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Piloto de Drones: Quais as principais oportunidades?

Não podemos negar que o mercado de trabalho como um todo se alterou de forma intensa nos últimos anos. À medida que muitos postos de trabalho foram (e continuam sendo) eliminados, outros, ligados às inovações, ganharam espaço no contexto. Dessa forma, imersos no cenário atual, notamos que uma das novas possibilidades de emprego está, justamente, na atuação como piloto de drones. Mas será quais são as principais oportunidades nesse nicho? E o que é necessário para dar os primeiros passos nessa área? Confira nossas principais dicas! Por que Investir em Drones? Nos últimos anos, empresas de diferentes setores perceberam o quão vantajoso é trabalhar com drones. Se é possível reduzir de maneira eficiente os custos e os riscos de uma tarefa através do uso de drones, por que não inseri-los na empresa?!  Dessa maneira, o investimento nesses veículos impulsionou diversos mercados. A exemplo disso, podemos citar as áreas de obtenção de imagens, inspeção, mapeamento e agricultura. Como esperado, esse rápido crescimento do mercado aumentou consideravelmente a procura por pilotos de drones qualificados em um prazo muito curto.   Esse otimismo, por sua vez, foi medido pela Mordor Intelligence, uma empresa de inteligência de mercado que realiza o mapeamento de diversos ecossistemas de negócio. Ela estimou que o mercado de drones irá crescer a uma taxa maior do que 15% entre os anos de 2018 e 2026. Isso significa que esse mercado irá mais do que duplicar em 8 anos. Esse crescimento, com certeza, trará uma chance única para se investir e atuar na área! Com o que posso trabalhar como piloto de drones? Um piloto de drone qualificado pode encontrar oportunidades de trabalho em diversas áreas de atuação. De fato, a versatilidade desses veículos nos permite utilizá-los nas mais variadas tarefas. Nesse contexto, ganham destaque no Brasil os setores de obtenção de imagens, topografia, inspeção e agronegócio. Fotografia e Filmagem O primeiro grupo é uma área em que o uso de drones ganhou muita força. Nesse sentido, cada vez mais se busca por imagens de maior qualidade para a produção de conteúdos audiovisuais, postagem nas redes sociais, etc. Tudo isso tanto em casamentos e festas religiosas quanto em outros tipos de eventos, como os patrocinados. Desse modo, cresce a cada a dia mais a demanda por pilotos de drone que sejam capazes de obter essas imagens e fotografias incríveis! Topografia O setor da topografia, que inclui várias vantagens ligadas a estudos de terreno, vem sendo um campo extremamente fértil para o avanço dos drones. Nessa área, é possível atuar como piloto de drone no lugar que antes era limitado a aviões, a helicópteros e a topógrafos de terreno. Dessa forma, o piloto fica encarregado por atividades como: traçar a área a ser sobrevoada; elaborar mosaicos 2D das imagens obtidas e sobrepostas; gerar os modelo em 3D com a nuvem de pontos obtidos nas imagens; dentre outros processos. Inspeção Já na parte de inspeção, o piloto de