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Drone na Agricultura: Veja Como Inovar nessa Área

Saiba quais são as principais utilidades e vantagens do uso de drone na agricultura e como elas podem contribuir para os seus objetivos! Drones são o futuro As ARPs (Aeronaves Remotamente Pilotadas) vieram para trazer inovação, otimização e melhoria nas atividades que antes não contavam com tanta tecnologia, dentre elas a agricultura. Assim, em países como a China, o uso de drone na agricultura vem crescendo consideravelmente. Além disso, a tendência é que sua popularização se espalhe para países, como o Brasil, onde as atividades agrícolas têm forte relação com a cultura e com a economia. Entenda a Importância Dos Drones na Agricultura Ao pensar na palavra agricultura, ocorre a tendência em defini-la como o processo de plantio e colheita. De forma resumida e superficial a definição está correta. Porém, quando se trata de tecnologia aplicada a esse setor da economia, a definição não é tão simples assim, pois entramos no conceito moderno de “agricultura de precisão”. Antes de começar o plantio, alguns aspectos devem ser meticulosamente analisados e considerados, tais como o local da plantação, a demarcação da área, o sistema de irrigação e a análise do solo. Após o plantio, deve haver o monitoramento da saúde e do crescimento das plantas, bem como da área onde elas estão se desenvolvendo. Todas essas etapas caminham para o mesmo objetivo final: o aumento da produtividade. Mas onde os drones entram nessa? É isso o que vamos ver a seguir! 5 Usos de Drones na Agricultura 1. Demarcação de Áreas de Plantio Com o drone, é possível realizar o mapeamento aéreo da propriedade com exatidão, de modo a delimitar as áreas ideais para começar o plantio. Dessa forma, com as imagens obtidas e com os softwares certos, é possível até determinar quais são as melhores áreas por meio da análise topográfica do relevo. 2. Monitoramento da Safra Por meio das imagens de alta resolução e de sensores específicos, o drone é capaz de fornecer insumos variados sobre a safra, como quantidade, saúde e ocorrência de secas. Com a análise dos dados obtidos pelo ARP, a equipe encarregada pode atuar em regiões ou culturas específicas, de acordo com a necessidade. 3. Monitoramento da Propriedade O processo de vigilância em uma propriedade rural pode ser bem demorado dependendo do seu tamanho e pode exigir um número considerável de funcionários para realizá-lo. Os drones certamente otimizam esse processo com filmagens rápidas de toda a área, de modo a oferecer maior segurança e agilidade. 4. Detecção de Focos de Incêndios Os períodos de secas consistem em uma preocupação dos produtores rurais, bem como os incêndios criminosos ou acidentais. Muitas vezes demora-se a perceber que um incêndio está consumindo a plantação, principalmente em áreas muito extensas. Portanto, com as filmagens panorâmicas em altitudes elevadas feitas pelos drones, os focos de incêndio podem ser rapidamente contidos, de modo a evitar prejuízos na colheita. 5. Pulverização Por meio das imagens obtidas, é possível realizar aplicações exatas e localizadas de produtos químicos para resolver problemas na plantação. Por conseguirem realizar voos rasantes em diferentes velocidades, as aplicações se tornam muito eficazes e evitam o desperdício de produtos (a chamada deriva). Assim, com esse controle é possível promover também a diminuição do gasto com pesticidas, por evitar a propagação generalizada de pragas. A Legalidade Dessas Atividades A legislação de drones no Brasil ainda é muito recente, mas está em processo de avanço. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) regularizou em outubro de 2021 o uso de drones na agricultura. Desse modo, alguns processos burocráticos devem ser realizados para a implementação dos drones nas atividades agrícolas. Além disso, o proprietário rural ou a empresa rural deve buscar se informar sobre as regras das operações com ARP, afinal, se tratam de veículos aéreos que exigem uma segurança operacional. O não cumprimento das regras de operação pode resultar em multas indesejadas, por isso, busque se informar o máximo possível. Como a AEROJR. Pode Ajudar O uso de drones vem se popularizando cada vez mais em diferentes setores. Quando falamos de drone na agricultura, as possibilidades são inúmeras e dependem também da criatividade do utilizador. Como vimos, eles nos oferecem otimização, agilidade, economia, qualidade, precisão e satisfação nos resultados obtidos. Eis uma ótima oportunidade de ser reconhecido como um produtor moderno e inovador perante o mercado agrícola, bem como de ser um dos pioneiros na modernização dos processos de produção do setor primário brasileiro, que tem uma forte relevância no PIB e nos mercados internos e externos. Portanto, se você quer saber mais sobre o assunto ou ainda tem dúvidas, entre em contato com a AEROJR. Consultoria e Capacitação. Podemos ajudá-lo a implementar drones em suas atividades rurais, e na escolha do drone e componentes ideais para a sua operação. Além disso, atuamos desde a homologação do ARP até a consultoria sobre tudo o que você vai precisar para tornar seu desejo de inovar em realidade. Estamos aqui para ajudá-lo a ir além! Autora: Nicolly Lima

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Confira 6 dicas antes de escolher seu curso de drones!

