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Empresas juniores (EJ’s) são associações civis sem fins lucrativos. São totalmente gerenciadas por estudantes de graduação e focadas em desenvolvê-los. Elas estão organizadas em três níveis de instâncias: núcleos (regional), federações (estadual) e confederações (nacional). Por exemplo, no caso da AEROJR., uma pequena parte desse movimento gigantesco, estamos filiados ao Núcleo Central (núcleo de empresas júniores de Belo Horizonte e região metropolitana), federados à FEJEMG (Federação das Empresas Júniores do Estado de Minas Gerais) e confederados à Brasil Júnior (Confederação de Empresas Juniores do Brasil ). Somos a Empresa Júnior do curso de Engenharia Aeroespacial da UFMG!

Em 2021, já existem mais de 900 EJ’s no Brasil. Portanto, são mais de 22.000 graduandos se desenvolvendo nos pilares de cultura empreendedora, gestão e projetos (em suas respectivas áreas de atuação), e esses números crescem a cada dia! O estudante que participa de uma empresa júnior consegue praticar o que aprende em sala de aula ao mesmo tempo em que passa por uma vivência empresarial que desenvolve muitas de suas hard skills e soft skills.

Os projetos desenvolvidos pelos empresários juniores oferecem soluções de qualidade a preços abaixo do mercado. A busca principal é que o movimento cause um impacto cada vez maior na sociedade. Como são organizações sem fins lucrativos, as EJ’s cobram um valor quase equivalente ao preço de custo de cada projeto. O lucro obtido é então redirecionado para a capacitação dos próprios membros da empresa, buscando sempre aprimorar as habilidades técnicas desses estudantes.
A maioria das empresas juniores conta com o apoio de professores mentores, que são geralmente especialistas em nichos de mercado nos quais a empresa atua. Assim, existe uma orientação feita por um profissional já formado e consolidado. Com isso, existe suporte aos estudantes, para que executem seus serviços com qualidade comparável a uma empresa sênior. Dessa maneira, a vivência empresarial é mantida a mais próxima possível do mercado de trabalho real.
Além disso, as EJ’s têm acesso a laboratórios da universidade, trabalhando com equipamentos de confiança e sempre sob supervisão. Ou seja, são empresas com qualidade excepcional e com equipamentos de ponta. Dessa forma, segue-se o que tem de mais atual no mercado, contando, inclusive, com pesquisas acadêmicas no aprimoramento tecnológico.
O que guia o MEJ no Brasil é a busca por um Brasil mais empreendedor. Ou seja, um Brasil que seja mais competitivo, ético, educador e colaborativo. Alcançar cada parte da sociedade ao desenvolver soluções acessíveis e eficientes para os nossos clientes faz parte da nossa missão.
Além disso, empresas de todos os tipos, produtores independentes e pessoas físicas de todas as classes já alcançaram resultados surpreendentes ao contratarem Empresas Júniores.
O MEJ está no Brasil há mais de 30 anos e já transformou a vida de milhares de pessoas! Contratar uma EJ é investir na formação dos futuros profissionais e, acima de tudo, investir também no seu negócio!
Quer impactar conosco? Contate a AEROJR.!
Autora: Beatriz Salomé
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]]>O post OKR: 3 erros que devem ser evitados ao implementar a metodologia apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>Entre suas vantagens, a OKR é uma metodologia flexível e simplificada, que favorece o maior engajamento da equipe a partir da forma como as metas são definidas. Além de existirem objetivos estratégicos definidos pelos cargos estratégicos. Assim, as próprias equipes e colaboradores participam de forma ativa na construção de seus próprios objetivos e metas. Isso gera maior autonomia e proximidade em relação ao processo.