drone pode atuar de forma ativa em trabalhos de avaliação de fachada e acompanhamento de obras. Haja visto que os drones aumentam exponencialmente a produtividade dessas atividades (que antes se limitavam por códigos muito complexos e perigosos), a demanda por pilotos cresce muito rápido à curto prazo. Agronegócio Por fim, na área do agronegócio, o piloto de drone pode atuar numa gama enorme de opções, como: na análise e demarcação do plantio; no mapeamento de áreas de lavoura; no monitoramento e desenvolvimento da safra e; na pulverização da plantação. Tudo isso, claro, lembrando que o agronegócio é um dos setores mais sólidos em nível nacional. Ainda sobre esse mercado, a Revista Globo Rural mensurou que a venda de drones para esse setor cresceu 30% (analisando de 2013 a 2018), o que é uma taxa muito alta em relação à média global. Vale destacar que isso é só uma parte desse incrível mercado! Existem ainda muitas outras formas de se investir em drones. O mercado de pilotos de drones já está saturado? Não há dúvidas de que um dos aspectos mais importantes a serem analisados, quando pensamos em investir na área de pilotagem de drones, é se esse mercado já está se tornando um setor saturado. Estudando sobre isso, alguns números mostram que o mercado de drones no Brasil está em rápido crescimento. Além disso, não há previsão de estabilização. O Banco de investimentos Goldman Sachs, por exemplo, estimou que 0.8 Bilhão de Dólares seria movimentado em drones, somente no Brasil, entre 2017 e 2021. Considerando esses dados, é possível ter ideia do quão intensa é a expansão da operação de drones no país. E esse otimismo, claro, afeta a demanda por pilotos, que tudo indica que irá se manter bem elevada. O mercado de drones, assim, é um setor de avanço imenso. E o melhor de tudo, é que esse mercado ainda não é consolidado, ou seja, para quem se dedicar a inovar, ainda há espaço! Naturalmente, quem fica de fora desse avanço tende a ceder frente à concorrência, seja à curto ou à médio prazo. Percebe-se, então, o quão insustentável irão se tornar diversas atividades que não investem em tecnologia. Quanto ganha um piloto de drones no Brasil? Sem sombra de dúvidas, uma das principais questões de quem deseja investir em drones é o retorno financeiro. Em primeiro lugar, devemos destacar que esses rendimentos poderão variar conforme a região e o grau de especialização do piloto do drone. Mesmo assim, é possível ter uma noção de valores! Nesse sentido, o tipo de sistema de trabalho com certeza terá grande impacto. Assim, um piloto autônomo, que atua como freelancer de fotografia, por exemplo, pode ter uma receita de R$ 500,00 à R$ 1.000,00 por evento. Considerando isso, também é possível sustentar um ticket médio mais elevado, através de especializações. Elas podem ser tanto na obtenção de imagem quanto em outra área com rendimentos maiores, como, por exemplo, topografia, inspeção, mapeamento e construção civil. Em relação a essas áreas, estima-se que o ganho esteja próximo da média de salários, de aproximadamente R$ 8.000,00 mensais, segundo