Existem inúmeras possibilidades de cursos no mercado quando o assunto é aprender a pilotar um drone, seja de maneira profissional ou como hobby. Há cursos em modalidade presencial ou online. Destinados às mais diversas áreas de atuação e com diversos preços. Dessa forma, o que é realmente importante ao se considerar a decisão de investir seu dinheiro na melhor oportunidade possível? Neste texto apresentamos 6 dicas que vão te ajudar a escolher o melhor curso de drones! 1. Experiência do piloto instrutor Quantos cursos seu futuro instrutor em pilotagem de drones possui registrado no currículo? Quantas experiências ele já acumulou ao longo dos anos atuando como prestador de serviços em pilotagem? Em quantas áreas ele já teve a oportunidade de trabalhar e adquirir conhecimento? E, além disso, o mais importante: quantas horas de voo seu instrutor possui registradas nos aplicativos DJI? Essas são algumas das comprovações fundamentais para se analisar a experiência do piloto responsável por te guiar no curso de drones. Aqui na AEROJR. contamos com pilotos com vasta experiência de mercado, tendo atuado em diversas empresas e possuindo amplo conhecimento em assuntos chave envolvendo pilotagem, desde o básico até aplicações complexas, como inspeção e mapeamento aéreo. 2. Aulas individuais Este é, sem dúvidas, o fator mais importante quando o assunto é curso de drones. Cursos ministrados em turmas com mais de um aluno acabam por prejudicar o aprendizado individual. Isso acontece porque, dividindo a aula com outra pessoa, seu tempo de voo acaba sendo diluído em pequenas doses de prática. Além disso, cada indivíduo possui seu próprio tempo de assimilação dos conteúdos: alguns já tiveram experiência prévia com pilotagem, outros sequer tocaram num drone na vida. Por esse motivo, juntar todos em uma turma para dividir a atenção do piloto é prejudicial ao investimento feito no curso de drones. Na AEROJR. todas as aulas são oferecidas de maneira exclusiva e personalizada, de acordo com as necessidades apresentadas pelos alunos. 3. Depoimentos de ex-alunos Você não vai considerar ingressar em um curso de drones sem antes conferir o que as pessoas falam dele, certo? Essa validação com ex-alunos é muito importante para se gerar confiança na solução desejada. Portanto, é essencial ter contato com alguma fonte que comprove a qualidade da capacitação. Aqui na AEROJR. você tem contato com diversos depoimentos de ex-alunos contando como o curso impactou sua carreira profissional. Dessa forma, os exemplos de sucesso são variados, tendo casos de pilotos formados atuando nas áreas de eventos, ambiental, engenharia e muitas outras. 4. Suporte “Fiz o curso de pilotagem de drones, e agora?”. Com o desenvolvimento cada vez mais rápido e estratégico desse setor na sociedade, muitas pessoas inexperientes estão desejando cada vez mais ingressar no ramo de pilotagem de drones. No entanto, uma vez concluído o curso, muitos têm dificuldade de entender como dar o próximo passo na construção de sua carreira como piloto de drones. Portanto, é nesse cenário que o suporte pós-curso é essencial para ajudar o recém piloto em sua jornada. Por isso, antes de optar por um curso de drones específico, busque saber se a escola em questão oferece algum tipo de suporte no sentido de fornecer orientações e sanar dúvidas essenciais ao ex-aluno em início de carreira. Na AEROJR., os alunos podem, ao final do curso, contar com um acompanhamento gratuito pelos nossos consultores, durante 60 dias, no qual é possível fazer consultas e sanar dúvidas. 5. Carga horária prática É fazendo que se aprende. Esse ditado serve como um ótimo parâmetro para diferenciar um bom curso de drones das opções medianas presentes no mercado. Isso ocorre porque, são as horas de voo contabilizadas que vão definir o quão capacitado o futuro piloto estará em relação ao domínio da aeronave. Assim, desconfie de cursos que oferecem uma carga horária teórica muito extensa, pois o mais importante quando se fala em pilotagem de drones é praticar. Na AEROJR., a carga horária do curso é majoritariamente prática para que o aluno consiga de fato pegar intimidade com o drone e dominar suas manobras de pilotagem. 6. Equipamentos modernos A tecnologia dos drones está em franco crescimento e quem deseja entrar nesse mercado deve saber que os equipamentos sofrem atualizações constantes. Por isso, sempre avalie se os equipamentos disponíveis são de última linha, para que você não fique atrás da concorrência. Não aceite capacitações com Phantom 3 ou Mavic 1, por exemplo, pois são modelos que já contam com versões atualizadas. Desse modo, um bom curso de drones será aquele capaz de te fornecer os melhores modelos presentes no mercado, como as linhas Phantom 4 e Mavic 2. Na AEROJR. os alunos contam com aulas em Phantom 4 Pro V2.0, um dos melhores modelos presentes no mercado. Pronto para embarcar nessa jornada? A empresa alemã Droneii publicou em 2020 um estudo no qual afirma que a taxa de crescimento anual do mercado de drones no mundo será de 13,8% entre 2020 e 2025, chegando a uma receita de US$ 43 bilhões. Dessa forma, visando impactar o cenário de tecnologia em drones em Minas Gerais, a AEROJR. criou o FLYDRONE, um curso de pilotagem focado em proporcionar uma experiência personalizada e flexível aos alunos. Além disso, o curso foi desenvolvido para pessoas que desejam aprender a pilotar drones do zero, com total segurança e técnicas de captação de imagens aéreas  cinematográficas. Ficou interessado em conhecer mais sobre o nosso curso de pilotagem de drones? Então, entre em contato conosco! Autor: Alex Santos

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Conheça os Principais Componentes de um Drone

Nos dias de hoje, os drones estão sendo amplamente utilizados nos mais variados setores e, portanto, saber pilotar o veículo é um grande diferencial no ambiente de trabalho. De fato, segundo a FAA (Federal Aviation Administration), o mercado de drones para uso profissional deve triplicar até 2023. Nesse sentido, é fundamental conhecer os principais componentes de um drone para realizar eventuais manutenções no veículo e garantir a segurança durante o voo. São vários os dispositivos e sistemas necessários para o devido funcionamento de um drone. Além disso, como existem diversos modelos no mercado, alguns componentes podem variar conforme a função e aplicação desejada. Assim, iremos citar, neste texto, os principais componentes presentes em grande parte dos multirrotores encontrados atualmente. Motor O motor é responsável, basicamente, por converter a energia provinda da bateria em energia mecânica, permitindo a movimentação do veículo. O mais utilizado nos atuais modelos de drone é o de corrente contínua e, geralmente, do tipo Brushless. Tais motores não possuem escovas em sua estrutura (peças submetidas ao atrito) e, dessa forma, emitem menos ruído durante a pilotagem. Além disso, configuram-se como uma opção mais eficiente do que os motores convencionais, já que a ausência de escovas elimina a necessidade de manutenção e prolonga a vida útil do componente. No entanto, para a operação do motor Brushless, é requerido um equipamento denominado Electronic Speed Controller (ESC). Em resumo, esse dispositivo é encarregado de enviar sinais elétricos da placa controladora até o motor. Isso possibilita o controle da velocidade de rotação dos motores e, consequentemente, a alteração da velocidade do drone e a realização de manobras. Bateria A bateria tem a função de armazenar e fornecer energia para outros componentes durante o funcionamento do drone. Então, no momento de escolha do melhor modelo multirotor, é importante se atentar à capacidade de fornecimento de energia das baterias. Isso porque essa característica influencia diretamente na autonomia do drone, ou seja, no tempo máximo de voo sem necessidade de recarga. Na maioria das vezes, utilizam-se baterias de Lítio em tais veículos aéreos, em especial o Polímero de Lítio (LiPo). Essas são capazes de conferir, simultaneamente, grande capacidade de armazenamento de energia e leveza. Dessa maneira, apresentam certas vantagens em comparação com outros modelos existentes no mercado. Hélices As hélices são primordiais justamente por utilizarem a potência de saída do motor e proporcionarem a força necessária para movimentar ou pairar o drone no ar. Nos quadricópteros (aeronaves que possuem quatro motores), normalmente se utilizam hélices com formatos diferentes e em pares, duas que giram em sentido horário e duas em anti-horário. Desse modo, torna-se possível a estabilização do multirotor no ar. Além do mais, cada hélice se caracteriza por propriedades específicas, como o número de pás, o diâmetro e o passo. Esses parâmetros são devidamente considerados na fabricação, de forma a otimizar o voo e a vida útil do drone. Portanto, é importante se atentar a essas características caso seja necessário efetuar alguma alteração, para continuar assegurando a operação adequada do drone. Frame O frame é o principal componente estrutural de um drone. Essencialmente, ele é responsável por fixar as demais peças, bem como suportar as cargas e esforços atuantes durante o voo. Ademais, o formato e o peso do frame influenciam diretamente no desempenho aerodinâmico do drone. Dessa forma, é necessário fabricar a estrutura preferencialmente com um material capaz de conferir resistência, rigidez e leveza ao veículo. Placa Controladora Nesse dispositivo se encontram diversos sensores importantes para a estabilização do drone, como o acelerômetro, barômetro e os giroscópios. A placa controladora tem como primordial função receber sinais dos sensores e do rádio controle, processar esses dados e distribuir energia para outros componentes. Por esse motivo, ela também é conhecida como a “inteligência” ou “cérebro” do drone.  Câmera Um dos sensores mais comumente conhecidos nessas aeronaves é a câmera. Ela é utilizada para a captura de imagens, gravação de vídeos, navegabilidade do veículo e, inclusive, pode ser empregada para o sensoriamento remoto. Existem diversos tipos de câmeras que podem se embarcar nos drones como, por exemplo: Câmera RGB: é denominada câmera convencional, e utiliza sensores baseados no sistema de cores RGB (Red, Green and Blue). Dessa forma, permite a obtenção de imagens e vídeos no espectro visível, sendo amplamente empregada em setores como a topografia e a fotografia e filmagem. Câmera Multiespectral: é constituída a partir de vários sensores, capazes de detectar diferentes faixas do espectro luminoso. Com esse tipo de câmera, é viável, por exemplo, obter índices vegetativos como o NDVI e o NDRE, analisar a taxa de fotossíntese e o estado de saúde das plantas. Logo, detém um papel importante especialmente na área da agricultura. GPS Outro sistema extremamente relevante para o funcionamento da aeronave é o Global Positioning System (GPS). Essa tecnologia, presente na maioria dos drones, é capaz de determinar a posição geográfica do veículo por meio de dados provenientes de uma constelação de satélites. Nesse contexto, o GPS é essencial para realizar manobras, auxiliar na navegação e corrigir a influência do vento, permitindo a manutenção do drone em uma posição específica. Ademais, é fundamental em diversos modos de voo disponíveis, e quando se deseja gravar certo local para realizar um pouso autônomo. Entretanto, para aplicações mais específicas com o drone, como, por exemplo, quando se requer maior precisão e confiabilidade nos dados geográficos, pode se empregar outras técnicas. Assim, métodos como o Real Time Kinematic (RTK) ou o Post-Processed Kinematic (PPK), por exemplo, que adotam processos de correção de coordenadas, são aplicáveis nesses casos. Sensores anticolisão Os sensores anticolisão são importantes dispositivos para garantir a segurança durante o voo. Isso porque permitem a detecção de objetos próximos e a prevenção de impactos. Usualmente, são compostos por sensores ópticos dispostos na superfície do drone, variando em quantidade e qualidade de acordo com o modelo do veículo. Rádio Controle O rádio controle é o componente com o qual o piloto tem contato direto no decorrer do voo. Ele possibilita que os comandos efetuados no manche sejam convertidos em movimentos do drone