Para iniciar a implementação dessa metodologia, é preciso ter atenção pois alguns erros podem estar sendo cometidos. Apesar de ser comum, eles podem ser evitados com determinados pontos de atenção. Assim, aqui são tragos alguns erros frequentes quando uma organização dá início a execução da metodologia.
Ao definir o OKR, é importante se ater à realidade, não estabelecendo numerosos objetivos atacando todas as métricas das organizações. É preciso focar naquilo que você quer melhorar durante o ciclo. É claro que a empresa tem diversos objetivos, mas as OKRs ajudam a destacar aqueles que são a maior prioridade no momento, ou seja, entender qual a cadência ideal de atuação na empresa.
O ideal é ter um número equilibrado de objetivos e resultados-chave. De maneira que eles sejam executáveis e alcançáveis. Além disso, é importante não confundir os elementos. Os objetivos se resumem ao que você quer alcançar e qual a meta da organização. Já os resultados-chave são os critérios de sucesso para alcançar tal meta. Lembrando sempre que eles não são tarefas, mas sim resultados.
Portanto, é importante ter claro quais são os resultados a serem alcançados que indicarão um sucesso da estratégia traçada durante o período do ciclo. Uma das regras básicas é que os resultados-chave devem ser mensuráveis e com um período bem claro.
Além de tratar as etapas da metodologias como atividades listadas a serem alcançadas, muitas organizações que alcançaram seus resultados-chave tratam os pontos como solucionados, não buscando incorporar tais fatores permanentemente à empresa, como elementos do dia a dia. Assim, as OKRs são tratadas como elementos que devem ser feitos, mas que não agregam profundamente à organização, não incorporando sua cultura.
O mais importante é ter claro que OKR é uma forma de priorização de onde as equipes irão alocar o seu esforço. Por exemplo, se eu sou da equipe de Recursos Humanos e meus objetivos têm foco em “melhorar a satisfação dos membros”, isso significa que, durante este ciclo de OKRs, o principal foco no qual eu devo direcionar as minhas ações são para o atingimento desses objetivos. Todos os outros focos se tornam “secundários”. Quando o primeiro foco for estabelecido e estiver encaminhado para se tornar parte da cultura da organização como um todo, de maneira que todas as equipes reconhecem a transformação iniciada e estão alinhadas perante a interface dos objetivos das diferentes áreas, o foco se transfere para um próximo ponto.
Além do acompanhamento da cadência dos objetivos e enfoques, é fundamental a existência de momentos de discussão para avaliar os resultados obtidos e seu alinhamento com o impacto esperado.
É comum que depois do longo processo de definição da estratégia, as empresas se esqueçam desses momentos, se afastando cada vez mais do resultado esperado por não analisarem continuamente os esforços despendidos. Por isso, correções de rota são essenciais, sendo facilitadas por ferramentas que facilitam o acompanhamento dos objetivos e sua cadência, como roadmaps.
A UCJ e a AEROJR. são empresas juniores especializadas em consultoria. Sendo que a UCJ soluciona diversos tipos de problemas relacionados à gestão empresarial e a AEROJR. atua na área de Engenharia.
Assim, a UCJ pode construir todo o planejamento estratégico da sua empresa, de modo que ele seja profissional e assertivo. E a AEROJR. pode auxiliar no estabelecimento e organização da empresa por meio da confecção e da acreditação de Manuais da Qualidade juntamente ao INMETRO.
Para entender mais sobre o assunto, visite nosso blog ou entre em contato com um especialista!
Autora: Sofia Bartelega Miranda – UFMG Consultoria Júnior
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]]>O post A busca por ser referência no mercado aeronáutico apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>A AEROJR. destaca-se como uma empresa sempre disposta a tornar-se referência em diferentes setores do mercado aeronáutico. Logo, cada item do portfólio da empresa é fundamentado em um processo sistemático de estudo e capacitação na área.
Dentre os serviços destaca-se a execução de processos de aceitação de aeronaves. Para isso, são feitas etapas processuais e de engenharia para a aceitação de uma aeronave LSA (Aeronave Leve Esportiva). Além disso, são executados serviços envolvendo a área de cargas, manuais e ensaios em voo, proporcionando um projeto mais completo. Assim, tudo isso resume-se em uma busca pela referência em tudo que realizamos, sendo sempre baseada no estudo e na prática.
Muitas vezes a busca pela referência no mercado exige um conhecimento da área com muita propriedade, o que inclui aspectos econômicos e jurídicos. Diante disso, a AEROJR. especializou-se em realizar boas análises de mercado e da legislação do setor aeronáutico, garantindo a sua atuação na regulamentação de aeródromos. Desse modo, a empresa oferece serviços de consultoria no registro, regularização e renovação cadastral de helipontos e aeroportos privados, incluindo toda a parte de documentação essencial. Por fim, desenvolvemos estudos aeronáuticos executando toda a parte técnica e burocrática necessária.
Outro assunto diretamente relacionado à pesquisa e desenvolvimento na empresa é o setor de drones. Nesse sentido, os itens do nosso portfólio ligados à consultoria para esses veículos estão vinculados aos estudos de mercado e legislação desenvolvidos por nós. Consequentemente, executamos serviços de consultoria na aquisição do veículo, escolha de seguros, a realização da homologação na ANATEL e o registro na ANAC e DECEA. Enfim, pode-se destacar que os drones possuem uma vasta aplicabilidade, como em fotografia e filmagens, imobiliário, recreação, limpeza, mineração e na agricultura.
Identificamos que a busca pela referência ganha mais destaque quando há uma oferta de soluções inovadoras de excelência para demandas singulares. Então, para um projeto de um drone com especificações e funcionalidades jamais vistas no mercado, realizamos a escolha de componentes, modelagem 3D e simulações. Para mais, um processo de prototipagem é feito para a etapa final: os testes. Assim, nossa busca pelo propósito de excelência passa sempre por dedicarmos a um serviço completo e diferenciado.
Os alunos de engenharia aeroespacial também possuem o anseio por difundir o estudo de astronomia e astronáutica. Diante desse desejo, surgiu no portfólio da AEROJR. o curso “GRAVIDADE”. Nesse sentido, o esforço e comprometimento da equipe são vistos tanto na qualidade da apostila disponibilizada aos alunos quanto na capacitação dos aplicadores das aulas. Ademais, a busca por um serviço de excelência levou-nos a propor uma revisão do material, feita pelos professores da UFMG, especialistas na área.

Tudo isso dialoga com nossa dedicação em capacitar. Entretanto, ser referência no mercado necessita de algo a mais: ser diferenciado. Logo, investimos em uma apresentação didática e interativa do nosso serviço. Tudo isso com o foco no envolvimento total do aluno e em bons resultados. Essa metodologia foi aplicada e confirmada, destacando-se na realização do curso no Colégio Loyola. Assim, dentre os alunos que participaram das aulas, 3 obtiveram o diferencial de serem medalhistas de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).
A AEROJR., em sua constante observação por oportunidades, preza pela entrada em novos segmentos com serviços únicos. Assim, a empresa passou a se dedicar ao setor de acústica. Ser referência nessa área exige uma busca constante por novos conhecimentos a fim de oferecer ao cliente um projeto completo e com ferramentas avançadas. Trabalhar em acústica significa possuir um portfólio de soluções inovadoras, tanto para aplicações arquitetônicas, industriais ou residenciais.