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Curso de Pilotagem de Drones em BH – FLYDRONE

Já pensou em entrar no mercado de drones em Belo Horizonte? Um dos primeiros passos para seguir essa nova tendência da tecnologia, que está dominando o mercado em diversas partes do mundo, é aprender sobre os drones e como pilotá-los. Por esse motivo, surgiu o FLYDRONE, um curso de pilotagem de drones em BH totalmente voltado para a formação de pilotos para a operação de drones e de suas funcionalidades mais importantes. Aprender a Pilotar um Drone: Um Investimento Recentemente, em Agosto deste ano, o IFood conseguiu autorização da ANAC para testar o serviço de Delivery via drones. A inovação possui um potencial enorme, afinal, em um mundo cada vez mais dinâmico, a rapidez e a adaptabilidade dos serviços têm se tornado ainda mais importantes. Essa lógica se aplica aos mais diversos setores. Não é por acaso que os drones, equipamentos acessíveis e, sobretudo, muito versáteis, têm dominado múltiplos mercados: agronegócio, segurança pública, logística, topografia, jornalismo, entre outros.  Mesmo diante de todo esse crescimento, podemos dizer que a expansão do uso dessas aeronaves está apenas começando. Segundo a FAA (Federal Aviation Administration), por exemplo, a projeção é que o mercado de drones triplique até 2023, o que, sem dúvidas, exigirá profissionais capacitados e cientes de que o céu não é o limite. Agora que você já sabe o quão benéfico pode ser investir nesse mercado, você deve estar se perguntando: como eu posso me capacitar para começar a pilotar drones profissionalmente? A resposta para essa questão traz inúmeras possibilidades para quem está interessado a adentrar no ramo, como videoaulas na internet, cursos online e até “manuais” de voo. No entanto, esses conteúdos alternativos podem não oferecer a melhor capacitação possível para um futuro profissional, abrindo um questionamento extremamente necessário:  quais seriam as vantagens de um curso de pilotagem de drones semipresencial frente a outros conteúdos disponíveis na internet? Por Que Fazer Um Curso de Pilotagem de Drones Semipresencial ao Invés de Aprender na Internet? Ao decidir aprender a pilotar um drone, muitas pessoa ficam em dúvida se optam por um curso de pilotagem ou por aprender pela internet. Nesse sentido, muitos se perguntam qual seria o sentido de um curso presencial ou semipresencial. A resposta é simples: uma capacitação personalizada, feita sob medida para atender aos anseios do interessado, pode fazê-lo ir muito mais longe em muito menos tempo. Além disso, apesar de existirem diferentes materiais na internet, eles não são capazes de se aproximar de uma experiência completa de ensino. Seja nas aulas teóricas, e, principalmente, nas aulas práticas, o contato com profissionais da área dispostos a compartilhar um conteúdo completo e exclusivo é fundamental! Como você pode ver, um curso de pilotagem de drones semipresencial não só te proporciona todo um suporte da equipe, como também disponibiliza a você a infraestrutura necessária para a formação de um profissional completo.  