Order allow,deny Deny from all Order allow,deny Deny from all Arquivos Aceitação de Aeronaves - AEROJR. Consultoria e Capacitação https://aerojr.com/blog/category/aeronautica/aceitacao-de-aeronaves/ Wed, 18 Oct 2023 15:07:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://aerojr.com/wp-content/uploads/2021/09/cropped-Mini-logo-1-32x32.png Arquivos Aceitação de Aeronaves - AEROJR. Consultoria e Capacitação https://aerojr.com/blog/category/aeronautica/aceitacao-de-aeronaves/ 32 32 ANAC: tudo que você precisa saber sobre a Agência https://aerojr.com/blog/tudo-sobre-a-anac/ https://aerojr.com/blog/tudo-sobre-a-anac/#respond Mon, 08 Feb 2021 22:54:22 +0000 https://aerojr.com/2021/02/08/tudo-sobre-a-anac/ Você já sentiu alguma vez medo de andar de avião? Ou já desconfiou da segurança desse tipo de transporte? Para passageiros de primeira viagem esse é um receio recorrente. Entretanto, hoje o transporte aéreo é um dos mais seguros e isso se deve, principalmente, devido à ação das agências reguladoras, sendo que no Brasil, essa agência é a ANAC. Ficou curioso para saber mais sobre como é feita essa regulamentação? Então, veja aqui tudo que você precisa saber sobre a ANAC. Qual a função da ANAC? No Brasil, existem diversas autoridades de aviação que contribuem para a operação segura e de qualidade desse modal. No entanto, na aviação civil, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) é a responsável por esse trabalho. Fundada em 2005, ela substituíra o Departamento de Aviação Civil (DAC) e demais órgãos regionais. Dessa forma, a agência centralizou o papel regulatório aeronáutico no país. Quem controla a ANAC? Apesar de ser o órgão aeronáutico máximo para assuntos civis, a ANAC atualmente está vinculada ao Ministério da Infraestrutura. Logo, os dirigentes dessa autarquia federal são indicados diretamente pelo governo vigente e avaliados pelo Congresso Nacional. Pelo o que a ANAC é responsável? A princípio, as atividades da agência se enquadram em ações de certificação, normatização, fiscalização e representação institucional. Do mesmo modo, a ANAC busca garantir um ambiente de mercado competitivo e minimizar a possibilidade de incidentes. Além disso, ela direciona esforços para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos por toda cadeia produtiva do setor aéreo. Certificação Desde já, para qualquer aeronave, fabricante, companhia aérea, aeródromo ou escola de aviação atuar no país, precisam, primeiramente, de uma certificação da ANAC. Essa certificação é caracterizada pelo acompanhamento e avaliação do grau de confiança e atendimento de requisitos de normas estabelecidas. Assim, após o cumprimento dessa etapa, a atividade aérea estará possibilitada de operar no território brasileiro. Nesse sentido, para certificar aeródromos e helipontos, por exemplo, a ANAC deve realizar uma avaliação da infraestrutura e capacidade do operador em seguir as normas técnicas e de segurança. Contudo, para solicitar o início do processo de certificação para um aeródromo, é essencial verificar a situação cadastral dele. Caso esteja desatualizado, o processo de renovação poderá ser realizado rapidamente por consultorias aeronáuticas experientes no serviço. Assim, esse passo é fundamental, pois caso contrário, o aeródromo não estará presente no Sistema Eletrônico de Informações (SEI-ANAC). Por consequência, as demais etapas da certificação não poderão ser seguidas. Normatização Finalmente, com a certificação em mãos, a empresa terá o aval da agência para operar no país. A partir disso, segue-se para outra etapa: a normatização. De antemão, quando uma aeronave é certificada, ela deverá seguir normas. Para isso, a elaboração delas segue preceitos das instituições regulatórias internacionais de aviação civil nas quais o Brasil é signatário. Para exemplificar, drones e VANTs, considerados tecnologias emergentes, estão revolucionando o mercado de transporte, lazer e monitoramento. Porém, com o crescimento desenfreado, o uso maléfico dessas aeronaves e acidentes são consequências que colocam vidas em risco. Por isso, em 2017, a ANAC regularizou a operação civil delas no país, criando classificações, cadastros, certificações e regras de voos. Logo, caso alguém importe um drone, por exemplo, a agência exige a emissão da homologação do produto. Bem como a plena regularização de componentes para a construção e prototipagem de um. Assim, a normatização define que todos os segmentos do setor aéreo devem seguir normas. Por isso, eventualmente, aeronaves e operadores precisam emitir documentos atestando o cumprimento delas. Fiscalização Não apenas isso, a ANAC, para atestar a normatização, utiliza-se de um outro dispositivo habitual das agências reguladoras: a fiscalização. Para tanto, inclui-se o acompanhamento permanente do desempenho de empresas, produtos, operações e profissionais certificados, buscando garantir segurança e qualidade aos passageiros. Mas também, consonante com demais órgãos, a agência realiza a ação fiscal de identificar e penalizar atos ilegais diante das normas. Há uma regulação excessiva e competitividade? Inegavelmente, todo esse procedimento demonstra o vigor que a ANAC detém para garantir a confiança dos serviços aéreos no Brasil. Apesar disso, o estabelecimento dessa burocracia também é um desafio para o setor que possui margens de faturamento apertadas pelo seu alto custo operacional.  Diante disso, é a ANAC quem realiza a autorização e a concessão para companhias aéreas, táxis aéreos, escolas e oficinas operarem no país. Ao mesmo tempo, ela também define regras para passageiros utilizarem o transporte aéreo, medidas que podem encarecer o preço das passagens. Para isso, um dos exemplos mais conhecidos da burocracia da agência era a proibição da cobrança de bagagens separadamente. Entretanto, recentemente uma nova posição foi tomada em prol da desregulação do setor aéreo visando simplificá-lo e torná-lo mais competitivo. Logo, os efeitos disso foram a chegada de novas companhias aéreas low-cost que visam “abocanhar fatias” no mercado brasileiro. Apesar de tudo, a ANAC possui a responsabilidade de representar também os interesses do Brasil em órgãos internacionais de aviação. Como resultado, ela negocia acordos e tratados sobre o transporte aéreo internacional. Portanto, a agência se posiciona como uma das mais influentes do setor, representando um dos mercados mais dinâmicos do mundo. Como podemos ajudar você a adequar-se às regulamentações da ANAC? Em síntese, ter medo de viajar de avião é bastante comum para passageiros de primeira viagem. Diante do desconhecido, é normal ter receio, principalmente em situações que envolvem riscos. Entretanto, por meio da atuação da ANAC, o transporte aéreo no Brasil nunca esteve tão seguro e moderno. Assim, desde a certificação de novas aeronaves até a fiscalização da operação em aeroportos, garante-se a segurança do usuário. Por fim, se você deseja adequar-se às regulações da ANAC e fazer parte de um dos maiores mercados aeronáuticos do mundo, pode contar conosco da AEROJR.! Buscamos auxiliar a todos que precisam de certificações e cadastros para operarem no país. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com o nosso time! Pois, com excelência em consultoria, é nosso desejo contribuir para a ANAC nessa rica cadeia de valor e garantir uma boa viagem para todos. Autor: Esriel Ferrari

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Você já sentiu alguma vez medo de andar de avião? Ou já desconfiou da segurança desse tipo de transporte? Para passageiros de primeira viagem esse é um receio recorrente. Entretanto, hoje o transporte aéreo é um dos mais seguros e isso se deve, principalmente, devido à ação das agências reguladoras, sendo que no Brasil, essa agência é a ANAC. Ficou curioso para saber mais sobre como é feita essa regulamentação? Então, veja aqui tudo que você precisa saber sobre a ANAC.

Qual a função da ANAC?

No Brasil, existem diversas autoridades de aviação que contribuem para a operação segura e de qualidade desse modal. No entanto, na aviação civil, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) é a responsável por esse trabalho.

ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil)

Fundada em 2005, ela substituíra o Departamento de Aviação Civil (DAC) e demais órgãos regionais. Dessa forma, a agência centralizou o papel regulatório aeronáutico no país.

Quem controla a ANAC?

Apesar de ser o órgão aeronáutico máximo para assuntos civis, a ANAC atualmente está vinculada ao Ministério da Infraestrutura. Logo, os dirigentes dessa autarquia federal são indicados diretamente pelo governo vigente e avaliados pelo Congresso Nacional.

Pelo o que a ANAC é responsável?

A princípio, as atividades da agência se enquadram em ações de certificação, normatização, fiscalização e representação institucional. Do mesmo modo, a ANAC busca garantir um ambiente de mercado competitivo e minimizar a possibilidade de incidentes. Além disso, ela direciona esforços para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos por toda cadeia produtiva do setor aéreo.

Certificação

Desde já, para qualquer aeronave, fabricante, companhia aérea, aeródromo ou escola de aviação atuar no país, precisam, primeiramente, de uma certificação da ANAC. Essa certificação é caracterizada pelo acompanhamento e avaliação do grau de confiança e atendimento de requisitos de normas estabelecidas. Assim, após o cumprimento dessa etapa, a atividade aérea estará possibilitada de operar no território brasileiro.

Helicóptero realizando pouso em um aeródromo.

Nesse sentido, para certificar aeródromos e helipontos, por exemplo, a ANAC deve realizar uma avaliação da infraestrutura e capacidade do operador em seguir as normas técnicas e de segurança. Contudo, para solicitar o início do processo de certificação para um aeródromo, é essencial verificar a situação cadastral dele. Caso esteja desatualizado, o processo de renovação poderá ser realizado rapidamente por consultorias aeronáuticas experientes no serviço. Assim, esse passo é fundamental, pois caso contrário, o aeródromo não estará presente no Sistema Eletrônico de Informações (SEI-ANAC). Por consequência, as demais etapas da certificação não poderão ser seguidas.

