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Topografia usando drones

Sabemos que o mercado de drones vem crescendo nesta última década. Com ele, diversos serviços são prestados, indo muito além do uso recreativo. Dentre estes serviços, encontramos melhorias logísticas em empresas, monitoramento e segurança, fotografia e usos em esportes radicais. Apesar disso, um dos serviços mais vantajosos é o uso de drones para topografia e estudos de terrenos. Este, inclusive, está em pleno crescimento no Brasil.

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OBA: indo além do horizonte

A escola é um lugar de descobertas. Grande parte de nossa vida é desenvolvida no âmbito escolar, dentro da sala de aula ou fora dela. Tais descobertas abrangem diversas áreas: sociais, políticas, esportivas e, definitivamente, científicas. Cada uma delas deve ser devidamente trabalhada, é claro. Porém, queremos falar especialmente sobre a área da ciência, mais especificamente sobre a astronomia e astronáutica. O incentivo à ciência no Brasil Em nosso país, vemos que a ciência, infelizmente, não é devidamente valorizada. Preocupamo-nos em enaltecer políticos e jogadores de futebol, e nos esquecemos de amparar aqueles que desenvolvem e preparam o futuro da educação brasileira. Entretanto, devemos lembrar que o incentivo à ciência deve estar presente desde a educação básica. Como um desses incentivos, destacamos, com veemência, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). afinal, o que é a OBA? Para quem é novo no assunto, a OBA é uma olimpíada nacional, aberta para escolas públicas ou privadas das quais participam alunos e alunas dos ensinos fundamental e médio. Nela, os estudantes são submetidos a premiações na forma de medalhas. A OBA é realizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e tem justamente o objetivo de fomentar o interesse de crianças e adolescentes pela área aeroespacial no Brasil. Nesta altura, você já deve ter percebido a importância da OBA na vida dos estudantes: incentivados pela competição e premiação, os jovens conhecem, estudam e se interessam pela astronomia e pela astronáutica. Desta forma, a OBA, muitas vezes, é a porta de entrada que crianças e adolescentes encontram para desbravar o mundo. Ou melhor, para os mundos que esta vasta área da ciência nos oferece. Além disso, ao difundir os conhecimentos sobre a área aeroespacial, a OBA permite que muitos estudantes enxerguem a possibilidade de ingresso no time de cientistas do nosso país, assumindo as importantes responsabilidades de desenvolvimento e incentivo à ciência nacional. A AEROJR. e a OBA Tendo consciência da riqueza e importância que o ensino da ciência – em especial na área de astronomia e astronáutica – tem para com nossa sociedade e sabendo da relevância que a OBA tem nesse ensino, a AEROJR. trabalha com todo o empenho em seu curso, o Gravidade, oferecido às escolas para atiçar a curiosidade dos alunos e prepará-los para eventuais competições. O curso é lecionado pelos próprios membros da empresa, isto é, estudantes do curso de engenharia aeroespacial da UFMG, e já conta com grandes realizações: em uma turma participante do curso tivemos três medalhistas de ouro na OBA de 2019! Caso haja interesse pelo curso Gravidade, entre em contato conosco! Autoras: Luana Sartori e Alice Duarte

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Cadastramento de aeródromo: o que fazer

