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	<title>Arquivos Aeronáutica - AEROJR. Consultoria e Capacitação</title>
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	<title>Arquivos Aeronáutica - AEROJR. Consultoria e Capacitação</title>
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		<title>Como Renovar o Cadastro do meu Heliponto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 20:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Heliponto]]></category>
		<category><![CDATA[Regularização de Aeródromos]]></category>
		<category><![CDATA[ANAC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe quais são os procedimentos para renovar um heliponto? Ao trabalhar com esse aeródromo é impossível fugir das normas, documentos e seus prazos. Então, venha conhecer como é realizado tal serviço! Mercado A frota brasileira de helicópteros é considerável, 37% de todos os helicópteros do continente americano estão aqui. Além disso, o mercado mundial [&#8230;]</p>
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<p>Você sabe quais são os procedimentos para renovar um heliponto? Ao trabalhar com esse aeródromo é impossível fugir das normas, documentos e seus prazos. Então, venha conhecer como é realizado tal serviço!</p>



<span id="more-1054"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Mercado </h2>



<p>A frota brasileira de helicópteros é considerável, 37% de todos os helicópteros do continente americano estão aqui. Além disso, <strong>o mercado mundial do setor está previsto crescer em até 20% nos próximos cinco anos.</strong> Dessa forma, tudo isso traz atenção para os helipontos, que podem ser investimentos muito interessantes nesse cenário. Entretanto, é importante conhecer as normas que regulam esses aeródromos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ep00.epimg.net/brasil/imagenes/2016/07/15/album/1468610828_242374_1468611204_album_normal.jpg" alt="heliponto na cidade
" width="499" height="332"/><figcaption>Helipontos nas cidades</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Órgão Regulamentador</h2>



<p>Visando garantir a segurança, o setor de helicópteros é regulamentado pela <a href="https://aerojr.com/blog/tudo-sobre-a-anac/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANAC</a> (Agência Nacional de Aviação Civil). O órgão estabelece regras para <a href="https://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/aerodromos/cadastro-de-aerodromos/procedimentos-para-aerodromos-privados/3helipontos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">construção e modificação de helipontos.</a> Assim, a ANAC determina os requisitos específicos para <a href="https://aerojr.com/blog/cadastramento-de-aerodromo-o-que-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o cadastro de aeródromos</a>, junto com procedimentos para renovação, alteração ou regularização desse cadastro.</p>



<p><strong>O cadastro de um heliponto junto a ANAC é muito importante, pois sua ausência impede completamente o uso do heliponto.</strong> Também é essencial ter atenção ao período de validade de dez anos do cadastro. Assim que passada a década, caso não seja feita a renovação, os dados do heliponto podem ser suspensos e até excluídos do cadastro de aeródromos. Desse modo, torna a operação na pista irregular e o proprietário fica sujeito à sanções e multas impostas pela ANAC.<strong> </strong>Logo, é fundamental se atentar a esse prazo. Além disso, o procedimento de renovação (pedido antes do fim da validade) é bem mais simples e menos custoso que o de regularização e inscrição (pedido com a validade já expirada).</p>



<p>Com o objetivo de se assegurar <a href="https://aerojr.com/blog/principais-requisitos-para-a-seguranca-do-seu-heliponto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segurança do heliponto</a>, a ANAC analisa diversas especificidades, entre elas estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>os desenhos técnicos;</li><li>plano de zoneamento de ruídos;</li><li>impacto na fauna;</li><li>localização na cidade; e </li><li>plano de combate a incêndios.</li></ul>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2021/06/image.jpeg" alt=""/><figcaption>Exemplo da aplicação de sinalização horizontal de&nbsp;helipontos com áreas de pouso e decolagem quadradas &#8211; pela ANAC</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Processo para Renovar o Heliponto</h2>



<p>Para <a href="https://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/aerodromos/cadastro-de-aerodromos/processos/cadastramento-ou-atualizacao-do-cadastro-de-aerodromos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">renovar o cadastro</a> é preciso fazer uma série de ações. Por exemplo, enviar os documentos necessários, preencher formulários junto a ANAC e a COMAER (Comando da Aeronáutica), além de pagar taxas administrativas.</p>



<p>Todo o procedimento de renovação é conduzido pela Portaria Nº 3352/SIA, de 30/10/2018. Assim, ela aprova a relação de documentos e prazos de análise dos processos que envolvem aprovação de planos e programas, cadastro e certificação de aeródromos e autorização de operações, obras e serviços. O requerimento e peticionamento são feitos via protocolo eletrônico no Sistema Eletrônico de Informações da ANAC. Por fim, o órgão possui um prazo de até 60 dias para retornar o status do processo. Em casos não aprovados, deve fazer intimações e informar as não conformidades para que possam ser corrigidas.</p>



<p>Para a <strong>Renovação Cadastral sem alteração de característica física ou operacional desde a última inscrição</strong>, é necessário preencher documentos como o Formulário de Qualificação de Responsáveis, o Requerimento de Cadastramento de Aeródromo Privado, além de fazer o pagamento da Taxa de Fiscalização da Aviação Civil 5334.</p>



<p>Em caso de <strong>alteração de características feitas e ainda não homologadas</strong>, o processo pode ser mais trabalhoso, mas depende de cada caso. Para alguns, é necessário o parecer do COMAER (Comando da Aeronáutica) e cópias da ART de Projeto e Execução. Podem até mesmo exigir o Escopo de Verificação da RBAC 155, quando a alteração estiver prevista na Instrução do Comando da Aeronáutica ICA 11-3.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância de se ter uma ajuda especializada</h2>



<p>Apesar do processo trabalhoso, é muito importante tomar os devidos cuidados com cada documento exigido durante o processo de peticionamento. Isso é essencial pois <strong>a não conformidade dos documentos <strong>em tempo estipulado pela ANAC</strong></strong> <strong>pode suspender ou arquivar a tramitação do processo. </strong>Assim, isso gera atrasos e despesas adicionais para completar a renovação do heliponto.</p>



<p>Portanto, <strong>para evitar prejuízos e incômodos maiores é vantajoso contratar uma empresa</strong> do setor aeronáutico que ofereça consultoria em regularização de aeródromos. Ela poderá ajudar a <strong>reunir toda a documentação obrigatória e a elaborar os planos necessários à segurança e à operação legal e regular do heliponto.</strong>&nbsp;A <a rel="noreferrer noopener" href="https://aerojr.com/" target="_blank">AEROJR.</a> é uma dessas empresas. Entre em <a href="https://aerojr.com/#contato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contato conosco</a> e poderemos lhe ajudar!</p>



<p><em>Autores: Laura Moreano e Gabriel de Hollanda</em></p>
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		<title>O que você precisa saber sobre o PBZPAH?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 14:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Heliponto]]></category>
		<category><![CDATA[Regularização de Aeródromos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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<p>O Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos e Helipontos (PBZPAH) é um documento técnico que estabelece diretrizes e regulamentos para a proteção de aeródromos e helipontos contra obstruções que possam interferir na segurança das operações de pouso e decolagem de aviões e helicópteros. Ele é fundamental para manter áreas ao redor livres de obstáculos que possam representar riscos para as aeronaves.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><br>Qual a Importância de um PBZPAH?</h2>



<p>O Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos e Helipontos (PBZPAH) é de extrema importância por razões relacionadas à segurança operacional das aeronaves. Isso porque os helicópteros são aeronaves sensíveis a obstruções próximas devido às suas características de voo, como a necessidade de aproximação e saída vertical. Enquanto os aviões precisam de uma área com um tamanho especificado para as suas operações de pouso e decolagem. Assim, ao definir zonas de proteção, o PBZPAH ajuda a prevenir a presença de obstáculos físicos e visuais que poderiam representar riscos de colisão ou interferência nas manobras aéreas. Dessa forma, ele reduz significativamente o risco de acidentes decorrentes de barreiras como edifícios altos, antenas, cabos ou árvores nas proximidades do aeródromo ou do heliponto.</p>



<p>Além disso, cabe ressaltar que a elaboração e implementação de um PBZPAH são requisitos regulatórios obrigatórios estabelecidos pelas autoridades de aviação civil ou militar. Portanto, para obter a certificação ou a licença para operar um aeródromo ou heliponto, geralmente é necessário demonstrar conformidade com esse documento técnico. Tudo isso é crucial para a proteção da vida e a manutenção da segurança das operações aéreas, assegurando que esses espaços sejam adequados e seguros para o pouso e decolagem em diversas condições operacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><br>Componentes de um PBZPAH</h2>



<div class="inherit-container-width wp-block-group is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"><div class="wp-block-group__inner-container">
<p>Um PBZPAH típico contém diversos componentes essenciais como&nbsp;<a style="-webkit-text-size-adjust: 100%;" href="https://aerojr.com/blog/homologacao-de-helipontos-importancia-e-como-realizar/">requisitos para o cumprimento das normas de segurança</a>, incluindo:<br><br><strong style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Mapeamento da Zona de Proteção</strong>: Identificação e demarcação das áreas ao redor do aeródromo ou heliponto que necessitam de proteção.<br><br><strong style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Regras e Limitações de Uso do Solo</strong>: Essas são Diretrizes sobre o que pode ou não construir dentro dessas zonas. Em suma, isso inclui restrições de altura para edifícios e estruturas, além da proibição de certas atividades que possam gerar riscos, como a criação de aves ou a utilização de luzes que possam confundir os pilotos.<br><br><strong style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Análise de Risco</strong>: Avaliação dos potenciais riscos associados ao uso do solo ao redor do aeródromo ou heliponto.<br><br><strong style="-webkit-text-size-adjust: 100%;">Procedimentos de Fiscalização</strong>: Mecanismos para monitorar e garantir o cumprimento das normas estabelecidas no plano.</p>
</div></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><br>Como e Quando Deve-se fazer o Monitoramento?</h2>



<p>O monitoramento inclui a utilização de tecnologias de georreferenciamento e drones para inspecionar regularmente as zonas de proteção. Dentre os principais aspectos envolvidos no monitoramento estão:&nbsp;</p>



<p><strong>Controle de Altura de Construções:</strong>&nbsp;Monitoramento da altura das construções dentro das zonas de proteção para assegurar que não ultrapassem os limites estabelecidos. Tais limites possuem determinação com base na altura que não comprometa a segurança das operações aéreas.</p>



<p><strong>Monitoramento Ambiental:</strong>&nbsp;Avaliação dos impactos ambientais causados pelas atividades nos arredores dos aeródromos e helipontos. Com o intuito de garantir a mitigação de impactos adversos à fauna, flora e recursos hídricos locais.</p>



<p><strong>Inspeções e Auditorias:</strong>&nbsp;Realização de inspeções regulares para verificar o cumprimento das medidas de segurança e proteção estabelecidas no PBZPAH. Além de auditorias para avaliar a eficácia do plano e sugerir melhorias, se necessário.</p>



<p><strong>Atualização e Revisão:</strong>&nbsp;Revisão periódica do PBZPAH a finde incorporar novas informações, tecnologias e mudanças regulatórias que possam afetar a segurança e a proteção ambiental das áreas circundantes aos aeródromos e helipontos.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><br>Regulação e Responsabilidade</h2>



