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	<title>Arquivos Oficinas - AEROJR. Consultoria e Capacitação</title>
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	<title>Arquivos Oficinas - AEROJR. Consultoria e Capacitação</title>
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		<title>FAQ Foguetes: 10 Curiosidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 20:51:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Astronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Gravidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você já se perguntou como toneladas de metal de um foguete conseguem não apenas só voar, mas vencer a gravidade e sair do nosso planeta, esse texto é para você!&#160; Apesar de muitas vezes os foguetes serem vistos como obras-primas da engenharia, se engana quem pensa que o surgimento deles é recente ou que [&#8230;]</p>
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<p>Se você já se perguntou como toneladas de metal de um foguete conseguem não apenas só voar, mas vencer a gravidade e sair do nosso planeta, esse texto é para você!&nbsp;</p>



<p>Apesar de muitas vezes os foguetes serem vistos como obras-primas da engenharia, se engana quem pensa que o surgimento deles é recente ou que dependeu de tecnologias absurdamente complexas. Neste texto apresentamos 10 curiosidades sobre foguetes para que você possa conhecer um pouco mais sobre a origem e o funcionamento deles.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1 &#8211; Origem dos foguetes</h2>



<p>Há relatos que indicam que os foguetes tiveram sua origem na China &#8211; onde também ocorreu a invenção da pólvora, séculos antes &#8211; por volta do ano 1232. Na época, os chineses usavam pequenos foguetes feitos de bambu e pólvora, por exemplo, como <a href="https://aerojr.com/blog/o-ano-novo-e-a-origem-dos-foguetes/">fogos de artifício para comemorações</a> &#8211; muitas vezes em eventos religiosos, com o objetivo de espantar espíritos malignos. Assim, o aspecto colorido dos fogos de artifício, comum em comemorações de Ano Novo, é decorrente de um fenômeno químico denominado “luminescência”.<br></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://trello-attachments.s3.amazonaws.com/5e977c6ed6abf358d53f4064/1200x800/969bc70b2496caa961b787b1013f4b42/mike-enerio-se4RWwpqAMk-unsplash.jpg" alt="Origem dos foguetes -  Fogos de Artifícios" width="475" height="316"/></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">2 &#8211; O início do uso de foguetes de forma Bélica</h2>



<p>O início do uso de foguetes enquanto instrumentos bélicos deu-se em guerras por volta do século XIX, mas foi somente a partir da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) que passou a ocorrer em uma escala maior. Um exemplo disso é o <a href="https://www.aeroflap.com.br/vergeltungswaffe-v2-o-foguete-da-vinganca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foguete V2</a>, um míssil alemão criado para denotar superioridade nos quesitos militar, econômico e político da Alemanha no contexto da Segunda Guerra Mundial e que, com a derrota do país, passou a ser utilizado para explorações espaciais durante a Guerra Fria.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://trello-attachments.s3.amazonaws.com/5e977c6ed6abf358d53f4064/1200x1677/ec85ae11bffc5af0f100a8b4612be393/V2.jpg" alt="foguete V2" width="402" height="561"/><figcaption>Foguete V2</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">3 &#8211; Equação do Foguete de&nbsp; Tsiolkovski</h2>



<p>No final do século XIX, um cientista russo chamado Konstantin E. Tsiolkovski derivou a equação que descreve o movimento dos foguetes, conhecida atualmente como Equação do Fog<a href="http://teoriadafisica.blogspot.com/2011/05/equacao-de-foguete-de-tsiolkovsky.html">u</a>ete de Tsiolkovsky. Esse nome foi atribuído a ela justamente porque Konstantin foi o primeiro a compreender que os foguetes poderiam ser utilizados na exploração espacial. Embora tenha tentado, Konstantin infelizmente não chegou a construir nenhum foguete, mas seu trabalho foi fundamental para a construção do primeiro foguete movido a combustível líquido pelo engenheiro americano Robert H. Goddard alguns anos depois.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img decoding="async" src="https://trello-attachments.s3.amazonaws.com/5e977c6ed6abf358d53f4064/638x479/8829c4dd33dfc49dd6ab96508eda527b/Equa%C3%A7%C3%A3p.jpg" alt="" width="508" height="381"/></figure></div>