Isso posto, destaca-se a personalização do serviço acústico: cada projeto é singular, desenvolvido especialmente para aquela situação. Oferecemos, então, serviços em isolamento e tratamento acústico, bem como a criação de um Sistema de Gestão da Qualidade para laboratórios de ensaios e calibração referentes a medições de emissão de ruídos ambientais.
Assim, a AEROJR. destaca-se por ser uma empresa diferenciada, engajada na jornada diária de ser referência no mercado aeronáutico. Dessa maneira, aliando a dedicação ao que amamos com propósito de excelência, buscamos evoluir sempre como uma iniciativa prestativa, sólida e confiável.
O que acha de ser referência conosco? Então, entre em contato com a AEROJR. por meio do e-mail [email protected] ou pelo nosso telefone (31) 3409-1086. Ah, e não deixe de seguir as nossas redes sociais para conferir mais informações!
Autor: Pedro Bastos e Esriel Ferrari
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]]>O post EJ’s que edificam: Ações Sociais apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>Os tipos de ações sociais desempenhadas pelas empresas são diversos e muitas delas criam institutos próprios que administram seus papéis sociais. Por exemplo, a marca americana de alpargatas, TOMS Shoes, doa um calçado a cada produto comprado. Já a Natura, empresa de nacional de cosméticos, por meio do Instituto Natura, investe na educação do país promovendo atividades interativas em escolas. A General Eletric (GE), por sua vez, possui um programa global, o GE Volunteers, no qual colaboradores de diversos locais promovem ações voluntárias. Entretanto, as práticas sociais não se limitam às grandes empresas e podem ser aplicadas à diferentes realidades, inclusive na do Movimento Empresa Júnior.
A AEROJR., como Empresa Júnior, desenvolve uma série de ações sociais, que são condizentes com a sua realidade, missão e valores. Entre as iniciativas, estão a Oficina de Foguetes, contribuições com abrigos, doações de sangue e iniciativas de diversidade e inclusão.
A Oficina de Foguetes é a principal ação social promovida pela empresa presencialmente, cujo intuito é incentivar o interesse pela ciência. Nessa iniciativa, membros da AEROJR. vão nas escolas públicas de Belo Horizonte, onde aplicam uma aula sobre as Leis de Newton para alunos do Ensino Médio. Esses fundamentos são, posteriormente, utilizados para explicar os princípios de funcionamento de um foguete. Durante a exposição dos conceitos, diversos vídeos são apresentados aos alunos, pois tornam a aula mais interessante e engajam os participantes.
Após o fundamento teórico, os alunos são convidados a montar seus próprios foguetes de água, para verem na prática aquilo que foi explicado em aula! Para isso, divide-se a turma em grupos e os membros da AEROJR. os ajudam a montar os foguetes.

Após montar os foguetes, é hora do lançamento! Esse é o momento mais aguardado e o que mais empolga os estudantes. O colégio inteiro para. Todos os professores e alunos observam vibrando os foguetes subindo no pátio do colégio. Além disso, geralmente, pedem para os lançamentos se repetirem várias vezes.

A Oficina de Foguetes permite que a AEROJR. conheça jovens interessados pela ciência mas que precisam de incentivos para seguirem seus sonhos. Além do mais, possibilita o contato com professores que acreditam no potencial de seus alunos e desejam oferecer-lhes novas experiências.
Em diferentes épocas do ano, a AEROJR. incentiva seus membros a realizarem doações de sangue. Nesse sentido, a empresa se organiza para levar os interessados ao Hemominas, local onde se realiza a coleta de sangue. No entanto, a mobilização não se limita aos membros atuais: ex-membros, estudantes da Engenharia Aeroespacial e integrantes do MEJ também são convidados a participar.

A AEROJR. mobiliza seus membros a visitarem abrigos em datas especiais.
Para a comemoração da Páscoa de 2019, por exemplo, os integrantes da empresa, em conjunto com Mult Jr e a CPE, doaram chocolates que foram, posteriormente, levados a abrigos de crianças. No dia da entrega dos doces, membros da empresa passaram a tarde brincando com os garotos e a experiência terminou com todos pedindo para que retornássemos em breve.

Essa ação se repetiu em outubro de 2019, mas dessa vez para a comemoração do Dia das Crianças e a AEROJR. teve um ótimo retorno.
Todo tipo de empresa pode desempenhar ações sociais, sejam elas grandes ou pequenas, e não precisam ser complexas. As iniciativas sociais engrandecem a instituição, uma vez que refletem em cada uma das pessoas. Seja por meio de uma oficina de foguetes ou de uma visita a um abrigo, o objetivo da AEROJR. com suas ações sociais é impactar aqueles que encontra pelo caminho.
Autora: Luiza Manfrini
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]]>O post Como a Consultoria Impacta o Mercado Empresarial apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>A consultoria consiste na prestação de serviços por um profissional qualificado e especializado. A empresa responsável por esse serviço é orientada com base em resultados, está acostumada a avaliar situações semelhantes, facilitando a detecção de problemas e a obtenção de soluções. No Brasil, atualmente, as principais áreas de atuação empresarial são: Administrativa/Financeira; Qualidade/Produtividade; Vendas/Marketing; Gestão de Pessoas; Organizacional; e Engenharia.
As empresas de Consultoria em Engenharia abrangem praticamente todas as especialidades e seus trabalhos podem ser técnicos – desenhos, documentações ou gerenciais – ou coordenação de atividades de projeto – dependendo do tipo e tamanho do projeto do cliente.

