Aeronáutica

Aeródromo e Aeroporto: Qual a diferença?

É muito comum que diversas pessoas interessadas pela aviação tenham dúvidas quanto às nomenclaturas da área. Mas não se preocupe! Essas incertezas podem ocorrer até mesmo com pessoas familiarizadas com o setor aeronáutico. Muitas dessas dúvidas decorrem da necessidade de se usar termos técnicos específicos em consonância com os órgãos competentes. Entre as dúvidas mais comuns estão aquelas relacionadas às denominações de estruturas de pouso e decolagem de aeronaves. Como exemplos, a diferença entre Heliponto e Heliporto e entre Aeródromo e Aeroporto. E você, saberia diferenciar tecnicamente esses dois últimos termos?

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Como as companhias aéreas estão lidando com a crise do Coronavírus

Nestes tempos de quarentena, o número de voos comerciais e a quantidade de passageiros viajando de avião caiu muito, atingindo números inimagináveis para os dias atuais. Em frente à crise causada pela pandemia da COVID-19 muita coisa mudou, pois com milhões de infectados e de mortos, a demanda pelo transporte aéreo de cargas médicas e suprimentos disparou. Ademais, teve empresa aérea cargueira, que esteve à beira da falência e que não voava mais, voltando a ter seus aviões no céu com a nova demanda causada pelo surto da doença. Nesse cenário, eventos inusitados aconteceram, como o voo comercial mais longo da história. A seguir no texto, será apresentada a situação geral das companhias aéreas diante à crise. Porém, o foco será nas empresas aéreas de passageiros, com ênfase nas nacionais. O tráfego de passageiros em voos domésticos reduziu em torno de 90% e, por consequência, várias empresas aéreas tiveram que se reinventar, ou ao menos criar soluções para tentar reduzir o prejuízo financeiro. Algumas, por exemplo, passaram a transportar cargas nas poltronas, onde antes iam as pessoas. Vejamos a seguir a situação da LATAM, Gol, Azul, e um pouco das principais companhias aéreas no mundo. LATAM A companhia aérea, sendo a maior da América do Sul, suspendeu todos os seus voos internacionais de passageiros, e reduziu em mais de 95% seus voos domésticos. Essa redução ocorreu não só no Brasil, mas em todos os países onde a empresa opera. Inclusive, só manteve os voos domésticos aqui e no Chile. No Brasil, a frota voando corresponde a 39% do total. A LATAM é uma das empresas aéreas que passou a utilizar aeronaves de passageiros no transporte de cargas, utilizando a cabine de passageiros para acomodar caixas e pacotes. Como curiosidade, pode-se apontar o fato de terem usado aviões de grande porte, como o 767 e o 777, em rotas dentro do país, algo que é bem incomum. Entretanto, isso se deve ao fato de caber mais carga dentro deles, bem como, para dar mais horas de voo aos pilotos específicos desses tipos de aeronaves. GOL Sendo a companhia aérea que mais sofreu com a crise, a Gol Linhas Aéreas esteve com mais de 88% da frota parada. Tal número não se deve apenas à pandemia, mas também ao fato de diversas de suas aeronaves terem apresentado problemas, e por consequência, foram impedidas de voar. Nesse caso, o problema estava basicamente em todos os Boeing 737 MAX da empresa, e também ocorreu com alguns 737-800 NG. Além disso, cortou muitos gastos e o salário de diversos funcionários, inclusive de seu CEO e de vários vice-presidentes. Mesmo com poucos passageiros, ela continuou realizando