<p><br></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://aerojr.com/wp-content/uploads/2021/12/Robert-Goddard-Liquid-fueled-rocket-03-16-1926-786x1024.jpg" alt="" class="wp-image-6402" width="298" height="387" srcset="https://aerojr.com/wp-content/uploads/2021/12/Robert-Goddard-Liquid-fueled-rocket-03-16-1926-786x1024.jpg 786w, https://aerojr.com/wp-content/uploads/2021/12/Robert-Goddard-Liquid-fueled-rocket-03-16-1926-600x782.jpg 600w, https://aerojr.com/wp-content/uploads/2021/12/Robert-Goddard-Liquid-fueled-rocket-03-16-1926-230x300.jpg 230w, https://aerojr.com/wp-content/uploads/2021/12/Robert-Goddard-Liquid-fueled-rocket-03-16-1926-768x1001.jpg 768w, https://aerojr.com/wp-content/uploads/2021/12/Robert-Goddard-Liquid-fueled-rocket-03-16-1926-1179x1536.jpg 1179w, https://aerojr.com/wp-content/uploads/2021/12/Robert-Goddard-Liquid-fueled-rocket-03-16-1926.jpg 1572w" sizes="(max-width: 298px) 100vw, 298px" /><figcaption>Dr. Robert H. Goddard e um foguete líquido de oxigênio-gasolina na estrutura da qual foi disparado em 16 de março de 1926, em Auburn, Massachusetts.</figcaption></figure></div>



<p>.</p>



<p>.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">4 &#8211; A terceira Lei de Newton aplicada em Foguetes</h2>



<p>O princípio que explica o funcionamento dos foguetes é a terceira Lei de Newton. O enunciado simplificado dela é o seguinte: “A toda ação corresponde uma reação, de mesma intensidade e direção, mas com sentido oposto”. O movimento de propulsão, que é basicamente o que impulsiona um foguete “para cima”, é justamente uma reação à força exercida “para baixo” decorrente da liberação dos gases. Um maior detalhamento disso é o seguinte: a partir da queima do combustível &#8211; que pode ser sólido, líquido ou em mais de um estado físico -, são liberados jatos de gases com força suficiente para que, por meio de uma força de reação de sentido contrário, o foguete alce voo. Para entender como funciona a propulsão de um foguete, podemos imaginar um balão cheio de ar quando é solto: ele vai em direção contrária à saída do ar.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://trello-attachments.s3.amazonaws.com/5e977c6ed6abf358d53f4064/775x597/a287503beafd963cf75fc60ae98ef188/Propuls%C3%A3o.png" alt="Propulsão foguete" width="612" height="473"/></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">5 &#8211; Estágios de um Foguete</h2>



<p>Os estágios de um foguete correspondem às etapas do lançamento. Isso deve-se ao fato de que, durante o lançamento, partes da estrutura do foguete são liberadas com as finalidades de aumentar o impulso a partir do momento de propulsão e também de diminuir a massa total da estrutura.&nbsp; Assim, o impulso total necessário para manter ou aumentar a aceleração é reduzido.<br></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://trello-attachments.s3.amazonaws.com/5e977c6ed6abf358d53f4064/1200x780/90a5a8cd731547030a119e3d79c6404d/Est%C3%A1gios_Satuno_V.jpg" alt="Foguete saturno V e saturno I" width="654" height="425"/></figure></div>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">6 &#8211; O que ganhamos com o lançamento de Foguetes</h2>



<p>Mas afinal, por que lançar um <strong>foguete</strong>? Todos os <strong>foguetes </strong>têm uma missão: levar sua carga útil para o espaço, podendo ser <a href="https://aerojr.com/blog/o-que-sao-sondas-espaciais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sondas espaciais</a>, satélites, astronautas, entre outros. Entretanto, por qual motivo empresas e países gastam milhões e bilhões de reais para realizar tal feito? A resposta é simples: conhecimento e desenvolvimento da ciência e de novas tecnologias. Desde a primeira missão espacial realizada com <strong>foguetes</strong>, temos adquirido cada vez mais informações sobre nosso planeta e o universo como todo. Além disso, as tecnologias de ponta desenvolvidas no setor espacial frequentemente podem ser utilizadas, inclusive, em outras áreas do conhecimento, como na medicina.<br></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://trello-attachments.s3.amazonaws.com/5e977c6ed6abf358d53f4064/1200x799/dc6c15ee348de85994f2d3fa172520f6/nasa-yZygONrUBe8-unsplash.jpg" alt="Satélite e Planeta Terra" width="507" height="336"/></figure></div>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">7 &#8211; Carga Útil de um Foguete&nbsp;</h2>