A Consultoria Industrial teve início no final do século XIX, nos Estados Unidos e na Inglaterra, com o intuito de solucionar problemas decorrentes do aumento da complexidade das indústrias. O serviço, no entanto, só ganhou destaque após a quebra da Bolsa de Valores de Nova York em 1929, quando o mercado viu a necessidade de se prevenir contra futuras crises, buscando, então, aconselhamento financeiro, estratégico e organizacional. Como resultado, nos anos de 1980 e 1990, a indústria vivenciou um crescimento significativo com considerável importância no PIB (Produto Interno Bruto).
A consultoria empresarial é responsável por possibilitar que a organização tenha visibilidade de mercado e posicionamento com os concorrentes e clientes. Os consultores fornecem suporte, visão e soluções eficazes para o seu negócio e, como não fazem parte da organização, a tomada de decisão se torna mais clara e objetiva, focada nos resultados que se deseja alcançar.
Os pequenos negócios, principalmente os novos empreendedores, são os que mais se beneficiam desse serviço. No mercado de intensa concorrência e de instabilidade, a falta de planejamento e auxílio externo faz com que muitas empresas não consigam sobreviver. A consultoria supre a carência nos processos gerenciais e administrativos, permitindo antecipar erros e minimizar riscos, evitando, assim, possíveis prejuízos.
As empresas juniores são excelentes opções para o serviço de consultoria, principalmente para novos e pequenos empreendedores. Por serem associações civis sem fins lucrativos, desenvolvem projetos com soluções de qualidade a preços abaixo do mercado. A AEROJR. Consultoria e Capacitação, por exemplo, é a empresa júnior de Engenharia Aeroespacial da UFMG que dispõe de universitários qualificados com o apoio de professores experientes, para oferecer serviços de excelência de consultoria aeronáutica em engenharia e capacitação profissional voltada ao setor aeroespacial.
Empreendedor, você já possui um serviço de consultoria? Conheça nosso portifólio: https://aerojr.com/
Autora: Carolina Santos e Carlos Danyel
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]]>O post Como uma empresa júnior ganha dinheiro? apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>A AEROJR, por exemplo, é a Empresa Junior da Engenharia Aeroespacial da UFMG. Podendo admitir, portanto, somente alunos desse curso e executar projetos relacionados à sua ementa.
Mas, afinal, por que são chamadas de “empresas” se não tem fins lucrativos? Isso se deve ao fato de serem, de fato, empresas. Dessa forma, precisam pagar impostos, realizar processos seletivos, cuidar de sua situação jurídica e financeira e, claro, lidar com clientes reais. Além disso, são regulamentadas pela lei 13.267/2016 da Empresa Júnior e têm obrigações muito semelhantes às de outras empresas, por isso se organizam similarmente. O resultado é um ambiente de empreendedorismo no qual alunos de graduação não só aprendem colocando a mão na massa naquilo que estudam no curso. Mas é, também, por meio da vivência empresarial, inteiramente responsáveis pela sobrevivência e sucesso de sua EJ.
Portanto, uma Empresa Júnior tem custos reduzidos por não pagar salários, mas vende soluções para clientes reais a preço reduzido. Ou seja, por meio disso cria um ambiente de intenso aprendizado. Além do conhecimento dos membros adquirido no curso a EJ conta com apoio dos professores e experiência em projetos anteriores, o que resulta em elevada capacidade técnica para uma execução de alta qualidade. A Excelência do movimento em sua capacidade de solucionar problemas e impactar a educação brasileira já é amplamente reconhecida no país, sendo parceiros notórios do movimento a Ambev, o Bradesco e a Vivo dentre outros tantos, através da Brasil Júnior.
Essa capacidade de solucionar problemas a custo reduzido traz grandes benefícios principalmente para pequenas e médias empresas, com bom ROI (retorno sobre investimento) para projetos e consultorias realizadas com EJs. Por isso, o Movimento Empresa Júnior tem experimentado crescimento vertiginoso, gerando retorno para seus clientes e assim ganha dinheiro para se manter e potencializar a educação superior, com grande impacto no Brasil. Então se precisa de consultoria especializada, não perca a oportunidade de contratar uma EJ !
Autores: Jonatas Eler e Carlos Danyel
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]]>O post O Impacto das Empresas Juniores no Brasil apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>Empresa Júnior (EJ) é o termo utilizado para designar uma empresa gerida exclusivamente por universitários durante a sua graduação. Trata-se, assim como qualquer empresa, de uma pessoa jurídica dotada de CNPJ, Estatuto Social, registro em cartório e de todas as minúcias exigidas no momento da criação de uma empresa.
Entretanto, a grande diferença entre uma empresa comum e uma Empresa Júnior é o objetivo que as move. Enquanto a primeira existe para gerar lucro e acumular capital, o funcionamento de uma EJ é baseado no fortalecimento da formação profissional dos membros que a compõem.
Assim, através da experiência de gerenciar uma empresa e executar projetos personalizados para cada cliente, o empresário júnior desenvolve habilidades únicas capazes de o transformar em um verdadeiro profissional.
A interface graduação/gestão permite gerar um profissional mais capacitado para lidar com cenários adversos. Dessa forma, possui uma relação intima com o mercado e capaz de aliar a ciência e tecnologia presentes na universidade às soluções para seus clientes.

Além disso, devido ao fato de uma EJ representar uma associação sem fins lucrativos, o valor cobrado por projeto costuma ser inferior ao de uma empresa comum. Portanto, isso representa um ponto atrativo para o cliente contratar a empresa e permite que o empresário júnior se desenvolva pela prática.
Assim, como a base de uma EJ é o desenvolvimento dos seus membros, todo o valor arrecadado com projetos executados é revertido em capacitação. Consequentemente, haverá um cenário econômico com milhares de profissionais mais qualificados e aptos a realizar mudanças positivas na sociedade.
Fatores como, por exemplo, a qualificação dos universitários da EJ, o contato com professores experientes, a disponibilidade de equipamentos de última geração das universidades e o foco no aprendizado representam para muitos clientes uma opção com custo-benefício elevado ao contratar um serviço. Dessa forma, percebe-se como aos poucos o Movimento Empresa Júnior (MEJ) se consolida e impacta o mercado nacional.
Segundo a Brasil Júnior (nossa confederação brasileira), chegaremos ao final de 2019 com 650 empresas juniores, em mais de 140 universidades e 22 estados do Brasil. Além disso, estimam-se 16 mil estudantes envolvidos diretamente no movimento, mais de 70 mil ex-empresários juniores e cerca de 10 mil projetos realizados apenas em 2017. Desse modo, movimentando em torno de R$18.000.000,00. Vale ressaltar que tudo sendo gerado exclusivamente por estudantes.

A previsão para a expansão do “PIB júnior” realizada pela Brasil Júnior mostra os valores esperados para o número de projetos e faturamento da rede nos próximos anos, representando o aumento da confiança do mercado no trabalho das EJs:
| Ano | Projetos Realizados | Faturamento | |
| 2019 | 27.000 | R$ 50.000.000,00 | |
| 2020 | 48.000 | R$ 100.000.000,00 | |
| 2021 | 80.000 | R$ 180.000.000,00 |
Além do impacto econômico causado pelo MEJ, o caráter empreendedor do movimento revela ainda uma face social que merece ser exaltada.
Nesse sentido, um caso de destaque é o da Porte Jr, empresa júnior prestadora de serviços de arquitetura e engenharia, que realizará uma intervenção em uma comunidade quilombola.
A empresa atuará desenvolvendo o projeto de um galpão de uso comum para serem realizadas atividades econômicas, de lazer e aprendizado. Desse modo, os projetos a serem realizados são de natureza hidrossanitária, elétrica e arquitetônica. Assim, almejam impactar 800 pessoas, atingir 7 ODS (objetivos de desenvolvimento sustentável) da ONU e entrar para a história da empresa.
Mas os bons exemplos não param por ai. Temos ainda a Enetec Consultoria, empresa júnior de engenharia elétrica. Em parceria com a ONG Um Litro de Luz, a EJ desenvolveu postes de luz autossutentaveis que foram instalados em comunidades carentes de várias cidades do país. Eles não cobraram nada por isso.


