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Dando um rumo ao seu drone com GPS

Os drones, ou VANTs (Veículos Aéreos Não-Tripulados), têm se tornado cada vez mais acessíveis e baratos, assim como outros tipos de tecnologias. Essa difusão tornou o mercado mais competitivo e desenvolvido, com várias possíveis aplicações e diferentes tecnologias para melhorar seu desempenho. Uma dessas tecnologias é o GPS, que é utilizada tanto na segurança quanto na otimização da tarefa do drone.

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7 curiosidades sobre os voos comerciais

Já se pegou pensando sobre como funciona o banheiro do avião, ou o porquê de não ter paraquedas disponível para os passageiros? Bem, com o aumento de pessoas decolando por aí, certamente essas dúvidas também aumentaram. Em 2018, as empresas aéreas brasileiras transportaram mais de 102 milhões de passageiros, sendo um novo recorde para a aviação nacional. E, apesar dos números, ainda existem diversos fatos que são desconhecidos pela maioria dos passageiros e amantes de aviões. Listamos abaixo os 7 fatos mais curiosos sobre voos comerciais, e alguns deles com certeza irão te surpreender.

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Falhas em Missões Espaciais

Antes do surgimento das tecnologias de ponta muitas falhas e acidentes ocorreram. Apesar de permeados por tragédias, muitos avanços não seriam possíveis sem que a história ocorresse de tal maneira. Principalmente no setor aeroespacial as falhas em missões espaciais causaram diversos desastres e desenvolvimentos, venha conferir algumas dessas. Falhas na História O fascínio que o espaço causa na mente humana é muito grande e, por meio de estudos e desenvolvimento de tecnologias, visa obter as respostas podendo descrever assertivamente o espaço ao redor de nosso planeta. Esse fascínio esteve presente desde as visões de Giordano Bruno no séc. XVI até as recentes imagens de buracos negros, o homem se volta para o espaço com muitos questionamentos. A conquista do espaço remete ao pós-guerra e em especial à Segunda Guerra Mundial. Nesse período prevalecia uma bipolaridade no plano geopolítico mundial o que construiu um cenário de utilização estratégica da capacidade de enviar cargas ao espaço. Com o fim da segunda guerra, os conflitos continuam na forma de Guerra Fria. Nesta fase histórica muitos recursos e esforços buscaram o domínio espacial. Em todos esses esforços, desde o lançamento do satélite Sputnik 1 até a viagem do primeiro homem ao espaço houveram diversos desafios tecnológicos envolvidos. Ainda sim, obtiveram inúmeras descobertas. Nesse processo do desenvolvimento de tecnologias ocorreram diversos imprevistos e, infelizmente, muitas fatalidades. Entre os acidentes que ocorreram na história da pesquisa aeroespacial mundial podemos destacar as seguintes falhas em missões espaciais, que possuem muita importância no desenvolvimento do setor: Apollo 1 (1967) – EUA Este acidente foi emblemático, pois envolveu o início do programa tripulado americano que, posteriormente, colocou o homem na lua. O acidente ocorreu durante testes pré-lançamento da missão Apollo 1 vitimando três astronautas (‘Gus’ Grissom, Ed White e Roger Chaffee). O acontecimento ocorreu durante um ensaio no Complexo de Lançamento da Estação da Força Aérea do Cabo Kennedy. Durante o ensaio, a tripulação entrou no cockpit e este foi selado. Devido a um curto circuito, uma chama foi gerada dentro do ambiente da cabine e foi a precursora do incêndio que acabou por vitimar os astronautas. Tecnicamente haviam alguns detalhes que favoreceram a ocorrência do acidente, podemos citar que, pelo fato da atmosfera interna da cabine ser muito rica em oxigênio, a chama se espalhou rapidamente e com grande intensidade. A tripulação ao perceber a situação tentou sair pela escotilha, no entanto outro detalhe do projeto da espaçonave concorreu para a fatalidade: a escotilha foi desenvolvida