<p>A carga útil de um foguete é aquilo que se deseja levar ao espaço. Para exemplificar, imagine que você desenvolveu uma missão espacial que tem por objetivo enviar um satélite de monitoramento de queimadas. Nesse caso, o satélite é a carga útil que o foguete levará ao espaço para realizar a missão de monitorar queimadas.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading">8 &#8211; A propulsão de Foguete</h2>



<p>A parte da propulsão de um foguete é a responsável por impulsionar toda a estrutura de um foguete durante sua O movimento de propulsão é o responsável por impulsionar toda a estrutura de um foguete durante a decolagem e o voo. Assim, é ele que permite que o veículo e também a carga útil<strong> </strong>cheguem ao espaço. Além disso, uma observação interessante é que a parte do foguete responsável por tal movimento corresponde a mais de 85% do peso de seu peso &#8211; isso pode variar.<br></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://trello-attachments.s3.amazonaws.com/5e977c6ed6abf358d53f4064/340x286/4c4b12a8b755e66b59e2588c05293a07/Propulente.jpg" alt="Propulsão do foguete" width="411" height="345"/></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">9 &#8211; Partes de um Foguete</h2>



<p>Um foguete é um conjunto de partes ou sistemas, sendo que cada um possui uma finalidade específica. Assim, os sistemas de um foguete são os seguintes:</p>



<p><strong>Sistema Estrutural </strong>&#8211; Como o próprio nome diz, é o sistema responsável por toda sua parte estrutural. Podemos pensar nesse sistema como sendo o “esqueleto” do foguete.</p>



<p><strong>Sistema Ogiva </strong>&#8211; É visto como o &#8220;bico&#8221; de um foguete. É nele que a carga útil é armazenada para a missão. Assim, seu objetivo é proteger a carga útil e garantir que ela chegue ao espaço sem nenhum dano.</p>



<p><strong>Sistema de Fuselagem</strong> &#8211; É o &#8220;corpo&#8221; do foguete. Ela chega a ser bem similar à fuselagem de um avião, e seu objetivo é proteger a parte interna do foguete. Por isso, é projetada para aguentar a alta variação de temperatura no espaço.&nbsp;</p>



<p><strong>Sistema de Orientação </strong>&#8211; Esse sistema é composto por uma série de sensores, computadores de bordo, radares e equipamentos de comunicação, sendo responsável por garantir a comunicação com a Terra, assim como a segurança do voo até a saída da atmosfera.</p>



<p><strong>Sistema de Propulsão</strong> &#8211; Esse sistema é responsável por impulsionar a estrutura durante a decolagem e o voo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/46/Rocket_propelled_missile_patent_drawing_01.png/470px-Rocket_propelled_missile_patent_drawing_01.png" alt="Partes de um foguete Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Rocket_propelled_missile_patent_drawing_01.png" width="389" height="496"/><figcaption>Partes de um foguete</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">10 &#8211; Futuro dos Foguetes no Brasil</h2>



<p>O Brasil tem se destacado cada vez mais no setor aeroespacial, sendo que o lançamento do satélite Amazônia 1 &#8211; o primeiro satélite de observação da Terra completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil &#8211; é um exemplo notável disso.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/5/5a/Amaz%C3%B4nia-1_e_1B.jpg" alt="Amazônia-1B – Wikipédia, a enciclopédia livre"/></figure></div>



<p>Apesar do Brasil estar se desenvolvendo significativamente no que diz respeito a satélites, quando se trata de <strong>foguetes</strong> o país deixa um pouco a desejar. Um modo de fomentar o desenvolvimento desse setor no país é incentivar os jovens estudantes a entenderem a importância do <a href="https://aerojr.com/blog/astronomia-e-astronautica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo de astronomia e de astronáutica</a>, de modo que a mão de obra qualificada nessas áreas se torne cada vez mais expressiva. Um dos estímulos governamentais para isso é a realização anual da <a href="https://aerojr.com/blog/a-importancia-da-oba/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OBA – Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica</a>. A partir dela, vários jovens podem conhecer mais sobre essas áreas e se encantar por elas.</p>



