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EJ’s que edificam: Ações Sociais

As sociedades atuais, em suma, se organizam no modelo econômico capitalista, que tem como principal objetivo o lucro. Entretanto, mesmo com essa forma de organização, muitas empresas atuais demonstram consciência quanto a sua responsabilidade social. Dessa forma, tem se tornado cada vez mais frequentes ações sociais que promovem o bem-estar de seus clientes, funcionários e da comunidade externa.

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Como a Consultoria Impacta o Mercado Empresarial

O mundo dos negócios passa por diversas situações de conflito que, muitas vezes, pode determinar se a empresa irá crescer, estagnar, ou até mesmo retroagir. Nesse momento, a melhor estratégia é obter a ajuda de um Consultor Empresarial para potencializar o empreendimento, ou ainda, auxiliar novos empreendedores nas oportunidades de mercado. Mas, o que é consultoria e como ela pode impactar na sua empresa? O que é consultoria e seus tipos A consultoria consiste na prestação de serviços por um profissional qualificado e especializado. A empresa responsável por esse serviço é orientada com base em resultados, está acostumada a avaliar situações semelhantes, facilitando a detecção de problemas e a obtenção de soluções. No Brasil, atualmente, as principais áreas de atuação empresarial são: Administrativa/Financeira; Qualidade/Produtividade; Vendas/Marketing; Gestão de Pessoas; Organizacional; e Engenharia. As empresas de Consultoria em Engenharia abrangem praticamente todas as especialidades e seus trabalhos podem ser técnicos – desenhos, documentações ou gerenciais – ou coordenação de atividades de projeto – dependendo do tipo e tamanho do projeto do cliente. Breve histórico da Consultoria Industrial A Consultoria Industrial teve início no final do século XIX, nos Estados Unidos e na Inglaterra, com o intuito de solucionar problemas decorrentes do aumento da complexidade das indústrias. O serviço, no entanto, só ganhou destaque após a quebra da Bolsa de Valores de Nova York em 1929, quando o mercado viu a necessidade de se prevenir contra futuras crises, buscando, então, aconselhamento financeiro, estratégico e organizacional. Como resultado, nos anos de 1980 e 1990, a indústria vivenciou um crescimento significativo com considerável importância no PIB (Produto Interno Bruto). O impacto da consultoria no ramo empresarial A consultoria empresarial é responsável por possibilitar que a organização tenha visibilidade de mercado e posicionamento com os concorrentes e clientes. Os consultores fornecem suporte, visão e soluções eficazes para o seu negócio e, como não fazem parte da organização, a tomada de decisão se torna mais clara e objetiva, focada nos resultados que se deseja alcançar. Os pequenos negócios, principalmente os novos empreendedores, são os que mais se beneficiam desse serviço. No mercado de intensa concorrência e de instabilidade, a falta de planejamento e auxílio externo faz com que muitas empresas não consigam sobreviver. A consultoria supre a carência nos processos gerenciais e administrativos, permitindo antecipar erros e minimizar riscos, evitando, assim, possíveis prejuízos. O papel das EJ’s As empresas juniores são excelentes opções para o serviço de consultoria, principalmente para novos e pequenos empreendedores. Por serem associações civis sem fins lucrativos, desenvolvem projetos com soluções de qualidade a preços abaixo do mercado. A AEROJR. Consultoria e Capacitação, por exemplo, é a empresa júnior de Engenharia Aeroespacial da UFMG que dispõe de universitários qualificados com o apoio de professores experientes, para oferecer serviços de excelência de consultoria aeronáutica em engenharia e capacitação profissional voltada ao setor aeroespacial. Empreendedor, você já possui um serviço de consultoria? Conheça nosso portifólio: https://aerojr.com/ Autora: Carolina Santos e Carlos Danyel

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Dando um rumo ao seu drone com GPS

Os drones, ou VANTs (Veículos Aéreos Não-Tripulados), têm se tornado cada vez mais acessíveis e baratos, assim como outros tipos de tecnologias. Essa difusão tornou o mercado mais competitivo e desenvolvido, com várias possíveis aplicações e diferentes tecnologias para melhorar seu desempenho. Uma dessas tecnologias é o GPS, que é utilizada tanto na segurança quanto na otimização da tarefa do drone.