<p>No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) é a entidade responsável pela regulamentação e fiscalização dos PBZPAH. Assim, a elaboração desses planos segue normas técnicas rigorosas estabelecidas pela ANAC, em consonância com padrões internacionais de segurança. Cada município que possui um aeródromo ou heliponto deve trabalhar em conjunto com a ANAC para desenvolver e implementar seu plano de proteção.</p>



<p><style>/*! elementor - v3.7.7 - 20-09-2022 */<br />
.elementor-widget-image{text-align:center}.elementor-widget-image a{display:inline-block}.elementor-widget-image a img[src$=".svg"]{width:48px}.elementor-widget-image img{vertical-align:middle;display:inline-block}</style></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/wp-content/uploads/2024/02/im2-768x369.png" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><br>Desafios na Implementação</h2>



<p>A implementação de um PBZPAH pode enfrentar desafios significativos, como:</p>



<p><strong>Resistência local</strong>: Proprietários de terrenos podem se opor às restrições impostas pelo plano.</p>



<p><strong>Custo de implementação</strong>: Os custos associados à elaboração e monitoramento contínuo do plano podem ser altos.<br></p>



<div class="inherit-container-width wp-block-group is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"><div class="wp-block-group__inner-container">
<p><strong>Mudanças no uso do solo</strong>: Alterações no uso do solo ao longo do tempo podem requerer revisões frequentes do plano.</p>
</div></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><br>Exemplos de Aplicação do PBZPAH</h2>



<p>Diversos aeroportos internacionais possuem planos de proteção robustos que servem como exemplo. O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e o Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, possuem PBZPAH que incluem zonas de proteção extensas, visando garantir que os arredores dos aeroportos estejam em conformidade com os padrões de segurança. <br>Um outro exemplo é o Aeroporto Internacional de Schiphol (AMS), Amsterdã, Holanda: Schiphol implementa um plano de proteção rigoroso, especialmente devido à sua localização próxima a áreas urbanas densamente povoadas. O plano visa controlar o desenvolvimento de construções e garantir que não haja interferência com as rotas de voo e as operações aeroportuárias.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_0101-768x446.jpeg" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><br>Como Fazer um PBZPAH?</h2>



<p>Um Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos e Helipontos é uma ferramenta indispensável para garantir a segurança e eficiência das operações aéreas. Desse modo, ao estabelecer diretrizes claras para o uso do solo ao redor dessas infraestruturas o PBZPAH protege não apenas os aviadores, mas também as comunidades adjacentes.</p>



<p>Se você precisa de um Plano Básico para o seu aeródromo ou heliponto e está procurando informações personalizadas e específicas para o seu projeto, <a href="http://aerojr.com/plano-basico-aerodromo">clique aqui</a> para saber como podemos te ajudar. Temos uma equipe especializada e experiente, contamos com 100% de aprovação dos nossos clientes e garantimos um preço até 40% abaixo do mercado.</p>
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		<title>Homologação de Helipontos: Importância e como realizar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 16:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Heliponto]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A homologação de um heliponto é o processo de reconhecimento de que esse está de acordo com as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), realizado a partir da estruturação de um Plano Base de Zona de Proteção de Heliponto (PBZPH)&#160;, caracterizando que este está apto para o uso. Assim, no decorrer deste texto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><style>/*! elementor - v3.7.7 - 20-09-2022 */<br />
.elementor-widget-image{text-align:center}.elementor-widget-image a{display:inline-block}.elementor-widget-image a img[src$=".svg"]{width:48px}.elementor-widget-image img{vertical-align:middle;display:inline-block}</style></p>



<p>A homologação de um heliponto é o<b> processo de reconhecimento de que esse está de acordo com as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)</b>, realizado a partir da estruturação de um <a href="https://aerojr.com/blog/construir-seu-heliponto/"><b>Plano Base de Zona de Proteção de Heliponto (PBZPH)</b></a>&nbsp;, caracterizando que este está apto para o uso. Assim, no decorrer deste texto, veremos que o processo de homologação requer muitos detalhes e <b>pode ser</b> <b>extremamente complexo</b>. Entretanto, é <b>essencial para </b><strong>o reconhecimento do heliponto</strong> e para que não aja <strong>problemas relacionados à segurança.</strong> Visto que, para a homologação de um heliponto, <b>é necessário ter em mãos a documentação do mesmo e que ele atenda a uma série de requisitos da ANAC.</b></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a name="_msocom_1"></a><style>/*! elementor - v3.7.7 - 20-09-2022 */&amp;lt;br /> .elementor-heading-title{padding:0;margin:0;line-height:1}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title[class*=elementor-size-]>a{color:inherit;font-size:inherit;line-height:inherit}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-small{font-size:15px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-medium{font-size:19px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-large{font-size:29px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-xl{font-size:39px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-xxl{font-size:59px}</style></p>



<h2 class="wp-block-heading">PARA QUE HOMOLOGAR UM HELIPONTO?</h2>



<p>&nbsp; De acordo com a ANAC, para a operação segura e legal de um heliponto, <b>é de fundamental importância a realização de um PBZPH</b>. Isso porque, a realização do processo de homologação prevê o enquadramento do heliponto nas normas de segurança estabelecidas pela ANAC, bem como a regulamentação da utilização deste e do controle de tráfego aéreo, evitando problemas e possíveis acidentes.</p>



<p>&nbsp; &nbsp;Existem diversas razões para esta imposição realizada pela Agência Nacional de Aviação Civil quanto ao funcionamento de helipontos e aeródromos. Isso se dá visto que essa normatização <b>tem o objetivo de garantir a segurança de todos os envolvidos no voo do helicóptero</b>. Dessa forma, as regras estabelecidas são pensadas de forma que possam <b>garantir a integridade dos passageiros, da tripulação, do piloto, da própria aeronave e de todas os outros presentes no espaço aéreo.</b></p>



<p>&nbsp; &nbsp;A fim de garantir essa segurança uniformemente em todos os helipontos presentes no país, essa regulamentação para o funcionamento e registro do aeródromo é de cumprimento obrigatório. Diante disso, <b>o não cumprimento da legislação faz com que o heliponto fique sujeito a sanções legais e paralização imediata.</b></p>



<p>&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/wp-content/uploads/2024/02/im2.png" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO</h2>



<p>&nbsp;A homologação de helipontos é feita pela Autoridade de Aviação Civil e seu processo requer a<b> documentação do heliponto e a estruturação de um PBZPH que atenda às normas de segurança da ANAC.</b></p>



<p>&nbsp;Para iniciar um processo de homologação ou registro de um heliponto, as seguintes documentações são solicitadas: <b>documentação do proprietário/responsável</b> que comprovem a propriedade ou responsabilidade legal sobre o heliponto, como contratos ou outros documentos relevantes; <b>documentações do heliponto</b>; um <b>requerimento de homologação</b>; além de uma <b>documentação detalhada do </b><b style="font-style: inherit;">projeto técnico do heliponto.</b></p>



<p><b>&nbsp;</b></p>



<h2 class="wp-block-heading">PRINCIPAIS REQUISITOS PARA A SEGURANÇA DO SEU<br>HELIPONTO </h2>



<p>A seguir, veremos os principais<a href="http://aerojr.com/blog/requisitos-de-seguranca-do-heliponto/"> requisitos para os cumprimentos das normas de segurança:</a></p>



<p><strong>1. Dimensão das áreas de toque e pouso e decolagem </strong></p>



<p>Essa é&nbsp;uma das principais determinações. Segundo a <a href="https://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/aerodromos/cadastro-de-aerodromos/procedimentos-para-aerodromos-privados/3helipontos">ANAC</a>, a área de toque deve estar situada no centro da área de pouso, atentando-se ao formato desta. As dimensões dessa área devem estar em função da dimensão do maior helicóptero que operará no heliponto.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><!--[endif]--><!-- [if !supportAnnotations]--><a name="_msocom_1"></a><!--[endif]--></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/wp-content/uploads/2024/02/im3-768x562.png" alt=""/></figure>



<p><strong>2. Resistência da Área de Pouso</strong></p>



<p>É importante que a área de pouso tenha resistência suficiente para suportar as cargas dos helicópteros que operarão no seu heliponto. Um pouso mal feito colocará uma considerável demanda na superfície. Portanto, a capacidade de resistência da área deve ser calculada de forma precisa para suportar certas cargas de impacto.</p>



<p><strong>3. Ajudas Visuais</strong></p>



<p>Existem especificações rigorosas em relação ao tamanho, fonte e posicionamento de tudo que é escrito no heliponto.</p>



<p><strong>4. Balizamento Luminoso </strong></p>



<p>Necessária em operações noturnas ou situações de má visibilidade. Não devem ofuscar a visão do piloto e precisam auxiliar no entendimento dos limites de área de pouso e das obstruções presentes nos arredores do heliponto.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/wp-content/uploads/2024/02/im4.png" alt=""/></figure>



<p><strong>5. Prevenção Contra Incêndio</strong></p>



<p class="has-text-align-left">Esse consiste em um tópico de extrema importância. Requer medidas tais como o correto armazenamento de extintores contra incêndio e a realização de operações de reabastecimento de helicópteros exclusivamente por profissionais devidamente treinados e autorizados.</p>



<p><strong>6. Zona de Proteção</strong></p>



<p>Esse requisito é algo que deve ser estabelecido pelo PBZPH do heliponto para áreas que necessitam estar desimpedidas sob as superfícies de saída, na decolagem ou aproximação de pouso.<b> </b>Para esse requisito deve-se levar em conta as superfícies de aproximação e de saída, a superfície de transição e a&nbsp; superfície de aproximação e de saída em curva.</p>



<p><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </b></p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size">Como elaborar o plano base do meu<br>heliponto de forma segura?</h2>



<p>&nbsp; &nbsp;Por fim, é evidente que o processo de homologação de um heliponto exige muita atenção e trabalho para o cumprimento de todas as exigências feitas pela Agência Nacional de Aviação Civil.&nbsp;</p>



<p>  Dessa forma, se você tem interesse nesse mercado ou já possui um heliponto, mas falta uma consultoria adequada, não há uma fórmula mágica na realização do seu PBZPH. Entretanto, <strong>a diferença está na escolha certa</strong>. Agende uma consultoria gratuita e descubra como nossos especialistas podem personalizar a implementação do seu plano base de zona de proteção de heliponto para atender às suas necessidades exclusivas da forma mais ágil, confiável e segura. <a href="https://wa.me/5533991616939">Entre em contato e faça uma consultoria gratuita com nossos especialistas no assunto.</a></p>



<p><b>&nbsp;</b></p>
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		<title>NOTAM: O Que é e como Emitir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 16:41:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[NOTAM]]></category>
		<category><![CDATA[voo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que emitir um NOTAM? Você já parou para pensar em como pilotos de avião são avisados de interdição de pistas para manutenção ou para outros eventos? Ou como pilotos de acrobacia conseguem notificar outros de que estão utilizando um certo espaço aéreo? Essas perguntas e muitas outras podem ser respondidas com o NOTAM. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Por que emitir um NOTAM?</h2>