<p>Gostou dessas informações? <a href="http://aerojr.com/blog" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Neste blog</a> e nas nossas <a href="https://www.instagram.com/gravidadeaerojr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">redes sociais</a> trazemos assuntos como esse sobre foguetes, mas também sobre satélites e missões espaciais, por exemplo. Então, não perca tempo e nos acompanhe em todas as redes para aprender cada vez mais!</p>



<p><em>Autoras: Gabrielle Gomes e Alice Duarte</em></p>
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		<title>Case Gravidade: do Presencial ao Virtual</title>
		<link>https://aerojr.com/blog/case-gravidade/</link>
					<comments>https://aerojr.com/blog/case-gravidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 20:44:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Astronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidade: O Curso]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Gravidade]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já deve conhecer a AEROJR. como uma empresa de prestação de serviços nas áreas de aeronáutica e acústica. Mas e sobre o nosso projeto de incentivo à ciência e tecnologia a crianças e adolescentes, já ouviu a respeito? Hoje vamos falar sobre o projeto gravidade e ao final deste texto você entenderá a importância [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://aerojr.com/blog/case-gravidade/">Case Gravidade: do Presencial ao Virtual</a> apareceu primeiro em <a href="https://aerojr.com">AEROJR. Consultoria e Capacitação</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já deve conhecer a AEROJR. como uma empresa de prestação de serviços nas áreas de <a href="https://aerojr.com/blog/cadastramento-de-aerodromo-o-que-fazer/">aeronáutica</a> e <a href="https://aerojr.com/blog/como-solucionar-problemas-sonoros-com-vizinhos/">acústica</a>. Mas e sobre o nosso projeto de incentivo à ciência e tecnologia a crianças e adolescentes, já ouviu a respeito? Hoje vamos falar sobre o projeto gravidade e ao final deste texto você entenderá a importância de incentivar seus alunos a explorar o infinito!</p>



<span id="more-2854"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Como surgiu o Gravidade?</h2>



<p>O Projeto Gravidade surgiu da necessidade de repassar o conhecimento das áreas de astronomia e astronáutica durante e que era pouco trabalhada nos colégios. Percebemos também que era necessário esse amparo aos colégios, para que os alunos tivessem a oportunidade do contato com futuros profissionais da área aeroespacial e acesso a materiais de estudo de qualidade. </p>



<p>Entendendo esse contexto e percebendo o valor do ensino da astronomia e da astronáutica nas escolas,<strong> criamos o Gravidade, um curso de astronomia e astronáutica completo, didático e totalmente personalizado</strong>. Por sermos uma empresa sem fins lucrativos, além do conteúdo e da didática serem muito bem estruturados, o valor do curso está abaixo dos valores de serviços oferecidos pelo mercado.</p>



<p>Abordamos um assunto que desperta muito interesse, pode melhorar os resultados dos seus alunos em até 100% na <a href="https://aerojr.com/blog/a-importancia-da-oba/">OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica)</a> e fornece repertório para se preparar para as questões de física e história e para a redação do ENEM.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da astronomia e astronáutica nas escolas</h2>



<p>A importância do fomento da ciência ainda na fase do ciclo básico educacional já foi percebido pelos educadores a um tempo e hoje vemos cada vez mais colégios se preocupando em oferecer atividades extracurriculares que incentive os alunos a se interessarem por assuntos da área. Porém, se tratando do incentivo ao conhecimento nas áreas da astronomia e da astronáutica, há grande dificuldade por parte dos professores e da gestão das escolas em encontrar material didático e capacitação especializada na área, o que dificulta a viabilidade do trabalho na instituição sem auxílio externo.</p>



<p>Além da importância de fomentar a ciência pelo seu valor na sociedade, o<strong> bom preparo dos alunos para prestar olimpíadas</strong> de conhecimento têm sido cada vez mais priorizado. Atualmente, diversas Universidades no país têm utilizado como carta de ingresso as medalhas adquiridas em olimpíadas e isso têm feito com que cada vez mais escolas se tornem assíduas nas participações dessas. O Gravidade auxilia nesse preparo de maneira direta para a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica e de maneira indireta para as de física e matemática.</p>