Dessa forma, além de estar por dentro dos conteúdos teóricos e das normas necessárias para se atuar no mercado, você também receberá um treinamento prático que poderá influenciar consideravelmente na hora da contratação. Visto isso, é necessário destacarmos as tendências dos principais nichos de atuação para a pilotagem de drones em BH, além das principais habilidades exigidas pelo mercado. Cursos de Pilotagem de Drones em BH  Tendências do uso de drones em BH A cidade de Belo Horizonte assiste a um aumento intenso da utilização de drones. Os drones vêm mostrando que tem seu lugar na cidade, desde iniciativas de maior porte, como o restaurante de comida japonesa na região Centro-Sul que iniciou testes para a realização de entregas com drones, até empreendimentos menores, como os de  filmagem e fotografia de eventos em geral. Até mesmo a Prefeitura vem se interessando pela área, e por meio da Prodabel, tem um programa de cadastro territorial usando drones! Sendo assim, fica claro que esse é um mercado com grande potencial de crescimento, que exigirá pilotos qualificados. Diferenciais do FLYDRONE, o Curso de Pilotagem de Drones da AEROJR. em BH Após analisarmos o mercado de drones em Belo Horizonte, é evidente que tal demanda refletiria em um grande número de cursos disponibilizados pela cidade. Entretanto, é importante destacarmos que quantidade não é sinônimo de qualidade.  Principalmente quando a demanda por um serviço aumenta rapidamente em curto período de tempo, diversos problemas podem surgir, como, até mesmo, propagandas enganosas.  O curso FLYDRONE, por sua vez, apresenta diferenciais significativos quando comparado aos demais cursos de pilotagem de drones em BH. Sabendo disso, para garantir que você fique totalmente por dentro, vamos destacar aqui os 5 principais diferenciais da qualidade do nosso serviço: 1) Apostila Completa Primeiramente, podemos destacar a integração que a apostila oferece entre a teoria – o voo do ponto de vista físico, as manobras e os componentes principais de um drone – e a complexa legislação que regula o uso desse tipo de aeronave no país. Tudo isso apresentado de forma simples e didática. 2) Contato Direto com os Professores O curso será ministrado de forma totalmente personalizada, visando atender às expectativas de cada um. Por isso, será incentivada a comunicação direta entre alunos e professores, com o intuito de esclarecer eventuais dúvidas sobre a pilotagem em si, assim como quaisquer questões sobre cadastro, registro e homologação (serviços em que a AEROJR. é especialista). 3) Flexibilidade Dado o cenário pandêmico atual, sabemos que todos nós precisamos nos adaptar ao novo normal. Neste contexto, a flexibilidade de horários tem se tornado um fator importantíssimo. Pensando justamente nisso, o curso de pilotagem FLYDRONE se dispõe a ministrar as aulas nos horários mais adequados a cada aluno, oferecendo, por exemplo, o curso completo em um dia específico ou dividindo a carga horária total entre as datas mais convenientes para o cliente. 4) Não é Necessário Possuir um Drone Mesmo aqueles alunos que preferem se capacitar, antes mesmo de adquirir sua própria aeronave, podem realizar o curso de pilotagem, visto que a AEROJR. disponibilizará um drone (família Phantom ou outras equivalentes) para a execução das aulas práticas. 5) Suporte Pós-Curso e Certificado Após a

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Pilotar drones é fácil? Como aprender?