O cadastramento de um aeródromo trata-se de sua inscrição junto à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), na qual são informados os dados relativos a sua estrutura física e de operação. Assim, pode subdividir o cadastro em dois: o registro (para aeródromos privados) e a homologação (para aeródromos públicos). Em ambos casos, a legislação os define como obrigatórios, ficando sujeito a sanções legais aqueles que a negligenciarem. E, antes de conhecer melhor sobre esse processo, há de se diferenciar os tipos de aeródromos. Quais são os tipos de aeródromos? Neste sentido, podemos reconhecer três tipos, como definido pela ANAC: Aeroportos: são os que possuem instalações para apoio de operação de aeronaves, além de embarque e desembarque de pessoas e cargas; Helipontos: são destinados exclusivamente a helicópteros; Heliportos: possuem estrutura de operação parecida com a dos aeroportos, porém destinados unicamente aos helicópteros. Diferença no cadastramento dos aeródromos Essa diferenciação é necessária pois a regulamentação dos aeroportos e heliportos – por serem de caráter público -, possuem diferenças importantes em relação aos helipontos, tanto na documentação quanto nos valores de taxas a serem pagas ao Tesouro. Com essas informações em mente, pode restar a pergunta: “Como, de fato, eu faço o cadastramento do meu aeródromo?”. A resposta está logo abaixo. Autorização prévia para construção Primeiro, é importante ressaltar que o cadastramento é fundamentado pela Portaria Nº 3352/SIA, do dia 30/10/2018. Essa portaria aprova a relação de documentos e prazos de análise dos processos necessários. Esses que envolvem aprovação de planos e programas, cadastro e certificação de aeródromos e autorização de operações, obras e serviços. Antes de tudo, é importante identificar o Operador de Aeródromo. Constitui-se no agente responsável por manter o aeroporto ou heliponto funcionando de acordo com as normas vigentes. Além disso, ele fornece às agências responsáveis todos os documentos exigidos em todas as etapas que caminham da construção ao funcionamento. É obrigatória por lei e, portanto, indispensável a presença desse profissional. De acordo com a legislação brasileira, todo aeródromo a ser construído necessita de autorização prévia da ANAC. Para fazê-lo, é preciso entregar à agência uma série de documentos, sendo que a maioria possui modelo padrão a ser preenchido no site oficial. Exemplos destes documentos são: requerimento de autorização prévia de construção e cópia da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), devidamente apresentados junto ao CREA, relatando os responsáveis técnicos pela obra. Nessa etapa, a diferença entre os aeródromos públicos e privados é pela Taxa de Fiscalização da Aviação Civil (TFAC), além dos projetos de construção. Logo, enquanto a taxa para aeroportos pode variar entre R$ 4.911,12 e R$ 73.485,36, a para helipontos se reduz a uma única de R$ 1.364,20. Construído o aeródromo, o que fazer? Com as obras finalizadas, resta, antes de iniciar o uso, fazer o cadastro. Assim, a homologação e o registro são realizados de forma similar à autorização. Ou seja, os documentos são entregues à ANAC digitalmente pelo Operador e, em sua maioria, como modelos padrões que requerem o preenchimento correto dos dados. Dentre esses documentos, destacam-se: Notificação de Término de Obra (notificando a finalização da estrutura previamente requerida para ser construída) e Requerimento de Cadastramento. A ANAC estipula um prazo de 120 dias para análise e envio de uma resposta oficial. Caso o aeródromo situe-se em área de fronteira, precisará de um parecer do Comando da Aeronáutica (COMAER) e o prazo de 120 dias não mais será, necessariamente, seguido. Na hipótese de ser um aeroporto ou heliporto, deverá ser feita uma outorga junto ao poder público, em que fica autorizada a exploração aeroportuária. Finalizado o cadastro, a agência emite, na situação de deferimento do processo, uma Portaria de Inscrição do aeródromo. Após isso, ele já estará apto a iniciar suas atividades. O documento vale por 10 anos, podendo ser prorrogado por período de tempo igual. Contudo, mesmo com o prazo de validade, o operador de aeródromos deverá notificar, pelos meios adequados, a ANAC de modificações na estrutura física, caso ocorram. Venha voar conosco! Por fim, sabe-se que o meio de transporte aéreo no Brasil está cada vez mais popularizado, significando um mercado crescente. Dessa forma, se você tem interesse nesse mercado ou já possui um aeródromo, mas falta uma consultoria adequada, entre em contato conosco! Podemos lhe ajudar e garantir que esteja cumprindo as regulamentações dos órgãos administradores. Portanto, entre em contato e tenha a AEROJR. ao seu lado nesta caminhada! Autores: Felipe Jorge e Gabriel de Hollanda

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Retrospectiva Astronômica 2019