<p>A <a href="https://aerojr.com/blog/a-importancia-da-oba/">OBA</a> foi criada principalmente para despertar <a href="https://aerojr.com/blog/pesquisa-espacial-brasileira/">futuros profissionais</a> na área, visto que o <a href="https://aerojr.com/blog/historia-da-aeb/">Brasil</a> vem crescendo no ramo da <a href="https://aerojr.com/blog/pesquisa-espacial-brasileira/">tecnologia espacial</a> e que estamos tendo dificuldades em encontrar mão de obra capacitada em território nacional. Mas atualmente têm também auxiliado vestibulandos de diversas áreas do conhecimento a realizar o sonho de ingressar numa universidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é a dinâmica das aulas?&nbsp;</h2>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/TVLYSmmVnXbTcAmgc0VCMO0oElVV4Q0IKNKMrBpIv5tGTiIWAfyVC98Ez7_FaxRWL-crnvXfORrR-b9jWhiPVr9H_WmUcS2aidodM1vqVHviCWJE-snEav4F9Xr6zMyXePdMxASBzhF4X9o0Lw" alt="Foguetes Gravidade" width="459" height="281"/></figure>



<p>As aulas são ministradas por dois membros da AEROJR., um com conhecimentos específicos para a área da astronomia e outro com conhecimentos específicos para a área da astronáutica. Os aplicadores são sempre <strong>graduandos do curso de Engenharia Aeroespacial da UFMG</strong> e são previamente avaliados e capacitados para que estejam preparados para dar a aula.</p>



<p>Para que as aulas não sejam apenas expositivas, durante a aula o aplicador sempre levará dinâmicas que permitam a interação do aluno e avaliarão se ele aparenta ou não estar prestando atenção no conteúdo que está sendo passado. Isso permite que a aula ocorra de forma fluida e que o aluno realmente absorva o conhecimento que está sendo passado. Ao final da aula também reservamos um tempo para responder algumas questões pertinentes aos assuntos abordados, a maioria delas retiradas da <a href="https://aerojr.com/blog/a-importancia-da-oba/">OBA</a>. </p>



<p>Além das aulas, também disponibilizamos uma apostila nossa para os alunos do curso, que foi totalmente elaborada por alunos e professores do curso de engenharia aeroespacial da UFMG. Ao final do curso também sorteamos um livro na turma, para que um dos alunos seja contemplado com conteúdo extra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais temáticas são abordadas?&nbsp;</h2>



<p>Buscando trazer um curso mais completo possível, os temas do Gravidade foram planejados com base na linha do tempo do homem em relação ao descobrimento e à exploração da <a href="https://aerojr.com/blog/astronomia-e-astronautica/">astronomia e da astronáutica</a>. Sempre iniciamos com uma introdução histórica, contextualizando as primeiras descobertas do homem e as primeiras utilidades que ele deu a essas descobertas. Isso nos permite ligar nossos conhecimentos astronômicos ao nosso dia a dia e trabalhar outra área do conhecimento: a história. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/2qt6IypwPVDGUOUvmfZpKxnP5K9Rmz1gm1f4Fbd0FGgNmS-A3OANp1Z3GuubOPQ1-RXAKHOQSa29sF2gG9FeSRx3QsPBXIwAx7pX0C3Ayqfq5FLlxHvS3v19T_MsSsDFKixL-cKFWa8t0WBQ4A" alt="Apostila Gravidade" width="829" height="1173"/></figure></div>



<p>Ao longo da apostila de astronáutica, são inseridos conceitos físicos e químicos envolvidos na construção, no lançamento e na execução da <a href="https://aerojr.com/blog/pesquisa-espacial-brasileira/">missão de foguetes e satélites</a>. O que também permitirá que o aluno veja formas de aplicação de conceitos vistos em sala de aula. </p>



<p>Ao final da apostila, tanto na parte de astronomia quanto na parte de astronáutica, falamos sobre quais são as expectativas futuras para a exploração do espaço e para o descobrimento de novas estrelas e planetas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Oficina de foguetes</h2>



<p>Pensando na importância do estímulo à participação ativa dos alunos durante o curso, oferecemos uma maneira de concluí-lo colocando a mão na massa. Por isso uma oficina de foguetes, que é feita sob supervisão e instruções dos aplicadores, faz muito sucesso com os alunos e colégios. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2020/06/rse-2-16-1024x681.jpg" alt="Oficina de foguetes"/></figure></div>