<p>Você já parou para pensar em como pilotos de avião são avisados de interdição de pistas para manutenção ou para outros eventos? Ou como pilotos de acrobacia conseguem notificar outros de que estão utilizando um certo espaço aéreo? Essas perguntas e muitas outras podem ser respondidas com o NOTAM.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/JOf0zY1mjNvvSVDnM_ETha5OP_k0vV-1QBk2FlLmqhVSAM-aOHrxAtQImez-yzJO8BGWOaRtH1cf5kk7H9OIv5yVIV4sJQapauiobelpvq-5WR90IW4yIOmX6Shf3hCBA3raXvq2" alt="" style="width:500px;height:258px" width="500" height="258"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"> O que é o NOTAM?</h2>



<p>NOTAM, sigla para <em>Notice to Airman</em> (Aviso para Aeronavegantes), é uma mensagem que tem como objetivo divulgar alterações ou restrições temporárias que possam ter impacto nas operações aéreas, como interdições de pistas ou o fechamento de certos espaços aéreos. Ele <strong>é um modelo de informação aeronáutica</strong> e, como tal, é divulgado no site da AIS (Serviço de Informação Aeronáutica).</p>



<p>Mas qual a importância dessa ferramenta? O NOTAM é essencial na medida em que ajuda na prevenção de acidentes aéreos, posto que torna públicas informações como as citadas acima. Contribui, portanto, para a manutenção da integridade da malha aérea e para a segurança dos envolvidos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://lh4.googleusercontent.com/YqDl-MAMZe6hq1zt9MmYrXiB8rfLY-u6R6CN0EZ5HHsuo0EoAr7Rr-cyOuI12xAxPBvFhJNZJ4Ed-WaXfJN8rN0yu-i6yLZBg_EPl7ijCa06eH6xFVbFEGyKay6FMjWRapLvNmMe" alt="" style="width:500px;height:272px" width="500" height="272"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"> Classificações do NOTAM</h2>



<p>O uso do NOTAM, entretanto, não é restrito ao Brasil: é um <strong>meio de comunicação global</strong>. Assim, ele é classificado, primeiramente, quanto ao seu âmbito:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong> Nacionais:</strong> são aqueles que são expedidos em um país a fim de divulgar informações que interessem a aviação civil desse mesmo país;</li>



<li><strong> Internacionais:</strong> são os emitidos em um país visando atender a aviação internacional;</li>



<li> <strong>Estrangeiros:</strong> são aqueles emitidos por outros países para atender a aviação internacional. Mas que atendem aos interesses da aviação nacional dos países que estão consultando eles.</li>
</ul>



<p>&nbsp;Além disso, o NOTAM também é classificado de acordo com o seu tipo:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os NOTAMs novos (N);&nbsp;</li>



<li>Os substitutos (R), que são os que ocupam o lugar de um NOTAM anterior da mesma série de emissões;&nbsp;</li>



<li>E os canceladores (C), que cancelam a vigência de um NOTAM anterior a ele.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/RwZnTIE1pYzprtOJpXIIHADhqTNse1fAEW3_IhYzrdOkzpCRZ1wDOrCenIQVgSFbn2q_8QNPyPEYYzTYUqYlyjNPyqePGitmq9G2ALDYrYOMvBy7Flbdf52ZabJ9hrkfeICW0LHb" alt="" style="width:350px;height:152px" width="350" height="152"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Como solicitar a emissão de um NOTAM?</h2>



<p>De fato, a divulgação de informações sobre restrições é essencial para a segurança da aviação. Portanto, é necessário que <strong>pessoas, empresas ou órgãos que desejam realizar atividades as quais possam ter qualquer tipo de interferência na regularidade da navegação aérea solicitem a emissão de uma informação aeronáutica</strong>. Nesse caso, é solicitado o NOTAM, para os órgãos competentes, e, caso aprovado ele seria publicado.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/2gigwDXmTjr9q5bz2an3OKctqh5XZowkWXfm0euDxkS0H93H7GRYUf3vFV1Wb-Vhm3R7Jkzuwi9PH2H4CWFVxftE4fNXNHz2poL-pjtX43_3HK6mRAhz9dkPFAsvDbeeWaf7fP6U" alt="" style="width:450px;height:309px" width="450" height="309"/></figure>



<p>Porém, muitas pessoas encontram dificuldades na solicitação e na aprovação desse aviso, devido à burocracia. Alguns documentos explicativos são muito difíceis de encontrar, e mesmo encontrando, o procedimento pode ser descrito de uma forma complexa. Assim, para tornar esses processos mais simples na sua visão, destrinchamos algumas partes para facilitar a informação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Burocracia Explicada</h2>



<p>Até março de 2019, as solicitações para a divulgação de um NOTAM eram enviadas por e-mail ou fax para a <a href="https://aerojr.com/blog/tudo-sobre-a-anac/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil)</a>. Em seguida, seriam analisadas e, então, repassadas para o<a href="https://www.decea.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo)</a> para a sua publicação no site da AIS.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/FTZLV-LvutbwMjZHdfgFSdaND0--NCGNq9yiKRvHnccK4GF79qfovD50S6XK3sHBiMJ5SlOZw_0T_48P80kuyjAIa578Mk6Y-m2oVgwZiRKri88vjsrz34Ahb2zmyaBBduCKGPwH" alt="" style="width:500px;height:288px" width="500" height="288"/></figure>



<p>Atualmente, existe uma plataforma de serviços uma plataforma de serviços de <a href="https://sdia.decea.mil.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Solicitação de Divulgação de Informação Aeronáutica (SDIA)</a>, que tem como objetivo unificar o recebimento, por parte do DECEA, de solicitações de divulgação informações aeronáuticas.<strong> Ao centralizar e padronizar esse processo, o monitoramento da cadeia de informação é facilitado</strong>. Portanto, as solicitações para divulgar informações aeronáuticas, que incluem o NOTAM, <strong>são feitas através do SDIA</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cadastro</h3>



<p>Para utilizar a plataforma, é necessário, primeiramente, fazer o cadastro como <a href="https://sdia.decea.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Autoridade Originadora</a>, que seria a responsável por originar os dados e as informações para divulgação.&nbsp;</p>



<p>Após clicar em “Cadastrar-se!”, é preciso preencher todos os campos com as informações pedidas, atentando às que são obrigatórias, marcadas com um asterisco (*).&nbsp;</p>



<p>Nos primeiros campos, é preciso inserir o nome da organização e o CNPJ em caso de pessoa jurídica, ou o nome completo e CPF em caso de pessoa física. Em seguida, deve-se selecionar o tipo de organização que irá originar as informações –<strong> essa parte é importante no sentido de ser o primeiro filtro para a divulgação dos dados aeronáuticos</strong>, visto que, com o tipo de organização selecionado, a pessoa que está cadastrando só poderá divulgar informações específicas para esse tipo. Tendo isso definido, a seguir é necessário preencher os campos de contato, registrando telefones e e-mail; por fim, basta criar uma senha, concordar com os termos de uso e, enfim, confirmar o cadastro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Passo a Passo para o Envio de Solicitação&nbsp;</h3>



<p>Após feito o cadastro, basta fazer login com a conta criada e o sistema é acessado. A partir disso, a pessoa interessada passa a ter acesso a um formulário eletrônico, por meio do qual ela vai enviar a solicitação.&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>O primeiro passo é selecionar, na aba “Assunto”, o assunto relacionado à informação aeronáutica a ser divulgada – vale ressaltar que os assuntos presentes na lista são específicos para o tipo de organização que foi selecionado durante o cadastro;</li>



<li>&nbsp;O segundo passo é informar a localização do evento inserido na primeira aba, tendo a opção de inserir um dos aeródromos presentes na lista como local ou colocar as coordenadas do centro do evento e o raio (em milhas náuticas);&nbsp;</li>



<li>Na terceira aba é necessário informar a vigência da informação aeronáutica a ser publicada – para isso, basta inserir as datas e horários do início e do fim da validade dessa informação;&nbsp;</li>



<li>O quarto passo consiste em inserir no campo determinado a informação a ser divulgada e os metadados relacionados a ela, sendo tudo escrito da forma mais clara e objetiva possível;&nbsp;</li>



<li>A quinta aba é um espaço reservado para anexar arquivos, documentos ou formulários necessários à divulgação da informação aeronáutica;&nbsp;</li>



<li>Por fim, a última aba apresenta um resumo dos dados preenchidos até aquele momento, a fim de que possam ser conferidos antes do envio.  </li>
</ol>



<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh4.googleusercontent.com/OYNdDE8L-Qa-MEC_tRBEOiaFtLTRYjK1abEAqdUl2fFzUKILpt3eqdIwV9yNeOPIf6NZtuBQ7G4EDQXDs8v1mZLupIVypOjdRRB9gRhx5jvsaQ9_cPg5MQpanHTtMKTkPgv2quFz" alt="" style="width:250px;height:389px" width="250" height="389"/></figure>



<p>Tendo feito esse processo, <strong>basta anotar o número de protocolo que será dado pela plataforma e aguardar a análise da solicitação</strong>. Vale ressaltar que a informação aeronáutica enviada pode ser divulgada no site do AIS de diversas formas, de acordo com a sua duração e ao quê ela diz respeito – a informação provavelmente será publicada como NOTAM se a sua vigência for de curta duração, ou seja, de até 3 meses.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qualquer Dúvida Entre em Contato </h2>



<p>Como visto, o NOTAM, é de suma importância para o funcionamento da aviação, devido à sua utilização universal como meio de comunicação. Dessa forma, é essencial que qualquer pessoa, empresa ou órgão que desejam realizar atividades, que possam causar interferência na regularidade da navegação aérea, solicitem a emissão de uma informação aeronáutica. Portanto, <strong>se você tiver dúvida sobre as classificações do NOTAM ou até mesmo sua emissão entre em contato conosco por contato@aerojr.com</strong>, pelas redes sociais ou comente aqui em baixo!</p>



<p><em>Autor: Yasmim Carvalho</em></p>
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		<title>atualizações DO DECEA sobre acesso de drones ao espaço aéreo </title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 16:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Drones]]></category>
		<category><![CDATA[Homologação]]></category>
		<category><![CDATA[aeronautica]]></category>
		<category><![CDATA[DECEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudanças que entraram em vigor no dia 3 de julho, tem o objetivo de facilitar o processo de solicitação de voos e reduzir o tempo de resposta aos usuários   Quais mudanças o DECEA Determinou ?   O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), órgão gestor do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, [&#8230;]</p>
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<p>Mudanças que entraram em vigor no dia 3 de julho, tem o objetivo de facilitar o processo de solicitação de voos e reduzir o tempo de resposta aos usuários</p>

<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" style="width: 495px; height: 330px;" src="https://www.decea.mil.br/static/uploads/2023/02/DRONE-4-750x500.jpeg" alt="" width="495" height="330" /></figure>

<h2 class="wp-block-heading"> </h2>
<h2 class="wp-block-heading">Quais mudanças o DECEA Determinou ?</h2>