Portanto, essa é a essência do que é ser empresário júnior no Brasil: desenvolver soluções que impactam a sociedade visando apenas a consolidação da formação profissional, pessoal e empreendedora de graduandos.
E, é claro, casos como o da Porte Jr e Enetec Consultoria não são isolados. Há diversos outros bons exemplos de como empresas juniores impactam a educação no Brasil como a AEROJR., EMAS Jr e RH Jr.
Sendo assim, fica claro que apostar nem uma Empresa Júnior não é dar um tiro no escuro. Muito pelo contrário, trata-se de uma opção inteligente e extremamente vantajosa para o seu negócio.
Sendo assim, o mercado está em constante mudança e se fechar para as novidades que ele oferece, como uma EJ, não é estrategicamente vantajoso. Inove, conheça a AEROJR. e o MEJ, explore e saia na frente.
Ficou interessado? Então, conheça mais o nosso trabalho e entenda como a AEROJR. está em constante busca por ser referência no mercado aeronáutico.
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]]>O post Entrevista com Professores: Professora Gilva Altair Rossi de Jesus apareceu primeiro em AEROJR. Consultoria e Capacitação.
]]>AEROJR.: Bom dia! Para iniciar a entrevista, queríamos saber um pouco mais sobre a sua trajetória acadêmica.
Gilva: Bom dia! Eu fiz graduação aqui na UFMG, me formei em 1986 em
engenharia elétrica. Fiz mestrado com o Prof. Ronaldo Pena, que já foi reitor da UFMG. Terminei o mestrado em 1989 e, por coincidência, ao terminar o mestrado surgiu uma vaga no Departamento de Engenharia Mecânica (DEMEC). Eu defendi meu mestrado em outubro, o concurso foi em novembro. Eu passei no DEMEC (Departamento de Engenharia Mecânica), e a vaga era justamente para instrumentação e controle. Eu era bem nova, tinha 26 anos. [Naquela época] Era mais fácil de entrar na universidade, não era exigido o doutorado. Já tinham alguns concursos para doutores, mas a maior parte dos concursos era para mestres. Na época o curso era de engenharia mecânica com ênfase em aeronáutica, na época, mas a gente já tinha um curso muito forte na área de aeronáutica. Os alunos saiam com habilitação em aeronáutica. Desde aquela época, já formavam entre 10 e 15 alunos por semestre. Depois de um tempo, eu saí para fazer um doutorado. Fui para Santa Catarina e terminei o doutorado em 1999. Desde então, estou aqui. Quando eucheguei, criaram um curso noturno de engenharia mecânica, e logo em seguida criaram o curso de engenharia aeroespacial. Desde então, estou dando aula para os alunos do curso. Quando eu cheguei, estavam tentando estruturar melhor essa parte de controle e automação. Foi montado um laboratório para dar essa introdução pra vocês e eu participei disso.
AEROJR.: Poderia falar um pouco mais sobre suas áreas de atuação e projetos desenvolvidos ao longo da carreira?
Gilva: A minha principal atuação tem sido no desenvolvimento de sistemas automatizados. Para isso, é necessário conhecimento na área de eletrônica, automação, controle, programação e aquisição de sinais.
AEROJR.: Entre todos os projetos que participou, qual deles foi o mais impactante para você e qual o motivo?
Gilva: Um dos trabalhos desenvolvidos na área, e que considero muito didático, pois envolve todas as áreas citadas acima, é um sistema automatizado de coleta de dados de medidas de pressão sonora. Além da montagem do sistema eletromecânico, foi desenvolvido um sistema supervisório onde o usuário cria uma malha bidimensional e comanda o início do procedimento de medição. O sistema irá comandar o posicionamento do sensor em cada ponto da malha, fará a medição em cada ponto e armazenará os dados para futura análise. O sistema apresenta alternativas de comando remoto, visualização de resposta em tempo real, tanto no domínio do tempo quanto da frequência, e armazenando dados para posterior análise computadorizada.