Gosta de Astronomia? Acompanhou durante todo o ano de 2019 os acontecimentos astronômicos e os avanços na área astronáutica? Então, no último dia do ano vamos relembrar alguns acontecimentos importantes para a área da astronáutica e astronomia. Vamos fazer uma retrospectiva astronômica onde iremos falar sobre assuntos como o lançamento de 60 satélites do Elon Musk, as imagens dos satélites que o INPE e a NASA divulgaram alertando sobre as queimadas da Amazônia, a primeira fotografia de um buraco negro e outros fatos que marcaram o ano de 2019 na história da ciência astronáutica.  21 jan – Eclipse Lunar Total  Começamos o ano com uma imagem que encantou a todos, pessoas pararam para olhar a lua e fãs de astronomia tiraram um tempo para poder fotografá-la. O que aconteceu foi o eclipse lunar total que também foi chamado de “A Lua Sangrenta” devido ao tom avermelhado que ela adquiriu.  12 Fev – Sobrevoo da sonda Juno No mês seguinte aconteceu a chegada da sonda Juno no planeta Júpiter que realizou seu primeiro sobrevoo de 7 que foram planejados. A missão feita pela NASA foi com o intuito de entender mais sobre o planeta gasoso e após ter as primeiras imagens divulgou uma de sua famosa “mancha vermelha” que na verdade é uma tempestade que ocorre a centenas de anos já, pesquisadores tentam descobrir quais as substâncias que ela possui para ter esse tom e porque ela já ocorre a tanto tempo. 10 Abr – 1ª imagem de um Buraco Negro Em Abril aconteceu uns dos maiores marcos da história da astronomia: Foi registado a primeira imagem de um Buraco Negro. Foi um desafio durante anos, pois buracos negros estão a distâncias absurdas da Terra. O que foi registrado está a mais de 500 quinquilhões de quilômetros de distância. Porém com a ajuda de 8 telescópios espalhados pelo mundo conseguimos obter uma imagem a qual pode esclarecer um pouco mais sobre esse fenômeno, e quem sabe fazermos grandes descobertas sobre ele futuramente.  23 Maio – Satélites de Elon Musk Em 23 de Maio de 2019 com o lançamento de 60 pequenos satélites começou a missão de Elon Musk de lançar o total de 12 mil satélites com o objetivo de transmitir internet de alta velocidade em seu novo projeto de internet global:  O projeto Starlink. Vale ficar de olho nos próximos passos de Elon, pois o mesmo pode trazer grandes avanços para o mercado astronáutico. 02 Jul – Eclipse solar total No início do mês de Julho ocorreu outro fenômeno que chamou atenção para o céu novamente. O Eclipse Solar Total ocorreu em algumas partes do Brasil, Chile e Argentina e por demorar cerca de centenas de anos para ser visível novamente no mesmo local, foi um evento que quem acompanhou aproveitou uma oportunidade única.  20 Jul – 50 anos do homem na lua Apollo 11 foi uma missão que engato ainda mais a curiosidade do homem para se descobrir mais do universo que nos rodeia, a chegada do homem à Lua foi um grande marco científico e político e fez aniversário de 50 anos em 2019, é importante relembrar para mostrar como podemos chegar longe em ciência e pesquisa espacial, como foi dito pelo astronauta Neil Armstrong na época “É um pequeno passo para homem, mas um salto gigante para a humanidade”. Agosto – Queimadas na Amazônia e INPE Esse ano houve um aumento de queimadas na região Norte que não se via desde de 2010, o maior destaque foi o mês de Agosto,  o aumento foi de 192% se comparado com Agosto de 2018, os dados foram divulgados no final de Agosto pelo INPE que acompanha as queimadas da Amazônia desde 1998.  23 Ago – Lançamento do relógio atômico da NASA Com o intuito de facilitar futuras missões de astronautas pelo universo a NASA lançou um Relógio Atômico que funciona como um GPS no espaço, ele será testado durante um ano.  8 Out – Prêmio Nobel de Física O ano de 2019 também foi importante para relevância da ciência astronáutica perante a comunidade científica. O Prêmio Nobel de Física prêmio 3 grandes cientistas: James Peebles, físico Canadense-americano, que desenvolveu a teoria que baseia compreensão atual da história do cosmos e os suíços Michel Mayor e Didier Queloz, ambos astrônomos, por ter feito a descoberta do planeta 51 Pegasi b que orbita uma estrela semelhante ao Sol.  18 Out – Primeira caminhada espacial feminina As astronautas Christina Koch e Jessica Meir marcaram a história como as primeiras mulheres que realizaram a primeira caminhada 100% feminina no espaço, importante lembrar que mulheres já estiveram no espaço, mas no total de 227 caminhas, mulheres participaram apenas de 14 e sempre em equipes mistas. O objetivo da missão foi corrigir uma falha no sistema elétrico da Estação Espacial Internacional (ISS). 29 Out – Brasil é 1º Lugar na OLAA Uma grande conquista para o Brasil esse ano foi a premiação de 5 estudantes na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), foi o total de 4 medalhas de Ouro e uma de prata.  11 Nov – Trânsito de Mercúrio pelo Sol Um evento relativamente raro aconteceu em 11 de Novembro, o Trânsito de Mercúrio pelo Sol foi possível ser visto com telescópio por determinado tempo de acordo com a região observada, para quem conseguiu acompanhar foi visto pequenos eclipses.  20 Dez – Lançamento do CEBERS 4 A realização da segunda etapa da parceria Sino-Brasileira aconteceu esse ano com o lançamento do CEBERS 4. A família CBERS é uma aliança entre a China e o Brasil que foi realizada com o intuito de monitorar seus imensos territórios com satélites de sensoriamento remoto com o objetivo de ter autonomia nesse quesito. As imagens obtidas são usadas, por exemplo, para o controle do desmatamento e as queimadas da Amazônia Legal. Não só os eventos no Brasil e no mundo marcaram essa retrospectiva astronômica. Claro que diante desse cenário de desenvolvimento da astronomia e astronáutica nós da AEROJR. não poderíamos ficar de fora. E aqui está

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EJ’s que edificam: Ações Sociais

As sociedades atuais, em suma, se organizam no modelo econômico capitalista, que tem como principal objetivo o lucro. Entretanto, mesmo com essa forma de organização, muitas empresas atuais demonstram consciência quanto a sua responsabilidade social. Dessa forma, tem se tornado cada vez mais frequentes ações sociais que promovem o bem-estar de seus clientes, funcionários e da comunidade externa.