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O Impacto das Empresas Juniores no Brasil

Pouco se fala sobre as Empresas Juniores no Brasil e menos ainda sobre o enorme impacto econômico e social causado por esse movimento. Portanto, aqui você descobrirá como tem ocorrido essa atuação no País. Aliás, você sabe o que é uma Empresa Júnior? Empresa Júnior Empresa Júnior (EJ) é o termo utilizado para designar uma empresa gerida exclusivamente por universitários durante a sua graduação. Trata-se, assim como qualquer empresa, de uma pessoa jurídica dotada de CNPJ, Estatuto Social, registro em cartório e de todas as minúcias exigidas no momento da criação de uma empresa. Entretanto, a grande diferença entre uma empresa comum e uma Empresa Júnior é o objetivo que as move. Enquanto a primeira existe para gerar lucro e acumular capital, o funcionamento de uma EJ é baseado no fortalecimento da formação profissional dos membros que a compõem. Assim, através da experiência de gerenciar uma empresa e executar projetos personalizados para cada cliente, o empresário júnior desenvolve habilidades únicas capazes de o transformar em um verdadeiro profissional. A interface graduação/gestão permite gerar um profissional mais capacitado para lidar com cenários adversos. Dessa forma, possui uma relação intima com o mercado e capaz de aliar a ciência e tecnologia presentes na universidade às soluções para seus clientes. Além disso, devido ao fato de uma EJ representar uma associação sem fins lucrativos, o valor cobrado por projeto costuma ser inferior ao de uma empresa comum. Portanto, isso representa um ponto atrativo para o cliente contratar a empresa e permite que o empresário júnior se desenvolva pela prática. Assim, como a base de uma EJ é o desenvolvimento dos seus membros, todo o valor arrecadado com projetos executados é revertido em capacitação. Consequentemente, haverá um cenário econômico com milhares de profissionais mais qualificados e aptos a realizar mudanças positivas na sociedade. Por que contratar uma Empresa Júnior? Fatores como, por exemplo, a qualificação dos universitários da EJ, o contato com professores experientes, a disponibilidade de equipamentos de última geração das universidades e o foco no aprendizado representam para muitos clientes uma opção com custo-benefício elevado ao contratar um serviço. Dessa forma, percebe-se como aos poucos o Movimento Empresa Júnior (MEJ) se consolida e impacta o mercado nacional. Segundo a Brasil Júnior (nossa confederação brasileira), chegaremos ao final de 2019 com 650 empresas juniores, em mais de 140 universidades e 22 estados do Brasil. Além disso, estimam-se 16 mil estudantes envolvidos diretamente no movimento, mais de 70 mil ex-empresários juniores e cerca de 10 mil projetos realizados apenas em 2017. Desse modo, movimentando em torno de R$18.000.000,00. Vale ressaltar que tudo sendo gerado exclusivamente por estudantes. A previsão para a expansão do “PIB júnior” realizada pela Brasil Júnior mostra os valores esperados para o número de projetos e faturamento da rede nos próximos anos, representando o aumento da confiança do mercado no trabalho das EJs: Ano Projetos Realizados Faturamento 2019 27.000 R$ 50.000.000,00 2020 48.000 R$ 100.000.000,00 2021 80.000 R$ 180.000.000,00 Impacto na sociedade Além do impacto econômico causado pelo MEJ, o caráter empreendedor do movimento revela ainda uma face social que merece ser exaltada. Nesse sentido, um caso de destaque é o da Porte Jr, empresa júnior prestadora de serviços de arquitetura e engenharia, que realizará uma intervenção em uma comunidade quilombola. A empresa atuará desenvolvendo o projeto de um galpão de uso comum para serem realizadas atividades econômicas, de lazer e aprendizado. Desse modo, os projetos a serem realizados são de natureza hidrossanitária, elétrica e arquitetônica. Assim, almejam impactar 800 pessoas, atingir 7 ODS (objetivos de desenvolvimento sustentável) da ONU e entrar para a história da empresa. Mas os bons exemplos não param por ai. Temos ainda a Enetec Consultoria, empresa júnior de engenharia elétrica. Em parceria com a ONG Um Litro de Luz, a EJ desenvolveu postes de luz autossutentaveis que foram instalados em comunidades carentes de várias cidades do país. Eles não cobraram nada por isso. Portanto, essa é a essência do que é ser empresário júnior no Brasil: desenvolver soluções que impactam a sociedade visando apenas a consolidação da formação profissional, pessoal e empreendedora de graduandos. E, é claro, casos como o da Porte Jr e Enetec Consultoria não são isolados. Há diversos outros bons exemplos de como empresas juniores impactam a educação no Brasil como a AEROJR., EMAS Jr e RH Jr. Inove com EJ’s Sendo assim, fica claro que apostar nem uma Empresa Júnior não é dar um tiro no escuro. Muito pelo contrário, trata-se de uma opção inteligente e extremamente vantajosa para o seu negócio. Sendo assim, o mercado está em constante mudança e se fechar para as novidades que ele oferece, como uma EJ, não é estrategicamente vantajoso. Inove, conheça a AEROJR. e o MEJ, explore e saia na frente. Ficou interessado? Então, conheça mais o nosso trabalho e entenda como a AEROJR. está em constante busca por ser referência no mercado aeronáutico.