Pilotar drones é Fácil? De fato para aprender a pilotar um drone o quanto antes esta tarefa deve ser simples. Mas quando falamos da legislação por trás da pilotagem e como de fato aprender a pilotar muitas dúvidas emergem. Por isso reunimos aqui a solução para as mais requisitadas dúvidas e motivações para começar logo a aprender a pilotar essa tecnologia encantadora. O que é necessário para começar a pilotar um drone? A resposta parece simples: basta ter um. O que pouca gente nota, no entanto, é que a pilotagem de drones é um assunto muito mais sério do que a maioria das pessoas podem pensar, tanto legalmente quanto economicamente. A seguir te mostraremos que na verdade o primordial para começar a pilotagem de drone é o conhecimento. Quem pode pilotar um drone? Apesar de que, legalmente, qualquer pessoa possa pilotar um drone, é altamente recomendado uma formação especializada antes de colocar a aeronave para voar. Primeiramente, pela segurança, afinal, sair por aí com um objeto sobrevoando a cabeça de inúmeras pessoas desconhecidas exige, no mínimo, um conhecimento consolidado, além de muito cuidado.  Além disso, o drone, como já mencionado anteriormente, é uma aeronave. Não se trata de um brinquedo que se aprende a usar na prática, mas de um instrumento complexo que necessita de uma preparação especializada. Pode acontecer, inclusive, perdas consideráveis a respeito do drone, como quedas que podem danificar sua estrutura a até mesmo a perda da aeronave. Quando voando, o drone pode sofrer interferências, prejudicando o comando remoto do mesmo, fazendo com que fique, literalmente, descontrolado (novamente gera risco de acidentes na comunidade) e saia por aí, sem direção.  É preciso ter uma licença para pilotar drone? Em casos de utilização de drones para fins comerciais é, muitas vezes, solicitada comprovação de suas habilidades como piloto, geralmente por meio de um certificado de conclusão de curso de pilotagem.  De fato, não existem tantos impedimentos legais para a pilotagem de drones, então desse ponto de vista essa prática não é difícil, mas e do ponto de vista de aprendizagem? A seguir te mostraremos o que é recomendado para aprender a pilotar um drone, assim você mesmo poderá concluir se você considera difícil ou não dominar essa máquina. Como aprender a pilotar um drone? A partir da leitura dos próximos tópicos você deve chegar a uma conclusão sobre o quão apto já está para começar a pilotar um drone. É importante dominar cada um dos pontos citados para executar um voo agradável e seguro. Lembre-se que o valor de investimento para aquisição do aparelho é alta, então todo cuidado é pouco durante seu manuseio.  Ter um Local Adequado de Prática Antes de começar a voar, devem ser feitas algumas observações sobre o local em que você pretende voar para evitar problemas futuros. O primeiro quesito é conferir se você está numa área permitida para pilotagem. Isso pode ser verificado a partir do seu cadastro no DECEA, durante o requerimento de autorização de um novo voo. Se a área solicitada for restrita, você poderá solicitar autorização para sobrevoá-la, mas sua autorização pode ser negada ou demorar até 3 dias úteis para ser autorizada. As áreas restritas para voo incluem áreas militares, proximidades de aeroportos e várias outras de infraestrutura crítica de segurança. Outro ponto muito importante de ser observado são as condições climáticas do dia do voo. Sempre confira previamente se há previsão de chuva para o dia e horário pretendidos, e opte por voar em dias ensolarados. Voos em dias nublados prejudicam a qualidade da imagem e, em caso há chance de chuva, coloca em risco a segurança do aparelho. Opte também por praticar a pilotagem durante o dia, pois a ausência da luz do sol impede a visibilidade do drone e pode ocasionar a perda do aparelho. Compreender seu drone Já verificadas as condições no local, é hora de conferir se o seu drone está apto para o voo e se você já está preparado para pilotá-lo. O primeiro passo será ler o manual de instruções para que você conheça detalhadamente seu drone. Além da leitura, também será importante pesquisar em outras fontes algumas informações sobre o desempenho da bateria e as funções que inicialmente deverão ser configuradas. Se seu aparelho possuir a opção de operação em modo iniciante, você deve sempre começar utilizando-a.  As configurações de controle também devem ser estudadas, pois o aparelho te dará várias opções, mas algumas são mais intuitivas e podem facilitar a operação. Busque começar sempre com voos rasos e movimentos simples para se familiarizar com a máquina, e só realize voos mais longos após ter certeza que já está seguro com os comandos. Conheça e pesquise sobre o comando “home”, aquele que possibilita retorno imediato do aparelho em caso de pouca bateria ou perda de sinal. Buscar Ferramentas de Aprendizagem Quanto a teoria e funcionamento do drone a internet de fato oferece diversos formatos de conteúdo online, como esse texto que está lendo. Entretanto, muito se aprende com na prática.  Por isso, uma boa maneira de aprender de forma rápida e sem dores de cabeça é realizar um curso de pilotagem de drones. A dica aqui é optar por um curso personalizado de acordo com as suas necessidades e feito de maneira a contemplar uma rotina saudável, separando conteúdo o prático do teórico.  Além disso, estar em contato com profissionais no ramo de pilotagem é uma maneira muito válida para aprendizagem. Para isso você pode entrar em contato por meio de grupos no facebook, ou participando de eventos e claro nos cursos de pilotagem. Porque Aprender a Pilotar drones hoje Há alguns anos atrás, o drone era uma tecnologia cara e distante da realidade de muitos. Hoje, porém, trata-se de um produto bem mais acessível ao consumidor brasileiro. É muito comum, por exemplo, em nossas caminhadas ou passeios a parques, nos depararmos com uma pessoa pilotando seu drone ao ar livre. Apesar disso, é comum pensar que a utilização de drones ainda é algo muito utópico. Isso pode te