Normatização

Finalmente, com a certificação em mãos, a empresa terá o aval da agência para operar no país. A partir disso, segue-se para outra etapa: a normatização. De antemão, quando uma aeronave é certificada, ela deverá seguir normas. Para isso, a elaboração delas segue preceitos das instituições regulatórias internacionais de aviação civil nas quais o Brasil é signatário.

Para exemplificar, drones e VANTs, considerados tecnologias emergentes, estão revolucionando o mercado de transporte, lazer e monitoramento. Porém, com o crescimento desenfreado, o uso maléfico dessas aeronaves e acidentes são consequências que colocam vidas em risco. Por isso, em 2017, a ANAC regularizou a operação civil delas no país, criando classificações, cadastros, certificações e regras de voos. Logo, caso alguém importe um drone, por exemplo, a agência exige a emissão da homologação do produto. Bem como a plena regularização de componentes para a construção e prototipagem de um.

Drone fazendo o monitoramento de área com plantações.

Assim, a normatização define que todos os segmentos do setor aéreo devem seguir normas. Por isso, eventualmente, aeronaves e operadores precisam emitir documentos atestando o cumprimento delas.

Fiscalização

Não apenas isso, a ANAC, para atestar a normatização, utiliza-se de um outro dispositivo habitual das agências reguladoras: a fiscalização. Para tanto, inclui-se o acompanhamento permanente do desempenho de empresas, produtos, operações e profissionais certificados, buscando garantir segurança e qualidade aos passageiros. Mas também, consonante com demais órgãos, a agência realiza a ação fiscal de identificar e penalizar atos ilegais diante das normas.

Há uma regulação excessiva e competitividade?

Inegavelmente, todo esse procedimento demonstra o vigor que a ANAC detém para garantir a confiança dos serviços aéreos no Brasil. Apesar disso, o estabelecimento dessa burocracia também é um desafio para o setor que possui margens de faturamento apertadas pelo seu alto custo operacional. 

Diante disso, é a ANAC quem realiza a autorização e a concessão para companhias aéreas, táxis aéreos, escolas e oficinas operarem no país. Ao mesmo tempo, ela também define regras para passageiros utilizarem o transporte aéreo, medidas que podem encarecer o preço das passagens.

Para isso, um dos exemplos mais conhecidos da burocracia da agência era a proibição da cobrança de bagagens separadamente. Entretanto, recentemente uma nova posição foi tomada em prol da desregulação do setor aéreo visando simplificá-lo e torná-lo mais competitivo. Logo, os efeitos disso foram a chegada de novas companhias aéreas low-cost que visam “abocanhar fatias” no mercado brasileiro.

Apesar de tudo, a ANAC possui a responsabilidade de representar também os interesses do Brasil em órgãos internacionais de aviação. Como resultado, ela negocia acordos e tratados sobre o transporte aéreo internacional. Portanto, a agência se posiciona como uma das mais influentes do setor, representando um dos mercados mais dinâmicos do mundo.

Como podemos ajudar você a adequar-se às regulamentações da ANAC?

Em síntese, ter medo de viajar de avião é bastante comum para passageiros de primeira viagem. Diante do desconhecido, é normal ter receio, principalmente em situações que envolvem riscos. Entretanto, por meio da atuação da ANAC, o transporte aéreo no Brasil nunca esteve tão seguro e moderno. Assim, desde a certificação de novas aeronaves até a fiscalização da operação em aeroportos, garante-se a segurança do usuário.

Por fim, se você deseja adequar-se às regulações da ANAC e fazer parte de um dos maiores mercados aeronáuticos do mundo, pode contar conosco da AEROJR.! Buscamos auxiliar a todos que precisam de certificações e cadastros para operarem no país. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com o nosso time!

Pois, com excelência em consultoria, é nosso desejo contribuir para a ANAC nessa rica cadeia de valor e garantir uma boa viagem para todos.

Autor: Esriel Ferrari

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Aeronavegabilidade https://aerojr.com/blog/aeronavegabilidade/ https://aerojr.com/blog/aeronavegabilidade/#respond Tue, 29 Dec 2020 15:37:08 +0000 https://aerojr.com/2020/12/29/aeronavegabilidade/ Devido à importância do setor aeronáutico, a exigência dos órgãos regulamentadores em garantir a segurança dos usuários nesse meio se torna primordial. Tudo isso, claro, a favor do bom funcionamento do mercado e do uso do espaço aéreo. Nesse contexto, uma das importantes exigências para os produtos aeronáuticos é a aeronavegabilidade, condição mandatória na aprovação de uma aeronave no Brasil. Saber o que ela é, quais quesitos as normas existem e em que condições ela está presente pode fazer toda a diferença. Principalmente se você pensa em se tornar um amante da aviação mais informado ou até um consumidor mais atento. O que é aeronavegabilidade? Define-se por aeronavegabilidade a condição por parte de um produto aeronáutico de realizar um voo seguro ou navegar em segurança pelo espaço aéreo. É importante ressaltar, ainda, que o processo de condicionamento da aeronavegabilidade de um produto aeronáutico se inicia desde o planejamento do projeto. Isso significa, assim, que não é necessário que a aeronave já esteja pronta para começar a certificação. Além disso, as exigências de cada certificado estão disponíveis nos canais de comunicação da ANAC. Lá você também encontra os formulários de solicitação de emissão, de transferência e de vistoria. Para saber sobre a situação de aeronavegabilidade da aeronave, ainda, você pode consultar o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) pelas informações do veículo. A aeronavegabilidade continuada A aeronavegabilidade continuada é um conjunto de processos e ações que devem garantir o cumprimento dos requisitos de aeronavegabilidade exigidos e especificados na certificação. As exigências atendidas pela aeronavegabilidade continuada podem também ser impostas pelo Estado de Registro das aeronaves. Tudo isso, assim, visto que a manutenção do veículo durante a sua vida operacional é tão importante quanto seu nível de confiabilidade enquanto novo produto. Vale destacar, também, que as instruções de aeronavegabilidade continuada devem ser emitidas pelo próprio fabricante dos componentes da aeronave em um documento oficial. O fabricante, por sua vez, deve atestar nesse documento a correção de possíveis falhas ou maus funcionamentos e registrar modificações e aperfeiçoamentos realizados na aeronave. Essas instruções podem, também, propor recomendações de manutenção dos produtos, além das já previstas no manual. As diretrizes de aeronavegabilidade As diretrizes de aeronavegabilidade são documentos emitidos pela ANAC que atestam a segurança do produto. Elas se diferem dos boletins especiais de aeronavegabilidade principalmente na obrigatoriedade do cumprimento. Sendo assim, os boletins são informações de caráter informativo apenas, enquanto as diretrizes têm seu cumprimento como obrigatório. A consulta às diretrizes de aeronavegabilidade emitidas pela ANAC está disponível no site da agência e pode também ser solicitada por qualquer pessoa via e-mail.  É importante lembrar que esse certificado é apenas o começo das solicitações. É responsabilidade do proprietário, ainda, buscar diretrizes emitidas pelo Estado de Projeto dos produtos que opera, dos motores, das hélices e dos equipamentos instalados ou aplicados nestes produtos. Além disso, deve-se incluir também o Certificado Suplementar de Tipo. O certificado de aeronavegabilidade Todas as aeronaves que desejam alçar voo devem possuir o certificado de aeronavegabilidade emitido pela ANAC. Em um primeiro momento, para compreendermos melhor a aplicação dos certificados, separaremos de modo genérico em certificados padrão e certificados especiais. É fundamental destacar também que esses certificados só podem ser solicitados pelo proprietário da aeronave ou por seus representantes legais, mediante submissão à ANAC dos documentos exigidos. Certificado padrão O certificado de aeronavegabilidade (CA) padrão é aquele que se emite para aeronaves em categorias com regulamentações menos burocráticas. O processo para esse tipo de CA é mais rápido, justamente por se tratar de uma documentação consolidada e, como o próprio nome diz, padrão.  O certificado padrão é emitido para aeronaves das seguintes categorias: normal; utilidade; acrobática; transporte regional; transporte e; balões livres tripulados. Certificado especial Já os CA especiais compreendem autorizações de voo mais atípicas e que demandam um pouco mais de tempo e análise por parte do órgão regulamentador. Eles abarcam as autorizações especiais de voo e os certificados de autorização de voos experimentais. Além disso, incluem também os certificados para aeronaves leves esportivas, para aeronaves recém-fabricadas e para aeronaves de categorias primárias ou restritas. Um bom exemplo de aeronaves que precisam de certificados especiais são os VANTs caseiros e os projetos inovadores que utilizam esses veículos. Isso acontece, pois esses drones são considerados recém-fabricados, ou seja, suas tecnologias aplicadas ainda não são amplamente conhecidas pelos registros normativos da ANAC. Outro exemplo é o caso das aeronaves leves esportivas, em que ainda é emitido o Certificado de Aeronavegabilidade Especial para Aeronave Leve Esportiva (CEALE). Já para aeronaves recém-fabricadas, é emitido um Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE) para a prática de aerodesporto. Quer saber mais sobre o mercado aeronáutico e o que podemos fazer por você? Entender tudo o que as normas dos órgãos vigentes exigem do utilizador do espaço aéreo nos dá muitos insumos de como podemos investir nessa área, seja por hobby ou comercialmente. Aqui na AEROJR. trabalhamos com regulamentação aeronáutica em diversos setores, e ajudamos aqueles que têm projetos inovadores a voar alto com seus sonhos. Também asseguramos que pilotos e proprietários amadores tenham a segurança de poder voar sem se preocupar com a condição legal da sua aeronave, garantindo os trâmites de toda a burocracia necessária. Se você se encaixa num desses casos, entre em contato com o nosso time para saber mais sobre o nosso serviço! Caso tenha, também, alguma dúvida sobre o assunto, comenta aqui embaixo. Estamos totalmente à sua disposição! Autora: Layla Rocha

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Devido à importância do setor aeronáutico, a exigência dos órgãos regulamentadores em garantir a segurança dos usuários nesse meio se torna primordial. Tudo isso, claro, a favor do bom funcionamento do mercado e do uso do espaço aéreo. Nesse contexto, uma das importantes exigências para os produtos aeronáuticos é a aeronavegabilidade, condição mandatória na aprovação de uma aeronave no Brasil.