<p> </p>
<p>O <strong>Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA)</strong>, órgão gestor do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, atualizou a ICA 100-40, documento que regulamenta os voos de drones no país. A mudança normativa que entrou em vigor tem o intuito de facilitar as solicitações de voos de drones e reduzir o tempo de resposta aos usuários, a nova legislação <strong>flexibiliza o acesso</strong> das aeronaves não tripuladas a regiões próximas de aeroportos, mantendo os níveis de segurança operacional para facilitar a <strong>experiência dos usuários</strong>, sempre mantendo os níveis de segurança operacional.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O que mudou na ICA 100-40?</h2>
<p> </p>

<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" style="width: 414px; height: 233px;" src="https://www.decea.mil.br/static/uploads/2023/06/Thumb-UAS.jpg" alt="" width="414" height="233" /></figure>

<p> </p>

<p>Os pilotos de drone com <strong>pmd (peso máximo)</strong> de até 250g poderão ser dispensados da necessidade de solicitação de voo por meio do sistema <strong>SARPAS (Solicitação de Acesso de Aeronaves Remotamente Pilotadas)</strong>. O tempo de análise das solicitações de voos veloz até 400 pés sem interseção de voo <strong>reduziram</strong> de 45 para 30 minutos, quando houver interseção com as áreas restritas e tempo máximo para análise da solicitação, será de 4 dias corridos. Já no caso de voos veloz acima de 400 pés, operação atípica e aqueles realizados com o pmd maior que 25 kg, o <strong>tempo máximo para análise</strong> diminuiu de 18 para 12 dias corridos.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Criação de Novos Perfis de Voo</h2>

<p> </p>

<p>Também foram criados os seguintes perfis de voos visando atender as recentes <strong>demandas dos usuários:</strong> operações atípicas, para voos que necessitam de condições especiais para serem realizados de forma segura, como é o caso de apresentações multi drone, que seriam aquelas em que se utilizam drones para formarem figuras ou imagens no céu. Operação agrícola, perfil que tem a finalidade de proteger ou fomentar o desenvolvimento da agricultura. Também sobre o perfil no entorno de estrutura que substituiu o princípio da sombra a partir da mudança normativa, o voo deverá estar previamente autorizado pelo proprietário do imóvel.</p>

<p> </p>

<p>Essas e outras mudanças poderão ser encontradas tanto no site do DECEA quando no novo documento ICA, que pode ser acessado <a href="https://publicacoes.decea.mil.br/publicacao/ica-100-40">aqui</a>.</p>

<p><em>Autora: Maria Eduarda</em></p>
								</div>
				</div>
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		<title>Saiba como Inovar com Drones</title>
		<link>https://aerojr.com/blog/saiba-como-inovar-com-drones-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 22:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Drones]]></category>
		<category><![CDATA[Prototipagem de Drones]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[drones inovadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Drones revolucionaram a engenharia, as práticas militares e todo o mercado global. Sua versatilidade e acessibilidade fazem com que sejam uma presença cada vez mais frequente nos mais variados segmentos de nossa sociedade: topografia, agronegócio, segurança, jornalismo, filmagens, entre muitos outros ramos. Então, mesmo que existam diversas possibilidades de inovar com drones, ainda é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os Drones revolucionaram a engenharia, as práticas militares e todo o mercado global. Sua versatilidade e acessibilidade fazem com que sejam uma presença cada vez mais frequente nos mais variados segmentos de nossa sociedade:<em> topografia, agronegócio, segurança, jornalismo, filmagens</em>, entre <em>muitos outros</em> ramos. Então, mesmo que existam diversas possibilidades de inovar com drones, ainda é possível que você não encontre uma aeronave que atenda todos os requisitos desejados, ou ainda não saiba como começar seu projeto de inovação. Nesse caso, como conseguir um <strong>drone</strong> <strong>personalizado</strong> e <strong>inovador</strong>? Vamos contar!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inovar com drones seria o futuro?</strong></h2>



<p>Inúmeros filmes, como “De Volta para o Futuro”, previam que nos anos 2000 teríamos as mais versáteis e incríveis <strong>inovações</strong> <strong>tecnológicas</strong>: roupas inteligentes, robôs por toda a parte, videoconferências e, claro, carros voadores. É verdade que, por enquanto, ainda não temos carros voadores. Por outro lado, de forma ainda mais positiva, temos aparelhos bem menores, mais baratos e leves, capazes de executar tarefas que certamente não poderiam ser feitas pelos automóveis. Sim, esses são os drones!</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2021/02/george-kroeker-yUWogMGkwD0-unsplash-1024x683.jpg" alt=""/></figure></div>



<p>Contudo, apesar do crescente uso dos drones, sua aplicação comercial ainda é muito nova. <a href="https://www.faa.gov/news/updates/?newsId=93646">Segundo a FAA (Federal Aviation Administration), a projeção é que esse mercado triplique até 2023</a>, afinal, ainda há muitas áreas a serem exploradas. No Brasil, por exemplo, apenas em Agosto de 2020 foram aprovados testes para serviços de delivery com VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados), o que evidencia a ainda incipiente utilização comercial desses veículos. Tal fato mostra a extensa gama de oportunidades para movimentar a engrenagem, ou melhor, a hélice do mundo dos drones.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como Começar a Inovar com Drones</strong>?</h2>



<p>É comum ter <strong>ideias</strong> <strong>inovadoras</strong> e <strong>disruptivas</strong>, e mais comum ainda é não saber como realizá-las ou não encontrar meios disponíveis no mercado para concretizá-las. Porém, não desista mesmo diante dessa dificuldade, pois o seu sonho não precisa ser deixado de lado. Na verdade, esta é a oportunidade perfeita para você <strong>inovar</strong>, <strong>empreender</strong>, além de ter um<strong> grande retorno financeiro</strong> com a sua ideia.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2021/02/andres-prieto-molina-ytLljskLEQc-unsplash-1024x680.jpg" alt=""/></figure></div>



<p>Tendo isso em mente, a fim de começar o processo de inovação com drones, você deve seguir alguns passos para garantir a qualidade, a segurança, a lucratividade &#8211; se for o caso &#8211; e a adequação às normas vigentes. Embarque nessa conosco, e descubra o<strong> passo a passo</strong> para o desenvolvimento de um drone <strong>ideal</strong> para você!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Análise de Viabilidade</strong></h3>



<p>O primeiro passo da jornada é realizar uma <strong>Análise de Viabilidade</strong>. Dessa forma, o objetivo é definir se a sua ideia para<strong> inovar com drones</strong> é viável ou não, principalmente se o objetivo for para uso comercial. O estudo de viabilidade se baseia basicamente em três fatores: <strong>viabilidade da demanda, viabilidade econômica e viabilidade técnica.</strong> Os detalhes sobre cada uma serão vistos a seguir.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Viabilidade da demanda</h4>



<p>É essencial ter uma noção clara de qual problema o seu drone resolve, como gerar valor para a sua solução inovadora, quem são os clientes em potencial e quais estratégias deverão ser adotadas para chegar até eles.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Viabilidade econômica</h4>



<p>A viabilidade econômica, por sua vez, é muito importante para que você analise a existência de concorrentes no mercado, o ticket médio dos serviços prestados, o nível de satisfação dos clientes e quais os gaps deixados por seus competidores. Afinal, será justamente em tais lacunas que o seu projeto de inovação com drones apresentará um diferencial competitivo. Além disso, é crucial mapear os custos fixos e variáveis da operação, com o intuito de assegurar uma precificação acertada do serviço/produto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Viabilidade técnica </h4>



<p>Por fim, o estudo se encerra com a análise de viabilidade técnica, na qual serão mapeadas questões relacionadas à equipe e aos insumos necessários para desenvolver e, efetivamente, dar vida ao serviço planejado.</p>



<p>Ao final dessa fase será possível dizer se a sua <strong>solução para inovar com drones</strong> é – ou não &#8211; viável. E se for, qual o próximo passo? Como efetivamente montar o seu drone personalizado, voltado às suas necessidades?</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Análise de Componentes</strong></h3>



<p>O passo seguinte consiste na <strong>Análise de Componentes</strong>. Por meio dessa etapa, serão propostos possíveis insumos tecnológicos que supram os requisitos do projeto. Tais insumos devem contemplar requisitos como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>o dimensionamento das baterias (analisando os fabricantes, a autonomia, arranjo, etc);</li><li>a definição do <em>frame</em> capaz de suportar os esforços atuantes devido às cargas aerodinâmicas e estruturais; </li><li>a seleção dos componentes eletrônicos embarcados;</li><li>e a escolha do rádio controle.</li></ul>



<p>Ademais, caso algum componente não exista no mercado, nessa fase serão traçadas possíveis formas de fabricá-lo. Com isso, deve ser levando em consideração os custos e os prazos envolvidos para a consolidação do <strong>seu projeto de</strong> <strong>inovação</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas afinal, como tirar a ideia do papel?</strong></h2>



<p>Ao finalizar o estudo de viabilidade e planejar os elementos que serão utilizados, é fundamental haver a integração dos componentes em um modelo virtual. Isso deve ocorrer para validar inicialmente o drone, além de auxiliar na realização dos primeiros testes simulados através da <a href="https://aerojr.com/blog/5-motivos-para-se-preocupar-com-modelagem-3d/">modelagem 3D</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Modelagem 3D</strong></h3>



<p>Antigamente, os testes eram realizados em protótipos físicos, o que, sem dúvidas, causava um desenvolvimento mais longo e custoso. Isso ocorria, pois, dependendo do tipo de falha na estrutura, o protótipo deveria ser todo reconstruído e, somente depois, seriam praticados novos testes. O grande problema é que cada mudança efetuada poderia originar erros imprevisíveis em outras partes da estrutura, levando a um ciclo de reparos extremamente oneroso.</p>



<p>Atualmente, porém, com as soluções da modelagem 3D, o tempo de desenvolvimento e de testes é significativamente reduzido. Os softwares de engenharia são capazes de simular as condições encontradas no voo dos drones, podendo integrar influências aerodinâmicas, térmicas e magnéticas. Tal robustez só é possível devido à capacidade computacional de empregar com exatidão formulações matemáticas para resolver problemas complexos em poucos segundos. Além disso, tais softwares fazem tudo isso, sobretudo, sem despender elevados recursos financeiros.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2021/02/thisisengineering-raeng-f4pUuCc3M0g-unsplash-1024x683.jpg" alt=""/></figure></div>



<p>Em suma, a modelagem serve para se ter uma <strong>visão sistêmica inicial e bem fundamentada</strong> sobre o drone inovador. Logo, ela avalia como ocorre a integração entre os diversos sistemas que compõem a aeronave e simula sua resposta aos desafios impostos pelo voo. Tudo isso de uma maneira mais rápida, barata e, por consequência, mais eficiente e lucrativa.</p>



<p>Ok, até aqui você já tem o protótipo virtual pronto e já pode construí-lo. Mas e depois, é só voar?</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ensaios em voo</strong></h3>



<p>O próximo passo é o voo com o protótipo físico, mas ainda não é um voo livre e regulamentado. Esse é, na verdade, o momento de testar os componentes e os sistemas com o intuito de averiguar se a aeronave se comporta conforme planejado.</p>