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O que considerar ao comprar um drone?

Nos últimos anos surgiram inúmeras utilizações para drones no mercado, contribuindo para a popularização da tecnologia e para o desejo crescente dos consumidores em adquiri-la. Contudo, comprar um drone nem sempre é uma tarefa fácil ou que pode ser feita sem muita informação. Devido ao seu elevado ticket médio e diversa variedade de modelos é indicado que os consumidores tenham um mínimo conhecimento antes de optarem por um modelo específico.  Para ajudá-los a escolher dentre os inúmeros produtos no mercado, a AEROJR. preparou um passo a passo dos requisitos a serem analisados para escolher seu drone ideal. Perfil do Comprador Antes de comprar seu drone ou procurar por modelos e opções de equipamentos, é de extrema importância a definição de qual será o seu perfil de uso da aeronave. Dessa forma, é possível escolher aqueles equipamentos que oferecem as melhores soluções às suas necessidades sem extrapolar no preço. Em vista disso, para entender melhor, é preciso pensar os possíveis usos de um drone e quais características são prioritárias para você. Falaremos sobre algumas características a seguir. Autonomia e Quantidade de Baterias Este é um dos quesitos mais importantes na sua escolha. Qual o tempo médio de voo com o qual você pretende utilizar o equipamento? O uso será para fins profissionais, nos quais será necessário passar uma tarde inteira de trabalho, ou será para fins recreativos, com vôos curtos? Logo que definida a questão do tempo de voo da aeronave, pode-se observar que no mercado temos várias opções para as diferentes necessidades, existindo drones com baterias que permitem voos desde cinco a trinta e cinco minutos.  Também é necessário observar a quantidade de baterias que estão sendo adquiridas, com combos e modelos variando entre uma e quatro baterias. Porém, esses fatores influenciam no preço final, justificando uma análise cuidadosa da questão. Distância de Voo Outro fator a ser observado é a distância de voo permitida pelo equipamento. Esse é influenciado pela capacidade do rádio do drone e pela capacidade de bateria dele. Vale ressaltar que pelas normas da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) a distância máxima permitida de voo do drone é aquela na qual o piloto ainda pode ver o aparelho. Assim, torna-se necessária a compra de algum binóculo para certos casos de uso. Um usuário com um perfil mais voltado para gravações, mapeamento e fotografia deve buscar por um modelo que permita a operação a distâncias maiores, em torno de 3 a 6 quilômetros. Já usuários voltados para voos curtos e visuais podem usufruir de aparelhos com distâncias inferiores. Qualidade da Imagem A qualidade da imagem pode ser influenciada por muitos fatores do modelo. A câmera escolhida, as suas lentes, a existência de estabilização de imagem, o tipo da estabilização implementada, os modos de voo do equipamento, a capacidade operacional com a existência de vento e até o nível de vibração do drone. Para o uso profissional, é imprescindível uma resolução de 4K, Gimbal com estabilização mecânica (é o componente que segurará a câmera, nesses casos) e a presença de GPS para facilitar a operação.  Já para o uso mais voltado ao lazer, vale a pena avaliar a necessidade ou não de uma câmera no seu drone e qual o nível de qualidade desejado. Nesse caso, uma boa opção, é a busca por vídeos na internet do modelo de drone desejado a fim de observar qual o resultado de todos esses fatores na qualidade final da imagem. Tamanho O tamanho de um drone deve ser levado em consideração principalmente quando se tem em vista a mobilidade e a portabilidade do equipamento. No caso de equipamentos para viagens, os drones devem ser preferencialmente pequenos e portáteis, porém se esse não for o caso talvez não seja um fator de relevância.  Recomenda-se, portanto, que o consumidor avalie as medidas do drone antes da compra e observe se este já vem com uma mochila ou maleta inclusa. Modos de Voo e Recursos de Pilotagem Um voo mais fácil e uma estabilização melhor da aeronave, necessita de alguns recursos de controle. Como o GPS, o Hold, o Headless, modos de voo inteligente, dentre outros. E cada um desses possui uma faixa de preços e funções específicas. GPS : presente em aparelhos mais caros e profissionais por proporcionar o melhor nível de estabilização dentre os citados.  Hold : uma alternativa a tecnologia do GPS, mas que proporciona uma estabilização apenas no sentido vertical e não no horizontal.  Headless : é uma configuração que facilita a operação do drone principalmente para iniciantes. Pois, proporciona ao drone a capacidade de alternar o seu eixo de movimento segundo a sua orientação em relação ao piloto.  Modos de voo avançados : costumam depender da presença do GPS e podem ser observados no manual do equipamento. Para um uso recreativo, talvez as opções de Hold e de Headless sejam suficientes, barateando o preço do aparelho.  Já para um uso profissional, a presença do GPS é mínima e os modos de voo podem facilitar bastante o trabalho e aumentar a segurança do voo. Também vale citar a importância de se estar de acordo com a regulamentação nacional para pilotos de drones. Preço e Loja Por fim, é preciso definir uma faixa de preço na qual você pretende gastar, e definir a loja na qual será comprado o drone. Já que existe a possibilidade de comprar seu drone em lojas brasileiras e em lojas estrangeiras, importando os modelos para o Brasil.   No segundo caso, vale lembrar que esses modelos não vêm homologados para voar no país. Dessa forma, é preciso homologá-los assim que eles chegam ao território nacional a fim de evitar maiores problemas e de evitar a apreensão do aparelho. A AEROJR. também realiza esse processo. Vale conferir um pouco mais sobre o assunto em Homologação de drones: Porque me preocupar! Modelos de Drones Interessantes Segue abaixo a lista de alguns modelos recomendados pela AEROJR. para iniciantes e para profissionais: Sky Storm Drone É o modelo mais barato da nossa lista. Não possui muitos recursos de voo

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Regularizar drone caseiro, como voar dentro da lei?