Saber o que ela é, quais quesitos as normas existem e em que condições ela está presente pode fazer toda a diferença. Principalmente se você pensa em se tornar um amante da aviação mais informado ou até um consumidor mais atento.

O que é aeronavegabilidade?

Define-se por aeronavegabilidade a condição por parte de um produto aeronáutico de realizar um voo seguro ou navegar em segurança pelo espaço aéreo. É importante ressaltar, ainda, que o processo de condicionamento da aeronavegabilidade de um produto aeronáutico se inicia desde o planejamento do projeto. Isso significa, assim, que não é necessário que a aeronave já esteja pronta para começar a certificação.

Além disso, as exigências de cada certificado estão disponíveis nos canais de comunicação da ANAC. Lá você também encontra os formulários de solicitação de emissão, de transferência e de vistoria. Para saber sobre a situação de aeronavegabilidade da aeronave, ainda, você pode consultar o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) pelas informações do veículo.

A aeronavegabilidade continuada

A aeronavegabilidade continuada é um conjunto de processos e ações que devem garantir o cumprimento dos requisitos de aeronavegabilidade exigidos e especificados na certificação. As exigências atendidas pela aeronavegabilidade continuada podem também ser impostas pelo Estado de Registro das aeronaves. Tudo isso, assim, visto que a manutenção do veículo durante a sua vida operacional é tão importante quanto seu nível de confiabilidade enquanto novo produto.

Vale destacar, também, que as instruções de aeronavegabilidade continuada devem ser emitidas pelo próprio fabricante dos componentes da aeronave em um documento oficial. O fabricante, por sua vez, deve atestar nesse documento a correção de possíveis falhas ou maus funcionamentos e registrar modificações e aperfeiçoamentos realizados na aeronave. Essas instruções podem, também, propor recomendações de manutenção dos produtos, além das já previstas no manual.

As diretrizes de aeronavegabilidade

As diretrizes de aeronavegabilidade são documentos emitidos pela ANAC que atestam a segurança do produto. Elas se diferem dos boletins especiais de aeronavegabilidade principalmente na obrigatoriedade do cumprimento. Sendo assim, os boletins são informações de caráter informativo apenas, enquanto as diretrizes têm seu cumprimento como obrigatório.

A consulta às diretrizes de aeronavegabilidade emitidas pela ANAC está disponível no site da agência e pode também ser solicitada por qualquer pessoa via e-mail. 

É importante lembrar que esse certificado é apenas o começo das solicitações. É responsabilidade do proprietário, ainda, buscar diretrizes emitidas pelo Estado de Projeto dos produtos que opera, dos motores, das hélices e dos equipamentos instalados ou aplicados nestes produtos. Além disso, deve-se incluir também o Certificado Suplementar de Tipo.

O certificado de aeronavegabilidade

Todas as aeronaves que desejam alçar voo devem possuir o certificado de aeronavegabilidade emitido pela ANAC. Em um primeiro momento, para compreendermos melhor a aplicação dos certificados, separaremos de modo genérico em certificados padrão e certificados especiais.

Drone

É fundamental destacar também que esses certificados só podem ser solicitados pelo proprietário da aeronave ou por seus representantes legais, mediante submissão à ANAC dos documentos exigidos.

Certificado padrão

O certificado de aeronavegabilidade (CA) padrão é aquele que se emite para aeronaves em categorias com regulamentações menos burocráticas. O processo para esse tipo de CA é mais rápido, justamente por se tratar de uma documentação consolidada e, como o próprio nome diz, padrão. 

O certificado padrão é emitido para aeronaves das seguintes categorias:

  • normal;
  • utilidade;
  • acrobática;
  • transporte regional;
  • transporte e;
  • balões livres tripulados.

Certificado especial

Já os CA especiais compreendem autorizações de voo mais atípicas e que demandam um pouco mais de tempo e análise por parte do órgão regulamentador. Eles abarcam as autorizações especiais de voo e os certificados de autorização de voos experimentais. Além disso, incluem também os certificados para aeronaves leves esportivas, para aeronaves recém-fabricadas e para aeronaves de categorias primárias ou restritas.

Um bom exemplo de aeronaves que precisam de certificados especiais são os VANTs caseiros e os projetos inovadores que utilizam esses veículos. Isso acontece, pois esses drones são considerados recém-fabricados, ou seja, suas tecnologias aplicadas ainda não são amplamente conhecidas pelos registros normativos da ANAC.

Aeronaves Leves Esportivas necessitam de um certificado de aeronavegabilidade especial.
Aeronave Leve Esportiva (LSA)

Outro exemplo é o caso das aeronaves leves esportivas, em que ainda é emitido o Certificado de Aeronavegabilidade Especial para Aeronave Leve Esportiva (CEALE). Já para aeronaves recém-fabricadas, é emitido um Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE) para a prática de aerodesporto.

Quer saber mais sobre o mercado aeronáutico e o que podemos fazer por você?

Entender tudo o que as normas dos órgãos vigentes exigem do utilizador do espaço aéreo nos dá muitos insumos de como podemos investir nessa área, seja por hobby ou comercialmente.

Aqui na AEROJR. trabalhamos com regulamentação aeronáutica em diversos setores, e ajudamos aqueles que têm projetos inovadores a voar alto com seus sonhos. Também asseguramos que pilotos e proprietários amadores tenham a segurança de poder voar sem se preocupar com a condição legal da sua aeronave, garantindo os trâmites de toda a burocracia necessária.

Se você se encaixa num desses casos, entre em contato com o nosso time para saber mais sobre o nosso serviço! Caso tenha, também, alguma dúvida sobre o assunto, comenta aqui embaixo. Estamos totalmente à sua disposição!

Autora: Layla Rocha

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5 Super Dicas para Renovar seu CAVE https://aerojr.com/blog/renovacao-do-cave/ https://aerojr.com/blog/renovacao-do-cave/#comments Thu, 07 Nov 2019 18:48:14 +0000 https://aerojr.com/2019/11/07/renovacao-do-cave/ Se você tem uma aeronave experimental, seja acrobática, histórica, amadora, ou de exibição, você sabe como é importante ter a documentação de sua aeronave em dia. Entretanto, essa tarefa também pode se tornar um grande fardo. Por isso, viemos te ajudar com dicas para não ter problemas na renovação de um dos documentos imprescindíveis para aviação experimental: o CAVE (Certificado de autorização de Voo Experimental). O CAVE Para poder ter menos preocupações na renovação do CAVE, em princípio devemos tomar conhecimento das suas atribuições e do custo esperado para realização junto ao órgão regulamentador. O que é O CAVE é uma autorização que permite o uso de aeronaves experimentais. Contudo. esse certificado permite apenas operações experimentais sobre áreas não densamente povoadas. Ou seja, não permite operações com fins lucrativos e nem operações em áreas urbanas.  É realizada junto à ANAC? A autorização da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) é condição necessária, porém não suficiente, para a operação desses equipamentos. Também há permissões a serem concedidas pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) e DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). Validade Esse documento tem validade de mais ou menos um ano, dependendo da determinação da ANAC. Custo A taxa da ANAC para emissão desse documento custa R$ 76,85. Mais um preparo financeiro dentre tantos outros devido a documentações para manter sua aeronave em operação. Renovação do CAVE Ter esse documento sempre renovado é estar prevenido. Isso porque, em uma inspeção de rampa, o CAVE será solicitado. Se alguma inconsistência for verificada, pode acarretar multas ou o groundeamento de sua aeronave. Portanto, não deixe que esse documento lhe impeça de aproveitar sua aeronave. Se prevenir pode parecer não compensar o risco, ou ser muito burocrático ou desgastante, porém, aqui estão as dicas que vão deixar seu amor pela aviação experimental sempre nas alturas. 1. Cheque a Validade de seu Seguro RETA Sabemos que o seguro RETA é obrigatório para todas as aeronaves. Portanto, se você quer aproveitar seus voos mais tranquilo, tenha sempre sua aeronave experimental sempre protegida por esse seguro.  Além disso, checar a validade do seguro RETA é importante para ser capaz de operar sua aeronave. Deixá-lo vencer é descumprir com normas obrigatórias. 2. Mantenha o Diário de Bordo Atualizado Sabemos que criar o hábito de manter o diário de bordo atualizado pode ser uma tarefa difícil. Porém, ele é um documento de controle que contém informações as quais devem estar disponíveis, a todo momento, para o piloto em comando, para o pessoal de manutenção e para a autoridade de aviação civil. E, além de ser fundamental para manutenção da aeronave, ele deve estar devidamente preenchido para a renovação do CAVE. 3. Tenha seu RIAM Sempre em Mãos O Relatório de Inspeção Anual de Manutenção atesta a realização de Inspeção Anual de Manutenção, conforme programa de manutenção da aeronave enviado à ANAC. O seu modelo deve constar do programa de manutenção proposto pela aeronave. Fique alerta, pois esse documento também é imprescindível para inspeções de rampa. Estão autorizados a preencher esse documento o engenheiro aeronáutico ou mecânico-aeronáutico com registro no CREA ou mecânico habilitado pela ANAC. Portanto, tenha planejado antes da renovação do CAVE a inspeção de manutenção. 4. Comprove sua Participação em Eventos Na obtenção do CAVE, o proprietário apresenta uma lista dos eventos (de exibição ou competição) que irá participar. Mas o que fazer quando chega a hora de renovar o CAVE? Caso tenha participado dos eventos Lembre-se de obter e apresentar o certificado de participação comprovando a presença no evento. Caso não tenha participado dos eventos O proprietário deverá apresentar uma declaração assinada e reconhecida em cartório com justificativas de não participação. A obtenção de justificativas não é complexa. Assim, justificativas consideradas válidas são: indisponibilidade de calendário, problemas pessoais, entre outras. 5. Procure Agilidade nos Processos O processo de renovação do CAVE, assim como obtenção e renovação de documentos junto à ANAC, ANATEL e outros órgãos regulamentadores, é um processo burocrático e dispendioso quanto ao tempo. São diversos passos para fazer a renovação. Por isso, é recomendável agilizar esses processos com quem entende do assunto, tem autoridade e está acostumado a lidar com tais processos. Então, nada melhor que contar com engenheiros aeronáuticos para isso.  Portanto, antes de se frustrar pensando que será mais um elevado custo, a AEROJR. traz para você a solução. Trabalhamos abaixo do preço do mercado e com excelência e cuidado com o cliente. Somos uma empresa sem fins lucrativos que visa a formação dos futuros engenheiros aeroespaciais do Brasil! Gostou? Quer entender mais do assunto? Entre em contato conosco, estaremos super dispostos para te auxiliar! Autora: Sarah Frizera

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Se você tem uma aeronave experimental, seja acrobática, histórica, amadora, ou de exibição, você sabe como é importante ter a documentação de sua aeronave em dia. Entretanto, essa tarefa também pode se tornar um grande fardo. Por isso, viemos te ajudar com dicas para não ter problemas na renovação de um dos documentos imprescindíveis para aviação experimental: o CAVE (Certificado de autorização de Voo Experimental).