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Entrevista com Professores: Professora Gilva Altair Rossi de Jesus

A AEROJR. buscou realizar mais uma entrevista com professores! Desta vez realizamos a entrevista com a professora Gilva Altair Rossi de Jesus, membra do Departamento de Engenharia Mecânica da UFMG. Ela é uma das poucas mulheres do departamento e nos contou sobre sua trajetória, seus projetos, sua carreira e sua atuação como profissional na área da educação. Percurso e Carreira AEROJR.: Bom dia! Para iniciar a entrevista, queríamos saber um pouco mais sobre a sua trajetória acadêmica. Gilva: Bom dia! Eu fiz graduação aqui na UFMG, me formei em 1986 em engenharia elétrica. Fiz mestrado com o Prof. Ronaldo Pena, que já foi reitor da UFMG. Terminei o mestrado em 1989 e, por coincidência, ao terminar o mestrado surgiu uma vaga no Departamento de Engenharia Mecânica (DEMEC). Eu defendi meu mestrado em outubro, o concurso foi em novembro. Eu passei no DEMEC (Departamento de Engenharia Mecânica), e a vaga era justamente para instrumentação e controle. Eu era bem nova, tinha 26 anos. [Naquela época] Era mais fácil de entrar na universidade, não era exigido o doutorado. Já tinham alguns concursos para doutores, mas a maior parte dos concursos era para mestres. Na época o curso era de engenharia mecânica com ênfase em aeronáutica, na época, mas a gente já tinha um curso muito forte na área de aeronáutica. Os alunos saiam com habilitação em aeronáutica. Desde aquela época, já formavam entre 10 e 15 alunos por semestre. Depois de um tempo, eu saí para fazer um doutorado. Fui para Santa Catarina e terminei o doutorado em 1999. Desde então, estou aqui. Quando eucheguei, criaram um curso noturno de engenharia mecânica, e logo em seguida criaram o curso de engenharia aeroespacial. Desde então, estou dando aula para os alunos do curso. Quando eu cheguei, estavam tentando estruturar melhor essa parte de controle e automação. Foi montado um laboratório para dar essa introdução pra vocês e eu participei disso. AEROJR.:  Poderia falar um pouco mais sobre suas áreas de atuação e projetos desenvolvidos ao longo da carreira? Gilva: A minha principal atuação tem sido no desenvolvimento de sistemas automatizados. Para isso, é necessário conhecimento na área de eletrônica, automação, controle, programação e aquisição de sinais. AEROJR.:  Entre todos os projetos que participou, qual deles foi o mais impactante para você e qual o motivo? Gilva: Um dos trabalhos desenvolvidos na área, e que considero muito didático, pois envolve todas as áreas citadas acima, é um sistema automatizado de coleta de dados de medidas de pressão sonora. Além da montagem do sistema eletromecânico, foi desenvolvido um sistema supervisório onde o usuário cria uma malha bidimensional e comanda o início do procedimento de medição. O sistema irá comandar o posicionamento do sensor em cada ponto da malha, fará a medição em cada ponto e armazenará os dados para futura análise. O sistema apresenta alternativas de comando remoto, visualização de resposta