<p>Nesses voos são avaliadas questões como: autonomia das baterias, estabilidade do drone, velocidade e altitude máximas, testes de pouso e decolagem, análise da comunicação entre a aeronave e o rádio controle e a integração entre os sistemas. Desse modo, nos ensaios é feita a verificação do funcionamento das partes móveis e constatações acerca do desempenho do drone.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2021/02/young-man-piloting-a-drone-in-nature-683x1024.jpg" alt=""/></figure></div>



<p>Mesmo com o voo e a performance do drone dentro dos conformes, ainda falta atender às exigências desse setor rigoroso que é a aviação. Sendo assim, como regularizar a aeronave perante às autoridades competentes?</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Último passo para você inovar com Drones</strong></h3>



<p>Para <a href="https://aerojr.com/blog/homologacao-de-drone/#:~:text=Homologa%C3%A7%C3%A3o%20pela%20Anatel&amp;text=Para%20homologar%20um%20drone%20pela,de%20R%24%20200%2C00.">regularizar o drone</a> será necessário cumprir requisitos impostos basicamente por três órgãos: a ANAC,&nbsp; a Anatel e o DECEA. Como cada órgão é responsável por essa regularização é mostrado a seguir.</p>



<h4 class="wp-block-heading">ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil)</h4>



<p>O primeiro deles, a&nbsp; <a href="https://www.gov.br/anac/pt-br">ANAC</a>, tem como intuito zelar pela segurança de toda a aviação. Dessa forma, ela é responsável por <a href="https://aerojr.com/blog/tudo-sobre-a-anac/">normatizar e supervisionar</a> a aviação civil no Brasil, definindo as diretrizes que nortearão os mais diversos campos de atuação: companhias aéreas, táxi aéreo, aeroportos, aeródromos, aeronaves experimentais, RPA’s, etc.&nbsp;</p>



<p>No que tange à ANAC, dependendo da magnitude e do fim pretendido para o seu projeto de inovação com drones, será necessário obter um CAVE (Certificado de Autorização de Voo Experimental). Contudo, para aeronaves Classe 3 (até 25 kg), com operação VLOS (dentro da linha de visada, isto é, quando o piloto é capaz de observar o drone a olho nu) e altitude abaixo de 400 pés (aproximadamente 120 m), esse certificado de <a href="https://aerojr.com/blog/aeronavegabilidade/">aeronavegabilidade</a> não é necessário. Ademais, independente da operação pretendida e da classe, é imperativo o cadastro do drone no SISANT (Sistema de Aeronaves Não Tripuladas), que é de domínio da ANAC.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações)</h4>



<p>Já a <a href="https://www.gov.br/anatel/pt-br">Anatel</a> está envolvida na regulamentação porque o drone e o rádio se comunicam através de ondas. Então, é de suma importância que a aeronave e o rádio controle estejam homologados, pois, do contrário, é possível haver interferência em outros serviços, prejudicando terceiros e trazendo consequências ao piloto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo)</h4>



<p>Por último, ainda é relevante ponderar que o espaço aéreo é algo estratégico para a soberania do país, estando, portanto, sob responsabilidade da Aeronáutica, mais precisamente do <a href="https://www.decea.mil.br/">DECEA</a>. Dessa forma, antes de realizar qualquer voo, é necessário requisitar acesso ao espaço aéreo via SARPAS (Solicitação de Acesso de Aeronaves Remotamente Pilotadas).</p>



<p>Agora que você já sabe todas as etapas para ter um drone inovador, deve ter notado que todo o processo, desde o projeto, passando pela pesquisa de mercado e finalizando na regulamentação, é cercado de burocracias. Dessa forma, é essencial que você tenha uma <strong>equipe qualificada</strong> ao seu lado e pronta para transformar o seu sonho em realidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a AEROJR. pode auxiliá-lo</strong></h2>



<p>Os drones constituem um dos principais alicerces da <a href="https://aerojr.com/flydrone/">AEROJR.</a> Estamos de fato imersos no mundo dos VANT’s e buscamos concretizar todos os sonhos de nossos clientes. Dentre nossos cases de sucesso, temos a <strong>prototipagem de um drone inovador</strong> para revolucionar a instalação de esferas ao longo das linhas de transmissão elétrica de alta tensão, com o objetivo de poupar volumosos gastos e garantir a segurança dos operadores. Ademais, já realizamos a <strong>Análise de Viabilidade e a Análise de Componentes</strong> no mercado nacional e internacional para drones de carga de uma das maiores empresa de logística da América Latina. Em complemento, possuímos ampla experiência nas questões regulatórias, desde o cadastro na ANAC até a homologação na Anatel.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Se liga nesta dica!</h3>



<p>Até aqui, tornou-se clara a importância de uma equipe competente com vasta experiência no mercado, porém há ainda um último ponto, na verdade, uma dica a ser dada. Acredito que você não deseja perder o seu tão sonhado drone devido aos erros durante a execução de manobras. Nesse caso, portanto, oferecemos também o <a href="https://aerojr.com/blog/curso-de-pilotagem-de-drones/">Curso de Pilotagem de Drones FLYDRONE</a>. Nele, durante a carga horária teórica, você aprenderá sobre regulamentação e teoria de voo, enquanto nas práticas, junto a um piloto profissional, você aprenderá a executar manobras voltadas ao seu nicho de atuação. Nossa prioridade está na capacitação personalizada e no pós-venda voltado a sanar eventuais dúvidas posteriores à execução do curso. </p>



<p>Agora que você já sabe os passos necessários para criar seu protótipo de drone inovador e ainda pilotá-lo com segurança, <a href="https://aerojr.com/contato/">embarque nessa conosco</a> e deixe sua ideia alçar voo!!</p>



<p>Autor: Tiago Mártires</p>
<p>O post <a href="https://aerojr.com/blog/saiba-como-inovar-com-drones-2/">Saiba como Inovar com Drones</a> apareceu primeiro em <a href="https://aerojr.com">AEROJR. Consultoria e Capacitação</a>.</p>
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		<title>ANAC: tudo que você precisa saber sobre a Agência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 22:54:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aceitação de Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Drones]]></category>
		<category><![CDATA[Heliponto]]></category>
		<category><![CDATA[Regularização de Aeródromos]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Aviação Civil]]></category>
		<category><![CDATA[ANAC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já sentiu alguma vez medo de andar de avião? Ou já desconfiou da segurança desse tipo de transporte? Para passageiros de primeira viagem esse é um receio recorrente. Entretanto, hoje o transporte aéreo é um dos mais seguros e isso se deve, principalmente, devido à ação das agências reguladoras, sendo que no Brasil, essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já sentiu alguma vez medo de andar de avião? Ou já desconfiou da segurança desse tipo de transporte? Para passageiros de primeira viagem esse é um receio recorrente. Entretanto, hoje o transporte aéreo é um dos mais seguros e isso se deve, principalmente, devido à ação das <strong>agências reguladoras</strong>, sendo que no Brasil, essa agência é a <strong>ANAC</strong>. Ficou curioso para saber mais sobre como é feita essa regulamentação? Então, veja aqui tudo que você precisa saber sobre a ANAC.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a função da ANAC?</h2>



<p>No Brasil, existem diversas autoridades de aviação que contribuem para a operação segura e de qualidade desse modal. No entanto, na aviação civil, a <a href="https://www.gov.br/anac/pt-br">ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil)</a> é a responsável por esse trabalho. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2021/02/anac-989x1024.png" alt="ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil)"/></figure></div>



<p>Fundada em 2005, ela substituíra o Departamento de Aviação Civil (DAC) e demais órgãos regionais. Dessa forma, a agência centralizou o papel regulatório aeronáutico no país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem controla a ANAC?</h2>



<p>Apesar de ser o órgão aeronáutico máximo para assuntos civis, a ANAC atualmente está vinculada ao Ministério da Infraestrutura. Logo, os dirigentes dessa autarquia federal são indicados diretamente pelo governo vigente e avaliados pelo Congresso Nacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pelo o que a ANAC é responsável?</h2>



<p>A princípio, as atividades da agência se enquadram em <strong>ações de certificação, normatização, fiscalização e representação institucional</strong>. Do mesmo modo, a ANAC busca garantir um ambiente de mercado competitivo e minimizar a possibilidade de incidentes. Além disso, ela direciona esforços para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos por toda cadeia produtiva do setor aéreo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Certificação</h3>



<p>Desde já, para qualquer aeronave, fabricante, companhia aérea, aeródromo ou escola de aviação atuar no país, precisam, primeiramente, de uma <strong>certificação</strong> da ANAC. Essa certificação é caracterizada pelo acompanhamento e avaliação do grau de confiança e atendimento de requisitos de normas estabelecidas. Assim, após o cumprimento dessa etapa, a atividade aérea estará possibilitada de operar no território brasileiro.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2021/02/fas-khan-ItT-TxlpC8Y-unsplash-1024x576.jpg" alt=""/><figcaption>Helicóptero realizando pouso em um aeródromo.</figcaption></figure></div>



<p>Nesse sentido, para certificar aeródromos e<a href="https://aerojr.com/blog/heliponto-heliporto_diferenca/"> helipontos</a>, por exemplo, a ANAC deve realizar uma <strong>avaliação</strong> da infraestrutura e capacidade do operador em seguir as<a href="https://aerojr.com/blog/requisito-de-seguranca-para-aerodromo/"> normas técnicas e de segurança</a>. Contudo, para solicitar o início do processo de certificação para um aeródromo, é essencial verificar a<a href="https://aerojr.com/blog/cadastramento-de-aerodromo-o-que-fazer/"> situação cadastral</a> dele. Caso esteja desatualizado, o<a href="https://aerojr.com/blog/renovacao-de-aerodromo-privado/"> processo de renovação</a> poderá ser realizado rapidamente por consultorias aeronáuticas experientes no serviço. Assim, esse passo é fundamental, pois caso contrário, o aeródromo não estará presente no Sistema Eletrônico de Informações (SEI-ANAC). Por consequência, as demais etapas da certificação não poderão ser seguidas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Normatização</h3>



<p>Finalmente, com a certificação em mãos, a empresa terá o aval da agência para operar no país. A partir disso, segue-se para outra etapa: a <strong>normatização</strong>. De antemão, quando uma aeronave é certificada, ela deverá seguir normas. Para isso, a elaboração delas segue preceitos das instituições regulatórias internacionais de aviação civil nas quais o Brasil é signatário.</p>



<p>Para exemplificar, drones e VANTs, considerados tecnologias emergentes, estão revolucionando o mercado de transporte, lazer e monitoramento. Porém, com o crescimento desenfreado, o uso maléfico dessas aeronaves e acidentes são consequências que colocam vidas em risco. Por isso, em 2017,<a href="https://aerojr.com/blog/normas-anac-drones/"> a ANAC regularizou a operação civil</a> delas no país, criando classificações, cadastros, certificações e regras de voos. Logo, caso alguém importe um drone, por exemplo, a agência exige a emissão da homologação do produto. Bem como a plena<a href="https://aerojr.com/blog/regularizar-drone-caseiro/"> regularização de componentes para a construção e prototipagem de um.</a></p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2021/02/drone-quad-copter-with-high-resolution-digital-camera-on-green-corn-field-agro-1024x684.jpg" alt=""/><figcaption>Drone fazendo o monitoramento de área com plantações.</figcaption></figure></div>