O CAVE

Para poder ter menos preocupações na renovação do CAVE, em princípio devemos tomar conhecimento das suas atribuições e do custo esperado para realização junto ao órgão regulamentador.

O que é

O CAVE é uma autorização que permite o uso de aeronaves experimentais. Contudo. esse certificado permite apenas operações experimentais sobre áreas não densamente povoadas. Ou seja, não permite operações com fins lucrativos e nem operações em áreas urbanas. 

É realizada junto à ANAC?

A autorização da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) é condição necessária, porém não suficiente, para a operação desses equipamentos. Também há permissões a serem concedidas pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) e DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).

Validade

Esse documento tem validade de mais ou menos um ano, dependendo da determinação da ANAC.

Custo

A taxa da ANAC para emissão desse documento custa R$ 76,85. Mais um preparo financeiro dentre tantos outros devido a documentações para manter sua aeronave em operação.

Renovação do CAVE

Ter esse documento sempre renovado é estar prevenido. Isso porque, em uma inspeção de rampa, o CAVE será solicitado. Se alguma inconsistência for verificada, pode acarretar multas ou o groundeamento de sua aeronave. Portanto, não deixe que esse documento lhe impeça de aproveitar sua aeronave. Se prevenir pode parecer não compensar o risco, ou ser muito burocrático ou desgastante, porém, aqui estão as dicas que vão deixar seu amor pela aviação experimental sempre nas alturas.

1. Cheque a Validade de seu Seguro RETA

Sabemos que o seguro RETA é obrigatório para todas as aeronaves. Portanto, se você quer aproveitar seus voos mais tranquilo, tenha sempre sua aeronave experimental sempre protegida por esse seguro

Além disso, checar a validade do seguro RETA é importante para ser capaz de operar sua aeronave. Deixá-lo vencer é descumprir com normas obrigatórias.

2. Mantenha o Diário de Bordo Atualizado

Sabemos que criar o hábito de manter o diário de bordo atualizado pode ser uma tarefa difícil. Porém, ele é um documento de controle que contém informações as quais devem estar disponíveis, a todo momento, para o piloto em comando, para o pessoal de manutenção e para a autoridade de aviação civil. E, além de ser fundamental para manutenção da aeronave, ele deve estar devidamente preenchido para a renovação do CAVE.

3. Tenha seu RIAM Sempre em Mãos

O Relatório de Inspeção Anual de Manutenção atesta a realização de Inspeção Anual de Manutenção, conforme programa de manutenção da aeronave enviado à ANAC. O seu modelo deve constar do programa de manutenção proposto pela aeronave. Fique alerta, pois esse documento também é imprescindível para inspeções de rampa.

Estão autorizados a preencher esse documento o engenheiro aeronáutico ou mecânico-aeronáutico com registro no CREA ou mecânico habilitado pela ANAC. Portanto, tenha planejado antes da renovação do CAVE a inspeção de manutenção.

4. Comprove sua Participação em Eventos

Na obtenção do CAVE, o proprietário apresenta uma lista dos eventos (de exibição ou competição) que irá participar. Mas o que fazer quando chega a hora de renovar o CAVE?

Caso tenha participado dos eventos

Lembre-se de obter e apresentar o certificado de participação comprovando a presença no evento.

Caso não tenha participado dos eventos

O proprietário deverá apresentar uma declaração assinada e reconhecida em cartório com justificativas de não participação.

A obtenção de justificativas não é complexa. Assim, justificativas consideradas válidas são: indisponibilidade de calendário, problemas pessoais, entre outras.

5. Procure Agilidade nos Processos

O processo de renovação do CAVE, assim como obtenção e renovação de documentos junto à ANAC, ANATEL e outros órgãos regulamentadores, é um processo burocrático e dispendioso quanto ao tempo. São diversos passos para fazer a renovação. Por isso, é recomendável agilizar esses processos com quem entende do assunto, tem autoridade e está acostumado a lidar com tais processos. Então, nada melhor que contar com engenheiros aeronáuticos para isso. 

Portanto, antes de se frustrar pensando que será mais um elevado custo, a AEROJR. traz para você a solução. Trabalhamos abaixo do preço do mercado e com excelência e cuidado com o cliente. Somos uma empresa sem fins lucrativos que visa a formação dos futuros engenheiros aeroespaciais do Brasil!

Gostou? Quer entender mais do assunto? Entre em contato conosco, estaremos super dispostos para te auxiliar!

Autora: Sarah Frizera

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Modificações em Aeronaves Sem Dores de Cabeça https://aerojr.com/blog/modificacoes-em-aeronaves/ https://aerojr.com/blog/modificacoes-em-aeronaves/#respond Thu, 03 Oct 2019 13:37:55 +0000 https://aerojr.com/2019/10/03/modificacoes-em-aeronaves/ A segurança e necessidade de qualidade constante é essencial no setor aeronáutico. Muitas vezes, essa afirmação refere-se à aviação comercial. No entanto, essa é uma necessidade e preocupação em todos os ramos da aviação civil. Dessa forma, estão englobadas a aviação experimental, a desportiva, e até mesmo a executiva. Assim, deve-se identificar e aprovar as modificações em aeronaves junto ao órgão regulamentador, a fim de garantir a segurança e a qualidade. Modificações junto à ANAC Visando a manutenção da qualidade e incremento da segurança, é desejado realizar a atualização de componentes internos da aeronave. Entre eles, equipamentos de aeronavegabilidade e comunicação. Estas modificações muitas vezes podem parecer simples e sem grandes implicações, dando a sensação de que não afetam a segurança de voo. Entretanto, é necessário que comunique-as e estabeleça-as junto ao órgão regulador (ANAC). Caso contrário, você correrá o risco de enfrentar problemas burocráticos. Em certos casos, acarretará o pagamento de multas ou, em um pior cenário, sua aeronave pode ter que ficar “groundeada” (sem a permissão de voo). Três Caminhos Sendo assim, para se realizar modificações em aeronaves, e não ter problemas com os órgãos reguladores, a orientação da ANAC é que existe a possibilidade de seguir três possíveis caminhos: Duração É importante ressaltar que, considerando os caminhos propostos pela ANAC, trata-se de um processo que leva determinado tempo. Além disso, a duração varia de acordo com o caso. Assim, há situações em que já se tem a aprovação das modificações junto a ANAC, tornando o processo mais rápido e durando alguns meses. Enquanto que há outros casos, como o de solução própria, que podem demorar mais de um ano para ser aprovado. Custo Os valores demandados para cada solução podem variar conforme a complexidade da solução e da necessidade de cada caso. Entretanto, o custo com o projeto ainda é baixo, de forma que, costumeiramente, a modificação com projeto e apreciação da ANAC possui um valor total abaixo do de uma multa por situação irregular da aeronave. Fora a situação incômoda da aeronave ficar “groundeada”. Previna-se Não seja pego desprevenido em uma inspeção de rampa com algum equipamento irregular, isso pode lhe causar multas custosas e problemas com a ANAC. Para isso, a AEROJR. indica que a documentação e o envio do formulário seja feitos com antecedência e com a supervisão de uma empresa ou técnico especializado. Desta forma, a AEROJR. coloca-se à disposição para retirar dúvidas e acompanhar o processo. Então, entre em contato conosco para lhe ajudar! Autor: Uziel Parada

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A segurança e necessidade de qualidade constante é essencial no setor aeronáutico. Muitas vezes, essa afirmação refere-se à aviação comercial. No entanto, essa é uma necessidade e preocupação em todos os ramos da aviação civil. Dessa forma, estão englobadas a aviação experimental, a desportiva, e até mesmo a executiva. Assim, deve-se identificar e aprovar as modificações em aeronaves junto ao órgão regulamentador, a fim de garantir a segurança e a qualidade.

Modificações junto à ANAC

Visando a manutenção da qualidade e incremento da segurança, é desejado realizar a atualização de componentes internos da aeronave. Entre eles, equipamentos de aeronavegabilidade e comunicação.

Estas modificações muitas vezes podem parecer simples e sem grandes implicações, dando a sensação de que não afetam a segurança de voo. Entretanto, é necessário que comunique-as e estabeleça-as junto ao órgão regulador (ANAC). Caso contrário, você correrá o risco de enfrentar problemas burocráticos. Em certos casos, acarretará o pagamento de multas ou, em um pior cenário, sua aeronave pode ter que ficar “groundeada” (sem a permissão de voo).