<p>A oficina funciona da seguinte forma: Nos 15 minutos iniciais ocorre uma aula introdutória explicando como confeccionar um <a href="https://aerojr.com/blog/foguete-de-agua-tutorial/">foguete de garrafa pet</a> e os fundamentos físicos envolvidos em seu lançamento. Depois separamos os alunos em pequenos grupos. Cada grupo terá um instrutor que auxiliará na construção do foguete, mas a montagem é feita sempre pelos alunos. Depois de prontos, os foguetes são lançados com a nossa base e vemos, de acordo com a altura máxima atingida e com a trajetória, quais foram os melhores foguetes da turma.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/OIin7cGWsOhhbaJH9FhODb0il6Bquvjd2iWxVbgHwRSSY4dyva6A1Fs7A5h1QvhZDABBEC04eA5Xr9nRYgUbMqaMcvReiuI6C7zbHwya48X0b9RA8flNtZhzDOaWNjiJaZJkSCDeXq0Suyae1g" alt="Oficina de foguetes AEROJR." width="460" height="252"/></figure></div>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh4.googleusercontent.com/oTLmfpQFsduUWAUIXc-LLRNxrlfH9Aiy1hdDRb5NyDP6ACmN2k9ssXp2Ti-LUa5IY6OnyLqpitjxBoop0d2s11a11iZ-6hG2UJ44HeLDbHeO5VaTAQ4kOpli51G9uEiQWOY_Cu846TUAGIYO8w" alt="Oficina de foguetes do Gravidade" width="450" height="299"/></figure>



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<h2 class="wp-block-heading">O que os alunos acham?</h2>



<p>Buscamos sempre entender sobre a qualidade do nosso serviço e sobre como podemos solucionar a dor do nosso cliente. Para nos aproximamos dos alunos e fazemos com que eles se sintam confortáveis para nos dizer o que estão achando do curso. O que nos gratifica é ver que em todas as nossas aplicações, tanto em conversas entre as aulas quanto na avaliação final, os comentários são sempre positivos e as repostas para “De 0 a 10, quanto você recomendaria o Gravidade a um amigo? ” são sempre 10. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Gostei muito, não sabia que haviam estrelas maiores que o Sol.”<br>“Amei o curso e a interação dos professores.”<br>“Foi a experiência mais fantástica que já tive em toda a minha vida. ”</p></blockquote>



<p>Esses são alguns dos diversos comentários que coletamos durante o final do projeto. Adoraríamos fazer com que os alunos do seu colégio também pudesse avaliar nosso projeto e ter essa experiência fantástica!</p>



<p>Além da transparência de mostrar a você como o projeto Gravidade funciona, trouxe também algumas experiências de aplicações nossas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Case 1: Aplicação no Colégio Loyola para o Ensino Médio</h2>



<p>A primeira será a nossa primeira aplicação do curso. Ela ocorreu numa turma para alunos dos primeiros e segundos anos do <a href="https://aerojr.com/blog/astronomia-e-astronautica/">ensino médio</a> do colégio. Foram contratadas 3 aplicações de 2 horas cada. Os aplicadores foram muito bem recebidos na turma e vários alunos além de se encantarem pelo curso, se encantaram também pela Engenharia Aeroespacial. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/qZCrKAov8rSVf3AS0R6M6phfJRm-1_coYQBKt96xKupsqwQGG8_ljhYO87TS9OOXVnuepPt7X-JDBp2FDUIvow7p99pV7JzNPZQu5muwrGNLNd2DC-QpPDqI4lkJGbj5oY0Uyy1xm0V_1Yuc8A" alt="Projeto Gravidade no Colégio Loyola" width="478" height="298"/></figure></div>



<p>Já nessa primeira turma, após o curso tivemos<strong> três medalhistas da OBA </strong>no mesmo ano, o que mostra a assertividade do nosso planejamento de material didático e das aulas mesmo na primeira experiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Case 2: Aplicação no Colégio Sabiracema para o Ensino Fundamental II</h2>



<p>Nossa segunda aplicação que será contada aqui, foi numa turma com alunos do <a href="https://aerojr.com/blog/astronomia-e-astronautica/">6º ao 9º ano do ensino fundamental</a>. Essa experiência nos permitiu entender como adaptaríamos o curso para alunos de um faixa etária menor. Adaptando nossa didática àqueles que ainda não viram tantos conceitos específicos das áreas da ciência quanto os alunos do ensino médio.</p>