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Modelagem de Protótipos: Entenda a sua importância

Dentro do ponto de vista da engenharia, inovação é um processo de quebra de padrões tanto de pensamentos quanto de ações. E um jeito natural de colocar à prova novas ideias ou soluções inovadoras é desenvolvendo protótipos. Além disso, do ponto de vista de negócios, a dedicação para a modelagem de protótipos é tão relevante quanto estratégica. Assim, ela faz parte de um dos pilares organizacionais de qualquer iniciativa de sucesso. O que é o protótipo de um produto? A palavra “protótipo” se origina do grego [prototypos] e seria traduzida como “original, primitivo”. Os protótipos, entretanto, podem ser interpretados de maneiras distintas. Quando se lida com o contexto acadêmico, protótipos, em geral, servem como uma base ou como modelo para o entendimento de fenômenos da natureza. Um exemplo disso é o estudo das forças aerodinâmicas em um modelo em escala reduzida de uma aeronave em túneis de vento. Já do ponto de vista de mercado, refere-se a protótipo como sendo uma versão inicial ou não otimizada de um produto. A visão de protótipo, do ponto de vista da engenharia, se encontra em algum lugar entre esses dois limiares. Pode-se ainda categorizar protótipos entre: físicos ou analíticos. Protótipos físicos são aproximações tangíveis, palpáveis do produto esperado. Enquanto que protótipos virtuais são modelos matemáticos, em geral mais detalhados, criados para estudar o comportamento de determinado componente do produto final ou do seu conjunto como um todo, antes mesmo de sua produção. Protótipos atendem a diversos propósitos. Dessa forma, sua modelagem serve como guia no desenvolvimento de um produto, permitindo que sistemas e subsistemas trabalhem juntos e da forma planejada. Além disso, protótipos reduzem as incertezas do projeto, pois são uma forma ágil de abandonar alternativas que não são bem recebidas. Portanto, auxiliam na identificação de uma solução final mais acertada. Como é o desenvolvimento de um protótipo? Dentro do nicho do “Design Thinking” a prototipagem é a última etapa do processo de desenvolvimento de um produto. Etapa cujo objetivo é a validação perante a necessidade de solucionar um problema. Apesar disso, a prototipação em si também tem suas etapas, sendo elas: Formulação de questões; Criação do(s) protótipo(s); Teste; Avaliação; Conclusão. O processo se inicia com a formulação de questões que representem as dores que levarão à elaboração da solução idealizada. Após isso, são criados modelos que viabilizem observar o comportamento da solução na etapa de testes, que coloca à prova as soluções desenvolvidas. Após isso, segue-se para a etapa de avaliação de resultados. Se forem acertados, prossegue-se para a conclusão, senão, retorna-se às etapas anteriores. Assim, percebe-se que o processo de modelagem de protótipos, em si, é um instrumento de aprendizado. Da ótica da equipe do projeto, aprende-se fazendo, isto é, ao conceber a forma de uma ideia é necessário elaborá-la em todos os seus detalhes e em todos os níveis de fidelidade, desde uma representação conceitual (desenho) até uma representação mais similar possível da solução (simulação 3D). Em suma, o desenvolvimento de protótipos permite: Avaliar a complexidade envolvida na construção de uma solução; Filtrar e otimizar uma solução através da análise iterativa e em tempo real das respostas do modelo; Identificar problemas antecipadamente, aumentando a segurança do projeto e reduzindo custos. Importância da Modelagem no Desenvolvimento de um Protótipo A engenharia constitui uma profissão que carrega o aprendizado de várias técnicas de concepção de modelos (desenhos, montagens, CAD, simulações 3D, etc) que são a chave no processo de criação de uma solução inovadora. Portanto, com o poder computacional cada vez maior, a tendência é que essas ferramentas se tornem cada vez mais precisas e acertadas. Dito isso, entende-se que modelagem de protótipos se encaixa em duas das etapas do desenvolvimento citadas anteriormente. A primeira delas é a criação do protótipo, no qual ferramentas CAD são fundamentais para a visualização do modelo de um componente. Assim, com elas pode-se caracterizar geometricamente as peças (estudo da forma) e entender o funcionamento idealizado da montagem (fit), como um conjunto. Já a outra etapa é a de testes, em que se atribuem características físicas aos componentes do modelo e se realiza a simulação 3D do comportamento de uma peça ou de um conjunto quando submetido a condições específicas. Nessa etapa é muito comum ouvir-se falar sobre “Método de Elementos Finitos (MEF)” ou “Computer Fluid Dynamics (CFD)”, dependendo do escopo no qual está inserido o projeto. Em suma, são métodos numéricos iterativos, constituídos de três etapas: Pré-Processamento, na qual se definem as condições de contorno da simulação; Processamento, na qual são calculadas as variáveis de interesse da simulação; Pós-Processamento, na qual são analisados os parâmetros críticos do projeto como limitações, resposta a condições adversas, faixa de operação e se o modelo atende ou não à proposta para o qual foi idealizado. Indo além Por fim, percebe-se que o modelo 3D utilizado como ferramenta de investigação de problemas mostra-se como uma ferramenta muito poderosa. Assim, o principal motivo é que ele possibilita a solução do problema na etapa anterior à produção. Portanto, agora que você já sabe a importância da modelagem de protótipos, conheça os 6 melhores softwares de Modelagem 3D para começar a prototipagem do seu produto! Autor: João Vitor Fernandes