rotas definidas em acordo conjunto com a ANAC e com as outras duas companhias aéreas nacionais. Nesse acordo, ficou definido que seriam realizados apenas voos essenciais, isto é, o mínimo possível para suprir as necessidades desse tipo de transporte. No acordo, 51 cidades estavam sendo atendidas, sendo as 26 capitais, o Distrito Federal, e outras 19 cidades. AZUL Mais nova dentre as três empresas brasileiras, a Azul está com 77% da frota parada. Enquanto isso, a frota em operação atuou nas malhas de Campinas e a do Norte do país (principalmente no Amazonas). Sua frota composta por aeronaves ATR, EMBRAER, AIRBUS, além de ter Boeings 737 na divisão cargueira, permite que ela opere em aeroportos com pouquíssima infraestrutura. Além disso, ao usar os turboélices ATR 72, consegue chegar em lugares onde só é possível ir de avião. Além do foco em atingir localidades remotas e destinos a partir de seu hub em Campinas (aeroporto que serve como centro de distribuição de voos), a Azul está apostando também no transporte de cargas para passar por esse período de dificuldade. Situação das Maiores Companhias Aéreas na Crise EUA A American Airlines parou praticamente metade da frota, e planeja aposentar antecipadamente diversas aeronaves, como os 757, 767, além de alguns Embraer 190 e Boeing 737. Outra empresa americana, a Delta Airlines, parou 52% de sua frota. E, após apresentar lucros por mais de 37 anos consecutivos, fez cortes drásticos em seus gastos, incluindo demissões de funcionários e aposentadoria de aeronaves. Ásia Na Ásia, a China Southern parou 26% da frota, sem previsão de parar nenhum avião em definitivo. Sua concorrente, a China Eastern, parou 24% e a Air China parou 29% de seus aviões. Inicialmente, a Turkish Airlines parou 88% de sua frota, passando a deixar de operar provisoriamente 100% de seus aviões, fazendo essa transição de forma gradual. Maior empresa aérea da Índia, a IndiGo parou totalmente, depois que a situação da pandemia no país se agravou. A Emirates, uma das companhias aéreas asiáticas mais luxuosas e conhecidas no mundo, parou 83% dos seus aviões, e com o passar do tempo foi parando com o restante, chegando a ter também 100% dos voos cancelados. Europa Em relação às companhias europeias, a alemã Lufthansa foi uma das que mais sofreu, tendo parado mais de 85% das aeronaves. Essa, inclusive, anunciou que irá aposentar 6 dos seus Airbus A380. Entre os voos que ela continua operando, a maioria passou a ser destinada ao transporte de cargas. A British Airways está com 72% da frota parada e também irá adiantar a aposentadoria de seus aviões quadrimotores, chegando, por exemplo, a ter todos os seus A380 parados em solo. A Alitalia, que já sofria com uma grave crise financeira, teve que parar 52% de seus aviões devido à pandemia da COVID-19. Na França, a Air France deixou de operar, provisoriamente, 80% da frota, e a KLM na Holanda parou 39%. Em 2020, a maioria das companhias já pretendia retomar os voos de forma gradual, à medida que situação fosse melhorando. Voos particulares Com a crise causada pela pandemia, milhares de voos foram cancelados, e a disponibilidade de horários e destinos foi reduzida drasticamente. Contudo, devido ao seu trabalho, muitas pessoas necessitam realizar viagens aéreas urgentes para diversos lugares do mundo. Assim, uma solução encontrada por esses profissionais foi recorrer a voos corporativos. Para isso, eles