<p>Assim, a normatização define que todos os segmentos do setor aéreo devem seguir normas. Por isso, eventualmente, aeronaves e operadores precisam emitir documentos atestando o cumprimento delas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fiscalização</h3>



<p>Não apenas isso, a ANAC, para atestar a normatização, utiliza-se de um outro dispositivo habitual das agências reguladoras: a <strong>fiscalização</strong>. Para tanto, inclui-se o acompanhamento permanente do desempenho de empresas, produtos, operações e profissionais certificados, buscando garantir segurança e qualidade aos passageiros. Mas também, consonante com demais órgãos, a agência realiza a ação fiscal de identificar e penalizar atos ilegais diante das normas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Há uma regulação excessiva e competitividade?</h2>



<p>Inegavelmente, todo esse procedimento demonstra o vigor que a ANAC detém para garantir a confiança dos serviços aéreos no Brasil. Apesar disso, o estabelecimento dessa burocracia também é um desafio para o setor que possui margens de faturamento apertadas pelo seu alto custo operacional.&nbsp;</p>



<p>Diante disso, é a ANAC quem realiza a autorização e a concessão para companhias aéreas, táxis aéreos, escolas e oficinas operarem no país. Ao mesmo tempo, ela também define regras para passageiros utilizarem o transporte aéreo, medidas que podem encarecer o preço das passagens.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2021/02/girl-standing-in-airport-1024x683.jpg" alt=""/></figure></div>



<p>Para isso, um dos exemplos mais conhecidos da burocracia da agência era a proibição da cobrança de bagagens separadamente. Entretanto, recentemente uma nova posição foi tomada em <a href="https://www.anac.gov.br/noticias/2020/governo-federal-lanca-programa-voo-simples-para-modernizar-regras-da-aviacao-e-melhorar-ambiente-de-negocios-para-o-setor">prol da desregulação do setor aéreo</a> visando simplificá-lo e torná-lo mais competitivo. Logo, os efeitos disso foram a chegada de novas companhias aéreas <em>low-cost</em> que visam &#8220;abocanhar fatias&#8221; no mercado brasileiro.</p>



<p>Apesar de tudo, a ANAC possui a responsabilidade de representar também os interesses do Brasil em órgãos internacionais de aviação. Como resultado, ela negocia acordos e tratados sobre o transporte aéreo internacional. Portanto, a agência se posiciona como uma das mais influentes do setor, representando um dos mercados mais dinâmicos do mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como podemos ajudar você a adequar-se às regulamentações da ANAC?</h2>



<p>Em síntese, ter medo de viajar de avião é bastante comum para passageiros de primeira viagem. Diante do desconhecido, é normal ter receio, principalmente em situações que envolvem riscos. Entretanto, por meio da atuação da ANAC, o transporte aéreo no Brasil nunca esteve tão seguro e moderno. Assim, desde a certificação de novas aeronaves até a fiscalização da operação em aeroportos, garante-se a segurança do usuário.</p>



<p>Por fim, se você deseja adequar-se às regulações da ANAC e fazer parte de um dos maiores mercados aeronáuticos do mundo, pode contar conosco da <a href="https://aerojr.com/">AEROJR.</a>! Buscamos auxiliar a todos que precisam de certificações e cadastros para operarem no país. Ficou com alguma dúvida? Entre em <a href="https://aerojr.com/#contato">contato</a> com o nosso time!</p>



<p>Pois, com excelência em consultoria, é nosso desejo contribuir para a ANAC nessa rica cadeia de valor e garantir uma boa viagem para todos.</p>



<p>Autor: Esriel Ferrari</p>
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		<title>Aeronavegabilidade</title>
		<link>https://aerojr.com/blog/aeronavegabilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 15:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aceitação de Aeronaves]]></category>
		<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Drones]]></category>
		<category><![CDATA[Aeronavegabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devido à importância do setor aeronáutico, a exigência dos órgãos regulamentadores em garantir a segurança dos usuários nesse meio se torna primordial. Tudo isso, claro, a favor do bom funcionamento do mercado e do uso do espaço aéreo. Nesse contexto, uma das importantes exigências para os produtos aeronáuticos é a aeronavegabilidade, condição mandatória na aprovação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://aerojr.com/blog/aeronavegabilidade/">Aeronavegabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://aerojr.com">AEROJR. Consultoria e Capacitação</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Devido à importância do setor aeronáutico, a exigência dos órgãos regulamentadores em garantir a <strong>segurança dos usuários</strong> nesse meio se torna primordial. Tudo isso, claro, a favor do bom funcionamento do mercado e do uso do espaço aéreo. Nesse contexto, uma das importantes exigências para os produtos aeronáuticos é a aeronavegabilidade, condição mandatória na aprovação de uma aeronave no Brasil. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2020/12/randy-fath-5Q2qpJoVWVc-unsplash-1024x683.jpg" alt=""/></figure></div>



<p>Saber o que ela é, quais quesitos as normas existem e em que condições ela está presente pode fazer toda a diferença. Principalmente se você pensa em se tornar um amante da aviação mais informado ou até um consumidor mais atento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é aeronavegabilidade?</h2>



<p>Define-se por aeronavegabilidade a condição por parte de um produto aeronáutico de realizar um <strong>voo seguro</strong> ou navegar em segurança pelo espaço aéreo. É importante ressaltar, ainda, que o processo de condicionamento da aeronavegabilidade de um produto aeronáutico se inicia desde o planejamento do projeto. Isso significa, assim, que não é necessário que a aeronave já esteja pronta para começar a certificação.</p>



<p>Além disso, as exigências de cada certificado estão disponíveis nos canais de comunicação da <a href="https://www.anac.gov.br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/aeronavegabilidade"><strong>ANAC</strong></a>. Lá você também encontra os formulários de solicitação de emissão, de transferência e de vistoria. Para saber sobre a situação de aeronavegabilidade da aeronave, ainda, você pode consultar o <a href="https://sistemas.anac.gov.br/aeronaves/cons_rab.asp"><strong>Registro Aeronáutico Brasileiro</strong></a> (RAB) pelas informações do veículo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A aeronavegabilidade continuada</h2>



<p>A aeronavegabilidade continuada é um conjunto de processos e ações que devem garantir o cumprimento dos <strong>requisitos </strong>de aeronavegabilidade exigidos e especificados na certificação. As exigências atendidas pela aeronavegabilidade continuada podem também ser impostas pelo Estado de Registro das aeronaves. Tudo isso, assim, visto que a manutenção do veículo durante a sua vida operacional é tão importante quanto seu nível de <strong>confiabilidade</strong> enquanto novo produto.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2020/12/jacob-mathers-x-vwV9A1dTo-unsplash-1024x682.jpg" alt=""/></figure></div>



<p>Vale destacar, também, que as instruções de aeronavegabilidade continuada devem ser emitidas pelo próprio fabricante dos componentes da aeronave em um documento oficial. O fabricante, por sua vez, deve atestar nesse documento a correção de possíveis falhas ou maus funcionamentos e registrar <a href="https://aerojr.com/blog/modificacoes-em-aeronaves/">modificações</a> e aperfeiçoamentos realizados na aeronave. Essas instruções podem, também, propor <strong>recomendações de manutenção</strong> dos produtos, além das já previstas no manual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As diretrizes de aeronavegabilidade</h2>



<p>As diretrizes de aeronavegabilidade são documentos emitidos pela ANAC que atestam a segurança do produto. Elas se diferem dos boletins especiais de aeronavegabilidade principalmente na <strong>obrigatoriedade do cumprimento</strong>. Sendo assim, os boletins são informações de caráter informativo apenas, enquanto as diretrizes têm seu cumprimento como obrigatório.</p>



<p>A consulta às <a href="https://sistemas.anac.gov.br/certificacao/DA/DA.asp">diretrizes de aeronavegabilidade</a> emitidas pela ANAC está disponível no site da agência e pode também ser solicitada por qualquer pessoa via e-mail.&nbsp;</p>



<p>É importante lembrar que esse certificado é apenas o começo das solicitações. É <strong>responsabilidade do proprietário</strong>, ainda, buscar diretrizes emitidas pelo Estado de Projeto dos produtos que opera, dos motores, das hélices e dos equipamentos instalados ou aplicados nestes produtos. Além disso, deve-se incluir também o Certificado Suplementar de Tipo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O certificado de aeronavegabilidade</h2>



<p>Todas as aeronaves que desejam alçar voo devem possuir o certificado de aeronavegabilidade emitido pela <a href="https://aerojr.com/blog/normas-anac-drones/">ANAC</a>. Em um primeiro momento, para compreendermos melhor a aplicação dos certificados, separaremos de modo genérico em certificados padrão e certificados especiais.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2020/12/josh-sorenson-ouuigywbXlI-unsplash-1024x683.jpg" alt=""/><figcaption>Drone</figcaption></figure></div>



<p>É fundamental destacar também que esses certificados só podem ser solicitados pelo <strong>proprietário</strong> da aeronave ou por seus representantes legais, mediante submissão à ANAC dos <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-certificado-de-aeronavegabilidade-especial-para-aeronave-leve-esportiva-ou-certificado-de-autorizacao-de-voo-experimental-para-aerodesporto#:~:text=Um%20documento%20emitido%20pelo%20fabricante,o%20qual%20ela%20ser%C3%A1%20exportada">documentos exigidos</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Certificado padrão</h3>



<p>O certificado de aeronavegabilidade (CA) padrão é aquele que se emite para aeronaves em categorias com regulamentações <strong>menos burocráticas</strong>. O processo para esse tipo de CA é mais rápido, justamente por se tratar de uma documentação consolidada e, como o próprio nome diz, padrão.&nbsp;</p>



<p>O certificado padrão é emitido para aeronaves das seguintes categorias:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>normal;</li><li>utilidade;</li><li>acrobática;</li><li>transporte regional;</li><li>transporte e;</li><li>balões livres tripulados.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Certificado especial</h3>



<p>Já os CA <a href="https://aerojr.com/blog/renovacao-do-cave/">especiais</a> compreendem autorizações de voo <strong>mais atípicas</strong> e que demandam um pouco mais de tempo e análise por parte do órgão regulamentador. Eles abarcam as autorizações especiais de voo e os certificados de autorização de voos experimentais. Além disso, incluem também os certificados para <a href="https://aerojr.com/blog/s-lsa-e-e-lsa/">aeronaves leves esportivas</a>, para aeronaves recém-fabricadas e para aeronaves de categorias primárias ou restritas.</p>



<p>Um bom exemplo de aeronaves que precisam de certificados especiais são os <a href="https://aerojr.com/blog/regularizar-drone-caseiro/"><strong>VANTs</strong> </a>caseiros e os projetos inovadores que utilizam esses veículos. Isso acontece, pois esses <strong>drones</strong> são considerados recém-fabricados, ou seja, suas tecnologias aplicadas ainda não são amplamente conhecidas pelos registros normativos da ANAC.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2020/12/aircraft-5522402_1920-1024x678.jpg" alt="Aeronaves Leves Esportivas necessitam de um certificado de aeronavegabilidade especial."/><figcaption>Aeronave Leve Esportiva (LSA)</figcaption></figure></div>