com travas mecânicas com liberação somente pelo exterior de forma que foi impossível a saída dos americanos. Após o ocorrido, diversas mudanças foram colocadas em prática no programa aeroespacial americano. Foi desenvolvido novos requisitos para missões tripuladas e os padrões de qualidade e segurança foram reformulados visando a integridade física dos astronautas. Soyuz 1 (1967) – URSS O acidente da Soyuz 1 marcou o programa aeroespacial soviético, pois ele foi a primeira missão tripulada soviética. Ele envolveu o cosmonauta Vladimir Komarov que veio a óbito após colisão com o solo terrestre. A missão conseguiu completar 18 órbitas, mas ao realizar a reentrada na atmosfera houve uma falha no acionamento dos paraquedas principais e secundários. Devido a estas falhas, a espaçonave não teve a desaceleração necessária para um pouso suave o que causou uma colisão em alta velocidade com o solo. A velocidade terminal de colisão com o solo foi de aproximadamente 40 m/s (próximo de 140km/h). Simultaneamente houve um incêndio no módulo que destruiu grande parte do material, que contribuiu para agravar o acidente. Credita-se o acidente a diversas falhas técnicas no projeto da Soyuz 1, embora seja difícil de descrever precisamente o ocorrido. Diversas alterações no projeto foram feitas para aumentar a segurança da espaçonave. Pode-se observar a colisão e as trocas de informações do cosmonauta neste documentário russo. Challenger (1986) – EUA O acidente da Challenger ficou mundialmente conhecido, pois foi realizado muita propaganda de marketing envolvendo seu lançamento devido ao projeto Professor no Espaço. A missão contava com a presença de sete tripulantes, sendo um deles o físico Ronald McNair, o piloto Michael Smith, os engenheiros Gregory Jarvis, Ellison Onizukae e Judith Resnik, o comandante da missão Francis Scobee e a professora Christa McAuliffe. Sendo esta última a primeira professora civil a voar em uma viagem espacial. Christa McAuliffe ministraria duas aulas de 15 minutos para aproximadamente 2,5 milhões de alunos em solo, como parte do projeto Professor no Espaço. Por causa disso houve uma grande pressão para o lançamento na data previamente escolhida e uma intensa cobertura midiática no lançamento do ônibus espacial. O acidente ocorreu cerca de 73 segundos após o lançamento da espaçonave e vitimou todos os sete tripulantes. Como o evento estava sendo transmitido, foi possível ver todos os momentos da explosão e as reações das pessoas presentes nas proximidades do centro de lançamento. O ocorrido se deu por falhas nos O-rings dos propulsores de propelente sólido laterais. Falhas estas originadas devido a baixas temperaturas da noite anterior ao lançamento: as propriedades da borracha constituinte do O-ring sofreram alterações severas e houve um acúmulo de danos que resultaram no seu colapso e a consequente explosão do booster. Diversos documentários foram feitos sobre esta tragédia, deixaremos como sugestão, caso haja o interesse de aprofundar no caso, o documentário feito pela National Geografic, Segundos fatais – a tragédia do Challenger. Base de Alcântara (2003) – Brasil Infelizmente o Brasil também possui uma trágica história no setor aeroespacial. O acidente da base de Alcântara foi o maior acidente do setor aeroespacial brasileiro. A tragédia ocorreu na data de 22 de agosto de 2003 na base de Alcântara no Maranhão, durante a realização da operação São Luís. O acidente vitimou 21 civis técnicos que estavam envolvidos diretamente no desenvolvimento do setor no país. Este acidente gera severas implicações no desenvolvimento do setor no Brasil. Tal fato ocorreu durante a semana de lançamento do foguete brasileiro VLS-1 v03, integralmente desenvolvido pelo Brasil. O lançamento era parte da operação São Luís, que consistia em enviar um satélite (microssatélite meteorológico SATEC)

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O Impacto das Empresas Juniores no Brasil