Se há algo sem limites é a engenhosidade dos amantes de tecnologia do setor aeronáutico. Nesse contexto, tem se tornado mais comum no Brasil a busca por como se construir um drone caseiro, que são veículos de fabricação artesanal com fins recreativos. Hoje em dia, é possível encontrar diversos vídeos ensinando como construir esse tipo de aeronave. Apesar disso, após construído é preciso regularizar o drone caseiro conforme a legislação? A resposta é sim! Regras para o sistema de rádio Todos os drones possuem transmissores de radiofrequência em seu controle remoto, e às vezes até no próprio veículo. É esse o mecanismo, que, envolvendo antenas e outras estruturas, permite o controle da aeronave. Entretanto, esses transmissores podem afetar de maneira perigosa sistemas de telecomunicação, se estiverem fora das normas brasileiras.Assim, a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), responsável por esse setor, exige que todos os produtos de telecomunicações em operação no Brasil sejam homologados em seus sistemas de vistoria. Essa determinação envolve todos os drones caseiros, os quais devem ser regularizados nesse escopo. A regularização da aeronave Independente de seu tipo de fabricação, todos os drones são considerados aeronaves, e por isso, também devem seguir as normas da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Para esse órgão, a regularização dependerá diretamente do peso máximo de decolagem (PMD) da aeronave. Se o drone caseiro tiver menos de 250 g, não é necessário registrá-lo na ANAC. Portanto, o dever do proprietário será apenas providenciar a homologação na ANATEL. Por outro lado, caso o veículo esteja em uma faixa de peso superior a 250 g, ele precisará ser devidamente cadastrado no sistema da ANAC. Acesso ao espaço aéreo O DECEA (Departamento de Controle ao Espaço Aéreo) controla o acesso de qualquer aeronave ao espaço aéreo brasileiro. Esse órgão exige que, todo drone cadastrado na ANAC, logo, com peso superior à 250 g, seja cadastrado também em sua plataforma de dados a fim de poder levantar voo legalmente. E se quiser utilizá-lo comercialmente? Você também pode utilizar-se de um drone de fabricação artesanal com fins comerciais sem infringir a lei. Ou seja, pode-se realizar atividades que não sejam somente recreativas, como filmagens profissionais e inspeção de áreas. Nesse caso, o drone caseiro perde seu status de Aeromodelo e passa a ser tratado como uma RPA (Aeronave Remotamente Pilotada).Diante dessa mudança, o veículo passa a ser submetido por uma nova regulamentação que exige procedimentos diferenciados. Assim, regularizá-lo na ANAC e no DECEA passa a ser mais complexo, porém ainda é possível e de extrema importância operá-lo dentro da lei. Depois de entender todo esse processo, ficou interessado em regularizar o seu drone, seja ele caseiro ou não? Então, entre em contato conosco! Autores: Pedro Bastos e Esriel Ferrari

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Saiba mais: normas da ANAC para drones