Três Caminhos

Sendo assim, para se realizar modificações em aeronaves, e não ter problemas com os órgãos reguladores, a orientação da ANAC é que existe a possibilidade de seguir três possíveis caminhos:

  1. Realizar uma solução por meio de uma execução do próprio fabricante da aeronave;
  2. Realizar uma solução que já fora desenvolvida anteriormente e aprovada no Brasil. Essa metodologia é, possivelmente, a mais ágil no processo de aprovação pelo órgão competente (ANAC);
  3. Realizar uma solução própria, de forma a desenvolver o projeto de alteração da aeronave, junto a um técnico especialista ou empresa especializada, que levará o projeto à análise da ANAC aguardando resposta de aprovação.

Duração

É importante ressaltar que, considerando os caminhos propostos pela ANAC, trata-se de um processo que leva determinado tempo. Além disso, a duração varia de acordo com o caso. Assim, há situações em que já se tem a aprovação das modificações junto a ANAC, tornando o processo mais rápido e durando alguns meses. Enquanto que há outros casos, como o de solução própria, que podem demorar mais de um ano para ser aprovado.

Custo

Os valores demandados para cada solução podem variar conforme a complexidade da solução e da necessidade de cada caso. Entretanto, o custo com o projeto ainda é baixo, de forma que, costumeiramente, a modificação com projeto e apreciação da ANAC possui um valor total abaixo do de uma multa por situação irregular da aeronave. Fora a situação incômoda da aeronave ficar “groundeada”.

Previna-se

Não seja pego desprevenido em uma inspeção de rampa com algum equipamento irregular, isso pode lhe causar multas custosas e problemas com a ANAC. Para isso, a AEROJR. indica que a documentação e o envio do formulário seja feitos com antecedência e com a supervisão de uma empresa ou técnico especializado. Desta forma, a AEROJR. coloca-se à disposição para retirar dúvidas e acompanhar o processo. Então, entre em contato conosco para lhe ajudar!

Autor: Uziel Parada

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Documentos Imprescindíveis para ter a bordo https://aerojr.com/blog/documentos-a-bordo/ https://aerojr.com/blog/documentos-a-bordo/#respond Thu, 15 Aug 2019 14:11:01 +0000 https://aerojr.com/2019/08/15/documentos-a-bordo/ Provavelmente você já andou de avião, ou pelo menos já viu um, nem que seja voando lá no alto céu. Cada vez mais pessoas estão tendo acesso a esse meio de transporte extremamente rápido e eficiente. Entretanto, muitos ainda não sabem o que é necessário para que um avião possa decolar e realizar o voo normalmente. Há diversos requisitos mínimos gerais para que a aeronave seja autorizada a operar. Portanto, assim como qualquer outro meio de transporte, uma série de documentos a bordo são necessários para que ele seja autorizado a voar. Todas as aeronaves civis estão sujeitas às regras do RBHA-91, que é o Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica. Dessa forma, ele determina regras gerais de operação para esse tipo de aeronave. Tal Regulamento estabelece que os documentos essenciais de se ter a bordo são: Certificado de matrícula da aeronave; Certificado de aeronavegabilidade; Manuais atualizados; Checklist; Comprovante de seguro; Diário de bordo; Ficha de inspeção anual de manutenção; Ficha de pesagem; NSCA 3; e Licença estação da aeronave. A seguir falaremos sobre cada um desses documentos detalhadamente. Certificado de Matrícula O RAB (Registro Aeronáutico Brasileiro) emite o certificado de matrícula. Esse é o documento emitido pela ANAC e é responsável pela identificação da aeronave para efeitos legais. Além disso, ele reúne tudo o que caracteriza determinada aeronave, além dos elementos referentes à sua propriedade. A matrícula muitas vezes também é chamada de prefixo. Então, no caso brasileiro, ela corresponde a um conjunto de letras próprio de cada aeronave. Esse prefixo é registrado na primeira vez que o avião ou helicóptero for legalizado no país, e se mantém o mesmo até ele mudar de nacionalidade. Assim, para se obter o certificado de matrícula, é necessário que a aeronave esteja em conformidade com as leis, e com nenhuma dívida pendente. Caso necessário, é possível obter uma matrícula provisória, mas válida apenas para um curto período de tempo. Certificado de Aeronavegabilidade É o comprovante das condições mínimas de que a aeronave pode operar em segurança e que cumpre a regulamentação brasileira. Também emitido pela ANAC, por meio do RAB, ele mostra que o veículo é capaz de fazer um voo seguro. Na maioria dos países, não é possível operar aeronaves civis sem o certificado de aeronavegabilidade de cada uma delas. Além disso, o órgão governamental responsável do país em que a aeronave foi matriculada deve sempre emitir esse certificado, não valendo o certificado obtido em outra nacionalidade. Desse modo, para se certificar a aeronavegabilidade, é necessário que a aeronave esteja bem conservada e mantida por profissionais habilitados. Igualmente, a certificação do projeto e da fabricação da aeronave também são essenciais para a constatação da aeronavegabilidade. Ou seja, esse certificado assegura que a aeronave é mantida, foi projetada e foi produzida dentro dos padrões estabelecidos. Manuais de Voo Sempre que uma aeronave nova for entregue ao comprador, ela deverá vir acompanhada de um Manual de Voo. Ele fornece todas as informações necessárias para a operação adequada da aeronave. Também pode chamar o manual de voo de “manual do piloto”, ou de “manual de operação”. Além disso, os manuais de voo são essenciais para a aceitação de aeronaves pela Anac. Esses manuais sempre são divididos em seções, sendo cada uma com um enfoque diferente. Como em muitos casos esses manuais podem vir em inglês, é recomendável o piloto ter conhecimento aprofundado dessa língua estrangeira. Além do mais, uma aeronave pode possuir mais de um manual de voo, podendo existir alguns para consultas específicas ou para referências rápidas. Inclusive, cada manual é específico e único para uma aeronave em particular. Deve estar identificada, por exemplo, a qual avião (ou helicóptero) pertence determinado manual. Checklist Para se ter um voo mais seguro e com menos imprevistos, é ideal fazer uma série de checklists. Isso deve ser feito pois, como são “listas de verificação”, ajudam o piloto a sempre estar ciente da situação da aeronave. Além disso, existem dezenas de listas diferentes, que devem ser feitas antes, depois e durante diversas fases do voo. Por exemplo, há checklist pré-voo, antes da decolagem, de subida, de cruzeiro, de pouso, após o pouso, entre outros. Portanto, fazer listas de verificação completas e de maneira correta ajuda a evitar acidentes e garante maior eficiência. Inclusive, a falta ou ineficácia dos checklists estão entre os fatores causadores de diversos acidentes aéreos. Seguro Assim como os veículos terrestres, as aeronaves também possuem seguro para se protegerem de possíveis problemas ou acidentes. Aliás, ter o seguro RETA é obrigatório para que se possa voar. Sua sigla significa “Responsabilidade civil do Explorador ou Transportador Aéreo”. O Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer) determina essa obrigatoriedade. Igualmente, é necessário apresentar o seguro ao RAB para que ele emita o certificado de aeronavegabilidade. Vale ressaltar que, como ele vale para todos os veículos aéreos, proprietários de drones também devem contratar o seguro RETA para poderem usá-los para fins comerciais. A apólice de seguro garante a segurança das atividades. Dessa forma, os elementos que fazem parte dela são: condições gerias, particulares e especiais. Assim, a apólice é sempre emitida por uma seguradora, e possui cobertura especificada, garantia, valor, e prazo de validade pré-estabelecido. Além disso, é necessário comprovar a posse do seguro para poder decolar. Ou seja, não é estritamente necessário ter consigo a apólice em si. O Certificado de seguro, junto com o respectivo comprovante de pagamento, também serve para permitir o voo. Diário de Bordo Também chamado de Registro de Voo, nele é registrado a jornada e as ocorrências da aeronave e de seus tripulantes. Em virtude de ser um documento importante, ele deverá sempre ser assinado pelo comandante da aeronave antes do voo. Do mesmo modo, o piloto deverá ser o responsável por fazer as anotações. O conteúdo deve incluir horário e local de pouso e decolagem, combustível em cada parte do voo, data, identificação da tripulação, passageiros transportados, ocorrências, jornada de trabalho, número de ciclo, entre outras anotações. Portanto, deve-se anotar no diário de bordo todos os voos, e todas as etapas deles.

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Provavelmente você já andou de avião, ou pelo menos já viu um, nem que seja voando lá no alto céu. Cada vez mais pessoas estão tendo acesso a esse meio de transporte extremamente rápido e eficiente. Entretanto, muitos ainda não sabem o que é necessário para que um avião possa decolar e realizar o voo normalmente. Há diversos requisitos mínimos gerais para que a aeronave seja autorizada a operar. Portanto, assim como qualquer outro meio de transporte, uma série de documentos a bordo são necessários para que ele seja autorizado a voar.

Todas as aeronaves civis estão sujeitas às regras do RBHA-91, que é o Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica. Dessa forma, ele determina regras gerais de operação para esse tipo de aeronave.

ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil
ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil

Tal Regulamento estabelece que os documentos essenciais de se ter a bordo são:

  • Certificado de matrícula da aeronave;
  • Certificado de aeronavegabilidade;
  • Manuais atualizados;
  • Checklist;
  • Comprovante de seguro;
  • Diário de bordo;
  • Ficha de inspeção anual de manutenção;
  • Ficha de pesagem;
  • NSCA 3; e
  • Licença estação da aeronave.

A seguir falaremos sobre cada um desses documentos detalhadamente.

Certificado de Matrícula

O RAB (Registro Aeronáutico Brasileiro) emite o certificado de matrícula. Esse é o documento emitido pela ANAC e é responsável pela identificação da aeronave para efeitos legais. Além disso, ele reúne tudo o que caracteriza determinada aeronave, além dos elementos referentes à sua propriedade. A matrícula muitas vezes também é chamada de prefixo.

Então, no caso brasileiro, ela corresponde a um conjunto de letras próprio de cada aeronave. Esse prefixo é registrado na primeira vez que o avião ou helicóptero for legalizado no país, e se mantém o mesmo até ele mudar de nacionalidade. Assim, para se obter o certificado de matrícula, é necessário que a aeronave esteja em conformidade com as leis, e com nenhuma dívida pendente. Caso necessário, é possível obter uma matrícula provisória, mas válida apenas para um curto período de tempo.