Pouco se fala sobre as Empresas Juniores no Brasil e menos ainda sobre o enorme impacto econômico e social causado por esse movimento. Portanto, aqui você descobrirá como tem ocorrido essa atuação no País. Aliás, você sabe o que é uma Empresa Júnior? Empresa Júnior Empresa Júnior (EJ) é o termo utilizado para designar uma empresa gerida exclusivamente por universitários durante a sua graduação. Trata-se, assim como qualquer empresa, de uma pessoa jurídica dotada de CNPJ, Estatuto Social, registro em cartório e de todas as minúcias exigidas no momento da criação de uma empresa. Entretanto, a grande diferença entre uma empresa comum e uma Empresa Júnior é o objetivo que as move. Enquanto a primeira existe para gerar lucro e acumular capital, o funcionamento de uma EJ é baseado no fortalecimento da formação profissional dos membros que a compõem. Assim, através da experiência de gerenciar uma empresa e executar projetos personalizados para cada cliente, o empresário júnior desenvolve habilidades únicas capazes de o transformar em um verdadeiro profissional. A interface graduação/gestão permite gerar um profissional mais capacitado para lidar com cenários adversos. Dessa forma, possui uma relação intima com o mercado e capaz de aliar a ciência e tecnologia presentes na universidade às soluções para seus clientes. Além disso, devido ao fato de uma EJ representar uma associação sem fins lucrativos, o valor cobrado por projeto costuma ser inferior ao de uma empresa comum. Portanto, isso representa um ponto atrativo para o cliente contratar a empresa e permite que o empresário júnior se desenvolva pela prática. Assim, como a base de uma EJ é o desenvolvimento dos seus membros, todo o valor arrecadado com projetos executados é revertido em capacitação. Consequentemente, haverá um cenário econômico com milhares de profissionais mais qualificados e aptos a realizar mudanças positivas na sociedade. Por que contratar uma Empresa Júnior? Fatores como, por exemplo, a qualificação dos universitários da EJ, o contato com professores experientes, a disponibilidade de equipamentos de última geração das universidades e o foco no aprendizado representam para muitos clientes uma opção com custo-benefício elevado ao contratar um serviço. Dessa forma, percebe-se como aos poucos o Movimento Empresa Júnior (MEJ) se consolida e impacta o mercado nacional. Segundo a Brasil Júnior (nossa confederação brasileira), chegaremos ao final de 2019 com 650 empresas juniores, em mais de 140 universidades e 22 estados do Brasil. Além disso, estimam-se 16 mil estudantes envolvidos diretamente no movimento, mais de 70 mil ex-empresários juniores e cerca de 10 mil projetos realizados apenas em 2017. Desse modo, movimentando em torno de R$18.000.000,00. Vale ressaltar que tudo sendo gerado exclusivamente por estudantes. A previsão para a expansão do “PIB júnior” realizada pela Brasil Júnior mostra os valores esperados para o número de projetos e faturamento da rede nos próximos anos, representando o aumento da confiança do mercado no trabalho das EJs: Ano Projetos Realizados Faturamento 2019 27.000 R$ 50.000.000,00 2020 48.000 R$ 100.000.000,00 2021 80.000 R$ 180.000.000,00 Impacto na sociedade Além do impacto econômico causado pelo MEJ, o caráter empreendedor do movimento revela ainda uma face social que merece ser exaltada. Nesse sentido, um caso de destaque é o da Porte Jr, empresa júnior prestadora de serviços de arquitetura e engenharia, que realizará uma intervenção em uma comunidade quilombola. A empresa atuará desenvolvendo o projeto de um galpão de uso comum para serem realizadas atividades econômicas, de lazer e aprendizado. Desse modo, os projetos a serem realizados são de natureza hidrossanitária, elétrica e arquitetônica. Assim, almejam impactar 800 pessoas, atingir 7 ODS (objetivos de desenvolvimento sustentável) da ONU e entrar para a história da empresa. Mas os bons exemplos não param por ai. Temos ainda a Enetec Consultoria, empresa júnior de engenharia elétrica. Em parceria com a ONG Um Litro de Luz, a EJ desenvolveu postes de luz autossutentaveis que foram instalados em comunidades carentes de várias cidades do país. Eles não cobraram nada por isso. Portanto, essa é a essência do que é ser empresário júnior no Brasil: desenvolver soluções que impactam a sociedade visando apenas a consolidação da formação profissional, pessoal e empreendedora de graduandos. E, é claro, casos como o da Porte Jr e Enetec Consultoria não são isolados. Há diversos outros bons exemplos de como empresas juniores impactam a educação no Brasil como a AEROJR., EMAS Jr e RH Jr. Inove com EJ’s Sendo assim, fica claro que apostar nem uma Empresa Júnior não é dar um tiro no escuro. Muito pelo contrário, trata-se de uma opção inteligente e extremamente vantajosa para o seu negócio. Sendo assim, o mercado está em constante mudança e se fechar para as novidades que ele oferece, como uma EJ, não é estrategicamente vantajoso. Inove, conheça a AEROJR. e o MEJ, explore e saia na frente. Ficou interessado? Então, conheça mais o nosso trabalho e entenda como a AEROJR. está em constante busca por ser referência no mercado aeronáutico.