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Desenvolvimento de Produto: Etapas Para a Construção do seu Projeto Mecânico

Você possui uma ideia de projeto mecânico inovador que pode revolucionar o seu mercado? Essa ideia traz uma solução específica para um problema latente, mas não sabe ao certo como dar início ao seu desenvolvimento? Mais do que isso, como saber se sua ideia é realmente viável e se ela pode dar certo? A fim de responder essas perguntas, neste texto contamos um pouco sobre as principais etapas para o desenvolvimento do seu produto mecânico inovador! Por que desenvolver um novo produto? Se destacar no mercado é revolucionar e buscar diferenciais. A inovação caminha junto ao progresso por estar associada ao poder de impactar a vida de pessoas e negócios, ao passo que o desenvolvimento de um novo produto ou solução é uma área em que inovar é a principal chave. Todavia, a concepção de novos equipamentos, mecanismos, peças ou maquinários, bem como adaptações ou modificações em aparatos existentes não é uma tarefa simples e imediata. Feito de maneira impensada, sem seguir determinadas etapas com inteligência, o desenvolvimento de um novo produto pode resultar em perdas financeiras, além de carência de agilidade e eficiência durante o processo. Quais são as etapas do processo de desenvolvimento de um produto mecânico? A seguir, explicamos todas as principais etapas para criar seu novo produto, desde o entendimento das necessidades fundamentais no processo até a prototipagem e patente. 1. Viabilidade A primeira etapa relaciona-se à definição do seu objetivo e ao entendimento da viabilidade do produto. Assim, o primeiro passo é ter em mente qual problema ele solucionará ou como ele trará benefícios. A partir disso, é hora de fazer todo o levantamento de riscos econômicos, legais e técnicos, dependendo do projeto mecânico. Em seguida, deverá ser feita a definição do público alvo e a compreensão das tendências do mercado e da demanda por sua solução. Dessa forma, você já terá todo o pré-projeto em mãos, com os requisitos necessários para dar prosseguimento às próximas etapas. A maneira mais efetiva de realizar esses processos é por meio de pesquisas de mercado com concorrentes, clientes e demais stakeholders que possam auxiliar no entendimento dos pontos levantados. Além disso, a internet também é uma excelente aliada nessa busca, podendo trazer dados e informações úteis para a seleção dos pontos viáveis técnica e economicamente. 2. Projeto Conceitual Baseado nas definições e seleções feitas na etapa anterior, pode-se dar início ao desenvolvimento do projeto conceitual. Essa etapa envolve a construção dos desenhos técnicos, modelagem 2D e 3D, simulações e escolha de materiais. Cada uma dessas fases é fundamental para garantir a qualidade, a eficiência, o perfeito funcionamento, a reprodutibilidade e o aumento de vida útil do seu projeto. Tudo isso resultando na minimização de custos e ganho de agilidade. Isso ocorre pois tais processos são a base para o protótipo e o produto final, fazendo com que eles precisem de menos modificações. Portanto, para essa etapa é altamente recomendado ter um time de técnicos profissionais dispostos a auxiliá-lo durante todo o desenvolvimento do seu projeto mecânico. Eles devem dominar os melhores softwares para executar desenhos técnicos, modelagem e simulações do protótipo em diversas situações de carga, calor e movimento. 3. Prototipagem  Após a criação das bases do seu projeto mecânico é finalmente hora de criar o protótipo que servirá como ponte para o seu produto final. Ou seja, após os desenhos técnicos, modelagem 2D e 3D, simulações e escolha de materiais, o próximo passo é a prototipagem! Ela pode ser feita de uma infinidade de maneiras, desde a usinagem à impressão 3D, o que dependerá das suas características e dos materiais. Dessa forma, a partir dela pode-se verificar praticamente todas as funções desejadas e realizar as devidas adequações. 4. Construção dos manuais Após a prototipagem, é necessário realizar o desenvolvimento dos manuais de funcionamento e montagem do seu projeto mecânico. Essa etapa é feita de modo a garantir a correta utilização, manutenção e funcionamento do produto por parte do consumidor. Logo, eles devem ter conter as devidas instruções para uso e informações acerca de suas características, visando sua perfeita preservação. 5. Patente e comercialização Por último, caso necessário, deve ser realizada a patente do seu  projeto mecânico inovador, a fim de garantir sua propriedade intelectual, junto ao órgão competente. A partir disso, pode-se finalmente iniciar a comercialização do produto e receber pelo seu diferencial! Esta é a sua hora de inovar! A inovação é a chave para a evolução e o progresso, responsáveis por aprimorar e facilitar o cotidiano de pessoas e empreendimentos. A sua ideia de projeto mecânico tem potencial para revolucionar, mas para isso é fundamental passar por essas etapas para atingir sucesso e destaque no mercado desejado. Portanto, agora que você já conhece todas as etapas para desenvolver um produto mecânico, dê início a sua inovação! Conte com a AEROJR. durante a etapa do projeto conceitual para te ajudar nesse sonho! Entre em contato conosco! Autor: Gabriel de Hollanda

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Drones inusitados: conheça 3 utilidades que podem revolucionar o uso de drones