AEROJR.: E você sempre sentiu que tinha essa vocação para a área de exatas ou foi uma coisa que você foi descobrindo?
Gilva: Não, eu sempre desconfiei. Eu acho que eu tive essa convicção mesmo já na graduação. A gente percebe ter essa curiosidade quando se depara com um cálculo, um desafio matemático. Eu acho que na graduação eu já sentia. Mas no mestrado e no doutorado, quando você percebe que a sua curiosidade aumenta ao descobrir problemas e resolver problemas e não tem aquele desânimo quando você vê aquele emaranhado de equações. Eu acho que tem que ter uma vocação, porque senão você desiste. Logo na graduação, eu já tinha certa facilidade, mas no mestrado, doutorado… Meu mestrado foi modelagem matemática, então eu lidava com um punhado de equações. Já no mestrado, doutorado eu percebi essa vocação. Agora, o interessante foi quando eu percebi a vocação para ficar na universidade. Quando eu estava no inicio do mestrado, fui convidada para participar de um grupo de consultoria. E ai eu tive um contato com empresa e percebi que o ambiente de empresa [para mim] não era muito legal, não gostei muito. Foi aí que eu falei: “eu vou ficar na pesquisa”. E aí surgiu a oportunidade. Eu dei 6 meses de aula na Pontifícia Universidade Católica, não sei se foi uma boa opção, eu fui pra uma área que não era minha. Eu fui para testar, pensando: “vamos ver como é que é”. Mas acho que quando eu percebi que na universidade tinha essa liberdade… Porque na universidade tem essa liberdade. Você pode pesquisar, você pode trabalhar com administração, além de dar aula, diversifica bastante a sua atuação. Isso também é bem interessante.
AEROJR.: O que mais te motivou ao longo da sua trajetória a continuar seguindo o caminho que você seguiu?
Gilva: A primeira coisa que me vem à cabeça é “o ambiente da universidade é bom”. No todo, acho que quando você pensa em trabalhar no campus, tem essa dinâmica de muita gente jovem. Os alunos vêm, a gente vê os alunos chegando novinhos e de repente eles já estão mais amadurecidos e vão embora. Isso é muito bom, é interessante. O fato de você propor um projeto, por exemplo, é uma dificuldade, é um desafio e é bom. Eu posso… podia né, agora eu estou há muito tempo na carreira, mas há uns 15 anos, eu poderia propor: “agora eu quero pesquisa na área de educação para engenharia”, e eu poderia encaminhar a minha carreira para aquilo, dentro do que é útil dentro da universidade. E isso é muito bom, te incentiva a continuar porque você tem vários caminhos. E depende muito de você. “Eu vou propor isso, eu vou pegar essa área. Sento e escrevo um projeto, vou buscar financiamento e acabar conseguindo algo”. Persistindo a gente sempre conseguiu alguma coisa. Às vezes, ficamos meio frustrados, mas se não conseguir nada também faz parte. Não se consegue tudo, mas a gente sempre consegue alguma coisa. Acho que o que mais me motivou aqui dentro foi isso. Você pode direcionar sua carreira.
AEROJR.: No curso de Engenharia Aeroespacial, nós temos somente você e a professora Maria Cecilia como professoras alocadas fixamente no nosso curso. Como você se sente diante a isso, dentro do corpo docente tem somente duas mulheres?
Gilva: Isso sempre foi assim. É aquela história, desde a minha
graduação. É sempre assim. Nós sempre somos a minoria. Até que ultimamente, na turma de vocês, tem crescido, tendo 20% da turma sendo mulheres. Na engenharia elétrica, eram 10%, e sempre se manteve 10%. O número de professoras no departamento também é em torno de 10%. Entra uma professora, sai outra, e essa porcentagem se mantém. As mulheres, quando entram, fazem um bom serviço, elas têm competência. Eu era a única mulher quando fiz o concurso, Cecília também, acho que era a única mulher. Para nós, esse preconceito, essa coisa de ser mulher não pesa tanto quando a seleção é por concurso. Entra pouca mulher, então são poucas mulheres que também vão ter em contato com vocês [os alunos], quase nenhuma. Isso não é bom, seria bom se tivesse mais. Mas a disputa não é fácil. Naturalmente, vão ter mais homens do que mulheres, então a mulher para vencer ela tem que ser bem melhor.
AEROJR.: No seu papel como educadora dentro do curso de engenharia aeroespacial, você sente alguma responsabilidade de passar a engenharia pra outras pessoas para moldar o futuro delas?
Gilva: Sim! A engenharia pode moldar o futuro sim, de uma forma ampla. Eu acho que a graduação pode mudar o futuro porque muitas vezes essa engenharia é só um passo inicial pra pessoa. Não significa que “fez engenharia vai ter que ser engenheira”. Não! Eu acho que é importante isso. Passar a questão da ética, da seriedade, de você levar as coisas na medida certa. Não sou a favor do professor que acha que tem que tornar o curso um peso pro aluno, pra ele achar que a vida é assim, é difícil. Tem que ser bom na medida certa, com responsabilidade para passar aquele conteúdo. Eu não gosto de passar muito peso, tento passar na medida certa. Não é questão de não ser capaz porque não tem inteligência, talvez aquilo não te interesse e acaba sendo muito difícil pra você. Se você exagerar no peso, todo mundo vai achar que não gosta daquilo. Eu tive esse problema na minha graduação. Eu gostava demais de umas matérias, o professor era brilhante, mas ele me fez sentir burra. Então eu desisti da matéria. Até hoje eu penso assim: “eu gostava tanto e desisti por causa do professor”. Eu fiz todas as obrigatórias e as optativas eram com ele e aquilo foi muito difícil pra mim. Então, hoje, eu tento pensar em passar as coisas na medida certa, pensando que aquilo é uma introdução pro aluno. Depois, se ele quiser aquilo, ele amadurece o conteúdo, pois o que se aprende mesmo é mais individual. Então, a gente tem que dar o básico e dar um espaço pro aluno desenvolver isso e usar no futuro. Não é pra massacrar o aluno que sair daqui acabado e talvez nem queira mais engenharia. É aprender mesmo a desenvolver raciocínio. Muitas coisas você nem vai usar no seu dia a dia, mas você está ali trabalhando, pensando nas coisas, vendo tudo que funciona. Engenharia é isso, aprender como as coisas funcionam, se comportam e talvez aplicar até em outras áreas. A graduação fica. Eu fiz engenharia elétrica e estou na mecânica há anos, mas eu tenho muito da minha graduação na minha cabeça. A graduação é muito forte e eu acho que ela prepara para a vida sim. Tem que tomar cuidado com isso. “Só porque a minha graduação é isso eu tenho que seguir isso”. Não. Abre a sua mente, você pode seguir outros caminhos.
AEROJR.: E em especial com as alunas, você sente alguma responsabilidade?
Gilva: Talvez seja um pouco de egoísmo, talvez inocência da minha parte, mas eu nunca percebi a diferença. Eu tive um episódio de preconceito que eu só descobri anos depois. Eu fui selecionada para uma vaga e, como meu nome é Gilva, a pessoa achou que fosse Gilvan, que é nome de homem. Quando ele entrou em contato e viu que era mulher, ele arrumou uma desculpa e me ligou falando “ah, houve um problema”. E eu acreditei. Depois de anos eu vi e pensei: “Gente, ele não me aceitou porque eu sou mulher”. Mas nunca tratei as mulheres [de uma maneira] diferente. Muito pelo contrário, gosto de mulher que se impõe, conversa do mesmo jeito [que os homens]. Nunca diferenciei nada. Eu acho que as mulheres são muito resolvidas nos cursos. Nunca percebi nenhuma mulher muito com problema por causa disso. Eu não sei se é porque eu nunca tive essa vivência.
AEROJR.: Para finalizar, se você pudesse dar uma dica pras alunas do curso, qual seria essa dica?
Gilva: Estudar de forma mais independente. Eu reconheço que o nosso curso está ultrapassado. Vocês [alunas] ainda vão pegar esse estudo de sala de aula, professor falando e aluno participando muito pouco. Mas eu acho que os alunos têm que começar, como futuros profissionais, a serem independentes mesmo, usarem ferramentas da internet para buscar informações e serem autodidatas. Eu acho que, futuramente, os filhos de vocês não vão ter esse padrão de aula em que um fala e os outros ficam ouvindo. Futuramente, o padrão será reuniões em grupos e desenvolvimento de projetos. É legal os alunos participarem desses grupos, como alguns daqui [iniciativas]. Você aprende muito mesmo, a participação que é importante. Vale a pena você empregar todo o tempo livre para participar dos grupos.
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]]>O Movimento Empresa Júnior (MEJ) surgiu na década de 60, na França, com um motivo claro: a inquietude dos alunos quanto ao que lhes era ensinado dentro das salas de aula das universidades. Sendo assim, as empresas juniores (EJ’s) surgiram como iniciativas extracurriculares que visam trazer aos seus membros um maior contato com o mercado por meio de três pilares: gestão, projetos e cultura empreendedora. Com isso, o último pilar remete a um processo de iniciativa empresarial que vem se difundindo muito: o empreendedorismo.
Empreender é:
“Criar opções de melhor desempenho […]. Transformar rotinas de trabalho de forma a gerar mais produtividade […]. Capacidade de enxergar além do cotidiano, solucionar com habilidade e criatividade. Ter visão de dono”.
Dessa forma, o MEJ traz esses conceitos já em sua missão:
Formar por meio da vivência empresarial empreendedores comprometidos e capazes de transformar o Brasil.
Missão do MEJ – Brasil Júnior
Ou seja, dão ênfase na formação dos graduandos como futuros profissionais que buscarão mudar realidades por meio de seu comprometimento e capacidade. Assim, podemos facilmente relacionar o empreendedorismo com a educação em geral, sendo uma poderosa ferramenta de desenvolvimento de soft e hard skills.