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Aeronave Leve Esportiva (LSA) e Experimental

A aviação é uma modalidade muito recente na história da humanidade. Ela surgiu há pouco mais de um século, com uma evolução muito rápida devido à sua aplicação bélica e às vantagens que apresenta para a economia. Hoje, contudo, temos diversas categorias de aeronaves já desenvolvidas e outras em fase experimental. Portanto, venha entender sobre uma das categorias de amplas possibilidades de aplicação: a aeronave leve esportiva!

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Entrevista com Professores: Professora Gilva Altair Rossi de Jesus

A AEROJR. buscou realizar mais uma entrevista com professores! Desta vez realizamos a entrevista com a professora Gilva Altair Rossi de Jesus, membra do Departamento de Engenharia Mecânica da UFMG. Ela é uma das poucas mulheres do departamento e nos contou sobre sua trajetória, seus projetos, sua carreira e sua atuação como profissional na área da educação. Percurso e Carreira AEROJR.: Bom dia! Para iniciar a entrevista, queríamos saber um pouco mais sobre a sua trajetória acadêmica. Gilva: Bom dia! Eu fiz graduação aqui na UFMG, me formei em 1986 em engenharia elétrica. Fiz mestrado com o Prof. Ronaldo Pena, que já foi reitor da UFMG. Terminei o mestrado em 1989 e, por coincidência, ao terminar o mestrado surgiu uma vaga no Departamento de Engenharia Mecânica (DEMEC). Eu defendi meu mestrado em outubro, o concurso foi em novembro. Eu passei no DEMEC (Departamento de Engenharia Mecânica), e a vaga era justamente para instrumentação e controle. Eu era bem nova, tinha 26 anos. [Naquela época] Era mais fácil de entrar na universidade, não era exigido o doutorado. Já tinham alguns concursos para doutores, mas a maior parte dos concursos era para mestres. Na época o curso era de engenharia mecânica com ênfase em aeronáutica, na época, mas a gente já tinha um curso muito forte na área de aeronáutica. Os alunos saiam com habilitação em aeronáutica. Desde aquela época, já formavam entre 10 e 15 alunos por semestre. Depois de um tempo, eu saí para fazer um doutorado. Fui para Santa Catarina e terminei o doutorado em 1999. Desde então, estou aqui. Quando eucheguei, criaram um curso noturno de engenharia mecânica, e logo em seguida criaram o curso de engenharia aeroespacial. Desde então, estou dando aula para os alunos do curso. Quando eu cheguei, estavam tentando estruturar melhor essa parte de controle e automação. Foi montado um laboratório para dar essa introdução pra vocês e eu participei disso. AEROJR.:  Poderia falar um pouco mais sobre suas áreas de atuação e projetos desenvolvidos ao longo da carreira? Gilva: A minha principal atuação tem sido no desenvolvimento de sistemas automatizados. Para isso, é necessário conhecimento na área de eletrônica, automação, controle, programação e aquisição de sinais. AEROJR.:  Entre todos os projetos que participou, qual deles foi o mais impactante para você e qual o motivo? Gilva: Um dos trabalhos desenvolvidos na área, e que considero muito didático, pois envolve todas as áreas citadas acima, é um sistema automatizado de coleta de dados de medidas de pressão sonora. Além da montagem do sistema eletromecânico, foi desenvolvido um sistema supervisório onde o usuário cria uma malha bidimensional e comanda o início do procedimento de medição. O sistema irá comandar o posicionamento do sensor em cada ponto da malha, fará a medição em cada ponto e armazenará os dados para futura análise. O sistema apresenta alternativas de comando remoto, visualização de