Certamente, ao menos uma vez em nossas vidas, já participamos de algum evento cujo a filmagem foi realizada por drones. Ou ainda, já lemos/assistimos alguma reportagem que fala, entusiasmadamente, sobre como os drones serão importantes no futuro para entrega de alimentos e mercadorias. O que lhe mostraremos neste texto, no entanto, é a utilização de alguns drones inusitados no mercado a fora. Provaremos que a aplicação desses poderosos instrumentos pode ir muito além do que nossa mente consegue imaginar. Além disso, qualquer um de nós consegue facilitar a vida, em algum aspecto, com a utilização de drones. Fugindo do esperado Provavelmente, a primeira coisa que vem em sua mente quando falamos a palavra “aeronave” são as famosas e gigantes que atravessam o mundo, facilitando deslocamentos que seriam de imensa demora e complexidade se feitos por outros meios de transporte. O que poucas pessoas sabem é que uma aeronave pode ser facilmente adquirida (por um valor nem tão caro) por qualquer um de nós. E ainda, não precisa de um hangar para colocá-la (muitas delas cabem em uma maleta!). O objeto, em questão, trata-se de um drone! O drone é uma aeronave remotamente pilotada que vem ganhando muito destaque nos tempos atuais. Isso é devido às suas funcionalidades e por seu fácil acesso por boa parte da população brasileira. É um fato que os drones estão sendo amplamente usados nas mais diversas áreas e para diferentes aplicações. Porém, existem alguns usos inusitados que são pouco explorados, mas podem revolucionar essas áreas. A seguir falaremos sobre 3 utilidades de drones inusitados. 1 – Drones utilizados para colheita de frutas Certamente, ao juntar os tópicos drones e agricultura, o que vem em sua mente é pulverização de plantações. De fato, a utilização de drones para irrigação e controle de pragas mostra-se uma excelente vantagem competitiva no mercado agropecuário. O drone é um facilitador simples e barato no trabalho de fazendas em todas as regiões do Brasil. Porém, apesar de pouco difundida, a ideia de utilizar drones como facilitadores na pulverização é pouco inovadora, pois, como já destacado anteriormente, é a primeira das opções na agropecuária quando lidamos com drones. Uma ideia de drone inusitado que chama a atenção, porém, na agropecuária brasileira, é a da utilização de drones para colheita de frutas. Afinal, um drone possui toda a versatilidade que uma máquina robusta e cara, muitas vezes com foco de atuação específico, não conseguiria proporcionar ao agricultor. Vantagens de utilizá-los na colheita de frutas Ter um drone trabalhando na linha de frente da colheita de frutas dá ao agricultor um diferencial de inovação e modernidade que certamente acarretará em uma vantagem competitiva no mercado. Falando em vantagem competitiva, um drone pode fazer o trabalho de forma mais segura e eficiente no campo. Isso gera uma economia com pessoal que poderá ser reinvestida no próprio comércio do agricultor. É claro que um drone que saiu diretamente da fábrica não conseguirá atender à demanda de coletar as frutas fazenda a fora. Para isso, será necessário fazer algumas modificações em seu drone. Essas modificações devem permitir que ele realize esse e demais trabalhos inovadores que fogem do escopo de sua fabricação. Felizmente, essas modificações podem ser facilmente realizadas, e você pode conferir aqui como realizar esse processo. 2 – Drones utilizados para instalação de cabos de energia elétrica Passando, agora, para o cenário urbano, nos deparamos com mais uma utilização de drones inusitados, desta vez no setor elétrico. Novamente, vemos que, com as corretas adaptações, um drone é capaz de participar ativamente de um processo de alta complexidade. A utilização de drones em um processo de construção civil não é nada inovadora, uma vez que essa aplicação é pré-determinada nas empreiteiras, tendo o drone um destino certeiro ao entrar em uma obra urbana. Porém, a ideia inusitada que surgiu de uma multinacional brasileira revoluciona a aplicação dos drones nas redes de energia elétrica. A proposta não se limita à utilização de drones para mapeamento e topografia do local de instalação das redes, como é de comum realização. Mas mostra-se inovadora, já que o drone participa ativamente do processo de instalação das redes elétricas. Sua função é içar os cabos de energia e transportá-los entre as torres. Benefícios de instalar cabos de energia elétrica com drones Esse processo ganha destaque pela enorme preservação ambiental que fornece. Caso os drones não estivessem atuando, seria necessário derrubar a vegetação ali presente. Somente assim as equipes conseguiriam chegar ao local de instalação transportando os cabos. No entanto, como o drone possui a versatilidade do transporte aéreo, é possível realizar essa atividade sem que a vegetação seja devastada. Outro ponto de extrema relevância a ser lembrado é a segurança dos trabalhadores. Transportar os cabos de energia na altura que o drone o faz é humanamente arriscado, levando em conta que, caso haja uma queda, as consequências poderiam ser fatais. Felizmente, como o drone é remotamente pilotado, a única tragédia que possa vir a acontecer é no bolso do proprietário, muito menos valioso que uma vida humana. É claro que, como no caso dos drones que colhem frutas, algumas adaptações seriam necessárias para seu correto funcionamento nesse tipo de serviço. Outro ponto interessante é que, para as articulações que o drone deve realizar no transporte dos cabos, é muito importante ter um piloto capacitado responsável pela condução do veículo. Para isso, recomenda-se a contratação de um piloto capacitado ou, se preferir, a capacitação de um pessoal interno à empresa através de um curso de pilotagem de drone. 3 – Drones utilizados para controle da covid-19 Os drones inusitados que mais chamam a atenção desde o ano de 2020 certamente são os voltados para o controle da pandemia provocada pelo Sars-CoV-2. Dessa vez, não lidamos com um complexo projeto de prototipagem, mas com um interessante aproveitamento das funcionalidades básicas de um drone. A aplicação em questão trata-se da utilização dos drones em ações que possibilitam tanto o controle quanto a interferência ativa do vírus. Por consequência, promovem uma maior prevenção à população

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Saiba como Inovar com Drones