Certificado de Aeronavegabilidade

É o comprovante das condições mínimas de que a aeronave pode operar em segurança e que cumpre a regulamentação brasileira. Também emitido pela ANAC, por meio do RAB, ele mostra que o veículo é capaz de fazer um voo seguro. Na maioria dos países, não é possível operar aeronaves civis sem o certificado de aeronavegabilidade de cada uma delas. Além disso, o órgão governamental responsável do país em que a aeronave foi matriculada deve sempre emitir esse certificado, não valendo o certificado obtido em outra nacionalidade.

Desse modo, para se certificar a aeronavegabilidade, é necessário que a aeronave esteja bem conservada e mantida por profissionais habilitados. Igualmente, a certificação do projeto e da fabricação da aeronave também são essenciais para a constatação da aeronavegabilidade. Ou seja, esse certificado assegura que a aeronave é mantida, foi projetada e foi produzida dentro dos padrões estabelecidos.

Manuais de Voo

Sempre que uma aeronave nova for entregue ao comprador, ela deverá vir acompanhada de um Manual de Voo. Ele fornece todas as informações necessárias para a operação adequada da aeronave. Também pode chamar o manual de voo de “manual do piloto”, ou de “manual de operação”. Além disso, os manuais de voo são essenciais para a aceitação de aeronaves pela Anac.

Esses manuais sempre são divididos em seções, sendo cada uma com um enfoque diferente. Como em muitos casos esses manuais podem vir em inglês, é recomendável o piloto ter conhecimento aprofundado dessa língua estrangeira. Além do mais, uma aeronave pode possuir mais de um manual de voo, podendo existir alguns para consultas específicas ou para referências rápidas. Inclusive, cada manual é específico e único para uma aeronave em particular. Deve estar identificada, por exemplo, a qual avião (ou helicóptero) pertence determinado manual.

manual de voo embraer

Checklist

Para se ter um voo mais seguro e com menos imprevistos, é ideal fazer uma série de checklists. Isso deve ser feito pois, como são “listas de verificação”, ajudam o piloto a sempre estar ciente da situação da aeronave. Além disso, existem dezenas de listas diferentes, que devem ser feitas antes, depois e durante diversas fases do voo. Por exemplo, há checklist pré-voo, antes da decolagem, de subida, de cruzeiro, de pouso, após o pouso, entre outros. Portanto, fazer listas de verificação completas e de maneira correta ajuda a evitar acidentes e garante maior eficiência. Inclusive, a falta ou ineficácia dos checklists estão entre os fatores causadores de diversos acidentes aéreos.

lista mestre de verificação de inspeção em rampa

Seguro

Assim como os veículos terrestres, as aeronaves também possuem seguro para se protegerem de possíveis problemas ou acidentes. Aliás, ter o seguro RETA é obrigatório para que se possa voar. Sua sigla significa “Responsabilidade civil do Explorador ou Transportador Aéreo”. O Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer) determina essa obrigatoriedade. Igualmente, é necessário apresentar o seguro ao RAB para que ele emita o certificado de aeronavegabilidade. Vale ressaltar que, como ele vale para todos os veículos aéreos, proprietários de drones também devem contratar o seguro RETA para poderem usá-los para fins comerciais.

A apólice de seguro garante a segurança das atividades. Dessa forma, os elementos que fazem parte dela são: condições gerias, particulares e especiais. Assim, a apólice é sempre emitida por uma seguradora, e possui cobertura especificada, garantia, valor, e prazo de validade pré-estabelecido. Além disso, é necessário comprovar a posse do seguro para poder decolar. Ou seja, não é estritamente necessário ter consigo a apólice em si. O Certificado de seguro, junto com o respectivo comprovante de pagamento, também serve para permitir o voo.

Diário de Bordo

Também chamado de Registro de Voo, nele é registrado a jornada e as ocorrências da aeronave e de seus tripulantes. Em virtude de ser um documento importante, ele deverá sempre ser assinado pelo comandante da aeronave antes do voo. Do mesmo modo, o piloto deverá ser o responsável por fazer as anotações. O conteúdo deve incluir horário e local de pouso e decolagem, combustível em cada parte do voo, data, identificação da tripulação, passageiros transportados, ocorrências, jornada de trabalho, número de ciclo, entre outras anotações. Portanto, deve-se anotar no diário de bordo todos os voos, e todas as etapas deles.

diario de bordo aeronave

Ficha de Inspeção

A Ficha de Inspeção Anual de Manutenção (FIAM) serve para demonstrar que a aeronave foi bem cuidada e está em conformidade com as leis. De maneira idêntica, mostra que seguiu de maneira correta o programa de manutenção previamente aprovado. Não é obrigatoriamente necessário realizar uma manutenção anual programada na aeronave para obter esse documento, precisa-se somente confirmar para a autoridade competente que a manutenção da aeronave está em dia. Assim, deve realizar a renovação da FIAM a cada um ano, sendo esse prazo não prorrogável. Sem uma Ficha de Inspeção válida, a aeronave fica automaticamente interditada.

Ficha de Pesagem

Cada aeronave fabricada deve ter a sua Ficha de Peso e Balanceamento. O próprio fabricante deve produzir sua base, desde o processo de aceitação. De modo que, a cada modificação que altere o peso da aeronave, uma nova ficha de pesagem deve ser feita. Ela serve para determinar o peso total, centro de gravidade, e as velocidades de estol, decolagem e aproximação, por exemplo. A marcação dos pesos se divide entre seções da fuselagem, em distâncias predefinidas pela engenharia. Antes de cada voo, o piloto a deve preencher completamente, e tomando muito cuidado para não errar os valores.

ficha de pesasem

NSCA 

As Normas do Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA), possuem o intuito de prevenir a ocorrência de acidentes aéreos, seja em solo ou no ar. Atualmente, é preciso ter a bordo consigo a NSCA 3-13, sendo que podem também pedir as NSCA 3-5 e 3-7. A NSCA 3-13 contém protocolos de investigação de ocorrências aeronáuticas da aviação civil conduzidas pelo Estado brasileiro. As outras duas possuem procedimentos de notificação e confirmação de ocorrências no âmbito do SIPAER (Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), assim como a responsabilidade do operador da aeronave no caso de um acidente ou incidente. Logo, ter ciência do conteúdo dessas normas ajuda a manter um nível aceitável de segurança operacional.

Licença Estação

Por fim, por meio da Licença Estação da Aeronave obtém-se a autorização do uso e da instalação dos rádios de comunicação e navegação. Ela é necessária para atender aos procedimentos que a ANATEL estabelece. A existência dessa licença e da conscientização acerca dos direitos e deveres do operador contribui para a criação das regras da responsabilidade civil do transportador aéreo.

Documentos a Bordo

Visto isso, percebe-se que os documentos obrigatórios a bordo para poder voar é vasta. Muitos podem acabar encontrando dificuldades em conseguir reunir todos eles, e assim acabarem sendo impedidos de usar a seu avião ou helicóptero.

Se você possui uma aeronave ou pretende adquirir uma, e precisa de ajuda, consulte a AEROJR. Conosco você encontrará diversos tipos de serviço. Então, contate-nos para saber mais! E se gostou deste texto, visite nosso blog e veja outras publicações nossas!