As aeronaves não tripuladas, comumente conhecidas por drones, vêm tornando-se uma tendência mundial, uma vez que essas aeronaves controladas remotamente dispõem de uma enorme gama de usos e aplicações. Além disso, são capazes de executar tarefas complexas com maior agilidade, eficiência e baixos custos. Por outro lado, como estão em ascensão no mercado, torna-se fundamental ter regulamentações que garantam a segurança de voo. Portanto, aqui no Brasil, quem cuida dessas normas é a ANAC. O uso ascendente de drones no Brasil O Brasil não está de fora dessa onda, mesmo que o mercado nacional de drones se encontre em um estágio embrionário. Em 2019, estima-se que em sua decorrência foram movimentados cerca de 500 milhões de reais e gerados 100 mil empregos. Ademais, houve um aumento de 55% nos números de drones no país, passando de 46.058 em 2018 para 71.561 aeronaves. E não apenas isso, o esperado é que essa crescente se mantenha ao longo dos anos. Tudo isso mostra a grande importância das normas da ANAC para legislar os voos de drones do país. O surgimento das normas Anteriormente, considerando o crescimento desse novo mercado, houve a necessidade de regulamentar a operação dessas aeronaves. Tinha como objetivo evitar acidentes e conflitos judiciais decorrentes do mau uso desses equipamentos. Entretanto, as legislações vigentes até então eram um tanto quanto nebulosas quando se tratava de drones. Então, em maio de 2017, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) publicou a RBAC-E N°94. E até então, é essa norma que regulariza a operação de aeronaves não tripuladas de uso civil, estipulando classificações, cadastros, certificações e regras para voo. Porém, com o passar do tempo, houve um crescimento considerável do número de aeronaves e a evolução das tecnologias embarcadas. Vendo isso, entre 05 de novembro de 2019 a 05 de fevereiro de 2020, a ANAC conduziu um processo de tomada de subsídios. Tendo como finalidade rever a legislação vigente, pois poderia ser considerada restritiva para operação de certos mercados emergentes. Além disso, buscaram ouvir a sociedade sobre a evolução do uso dessa tecnologia, o que pode causar grandes mudanças na maneira como enxergamos os drones. Deixando de ser somente uma tecnologia do futuro para tornar-se uma poderosa aplicação do presente. Mas afinal, todos os drones precisam se adequar às normas da ANAC? Nem todos! Para se adequar a ANAC, a regularização dependerá diretamente do peso máximo de decolagem (PMD) da aeronave. Logo, não precisa de cadastrado junto à ANAC ou identificação as aeronaves não tripuladas de peso máximo de até 250 gramas. Além disso, não precisam de uma autorização especial para o piloto que deve ter no mínimo 18 anos. Porém, é preciso ter homologação na ANATEL e seguir as regras de utilização do espaço aéreo do DECEA. Quanto ao cadastro no DECEA, nele o proprietário é colocado como responsável pelos voos da aeronave. Nesses casos, ela deve voar na linha de visada do piloto, não podendo realizar operações BVLOS. Já para aeronaves com peso superior a 250 gramas, deve ser feito o cadastro na ANAC e seguir as regras da ANATEL e do DECEA. Nesse caso, as normas podem variar entre a obrigatoriedade de autorizações especiais para o piloto, para a aeronave ou para cada um dos voos a serem realizados. Contate a AEROJR.! Quer fazer parte dessa grande tendência que promete mudar o mercado da tecnologia? Entre em contato conosco e venha conhecer mais sobre drones e o mercado aeroespacial. A AEROJR. oferece serviços de consultoria, prototipagem, homologação e certificação de drones, além do nosso curso de pilotagem de drone: o Flydrone! Tudo isso com total comodidade e custos abaixo do valor de mercado. Venha voar no nosso avião!! Autores: Lucas Assis e Layla Rocha

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Topografia usando drones

Sabemos que o mercado de drones vem crescendo nesta última década. Com ele, diversos serviços são prestados, indo muito além do uso recreativo. Dentre estes serviços, encontramos melhorias logísticas em empresas, monitoramento e segurança, fotografia e usos em esportes radicais. Apesar disso, um dos serviços mais vantajosos é o uso de drones para topografia e estudos de terrenos. Este, inclusive, está em pleno crescimento no Brasil.

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Dando um rumo ao seu drone com GPS

Os drones, ou VANTs (Veículos Aéreos Não-Tripulados), têm se tornado cada vez mais acessíveis e baratos, assim como outros tipos de tecnologias. Essa difusão tornou o mercado mais competitivo e desenvolvido, com várias possíveis aplicações e diferentes tecnologias para melhorar seu desempenho. Uma dessas tecnologias é o GPS, que é utilizada tanto na segurança quanto na otimização da tarefa do drone.

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