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Renovação de Cadastro para Aeródromos Privados

Com os avanços do setor aeronáutico brasileiro nos últimos anos, a movimentação de aeronaves no espaço aéreo do país vem aumentando consideravelmente a cada ano. Porém, você sabia que 47% dessas aeronaves são de uso privado? Hoje o Brasil tem cerca de 2356 aeródromos privados registrados na Agência Nacional de Aviação Civil. Em sua maioria, são por consequência de tantos veículos aéreos particulares em circulação no país. Mas afinal, qual a importância de se fazer a renovação de cadastro de aeródromos privados?

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A busca por ser referência no mercado aeronáutico

No atual contexto social e empresarial, o seguinte questionamento é sempre alvo de discussões das empresas: o que é ser referência no mercado? Essa palavra, cercada de diversas opiniões, revela a busca por um propósito de excelência. Assim, como parte integrante do transformador Movimento Empresa Júnior, a AEROJR. se fortalece a cada dia em sua jornada por ser referência nos diversos serviços que compõem seu portfólio. Nesse contexto, acreditamos que o aprendizado teórico e prático, aliado à vivência empresarial são o caminho para oferecer soluções sólidas e confiáveis. A busca por capacitação: em pauta, novos conhecimentos A AEROJR. destaca-se como uma empresa sempre disposta a tornar-se referência em diferentes setores do mercado aeronáutico. Logo, cada item do portfólio da empresa é fundamentado em um processo sistemático de estudo e capacitação na área. Dentre os serviços destaca-se a execução de processos de aceitação de aeronaves. Para isso, são feitas etapas processuais e de engenharia para a aceitação de uma aeronave LSA (Aeronave Leve Esportiva). Além disso, são executados serviços envolvendo a área de cargas, manuais e ensaios em voo, proporcionando um projeto mais completo. Assim, tudo isso resume-se em uma busca pela referência em tudo que realizamos, sendo sempre baseada no estudo e na prática. Foco na realidade: investimento em pesquisa Muitas vezes a busca pela referência no mercado exige um conhecimento da área com muita propriedade, o que inclui aspectos econômicos e jurídicos. Diante disso, a AEROJR. especializou-se em realizar boas análises de mercado e da legislação do setor aeronáutico, garantindo a sua atuação na regulamentação de aeródromos. Desse modo, a empresa oferece serviços de consultoria no registro, regularização e renovação cadastral de helipontos e aeroportos privados, incluindo toda a parte de documentação essencial. Por fim, desenvolvemos estudos aeronáuticos executando toda a parte técnica e burocrática necessária. Outro assunto diretamente relacionado à pesquisa e desenvolvimento na empresa é o setor de drones. Nesse sentido, os itens do nosso portfólio ligados à consultoria para esses veículos estão vinculados aos estudos de mercado e legislação desenvolvidos por nós. Consequentemente, executamos serviços de consultoria na aquisição do veículo, escolha de seguros, a realização da homologação na ANATEL e o registro na ANAC e DECEA. Enfim, pode-se destacar que os drones possuem uma vasta aplicabilidade, como em fotografia e filmagens, imobiliário, recreação, limpeza, mineração e na agricultura. Inovação: uma questão de propósito Identificamos que a busca pela referência ganha mais destaque quando há uma oferta de soluções inovadoras de excelência para demandas singulares. Então, para um projeto de um drone com especificações e funcionalidades jamais vistas no mercado, realizamos a escolha de componentes, modelagem 3D e simulações. Para mais, um processo de prototipagem é feito para a etapa final: os testes. Assim, nossa busca pelo propósito de excelência passa sempre por dedicarmos a um serviço completo e diferenciado. Dedicação ao que amamos: capacitar Os alunos de engenharia aeroespacial também possuem o anseio por difundir o estudo de astronomia e astronáutica. Diante desse desejo, surgiu no portfólio da AEROJR. o curso “GRAVIDADE”. Nesse sentido, o esforço e comprometimento da equipe são vistos tanto na qualidade da apostila disponibilizada aos alunos quanto na capacitação dos aplicadores das aulas. Ademais, a busca por um serviço de excelência levou-nos a propor uma revisão do material, feita pelos professores da UFMG, especialistas na área. Tudo isso dialoga com nossa dedicação em capacitar. Entretanto, ser referência no mercado necessita de algo a mais: ser diferenciado. Logo, investimos em uma apresentação didática e interativa do nosso serviço. Tudo isso com o foco no envolvimento total do aluno e em bons resultados. Essa metodologia foi aplicada e confirmada, destacando-se na realização do curso no Colégio Loyola. Assim, dentre os alunos que participaram das aulas, 3 obtiveram o diferencial de serem medalhistas de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Visão atenta ao mercado: oferecer o diferencial A AEROJR., em sua constante observação por oportunidades, preza pela entrada em novos segmentos com serviços únicos. Assim, a empresa passou a se dedicar ao setor de acústica. Ser referência nessa área exige uma busca constante por novos conhecimentos a fim de oferecer ao cliente um projeto completo e com ferramentas avançadas. Trabalhar em acústica significa possuir um portfólio de soluções inovadoras, tanto para aplicações arquitetônicas, industriais ou residenciais. Isso posto, destaca-se a personalização do serviço acústico: cada projeto é singular, desenvolvido especialmente para aquela situação. Oferecemos, então, serviços em isolamento e tratamento acústico, bem como a criação de um Sistema de Gestão da Qualidade para laboratórios de ensaios e calibração referentes a medições de emissão de ruídos ambientais. Assim, a AEROJR. destaca-se por ser uma empresa diferenciada, engajada na jornada diária de ser referência no mercado aeronáutico. Dessa maneira, aliando a dedicação ao que amamos com propósito de excelência, buscamos evoluir sempre como uma iniciativa prestativa, sólida e confiável. O que acha de ser referência conosco? Então, entre em contato com a AEROJR. por meio do e-mail [email protected] ou pelo nosso telefone (31) 3409-1086. Ah, e não deixe de seguir as nossas redes sociais para conferir mais informações! Autor: Pedro Bastos e Esriel Ferrari