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Acústica em Eventos: Por que Investir?

Você provavelmente já passou por uma situação inconveniente devido à problemas com acústica em eventos. Estar em um teatro e não conseguir ouvir direito a parte mais interessante da peça, por exemplo. Ou ainda, em um grande evento, como um casamento, em que a fala do interlocutor parece embolada, tendo aquela sensação chata de eco. Esse tipo de situação, é reflexo do tratamento e isolamento acústicos inadequados ou, muitas vezes, inexistentes. Esse texto, vai fazer você entender um pouco melhor a importância de se preocupar com a acústica nos seus eventos. Vem comigo! Mas afinal, o que é uma “boa acústica” em eventos? Embora muitas vezes pareça subjetivo falar em um ambiente acusticamente confortável, existem parâmetros bem definidos que podem ser medidos e avaliados na hora de caracterizar um teatro, uma igreja ou um salão de festas. O Tempo de reverberação (T60), por exemplo, é uma informação valiosa sobre a nossa percepção do som em um ambiente. Esse parâmetro, dado em segundos, é o tempo gasto pelo som  para decair em 60 dB após cessada sua fonte de emissão. Quando o tempo de reverberação de uma sala (e aqui entenda sala como um ambiente qualquer, fechado) é muito alto, temos a sensação de um som, fala ou música, embolado. Se, por outro lado, o T60 é muito baixo, o som pode parecer muito “morto”. E esse efeito também é indesejável para igrejas, teatros e estúdios, por exemplo. Outro fator muito importante quando falamos na realização de eventos, é o vazamento de ruído. Enquanto o tempo de reverberação é um parâmetro de qualidade e tratamento acústico, o vazamento de ruído diz respeito ao isolamento do seu ambiente. Aqui, nos preocupamos com o barulho fora do evento, que pode incomodar os vizinhos, gerar reclamações e até multas! Porque investir em um projeto acústico para eventos? Em primeiro lugar, a contribuição de um evento ou estabelecimento para o ruído local em região urbana é legislada por cada município. E, geralmente, não pode ultrapassar 60 dB durante à noite em área residencial, sujeito a fiscalização e multa da prefeitura. Além disso, incomodar a vizinhança com barulho inadequado pode gerar comentários negativos em sites de avaliação. Eles interferem diretamente na imagem da organização do evento, ou do estabelecimento em si. Em segundo lugar, quando falamos em tratamento acústico, uma igreja ou um salão que foi tratado adequadamente, consegue expandir sua utilização. Eventos musicais, festas, casamentos, formaturas, coquetéis diurnos… tudo isso frente a um menor investimento em equipamento de som e filmagem, gerando uma experiência ímpar para o seu cliente. Igrejas e salões em que ocorrem casamentos e formaturas, por exemplo, necessitam, além do isolamento acústico, de um tratamento adequado. Imagina os convidados não conseguirem ouvir os votos da noiva ou o discurso do orador? Ademais, estes detalhes valorizam o espaço, como o conforto acústico, e a possibilidade de ouvir um bom som e ainda, assim, conseguir conversar sem gritar. Tudo isso garante a melhor experiência possível aos presentes, o que pode ser o diferencial na hora de fidelizar ou não seu cliente. E então, qual tipo de projeto eu preciso? Quando falamos em parâmetros, definindo o que é uma boa acústica, você pode ter pensado: “Bom, eu não tenho problema com reverberação na minha sala, mas bem que poderia melhorar o isolamento”. Ou ainda, “Meu isolamento está ok. Porém, tenho um problema na hora de alugar meu Buffet para um evento muito grande, porque a reverberação torna o ambiente desconfortável na presença de muitas pessoas”.  De fato, além da utilização do ambiente, suas características construtivas e  arquitetônicas exigem uma análise específica de cada situação. Por isso, trabalhamos com projetos acústicos personalizados, a fim de garantir o melhor custo benefício e a excelência da solução.  A consultoria acústica garante que a utilização de materiais e soluções comerciais, como painéis, portas e janelas acústicas, sejam utilizadas de maneira adequada. Além disso, sem superdimensionar uma solução ou deixar o problema resolvido pela metade. Na AEROJR. analisamos a melhor solução acústica de um jeito que cabe no seu bolso e resolve os problemas de isolamento e tratamento acústico no seu evento! Ficou interessado? Entre em contato com o nosso time! Autora: Anne Mendes