Os Drones revolucionaram a engenharia, as práticas militares e todo o mercado global. Sua versatilidade e acessibilidade fazem com que sejam uma presença cada vez mais frequente nos mais variados segmentos de nossa sociedade: topografia, agronegócio, segurança, jornalismo, filmagens, entre muitos outros ramos. Então, mesmo que existam diversas possibilidades de inovar com drones, ainda é possível que você não encontre uma aeronave que atenda todos os requisitos desejados, ou ainda não saiba como começar seu projeto de inovação. Nesse caso, como conseguir um drone personalizado e inovador? Vamos contar! Inovar com drones seria o futuro? Inúmeros filmes, como “De Volta para o Futuro”, previam que nos anos 2000 teríamos as mais versáteis e incríveis inovações tecnológicas: roupas inteligentes, robôs por toda a parte, videoconferências e, claro, carros voadores. É verdade que, por enquanto, ainda não temos carros voadores. Por outro lado, de forma ainda mais positiva, temos aparelhos bem menores, mais baratos e leves, capazes de executar tarefas que certamente não poderiam ser feitas pelos automóveis. Sim, esses são os drones! Contudo, apesar do crescente uso dos drones, sua aplicação comercial ainda é muito nova. Segundo a FAA (Federal Aviation Administration), a projeção é que esse mercado triplique até 2023, afinal, ainda há muitas áreas a serem exploradas. No Brasil, por exemplo, apenas em Agosto de 2020 foram aprovados testes para serviços de delivery com VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados), o que evidencia a ainda incipiente utilização comercial desses veículos. Tal fato mostra a extensa gama de oportunidades para movimentar a engrenagem, ou melhor, a hélice do mundo dos drones. Como Começar a Inovar com Drones? É comum ter ideias inovadoras e disruptivas, e mais comum ainda é não saber como realizá-las ou não encontrar meios disponíveis no mercado para concretizá-las. Porém, não desista mesmo diante dessa dificuldade, pois o seu sonho não precisa ser deixado de lado. Na verdade, esta é a oportunidade perfeita para você inovar, empreender, além de ter um grande retorno financeiro com a sua ideia. Tendo isso em mente, a fim de começar o processo de inovação com drones, você deve seguir alguns passos para garantir a qualidade, a segurança, a lucratividade – se for o caso – e a adequação às normas vigentes. Embarque nessa conosco, e descubra o passo a passo para o desenvolvimento de um drone ideal para você! Análise de Viabilidade O primeiro passo da jornada é realizar uma Análise de Viabilidade. Dessa forma, o objetivo é definir se a sua ideia para inovar com drones é viável ou não, principalmente se o objetivo for para uso comercial. O estudo de viabilidade se baseia basicamente em três fatores: viabilidade da demanda, viabilidade econômica e viabilidade técnica. Os detalhes sobre cada uma serão vistos a seguir. Viabilidade da demanda É essencial ter uma noção clara de qual problema o seu drone resolve, como gerar valor para a sua solução inovadora, quem são os clientes em potencial e quais estratégias deverão ser adotadas para chegar até eles. Viabilidade econômica A viabilidade econômica, por sua vez, é muito importante para que você analise a existência de concorrentes no mercado, o ticket médio dos serviços prestados, o nível de satisfação dos clientes e quais os gaps deixados por seus competidores. Afinal, será justamente em tais lacunas que o seu projeto de inovação com drones apresentará um diferencial competitivo. Além disso, é crucial mapear os custos fixos e variáveis da operação, com o intuito de assegurar uma precificação acertada do serviço/produto. Viabilidade técnica Por fim, o estudo se encerra com a análise de viabilidade técnica, na qual serão mapeadas questões relacionadas à equipe e aos insumos necessários para desenvolver e, efetivamente, dar vida ao serviço planejado. Ao final dessa fase será possível dizer se a sua solução para inovar com drones é – ou não – viável. E se for, qual o próximo passo? Como efetivamente montar o seu drone personalizado, voltado às suas necessidades? Análise de Componentes O passo seguinte consiste na Análise de Componentes. Por meio dessa etapa, serão propostos possíveis insumos tecnológicos que supram os requisitos do projeto. Tais insumos devem contemplar requisitos como: o dimensionamento das baterias (analisando os fabricantes, a autonomia, arranjo, etc); a definição do frame capaz de suportar os esforços atuantes devido às cargas aerodinâmicas e estruturais; a seleção dos componentes eletrônicos embarcados; e a escolha do rádio controle. Ademais, caso algum componente não exista no mercado, nessa fase serão traçadas possíveis formas de fabricá-lo. Com isso, deve ser levando em consideração os custos e os prazos envolvidos para a consolidação do seu projeto de inovação. Mas afinal, como tirar a ideia do papel? Ao finalizar o estudo de viabilidade e planejar os elementos que serão utilizados, é fundamental haver a integração dos componentes em um modelo virtual. Isso deve ocorrer para validar inicialmente o drone, além de auxiliar na realização dos primeiros testes simulados através da modelagem 3D. Modelagem 3D Antigamente, os testes eram realizados em protótipos físicos, o que, sem dúvidas, causava um desenvolvimento mais longo e custoso. Isso ocorria, pois, dependendo do tipo de falha na estrutura, o protótipo deveria ser todo reconstruído e, somente depois, seriam praticados novos testes. O grande problema é que cada mudança efetuada poderia originar erros imprevisíveis em outras partes da estrutura, levando a um ciclo de reparos extremamente oneroso. Atualmente, porém, com as soluções da modelagem 3D, o tempo de desenvolvimento e de testes é significativamente reduzido. Os softwares de engenharia são capazes de simular as condições encontradas no voo dos drones, podendo integrar influências aerodinâmicas, térmicas e magnéticas. Tal robustez só é possível devido à capacidade computacional de empregar com exatidão formulações matemáticas para resolver problemas complexos em poucos segundos. Além disso, tais softwares fazem tudo isso, sobretudo, sem despender elevados recursos financeiros. Em suma, a modelagem serve para se ter uma visão sistêmica inicial e bem fundamentada sobre o drone inovador. Logo, ela avalia como ocorre a integração entre os diversos sistemas que compõem a aeronave e simula sua resposta aos desafios impostos pelo voo. Tudo isso

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ANAC: tudo que você precisa saber sobre a Agência

Você já sentiu alguma vez medo de andar de avião? Ou já desconfiou da segurança desse tipo de transporte? Para passageiros de primeira viagem esse é um receio recorrente. Entretanto, hoje o transporte aéreo é um dos mais seguros e isso se deve, principalmente, devido à ação das agências reguladoras, sendo que no Brasil, essa agência é a ANAC. Ficou curioso para saber mais sobre como é feita essa regulamentação? Então, veja aqui tudo que você precisa saber sobre a ANAC. Qual a função da ANAC? No Brasil, existem diversas autoridades de aviação que contribuem para a operação segura e de qualidade desse modal. No entanto, na aviação civil, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) é a responsável por esse trabalho. Fundada em 2005, ela substituíra o Departamento de Aviação Civil (DAC) e demais órgãos regionais. Dessa forma, a agência centralizou o papel regulatório aeronáutico no país. Quem controla a ANAC? Apesar de ser o órgão aeronáutico máximo para assuntos civis, a ANAC atualmente está vinculada ao Ministério da Infraestrutura. Logo, os dirigentes dessa autarquia federal são indicados diretamente pelo governo vigente e avaliados pelo Congresso Nacional. Pelo o que a ANAC é responsável? A princípio, as atividades da agência se enquadram em ações de certificação, normatização, fiscalização e representação institucional. Do mesmo modo, a ANAC busca garantir um ambiente de mercado competitivo e minimizar a possibilidade de incidentes. Além disso, ela direciona esforços para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos por toda cadeia produtiva do setor aéreo. Certificação Desde já, para qualquer aeronave, fabricante, companhia aérea, aeródromo ou escola de aviação atuar no país, precisam, primeiramente, de uma certificação da ANAC. Essa certificação é caracterizada pelo acompanhamento e avaliação do grau de confiança e atendimento de requisitos de normas estabelecidas. Assim, após o cumprimento dessa etapa, a atividade aérea estará possibilitada de operar no território brasileiro. Nesse sentido, para certificar aeródromos e helipontos, por exemplo, a ANAC deve realizar uma avaliação da infraestrutura e capacidade do operador em seguir as normas técnicas e de segurança. Contudo, para solicitar o início do processo de certificação para um aeródromo, é essencial verificar a situação cadastral dele. Caso esteja desatualizado, o processo de renovação poderá ser realizado rapidamente por consultorias aeronáuticas experientes no serviço. Assim, esse passo é fundamental, pois caso contrário, o aeródromo não estará presente no Sistema Eletrônico de Informações (SEI-ANAC). Por consequência, as demais etapas da certificação não poderão ser seguidas. Normatização Finalmente, com a certificação em mãos, a empresa terá o aval da agência para operar no país. A partir disso, segue-se para outra etapa: a normatização. De antemão, quando uma aeronave é certificada, ela deverá seguir normas. Para isso, a elaboração delas segue preceitos das instituições regulatórias internacionais de aviação civil nas quais o Brasil é signatário. Para exemplificar, drones e VANTs, considerados tecnologias emergentes, estão revolucionando o mercado de transporte, lazer e monitoramento. Porém, com o crescimento desenfreado, o uso maléfico dessas aeronaves e acidentes são consequências que colocam vidas em risco. Por isso, em 2017, a ANAC regularizou a operação civil delas no país, criando classificações, cadastros, certificações e regras de voos. Logo, caso alguém importe um drone, por exemplo, a agência exige a emissão da homologação do produto. Bem como a plena regularização de componentes para a construção e prototipagem de um. Assim, a normatização define que todos os segmentos do setor aéreo devem seguir normas. Por isso, eventualmente, aeronaves e operadores precisam emitir documentos atestando o cumprimento delas. Fiscalização Não apenas isso, a ANAC, para atestar a normatização, utiliza-se de um outro dispositivo habitual das agências reguladoras: a fiscalização. Para tanto, inclui-se o acompanhamento permanente do desempenho de empresas, produtos, operações e profissionais certificados, buscando garantir segurança e qualidade aos passageiros. Mas também, consonante com demais órgãos, a agência realiza a ação fiscal de identificar e penalizar atos ilegais diante das normas. Há uma regulação excessiva e competitividade? Inegavelmente, todo esse procedimento demonstra o vigor que a ANAC detém para garantir a confiança dos serviços aéreos no Brasil. Apesar disso, o estabelecimento dessa burocracia também é um desafio para o setor que possui margens de faturamento apertadas pelo seu alto custo operacional.  Diante disso, é a ANAC quem realiza a autorização e a concessão para companhias aéreas, táxis aéreos, escolas e oficinas operarem no país. Ao mesmo tempo, ela também define regras para passageiros utilizarem o transporte aéreo, medidas que podem encarecer o preço das passagens. Para isso, um dos exemplos mais conhecidos da burocracia da agência era a proibição da cobrança de bagagens separadamente. Entretanto, recentemente uma nova posição foi tomada em prol da desregulação do setor aéreo visando simplificá-lo e torná-lo mais competitivo. Logo, os efeitos disso foram a chegada de novas companhias aéreas low-cost que visam “abocanhar fatias” no mercado brasileiro. Apesar de tudo, a ANAC possui a responsabilidade de representar também os interesses do Brasil em órgãos internacionais de aviação. Como resultado, ela negocia acordos e tratados sobre o transporte aéreo internacional. Portanto, a agência se posiciona como uma das mais influentes do setor, representando um dos mercados mais dinâmicos do mundo. Como podemos ajudar você a adequar-se às regulamentações da ANAC? Em síntese, ter medo de viajar de avião é bastante comum para passageiros de primeira viagem. Diante do desconhecido, é normal ter receio, principalmente em situações que envolvem riscos. Entretanto, por meio da atuação da ANAC, o transporte aéreo no Brasil nunca esteve tão seguro e moderno. Assim, desde a certificação de novas aeronaves até a fiscalização da operação em aeroportos, garante-se a segurança do usuário. Por fim, se você deseja adequar-se às regulações da ANAC e fazer parte de um dos maiores mercados aeronáuticos do mundo, pode contar conosco da AEROJR.! Buscamos auxiliar a todos que precisam de certificações e cadastros para operarem no país. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com o nosso time! Pois, com excelência em consultoria, é nosso desejo contribuir para a ANAC nessa rica cadeia de valor e garantir uma boa viagem para todos. Autor: Esriel Ferrari