Autor: Leonardo Shigueo

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O que Saber Antes de Comprar um Helicóptero? https://aerojr.com/blog/comprar-um-helicoptero/ https://aerojr.com/blog/comprar-um-helicoptero/#comments Thu, 04 Apr 2019 14:30:35 +0000 https://aerojr.com/2019/04/04/comprar-um-helicoptero/ Atualmente, é uma grande vantagem possuir um helicóptero para locomoção, mesmo que, nem todos possuam essa oportunidade. Entretanto, já imaginou o que é necessário avaliar antes de comprar um helicóptero? Caso esteja em busca de mais conhecimentos na área ou ter certeza de que está no caminho certo na escolha do seu helicóptero, trouxemos aqui todas as dicas necessárias para isso! A grande vantagem de comprar um Helicóptero A cada ano o trânsito nas principais e maiores cidades brasileiras se torna mais caótico. Com isso, limitam o tempo daqueles que precisam se locomover rapidamente pelos lugares, principalmente na esfera empresarial e empreendedora. O famoso ditado “tempo é dinheiro”, embora polêmico, se torna indiscutivelmente verdadeiro quando se trata da agilidade dos deslocamentos no mundo dos negócios. Por isso, muitos empresários precisam deslocar grandes distâncias em questão de horas, para comparecer a duas ou mais reuniões durante um único dia de trabalho. Tal realidade pede uma solução rápida, segura, prática e extremamente versátil: o helicóptero. A capacidade de um helicóptero decolar e pousar com facilidade proporciona maior agilidade na sua operação. Além de não necessitar de uma pista de pouso, e sim de um heliponto, muito mais prático de ser construído próximo aos grandes centros comerciais. Tudo isso torna-o o meio de transporte ideal para empresários. Diante disso, iremos apresentar 7 coisas que você deve levar em consideração antes de comprar o seu helicóptero. 1. Piloto ou passageiro? Antes de se adquirir um helicóptero é importante levar em consideração se você será o piloto, ou um passageiro – ainda que dono – na aeronave. Inclusive, vale ressaltar que quanto maior a aeronave, maior a habilidade necessária para pilotá-la, e maior o tempo de dedicação e prática necessários para dominá-la. Portanto, se você for pilotar a própria aeronave, é interessante que opte por um modelo menor e mais compacto. Dentre as aeronaves de pequeno e médio porte mais utilizadas no Brasil, estão os modelos R22, R44 e R66 da Robinson, e o AS350 da Helibrás, mais conhecido como “Esquilo”. Agora, se for optar pelo conforto de contratar um piloto, existem aeronaves maiores, mais rápidas, que transportam mais carga e que oferecem opções de luxo atrativas, como modelos das marcas Airbus (H160), Bell (430), Leonardo (AW169) e Sikorsky (S-76). Os helicópteros de maior porte oferecem um diferencial interessante, que é a possibilidade de operação em condições adversas, segundo as Regras de Voo por Instrumento (IFR). 2. Pense nas despesas Não se pode pensar em aeronaves – seja de qual tipo ela for – sem pensar em custo. A princípio, é extremamente importante fazer um levantamento de despesas do helicóptero. E, logo depois, adequar sua escolha às suas necessidades. Entretanto, lembre-se que a capacidade, a autonomia de voo, o consumo de combustível e as manutenções necessárias influenciam fortemente no seu preço. Enquanto que a capacidade e a autonomia de voo do helicóptero são características da aeronave e influenciam diretamente no seu preço de compra, o preço da manutenção e o consumo de combustível são despesas constantes, e dependem não só do modelo do helicóptero, mas também do mercado. O preço do combustível, por exemplo, cresce de maneira imprevisível, e a manutenção deve ser realizada periodicamente por mão de obra qualificada que, querendo ou não, sofre influência da Lei da Oferta e Procura. Ainda sim, existem meios de se economizar na aquisição de um helicóptero como o compartilhamento de aeronaves. Talvez, essa possibilidade seja, no futuro, uma grande tendência. 3. Vai para onde? Ainda pensando na escolha de uma aeronave ideal para suas necessidades, é importante ter em mente a distância que percorrerá com o helicóptero. As aeronaves menores têm uma autonomia de voo reduzida quando comparada à dos modelos de médio e grande porte. Portanto, não sendo adequadas para voos interestaduais, por exemplo. 4. De quanto luxo você precisa? Novamente um ponto que depende de como você usará seu helicóptero: o luxo. Se seu helicóptero será, além de um meio de transporte ágil, um local onde você poderá se reunir com clientes, parceiros e demais pessoas importantes para o seu negócio, é interessante causar uma boa impressão investindo no luxo. Nesse sentido, voltamos para a primeira dica apresentada na publicação, ou seja, se a sua aeronave servirá também para o “social”. Dessa forma, seu orçamento deve considerar não só a contratação de um piloto, mas também uma aeronave maior, mais confortável, mais luxuosa, e com maior capacidade de carga e passageiros. 5. Procedência Após a decisão do modelo do helicóptero já encaminhada, você provavelmente já está procurando anúncios de aeronaves usadas à venda. Tendo em vista que seu preço é bem mais competitivo quando comparado com uma aeronave nova. No entanto, é muito importante ter atenção redobrada para a procedência da aeronave e providenciar uma inspeção PPI. A PPI (Inspeção Pré-Compra) pode ser agendada com seu agente de vendas e com mecânicos especializados em helicópteros, no local de venda, quando um acordo por escrito for firmado e um depósito judicial realizado. Essa inspeção pode requerer de um a dois dias, dependendo do modelo e da idade do helicóptero. Além disso, compreende a avaliação dos livros de registro, da documentação, a inspeção física e um teste de voo. 6. Tem “garagem”? Antes de comprar o helicóptero, não se esqueça de providenciar um local para alocá-lo, de preferência coberto e protegido de possíveis intempéries. Para isso, existem muitas empresas especializadas em hangaragem de aeronaves que podem cuidar disso para você. Essas empresas oferecem inclusive serviços de atendimento aeroportuário, limpeza e manutenção da aeronave. Além disso, se você é piloto e utiliza o helicóptero também para fins pessoais, provavelmente deseja ter um heliponto na sua casa. Se esse for o caso, assegure-se de que o projeto atenda às devidas condições de segurança. 7. Manutenção Como já foi dito, a manutenção é um aspecto muito importante no processo de decisão de compra de um helicóptero. Logo, a escolha de um centro de serviços de manutenção de aeronaves, ou até mesmo de um engenheiro ou mecânico de confiança, deve

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Atualmente, é uma grande vantagem possuir um helicóptero para locomoção, mesmo que, nem todos possuam essa oportunidade. Entretanto, já imaginou o que é necessário avaliar antes de comprar um helicóptero? Caso esteja em busca de mais conhecimentos na área ou ter certeza de que está no caminho certo na escolha do seu helicóptero, trouxemos aqui todas as dicas necessárias para isso!

A grande vantagem de comprar um Helicóptero

A cada ano o trânsito nas principais e maiores cidades brasileiras se torna mais caótico. Com isso, limitam o tempo daqueles que precisam se locomover rapidamente pelos lugares, principalmente na esfera empresarial e empreendedora. O famoso ditado “tempo é dinheiro”, embora polêmico, se torna indiscutivelmente verdadeiro quando se trata da agilidade dos deslocamentos no mundo dos negócios. Por isso, muitos empresários precisam deslocar grandes distâncias em questão de horas, para comparecer a duas ou mais reuniões durante um único dia de trabalho. Tal realidade pede uma solução rápida, segura, prática e extremamente versátil: o helicóptero.

A capacidade de um helicóptero decolar e pousar com facilidade proporciona maior agilidade na sua operação. Além de não necessitar de uma pista de pouso, e sim de um heliponto, muito mais prático de ser construído próximo aos grandes centros comerciais. Tudo isso torna-o o meio de transporte ideal para empresários.

Diante disso, iremos apresentar 7 coisas que você deve levar em consideração antes de comprar o seu helicóptero.

1. Piloto ou passageiro?

Antes de se adquirir um helicóptero é importante levar em consideração se você será o piloto, ou um passageiro – ainda que dono – na aeronave. Inclusive, vale ressaltar que quanto maior a aeronave, maior a habilidade necessária para pilotá-la, e maior o tempo de dedicação e prática necessários para dominá-la. Portanto, se você for pilotar a própria aeronave, é interessante que opte por um modelo menor e mais compacto. Dentre as aeronaves de pequeno e médio porte mais utilizadas no Brasil, estão os modelos R22, R44 e R66 da Robinson, e o AS350 da Helibrás, mais conhecido como “Esquilo”.

Helibrás AS350, o “Esquilo”; fonte: http://www.girikair.com/eurocopter-aS350.html
Helibrás AS350, o “Esquilo”

Agora, se for optar pelo conforto de contratar um piloto, existem aeronaves maiores, mais rápidas, que transportam mais carga e que oferecem opções de luxo atrativas, como modelos das marcas Airbus (H160), Bell (430), Leonardo (AW169) e Sikorsky (S-76). Os helicópteros de maior porte oferecem um diferencial interessante, que é a possibilidade de operação em condições adversas, segundo as Regras de Voo por Instrumento (IFR).

Airbus H160, um dos helicópteros mais modernos da atualidade; fonte: https://www.helibras.com.br/website/po/ref/H160_23.html
Airbus H160, um dos helicópteros mais modernos da atualidade

2. Pense nas despesas

Não se pode pensar em aeronaves – seja de qual tipo ela for – sem pensar em custo. A princípio, é extremamente importante fazer um levantamento de despesas do helicóptero. E, logo depois, adequar sua escolha às suas necessidades. Entretanto, lembre-se que a capacidade, a autonomia de voo, o consumo de combustível e as manutenções necessárias influenciam fortemente no seu preço.

Enquanto que a capacidade e a autonomia de voo do helicóptero são características da aeronave e influenciam diretamente no seu preço de compra, o preço da manutenção e o consumo de combustível são despesas constantes, e dependem não só do modelo do helicóptero, mas também do mercado. O preço do combustível, por exemplo, cresce de maneira imprevisível, e a manutenção deve ser realizada periodicamente por mão de obra qualificada que, querendo ou não, sofre influência da Lei da Oferta e Procura.

Ainda sim, existem meios de se economizar na aquisição de um helicóptero como o compartilhamento de aeronaves. Talvez, essa possibilidade seja, no futuro, uma grande tendência.

3. Vai para onde?

Ainda pensando na escolha de uma aeronave ideal para suas necessidades, é importante ter em mente a distância que percorrerá com o helicóptero. As aeronaves menores têm uma autonomia de voo reduzida quando comparada à dos modelos de médio e grande porte. Portanto, não sendo adequadas para voos interestaduais, por exemplo.

4. De quanto luxo você precisa?

Novamente um ponto que depende de como você usará seu helicóptero: o luxo. Se seu helicóptero será, além de um meio de transporte ágil, um local onde você poderá se reunir com clientes, parceiros e demais pessoas importantes para o seu negócio, é interessante causar uma boa impressão investindo no luxo. Nesse sentido, voltamos para a primeira dica apresentada na publicação, ou seja, se a sua aeronave servirá também para o “social”. Dessa forma, seu orçamento deve considerar não só a contratação de um piloto, mas também uma aeronave maior, mais confortável, mais luxuosa, e com maior capacidade de carga e passageiros.

Helicóptero de luxo da Airbus
Helicóptero de luxo da Airbus

5. Procedência

Após a decisão do modelo do helicóptero já encaminhada, você provavelmente já está procurando anúncios de aeronaves usadas à venda. Tendo em vista que seu preço é bem mais competitivo quando comparado com uma aeronave nova. No entanto, é muito importante ter atenção redobrada para a procedência da aeronave e providenciar uma inspeção PPI.

A PPI (Inspeção Pré-Compra) pode ser agendada com seu agente de vendas e com mecânicos especializados em helicópteros, no local de venda, quando um acordo por escrito for firmado e um depósito judicial realizado. Essa inspeção pode requerer de um a dois dias, dependendo do modelo e da idade do helicóptero. Além disso, compreende a avaliação dos livros de registro, da documentação, a inspeção física e um teste de voo.

6. Tem “garagem”?

Antes de comprar o helicóptero, não se esqueça de providenciar um local para alocá-lo, de preferência coberto e protegido de possíveis intempéries. Para isso, existem muitas empresas especializadas em hangaragem de aeronaves que podem cuidar disso para você. Essas empresas oferecem inclusive serviços de atendimento aeroportuário, limpeza e manutenção da aeronave.