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Cadastramento de aeródromo: o que fazer

O cadastramento de um aeródromo trata-se de sua inscrição junto à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), na qual são informados os dados relativos a sua estrutura física e de operação. Assim, pode subdividir o cadastro em dois: o registro (para aeródromos privados) e a homologação (para aeródromos públicos). Em ambos casos, a legislação os define como obrigatórios, ficando sujeito a sanções legais aqueles que a negligenciarem. E, antes de conhecer melhor sobre esse processo, há de se diferenciar os tipos de aeródromos. Quais são os tipos de aeródromos? Neste sentido, podemos reconhecer três tipos, como definido pela ANAC: Aeroportos: são os que possuem instalações para apoio de operação de aeronaves, além de embarque e desembarque de pessoas e cargas; Helipontos: são destinados exclusivamente a helicópteros; Heliportos: possuem estrutura de operação parecida com a dos aeroportos, porém destinados unicamente aos helicópteros. Diferença no cadastramento dos aeródromos Essa diferenciação é necessária pois a regulamentação dos aeroportos e heliportos – por serem de caráter público -, possuem diferenças importantes em relação aos helipontos, tanto na documentação quanto nos valores de taxas a serem pagas ao Tesouro. Com essas informações em mente, pode restar a pergunta: “Como, de fato, eu faço o cadastramento do meu aeródromo?”. A resposta está logo abaixo. Autorização prévia para construção Primeiro, é importante ressaltar que o cadastramento é fundamentado pela Portaria Nº 3352/SIA, do dia 30/10/2018. Essa portaria aprova a relação de documentos e prazos de análise dos processos necessários. Esses que envolvem aprovação de planos e programas, cadastro e certificação de aeródromos e autorização de operações, obras e serviços. Antes de tudo, é importante identificar o Operador de Aeródromo. Constitui-se no agente responsável por manter o aeroporto ou heliponto funcionando de acordo com as normas vigentes. Além disso, ele fornece às agências responsáveis todos os documentos exigidos em todas as etapas que caminham da construção ao funcionamento. É obrigatória por lei e, portanto, indispensável a presença desse profissional. De acordo com a legislação brasileira, todo aeródromo a ser construído necessita de autorização prévia da ANAC. Para fazê-lo, é preciso entregar à agência uma série de documentos, sendo que a maioria possui modelo padrão a ser preenchido no site oficial. Exemplos destes documentos são: requerimento de autorização prévia de construção e cópia da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), devidamente apresentados junto ao CREA, relatando os responsáveis técnicos pela obra. Nessa etapa, a diferença entre os aeródromos públicos e privados é pela Taxa de Fiscalização da Aviação Civil (TFAC), além dos projetos de construção. Logo, enquanto a taxa para aeroportos pode variar entre R$ 4.911,12 e R$ 73.485,36, a para helipontos se reduz a uma única de R$ 1.364,20. Construído o aeródromo, o que fazer? Com as obras finalizadas, resta, antes de iniciar o uso, fazer o cadastro. Assim, a homologação e o registro são realizados de forma similar à autorização. Ou seja, os documentos são entregues à ANAC digitalmente pelo Operador e, em sua maioria, como modelos padrões que requerem o preenchimento correto dos dados. Dentre esses documentos, destacam-se: Notificação de Término de Obra (notificando a finalização da estrutura previamente requerida para ser construída) e Requerimento de Cadastramento. A ANAC estipula um prazo de 120 dias para análise e envio de uma resposta oficial. Caso o aeródromo situe-se em área de fronteira, precisará de um parecer do Comando da Aeronáutica (COMAER) e o prazo de 120 dias não mais será, necessariamente, seguido. Na hipótese de ser um aeroporto ou heliporto, deverá ser feita uma outorga junto ao poder público, em que fica autorizada a exploração aeroportuária. Finalizado o cadastro, a agência emite, na situação de deferimento do processo, uma Portaria de Inscrição do aeródromo. Após isso, ele já estará apto a iniciar suas atividades. O documento vale por 10 anos, podendo ser prorrogado por período de tempo igual. Contudo, mesmo com o prazo de validade, o operador de aeródromos deverá notificar, pelos meios adequados, a ANAC de modificações na estrutura física, caso ocorram. Venha voar conosco! Por fim, sabe-se que o meio de transporte aéreo no Brasil está cada vez mais popularizado, significando um mercado crescente. Dessa forma, se você tem interesse nesse mercado ou já possui um aeródromo, mas falta uma consultoria adequada, entre em contato conosco! Podemos lhe ajudar e garantir que esteja cumprindo as regulamentações dos órgãos administradores. Portanto, entre em contato e tenha a AEROJR. ao seu lado nesta caminhada! Autores: Felipe Jorge e Gabriel de Hollanda