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Aeronavegabilidade

Devido à importância do setor aeronáutico, a exigência dos órgãos regulamentadores em garantir a segurança dos usuários nesse meio se torna primordial. Tudo isso, claro, a favor do bom funcionamento do mercado e do uso do espaço aéreo. Nesse contexto, uma das importantes exigências para os produtos aeronáuticos é a aeronavegabilidade, condição mandatória na aprovação de uma aeronave no Brasil. Saber o que ela é, quais quesitos as normas existem e em que condições ela está presente pode fazer toda a diferença. Principalmente se você pensa em se tornar um amante da aviação mais informado ou até um consumidor mais atento. O que é aeronavegabilidade? Define-se por aeronavegabilidade a condição por parte de um produto aeronáutico de realizar um voo seguro ou navegar em segurança pelo espaço aéreo. É importante ressaltar, ainda, que o processo de condicionamento da aeronavegabilidade de um produto aeronáutico se inicia desde o planejamento do projeto. Isso significa, assim, que não é necessário que a aeronave já esteja pronta para começar a certificação. Além disso, as exigências de cada certificado estão disponíveis nos canais de comunicação da ANAC. Lá você também encontra os formulários de solicitação de emissão, de transferência e de vistoria. Para saber sobre a situação de aeronavegabilidade da aeronave, ainda, você pode consultar o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) pelas informações do veículo. A aeronavegabilidade continuada A aeronavegabilidade continuada é um conjunto de processos e ações que devem garantir o cumprimento dos requisitos de aeronavegabilidade exigidos e especificados na certificação. As exigências atendidas pela aeronavegabilidade continuada podem também ser impostas pelo Estado de Registro das aeronaves. Tudo isso, assim, visto que a manutenção do veículo durante a sua vida operacional é tão importante quanto seu nível de confiabilidade enquanto novo produto. Vale destacar, também, que as instruções de aeronavegabilidade continuada devem ser emitidas pelo próprio fabricante dos componentes da aeronave em um documento oficial. O fabricante, por sua vez, deve atestar nesse documento a correção de possíveis falhas ou maus funcionamentos e registrar modificações e aperfeiçoamentos realizados na aeronave. Essas instruções podem, também, propor recomendações de manutenção dos produtos, além das já previstas no manual. As diretrizes de aeronavegabilidade As diretrizes de aeronavegabilidade são documentos emitidos pela ANAC que atestam a segurança do produto. Elas se diferem dos boletins especiais de aeronavegabilidade principalmente na obrigatoriedade do cumprimento. Sendo assim, os boletins são informações de caráter informativo apenas, enquanto as diretrizes têm seu cumprimento como obrigatório. A consulta às diretrizes de aeronavegabilidade emitidas pela ANAC está disponível no site da agência e pode também ser solicitada por qualquer pessoa via e-mail.  É importante lembrar que esse certificado é apenas o começo das solicitações. É responsabilidade do proprietário, ainda, buscar diretrizes emitidas pelo Estado de Projeto dos produtos que opera, dos motores, das hélices e dos equipamentos instalados ou aplicados nestes produtos. Além disso, deve-se incluir também o Certificado Suplementar de Tipo. O certificado de aeronavegabilidade Todas as aeronaves que desejam alçar voo devem possuir o certificado de aeronavegabilidade emitido pela ANAC. Em um primeiro momento, para compreendermos melhor a aplicação dos certificados, separaremos de modo genérico em certificados padrão e certificados especiais. É fundamental destacar também que esses certificados só podem ser solicitados pelo proprietário da aeronave ou por seus representantes legais, mediante submissão à ANAC dos documentos exigidos. Certificado padrão O certificado de aeronavegabilidade (CA) padrão é aquele que se emite para aeronaves em categorias com regulamentações menos burocráticas. O processo para esse tipo de CA é mais rápido, justamente por se tratar de uma documentação consolidada e, como o próprio nome diz, padrão.  O certificado padrão é emitido para aeronaves das seguintes categorias: normal; utilidade; acrobática; transporte regional; transporte e; balões livres tripulados. Certificado especial Já os CA especiais compreendem autorizações de voo mais atípicas e que demandam um pouco mais de tempo e análise por parte do órgão regulamentador. Eles abarcam as autorizações especiais de voo e os certificados de autorização de voos experimentais. Além disso, incluem também os certificados para aeronaves leves esportivas, para aeronaves recém-fabricadas e para aeronaves de categorias primárias ou restritas. Um bom exemplo de aeronaves que precisam de certificados especiais são os VANTs caseiros e os projetos inovadores que utilizam esses veículos. Isso acontece, pois esses drones são considerados recém-fabricados, ou seja, suas tecnologias aplicadas ainda não são amplamente conhecidas pelos registros normativos da ANAC. Outro exemplo é o caso das aeronaves leves esportivas, em que ainda é emitido o Certificado de Aeronavegabilidade Especial para Aeronave Leve Esportiva (CEALE). Já para aeronaves recém-fabricadas, é emitido um Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE) para a prática de aerodesporto. Quer saber mais sobre o mercado aeronáutico e o que podemos fazer por você? Entender tudo o que as normas dos órgãos vigentes exigem do utilizador do espaço aéreo nos dá muitos insumos de como podemos investir nessa área, seja por hobby ou comercialmente. Aqui na AEROJR. trabalhamos com regulamentação aeronáutica em diversos setores, e ajudamos aqueles que têm projetos inovadores a voar alto com seus sonhos. Também asseguramos que pilotos e proprietários amadores tenham a segurança de poder voar sem se preocupar com a condição legal da sua aeronave, garantindo os trâmites de toda a burocracia necessária. Se você se encaixa num desses casos, entre em contato com o nosso time para saber mais sobre o nosso serviço! Caso tenha, também, alguma dúvida sobre o assunto, comenta aqui embaixo. Estamos totalmente à sua disposição! Autora: Layla Rocha