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Como a Modelagem 3D pode aumentar a vida útil do seu equipamento

Um mercado competitivo não exige da empresa apenas uma linha de produção que seja sustentável e demande pouca manutenção e troca de equipamentos. Ele exige também que ela gere um produto com a durabilidade e qualidade desejadas. Nesse meio, surge a Modelagem 3D. Sendo assim, uma das principais características da modelagem é justamente aumentar a vida útil dos equipamentos, bem como baratear a sua fabricação. A constante busca pela qualidade e economia no desenvolvimento de projetos leva as empresas a procurarem alternativas cada vez mais eficientes para os processos de fabricação e otimização. Dessa forma, a Modelagem Tridimensional se torna um recurso essencial para um projeto de engenharia de qualidade. Isso vale, inclusive, tanto para prototipagem, quanto para a fabricação de peças finais. O baixo custo e a possibilidade de simulações de sistemas e prevenção de falhas são vantagens imprescindíveis para um projeto rentável e seguro. Mas o que é a modelagem tridimensional? A Modelagem 3D é o protótipo virtual do objeto físico. Sendo assim, ela fornece uma análise dimensional extremamente precisa e rica em possibilidades de modificação de maneira simples e flexível. Nesse meio, as aplicações para a modelagem são muito amplas, sendo possível construir modelos virtuais personalizados para variados objetivos. Peças mecânicas, móveis, eletrônicos, equipamentos e basicamente qualquer objeto pode ser modelado para algum fim. Os benefícios das simulações A modelagem peça por peça permite montar um sistema que simule o objeto em pleno funcionamento, identificando erros e falhas antes do início da fabricação. Assim, a simulação de movimentos é muito comum na confecção de projetos como motores, máquinas e equipamentos industriais. Utilizando os recursos dos softwares de CAD é possível simular as diversas tensões que a peça sofrerá em sua futura utilização. Dessa maneira, é possível ver efeitos como: a atuação da fadiga, os atritos dos materiais e os pontos de tensão concentrada. Além disso, com a modelagem é possível ainda realizar simulações de ensaios destrutivos de tração e torção nas peças projetadas. Torna-se possível, assim, reduzir ou até eliminar os custos de testes em protótipos físicos, já que a peça pode ser otimizada antes mesmo da produção. Economia e durabilidade O protótipo virtual traz grande economia na fabricação do projeto. Isso acontece pois as peças modeladas podem ser confeccionadas em impressoras 3D, que tem um custo cerca de dez vezes menor do que um protótipo usinado. Entretanto, mesmo para os processos com utilização de usinagem comum, como por exemplo a fresa, a modelagem ainda permite uma produção mais rápida e eficiente. Com a modelagem, assim, as dimensões são bem mais precisas do que com outras formas de representação convencionais, como a planta de três vistas. Além disso, uma vez realizado o protótipo virtual, ele pode ser reproduzido sempre que necessário. Uma das facilidades que isso traz vem na hora da manutenção, onde a modelagem é revista para identificar com mais eficiência regiões com maior predisposição à falhas, trincas ou mesmo para a visualização original da peça para comparação do desgaste sofrido. Confiança do cliente Todos esses recursos aplicados no protótipo durante a modelagem trazem confiabilidade e segurança ao produto, o que é um fator determinante para o consumidor na hora da compra. As ferramentas de CAD possibilitam ainda a renderização da imagem tridimensional, gerando um layout visualmente apresentável em termos de Marketing. Sendo assim, torna-se possível uma visualização confiável do produto para o cliente antes mesmo de produzi-lo. Aumente a vida útil usando modelagem! Diante de tantas vantagens que a modelagem oferece, você não pode deixar de aplicar este recurso para aprimorar o seu produto e alavancar suas vendas. Sendo assim, é essencial ter uma equipe bem capacitada para realizar as modelagens com eficiência, sem falhas e reduzindo as dores de cabeça na produção do seu produto. A AEROJR. é uma empresa júnior de Engenharia Aeroespacial sediada na UFMG, e conta com profissionais capacitados para oferecer serviços de excelência em modelagem 2D e 3D, estando sempre à disposição para ajudar com o seu projeto. Entre em contato com a nossa equipe para saber mais! Autor: João Victor Nunes e Maria Clara Lobo

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