em tempo real, tanto no domínio do tempo quanto da frequência, e armazenando dados para posterior análise computadorizada. AEROJR.: E você sempre sentiu que tinha essa vocação para a área de exatas ou foi uma coisa que você foi descobrindo? Gilva: Não, eu sempre desconfiei. Eu acho que eu tive essa convicção mesmo já na graduação. A gente percebe ter essa curiosidade quando se depara com um cálculo, um desafio matemático. Eu acho que na graduação eu já sentia. Mas no mestrado e no doutorado, quando você percebe que a sua curiosidade aumenta ao descobrir problemas e resolver problemas e não tem aquele desânimo quando você vê aquele emaranhado de equações. Eu acho que tem que ter uma vocação, porque senão você desiste. Logo na graduação, eu já tinha certa facilidade, mas no mestrado, doutorado… Meu mestrado foi modelagem matemática, então eu lidava com um punhado de equações. Já no mestrado, doutorado eu percebi essa vocação. Agora, o interessante foi quando eu percebi a vocação para ficar na universidade. Quando eu estava no inicio do mestrado, fui convidada para participar de um grupo de consultoria. E ai eu tive um contato com empresa e percebi que o ambiente de empresa [para mim] não era muito legal, não gostei muito. Foi aí que eu falei: “eu vou ficar na pesquisa”. E aí surgiu a oportunidade. Eu dei 6 meses de aula na Pontifícia Universidade Católica, não sei se foi uma boa opção, eu fui pra uma área que não era minha. Eu fui para testar, pensando: “vamos ver como é que é”. Mas acho que quando eu percebi que na universidade tinha essa liberdade… Porque na universidade tem essa liberdade. Você pode pesquisar, você pode trabalhar com administração, além de dar aula, diversifica bastante a sua atuação. Isso também é bem interessante. AEROJR.: O que mais te motivou ao longo da sua trajetória a continuar seguindo o caminho que você seguiu? Gilva: A primeira coisa que me vem à cabeça é “o ambiente da universidade é bom”. No todo, acho que quando você pensa em trabalhar no campus, tem essa dinâmica de muita gente jovem. Os alunos vêm, a gente vê os alunos chegando novinhos e de repente eles já estão mais amadurecidos e vão embora. Isso é muito bom, é interessante. O fato de você propor um projeto, por exemplo, é uma dificuldade, é um desafio e é bom. Eu posso… podia né, agora eu estou há muito tempo na carreira, mas  há uns 15 anos, eu poderia propor: “agora eu quero pesquisa na área de educação para engenharia”, e eu poderia encaminhar a minha carreira para aquilo, dentro do que é útil dentro da universidade. E isso é muito bom, te incentiva a continuar porque você tem vários caminhos. E depende muito de você. “Eu vou propor isso, eu vou pegar essa área. Sento e escrevo um projeto, vou buscar financiamento e acabar conseguindo algo”. Persistindo a gente sempre conseguiu alguma coisa. Às vezes, ficamos meio frustrados, mas se não conseguir nada também faz parte. Não se consegue tudo, mas a gente sempre consegue alguma coisa. Acho que o que mais me motivou aqui

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