As escolas são instituições de enorme peso na formação de cidadãos. Por esse motivo, diversificar o aprendizado pode trazer efeitos muito positivos. Portanto, trabalhar a educação empreendedora vai muito além da preparação para o mercado de trabalho. É, também, uma maneira de dinamizar a educação e ampliar habilidades como autonomia, proatividade, liderança, inovação e resiliência.

Hoje, muitos educadores defendem essa abordagem, a qual vem gerando resultados. Isso ocorre pois os alunos se sentem desafiados e entusiasmados, passando a ter uma postura mais motivada dentro da sala de aula. Além disso, tal abordagem busca formar melhores cidadãos e futuros profissionais.
Em alinhamento com todos os conceitos já apresentados sobre o MEJ e levando em conta o poder do empreendedorismo nas escolas, algumas EJ’s têm desenvolvido serviços específicos para serem aplicados na educação básica. Ademais, é importante destacar que tais projetos levam o contexto do “empreendedorismo jovem” para dentro das escolas, com empoderamento, capacitação e protagonismo. Sendo assim, alguns cases serão apresentados a seguir.
A EMAS Jr. é a empresa júnior dos cursos de Engenharia Civil e Ambiental da UFMG.
O PEA é responsável por melhorar a qualidade de vida da comunidade e fortalecer a cidadania dos alunos, através da sensibilização ambiental. Muitas vezes, os problemas ambientais são causados por ações cotidianas e equivocadas. Assim, como essas ações fazem parte da rotina de grande parte da população, a educação ambiental mostra-se como uma solução a curto e longo prazo para impedir a continuidade desses hábitos. Além disso, a Educação Ambiental pode ser vista como um diferencial para as escolas, pois atualmente é um assunto em alta na comunidade. Com abordagens diferentes para cada faixa etária, a EMAS personaliza o serviço conforme a demanda. Para isso, analisa quais são as atividades que se adequam às necessidades da escola e das crianças, buscando sempre passar conteúdos, informações e inovações da área.

A AEROJR. é a empresa júnior do curso de Engenharia Aeroespacial da UFMG.
Movidos pela paixão por um ensino inovador e inclusivo, a AEROJR. desenvolveu o Curso de Astronomia e Astronáutica para alunos dos últimos anos do ensino básico.

Desse modo, o principal objetivo do curso é, por meio de aulas interativas, estimular o gosto pela ciência, explorando uma área que desperta a curiosidade dos jovens. Além disso, a empresa também visa aproximar a UFMG e a realidade das empresas juniores dos estudantes, trazendo o meio acadêmico e o empreendedorismo para dentro das escolas. O curso tem uma ementa flexível, com duração que depende dos temas escolhidos pela escola. Além dos temas, pode incluir também uma visita técnica, oficina de foguetes e um “Momento OBA” (preparação para a Olimpíada Brasileira de Astronomia).
Para conhecer mais o projeto acesse o instagram @gravidadeaerojr.