<p>Mesmo com um novo desafio em mãos, conseguimos trabalhar de forma a não perder a qualidade do serviço. Além disso, obtivemos excelentes avaliações tanto da gestão do colégio quanto dos alunos do curso. Inclusive já caminhamos para uma segunda aplicação ainda no fim da execução da primeira.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/QVFOGaPN1WOHcBvOeKC8Gw67nu_NseXC9P-gMW3BiOeo0tr_RSQDChU3oa5I_Iwfmqqt0_4oqY3K95QKeTp2zI8x2gi6MgtD7gECoCpDHYaXPvjpzgUxQn91-h0k_xjdTfeALtFgvIHwKpGfYw" alt="Projeto Gravidade no colégio Sabiracema" width="511" height="383"/></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados gerais do presencial</h2>



<p>Ao final de cada projeto a AEROJR. faz um levantamento com os alunos participantes e também com a gestão do colégio para que eles possam nos avaliar. Dessa forma, podemos analisar se as expectativas criadas no início na contratação foram atingidas. </p>



<p>Essas avaliações também são muito parecidas em todas as aplicações e temos uma <strong>média de 100% em avaliação de didática do curso e qualidade das aulas</strong>, avaliado pelas escolas parceiras e pelos alunos do curso. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Webinar Gravidade</h2>



<p>Em um momento estávamos realizando serviços à comunidade escolar da Grande BH, e logo nos deparamos em meio a uma pandemia que paralisaria nossos trabalhos. No entanto, entendíamos que um trabalho de tamanha <strong>importância e valor para o progresso da educação não poderia parar </strong>em decorrência da barreira física. Por isso, visando dar continuidade a esse trabalho de maneira remota, iniciamos no dia 6 de maio de 2020 nossa primeira aplicação do curso Gravidade que seria completamente à distância. </p>



<p>Nosso primeiro “<a href="https://www.instagram.com/p/CA9FiTcjf9Z/">Webinar Gravidade</a>” contou com mais de 200 inscrições e as avaliações dos participantes ao final do curso foram tão boas quanto nossos feedbacks do curso presencial. Ao todo foram 8 aplicações, sendo que 4 delas tinham temas relacionados à astronomia e 4 com temas relacionados à astronáutica. </p>



<p>Para melhorar a dinâmica das aulas e não perder a qualidade do serviço, aproveitamos os recursos que o próprio Google Meets e outras plataformas online nos dispõem, afim de estimular a interação dos alunos. Exemplos disso foram a realização de quizzes ao final das aulas, a abertura do chat no Google Meets para perguntas e a realização de perguntas durante a aula que também foram respondidas pelos alunos no chat. Isso nos possibilitou engajar os participantes e não deixá-los dispersos durante a aula.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/8jU-9gKUF4Kjrg-pAXBZnRN0uahq3X4MEYtYT9kVRU3xx1ueJF5hNa4lTTEz94MFNJPZwQbfDyikxYnk90UZtuAEI-L2c4cl3Ribjy4PYO3ljHbj-BbJK2RFK2wOKFFM9H6HjjA0ONQuYmdvXg" alt="webinar gravidade missão espacial" width="568" height="318"/></figure></div>



<p>Adaptamos também a forma como disponibilizaríamos o material de estudos (exclusivo para alunos do Gravidade). Para isso, elaboramos um “<strong>Kit do Participante</strong>”, que foi enviado para o e-mail de cada aluno ao final da aula.</p>



<p><strong> O Kit do Participante contém:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mini apostila com a explicação completa e detalhada do tema abordado na aula;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Imagens ilustrativas para que durante os estudos fosse possível também compreender visualmente o conteúdo;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Várias indicações de filmes, série, livros, aplicativos ou qualquer conteúdo que fosse pertinente ao tema e pudesse permitir que o aluno se aprofundasse e explorasse mais o tema da aula. </li></ul>



<p>Gostou de conhecer nossos cases e entender sobre o projeto e gostaria de dar essa oportunidade aos alunos do seu colégio? Agende uma reunião conosco e vamos juntos descobrir o infinito! </p>