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7 aplicativos para câmera de drone que você precisa conhecer

A maioria dos drones atuais necessita de um smartphone ou tablet para comandar os seus sistemas de voo. Isso, claro, através dos aplicativos fornecidos pelos próprios fabricantes. Contudo, já é de se esperar que muitas funcionalidades, principalmente relacionadas a câmera do drone, não estarão disponíveis nesses aplicativos padrões. Sendo assim, surge a necessidade de um aplicativo mais completo, que realize com excelência as aplicações necessárias. Trouxemos aqui, então, 7 aplicativos para câmera de drone que você precisa conhecer para voar sem problemas e capturar imagens incríveis. Drone com câmera: uma infinidade de funções A principal vantagem de um drone, em relação a sua câmera, é a sua facilidade em capturar imagens aéreas de altíssima qualidade. Tudo isso, assim, graças a sua perspectiva única sobre o ambiente, que antes só era possível por meio de aviões ou helicópteros. Dotado de uma infinidade de funções, o drone necessita, assim, do aplicativo ideal para alcançar o desempenho desejado. Portanto, para aproveitar o melhor que a câmera do seu drone tem a oferecer, é essencial que você escolha o aplicativo para câmera de drone que você se adapte melhor.  Os melhores aplicativos para câmera de drone Conheça agora nossas indicações de aplicativos para câmera de drone! Eles irão te auxiliar a criar fotografias incríveis, além de, claro, garantir segurança ao seu voo. 1. DJI GO Sendo uma das maiores fabricantes, a DJI domina grande parte do mercado de drones. Isso tudo não se dá apenas pela qualidade dos seus drones, mas também pela qualidade do seu aplicativo. O DJI Go, além de controlar a câmera, também possibilita a pilotagem do drone. Para melhorar ainda mais, o aplicativo está disponível de forma gratuita tanto em dispositivos Android quanto em iOS. Em suas inúmeras funções, o DJI Go tem como base os voos inteligentes, rastreando e registrando os dados. Além disso, a visualização é disponibilizada em HD, e é possível editar e compartilhar suas imagens direto pelo aplicativo.  2. LITCHI O aplicativo Litchi é recomendado para as pessoas que não estão totalmente satisfeitas com o aplicativo DJI Go. Além do controle da câmera e da pilotagem, com o Litchi você poderá planejar seu voo antecipadamente. Isso significa, assim, que o drone percorrerá o caminho proposto de forma autônoma, seguindo o plano de voo do aplicativo. Por outro lado, ainda, vários formatos de gravação estão disponíveis, e é possível até controlar a câmera do drone por óculos de realidade virtual. Devido a essas funcionalidades a mais, o Litchi é um aplicativo pago. Sendo assim, possui um custo de R$91,99 para dispositivos Android e R$121,94 para iOS. 3. AIRMAP O AirMap é o aplicativo certo para todos os tipos de pilotos de drone. Ele possui, inclusive, recursos avançados de mapeamento, como geofencing e registro de voo. Mesmo que você seja um piloto iniciante e não veja uso para estes recursos, o aplicativo ainda disponibiliza uma base de dados fundamental.  Informando sobre restrições de voo baseadas na localização do drone, o AirMap vai muito além do esperado. O aplicativo possui informações sobre leis e restrições de voo de 20 países. Tudo isso, claro, é indispensável para iniciantes e para pilotos que gostam de realizar imagens em outros países. Além disso, o aplicativo é gratuito em todas as plataformas, tanto para dispositivos Android quanto para iOS. 4. PHOTO PILLS O PhotoPills é um aplicativo totalmente voltado para fotografias, e executa de forma excelente o seu propósito. Por mais que ele não seja utilizado somente por drones, suas funcionalidades podem ser empregadas para realizar ótimas fotografias aéreas. Há no aplicativo, ainda, funções chamadas de “pílulas”. Dentre elas, a Planner e a Sun são duas que merecem destaque no contexto fotografia. Essas duas funções possibilitam a visualização do movimento do Sol e dos ângulos dos raios solares para diferentes momentos do dia. Mas o que isso significa? Significa que elas permitem identificar o melhor horário para a realização da imagem, de acordo com a posição do Sol.  O PhotoPills é, assim, um dos aplicativos para câmera de drones pagos do mercado. Dessa maneira, ele está disponível  por R$37,90 em dispositivos Android e  por R$52,99 em iOS. No entanto, o aplicativo possui um excelente custo-benefício, principalmente quando analisamos a qualidade das imagens que serão feitas utilizando seus recursos. 5. KITTYHAWK Um aplicativo que faz tudo, infelizmente não existe. Entretanto, o Kittyhawk chega bem perto disso. Além de ser um excelente aplicativo para câmera de drone, ele pode ainda te ajudar a programar totalmente voos futuros. Tudo isso, assim, através de inúmeras funções, como, por exemplo: verificações pré-voo; análise de clima; informação de tráfego aéreo; mapas de zonas de exclusão e; registro e análise pós-voo.  Além de todas essas funcionalidades, que garantirão a excelência do seu voo, o aplicativo ainda é gratuito em dispositivos iOS e Android. 6. SUN SURVEYOR Outro aplicativo que não pode ficar de fora quando o assunto é fotografia com drones é o Sun Surveyor. Isso se dá pois um dos métodos utilizados para capturar imagens por meio dele é a utilização da luz solar.  A luz solar, segundo os fotógrafos, é a melhor luz para fotografias, e garante perfeitas qualidade e harmonia à foto. Sendo assim, o aplicativo Sun Surveyor, com a função similar a do PhotoPills, é um ótimo auxiliar para fotógrafos. Tudo isso, claro, graças a sua capacidade de apontar a localização atual e futura do Sol e da Lua. Além de possibilitar que o fotógrafo calcule a melhor localização para a realização da fotografia, ele permite, ainda, a análise do melhor horário. Além disso, o Sun Surveyor também possui um ótimo custo-benefício, com um preço de R$27,99 para Android e de R$52,99 para iOS. 7. DRONE DEPLOY O Drone Deploy é um aplicativo tanto para dispositivos móveis, como smartphones e tablets, quanto para computadores, por meio de uma plataforma online. Vale destcar também que ele é considerado pelo público um dos melhores aplicativos para câmera de drone. Isso se dá pois o Drone Deploy executa suas funções com precisão, de forma simples, e ainda é

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