resposta em tempo real, tanto no domínio do tempo quanto da frequência, e armazenando dados para posterior análise computadorizada. AEROJR.: E você sempre sentiu que tinha essa vocação para a área de exatas ou foi uma coisa que você foi descobrindo? Gilva: Não, eu sempre desconfiei. Eu acho que eu tive essa convicção mesmo já na graduação. A gente percebe ter essa curiosidade quando se depara com um cálculo, um desafio matemático. Eu acho que na graduação eu já sentia. Mas no mestrado e no doutorado, quando você percebe que a sua curiosidade aumenta ao descobrir problemas e resolver problemas e não tem aquele desânimo quando você vê aquele emaranhado de equações. Eu acho que tem que ter uma vocação, porque senão você desiste. Logo na graduação, eu já tinha certa facilidade, mas no mestrado, doutorado… Meu mestrado foi modelagem matemática, então eu lidava com um punhado de equações. Já no mestrado, doutorado eu percebi essa vocação. Agora, o interessante foi quando eu percebi a vocação para ficar na universidade. Quando eu estava no inicio do mestrado, fui convidada para participar de um grupo de consultoria. E ai eu tive um contato com empresa e percebi que o ambiente de empresa [para mim] não era muito legal, não gostei muito. Foi aí que eu falei: “eu vou ficar na pesquisa”. E aí surgiu a oportunidade. Eu dei 6 meses de aula na Pontifícia Universidade Católica, não sei se foi uma boa opção, eu fui pra uma área que não era minha. Eu fui para testar, pensando: “vamos ver como é que é”. Mas acho que quando eu percebi que na universidade tinha essa liberdade… Porque na universidade tem essa liberdade. Você pode pesquisar, você pode trabalhar com administração, além de dar aula, diversifica bastante a sua atuação. Isso também é bem interessante. AEROJR.: O que mais te motivou ao longo da sua trajetória a continuar seguindo o caminho que você seguiu? Gilva: A primeira coisa que me vem à cabeça é “o ambiente da universidade é bom”. No todo, acho que quando você pensa em trabalhar no campus, tem essa dinâmica de muita gente jovem. Os alunos vêm, a gente vê os alunos chegando novinhos e de repente eles já estão mais amadurecidos e vão embora. Isso é muito bom, é interessante. O fato de você propor um projeto, por exemplo, é uma dificuldade, é um desafio e é bom. Eu posso… podia né, agora eu estou há muito tempo na carreira, mas  há uns 15 anos, eu poderia propor: “agora eu quero pesquisa na área de educação para engenharia”, e eu poderia encaminhar a minha carreira para aquilo, dentro do que é útil dentro da universidade. E isso é muito bom, te incentiva a continuar porque você tem vários caminhos. E depende muito de você. “Eu vou propor isso, eu vou pegar essa área. Sento e escrevo um projeto, vou buscar financiamento e acabar conseguindo algo”. Persistindo a gente sempre conseguiu alguma coisa. Às vezes, ficamos meio frustrados, mas se não conseguir nada também faz parte. Não se consegue tudo, mas a gente sempre consegue alguma coisa. Acho que o que mais me motivou aqui

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5 Ícones LGBT que Revolucionaram a Ciência

Tempo de leitura: 5 min e 10 s Em tempos de intolerância e preconceito, é importante ressaltar as participações na ciência de grupos que, por muito tempo, foram deixados de lado e muitas vezes excluídos completamente de muitos meios sociais. Nesse sentido, você já se perguntou quantas dessas pessoas, mesmo lidando com o preconceito da sociedade, revolucionaram a ciência e entraram para a história se tornando ícones LGBT?

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