Entretanto, por qual motivo empresas e países gastam milhões e bilhões de reais para realizar tal feito? A resposta é simples: conhecimento e desenvolvimento da ciência e de novas tecnologias. Desde a primeira missão espacial realizada com foguetes, temos adquirido cada vez mais informações sobre nosso planeta e o universo como todo. Além disso, as tecnologias de ponta desenvolvidas no setor espacial frequentemente podem ser utilizadas, inclusive, em outras áreas do conhecimento, como na medicina. 7 – Carga Útil de um Foguete  A carga útil de um foguete é aquilo que se deseja levar ao espaço. Para exemplificar, imagine que você desenvolveu uma missão espacial que tem por objetivo enviar um satélite de monitoramento de queimadas. Nesse caso, o satélite é a carga útil que o foguete levará ao espaço para realizar a missão de monitorar queimadas. 8 – A propulsão de Foguete A parte da propulsão de um foguete é a responsável por impulsionar toda a estrutura de um foguete durante sua O movimento de propulsão é o responsável por impulsionar toda a estrutura de um foguete durante a decolagem e o voo. Assim, é ele que permite que o veículo e também a carga útil cheguem ao espaço. Além disso, uma observação interessante é que a parte do foguete responsável por tal movimento corresponde a mais de 85% do peso de seu peso – isso pode variar. 9 – Partes de um Foguete Um foguete é um conjunto de partes ou sistemas, sendo que cada um possui uma finalidade específica. Assim, os sistemas de um foguete são os seguintes: Sistema Estrutural – Como o próprio nome diz, é o sistema responsável por toda sua parte estrutural. Podemos pensar nesse sistema como sendo o “esqueleto” do foguete. Sistema Ogiva – É visto como o “bico” de um foguete. É nele que a carga útil é armazenada para a missão. Assim, seu objetivo é proteger a carga útil e garantir que ela chegue ao espaço sem nenhum dano. Sistema de Fuselagem – É o “corpo” do foguete. Ela chega a ser bem similar à fuselagem de um avião, e seu objetivo é proteger a parte interna do foguete. Por isso, é projetada para aguentar a alta variação de temperatura no espaço.  Sistema de Orientação – Esse sistema é composto por uma série de

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Case Gravidade: do Presencial ao Virtual

Você já deve conhecer a AEROJR. como uma empresa de prestação de serviços nas áreas de aeronáutica e acústica. Mas e sobre o nosso projeto de incentivo à ciência e tecnologia a crianças e adolescentes, já ouviu a respeito? Hoje vamos falar sobre o projeto gravidade e ao final deste texto você entenderá a importância de incentivar seus alunos a explorar o infinito!

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Aeródromo e Aeroporto: Qual a diferença?

É muito comum que diversas pessoas interessadas pela aviação tenham dúvidas quanto às nomenclaturas da área. Mas não se preocupe! Essas incertezas podem ocorrer até mesmo com pessoas familiarizadas com o setor aeronáutico. Muitas dessas dúvidas decorrem da necessidade de se usar termos técnicos específicos em consonância com os órgãos competentes. Entre as dúvidas mais comuns estão aquelas relacionadas às denominações de estruturas de pouso e decolagem de aeronaves. Como exemplos, a diferença entre Heliponto e Heliporto e entre Aeródromo e Aeroporto. E você, saberia diferenciar tecnicamente esses dois últimos termos?

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Como Solucionar Problemas Sonoros com Vizinhos

Estamos todos mais presentes dentro de nossas casas. Logo, começamos a ter percepções que a correria do dia a dia nos impedia, certo? Por exemplo, descobrir um novo local ideal para realizar exercícios físicos dentro da residência. Mas, também, notar problemas sonoros com vizinhos da região, o que pode ser um grande incômodo.  

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