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5 Super Dicas para Renovar seu CAVE

Se você tem uma aeronave experimental, seja acrobática, histórica, amadora, ou de exibição, você sabe como é importante ter a documentação de sua aeronave em dia. Entretanto, essa tarefa também pode se tornar um grande fardo. Por isso, viemos te ajudar com dicas para não ter problemas na renovação de um dos documentos imprescindíveis para aviação experimental: o CAVE (Certificado de autorização de Voo Experimental).

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Modificações em Aeronaves Sem Dores de Cabeça

A segurança e necessidade de qualidade constante é essencial no setor aeronáutico. Muitas vezes, essa afirmação refere-se à aviação comercial. No entanto, essa é uma necessidade e preocupação em todos os ramos da aviação civil. Dessa forma, estão englobadas a aviação experimental, a desportiva, e até mesmo a executiva. Assim, deve-se identificar e aprovar as modificações em aeronaves junto ao órgão regulamentador, a fim de garantir a segurança e a qualidade.

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Documentos Imprescindíveis para ter a bordo

Provavelmente você já andou de avião, ou pelo menos já viu um, nem que seja voando lá no alto céu. Cada vez mais pessoas estão tendo acesso a esse meio de transporte extremamente rápido e eficiente. Entretanto, muitos ainda não sabem o que é necessário para que um avião possa decolar e realizar o voo normalmente. Há diversos requisitos mínimos gerais para que a aeronave seja autorizada a operar. Portanto, assim como qualquer outro meio de transporte, uma série de documentos a bordo são necessários para que ele seja autorizado a voar.

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7 curiosidades sobre os voos comerciais

Já se pegou pensando sobre como funciona o banheiro do avião, ou o porquê de não ter paraquedas disponível para os passageiros? Bem, com o aumento de pessoas decolando por aí, certamente essas dúvidas também aumentaram. Em 2018, as empresas aéreas brasileiras transportaram mais de 102 milhões de passageiros, sendo um novo recorde para a aviação nacional. E, apesar dos números, ainda existem diversos fatos que são desconhecidos pela maioria dos passageiros e amantes de aviões. Listamos abaixo os 7 fatos mais curiosos sobre voos comerciais, e alguns deles com certeza irão te surpreender.

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