<p>Outro exemplo é o caso das <strong>aeronaves leves esportivas</strong>, em que ainda é emitido o Certificado de Aeronavegabilidade Especial para Aeronave Leve Esportiva (CEALE). Já para aeronaves recém-fabricadas, é emitido um Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE) para a prática de <strong>aerodesporto</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quer saber mais sobre o mercado aeronáutico e o que podemos fazer por você?</h2>



<p>Entender tudo o que as normas dos órgãos vigentes exigem do utilizador do espaço aéreo nos dá muitos insumos de como podemos investir nessa área, seja por hobby ou comercialmente.</p>



<p>Aqui na <a href="https://aerojr.com/solucoes/aeronautica/"><strong>AEROJR.</strong></a> trabalhamos com regulamentação aeronáutica em diversos setores, e ajudamos aqueles que têm projetos inovadores a voar alto com seus sonhos. Também asseguramos que pilotos e proprietários amadores tenham a segurança de poder voar sem se preocupar com a condição legal da sua aeronave, garantindo os trâmites de toda a burocracia necessária.</p>



<p>Se você se encaixa num desses casos, entre em <a href="https://aerojr.com/#contato" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>contato</strong></a> com o nosso time para saber mais sobre o nosso serviço! Caso tenha, também, alguma dúvida sobre o assunto, comenta aqui embaixo. Estamos totalmente<strong> à sua disposição</strong>!</p>



<p><em>Autora: Layla Rocha</em></p>
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		<title>Tudo que você precisa saber para construir seu Heliponto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 11:23:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Heliponto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está pensando em construir um heliponto mas ainda não sabe muito bem como fazer? Em um mundo que busca praticidade e conforto, um heliponto pode trazer inúmeros benefícios para um comércio, um edifício ou até para uma propriedade rural. Portanto, com o objetivo de auxiliar no processo de construção do seu próprio heliponto, juntamos aqui [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Está pensando em construir um heliponto mas ainda não sabe muito bem como fazer? Em um mundo que busca praticidade e conforto, um heliponto pode trazer inúmeros benefícios para um comércio, um edifício ou até para uma propriedade rural. Portanto, com o objetivo de auxiliar no processo de construção do seu próprio heliponto, juntamos aqui tudo o que você precisa saber. A seguir, explicaremos desde o porquê de se investir na construção de um heliponto, até os cuidados a serem tomados após a realização da obra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que investir na construção de um Heliponto?</h2>



<p>Seja para serviços privados, comerciais ou hospitalares, os helicópteros são de extrema importância quando é necessário um <strong>transporte rápido e seguro</strong>. Nesse cenário, uma das maiores vantagens desse tipo de transporte é a sua <strong>área de decolagem e de pouso consideravelmente pequena</strong>. Por isso, enquanto aviões e similares demandam pistas maiores, helicópteros permitem um pouso vertical. Sendo assim, eles aproveitam ao máximo o espaço disponível e possibilitam a construção de pistas nos mais diversos locais.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/47BrLm9BUZqbmXg_BSLO_eRTkB2jOkvLsvnHPLli32D2oc1ISp5uOkpp5T9aLbJfDfsnI58OqvtnVhF8cpGKz5_yQWLiyfpJCa44NSDMxCpFLuSAYv0v6N8V70VOBJ45JOCcTJFO" alt="" width="500"/></figure></div>



<p>Além dessas vantagens já apresentadas, há ainda outros 3 fatores:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Rapidez e Segurança do Meio de Transporte</h3>



<p>Quanto a rapidez notamos que a presença de um heliponto permite o tráfego entre dois locais com menor tempo e de forma, praticamente, direta. Assim, é possível <strong>evitar o trânsito</strong> intenso, que atinge principalmente as grandes metrópoles. Por outro lado, além de ser rápido e eficiente, o transporte por helicóptero também se mostra <strong>privativo</strong>, resguardando seus utilizadores. Fica claro, assim, que a decisão de construir seu heliponto oferece vários benefícios.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Tamanho da frota de Helicópteros no Brasil</h3>



<p>Além disso, segundo a <a href="https://www.gov.br/anac/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANAC</a>, o Brasil possui uma frota de mais de 2 mil helicópteros. Sendo que a cidade de São Paulo possui a maior frota de helicópteros do mundo. Por essa razão, uma alta demanda de helicópteros como essa resulta também em uma demanda por pontos de pouso e decolagem. Dessa forma, estruturar um heliponto pode impactar muito além do que se imagina. É com esse dado também que compreendemos porque as normas para helipontos são tão importantes.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/iGFP9Zi5MW6Yst9u3ZO0BwzAZt88aQ735nBTwVUrVwi7zdeDDIxK5L4KOuWG0pvZEouTvVM0ZelJlmgEtH1-rEnCPN8jkrbj4ICaYegfTqO1FCAjcf8dD3tQ3vXlxMdm_UdySV64" alt="" width="500"/></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">3. Valorização de Imóveis</h3>



<p>Deve-se levar em consideração também outras vantagens que vão além do usuário direto do helicóptero. Como exemplo temos a própria<strong> valorização do imóvel</strong> no qual ele se situa. Em caso de condomínios, a presença de um heliponto se torna um grande diferencial, atraindo possíveis moradores com a intenção de utilizá-lo.</p>



<p>Esse espaço construído para decolagem e pouso de helicópteros, seja um <a href="https://aerojr.com/blog/heliponto-heliporto_diferenca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">heliponto ou heliporto</a>, precisa atender às exigências e normas para ser utilizado legalmente. Portanto, para construir seu heliponto, é preciso que o processo seja realizado por um profissional qualificado, para que a construção ocorra sem dores de cabeça.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por onde devo começar?</h2>



<p>No Brasil, as <a href="https://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/aerodromos/cadastro-de-aerodromos/procedimentos-para-aerodromos-privados/3helipontos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">normas</a> para construção e regulamentação de helipontos são criadas pela <a href="https://aerojr.com/blog/tudo-sobre-a-anac/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)</a>. A Agência é responsável pela análise, aprovação e fiscalização de todo o processo, que começa muito antes de que você possa construir seu heliponto.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/i-VW9id_KNYPoUrvEQUzPYQX22GU4a3JJ0DvFLCRorULaVuNcfhPGw-wlVmxTizRhYUPeoiKWep9nBACBVennpL9fLJZvZtr_pCs2_b1V0nbUGnBL_WTrHDMBBaECcXPxWpPHQf8" alt="" width="500"/></figure></div>



<p>De acordo com a legislação brasileira, todo aeródromo a ser construído necessita de <strong>autorização prévia da ANAC</strong>. Para solicitá-la, é preciso entregar à Agência uma série de documentos. Alguns exemplos são o requerimento de autorização prévia de construção e a cópia da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). A ART deve ser devidamente apresentada junto ao CREA, relatando os responsáveis técnicos pela obra.</p>



<p>O projeto enviado à agência junto à ART deve conter o<strong> estudo de viabilidade</strong> da estrutura, cumprindo todos os <a href="http://aerojr.com/blog/requisitos-de-seguranca-do-heliponto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">requisitos de seguranças exigidos pela ANAC</a>. Esse projeto inclui, também, uma análise dos arredores da área onde se pretende construir seu heliponto. Tudo isso é feito para garantir a máxima segurança durante o tráfego das aeronaves. Após o envio, esse requerimento de autorização prévia será processado e analisado pela Agência, e somente após a sua aprovação será possível iniciar a construção.</p>



<p>Com a aprovação para a construir o heliponto, você deverá também entrar em contato com o Comando da Aeronáutica. Esse, por sua vez, abrirá um processo de requerimento de autorização para o tráfego aéreo na localidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As normas da ANAC</h2>



<p>Existem diversas razões para atender às normas que a Agência Nacional de Aviação Civil impõe para o funcionamento de aeródromos. Similarmente, não é diferente quando o aeródromo é próprio para o uso de helicópteros, como é o caso dos helipontos.</p>



<p>As normas, que podem ser encontradas no site da ANAC, têm o objetivo de garantir a segurança de todos os envolvidos no voo da aeronave. Dessa forma, para todos os procedimentos, são pensadas em regras que possam garantir a integridade do piloto, do helicóptero e do próprio espaço físico. Portanto, seguir essas regras é uma forma de certificar um voo mais seguro e com menos riscos para os envolvidos.</p>



<p>A fim de garantir essa segurança uniformemente em todos os helipontos presentes no país, <strong>as normas para o funcionamento do aeródromo são de cumprimento obrigatório</strong>. Assim, para receber a autorização para construir seu heliponto, você deve se atentar e seguir a risca todas elas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Meu heliponto está pronto. Já posso começar a operar?</h2>



<p>Após construir o heliponto e receber a autorização do Comando da Aeronáutica para o tráfego aéreo, ainda será necessário realizar o <a href="https://aerojr.com/blog/cadastramento-de-aerodromo-o-que-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cadastro do aeródromo</a>. Esse processo é obrigatório pela legislação, e o seu não cumprimento faz com que o aeródromo fique sujeito a <strong>sanções legais</strong>.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/hbbQFjC9LUphTZaOIRtkiFa9P1JyBQ-i0aC3nIFaR05KHQ02afOBaVlk6dQdplhwOxSxr6yXDBfpU_ZsfifY_UkzBO2X4TLIwWb9h8aSJqkNH_6KPGOnw5wqgpQUP8M_I79DNAx8" alt="" width="500"/></figure></div>



<p>Desse modo, dentre os documentos necessários para o cadastro do heliponto, destacam-se: a notificação de Término de Obra (informando a finalização da estrutura previamente requerida) e o Requerimento de Cadastramento. Após o envio da documentação, a ANAC estipula um <strong>prazo de aproximadamente 120 dias</strong> para a análise e o envio de uma resposta oficial.</p>



<p>Caso o aeródromo fique perto de fronteira, um parecer do Comando da Aeronáutica será indispensável e o prazo não mais será, necessariamente, de 120 dias. Finalizado o processo, a ANAC emitirá uma Portaria de Inscrição do aeródromo, com <strong>validade de 10 anos</strong>. E, então, o aeródromo estará pronto para o funcionamento.</p>



<p>A depender do tipo de aeródromo que foi construído, seja um heliponto público ou civil, ou um heliporto, diferentes documentações serão requisitadas durante o cadastramento. No caso dos heliportos, inclusive, até mesmo uma concessão do poder público pode ser necessária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidados após a construção do seu heliponto</h2>



<p>Com a pista em utilização, será necessário que todos os procedimentos estabelecidos no projeto sejam seguidos. Além disso, a pista deverá estar sempre em boas condições. O responsável por essa tarefa será o <strong>Operador de Aeródromo</strong>, que se encarregará de averiguar e acompanhar a situação do aeródromo.</p>



<p><strong>A ANAC fiscaliza com frequência os aeródromos registrados em seu sistema.</strong> Assim, caso seja encontrada alguma inconformidade, como descumprimento da regulamentação ou até funcionamento sem autorização, o heliponto pode ter problemas. Desse modo, o operador responsável precisa manter o aeródromo adequado às normas vigentes, ou podem ocorrer consequências jurídicas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://lh4.googleusercontent.com/laHLPVN2FfKSuGiCUORfioeDzHpLnG5asbuK9-CSKfBZ_wBg1jfEpGpTZsQ4JONS8xeq5iksWze4obHTKkPBpZ3jfiF_yEcpPXGIOP5VKGyG191iVnify6i3Ea4E5euTVjNBH41d" alt="" width="500"/></figure></div>