<p><em>Autora: Layla Rocha</em></p>
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		<title>Como fazer um foguete de água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEROJR.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Oct 2018 22:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Gravidade]]></category>
		<category><![CDATA[brinquedo]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[foguete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem nunca ouviu aquela história animada de um amigo que escolheu carreira por conta de um brinquedo que ganhou quando era criança?! Ou quem sabe você mesmo é fruto de um dos brinquedos que gostava muito na infância? Uma coisa é certa: os brinquedos nos ajudam a descobrir muitas coisas sobre nós mesmos. Eles são [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca ouviu aquela história animada de um amigo que escolheu carreira por conta de um brinquedo que ganhou quando era criança?! Ou quem sabe você mesmo é fruto de um dos brinquedos que gostava muito na infância? Uma coisa é certa: os brinquedos nos ajudam a descobrir muitas coisas sobre nós mesmos. Eles são grandes aliados no processo de aprendizagem infantil e é através deles que a criança aprende e desenvolve elementos fundamentais na formação de sua personalidade.</p>


<p>

Além disso, eles proporcionam diversas situações interessantes para estimular a imaginação dos pequenos, auxilia na organização de suas emoções, ajuda na compreensão de informações, constrói autonomia de ação, dentre outros inúmeros benefícios. Por conta de todas essas vantagens, fica mais que claro a importância de incentivar a criatividade, raciocínio lógico e outras habilidades nas crianças através de brinquedos e brincadeiras certas, capazes de ajudar nesse desenvolvimento desde muito cedo.

</p>



<p> E para que esse Dia das Crianças seja repleto de brincadeiras, nós da AEROJR. decidimos mostrar de uma maneira muito simples como fazer um<a href="https://aerojr.com/blog/o-ano-novo-e-a-origem-dos-foguetes/"> foguete</a> de água para que você possa se divertir e muito com a criançada em casa nesse feriado prolongado. </p>



<p>Então vamos ao que interessa?</p>



<span id="more-281"></span>



<h3 class="wp-block-heading"> <strong>Materiais:</strong> </h3>



<ul class="wp-block-list"><li>  Uma garrafa plástica de 2L;</li><li> Uma rolha;</li><li> Uma bomba para encher pneu de bicicleta ou bola;</li><li> Água. </li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"> <strong>Procedimentos:</strong> </h3>



<p><strong>Passo 1: </strong>Fure a rolha com a agulha da bomba utilizada.</p>



<p><strong>Passo 2: </strong>Encha a garrafa com pouco mais de um terço de água.</p>



<p><strong>OBS: </strong>Não coloque muita água, isso fará com que sua garrafa fique pesada e a pressão do ar dentro pode não ser o suficiente para fazer o foguete “voar”.</p>



<p><strong>Passo 3:</strong> Tampe a garrafa plástica com a rolha.</p>



<p><strong>Passo 4: </strong>Vire a garrafa de ponta-cabeça.</p>



<p><strong>BASE: </strong>a base utilizada aqui será bem simples.</p>



<p>1- Encontre um local de apoio para o foguete, de maneira que ele não toque o chão.</p>



<p>2- Para que o foguete não saia reto, incline-o um pouco e o apoie com uma pedra.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://aerojr.com/imagens_upload/2018/10/imagem-garrada-1024x576.jpg" alt="foguete de água"/></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"> Lançamento do Foguete de Água</h3>



<p>Agora com o foguete na base, basta somente enchê-lo de ar, comprimindo a bomba. E o foguete saltará por si só e pode voar a até 10 metros de altura!</p>



<p>É interessante ressaltar que existem várias maneiras de se fazer um foguete d’água, desde aqueles com mais de um estágio a outros com bases mais complexas. Esta que ensinamos neste post é uma das mais simples, e caso você queira ver o resultado de um foguete d’água funcionando, <a href="https://aerojr.com/blog/oficina_de_foguetes/">basta clicar aqui e acessar as fotos da ação promovida pela AEROJR</a>. usando um foguete muito parecido com o que ensinamos hoje. E não se esqueça de comentar aqui caso você tenha tentado reproduzir este foguete no feriado!</p>
<p>O post <a href="https://aerojr.com/blog/foguete-de-agua-tutorial/">Como fazer um foguete de água</a> apareceu primeiro em <a href="https://aerojr.com">AEROJR. Consultoria e Capacitação</a>.</p>
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