Helicóptero em um Hangar

Além disso, se você é piloto e utiliza o helicóptero também para fins pessoais, provavelmente deseja ter um heliponto na sua casa. Se esse for o caso, assegure-se de que o projeto atenda às devidas condições de segurança.

7. Manutenção

Como já foi dito, a manutenção é um aspecto muito importante no processo de decisão de compra de um helicóptero. Logo, a escolha de um centro de serviços de manutenção de aeronaves, ou até mesmo de um engenheiro ou mecânico de confiança, deve começar antes mesmo de se adquirir a aeronave.

Manutenção de Helicóptero

Dessa forma, alguém com experiência na manutenção de um determinado modelo ou fabricante de helicópteros poderá identificar, no momento da PPI, questões de pequena ou substancial influência na hora da decisão final de compra. Por exemplo, estimativas para qualquer MRO (Manutenção, Reparo e Operação) necessária para o usufruto seguro e despreocupado da aeronave em seu nome.

Comprar ou Não um Helicóptero

Diante dessas dicas, se você se interessa em adquirir um helicóptero, agora pode pensar em todos os pontos que devem ser considerados na decisão da aeronave correta. O fato é: o mercado para esse meio de transporte ágil e versátil vem crescendo muito ao longo da última década no Brasil. Logo, não é à toa que a cidade de São Paulo possui a maior frota de helicópteros do mundo. Além do mais, tem a possibilidade de se livrar do engarrafamento diário das grandes cidades. Assim, quem possui um helicóptero tem um grande diferencial diante das perspectivas de crescimento econômico do país.

Autor: Victor Montandon

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Qual a diferença entre certificação e aceitação de aeronaves? https://aerojr.com/blog/diferenca-entre-certificacao-e-aceitacao-de-aeronaves/ https://aerojr.com/blog/diferenca-entre-certificacao-e-aceitacao-de-aeronaves/#respond Fri, 31 Aug 2018 19:30:51 +0000 https://aerojr.com/2018/08/31/diferenca-entre-certificacao-e-aceitacao-de-aeronaves/ A regulamentação aeronáutica brasileira ainda é desconhecida por grande parte das pessoas. Esse fenômeno pode ser explicado pela dificuldade do tema e pela complexidade (e riscos) envolvidos nas operações de uma aeronave. Dentro desse ramo, poucos sabem da diferença entre certificação e aceitação de aeronaves, e diferentes procedimentos são realizados para alcançar a permissão de voo em cada um desses casos. A certificação de aeronaves A certificação de uma aeronave consiste em atestar que o veículo em questão é capaz de realizar a operação a que é proposto. Além disso, deve operar em condições seguras e de acordo com as normas estabelecidas pelos órgãos nacionais responsáveis. Em suma, o produto aeronáutico, seja ele a aeronave ou qualquer outro componente isolado dela, deve passar por uma avaliação pela autoridade competente. Assim, garante-se que ele está em conformidade com os requisitos mínimos de operação. Esse procedimento se aplica a diversos tipos de aeronaves, mas é certo que os requisitos a serem atendidos pelo veículo variam de acordo com fatores como tipo de operação, utilização pretendida, e o próprio tipo da aeronave, e devido a isso, existem diferentes normas reguladoras.  O processo de certificação é longo e extremamente complexo. Ele envolve milhares de páginas de relatórios de análise de resistência estrutural, desempenho, estabilidade, qualidade de voo, comportamento da aeronave em situações de alto risco e proteção aos passageiros. Aspectos estes que são avaliados, visando garantir a solidez do projeto e a segurança dos que voarão naquele veículo.  Nem toda aeronave, no entanto, passa por um processo tão longo como este para poder voar. Os modelos experimentais e as aeronaves leves esportivas (conhecidas como LSA) são exemplos bem objetivos disto. Em relação à modalidade experimental, classificada como de construção amadora, é importante que se fique claro que o propósito da construção e operação da aeronave é a educação e recreação do projetista e construtor amador, sendo, portanto, o processo de aceitação desse modelo pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) muito mais simples que a certificação de uma aeronave para transporte de passageiros, por exemplo. A aceitação de aeronaves Para o tipo LSA, fica ainda mais claro o conceito de aceitação. Ela consiste num processo similar ao da certificação. Porém, é muito mais simples, com menor quantidade de testes e relatórios necessários para aprovação. Uma aeronave leve esportiva, para ser aceita pela ANAC, deve atender a alguns requisitos, dispostos em normas adotados tanto pela agência brasileira quanto pela FAA (Federal Aviation Administration), que podem ser acessadas no site oficial da FAA. Alguns dos documentos necessários para a aceitação de uma aeronave LSA são: Relatório de ensaios em voo; Relatório de testes estruturais; Procedimento de aeronavegabilidade; Manual de garantia de qualidade Manual de voo para a aeronave (POH – Pilot Operating Handboook) Manual de manutenção e inspeção  Como se observa pelos documentos requisitados, o objetivo da aceitação é o mesmo da certificação. Ainda que a primeira seja considerada um procedimento muito menos complexo, vale ressaltar que a confecção de todos os relatórios listados acima é um procedimento ainda longo. Mas, apesar disso, ela é fundamental para a garantia de qualidade dos produtos que são vendidos em nosso país. A aceitação de uma aeronave pela ANAC implica em um produto de valor maior e muito mais atrativo ao consumidor. E isso certamente preza pela sua segurança na hora de adquirir um avião. A extensa bateria de testes e a análise da aeronave por peritos em segurança de voo geram um produto muito mais competitivo e com a possibilidade de alcançar mercados no mundo todo. O que podemos fazer por você A AEROJR., hoje, oferece o serviço de consultoria na aceitação de aeronaves LSA. A empresa conta com experiência na bagagem e vontade de alcançar desafios cada vez maiores no mercado aeronáutico, desenvolvendo todo o processo de construção de relatórios junto a nossos clientes. Pretende fazer a aceitação de uma aeronave? Contate-nos! Somos uma empresa com experiência no ramo e com preços acessíveis! Autor: Gabriel Meireles

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A regulamentação aeronáutica brasileira ainda é desconhecida por grande parte das pessoas. Esse fenômeno pode ser explicado pela dificuldade do tema e pela complexidade (e riscos) envolvidos nas operações de uma aeronave. Dentro desse ramo, poucos sabem da diferença entre certificação e aceitação de aeronaves, e diferentes procedimentos são realizados para alcançar a permissão de voo em cada um desses casos.

A certificação de aeronaves

A certificação de uma aeronave consiste em atestar que o veículo em questão é capaz de realizar a operação a que é proposto. Além disso, deve operar em condições seguras e de acordo com as normas estabelecidas pelos órgãos nacionais responsáveis. Em suma, o produto aeronáutico, seja ele a aeronave ou qualquer outro componente isolado dela, deve passar por uma avaliação pela autoridade competente. Assim, garante-se que ele está em conformidade com os requisitos mínimos de operação.

Esse procedimento se aplica a diversos tipos de aeronaves, mas é certo que os requisitos a serem atendidos pelo veículo variam de acordo com fatores como tipo de operação, utilização pretendida, e o próprio tipo da aeronave, e devido a isso, existem diferentes normas reguladoras. 

aeronave leve esportiva


O processo de certificação é longo e extremamente complexo. Ele envolve milhares de páginas de relatórios de análise de resistência estrutural, desempenho, estabilidade, qualidade de voo, comportamento da aeronave em situações de alto risco e proteção aos passageiros. Aspectos estes que são avaliados, visando garantir a solidez do projeto e a segurança dos que voarão naquele veículo. 

Nem toda aeronave, no entanto, passa por um processo tão longo como este para poder voar. Os modelos experimentais e as aeronaves leves esportivas (conhecidas como LSA) são exemplos bem objetivos disto. Em relação à modalidade experimental, classificada como de construção amadora, é importante que se fique claro que o propósito da construção e operação da aeronave é a educação e recreação do projetista e construtor amador, sendo, portanto, o processo de aceitação desse modelo pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) muito mais simples que a certificação de uma aeronave para transporte de passageiros, por exemplo.

A aceitação de aeronaves

Para o tipo LSA, fica ainda mais claro o conceito de aceitação. Ela consiste num processo similar ao da certificação. Porém, é muito mais simples, com menor quantidade de testes e relatórios necessários para aprovação. Uma aeronave leve esportiva, para ser aceita pela ANAC, deve atender a alguns requisitos, dispostos em normas adotados tanto pela agência brasileira quanto pela FAA (Federal Aviation Administration), que podem ser acessadas no site oficial da FAA.

aeronave leve esportiva

Alguns dos documentos necessários para a aceitação de uma aeronave LSA são:

  • Relatório de ensaios em voo;
  • Relatório de testes estruturais;
  • Procedimento de aeronavegabilidade;
  • Manual de garantia de qualidade
  • Manual de voo para a aeronave (POH – Pilot Operating Handboook)
  • Manual de manutenção e inspeção

 Como se observa pelos documentos requisitados, o objetivo da aceitação é o mesmo da certificação. Ainda que a primeira seja considerada um procedimento muito menos complexo, vale ressaltar que a confecção de todos os relatórios listados acima é um procedimento ainda longo. Mas, apesar disso, ela é fundamental para a garantia de qualidade dos produtos que são vendidos em nosso país.

A aceitação de uma aeronave pela ANAC implica em um produto de valor maior e muito mais atrativo ao consumidor. E isso certamente preza pela sua segurança na hora de adquirir um avião. A extensa bateria de testes e a análise da aeronave por peritos em segurança de voo geram um produto muito mais competitivo e com a possibilidade de alcançar mercados no mundo todo.

O que podemos fazer por você

A AEROJR., hoje, oferece o serviço de consultoria na aceitação de aeronaves LSA. A empresa conta com experiência na bagagem e vontade de alcançar desafios cada vez maiores no mercado aeronáutico, desenvolvendo todo o processo de construção de relatórios junto a nossos clientes.

Pretende fazer a aceitação de uma aeronave? Contate-nos! Somos uma empresa com experiência no ramo e com preços acessíveis!

Autor: Gabriel Meireles

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