A RH Jr. é a empresa júnior do curso de Psicologia da UFMG.
Fundada em 1996, a RH Jr. passou a oferecer recentemente o serviço de orientação profissional. Com preços acessíveis, a EJ visa contribuir para que jovens de diferentes realidades tenham a oportunidade de se conhecer, entendendo melhor o que buscam para suas vidas profissionais e encontrando seus caminhos para o futuro. Dessa forma, oferecem seis encontros presenciais, com conteúdos como autoconhecimento, testes psicológicos, análise de profissões e planejamento de vida.
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Por fim, o empreendedorismo e suas vertentes, em diferentes setores e áreas de atuação, estão diretamente ligados ao desenvolvimento e crescimento econômico do Brasil. Nesse aspecto, o Movimento Empresa Júnior se encaixa exatamente. Além disso, busca a cada dia impactar o ecossistema do país por meio de seus projetos e da própria vivência proporcionada aos empresários juniores. Hoje, o Brasil é o país com maior número de empresas juniores no mundo, impactando diariamente mais de 20.000 jovens e lutando para maximizar isso cada vez mais. Portanto, quando precisar de algum serviço, contrate uma empresa júnior! Assim, você estará ajudando os jovens empreendedores do país.
Autoras: Beatriz Salomé e Yasmim Carvalho
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Em, 1967, na França, alunos da ESSEC – L’École Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales, devido a necessidade de ter conhecimento das ferramentas utilizadas no mercado de trabalho fundaram a junior ESSEC Conseil, a primeira empresa júnior do mundo.
De lá pra cá o movimento empresa júnior – MEJ, só cresceu: em 1988, nasceu a Empresa Júnior Fundação Getulio Vargas, pioneira no Brasil; em 2014 veio o surgimento da nossa querida AEROJR. e em 2017 o movimento completou 50 anos de história. Atualmente, o faturamento nacional anual do segmento gira em torno de 20 milhões de reais com mais de 13 mil projetos executados, somente no ano de 2018, por todas as Empresas Juniores – Ejs, em terras tupíniquins.


Uma empresa júnior é formada exclusivamente por estudantes de graduação, que precisam apresentar ideias, gerenciar todos os projetos e procedimentos de uma empresa de verdade. Uma oportunidade única para você sentir na pele as responsabilidades de dirigir um negócio na vida real. Como não tem fins lucrativos, a empresa júnior cobra valores inferiores aos do mercado pelo seu serviço. Todo dinheiro arrecadado é reinvestido na manutenção da sede da empresa e capacitação dos membros.
Ainda não se convenceu? Então toma! Hoje aqui no blog da AEROJR. vamos listar quais são as razões para experimentar a vivência de uma empresa júnior.
Antes mesmo de fazer parte de uma EJ já é possível sentir na pele um pouco da realidade do mercado de trabalho. Isto porque o processo seletivo de entrada segue de acordo com o que é aplicado na imensa maioria das grandes empresas. Assim como é no mercado de trabalho, o candidato enfrentará as etapas de testes lógicos, dinâmicas de grupo, entrevistas individuais dentre outras, colocando a prova suas competências individuais afim de se tornar um novo membro.

A experiência não para por aí, após fazer parte de uma EJ é possível ainda ser um aplicador, gerente ou diretor responsável pela execução do processo de entrada, ou seja, é possível ainda entender como funciona o outro lado, o lado de quem aprova ou reprova um candidato e aprender, na prática, os segredos por trás dos métodos de recrutamento empresarial.
Mesmo com as oficinas, cases, seminários e projetos exigidos na sala de aula, é muito mais fácil colocar em prática o conhecimento teórico aprendido quando você vivencia a realidade da profissão.
Uma grande vantagem dessa experiência em relação a um estágio é que, na empresa júnior, um professor estará orientando diretamente as suas atividades, sugerindo mudanças e apontando os melhores caminhos. Esse é um benefício que não é oferecido no mercado de trabalho.
Uma empresa júnior é 100% composta por alunos de graduação. Isso significa que os próprios alunos gerenciam a empresa. Isso abre um grande leque de possibilidades de atuação. Além de aprimorar a parte técnica nos projetos (hard skills), tem-se contato com áreas como gestão de recursos humanos e financeiros, marketing, gerenciamento de atividades, etc. As soft skills são as competências que competem a personalidade e comportamento do profissional. Envolvem aptidões mentais, emocionais e sociais. O ambiente de trabalho proporciona o desenvolvimento dessas habilidades.

Uma empresa júnior é extremamente mais flexível do que uma empresa sênior. Isso te proporciona a chance de aprender com os seus erros para não voltar a cometê-los no mercado de trabalho.

O contato com os clientes (que na maioria das vezes são empresas seniores) faz com que seja possível expandir sua rede de contatos naturalmente. Além disso, há o contato, também, com membros de outras EJs e membros das demais instâncias que compõem o MEJ que, muitas das vezes, compartilham dos mesmos interesses e ambições devido ao alinhamento natural dos participantes do MEJ.

Dentro da empresa, você tem a chance de conhecer pessoas do seu curso que, pela diferença de períodos, normalmente não ocorreria, em um ambiente cheio de troca de experiências e conhecimento. Há a chance de conhecer pessoas de outras empresas e instâncias. É um ambiente propício para criar e fortalecer amizades.
A maior instância brasileira responsável pelas EJs é a Brasil Júnior. Um dos grandes objetivos dela é fomentar o movimento para formar jovens empreendedores capazes de transformar o Brasil. Isso é possível, pois as EJs oferecem serviços de alta qualidade com valor abaixo do mercado, o que favorece muito micro e pequenos empreendedores na hora de adquirir produtos e serviços. Há, também, a cultura de responsabilidade social das empresas, que fazem ações voluntárias que fazem a diferença para quem está a sua volta.

Na AEROJR. temos o Núcleo de Responsabilidade Social Empresarial – RSE que periodicamente executa ações transformadoras na sociedade, a última de nossas ações foi no final do ano passado quando realizamos uma oficina de foguetes.
Ufa! Agora você já está convencido certo?! Fazer parte de uma EJ é tudo de bom, além de enriquecer substancialmente um currículo, a vivência de uma empresa júnior coloca o estudante em um futuro profissional à frente dos que não sentem essa experiência na pele.
E olha que não te contamos a melhor parte, a nossa tão amada AEROJR. está com o processo seletivo aberto para os aunos do curso de Engenharia Aeroespacial da UFMG, a todos os interessados o acesso ao Edital e à inscrição se dá pelo link: https://bit.ly/2NPJvVD, ta fazendo o que aí parado? Corre lá e se inscreve, não vai querer ficar de fora disso tudo, certo?
Autor: Arthur Azevedo
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