<p>Vale destacar que, caso seja necessário realizar <strong>modificações na estrutura física do heliponto</strong>, independente de ser por questões de segurança ou não, é necessário notificar e solicitar à ANAC a devida autorização.</p>



<p>Por outro lado, além da manutenção constante e das modificações na estrutura, deve-se prestar atenção também na Portaria de Inscrição do aeródromo. Por possuir uma validade (10 anos), ela deve ser <a href="https://aerojr.com/blog/como-renovar-o-cadastro-do-meu-heliponto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">renovada sempre que se aproximar da expiração</a>, caso você deseje que o heliponto continue operando.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pronto para decolar</h2>



<p>O processo para construir seu heliponto necessita que muitos detalhes sejam analisados e que diversos estudos sejam feitos, envolvendo burocracias que devem ser obrigatoriamente seguidas. Como você pôde ver, diversos documentos são necessários e várias normas devem ser seguidas. Mesmo assim, construir seu heliponto pode ser mais fácil do que parece.</p>



<p>Existem, hoje, <strong>empresas especializadas no ramo aeronáutico</strong> que oferecem <strong>consultoria na construção de helipontos</strong>. Essas empresas podem auxiliar na construção do projeto, na dimensionalização do heliponto e na regulamentação com os órgãos responsáveis. A <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://aerojr.com/" target="_blank">AEROJR.</a></strong> é uma dessas empresas, e, se você pretende construir seu próprio heliponto ou fazer a <a href="https://aerojr.com/aerodromos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">renovação do cadastro</a>, nós podemos ajudá-lo! Quer saber mais sobre o assunto ou sobre como nós podemos lhe ajudar? Entre em <a rel="noreferrer noopener" href="https://aerojr.com/contato/" target="_blank">contato</a> com o nosso time!</p>



<p><em>Autores: Filipe Guimarães e Victoria Santos</em><br></p>
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		<title>Principais Requisitos de Segurança para o seu Aeródromo</title>
		<link>https://aerojr.com/blog/requisito-de-seguranca-para-aerodromo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 21:19:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Regularização de Aeródromos]]></category>
		<category><![CDATA[aeródromo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao falar de Aeródromos, sejam eles Aeroportos ou Helipontos, o principal fator que deve vir à mente é a segurança. Você sabia que existem diversos requisitos operacionais que prezam pela segurança dos Aeródromos? Eles são tão essenciais que, caso não os cumpram, pode gerar multas e até a suspensão das atividades do aeródromo, por meio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao falar de Aeródromos, sejam eles Aeroportos ou Helipontos, o principal fator que deve vir à mente é a <strong>segurança</strong>. Você sabia que existem diversos requisitos operacionais que prezam pela segurança dos Aeródromos? Eles são tão essenciais que, caso não os cumpram, pode gerar multas e até a suspensão das atividades do aeródromo, por meio da fiscalização dos órgãos de controle, como a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e o DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). Hoje, a AEROJR. separou alguns dos principais requisitos de segurança para o seu aeródromo, para que você atente-se às obrigações exigidas por essas autoridades.</p>



<span id="more-2857"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Cadastro de Aeródromos</h2>



<p>Para o funcionamento regular de qualquer aeródromo, é necessário o procedimento de Cadastro, também conhecido como inscrição. Ele é feito junto à <a href="https://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/aerodromos/cadastro-de-aerodromos#:~:text=O%20Cadastro%20de%20Aer%C3%B3dromos%20%C3%A9,para%20atender%20%C3%A0%20avia%C3%A7%C3%A3o%20civil." target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANAC</a> e é uma medida fundamental de segurança. Esse cadastro nos aeródromos particulares denomina-se como <strong>Registro</strong>, enquanto nos públicos é denominado<strong> Homologação</strong>, possuindo algumas diferenças técnicas entre eles.</p>



<p>Esse é um requisito importante para a segurança. Isso se justifica pois, caso o aeródromo não esteja cadastrado, podem ocorrer diversos incidentes hostis no espaço aéreo próximo, principalmente devido a falta de comunicação.</p>



<p>Portanto, imagine que uma aeronave deva fazer um pouso de emergência. Dessa forma, caso exista alguma pista por perto, a ação pode ser feita com muito mais segurança. Contudo, se essa não ter registro, não existirá conhecimento dela. Portanto, a aeronave deverá fazer um pouso arriscado em terreno impróprio.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/j0hplKjtsPqKSKNttnVG6XDHUeAr-E4moTEqc2Tmes_SzD2R5l3BhAmGzJN506hj34BdLx41JQFdPztcKuYzvQXDb5he67dkcVEyzan4SfN1MDabYz-QeclqCDfrADMWfcK2h48" alt="Aeródromo" width="441" height="297"/></figure></div>



<p>É importante ressaltar que o cadastro tem <strong>validade de dez anos</strong>, e, após esse período, deve ser renovado. Sobretudo, é um procedimento fundamental, mas que pode gerar algumas dores de cabeça.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo</h2>



<p>O Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA) é um documento requerido pelo <a href="https://servicos.decea.gov.br/aga/?i=planos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DECEA</a> que determina as superfícies limitadoras de obstáculos para os aeródromos brasileiros, conforme a Portaria 957/GC-5. Assim, sua maior finalidade é demonstrar às autoridades que os obstáculos admissíveis são respeitados nos termos da legislação vigente, dependendo do tipo de operação do aeródromo.</p>



<p>Além disso, o plano estabelece limitações tanto às edificações que possam ser construídas nos arredores do aeródromo, quanto ao próprio aeródromo, caso existam obstáculos que transpõem os limites do PBZPA. Isso pode resultar em até <strong>suspensão das atividades e exclusão do registro</strong>. É indispensável que o Plano seja bem estruturado, a fim de atender aos requisitos com segurança.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/4Nh1LH4YW0BEVs1EPZZpIAoyKl5nGjuL5OzY6E_RtRCQONSVR1thbuHPVujytxuOLGnxdtXpt80_3WD0h6JUgNNr6XGC4bIJ2qZhs-n7gb6s2Cepb1AHrU-OgKDSotMRRDMPSno" alt="Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA) " width="539" height="265"/></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Plano de Zoneamento de Ruído</h2>



<p>O Regulamento Brasileiro da Aviação Civil <a href="https://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/boletim-de-pessoal/2011/38s/rbac-161" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(RBAC) 161</a> determina o desenvolvimento de um Plano de Zoneamento de Ruído (PZR). Ele valida junto às autoridades as especificações técnicas relacionadas ao ruído aeronáutico proveniente dos aeródromos. Por meio de uma representação geográfica da área de impacto, o PZR permite preservar o funcionamento dos aeródromos em harmonia com as comunidades localizadas em seu entorno.</p>



<p>Para aeródromos com movimentos de aeronave inferior a sete mil/ano, aplica-se o Plano Básico de Zoneamento de Ruído (PBZR), constituído por curvas de ruído de 75 e 65 dB. Para aqueles com movimentações maiores, é necessário um Plano Específico de Zoneamento de Ruído. O último é muito mais sofisticado, com curvas de ruído de 85, 80, 75, 70 e 65 dB. Ambos são instrumentos que necessitam de muita atenção para se adequar aos requisitos de segurança das autoridades fiscais.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/vtw8wRXQ82U2RQ7vrt6nwjxVxHAXIpbZ7Qune5QX21s1NN2-Xed-J2KvIPKk2FrYc69WLXQgxyft9cpgPTLlgxTeOeW_aO3tVxb05wcMMVxNH0F7EffoIa0lltIP49mxMWJTIsE" alt="Plano de Zoneamento de Ruído (PZR) para aeródromo" width="556" height="217"/></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional&nbsp;</h2>



<p>Um Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO) permite que você adote uma postura proativa em relação à segurança operacional através da identificação das condições latentes e tome decisões antes que os eventos venham a ocorrer. Esse manual auxilia a ter uma melhor <strong>compreensão dos perigos e riscos</strong> que afetam diretamente a segurança operacional do aeródromo.  </p>



<p>O SGSO está consolidado como um padrão para a aviação em todo o mundo. Além disso, é inclusive utilizado para gestão da segurança em outras áreas além da aeronáutica. De fato, ele é um documento complexo, que engloba diversos processos-chave, como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Reporte de Eventos de Segurança Operacional, que reúne dados e informações acerca da segurança operacional;</li><li>Identificação de Perigos;</li><li>Gerenciamento de Riscos;</li><li>Medição de Desempenho, que se refere às ferramentas definidas para mensurar se os objetivos de segurança estão sendo atingidos;</li><li>Garantia da Segurança Operacional, relacionada ao conjunto de atividades voltadas para a padronização dos serviços.</li></ul>



<p>Conforme o <a href="https://www.anac.gov.br/noticias/2017/anac-publica-alteracoes-no-rbac-153/RBAC153_EMD1_Principais_Mudancas.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RBAC 153</a>, o SGSO é obrigatório para todo aeródromo civil público exceto os aeródromos Classe IA. Essa classe se enquadra naquelas que processaram uma média inferior a 200 mil passageiros/ano nos últimos três anos e que não realizam voos regulares. Certamente é um documento muito complexo, mas que deve ser dado atenção para se adequar aos requisitos de segurança da ANAC.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Manual de Gerenciamento de Segurança Operacional</h2>



<p>O Manual de Gerenciamento de Segurança Operacional (MGSO) é o documento que contém o detalhamento dos processos e procedimentos do Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional. É obrigatório para todos os operadores que necessitam ter o SGSO implantado, e também necessita de aceitação na ANAC.</p>



<p>Desse modo, os elementos-chave que devem estar documentados em um Manual de Gerenciamento da Segurança Operacional (MGSO), são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Escopo do SGSO; </li><li>Conteúdo da política de segurança operacional; </li><li>Objetivos de segurança operacional; </li><li>Requisitos de segurança operacional;</li><li>Procedimentos, programas e metodologias definidas para o SGSO;  </li><li>Responsabilidades relacionadas à segurança operacional.  </li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Auxílio nos trâmites burocráticos </h2>



<p>Esses são apenas os principais requisitos para a segurança dos aeródromos dentre diversos outros. Afinal, nunca podemos arriscar com a vida e a saúde das pessoas. E você, está com todos em dia? Regulamentar essas exigências pode ser um desafio, por isso recomenda-se ter uma empresa especializada em Consultoria Aeronáutica para auxiliar nos trâmites burocráticos desses procedimentos. A <a href="https://aerojr.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AEROJR</a>. é uma excelente escolha para facilitar os processos de aprovação e assegurar que todas as normas sejam atendidas. Entre em contato conosco em <a href="mailto:contato@aerojr.com">contato@aerojr.com</a> ou pelos comentários abaixo para lhe ajudarmos!</p>



<p><em>Autor: Gabriel Holanda</em></p>
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